Saudades da minha ex

Minha ex foi a primeira mulher com quem transei na vida. Ela foi a primeira em tudo, eu estava vivendo tudo pela primeira vez, será que por isso eu a idolatrei de alguma forma e minha história com ela ficou tão difícil de esquecer. Lembro que ela tinha um corpo lindo, uns seios maravilhosos, mamilos rosados e aréolas marrons, uma cintura que destacava ainda mais sua bunda redonda e carnuda, sua buceta era uma fonte eterna de lubrificação toda vez que eu tocava nela, seus lábios vaginais eram como pétalos e seu cheiro era um perfume importado... com ela aprendi a masturbar uma mulher, as primeiras vezes que fizemos sexo pra mim era como andar nas nuvens, a primeira vez que ela colocou meu pau na boca e chupou, nunca mais esqueci, foi algo mágico. Eu vivia no paraíso, mas depois de um tempo percebi que nada disso podia se comparar com nada, percebi que o sexo com ela era chato e monótono.Não se preocupa, meu amor, eu vou te mostrar o que é bom de verdade" - enquanto Priscilla, minha nova amante, lambia a palma da mão como lubrificante para continuar me masturbando e me chupando, ajoelhada no chão. "Continua me contando".. movendo a cabeça para cima e para baixo, enfiando meu pau na boca e ensopando o tronco com saliva...

"Uma vez minha ex estava com tesão e queria transar a qualquer custo, estávamos no cinema e ela disse para irmos pro meu apê que queria que eu comesse ela. Nessa altura já tínhamos uns 4 meses saindo e obviamente eram minhas primeiras experiências sexuais... ela me pegou pela mão e fomos pro carro..."

"E você, como se sentia na hora?" - me perguntou Priscilla enquanto descia com a língua para lamber meus testículos - "Com o coração a mil, o pau latejando e eu nem ligava pra mais nada" - "Continua, bebê" - ela me deu um beijo na boca e voltou pra baixo pra continuar chupando...

"Subimos no carro e eu saí acelerando, dirigindo pro meu apê... chegamos e mal fechei a porta ela já baixou minhas calças, me chupou e subiu em cima pra eu comer. A gente sempre gozava junto, mesmo quando eu durava dois ou três minutos, e depois a gente deitava pra dormir"...“PARA” – me interrompe Priscilla, limpando a saliva que escorria da sua boca enquanto chupava meu pau... “tava tão quente e só fizeram uma vez e foram dormir?” – ao que respondi com um simples “aham”...

De repente, Pri parou de me chupar, se levantou arrumando a roupa e me disse... “vista-se... quero sorvete...”

Eu não tinha gozado e, na real, meio que me deu um pé atrás ela cortar o momento que a gente tava tendo por causa de um sorvete!!, mas não disse nada, só concordei e saímos de casa... o ruim de tudo isso é que a sorveteria onde a gente sempre compra fica tipo umas 10 quadras, não tava afim de caminhar, então tive que pegar o carro. Mal descemos pra garagem e entramos no carro, Pri, que na hora tava de leggings e uma regata, começou a me beijar enquanto eu tirava o carro, beijava meu pescoço e acariciava meu pênis por cima da roupa, eu não tava entendendo nada, pensei... me tira de casa pra me beijar no carro??? E de repente ela sussurrou no meu ouvido: “quero meu leitinho”... enfiou a mão na minha calça e tirou meu pau de novo ereto e molhado, se ajeitou e enfiou na boca, sua boca quentinha chupando meu pau tava uma delícia e eu tentava me concentrar pra não gozar e ficar atento porque tava dirigindo, de repente sinto que Pri acelera o ritmo dos movimentos, o barulho da boca dela me chupando, a saliva escorrendo pelos meus testículos, tudo isso foi fazendo minha resistência pra gozar diminuir cada vez mais, ela para de chupar mas continua me masturbando e, me olhando, pergunta: “quer me dar o leitinho agora?” Não consegui dizer nada, só me entreguei àquela boca gulosa, ela continuou chupando e de repente meu corpo todo tremeu e gozei na boca dela, tava com tanto leite acumulado da chupada que ela já tava me dando em casa que transbordou da boca dela e escorreu pelo meu tronco e pelas bolas, senti meu leite quente misturado com a saliva dela escorrendo e fazendo uma meleca, o cheiro de porra ficou forte e eu não podia tirar o olho de onde tava dirigindo, Pri engoliu Algo de porra e o resto ela começou a limpar com a língua, não queria perder nenhuma gota do meu leite, lambeu minhas bolas saboreando elas, de vez em quando colocava meu pau na boca com muito cuidado porque estava super sensível, mas ela queria sentir meu pênis ficando mole dentro da boca dela. Ela me olhava e perguntou se já tínhamos chegado na sorveteria, incrivelmente chegamos sem causar nenhum acidente ou coisa parecida, ela limpou os lábios e antes de sair do carro vi que colocou a mão dentro da leggins e tocou a buceta, tirou a mão e direcionou os dedos pra minha boca... "É assim que você me deixa, filho da puta" – seus fluidos salgados impregnados nos dedos foram uma delícia pro meu paladar... imediatamente ela sai do carro pra comprar.

Ela agarrou minha cabeça e eu sorri pela experiência linda que ela me fez viver... não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Ela deve ter demorado uns 10 minutos e entrou de novo no carro, mas não subiu no lado do passageiro e sim nos bancos de trás... ok, falei vamos voltar pra casa... de repente não tinha passado nem meio quarteirão e sinto que algo foi jogado de trás pra frente, vejo no banco do passageiro e era a leggins dela, olho pra ela pelo retrovisor e a vejo sorrindo pra mim com cara de puta. Ela senta no banco do meio e a vejo abrindo as pernas, pede minha mão direita e pelo espaço entre os bancos dianteiros ela me guia pra tocar a buceta dela, eu não conseguia ver nada porque dessa vez definitivamente íamos bater!

Ela tinha se posicionado de um jeito que minha mão conseguia enfiar bem os dedos e sentir o quanto a buceta dela estava molhada, deslizava pra entrar e sair, de repente ela agarra minha mão e pega o pote de sorvete, faz eu enterrar meus dedos dentro e depois leva pra buceta, ela gemía ao sentir meus dedos com sorvete entrando na buceta dela, "chupa os dedos" e repetíamos a mesma fórmula por alguns minutos, masturbei ela dessa maneira até acabar o sorvete. O carro ia precisar de uma lavada depois, mas eu nem liguei. Estacionei na garagem e estava muito quente. Saí do carro, peguei a leggin e joguei pra ela. "Ainda não acabou isso, meu bebê. Vem aqui pra trás." Saí do carro e abri a porta de trás. Quando a vi de quatro, com a calcinha lá embaixo e sorvete passado na buceta e na bunda, me abaixei e lambi tudo. Ia da vagina dela até o cu. O sabor misturado, doce do sorvete e salgado dos seus fluidos, fazia a mistura perfeita. Mas dessa vez não eram meus dedos, eu chupava direto dela. O cheiro da buceta dela e o gosto do seu cu me deixavam mais excitado e, obviamente, meu pau estava no seu melhor.

Guiou a ponta do meu pau na vagina dela e o frio do sorvete gerou uma sensação incrível. Enfiava e puxava, fazendo dela minha. Ela gozava com cada investida que eu dava. Via o cu dela abrindo e fechando enquanto meu pau devorava aquela buceta. Meti meu dedo no cu dela pra que aquele buraquinho gozasse também. Meu pau estava tão lubrificado que cada movimento tornava mais excitante o impacto das nádegas dela contra minha pelve. A figura das suas costas e vê-la naquela pose despertava o animal que tenho dentro. Puxei seu cabelo enquanto a comia mais forte. "Goza dentro, goza dentro, filho da puta, enche minha buceta de porra!" Amo quando ela fala isso. Alguns momentos depois, ejaculei dentro da minha amante. Os dois suamos muito, ofegantes, sem importar se tinha alguém com a gente. Ela se virou, limpou meu pau com a boca e sentou em cima de mim. "É assim que se fode uma mulher quando ela realmente quer transar sem se importar com nada." Ela vestiu a leggin e saímos do carro. No elevador, nos beijávamos e esquentávamos de novo. Em uma mão, eu tinha o que sobrou do sorvete no pote; a outra estava dentro da calça dela, masturbando-a de novo, enquanto ela procurava meu pau para deixá-lo duro novamente. Entramos no apartamento e transamos mais duas vezes. Eram 4 da manhã e ela repetiu de novo: "É assim que se fode uma mulher. de verdade

0 comentários - Saudades da minha ex