Fantasiávamos, brincávamos, mas nunca sabíamos se o que pensávamos poderia ser real, ou só uma brincadeira na nossa intimidade. Até que em algum momento, começamos a conversar sobre isso fora da cama, sem estar com tesão. E ela me dizia pra eu procurar um cara e a gente fazer. Eu duvidava se era verdade, duvidava da minha reação se rolasse, e não sabia como encontrar alguém. Em um momento, conversei com duas pessoas. Expliquei nossa falta de experiência, nervosismo, medos, etc. Os dois foram muito legais, mas só com um a conversa continuou, até marcar uma data pro encontro. Ela não sabia disso, só sabia que eu podia estar procurando, ou não — na real, ela duvidava. Numa segunda-feira, eu falei: “pra quinta-feira eu arrumo alguém”. Ela começou a perguntar: “quem, de onde, como ele é”, etc. Tava morrendo de curiosidade. Mas também duvidava se não era uma brincadeira. Na quinta, o cara quase não me respondeu, e achei que tudo ia cancelar. Fomos jantar e ela me perguntava. Contei a verdade: tinha um candidato, mas ele sumiu. Continuamos jantando e, quase no fim, chegou uma mensagem dele: tava num aniversário e em 30 minutos ficava livre. Contei pra ela e a gente riu, se perguntou se tínhamos certeza e falamos que sim. Saímos de lá — ela tinha bebido um pouco, eu não. O encontro seria na rua pra nos conhecermos. Estacionamos, muito nervosos, e em 5 minutos ele estacionou atrás. Descemos, ele também, e com muito nervoso nos apresentamos. Conversamos uns 30 minutos e ele nos convidou pra ir na casa dele. Vi ela hesitando e falei se podíamos conversar; ele, todo cavalheiro, disse que claro, esperava no carro. Estávamos muito nervosos, mas concordamos que não estávamos prontos pra ir na casa. Sugeri chamar ele pra parte de trás do carro, e ela topou. Aí começou algo incrível. Ela sentada no meio me beijava, e ele atrás começou a tocar ela, beijar o pescoço dela. Tanto ela quanto eu morríamos de tesão. Ele baixou a calça e ela começou a masturbar ele enquanto eu beijava e tocava ela. Quase que eu guiei ela pra fazer um boquete nele, e ela fez. Enquanto eu me masturbava. Ele morria de prazer e eu também. Ela estava envergonhada, meio nervosa, mas se divertindo muito. Depois ajoelhamos e ela fez oral nos dois quase ao mesmo tempo, aí sentou, e ele começou a masturbar ela enquanto eu tocava e beijava os peitos dela. Ela gemia muito, eu morria de prazer. Até que ela não aguentou mais e teve um orgasmo violento, com ele tocando ela e eu beijando os peitos dela. Aí paramos, nos acalmamos, nos despedimos, ela desceu e fomos embora. Com certeza vamos querer mais, mas pra primeira vez, foi incrível...
Fantasiávamos, brincávamos, mas nunca sabíamos se o que pensávamos poderia ser real, ou só uma brincadeira na nossa intimidade. Até que em algum momento, começamos a conversar sobre isso fora da cama, sem estar com tesão. E ela me dizia pra eu procurar um cara e a gente fazer. Eu duvidava se era verdade, duvidava da minha reação se rolasse, e não sabia como encontrar alguém. Em um momento, conversei com duas pessoas. Expliquei nossa falta de experiência, nervosismo, medos, etc. Os dois foram muito legais, mas só com um a conversa continuou, até marcar uma data pro encontro. Ela não sabia disso, só sabia que eu podia estar procurando, ou não — na real, ela duvidava. Numa segunda-feira, eu falei: “pra quinta-feira eu arrumo alguém”. Ela começou a perguntar: “quem, de onde, como ele é”, etc. Tava morrendo de curiosidade. Mas também duvidava se não era uma brincadeira. Na quinta, o cara quase não me respondeu, e achei que tudo ia cancelar. Fomos jantar e ela me perguntava. Contei a verdade: tinha um candidato, mas ele sumiu. Continuamos jantando e, quase no fim, chegou uma mensagem dele: tava num aniversário e em 30 minutos ficava livre. Contei pra ela e a gente riu, se perguntou se tínhamos certeza e falamos que sim. Saímos de lá — ela tinha bebido um pouco, eu não. O encontro seria na rua pra nos conhecermos. Estacionamos, muito nervosos, e em 5 minutos ele estacionou atrás. Descemos, ele também, e com muito nervoso nos apresentamos. Conversamos uns 30 minutos e ele nos convidou pra ir na casa dele. Vi ela hesitando e falei se podíamos conversar; ele, todo cavalheiro, disse que claro, esperava no carro. Estávamos muito nervosos, mas concordamos que não estávamos prontos pra ir na casa. Sugeri chamar ele pra parte de trás do carro, e ela topou. Aí começou algo incrível. Ela sentada no meio me beijava, e ele atrás começou a tocar ela, beijar o pescoço dela. Tanto ela quanto eu morríamos de tesão. Ele baixou a calça e ela começou a masturbar ele enquanto eu beijava e tocava ela. Quase que eu guiei ela pra fazer um boquete nele, e ela fez. Enquanto eu me masturbava. Ele morria de prazer e eu também. Ela estava envergonhada, meio nervosa, mas se divertindo muito. Depois ajoelhamos e ela fez oral nos dois quase ao mesmo tempo, aí sentou, e ele começou a masturbar ela enquanto eu tocava e beijava os peitos dela. Ela gemia muito, eu morria de prazer. Até que ela não aguentou mais e teve um orgasmo violento, com ele tocando ela e eu beijando os peitos dela. Aí paramos, nos acalmamos, nos despedimos, ela desceu e fomos embora. Com certeza vamos querer mais, mas pra primeira vez, foi incrível...
6 comentários - Algo parecido a un debut...