Minha prima vestida de noiva - Capítulo 7

Minha prima vestida de noiva - Capítulo 7



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"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 3:

http://www.poringa.net/posts/relatos/3366888/Mi-prima-se-viste-de-novia---Capitulo-3.htmlClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

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**Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.**Capítulo 4:
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http://www.poringa.net/posts/relatos/3369284/Mi-prima-se-viste-de-novia---Capitulo-5.htmlClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

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**Tradução:**

Ei, gostosa, você tá me deixando louco com esse seu jeitinho. Sua buceta é tão gostosa que eu quero sentir cada pedacinho dela. Vem cá, deixa eu te mostrar como eu gosto de te ver gemer.Capítulo 6:


http://www.poringa.net/posts/relatos/3372342/Mi-prima-se-viste-de-novia---Capitulo-6.html


borracha


namorada



Buceta


Minha prima se veste de noiva - Capítulo 7Ao ouvir as palavras dela, desci uma mão e apoiei na bunda dela. Minha prima continuou acariciando meu pau suavemente por cima da cueca, sem tirar os olhos de mim, embora os meus já estivessem desviados pro teto.

Quando minha ereção já estava mais do que evidente, Júlia começou a brincar com as unhas. Ela coçava meu pau por cima do tecido com um dedo, às vezes dois, sem notar meu medo de que fosse explodir a qualquer momento. Eu imitei, arranhando devagar a bunda dela. O silêncio reinava, e os dois suspeitávamos que seria inútil dizer qualquer palavra.

Já preso pelo demônio, apertei o dedo indicador no cu dela, como se quisesse enfiar de calcinha e tudo. O silêncio se rompeu com o suspiro dela.

Girei meu corpo, e ela ajustou o dela até ficarmos de frente, nos olhando cara a cara de novo, embora na verdade estivéssemos olhando era para a boca um do outro. Morria de vontade de beijá-la, de sentir o gosto da língua dela enroscada na minha. O cheiro do hálito dela parecia a pior das sacanagens diluída nos dois ou três centímetros de ar entre nós.

Sem pensar em mais nada, coloquei a mão na parte da tanga que segurava a buceta dela e, ao pressionar um pouco com o dedo que segundos antes estava no cu dela, lembrei da Macarena.

Maca tinha sido minha primeira namorada, meu primeiro grande amor, com ela tive minha primeira experiência sexual, e ela também teve comigo. Talvez sentir a buceta apertada da minha prima por baixo da calcinha dela tenha conectado na minha mente aquela sensação linda de romper o hímen daquela morena gostosa por quem eu tinha sido perdidamente apaixonado anos atrás. Mas na hora eu soube que não, não era isso.

Macarena tinha me largado do dia pra noite, e naquela época meu coração estava destruído. Não entendia por que, nem pra quê, nem sequer até hoje consegui encontrar alguma pista anterior que eu pudesse ter deixado passar entre tanto amor e choro. Ela tinha terminado o relacionamento. me deixando completamente surpreso e arrasado, é verdade, mas também me deu uma baita lição: poucos dias depois da decisão dela, ela me ligou pra gente se ver de novo. Imagina minha alegria e esperança naquela época, achando que ia recuperar ela, que não ia errar de novo (se é que tinha errado), que ia ganhar outra chance e que a gente ia ficar junto pro resto da vida.

A gente se encontrou e passou uma tarde fantástica. Não parei de falar o quanto eu amava ela e tudo que ia cuidar dela daquele dia em diante. Ver ela sorrir e até se emocionar com minhas palavras me fez sentir o cara mais feliz do mundo.

Aquela foi a última vez que eu vi ela.

Naquela tarde, ela tinha me "checado". O ego dela, na real, tinha me checado. Ela passou a tarde comigo só pra inspecionar cada detalhe, pra saber se eu ainda tava disponível pra ela. Descobriu que sim, ficou tranquila, se sentiu melhor com a autoestima e seguiu em frente. Sem mim. Não precisava mais de mim, e fez bem. Eu aprendi que, pra não machucar a autoestima, as mulheres podem ser os seres mais cruéis da terra. E, claro, a nunca mais me deixar "checar" de novo.

Era exatamente isso que a Júlia tava fazendo.

Faltava só mais um passo pra comer ela como uma puta e eu não podia me dar ao luxo de falhar em nada. Tirei minha mão da buceta dela e aproveitei pra continuar meu plano: tinha chegado a hora de desdramatizar o fato de sermos primos, transferir esse problema pra outro mais fácil de resolver.

Entendo se me chamarem de obcecado ou de pensar demais nas coisas. Não sou, de verdade. Essa história nunca quis ser daquelas onde a prima se joga, aceita na hora, ou os dois soltam a vontade acumulada. Não. Não tô dizendo que as histórias daqueles três ou quatro sortudos são mentira, mas aqui quero contar o que acontece com a gente, meros mortais, na vida real. Podem me chamar de chato, mas nunca de mentiroso. Desde o primeiro momentei que ia explicar todos os detalhes necessários. E se não conseguir, pelo menos vou dormir tranquilo sabendo que fiz de tudo pra ensinar que, se com essas táticas consegui algo com minha prima, vocês podem conseguir o que quiserem, quando quiserem e com quem quiserem.

E mais, já que quebrei várias regras literárias com esse esclarecimento, deixem eu quebrar mais uma e repetir como um conselho fervoroso: Nunca se deixem "checar". Nunca. Não deem respostas pros medos delas. Deixem que as perguntas que as minas fazem, a imaginação delas responda. Acreditem: a imaginação delas vai sempre jogar a favor de vocês. Respostas ambíguas como "Tô aprendendo um monte de coisas", "Tô vivendo experiências novas que nunca pensei que fossem tão boas" ou "Tô aprendendo a curtir pessoas que nem sabia que estavam por perto" não só criam mistério e colocam a insegurança delas pra trabalhar, mas também fazem vocês parecerem mais maduros, mais livres e, acima de tudo: mais independentes dela. Sempre ambíguas, olha, nunca digam que tão com outra pessoa se não for verdade. Essa conclusão elas têm que tirar sozinhas, refletindo na cama delas, de noite, sozinhas. A ideia não é causar ciúme, é fazer elas ficarem matutando. Também nunca implorem pra uma gostosa voltar com vocês se ela terminou ou pediu um tempo. Nunca apostem no instinto maternal delas dando pena. Se existir chance dela voltar, só vão aproveitar se mostrando bem, felizes, tocando a vida. Mesmo que seja mentira. E não sejam otários: não liguem mil vezes, deixem que elas também sintam o medo de perder vocês. Deixem que sintam que, se o relacionamento acabar, vocês entram no mundo maravilhoso da solteirice onde mil bucetas novas esperam de pernas abertas, e elas entram no mesmo mundo que, longe de parecer maravilhoso, vão ter que aguentar dia e noite o medo natural delas de morrerem sozinhas. Mesmo que seja mentira.

É, eu sei. Nós homens também costumamos ser cruéis quando Isso machuca nosso próprio amor.

— Não é só pelo fato de sermos primos, July. — Falei acariciando o rosto dela agora. — Acho que nem esse é o verdadeiro problema.

Ela me ouvia com atenção e, se sentindo meio rejeitada, tirou a mão da cueca e apoiou no meu abdômen, sem parar de brincar com as unhas.

— Não pensa que não tô afim, sua burra. Não hesitaria nem um segundo em enfiar a pica até o fundo se fosse outro contexto. Sabe que é uma gostosa. Só de passar a mão na sua bunda já me faz subir a pica como nunca.

A mão dela voltou pra pica e, de novo, a respiração dela mostrava que tava ficando excitada.

— O problema é que, se nos descobrirem, vai dar uma puta confusão. Ser primos, até vai. Somos duas pessoas que se amam muito antes disso. Mas se a gente foder, vai ser difícil disfarçar.

Julia não dizia nada, só me ouvia, e isso era um bom sinal. A chave pra desdramatizar a situação incestuosa tava ali. Ser primos era inevitável, um problema que nunca ia se resolver, nosso parentesco era pra sempre; mas ao jogar a culpa em "ser descobertos", além de deixar ela mais excitada por ser algo proibido, virava um problema que tinha solução, então dava pra resolver.

— Imagina que eu como sua buceta aqui mesmo, como é que eu volto a dormir nessa cama, nesse quarto, sem pensar em comer você de novo? — perguntei retoricamente. Minha ideia era clara: jogar todo o problema no lugar e, com o tempo, ir sugerindo como solução ir pra um motel.

Nessa altura, eu já imaginava com total clareza: ir pra um motel, pagar a noite inteira, chupar a buceta dela, encher de porra depois. Continuar falando ficava cada vez mais difícil enquanto as cenas passavam na minha cabeça. Mas eu precisava continuar. Com paciência, claro, ainda era quinta e eu tinha como meta comer ela no sábado ou no domingo, no máximo.

— É verdade, Rodri. Algum erro a gente vai cometer. Um olhar a mais na frente das pessoas erradas pode ser suficiente. Se a gente pegar, vão nos descobrir até por uma bobagem.

Eu estava caindo na armadilha. Ela não repetiu aquela história de sermos primos de novo.

— Pois é. Da outra vez você chupou meu pescoço e sua amiga estava bem ali. — respondi pro segundo. Nas entrelinhas, deixei claro que era responsabilidade dela. Ela é que tinha que tomar mais cuidado. — É verdade que podemos fazer outras coisas, como você disse. Mas, porra, July, não dá. Pelo menos não assim.

Coloquei dois dedos de novo sobre a calcinha dela, acariciando a buceta. Falei que a gente podia se tocar, e ela soltou outro suspiro. Mas eu, além da xereca, precisava sentir outras coisas nela também.

— Podemos nos masturbar um ao outro também. — Ela fechou os olhos como se estivesse curtindo. Sabia bem que o limite viria dos gestos dela, então olhei com atenção. — Podemos nos encostar na roupa, nos esfregar, não precisa meter pra gente se divertir um pouco. — Julia soltou outro suspiro, e eu mal consegui disfarçar o meu quando vi aceitação no rosto dela.

Minha tesão naquele momento era extrema. A segurança que eu tinha me deixou avançar um pouco mais. Com destreza total, puxei a calcinha dela com os dedos e apoiei a palma da mão inteira na buceta pelada dela. Tava encharcada. Um pouco áspera. A textura me dizia que fazia só uns dias que ela tinha depilado tudo. Um arrepio sensacional percorreu meu corpo. A pica dentro da cueca ficou dura como poucas vezes eu senti.

"Tô tocando a buceta pelada da minha prima", pensei. "A buceta da Julia tá molhando minha mão com todos os fluidos dela."

Quase hipnotizado, quis me ajeitar pra enfiar os dedos, pelo menos a ponta de um deles. Mas aí ela me parou. Tirou minha mão com esforço. Ela também tava muito excitada. Agora eu senti o peso da ansiedade. Morria de curiosidade pra continuar falando coisas e ver até onde ela aceitaria. Se também... conseguiria convencê-la de que podíamos nos beijar, fazer sexo oral um no outro, gozar na boca. Mas, embora fossem coisas que não envolviam penetração, eu tinha que ficar frio e saber que ainda tinha tempo.

- Deixa eu pensar, Rodri. Pode ser?

Menti pra ela, dizendo que sim. Que claro. Que não tinha absolutamente nenhum problema. E que, pelo contrário, me deixava mais tranquilo saber que ela entendia que isso era uma coisa que a gente devia pensar bem, como adultos, e não podia cometer nenhum erro. Essa última parte era meio verdade, só omiti que, na real, ela ia pensar exatamente o que eu queria que ela pensasse.

Ela pensou naquela quinta. Pensou também na sexta. E no sábado à tarde, quando ia me dizer que ainda estava pensando, comecei a falar primeiro:

- July, te incomoda se eu for dormir na casa de uma colega de trabalho pra terminar uns negócios?

Soava como um ultimato, eu sabia. Mas já tava há dois dias recebendo carícias na pica, apalpando uma bundinha minúscula linda, e toda a porra ainda acumulada nas minhas bolas.

- Não quero te deixar sozinha num sábado, mas é urgente mesmo – menti. Ela só ficou em silêncio, pensando.

Já tava de férias, nós dois sabíamos. Mas que minha colega de trabalho era imaginária, só eu sabia. Eu devia estar contando a grana pra pagar um hotel onde a buceta da minha prima fosse ficar vermelha, não esperando uma resposta onde eu pagaria um hotel pra me masturbar sozinho. Diante do silêncio dela, resolvi continuar:

- Se quiser, pode chamar sua amiga, a diretora de buceta salgada. Vocês têm o apartamento inteiro só pra vocês. Tem cerveja na geladei...

- Sem problemas, Ro. Vai – ela me interrompeu – Tô pensando no que a gente conversou outro dia. Já sei o que podemos fazer. Mas a gente conversa no domingo – falou por fim, com um sorrisinho que me fez rir: minha prima achava que era ela quem tava me manipulando.

Me aproximei e peguei ela pela cintura. Perguntei qual era então a decisão que tinha tomado.
“Podemos ir pra um hotel” era a resposta pra um dez. “Podemos nos masturbar” era um quatro.

- Podemos nos tocar, nos apoiar, gozar juntos. Podemos também falar coisas. O que faríamos um com o outro, o que a gente gosta. Isso sim, de roupa, não podemos nos ver pelados.

Perguntei por que não, entendendo que dessa resposta viria a nota dela. Se me dissesse que não podíamos nos ver pelados por sermos primos, ia direto pra março.

- Porque se eu vejo tua rola, não vou conseguir disfarçar na frente de ninguém que quero chupar ela.

Aprovada. Uns 6, digamos. Era um bom começo. Se os restos que sobravam da consciência da minha priminha sobrevivessem ao tesão das minhas mãos e das minhas palavras sem me pedir por favor pra irmos pro hotel, no domingo eu pediria.

Coloquei minhas mãos sobre a calça jeans dela e desabotoei o primeiro botão.

- Fica de calcinha e vamos pra cama.

Não devem ter passado nem 30 segundos e já a tinha como tinha mandado. Ela virou de costas e me disse pra encostar o volume na bunda e assim fiz. Segurei ela pela cintura e me grudei com força no corpo dela. Era o êxtase. Um nirvana produto dos meus próprios hormônios cerebrais. Não aguentei muito mais e decidi tocar a bunda dela. Coloquei minha mão na calcinha fio dental e percorri com os dedos, senti cada contorno, cada milímetro de tecido antes de parar na entrada do cu dela. O gemido que ela soltava a cada um dos meus movimentos parecia estar no ritmo das batidas que minha rola dava. Tinha minha prima como naquela primeira noite, pelada e à minha mercê, mas dessa vez, graças à colaboração dela, podia chegar com minha mão até a buceta dela.

De novo. Mais uma vez minha mão ficou molhada pelo fluxo vaginal da minha prima favorita. Mais uma vez, do que eu sabia, seriam muitas, mas muitas mais.

Voltei a apalpar a bunda dela quando, na vagina, encontrei os dedos dela. Júlia já não aguentava mais não poder se tocar. Minha mente estava transbordando de prazer com nossas perversões.

- Arromba meu cu, Ro. Desvirgina ele. Deixa ele para sempre moldado no tamanho da sua pica. – disse entre gemidos.

Não deixei espaço pra surpresa. Só me deixei levar pela vontade que tava de arrebentar a bunda dela. Rapidão baixei a cueca e afastei a calcinha dela, deixando a entrada do cu desprotegida. Nem pensei em usar um dedo, ou dois, pra dilatar um pouco: de uma vez, do jeito que tava, pressionei com a minha cabeça da pica, que lubrificou na hora. O calor do esfíncter pelado dela na pele da cabeça da pica me deixava louco.

“A pica no cu da minha prima”.

Ela gemia e se massageava o clitóris desesperada. Eu fiz um pouco mais de pressão, mas tava realmente muito apertado.

– Para, Rodro. Para. – disse como se tivesse fazendo força contra uma contradição. – São palavras. Não faz de verdade comigo.

Só aí entendi o jogo dela. Era muito e fácil demais pra ser real. Mesmo assim, não perdi nem um pingo de tesão.

– Me toca a buceta melhor – E virou de barriga pra cima, como se protegesse a bunda no colchão.

Aí levei minha mão e comecei a acariciar o clitóris dela por cima da calcinha. Minha boca foi direto pro ouvido dela e comecei a brincar também.

– Cê gosta, pervertida? Que teu primo te faça uma punheta, cê gosta, né? – Julia balançava a cabeça e o pouco ar que saía dos lábios dela. – Tá deixando minha mão toda suja de buceta.

– Quero a porra na língua, Rodro. Quero ela aqui.

Um tempinho depois, nossa relação mudou pra sempre. Ela se contorceu até não aguentar mais e, na minha mão, chegou ao orgasmo. Mesmo tarados do jeito que a gente tava, soubemos naquela hora que disso não tinha volta. De um orgasmo não tem volta. Já não era parte das minhas teorias. Aquilo era uma lei.

– Agora é tua vez – disse pegando na minha pica por cima da cueca e começando a mexer como se fosse me masturbar assim. – E você? Cê gosta das punhetas que tua prima faz? – perguntou, ficando com tesão de novo.

Tava recebendo uma sensação gostosa, não posso negar pra vocês. Mas tive uma chance extra de avançar e aproveitei.

— Adoro isso, July. Mas na cueca não sinto muito, vai ser difícil gozar assim.

Ela pensou um pouco e se virou, colocando a bunda de lado feito uma putinha no cio.

— Bate uma pra você e goza na minha Booty. Enche minha calcinha de porra. — falou com voz de puta.

E aí me vi de novo. Apontando a pica pra bunda da minha prima. Não sei se poderia ter negociado algo melhor ou não, mas naquele momento qualquer coisa me satisfazia.

— Suja minha Booty, Rodrigo. Quero a Booty cheia de porra.

E foi o que fiz. Minha prima gemeu ao sentir os primeiros jatos de leite explodindo na pele das nádegas. Não só sujei a calcinha dela como deixei porra escorrendo até nas pernas. Já relaxados os dois, ela se virou de novo, levantando a Booty pra não manchar o colchão, como se isso importasse.

— Já sei, Rodri! — exclamou com o tom que um cientista usaria pra dizer "eureka" — Já sei onde a gente pode ir trepar sem risco de ninguém nos conhecer, nem de ter lembranças que a gente custe a disfarçar.

"Finalmente", pensei. E embora tivesse praticamente dado a ideia de bandeja, fingi surpresa e perguntei onde.

Minha prima sorriu, juntou com o dedo um pouco da porra que tinha na coxa e levou até minha boca. O tesão de perceber a intenção dela de me fazer provar meu próprio sêmen começou a me dar uma nova ereção. Colocou na minha boca e mandou eu não engolir. O mesmo dedo agora enfiou na pussy, tirou suspirando e, completamente molhado, lambeu de olhos fechados.

Vocês conhecem alguém que ganhou na loteria?

Com meu sêmen na minha boca e os sucos dela na dela, como fechando um trato, ela me beijou. Pela primeira vez senti o gosto da língua dela. E o da pussy dela. Pela primeira vez minha prima teve minha porra na boca. E tudo num só ato.

Não pergunto por quem ganha cem, duzentos ou até mil dólares. Vocês conhecem alguém que tenha - Ganhei, digamos, um milhão?
- Amanhã sai o cruzeiro da minha lua de mel. Tenho as passagens. Temos nove dias, Rodro. Nove dias pra foder o quanto a gente quiser. Quer ir?

Eu disse que sim, sentindo como se tivesse ganhado dez.

Sentindo também que, se numa noite de hotel eu podia deixar a buceta dela vermelha, em nove dias num barco de luxo as chances de deixar também o cu dela arrombado eram muito favoráveis.




Continua...


Bunda



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alcool

14 comentários - Minha prima vestida de noiva - Capítulo 7

Genial me tiene muy atrapado. Muy buena descripción d la prima
No puedo dejar de leerlo, lo unico malo que tiene es que se terminan los capítulos 😞
No puedo comentar el último post. 😱😱😱
Seguí así son excelentes tus relatos y descripciones. No me hagas esperar mucho que me va a dar un paro cardíaco