A escola onde eu estudo fica a uns 25 minutos de ônibus da minha casa, mas a rota costumava passar meia hora antes pela minha escola quando já estava perto do horário de saída. Por isso, minha mãe pedia a um conhecido da família para me trazer depois das aulas, e no fim da quinzena ela pagava as caronas. Aquele homem se chamava Freddy, eu o conhecia desde sempre, pois era um grande amigo dos meus tios e era confiável o bastante para encarregá-lo de transportar encomendas para fora da cidade onde morava. Seu Freddy me levava para a escola desde que eu tinha 13 anos; conhecia a filha dele, que tinha quase a mesma idade que eu, só que dois anos mais velha. Quando aconteceu minha primeira experiência com um homem mais velho naquele depósito, minha curiosidade aumentou e eu reparei no Seu Freddy. Ele era alto, moreno, corpulento, meio barrigudo, mas muito gentil. Era pontual, educado e prestativo, nunca tinha recebido uma insinuação ou qualquer tipo de desrespeito da parte dele, e sinceramente duvidava que algum dia receberia. Por isso, não consegui vê-lo com outros olhos. Eu já tinha 16 anos e nunca mais tive encontros desse tipo com nenhum homem mais velho, então achei que aquela fase da minha vida tinha sido encerrada, que tinha sido um erro ou um deslize hormonal, porque agora que eu tinha namorado, toda a minha atenção estava nele. A gente estava saindo há dois meses e ele insistia em transar, e eu não neguei, porque também queria que aquilo acontecesse o mais rápido possível.
Uma tarde, liguei para o Seu Freddy para ele me buscar duas horas mais cedo na entrada do meu colégio. Faltava aquele ano e mais um para eu me formar, e como minhas notas eram boas, não me importei em matar aula naquele dia para me encontrar com meu namorado e finalmente fazer o que a gente vinha planejando há dias. A casa dele estaria vazia e minha menstruação já tinha passado, tudo estava dando certo para a gente.
“Me leva nesse endereço, Seu Freddy”, pedi, nervosa. O bairro ficava perto do meu, então eu precisava tomar cuidado para não esbarrar com nenhum parente. A cidade onde eu moro é pequeno, então era melhor ter cuidado.
"Claro, minha rainha", ele respondeu, era assim que ele se referia a mim.
Quando chegamos, meu namorado desceu para me receber e pagar ele.
"Fica tranquilo, minha mãe paga…", falei segurando o braço dele. "Volte daqui a… duas horas… vamos… ver filmes…", sussurrei nervosa e envergonhada, sabia que não era uma mentira convincente, mas foi a primeira que me veio à cabeça.
"Beleza, minha rainha, até logo, moço", respondeu sem o bom humor de sempre, bem pelo contrário, falou seco e foi embora sem dizer mais nada.
Entramos em casa e preparamos algo pra comer, estávamos meio nervosos os dois, por isso colocamos um filme de verdade, mas depois de dez minutos começamos a nos beijar, ele foi tirando minha roupa devagar, beijou meu pescoço e meus peitos delicadamente, eu só suspirava, tomada pelo nervosismo e ansiedade. Aos poucos, ele desceu pelo meu corpo, tirou minha calcinha e beijou minha buceta, aquilo me surpreendeu e envergonhou, meu rosto ficou vermelho, agradeci por ele ser lento e não me apressar. Ele se dedicou a lamber e percorrer meus lábios com a língua, separava eles com os dedos e esfregava a ponta da língua no meu clitóris. Aos poucos, a excitação foi tomando conta do meu corpo, minha coisinha foi ficando molhada, embora não tanto quanto quando eu mesma me tocava, o tesão era menor, pensei que talvez fosse porque ele ainda não sabia como eu gostava.
"Você tá gostando, meu amor?"
"…Ah… s-sim, sim…", respondi, confiando que depois de um tempo eu começaria a aproveitar mais, mas não foi assim, ele só aproximou a ereção de mim com a intenção de meter de uma vez.
Eu estava disposta a deixar, mas conforme ele foi pressionando minha buceta, uma dor pontiaguda me incomodou, tentei aguentar, mas no final não resisti e pedi pra ele parar.
"Dói, dói… para, por favor"
Ele me obedeceu e parou, se desculpou, esperamos um pouco e tentamos de novo, mas foi igual, eu me senti muito envergonhada com ele, por isso, como compensação, me animei a chupar ele até que Corri pra caralho, bati duas punhetas boas pra ele, misturando beijos, chupões, carícias com as mãos e esfregões com meus peitos. Sabia que não era a mesma coisa, mas era tudo que eu podia dar pra ele por enquanto. Me despedi quando o Seu Freddy chegou no táxi dele. Diferente das outras vezes, ele abriu a porta do carona pra mim, porque no banco de trás tinha umas caixas. “E aí, o filme?” ele perguntou, dando a partida depois que eu entrei. “Ah... pois é... foi bom”, falei, meio sem graça, desviando o olhar. “Tô vendo, minha rainha. Preciso comprar umas coisas antes, tudo bem se a gente demorar um pouco?” “Sim, fica tranquilo...” Peguei meu celular pra me distrair um pouco enquanto ele dirigia. Só passaram uns dez minutos quando levantei a cabeça e não reconheci o lugar por onde a gente tava passando. Tinha poucas casas e poucos carros, mas não liguei, ainda era cedo e o melhor era não reclamar, já que ele guardava meu segredo sobre o que rolou com meu namorado. Passaram mais dez minutos e agora só via árvores, como se a gente tivesse nos arredores da cidade, naquela área onde só tinha casarões e fazendas. O sol ainda não tinha se escondido, mas por algum motivo comecei a me preocupar. “Tem lojas por aqui?” perguntei tímida, guardando o celular na bolsa. Ele não respondeu na hora, só um tempo depois. “Mostra os peitos”, ele falou sem parar de dirigir. “O quê?” “Os peitos, mostra eles. Quero ver essas tetinhas.” “......” “Anda, não vem de santinha não, que aposto que você mostra tudo praquele moleque. Mostra logo ou eu conto pros seus pais que você mata aula e vai na casa do seu namorado procurando pica.” Ouvir aquilo me travou. Senti um medo do caralho, e a voz dele soava tão imponente que eu temi que ele fizesse alguma merda se eu não obedecesse. Por isso, abrindo um pouco minha blusa, deixei meu sutiã à mostra. Levantei ele e meus peitos ficaram expostos. “Que tetinhas gostosas, hein, pra chupar todinha, mamãe. Vai, puxa os biquinhos, me mostra como você gosta que peguem neles.” Ele continuou dirigindo e eu obedeci. Apalpei meus peitos e puxei meus mamilos. Sabia que ele me olhava de canto de olho de vez em quando, pois ria e suspirava de prazer pedindo pra eu puxá-los mais, e eu aceitava, torcendo e apertando eles.
Num instante ele esticou a mão e pegou um dos meus peitos, eu me assustei e gemi de surpresa. "Nunca um homem de verdade tocou nessas tetas, com uma boa chupada você vai ver como elas começam a crescer" ele garantiu, eu não fazia ideia se o que ele dizia era verdade ou se era só fanfarrão, só sabia que sentir a mão dele me acariciando me deixava paralisada, o seu Freddy que eu conhecia nunca faria aquilo, parecia estar possuído pela luxúria, parecia ser outra pessoa, um homem completamente diferente.
Estacionando o carro, ele tirou o cinto e finalmente chupou meus peitos, devorava eles com desespero e fome, parecia querer comê-los porque mordiscava entre cada sugada, eu gemia assustada mesmo começando a gostar, me enchia de medo que ele agisse com tanta selvageria e grosseria, meu namorado tinha sido delicado e agora ele chupava minhas tetas até deixá-las vermelhas e doloridas de tanto apertar meus bicos.
"Seu Freddy... Por que... o senhor tá fazendo isso... comigo?" perguntei soluçando e suspirando.
"Porque eu gosto de você, gostosa, via você vindo pro carro com seu uniforme e queria te comer... e é isso que vou fazer, vou te comer todinha"
"Não... Pelo amor... não me toca mais" implorei querendo abaixar meu sutiã e fugir pra longe dele e das mãos cheias de tesão, mas meu corpo tava imóvel, se ele mostrava tanta dominação agora, existia a chance de ficar agressivo se eu resistisse demais.
"Não... não morde eles"
Pedi tentando afastá-lo mais uma vez, mas ele resistiu e enfiou a mão debaixo da minha saia, esfregando os dedos na minha buceta, aquilo me fez fechar as pernas na hora, achando ingenuamente que assim ele pararia. Claro que não foi assim, eu tava molhada, e ele sorriu satisfeito. "Você fala que não, mas se molha toda igual uma puta porque tão chupando suas tetas, que putinha mentirosa" disse enfiando os dedos em mim. Dedos, como se quisesse me penetrar com a calcinha ainda vestida, soluço envergonhada e nervosa. Aquele homem era como um animal faminto, mas sabia como me tocar, porque fui me excitando e cedendo aos poucos, diferente do meu namorado, ele tinha mais habilidade, o calor que sentia na minha buceta ia se espalhando pelo resto do meu corpo, eu estava enlouquecendo num nível maior do que naquele depósito. Seu Freddy me dedilhou o suficiente pra eu gemer sem me segurar, me contorci no banco enquanto ele acionava meu cuzinho e chupava meus peitos, sentia tanto prazer que o medo foi indo embora e só ficou o desejo por mais, pra ele não parar de me violentar e me dominar, me chamar de puta não me incomodava, muito pelo contrário, me excitava mais, eu era, estava sendo uma puta querendo ser abusada mesmo continuando pedindo pra ele parar enquanto chorava.
O que meus lábios de cima diziam, os de baixo desmentiam, porque eles aceitavam e se abriam pra ele, felizes por serem penetrados pela primeira vez, ansiavam ser atendidos pelos dedos grossos e ásperos, cheios de calos, essas eram as mãos de um homem e me fascinavam. Mesmo eu ainda estando de calcinha quando ele tirou os dedos, eles estavam úmidos e pegajosos por causa dos meus fluidos quentes, não tive tempo de dizer nada ou reclamar de novo porque ele os colocou na minha boca, esfregou na minha língua de forma tão brusca que tossi um pouco, engasgada e chocada por estar exposta ao meu próprio gosto.
"Faz uma punheta pra mim e a gente vai", ordenou, tirando o pau da calça depois de estimular minha boca o suficiente pra saliva escorrer do canto dos meus lábios. O pinto dele era um pouco maior que o do meu namorado, mas muito mais grosso, como seu Freddy era meio moreno, o pau dele também era e a ponta rosada, parecia suculento e duro, pronto pra gozar com uma punheta, então peguei e masturbei ele olhando atentamente, ainda respirava ofegante e estava meio frustrada. por não ter terminado meu orgasmo, mas o tempo estava passando e a gente não podia demorar, além disso, a curiosidade que eu sentia pelo gosto dele me animava a continuar chupando.
"Chupa minhas bolas" ele disse e na hora eu chupei, o cheiro era forte, cheirava a suor por ter dirigido o dia todo, mas não me incomodou, cheirava a homem, um maduro e bem desenvolvido, por isso só chupei como ele mandou, passei a língua na base e coloquei uma das bolas dele na minha boca, chupando com delicadeza. Depois engoli a ereção dele e ele começou a gemer satisfeito, isso me animou muito e eu fiz mais rápido, queria que ele gozasse logo, o cheiro dele era tão forte que me deixava tonta. Me preocupava que alguém visse aquele carro parado na estrada e me visse como uma puta que chupa pica.
"Que gostoso você chupa, mas não tá engolindo tudo" ele me repreendeu e empurrou minha cabeça fazendo entrar inteiro e eu me engasgar um pouco, segurou meu cabelo e me fez chupar ele inteiro várias vezes, mal conseguia respirar, o esforço fazia aquelas sugadas molhadas e obscenas, eu me afogava na minha própria saliva e na pica grossa dele, quando ele deixou eu levantar a cabeça e respirar, me beijou os lábios sem soltar meu cabelo, pelo contrário, me segurava com brutalidade. "Quero você bem obediente" ele disse antes de meter a língua nojenta dele na minha boca, estava quente e procurava minha língua ansiosamente, o beijo que ele me dava era muito molhado e cheio de saliva, parecia que não sabia beijar ou só queria comer minha boca, por isso era tão bruto.
"Uff, mamãe, você deixou minha pica dura que nem um chifre" ele disse e me empurrou de volta pra ela. Eu chorava tentando parar ele, porque agora ele estava sendo mais bruto do que antes, não me dava pausas pra respirar, metia na minha boca e garganta com velocidade, eu batia nas coxas dele e isso o excitava mais, porque ele ficava mais duro, quando finalmente gozou, ele gozou na minha boca e no meu rosto, me obrigando a engolir. "Gostou da porra, vaquinha?" ele perguntou com um sorriso depois de soltar meu cabelo e colocar O carro se movendo de novo.
Achei que finalmente tinha acabado tudo, mas tava enganada, não estávamos voltando, ele procurou um atalho e meteu o carro por ali, saindo da estrada entrando por uns matos que deviam ser a entrada de alguma daquelas fazendas, porque não tinha nenhuma porteira que impedisse o carro de passar. Quando a estrada sumiu de vista um pouco, ele parou e desligou. "Já é tarde... don Freddy, me leva pra casa" exigi, tinha obedecido até agora tudo que ele me pediu, e se demorássemos mais minha mãe ia se preocupar.
"Minha rainha, mas se ainda não terminamos, não comi aquele grelinho" disse ele, passando a mão nas minhas pernas e puxando minha saia até tirar, eu me cobri com as mãos, coisa que não importou pra ele porque afastou elas fácil e reclinou meu banco pra eu ficar quase deitada.
"Me solta!!" gritei ao ver ele aproximar o rosto da minha entrepernas e cheirar minha buceta com tesão. Afastando minha calcinha deixou à mostra minha coisinha molhada e escorregadia, não hesitou muito em chupar meus fluidos me fazendo gemer desesperada. Separou meus lábios e deu lambidas em cada dobra da minha xereca, garantindo de não deixar de lamber nenhum canto, eu gemia mais forte me mexendo, rebolando contra a boca dele, querendo que continuasse me chupando a boceta. Era bom demais, não queria que parasse, quase queria implorar pra ele me chupar mais e mais.
"Que buceta mais gostosa você tem, fica toda molhada... cê gosta, mamãe? Gosta que chupem seu grelinho?"
"Ahm... agh... n-não... don... Fre...ddy... me deixa..."
"Agh... que puta mentirosa" disse ele irritado e com um empurrão meteu o dedo na minha buceta, eu gritei de dor, meu namorado não tinha conseguido chegar tão longe, eu ainda era virgem. Meu grito surpreendeu ele porque olhou melhor e ao me ver tão fechada e apertada soltou uma gargalhada. "Não deu pro menininho?" perguntou mas não respondi nada, só tentava recuperar o fôlego e me refazer da dor que ele tinha causado. "Bom, calma, eu vou cuidar de te estrear Essa buceta" ele disse, baixando a calça e dando mais liberdade ao pau. Eu esperneava e gritava pra ele me soltar, me deixar ir, mas finalmente aconteceu. O pau largo dele me penetrou de uma só vez. Gritei ao sentir como ele abria caminho na minha carne com brutalidade, ele estava me estuprando, me montando como uma puta no cio, sem piedade nem compaixão. "Ai... mamãe, que gostosa... você tem a buceta pequenininha" ele dizia, se movendo mais e mais, metia inteiro, as bolas dele batendo na minha bunda e as mãos dele apertando meus peitos, puxando meus bicos.
Me ver chorando excitava ele, eu sabia porque ele lambia minhas bochechas e aumentava a velocidade. "Uffa, que buceta... quero gozar" isso me assustou, não podia permitir, mas era impossível escapar das estocadas selvagens dele. Passaram uns minutos e a dor se misturou com o prazer, ardia mas eu gostava, minha coisinha já tinha se adaptado ao formato dele, então a fricção era menos dolorosa, era prazerosa e excitante. "Você tá gostando, minha rainha? Tá gostando do meu pau?"
"...Sim..." admiti, envolvida na montanha-russa de emoções e sensações. Por um lado sentia nojo e medo do que ele fazia comigo, mas por outro tava com tesão, o pau dele era grosso, ia deixar minha buceta bem aberta, dava pra ver meus lábios vaginais se separando demais pra ele entrar, adorava ver ele assim tão excitado, tão animado com a ideia de me abusar, ele devia ter uns 20 anos a mais que eu com certeza, e estuprar uma novinha deixava ele duro que nem um touro. "...que gostoso... pau..." sussurrei nervosa, não sabia por que tava falando aquilo, mas era verdade.
Excitado, ele me pegou pelas mãos e me fez segurar no pescoço dele, assim pôde me beijar e meter mais rápido, dava estocadas tão rápidas que meus gemidos ficaram mais fortes e altos. "Que gostoso... agh... ahmm... ai... sim... ai sim... minha bucetinha... mete... mete forte..." pedi, mexendo minha bunda em direção a ele, buscando mais prazer, buscando aquele pau estuprador me foder até me deixar toda arrombada.
"Mamãe, você me deixou alvoroçado... me deixou com tesão" ele disse. Chupando minhas tetinhas de novo, ainda doíam do jeito que ele mordeu antes, mas não liguei, ele podia morder e chupar elas o quanto quisesse.
Quando finalmente gozou, foi dentro de mim, e todo aquele leitinho quente invadiu minha intimidade. "Ah... rainha, que bucetinha gostosa" ele disse, dando um tapinha enquanto eu ainda gemia, perdida no orgasmo.
Ele arrumou a roupa e pegou lenços pra limpar o banco manchado, mandou eu me vestir porque a gente ia voltar. Não falei nada, só arrumei meu uniforme e limpei um pouco do sêmen dele, mas ainda escorria pela minha coisinha, então fechei as pernas tentando não deixar vazar, já que quando chegasse em casa ia tomar um banho e me lavar direitinho. Tava tão cansada com tudo que tinha rolado que dormi um pouco no carro dele, ele mexeu no meu ombro quando estacionou na frente da minha casa e, como se nada tivesse acontecido, abriu a porta pra eu sair.
"Até amanhã, minha rainha" ele disse, como sempre falava, só que dessa vez lambeu os lábios, me fazendo entender que nada ia ser como antes.
Uma tarde, liguei para o Seu Freddy para ele me buscar duas horas mais cedo na entrada do meu colégio. Faltava aquele ano e mais um para eu me formar, e como minhas notas eram boas, não me importei em matar aula naquele dia para me encontrar com meu namorado e finalmente fazer o que a gente vinha planejando há dias. A casa dele estaria vazia e minha menstruação já tinha passado, tudo estava dando certo para a gente.
“Me leva nesse endereço, Seu Freddy”, pedi, nervosa. O bairro ficava perto do meu, então eu precisava tomar cuidado para não esbarrar com nenhum parente. A cidade onde eu moro é pequeno, então era melhor ter cuidado.
"Claro, minha rainha", ele respondeu, era assim que ele se referia a mim.
Quando chegamos, meu namorado desceu para me receber e pagar ele.
"Fica tranquilo, minha mãe paga…", falei segurando o braço dele. "Volte daqui a… duas horas… vamos… ver filmes…", sussurrei nervosa e envergonhada, sabia que não era uma mentira convincente, mas foi a primeira que me veio à cabeça.
"Beleza, minha rainha, até logo, moço", respondeu sem o bom humor de sempre, bem pelo contrário, falou seco e foi embora sem dizer mais nada.
Entramos em casa e preparamos algo pra comer, estávamos meio nervosos os dois, por isso colocamos um filme de verdade, mas depois de dez minutos começamos a nos beijar, ele foi tirando minha roupa devagar, beijou meu pescoço e meus peitos delicadamente, eu só suspirava, tomada pelo nervosismo e ansiedade. Aos poucos, ele desceu pelo meu corpo, tirou minha calcinha e beijou minha buceta, aquilo me surpreendeu e envergonhou, meu rosto ficou vermelho, agradeci por ele ser lento e não me apressar. Ele se dedicou a lamber e percorrer meus lábios com a língua, separava eles com os dedos e esfregava a ponta da língua no meu clitóris. Aos poucos, a excitação foi tomando conta do meu corpo, minha coisinha foi ficando molhada, embora não tanto quanto quando eu mesma me tocava, o tesão era menor, pensei que talvez fosse porque ele ainda não sabia como eu gostava.
"Você tá gostando, meu amor?"
"…Ah… s-sim, sim…", respondi, confiando que depois de um tempo eu começaria a aproveitar mais, mas não foi assim, ele só aproximou a ereção de mim com a intenção de meter de uma vez.
Eu estava disposta a deixar, mas conforme ele foi pressionando minha buceta, uma dor pontiaguda me incomodou, tentei aguentar, mas no final não resisti e pedi pra ele parar.
"Dói, dói… para, por favor"
Ele me obedeceu e parou, se desculpou, esperamos um pouco e tentamos de novo, mas foi igual, eu me senti muito envergonhada com ele, por isso, como compensação, me animei a chupar ele até que Corri pra caralho, bati duas punhetas boas pra ele, misturando beijos, chupões, carícias com as mãos e esfregões com meus peitos. Sabia que não era a mesma coisa, mas era tudo que eu podia dar pra ele por enquanto. Me despedi quando o Seu Freddy chegou no táxi dele. Diferente das outras vezes, ele abriu a porta do carona pra mim, porque no banco de trás tinha umas caixas. “E aí, o filme?” ele perguntou, dando a partida depois que eu entrei. “Ah... pois é... foi bom”, falei, meio sem graça, desviando o olhar. “Tô vendo, minha rainha. Preciso comprar umas coisas antes, tudo bem se a gente demorar um pouco?” “Sim, fica tranquilo...” Peguei meu celular pra me distrair um pouco enquanto ele dirigia. Só passaram uns dez minutos quando levantei a cabeça e não reconheci o lugar por onde a gente tava passando. Tinha poucas casas e poucos carros, mas não liguei, ainda era cedo e o melhor era não reclamar, já que ele guardava meu segredo sobre o que rolou com meu namorado. Passaram mais dez minutos e agora só via árvores, como se a gente tivesse nos arredores da cidade, naquela área onde só tinha casarões e fazendas. O sol ainda não tinha se escondido, mas por algum motivo comecei a me preocupar. “Tem lojas por aqui?” perguntei tímida, guardando o celular na bolsa. Ele não respondeu na hora, só um tempo depois. “Mostra os peitos”, ele falou sem parar de dirigir. “O quê?” “Os peitos, mostra eles. Quero ver essas tetinhas.” “......” “Anda, não vem de santinha não, que aposto que você mostra tudo praquele moleque. Mostra logo ou eu conto pros seus pais que você mata aula e vai na casa do seu namorado procurando pica.” Ouvir aquilo me travou. Senti um medo do caralho, e a voz dele soava tão imponente que eu temi que ele fizesse alguma merda se eu não obedecesse. Por isso, abrindo um pouco minha blusa, deixei meu sutiã à mostra. Levantei ele e meus peitos ficaram expostos. “Que tetinhas gostosas, hein, pra chupar todinha, mamãe. Vai, puxa os biquinhos, me mostra como você gosta que peguem neles.” Ele continuou dirigindo e eu obedeci. Apalpei meus peitos e puxei meus mamilos. Sabia que ele me olhava de canto de olho de vez em quando, pois ria e suspirava de prazer pedindo pra eu puxá-los mais, e eu aceitava, torcendo e apertando eles.
Num instante ele esticou a mão e pegou um dos meus peitos, eu me assustei e gemi de surpresa. "Nunca um homem de verdade tocou nessas tetas, com uma boa chupada você vai ver como elas começam a crescer" ele garantiu, eu não fazia ideia se o que ele dizia era verdade ou se era só fanfarrão, só sabia que sentir a mão dele me acariciando me deixava paralisada, o seu Freddy que eu conhecia nunca faria aquilo, parecia estar possuído pela luxúria, parecia ser outra pessoa, um homem completamente diferente.
Estacionando o carro, ele tirou o cinto e finalmente chupou meus peitos, devorava eles com desespero e fome, parecia querer comê-los porque mordiscava entre cada sugada, eu gemia assustada mesmo começando a gostar, me enchia de medo que ele agisse com tanta selvageria e grosseria, meu namorado tinha sido delicado e agora ele chupava minhas tetas até deixá-las vermelhas e doloridas de tanto apertar meus bicos.
"Seu Freddy... Por que... o senhor tá fazendo isso... comigo?" perguntei soluçando e suspirando.
"Porque eu gosto de você, gostosa, via você vindo pro carro com seu uniforme e queria te comer... e é isso que vou fazer, vou te comer todinha"
"Não... Pelo amor... não me toca mais" implorei querendo abaixar meu sutiã e fugir pra longe dele e das mãos cheias de tesão, mas meu corpo tava imóvel, se ele mostrava tanta dominação agora, existia a chance de ficar agressivo se eu resistisse demais.
"Não... não morde eles"
Pedi tentando afastá-lo mais uma vez, mas ele resistiu e enfiou a mão debaixo da minha saia, esfregando os dedos na minha buceta, aquilo me fez fechar as pernas na hora, achando ingenuamente que assim ele pararia. Claro que não foi assim, eu tava molhada, e ele sorriu satisfeito. "Você fala que não, mas se molha toda igual uma puta porque tão chupando suas tetas, que putinha mentirosa" disse enfiando os dedos em mim. Dedos, como se quisesse me penetrar com a calcinha ainda vestida, soluço envergonhada e nervosa. Aquele homem era como um animal faminto, mas sabia como me tocar, porque fui me excitando e cedendo aos poucos, diferente do meu namorado, ele tinha mais habilidade, o calor que sentia na minha buceta ia se espalhando pelo resto do meu corpo, eu estava enlouquecendo num nível maior do que naquele depósito. Seu Freddy me dedilhou o suficiente pra eu gemer sem me segurar, me contorci no banco enquanto ele acionava meu cuzinho e chupava meus peitos, sentia tanto prazer que o medo foi indo embora e só ficou o desejo por mais, pra ele não parar de me violentar e me dominar, me chamar de puta não me incomodava, muito pelo contrário, me excitava mais, eu era, estava sendo uma puta querendo ser abusada mesmo continuando pedindo pra ele parar enquanto chorava.
O que meus lábios de cima diziam, os de baixo desmentiam, porque eles aceitavam e se abriam pra ele, felizes por serem penetrados pela primeira vez, ansiavam ser atendidos pelos dedos grossos e ásperos, cheios de calos, essas eram as mãos de um homem e me fascinavam. Mesmo eu ainda estando de calcinha quando ele tirou os dedos, eles estavam úmidos e pegajosos por causa dos meus fluidos quentes, não tive tempo de dizer nada ou reclamar de novo porque ele os colocou na minha boca, esfregou na minha língua de forma tão brusca que tossi um pouco, engasgada e chocada por estar exposta ao meu próprio gosto.
"Faz uma punheta pra mim e a gente vai", ordenou, tirando o pau da calça depois de estimular minha boca o suficiente pra saliva escorrer do canto dos meus lábios. O pinto dele era um pouco maior que o do meu namorado, mas muito mais grosso, como seu Freddy era meio moreno, o pau dele também era e a ponta rosada, parecia suculento e duro, pronto pra gozar com uma punheta, então peguei e masturbei ele olhando atentamente, ainda respirava ofegante e estava meio frustrada. por não ter terminado meu orgasmo, mas o tempo estava passando e a gente não podia demorar, além disso, a curiosidade que eu sentia pelo gosto dele me animava a continuar chupando.
"Chupa minhas bolas" ele disse e na hora eu chupei, o cheiro era forte, cheirava a suor por ter dirigido o dia todo, mas não me incomodou, cheirava a homem, um maduro e bem desenvolvido, por isso só chupei como ele mandou, passei a língua na base e coloquei uma das bolas dele na minha boca, chupando com delicadeza. Depois engoli a ereção dele e ele começou a gemer satisfeito, isso me animou muito e eu fiz mais rápido, queria que ele gozasse logo, o cheiro dele era tão forte que me deixava tonta. Me preocupava que alguém visse aquele carro parado na estrada e me visse como uma puta que chupa pica.
"Que gostoso você chupa, mas não tá engolindo tudo" ele me repreendeu e empurrou minha cabeça fazendo entrar inteiro e eu me engasgar um pouco, segurou meu cabelo e me fez chupar ele inteiro várias vezes, mal conseguia respirar, o esforço fazia aquelas sugadas molhadas e obscenas, eu me afogava na minha própria saliva e na pica grossa dele, quando ele deixou eu levantar a cabeça e respirar, me beijou os lábios sem soltar meu cabelo, pelo contrário, me segurava com brutalidade. "Quero você bem obediente" ele disse antes de meter a língua nojenta dele na minha boca, estava quente e procurava minha língua ansiosamente, o beijo que ele me dava era muito molhado e cheio de saliva, parecia que não sabia beijar ou só queria comer minha boca, por isso era tão bruto.
"Uff, mamãe, você deixou minha pica dura que nem um chifre" ele disse e me empurrou de volta pra ela. Eu chorava tentando parar ele, porque agora ele estava sendo mais bruto do que antes, não me dava pausas pra respirar, metia na minha boca e garganta com velocidade, eu batia nas coxas dele e isso o excitava mais, porque ele ficava mais duro, quando finalmente gozou, ele gozou na minha boca e no meu rosto, me obrigando a engolir. "Gostou da porra, vaquinha?" ele perguntou com um sorriso depois de soltar meu cabelo e colocar O carro se movendo de novo.
Achei que finalmente tinha acabado tudo, mas tava enganada, não estávamos voltando, ele procurou um atalho e meteu o carro por ali, saindo da estrada entrando por uns matos que deviam ser a entrada de alguma daquelas fazendas, porque não tinha nenhuma porteira que impedisse o carro de passar. Quando a estrada sumiu de vista um pouco, ele parou e desligou. "Já é tarde... don Freddy, me leva pra casa" exigi, tinha obedecido até agora tudo que ele me pediu, e se demorássemos mais minha mãe ia se preocupar.
"Minha rainha, mas se ainda não terminamos, não comi aquele grelinho" disse ele, passando a mão nas minhas pernas e puxando minha saia até tirar, eu me cobri com as mãos, coisa que não importou pra ele porque afastou elas fácil e reclinou meu banco pra eu ficar quase deitada.
"Me solta!!" gritei ao ver ele aproximar o rosto da minha entrepernas e cheirar minha buceta com tesão. Afastando minha calcinha deixou à mostra minha coisinha molhada e escorregadia, não hesitou muito em chupar meus fluidos me fazendo gemer desesperada. Separou meus lábios e deu lambidas em cada dobra da minha xereca, garantindo de não deixar de lamber nenhum canto, eu gemia mais forte me mexendo, rebolando contra a boca dele, querendo que continuasse me chupando a boceta. Era bom demais, não queria que parasse, quase queria implorar pra ele me chupar mais e mais.
"Que buceta mais gostosa você tem, fica toda molhada... cê gosta, mamãe? Gosta que chupem seu grelinho?"
"Ahm... agh... n-não... don... Fre...ddy... me deixa..."
"Agh... que puta mentirosa" disse ele irritado e com um empurrão meteu o dedo na minha buceta, eu gritei de dor, meu namorado não tinha conseguido chegar tão longe, eu ainda era virgem. Meu grito surpreendeu ele porque olhou melhor e ao me ver tão fechada e apertada soltou uma gargalhada. "Não deu pro menininho?" perguntou mas não respondi nada, só tentava recuperar o fôlego e me refazer da dor que ele tinha causado. "Bom, calma, eu vou cuidar de te estrear Essa buceta" ele disse, baixando a calça e dando mais liberdade ao pau. Eu esperneava e gritava pra ele me soltar, me deixar ir, mas finalmente aconteceu. O pau largo dele me penetrou de uma só vez. Gritei ao sentir como ele abria caminho na minha carne com brutalidade, ele estava me estuprando, me montando como uma puta no cio, sem piedade nem compaixão. "Ai... mamãe, que gostosa... você tem a buceta pequenininha" ele dizia, se movendo mais e mais, metia inteiro, as bolas dele batendo na minha bunda e as mãos dele apertando meus peitos, puxando meus bicos.
Me ver chorando excitava ele, eu sabia porque ele lambia minhas bochechas e aumentava a velocidade. "Uffa, que buceta... quero gozar" isso me assustou, não podia permitir, mas era impossível escapar das estocadas selvagens dele. Passaram uns minutos e a dor se misturou com o prazer, ardia mas eu gostava, minha coisinha já tinha se adaptado ao formato dele, então a fricção era menos dolorosa, era prazerosa e excitante. "Você tá gostando, minha rainha? Tá gostando do meu pau?"
"...Sim..." admiti, envolvida na montanha-russa de emoções e sensações. Por um lado sentia nojo e medo do que ele fazia comigo, mas por outro tava com tesão, o pau dele era grosso, ia deixar minha buceta bem aberta, dava pra ver meus lábios vaginais se separando demais pra ele entrar, adorava ver ele assim tão excitado, tão animado com a ideia de me abusar, ele devia ter uns 20 anos a mais que eu com certeza, e estuprar uma novinha deixava ele duro que nem um touro. "...que gostoso... pau..." sussurrei nervosa, não sabia por que tava falando aquilo, mas era verdade.
Excitado, ele me pegou pelas mãos e me fez segurar no pescoço dele, assim pôde me beijar e meter mais rápido, dava estocadas tão rápidas que meus gemidos ficaram mais fortes e altos. "Que gostoso... agh... ahmm... ai... sim... ai sim... minha bucetinha... mete... mete forte..." pedi, mexendo minha bunda em direção a ele, buscando mais prazer, buscando aquele pau estuprador me foder até me deixar toda arrombada.
"Mamãe, você me deixou alvoroçado... me deixou com tesão" ele disse. Chupando minhas tetinhas de novo, ainda doíam do jeito que ele mordeu antes, mas não liguei, ele podia morder e chupar elas o quanto quisesse.
Quando finalmente gozou, foi dentro de mim, e todo aquele leitinho quente invadiu minha intimidade. "Ah... rainha, que bucetinha gostosa" ele disse, dando um tapinha enquanto eu ainda gemia, perdida no orgasmo.
Ele arrumou a roupa e pegou lenços pra limpar o banco manchado, mandou eu me vestir porque a gente ia voltar. Não falei nada, só arrumei meu uniforme e limpei um pouco do sêmen dele, mas ainda escorria pela minha coisinha, então fechei as pernas tentando não deixar vazar, já que quando chegasse em casa ia tomar um banho e me lavar direitinho. Tava tão cansada com tudo que tinha rolado que dormi um pouco no carro dele, ele mexeu no meu ombro quando estacionou na frente da minha casa e, como se nada tivesse acontecido, abriu a porta pra eu sair.
"Até amanhã, minha rainha" ele disse, como sempre falava, só que dessa vez lambeu os lábios, me fazendo entender que nada ia ser como antes.
5 comentários - Adoro velhinhos... 2
Te dejo pts.