Uma nova história que espero que vocês gostem.
Desde já, valeu pelos pontos e pelos comentários de vocês.
Depois de uns anos sem nos ver, encontrei meu amigo Carlos, um encontro meio casual. Tomamos um café e colocamos a conversa em dia. Ele me contou que tinha casado, e eu, que tinha me separado fazia pouco tempo. Depois de um bom tempo, ele me convidou pra ir na casa dele no sábado à tarde. Me deu o novo endereço e combinamos que eu iria visitá-lo. Tinha muita coisa pra conversar. Era uma quarta-feira, lembro, e fiquei na dúvida se ia, porque não tava no meu melhor momento, mas no fim fui. Cheguei lá umas 6 horas, com umas cervejas e um bolo pra merendar. Quem abriu a porta foi uma morena linda, uns pneuzinhos apareciam, mas aquele rosto me impactou. Na hora, o Carlos apareceu e me convidou pra entrar.
Carlos – Ela é a Pao, minha esposa. Pao, esse é o Fabian, meu amigo que tanto falei.
Pao – Oi, Faby, como cê tá? Vem, senta, fica à vontade. O que cê trouxe aí?
Eu – Nada, só umas cervejas e um bolo pra merendar. Não gosto de vir de mãos vazias.
Carlos – Ufaaa, velho, sempre igual, né? Pao, põe na geladeira, por favor, afinal, tem muito tempo pra isso.
Pao tava com umas leggings pretas bem justinhas, com uma regata branca curtinha que deixava ver uma bunda redondinha e bem empinada. Não era uma raba impressionante, mas excitava ver como a legging se enfiava entre as nádegas dela. Fiquei olhando pra aquela bunda por um momento, não consegui resistir à tentação, e quando continuo falando com o Carlos, ele me diz:
Carlos – Viu que buceta gostosa que a minha mina tem?
Eu – Perdão, sim, claro.
Carlos – Vamos, te vi olhando, mas tudo bem, ela gosta de mostrar. Vive assim, rebolando essa bundinha pela casa toda. Mas o que mais admiro nela são os peitos.
Era verdade, os peitos dela são grandes e, com a regata, dava pra ver até mais da metade deles.
Eu – Sim, são lindos. Me desculpa, mas sua esposa é muito gostosa.
Carlos – Não fala nada dos peitos porque isso não esquenta ela. Elogia a bundinha dela, ela tem complexo com isso.
Eu – Cê acha?
Carlos – Sim, claro, é pra levantar a autoestima dela. autoestima, e além disso, não me diga que ela não é gostosa
eu- ela é gostosíssima
carlos estava me entregando de bandeja, não podia acreditar, parecia que queria que eu comesse a mulher dele, na cara dele dava pra ver o tesão e pra mim não era uma má ideia
quando pao chegou com o mate perguntou do que a gente tava falando, eu já tava excitado, ela sentou e os peitos pareciam pular do decote
carlos- da sua bunda, amor
pao- aiiiiii não sejá assim, o que o faby vai pensar
carlos- que a bundinha da minha esposa é linda, ou não é faby?
pao me olhou toda excitada e eu pensei comigo, que cara de chupa rola que a pao tem
eu- sim, desculpa pao mas não consegui parar de te olhar quando você foi pegar o mate
carlos- simmm ele te olhou mais do que eu agora amor, quase te despia só com o olhar e me disse que você tem uma raba impressionante
eu não sabia o que fazer, então fiquei calado, carlos tava muito excitado e eu senti que ele não via a hora de eu transar com a esposa dele, ele tava esquentando ela pra mim
pao- sério mesmo faby? Você gosta tanto da minha bundinha?
eu- sim, com essa calça então já explodiu, muito linda essa bundinha
carlos- e isso que você viu de longe
eu- e disfarçando por vergonha, nem todo mundo tem a sua sorte de ver ela bem de perto e até sem legging
pao- você gostaria de ver ela bem de perto?
eu- claroooo
pao olhou pro carlos e disse
pao- me deixa amor?
carlos- claroooo ele é meu amigo, não posso negar
pao levantou e se aproximou da minha cadeira, virou de costas e me disse
pao- aí você vê bem fabyyyyy
eu tava voando de tesão, meu pau explodia dentro da calça, olhei pro carlos e vi que ele tava igual a mim, ele fez um sinal como se pra eu tocar mas eu fui além
eu- sim, um pouco melhor mas com essa legging não dá pra ver muito bem
carlos levantou e disse pra gente ir pra sala de jantar, quando levantei ficou visível minha ereção e a dele também
carlos- senta aí que tem mais luz e você pao fica aí e mostra bem pra ele
carlos sentou ao milado enquanto a pao se virava e me disse
carlos- você tá gostando
eu- claro mas dói
carlos- o que dói?
eu- a calça tá me matando, olha como eu tô
carlos- tira ela
em segundos a calça era lembrança, apareceu meu pau de 23 x 4 duro
carlos- vou fazer o mesmo
o pobre carlos mostrou o pau dele de 14 x 3 que começou a se acariciar, nessa hora a pao se virou jogando a raba dela bem pra trás e ao ver minha pica pra fora os olhos dela arregalaram e a boca abriu, ela olhou pro carlos e disse
pao- assim tá bom? Você vê bem assim faby?
eu- a verdade é que não, essa legging não deixa ver muito bem
pao falou pro carlos pegando a legging pelos dois lados
pao- posso?
carlos- claro amor, se você quer mostra bem pra ele
pao tirou a legging e enquanto tirava a raba dela ficou ao ar livre exposta por completo, carlos já tava se masturbando
pao- agora sim faby você vê bem?
Não falei nada, me aproximei mais e me abaixei falando
eu- é linda pena que não posso ver ela toda por causa da calcinha fio dental
eu tava a centímetros da raba dela, pao se virou e perguntou de novo pro carlos
pao- posso amorrr, fala que sim por favoooor
carlos tava louco, não respondeu, pao pegou a calcinha fio dental pelos lados e puxou pra baixo deixando na minha vista o cu lindo dela, assim que fez isso enfiei a cara lá chupando e enfiando minha língua, saboreando aquele buraquinho bem pequeno
carlos- não fabyyyy é minha esposaaaa
eu- que apertadinho que é, é uma delícia
carlos- ela nunca deixou eu fazer nada com ele
eu- que pena amigoooo
tudo isso a gente falou entre os gemidos da pao que não parava de mexer a bunda dela pra frente e pra trás, minha boca foi na buceta dela que tava encharcada e comecei a chupar enquanto ela continuava gemendo e carlos não conseguia parar de se masturbar, aí enfiei um dedo no cuzinho dela e me surpreendi que entrou fácil
eu- ahhh boooom que aberto que tá, você carlinhos pode mentir, mas pra mim não, esse cuzinho já teve outros que aproveitaram, amigo, que putinha gostosa que você é, Pao.
Enquanto dizia isso, eu batia uma sem parar, ela se virou e, gemendo, pediu desculpas. Carlos já tinha gozado, mas o fato de saber que Pao o fazia de corno, dando a bundinha dela por aí, me deixou tão excitado que voltei a me masturbar e ele me disse:
Carlos - Arrebenta ele, vai com tudo que quero ver, quero ver como você estoura o cu da minha esposa.
Eu me levantei e inclinei a Pao, que se deixou fazer. Ela caiu de joelhos no chão e me disse:
Pao - Devagar, por favor, é muito grandeeee.
Eu - Claro, Pao, como não...
Apoiei a cabeça dela e ela suspirou. Carlos se aproximou para ver tudo de perto e viu tudinho, como lentamente aquele cuzinho ia engolindo minha pica enquanto ela continuava gemendo e pedindo devagar, mas quando a cabeça entrou, com um só empurrão meti o resto. Ela sentiu, deu um grito e o cuzinho dela endureceu. Assim comecei a montar nela, dava pra ver que quem tinha comido antes também tinha uma pica pequena, entrava e saía bem apertadinho. Falei para o Carlos:
Eu - Dá de mamar se ela calar a boca.
Ele se deitou no chão e deu a pica dele para ela chupar, o que ela fez na hora. Ver aquela cena me deixou mais tarado ainda. Tirei do cu dela e pedi para eles fazerem um 69. Sem dizer uma palavra, eles fizeram, talvez sem saber o que eu pretendia, mas o tesão era o rei naquele momento. Na mesma hora, meti minha pica naquele cuzinho agora completamente entregue, enquanto Carlos chupava a bundinha dela. Minha pica passava a menos de um centímetro da boca dele, penetrando o cuzinho da mulher dele que estava chupando a pica dele. Não aguentei mais e tirei completamente para meter de novo no cuzinho dela, mas dessa vez coloquei na boca do Carlinhos, que, para minha surpresa, não hesitou em abrir a boca para receber minha pica. Pao sentiu minha pica se movendo, roçando a bunda dela, e, tirando a pica do Carlos da boca, perguntou o que estava rolando.
Eu - Continua chupando, que o Carlinhos está limpando a minha pica.
Isso parece que deixou ela mais doida ainda. Pão— quero verrrrrrrr
Ele se abaixou e virou de costas enquanto Carlos não reagiu, pelo contrário, começou a acariciar minhas bolas com as mãos. Pão foi pro rabo dele e começou a chupar e cuspir, virando ele de lado.
Eu— para, para que acabei
Pão— nãooo, olha que linda essa tiny ass
Sem perceber, eu tava penetrando ele enquanto Carlos gozava e gemia que nem uma puta. Percebi que o cu dele já tinha sido aberto antes, mas mesmo assim entrava igual o da Pão, bem apertadinho. Meti com força, igual nela, até encher ele por completo, sentindo o cu dele gozar com as porradas que levava enquanto Pão se punhetava furiosamente. Tirei e levantei, falando pra ela:
Eu— limpa isso, gata
Ele levantou o cuzinho já todo arrombado, de onde saía minha porrinha, e Pão começou a chupar o pau dele, engolindo tudo. Fui no banheiro e me lavei. Quando saí, vi os dois conversando e se acariciando. Percebi o quanto a Pão era uma gostosa e o quanto o Carlos era tarado. Tava com vontade de continuar, principalmente de comer a Pão, aproveitar o corpo dela e, dessa vez, os peitos dela. Quando me viram, sorriram. Ela foi no banheiro e Carlos me disse:
Carlos— daqui a pouco a gente come. Essa noite você não sai daqui sem repetir
Eu— tudo bem, mas na cama, véi. Minhas costas tão um lixo
Carlos— as minhas também kkkkkkkkp { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; }
Desde já, valeu pelos pontos e pelos comentários de vocês.
Depois de uns anos sem nos ver, encontrei meu amigo Carlos, um encontro meio casual. Tomamos um café e colocamos a conversa em dia. Ele me contou que tinha casado, e eu, que tinha me separado fazia pouco tempo. Depois de um bom tempo, ele me convidou pra ir na casa dele no sábado à tarde. Me deu o novo endereço e combinamos que eu iria visitá-lo. Tinha muita coisa pra conversar. Era uma quarta-feira, lembro, e fiquei na dúvida se ia, porque não tava no meu melhor momento, mas no fim fui. Cheguei lá umas 6 horas, com umas cervejas e um bolo pra merendar. Quem abriu a porta foi uma morena linda, uns pneuzinhos apareciam, mas aquele rosto me impactou. Na hora, o Carlos apareceu e me convidou pra entrar.
Carlos – Ela é a Pao, minha esposa. Pao, esse é o Fabian, meu amigo que tanto falei.
Pao – Oi, Faby, como cê tá? Vem, senta, fica à vontade. O que cê trouxe aí?
Eu – Nada, só umas cervejas e um bolo pra merendar. Não gosto de vir de mãos vazias.
Carlos – Ufaaa, velho, sempre igual, né? Pao, põe na geladeira, por favor, afinal, tem muito tempo pra isso.
Pao tava com umas leggings pretas bem justinhas, com uma regata branca curtinha que deixava ver uma bunda redondinha e bem empinada. Não era uma raba impressionante, mas excitava ver como a legging se enfiava entre as nádegas dela. Fiquei olhando pra aquela bunda por um momento, não consegui resistir à tentação, e quando continuo falando com o Carlos, ele me diz:
Carlos – Viu que buceta gostosa que a minha mina tem?
Eu – Perdão, sim, claro.
Carlos – Vamos, te vi olhando, mas tudo bem, ela gosta de mostrar. Vive assim, rebolando essa bundinha pela casa toda. Mas o que mais admiro nela são os peitos.
Era verdade, os peitos dela são grandes e, com a regata, dava pra ver até mais da metade deles.
Eu – Sim, são lindos. Me desculpa, mas sua esposa é muito gostosa.
Carlos – Não fala nada dos peitos porque isso não esquenta ela. Elogia a bundinha dela, ela tem complexo com isso.
Eu – Cê acha?
Carlos – Sim, claro, é pra levantar a autoestima dela. autoestima, e além disso, não me diga que ela não é gostosa
eu- ela é gostosíssima
carlos estava me entregando de bandeja, não podia acreditar, parecia que queria que eu comesse a mulher dele, na cara dele dava pra ver o tesão e pra mim não era uma má ideia
quando pao chegou com o mate perguntou do que a gente tava falando, eu já tava excitado, ela sentou e os peitos pareciam pular do decote
carlos- da sua bunda, amor
pao- aiiiiii não sejá assim, o que o faby vai pensar
carlos- que a bundinha da minha esposa é linda, ou não é faby?
pao me olhou toda excitada e eu pensei comigo, que cara de chupa rola que a pao tem
eu- sim, desculpa pao mas não consegui parar de te olhar quando você foi pegar o mate
carlos- simmm ele te olhou mais do que eu agora amor, quase te despia só com o olhar e me disse que você tem uma raba impressionante
eu não sabia o que fazer, então fiquei calado, carlos tava muito excitado e eu senti que ele não via a hora de eu transar com a esposa dele, ele tava esquentando ela pra mim
pao- sério mesmo faby? Você gosta tanto da minha bundinha?
eu- sim, com essa calça então já explodiu, muito linda essa bundinha
carlos- e isso que você viu de longe
eu- e disfarçando por vergonha, nem todo mundo tem a sua sorte de ver ela bem de perto e até sem legging
pao- você gostaria de ver ela bem de perto?
eu- claroooo
pao olhou pro carlos e disse
pao- me deixa amor?
carlos- claroooo ele é meu amigo, não posso negar
pao levantou e se aproximou da minha cadeira, virou de costas e me disse
pao- aí você vê bem fabyyyyy
eu tava voando de tesão, meu pau explodia dentro da calça, olhei pro carlos e vi que ele tava igual a mim, ele fez um sinal como se pra eu tocar mas eu fui além
eu- sim, um pouco melhor mas com essa legging não dá pra ver muito bem
carlos levantou e disse pra gente ir pra sala de jantar, quando levantei ficou visível minha ereção e a dele também
carlos- senta aí que tem mais luz e você pao fica aí e mostra bem pra ele
carlos sentou ao milado enquanto a pao se virava e me disse
carlos- você tá gostando
eu- claro mas dói
carlos- o que dói?
eu- a calça tá me matando, olha como eu tô
carlos- tira ela
em segundos a calça era lembrança, apareceu meu pau de 23 x 4 duro
carlos- vou fazer o mesmo
o pobre carlos mostrou o pau dele de 14 x 3 que começou a se acariciar, nessa hora a pao se virou jogando a raba dela bem pra trás e ao ver minha pica pra fora os olhos dela arregalaram e a boca abriu, ela olhou pro carlos e disse
pao- assim tá bom? Você vê bem assim faby?
eu- a verdade é que não, essa legging não deixa ver muito bem
pao falou pro carlos pegando a legging pelos dois lados
pao- posso?
carlos- claro amor, se você quer mostra bem pra ele
pao tirou a legging e enquanto tirava a raba dela ficou ao ar livre exposta por completo, carlos já tava se masturbando
pao- agora sim faby você vê bem?
Não falei nada, me aproximei mais e me abaixei falando
eu- é linda pena que não posso ver ela toda por causa da calcinha fio dental
eu tava a centímetros da raba dela, pao se virou e perguntou de novo pro carlos
pao- posso amorrr, fala que sim por favoooor
carlos tava louco, não respondeu, pao pegou a calcinha fio dental pelos lados e puxou pra baixo deixando na minha vista o cu lindo dela, assim que fez isso enfiei a cara lá chupando e enfiando minha língua, saboreando aquele buraquinho bem pequeno
carlos- não fabyyyy é minha esposaaaa
eu- que apertadinho que é, é uma delícia
carlos- ela nunca deixou eu fazer nada com ele
eu- que pena amigoooo
tudo isso a gente falou entre os gemidos da pao que não parava de mexer a bunda dela pra frente e pra trás, minha boca foi na buceta dela que tava encharcada e comecei a chupar enquanto ela continuava gemendo e carlos não conseguia parar de se masturbar, aí enfiei um dedo no cuzinho dela e me surpreendi que entrou fácil
eu- ahhh boooom que aberto que tá, você carlinhos pode mentir, mas pra mim não, esse cuzinho já teve outros que aproveitaram, amigo, que putinha gostosa que você é, Pao.
Enquanto dizia isso, eu batia uma sem parar, ela se virou e, gemendo, pediu desculpas. Carlos já tinha gozado, mas o fato de saber que Pao o fazia de corno, dando a bundinha dela por aí, me deixou tão excitado que voltei a me masturbar e ele me disse:
Carlos - Arrebenta ele, vai com tudo que quero ver, quero ver como você estoura o cu da minha esposa.
Eu me levantei e inclinei a Pao, que se deixou fazer. Ela caiu de joelhos no chão e me disse:
Pao - Devagar, por favor, é muito grandeeee.
Eu - Claro, Pao, como não...
Apoiei a cabeça dela e ela suspirou. Carlos se aproximou para ver tudo de perto e viu tudinho, como lentamente aquele cuzinho ia engolindo minha pica enquanto ela continuava gemendo e pedindo devagar, mas quando a cabeça entrou, com um só empurrão meti o resto. Ela sentiu, deu um grito e o cuzinho dela endureceu. Assim comecei a montar nela, dava pra ver que quem tinha comido antes também tinha uma pica pequena, entrava e saía bem apertadinho. Falei para o Carlos:
Eu - Dá de mamar se ela calar a boca.
Ele se deitou no chão e deu a pica dele para ela chupar, o que ela fez na hora. Ver aquela cena me deixou mais tarado ainda. Tirei do cu dela e pedi para eles fazerem um 69. Sem dizer uma palavra, eles fizeram, talvez sem saber o que eu pretendia, mas o tesão era o rei naquele momento. Na mesma hora, meti minha pica naquele cuzinho agora completamente entregue, enquanto Carlos chupava a bundinha dela. Minha pica passava a menos de um centímetro da boca dele, penetrando o cuzinho da mulher dele que estava chupando a pica dele. Não aguentei mais e tirei completamente para meter de novo no cuzinho dela, mas dessa vez coloquei na boca do Carlinhos, que, para minha surpresa, não hesitou em abrir a boca para receber minha pica. Pao sentiu minha pica se movendo, roçando a bunda dela, e, tirando a pica do Carlos da boca, perguntou o que estava rolando.
Eu - Continua chupando, que o Carlinhos está limpando a minha pica.
Isso parece que deixou ela mais doida ainda. Pão— quero verrrrrrrr
Ele se abaixou e virou de costas enquanto Carlos não reagiu, pelo contrário, começou a acariciar minhas bolas com as mãos. Pão foi pro rabo dele e começou a chupar e cuspir, virando ele de lado.
Eu— para, para que acabei
Pão— nãooo, olha que linda essa tiny ass
Sem perceber, eu tava penetrando ele enquanto Carlos gozava e gemia que nem uma puta. Percebi que o cu dele já tinha sido aberto antes, mas mesmo assim entrava igual o da Pão, bem apertadinho. Meti com força, igual nela, até encher ele por completo, sentindo o cu dele gozar com as porradas que levava enquanto Pão se punhetava furiosamente. Tirei e levantei, falando pra ela:
Eu— limpa isso, gata
Ele levantou o cuzinho já todo arrombado, de onde saía minha porrinha, e Pão começou a chupar o pau dele, engolindo tudo. Fui no banheiro e me lavei. Quando saí, vi os dois conversando e se acariciando. Percebi o quanto a Pão era uma gostosa e o quanto o Carlos era tarado. Tava com vontade de continuar, principalmente de comer a Pão, aproveitar o corpo dela e, dessa vez, os peitos dela. Quando me viram, sorriram. Ela foi no banheiro e Carlos me disse:
Carlos— daqui a pouco a gente come. Essa noite você não sai daqui sem repetir
Eu— tudo bem, mas na cama, véi. Minhas costas tão um lixo
Carlos— as minhas também kkkkkkkkp { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; }
3 comentários - Meu amigo Carlos e a esposa dele