Maria del Carmen

É possível que María del Carmen tenha se surpreendido no começo com a exibição "pública" de atividade sexual, mas ela já alimentava a fantasia de coisas com que a faziam "sonhar acordada". Ser filmada em vídeo enquanto gozavam na boca dela. A ideia de experimentar essas fantasias simplesmente dissipou qualquer medo ou surpresa que ela pudesse ter tido, para buscar a experiência, a emoção e a satisfação das novas e múltiplas experiências sexuais que o celular nas mãos do seu eventual parceiro lhe proporcionariam.

Bem gravado o vídeo, mesmo sendo o cinegrafista o homem para quem ela chupava a pica e fazia gozar, era trabalhoso para o amigo dela, comentava. Neste capítulo poderia se apresentar como "primeira pessoa para María del Carmen", mas não é assim, era só a boca dela e aquela porra de pau desaparecendo dentro dela. Agora descrevo os prazeres que ela continua explorando na sua sexualidade com acompanhantes que queiram filmá-la. Agora ela sonha em se gravar numa dupla penetração. Ela me contava e eu via como debaixo da camiseta os mamilos dela ficavam duros e o quadril mal se mexia como num ritmo, o que ela pretendia. Ela se mostrou fantástica em chupar mais de uma pica, mas dois paus dentro do corpo dela será o novo desafio, o que implica que ela não tinha tido múltiplos parceiros nessa tarefa, ao mesmo tempo que já tinha engolido mais de uma rola em algum encontro frenético. Se pudesse convidar o namorado dela, poderia brincar e experimentar o uso de 3 paus ao mesmo tempo, mas nós dois que o conhecemos sabemos que ele não vai aguentar o que rola com María del Carmen.

Chegamos na faculdade, colocamos o jaleco e as luvas de cirurgia. Sobre a mesa de Morgani, paramos de falar por um tempo. Retomaríamos depois em algum café. Eu continuava olhando os peitos dela, esperando que um dia ela repare em mim e me deixe comer ela.

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