Mais adiante, se vocês leitores e leitoras quiserem, talvez eu conte mais aventuras da Eva na África, mas já podem imaginar que ela foi fodida e fodida várias vezes. Eva voltou da África e, seguindo recomendações do mestre dela, contatou o Alfredo, o do relato "Eva não tinha certeza do que estudar", pra ele ajudar ela a se organizar antes de começar o curso. Nossa história começa com Alfredo falando com a Eva.
- Me pediram pra te ajudar a encontrar um apartamento de estudantes ou uma república, não sei o que você prefere. Uma república é confortável porque você não precisa limpar, comprar comida... mas claro, um apartamento te dá muita liberdade... ano passado eu tava numa república e não gostei, e esse ano tô num apê com uns caras muito legais... eu tô satisfeito no apê. Além disso, consegui comprar uma cama grande (Alfredo era um grande jogador do time de basquete e media quase dois metros, cheio de músculos).
- Acho que é melhor um apartamento, na república tem horário de chegada e avisariam tudo pro meu pai, que insiste pra eu ir pra uma república – disse Eva.
- Os pais sempre querem república... talvez no seu caso seja melhor uma república só de meninas... desde que não seja de igreja, claro.
- Não te entendo, o que você quer dizer?
- Você é nudista, né? Numa república de meninas você pode praticar sua filosofia de vida.
- Cara, não sei, vai ser mais fácil num apê, isso sim.
- É, verdade, agora que você falou, é mais fácil num apê.
- Na universidade tem uma bolsa de apartamentos de estudantes?
- Tem, mas se quiser, no meu apê tem um quarto vago e a gente paga só 20.000 pesetas por mês.
- Não sei, talvez seja melhor um apê de meninas do que de meninos...
- Ahh – interrompeu Alfredo – porra, essas moderninhas, eu rio das "progressistas" pra praticar nudismo mas depois não conseguem conviver com pessoas de sexo diferente por causa do que vão dizer. Enfim...
- Que nada, não é por isso... se for Digo porque poderia incomodar meus colegas de quarto, e se fossem colegas mulheres, não incomodaria.
- Sim, sim, claro, por isso… por favor, Eva, não se faça de moderna e boazinha, quando na verdade é só pudor.
Logicamente, Eva se ofendeu por não a considerarem uma garota decidida e moderna, e decidiu que ia provar isso para Alfredo. Além disso, com certeza o apartamento era uma merda e o quarto dela minúsculo. Teria tempo de dizer não a dividir o apê.
- Eu tava falando por vocês – disse Eva, tentando parecer muito digna – por mim, adoraria ir ver o apê.
- Então vamos, que é bem perto da Uni – comentou Alfredo, pegando ela pela cintura e quase arrastando.
Chegaram ao apartamento em apenas 15 minutos andando.
- Realmente, é bem perto – sentenciou Eva.
- Já te falei, olha, parece que tem alguém em casa… sim, é o Luís. Luís, vem pra sala que vou te apresentar a Eva.
- E eu não vou? – disse uma voz vinda de dentro da casa.
- Paco… não sabia que você tava em casa, pensei que tivesse em Toledo – disse Alfredo – Que bom, Eva vai conhecer os dois colegas de apê.
Paco e Luís têm 20 anos, estão no segundo ano da faculdade e, bem, a verdade é que estão indo muito bem. Os dois são uns caras bem normais, corpo normal, praticam um pouco de esporte, mas não dá pra dizer que se destacam pelo físico. Ambos são morenos, embora o Luís tenha a pele um pouco mais escura que o Paco e seja uns 5 ou 6 centímetros mais alto, mas dá pra dizer que são bem normais e fisicamente bem parecidos.
Depois das apresentações e dos beijos de praxe, Alfredo comentou com os colegas de apê que Eva era nudista e estava preocupada em não encontrar colegas tolerantes o suficiente pra permitir a prática. Imediatamente, Paco e Luís disseram que não tinham problema nenhum, e o Luís ainda completou:
- Por favor, eu estudo arte… outra coisa não, mas modelos pelados eu vejo todo dia – hahahahaha – - Viu Eva, já te falei que meus amigos eram muito tolerantes e aqui você não teria problemas
Assim que disse isso, as mãos de Alfredo foram para os peitos de Eva e ele abaixou o top que ela usava e o sutiã, deixando as tetas lindas dela à vista dos colegas, enquanto a boca de Eva se abria surpresa e Alfredo continuava falando.
Acho melhor você ver a casa já pelada… pra sentir de verdade como você fica à vontade aqui.
- Pois é, verdade – concordou Luis, que rapidamente se aproximou de Eva, soltou o cinto dela, desabotoou a calça e puxou pra baixo a calcinha rosa que ela usava.
Eva não conseguiu reagir; em questão de segundos, estava na frente de três caras, dois deles desconhecidos, numa casa que não era dela, com a calça e a calcinha nos tornozelos e o top e o sutiã na cintura.
- Calma, calma – ela disse finalmente –, vou tirar a roupa sozinha.
E Eva se despiu, mais por se sentir obrigada do que porque realmente queria, deixando a roupa no sofá. Verdade seja dita, depois dos primeiros segundos, ela se sentiu à vontade pelada; afinal, Alfredo já tinha visto ela nua, Luis era artista e parecia ver modelos pelados todo dia – claro que ela não sabia que até o penúltimo ano de Artes não usavam modelos nus. Sentiu um certo tesão gostoso na bucetinha, aquela situação de estar pelada na frente de três homens vestidos, que não eram os funcionários de confiança da casa do pai ou amigos dele, com quem ela já estava acostumada, dava uma excitada.
A sala onde estavam era bem ampla, a decoração meio anos setenta, já que o apartamento não era muito novo, mas pelo menos o sofá parecia confortável. Os três a acompanharam pela casa; os quartos eram grandes.
Quando entraram na cozinha, que não era muito iluminada porque dava para um poço de luz, embora estivesse bem limpa pela janela que estava aberta, Eva ouviu um grito vindo de fora.
- Ei, gostosa! Me convida pra comer!
Eva foi até a janela, mas com um braço tentou cobrir os peitos. Na janela em frente, no andar de cima, tinha um jovem de uns 20 anos, bem moreno e com cabelo cacheado, que a observava com um sorrisão. Eva também sorriu pra ele e disse:
- Não posso te convidar, não moro aqui… tô vendo um apartamento.
- Então vem pro meu… meu quarto é grande e deixo você ver minha casa e umas coisas bonitas e compridas que eu tenho.
- Kkkkkkkk, ria Eva – Não, tô procurando um quarto individual. Bom, se eu ficar no prédio, a gente se vê.
- Fica, fica que tô doido pra te ver GOSTOSA, GOSTOSA.
Eva percebeu que com tanta gritaria no poço de luz, vários vizinhos e vizinhas tinham ido pras janelas, e ela estava pelada. Então rapidamente baixou a persiana e saiu da cozinha. A verdade é que o apartamento encantou ela. O quarto que seria dela tinha uma sacadinha que dava pra rua, e na frente tinha um hotel. Era pintado de um azul claro bonito e tinha um armário embutido enorme… com certeza ela gostou muito.
- Então, Eva – disse Alfredo – e aqui termina o passeio turístico kkkkkk, vamos pra sala tomar algo.
Os três caras sentaram no sofá, e entre Luis e Paco deixaram um espaço pra Eva, mas Eva não sentou. A verdade é que ela estava meio excitada e não queria deixar o fluxo vaginal da bucetinha escorrendo no sofá. Alfredo levantou e disse:
- Vamos, senta… quer uma cerveja?
- Tô de boa, prefiro ficar em pé. Não, valeu pela cerveja, mas é muito cedo.
A verdade é que quanto mais tempo ela ficava em pé, pelada na frente dos três que não paravam de olhar, mais excitada ficava, e o corpo dela mandava mais fluxo pra fora. Bucetinha, com certeza tava brilhando e esses caras sentados percebiam perfeitamente a excitação dela.
Mas não fala besteira, como é que vai ficar de pé?
- É que eu tô pelada…
- A gente já percebeu – disse Paco, apontando pro volume na calça – pelo menos meu pau percebeu, hehehehehehe
Alfredo deu um olhar assassino e de repreensão, não queria que Eva se assustasse logo no primeiro dia e pensasse que eles eram uns tarados… ele tinha grandes planos pra Eva, e Paco logo se corrigiu.
- É brincadeira, desculpa se te ofendi, Eva
- Não, não, foi bem engraçada
- Então senta, que acho que não tá com a bunda suja e o estofado tá limpo, te garanto, o sofá é novo, de uma semana
- Talvez eu coloque a calcinha – mas logo se arrependeu, porque com a calcinha podia ficar mais evidente a molhada que ela tava.
- Não fala besteira – insistiu Alfredo – se ficar mais tranquila, deixa esses caras te ajudarem, e colocou as mãos dos colegas com as palmas pra cima no sofá e, empurrando Eva de leve, ela sentou nas mãos dos caras. Eva sentiu as mãos quentes dos dois caras nas nádegas e como os dedos de um deles roçavam os lábios da buceta. Os dois logo perceberam a molhada de Eva.
- Melhor eu ir, tenho que ver mais casas, pra comparar – disse Eva, levantando rápido pra não deixar transparecer a excitação.
- Como quiser, Eva, te acompanho – garantiu Alfredo – mas espera, Eva… o que você tem na buceta?
- Eu?... nada – disse Eva, olhando pra própria buceta.
- Pois pra mim parece que tem uma área avermelhada, vi quando você tava sentada – e enquanto falava, se abaixou na frente da buceta de Eva – Caras, cheguem perto e olhem.
Claro que eles fizeram, e em poucos segundos os três estavam em volta da buceta de Eva. Alfredo aproximou a mão dos lábios da vagina de Eva e disse pros colegas:
- Tão vendo, caras… isso é estranho.
- Puta merda, mano – disse Paco, aproximando os dedinhos da bucetinha – e não dói? - Não! Mas o que é que eu tenho? É grave?
- Acho melhor a gente ir direto ao médico… vamos pra universidade.
Alfredo mal tinha terminado a frase quando Eva se soltou das mãos dos colegas e começou a procurar a calcinha. Cinco minutos depois já estavam na rua a caminho da universidade. Eva estava muito preocupada, talvez tivesse pego uma doença na África. Além disso, não esqueçamos que estávamos no final dos anos 90 e o boato de que a AIDS começava na África estava na cabeça de muita gente.
Quando chegaram ao consultório do doutor, tinha um monte de gente, pelo menos 25 pessoas, esperando na salinha de espera, já que a universidade começava em breve e, como sempre, muita gente deixava para os últimos dias.
- Não se preocupa, que como assistente do doutor eu te furo a fila. - comentou Alfredo enquanto dava um beijo carinhoso na bochecha dela.
Alfredo entrou no consultório e saiu cinco minutos depois.
- Eva, desculpa, o doutor disse pra gente esperar, que agora é impossível passar a gente na frente dos outros, mas que no fim da tarde ele te examina com prazer.
- Até a tarde? Não posso esperar tanto, e se o que eu tenho for grave? Vou pro posto de saúde…
- Por favor, Eva, o sistema público vai te dar consulta pra daqui a vários dias… mas o doutor me propôs uma solução: a gente ir pras aulas de medicina.
- Mas elas começam daqui a alguns dias – disse uma Eva preocupada.
- Mas com certeza tem alguém hoje. Depois de fazer a matrícula, o pessoal costuma dar uma passada nas salas. Vamos, elas ficam no terceiro andar.
Alfredo e Eva foram pros elevadores.
- Eva, já que você vai ter que baixar a calça na frente de uns futuros médicos, acho melhor eles pensarem que a gente é um casal… não acha?
- Claro, claro, melhor – garantiu Eva.
Nesse momento, a mão de Alfredo pousou na bunda gostosa de Eva, agarrando com força a nádega direita… a verdade é que pra disfarçar, não estava nada mal. Precisava de tanta sarração, mas a ingênua da Eva achou que o Alfredo era foda e um cara detalhista que pensava em tudo.
Chegaram na sala de aula e, por sorte, tinha três caras. Eva suspirou aliviada e logo Alfredo tomou a palavra.
- Bom dia, de que ano vocês são?
- Do terceiro – respondeu um dos caras na sala.
- Perfeito, olha só, a gente tem um problema, bom, minha namorada e eu temos um problema – ele dizia enquanto a mão dele acariciava com firmeza a bunda de Eva. – Amor, fica tranquila que esses caras vão resolver pra gente – e falando isso, sem soltar a bunda dela, deu um beijão na boca dela, enfiando a língua toda. Enquanto estavam assim, Alfredo piscou o olho e Eva entendeu que ele estava disfarçando.
- Então, digam aí.
- Eva, acho que o melhor é você se pelar e subir na mesa do diretor.
Eva baixou a calça, sob o olhar atônito dos três caras que não entendiam nada, e menos ainda quando Eva, tranquilamente, baixou a calcinha e ficou com a buceta de fora, para surpresa e alegria dos caras.
- Calma, calma – disse Alfredo, dando outro amasso nela e passando a mão de novo na bunda agora nua dela – sobe na mesa e deita.
Eva fez isso. Só estava de top e se deitou na mesa de barriga pra cima, com as pernas bem abertas, deixando a maravilhosa bucetinha loira dela se “abrir pro mundo” e, principalmente, para uns aprendizes de médicos alucinados.
O silêncio era absoluto até que Alfredo perguntou, apontando pra “namorada” dele:
- O que vocês acham?
- Que é uma das melhores xerecas que já vi na vida.
- Que adorei sua namorada.
- Tô falando da erupção na buceta, porra.
- Ahh, cara, você chega com essa gostosa, despe ela toda e coloca ela de pernas abertas, e não fala nada da erupção.
- Eles têm razão – interveio Eva – olha, é que viram uma pequena vermelhidão dentro da vulva… eu não sinto nada, mas quando viram, fiquei muito preocupada.
Os três caras se aproximaram, foram passando um por um, abrindo a bucetinha de Eva, e agarravam os lábios da buceta dela e enfiavam uns dedos, perguntando se tava doendo. Mas, na real, era o contrário: a Eva tava adorando, e o maior problema dela era segurar o orgasmo que sentia chegando. Depois que os três já tinham passado pela buceta da Eva, ela perguntou.
É grave?
- Pô, sei lá, parece que não, mas melhor perguntar pra alguém que estudou medicina.
- Como? – perguntou uma Eva surpresa – Vocês não estudam medicina?
- Nós? – disse um dos caras – Não, a gente estuda veterinária, os de medicina são os da sala ao lado.
- Porra, caralho! – exclamou Alfredo – Desculpa, galera, a gente achava que era aqui.
- Não, sem problemas, pra gente é um prazer… mas cê entende que a gente alucinou quando viu sua mina de pernas abertas na frente de três futuros veterinários.
- Você me fez duvidar da minha vocação, devia ter escolhido medicina – comentou outro dos caras.
Eva tava morrendo de vergonha, tinha aberto as pernas na frente de três estranhos. Ela se levantou pra se vestir, e os caras aproveitaram descaradamente pra olhar a bunda de Eva, mas um dos veterinários disse:
- Não precisa se vestir, se quiser que seu namorado vá na outra sala chamar os médicos, assim você não precisa se vestir de novo.
- Boa ideia – disse Alfredo – Mas agora a gente pode falar a verdade: ela não é minha namorada, é uma amiga, e eu tô fazendo um favor pra ela… mas achei que seria menos estranho se eu dissesse que era minha mina.
- Um baita favor, sem dúvida. Ela tem sorte de ter um amigo como você, com certeza – disse um dos veterinários, que já tinha sacado que a bucetinha da Eva tava perfeita e não precisava de atenção médica, mas talvez de outro tipo de atenção.
Alfredo foi pra sala de medicina buscar uns médicos de verdade. Eva não sabe quanto tempo demorou, mas os minutos pareceram uma eternidade enquanto ela esperava pelada na mesa, bem preocupada que alguém pudesse entrar.
Na sala não tinha ninguém de medicina, mas nos corredores ele encontrou dois colegas que conhecia de vista e abordou eles, falando que tinha uma mina gostosa pra caralho pelada e que precisava que eles se passassem por estudantes de medicina, e explicou qual devia ser o diagnóstico. Os dois toparam. Acreditaram nela, mas quando entraram na sala e encontraram a Eva com a buceta toda aberta e três caras ao redor, a verdade é que os caras se animaram, em todos os sentidos e partes do corpo.
- O Alfredo já nos explicou a situação, você é a Eva, né?... não se preocupa, com certeza não é nada.
- Obrigada – disse Eva, dando um sorriso pra quem ela achava que era seu salvador.
O que tinha falado começou a enfiar os dedos na buceta dela e comentou com o parceiro.
- É, é, ela tem uma pequena irritação… temos que ver a causa. Mano – disse, virando pro parceiro –, testa você aí e eu vou ver as pulsações dela.
O parceiro ocupou o lugar na buceta que o colega tinha deixado e começou a passar a mão com vontade, enquanto o primeiro se virou pra Eva.
- É melhor você tirar a camiseta e o sutiã, preciso ouvir seu coração, mas não tenho estetoscópio.
A confiante Eva fez isso e, pela primeira vez, ficou completamente nua na frente dos seis, linda em cima da mesa, bem, nua exceto pelas meias rosa que ela usava. Não foi à toa que dois caras soltaram um "ohh" de admiração.
O cara logo começou a apalpar os peitos dela com a desculpa de sentir as pulsações e encostou o rosto nos seios macios e delicados de Eva. O parceiro não parava de mexer na buceta dela. Enquanto a tocavam, o que estava apalpando os peitos perguntava.
Você transa muito?
- Bom, há algumas semanas voltei da África e tive um pouco de atividade sexual... mas foi pra ajudar uns amigos.
Eva começou a contar como todo dia tinha que foder os homens pra evitar que um bichinho entrasse na pica deles. Todos ficaram maravilhados com a ingenuidade de Eva, mas principalmente Alfredo, que percebeu o potencial da putinha que tinha na frente, embora já tivesse sacado isso desde a consulta com o médico.
O suposto estudante de medicina que interrogava Eva ficou alucinado com a história e, claro, tentou avançar o sinal.
- Acho, sem desmerecer a opinião do meu colega, que o problema é a pausa na atividade sexual. Foram semanas de muita atividade e, de repente, parou.
- Concordo, colega, concordo. Acho que é preciso voltar à atividade sexual.
- Mas eu... - Eva estava envergonhada, mas decidiu contar - eu... eu me masturbei todo dia... umas três vezes... então a atividade não parou.
Todos olharam para Eva com cara de choque, enquanto ela continuava escancarada.
- Porra, tia... você bate mais punheta que eu - disse um dos veterinários, rindo.
- Bom, bom - reagiu rápido o "médico" que tinha dado o diagnóstico - talvez o problema venha da masturbação. Como você faz? Com um consolador?
- Não, não, com dois dedinhos - garantiu Eva, levantando o dedo indicador e o médio.
- Acho que a gente precisa ver como você faz, pra ter certeza de que essa é a causa.
- É, acho necessário ver uma amostra - opinou o segundo estudante de medicina.
- Vocês querem que eu me masturbe?
- Infelizmente, é necessário.
- Mas aqui, agora?
- Se você quer resolver, infelizmente sim.
- Não sei... tô com vergonha... aqui na frente de todo mundo.
- É verdade, Eva tem razão - disse Alfredo, e todos os caras olharam pra ele com cara de ódio - acho que se ela tiver que fazer, vai ficar com vergonha de fazer na nossa frente.
Eva sorriu amigavelmente para Alfredo por essa ajuda. Alfredo continuou falando:
—Se a gente vai bater punheta, bate todo mundo junto e ninguém passa vergonha — e dizendo isso, começou a desabotoar a calça. Pra ser sincero, com a ereção que ele tava, também não aguentava mais ficar de calça. Então a resposta foi positiva de todo mundo, menos da surpresa Eva, e começaram a desabotoar as calças. Em questão de segundos, todos estavam com os membros totalmente duros na mão.
Eva olhou disfarçadamente um por um e fez cara de surpresa, mas dava pra ver que tava gostando do que via. O que ela não conseguiu disfarçar foi o tesão que sentiu ao ver o pauzão do Alfredo. Era realmente impressionante: uns 23 cm, mas o mais surpreendente era a grossura.
Os caras se masturbavam ao redor da mesa onde Eva estava, faziam aquilo freneticamente e, pra se animar mais, com a mão que sobrava não paravam de apalpar Eva, deixando a buceta dela livre pra ela se masturbar, tentando chegar no cu dela.
Logo ela começou a se tocar na bucetinha, bem excitada e lubrificada pelos amassos anteriores, somados ao clima morbidão da situação e aos apalpões nos peitos e na bunda. Os caras iam rápido, mas os dedos de Eva passavam calmos e devagar pelos lábios da buceta, se introduzindo suavemente. E antes que qualquer um gozasse, ela já teve um orgasmo barulhento.
Quase que numa ordem, parecia que quando um terminava, outro começava. Uma porrada de porra começou a cobrir o corpo de Eva, que continuava se tocando em busca do segundo orgasmo, mas dessa vez os dedos iam bem rápidos. Eva sentia a porra quente e grudenta dos seis caras escorrendo pelo corpo dela, principalmente pela barriga e pelos peitos, embora um dos jatos de um veterinário, que parecia uma fonte, acertasse em cheio o olho esquerdo dela, e a porra escorria por todo o rosto.
Todos os caras já tinham gozado quando Eva continuava se masturbando e, finalmente, chegou a um segundo orgasmo intenso e demorado. orgasmo.
Os caras começaram a vestir as calças enquanto Eva continuava deitada na mesa, toda relaxada, mas cheia de porra escorrendo sobre a mesa. O suposto estudante de medicina quebrou o silêncio — na real, o plano tinha saído melhor do que o esperado, já que Alfredo só tinha prometido uns amassos, mas ele lembrou da última parte do plano.
— Bom, Eva... vai ser uma irritação por causa do jeito que você se masturba... de agora em diante, usa um pouco de vaselina. Com uma boa injeção de PROSINOL, em uns dias passa. De qualquer forma, te recomendo foder mais e se masturbar menos. Você tem que ir no médico tomar a injeção, porque a gente não pode aplicar, e olha que eu bem que queria te dar uma boa injeção na bunda... pode ter certeza.
— Obrigada — disse Eva —, então não é grave?
— Não, fica tranquila, tá tudo normal. Com a injeção, fica tudo bem.
Todo mundo saiu, menos Eva e Alfredo.
— Alfredo, a gente tem que conseguir que o médico me aplique a injeção.
— Sim, não se preocupa, eu cuido disso. Vamos agora e você toma.
— Mas não posso ir assim — disse Eva, apontando pro próprio corpo nu.
— Não, pelada assim não dá.
— Tô falando que tô suja... cheia de sêmen.
— Bom, tenta tirar isso e vaza o mais rápido possível.
Eva se levantou, e boa parte do sêmen escorreu pelo corpo dela. Com as mãos em conchinha, ela tentou tirar o máximo e jogar no lixo. Ela estava quase toda grudenta e teve que esperar em pé, nua, até pelo menos secar. Quando se sentiu seca, foi pegar a calcinha pra vestir.
— O que cê tá fazendo? — perguntou Alfredo.
— Vou me vestir — disse Eva, meio na dúvida.
— E a mesa? Vai deixar assim? Tá cheia de porra.
— Mas não tenho nada pra limpar...
— E você quer que, depois de tudo que foi feito pra te ajudar, você deixe assim pra outra pessoa limpar?
— Não, claro que não — disse Eva, com um tom de culpa. duda- Eu limpo com a calcinha?
- E você vai ficar sem calcinha? Não sei o que o médico vai pensar se você for sem calcinha.
- E o que eu faço?
- Ora, lambe
- Como?
Alfredo sustentou o olhar nela, era um olhar frio que intimidou Eva.
Nua como estava, subiu na mesa de quatro, oferecendo uma visão da sua bunda e de parte da sua bucetinha aberta sob o olhar atento de Alfredo. Como Alfredo adoraria lamber a própria pica e enfiar nela, mas ele tinha claro que não era o momento e que isso chegaria… com certeza chegaria.
Eva começou a lamber a mesa e a chupar e absorver todo o sêmen. Quando terminou, Alfredo pegou a calcinha de Eva e começou a secar a mesa; ficaram meio sujas e, quando acabou, ofereceu-as a Eva, que já tinha colocado o sutiã e o top e esperava nua da cintura para baixo que lhe entregassem a calcinha. Estavam sujas, mas Eva não se atreveu a não vesti-las.
Eva se sentia intimidada por Alfredo, ela nunca teria pensado em lamber uma mesa cheia de sêmen de seis caras, mas o olhar que ele tinha lançado a intimidou.
Vamos pra consulta – disse em tom autoritário enquanto pegava na mão de Eva, mas soltou na hora porque ela tava cheia de porra seca – e depois pra casa tomar um banho, tu fede a leite que dá até pra trás.
Alfredo e Eva foram em silêncio e chegaram na consulta, onde ainda tinha muita gente esperando, uns nove caras e seis minas.
– Espera aqui fora que vou falar com o doutor
– Sim, claro – disse Eva
Eva tava do lado de fora da sala de espera e sentia que tavam olhando pra ela, provavelmente percebiam que ela tava cheia de porra, não era muito provável, mas Eva pensava nisso e se sentia observada. Em poucos minutos, Alfredo saiu com uma injeção na mão e falou:
– Abaixa a calça
– Mas aqui? Na sala de espera?
– Sim, vai logo, que o doutor não pode te atender… mas me deu a injeção pra eu aplicar no teu rabo.
– Mas não dá pra ir pra tua casa, aqui tem muita gente.
– Não, a injeção já tá preparada e vai perder o efeito – na verdade era água destilada e não aquele falso remédio inventado pelo também falso médico – Vai, abaixa a calça… agora vai ter vergonha, sendo que acabou de… – Eva interrompeu, não queria que todo mundo ouvisse.
– Sim, sim, vou abaixar – e virando de costas, soltou a calça, dobrou as pernas e empinou a bunda pra fora. Abaixou a calça e a calcinha, mas só um pouquinho, deixando ver só um terço de uma das nádegas.
Sem dúvida, era pouco, porque sem dizer nada, Alfredo pegou na cintura da calça dela e puxou com força, abaixando a calça e a calcinha até o fim da bunda dela, deixando a bunda e o começo da bucetinha à vista de todos os que esperavam na sala de espera. Foi uma revolução: absolutamente todos os caras que esperavam o doutor e duas minas se levantaram e se juntaram em volta do rabo da Eva. Alfredo até se afastou um pouco pra deixar todo mundo admirar a bundona da Eva e demorou pra limpar com o algodão e aplicar a injeção. Injeção. Evase percebeu que todo mundo tava olhando pra ela, o silêncio era de cair um defunto e ela se sentiu super humilhada, mas pelo menos o remédio ia começar a fazer efeito na hora, que era o que ela tinha pedido pro Alfredo. E claro, ela se gabava tanto de ser nudista que era lógico o Alfredo achar que não tava nem aí pra ficar pelada em qualquer situação.
Pra mais vergonha da Eva, ela teve que esperar de bunda pra cima por mais de um minuto enquanto o "bonzinho" do Alfredo segurava o algodão no lugar onde tinham dado a injeção. O silêncio virou um murmúrio e logo se ouvia frases tipo "Vou passar o dia no médico, hein"... "Amanhã no mesmo horário?"... "Que bucetão... precisa de um enfermeiro?"...
Eva ficou feliz quando se afastaram dali e nem ousou olhar para trás. A verdade é que no fim da tarde já tinha se espalhado o boato de que tinha uma puta gostosa na universidade.
Continua...
- Me pediram pra te ajudar a encontrar um apartamento de estudantes ou uma república, não sei o que você prefere. Uma república é confortável porque você não precisa limpar, comprar comida... mas claro, um apartamento te dá muita liberdade... ano passado eu tava numa república e não gostei, e esse ano tô num apê com uns caras muito legais... eu tô satisfeito no apê. Além disso, consegui comprar uma cama grande (Alfredo era um grande jogador do time de basquete e media quase dois metros, cheio de músculos).
- Acho que é melhor um apartamento, na república tem horário de chegada e avisariam tudo pro meu pai, que insiste pra eu ir pra uma república – disse Eva.
- Os pais sempre querem república... talvez no seu caso seja melhor uma república só de meninas... desde que não seja de igreja, claro.
- Não te entendo, o que você quer dizer?
- Você é nudista, né? Numa república de meninas você pode praticar sua filosofia de vida.
- Cara, não sei, vai ser mais fácil num apê, isso sim.
- É, verdade, agora que você falou, é mais fácil num apê.
- Na universidade tem uma bolsa de apartamentos de estudantes?
- Tem, mas se quiser, no meu apê tem um quarto vago e a gente paga só 20.000 pesetas por mês.
- Não sei, talvez seja melhor um apê de meninas do que de meninos...
- Ahh – interrompeu Alfredo – porra, essas moderninhas, eu rio das "progressistas" pra praticar nudismo mas depois não conseguem conviver com pessoas de sexo diferente por causa do que vão dizer. Enfim...
- Que nada, não é por isso... se for Digo porque poderia incomodar meus colegas de quarto, e se fossem colegas mulheres, não incomodaria.
- Sim, sim, claro, por isso… por favor, Eva, não se faça de moderna e boazinha, quando na verdade é só pudor.
Logicamente, Eva se ofendeu por não a considerarem uma garota decidida e moderna, e decidiu que ia provar isso para Alfredo. Além disso, com certeza o apartamento era uma merda e o quarto dela minúsculo. Teria tempo de dizer não a dividir o apê.
- Eu tava falando por vocês – disse Eva, tentando parecer muito digna – por mim, adoraria ir ver o apê.
- Então vamos, que é bem perto da Uni – comentou Alfredo, pegando ela pela cintura e quase arrastando.
Chegaram ao apartamento em apenas 15 minutos andando.
- Realmente, é bem perto – sentenciou Eva.
- Já te falei, olha, parece que tem alguém em casa… sim, é o Luís. Luís, vem pra sala que vou te apresentar a Eva.
- E eu não vou? – disse uma voz vinda de dentro da casa.
- Paco… não sabia que você tava em casa, pensei que tivesse em Toledo – disse Alfredo – Que bom, Eva vai conhecer os dois colegas de apê.
Paco e Luís têm 20 anos, estão no segundo ano da faculdade e, bem, a verdade é que estão indo muito bem. Os dois são uns caras bem normais, corpo normal, praticam um pouco de esporte, mas não dá pra dizer que se destacam pelo físico. Ambos são morenos, embora o Luís tenha a pele um pouco mais escura que o Paco e seja uns 5 ou 6 centímetros mais alto, mas dá pra dizer que são bem normais e fisicamente bem parecidos.
Depois das apresentações e dos beijos de praxe, Alfredo comentou com os colegas de apê que Eva era nudista e estava preocupada em não encontrar colegas tolerantes o suficiente pra permitir a prática. Imediatamente, Paco e Luís disseram que não tinham problema nenhum, e o Luís ainda completou:
- Por favor, eu estudo arte… outra coisa não, mas modelos pelados eu vejo todo dia – hahahahaha – - Viu Eva, já te falei que meus amigos eram muito tolerantes e aqui você não teria problemas
Assim que disse isso, as mãos de Alfredo foram para os peitos de Eva e ele abaixou o top que ela usava e o sutiã, deixando as tetas lindas dela à vista dos colegas, enquanto a boca de Eva se abria surpresa e Alfredo continuava falando.
Acho melhor você ver a casa já pelada… pra sentir de verdade como você fica à vontade aqui. - Pois é, verdade – concordou Luis, que rapidamente se aproximou de Eva, soltou o cinto dela, desabotoou a calça e puxou pra baixo a calcinha rosa que ela usava.
Eva não conseguiu reagir; em questão de segundos, estava na frente de três caras, dois deles desconhecidos, numa casa que não era dela, com a calça e a calcinha nos tornozelos e o top e o sutiã na cintura.
- Calma, calma – ela disse finalmente –, vou tirar a roupa sozinha.
E Eva se despiu, mais por se sentir obrigada do que porque realmente queria, deixando a roupa no sofá. Verdade seja dita, depois dos primeiros segundos, ela se sentiu à vontade pelada; afinal, Alfredo já tinha visto ela nua, Luis era artista e parecia ver modelos pelados todo dia – claro que ela não sabia que até o penúltimo ano de Artes não usavam modelos nus. Sentiu um certo tesão gostoso na bucetinha, aquela situação de estar pelada na frente de três homens vestidos, que não eram os funcionários de confiança da casa do pai ou amigos dele, com quem ela já estava acostumada, dava uma excitada.
A sala onde estavam era bem ampla, a decoração meio anos setenta, já que o apartamento não era muito novo, mas pelo menos o sofá parecia confortável. Os três a acompanharam pela casa; os quartos eram grandes.
Quando entraram na cozinha, que não era muito iluminada porque dava para um poço de luz, embora estivesse bem limpa pela janela que estava aberta, Eva ouviu um grito vindo de fora. - Ei, gostosa! Me convida pra comer!
Eva foi até a janela, mas com um braço tentou cobrir os peitos. Na janela em frente, no andar de cima, tinha um jovem de uns 20 anos, bem moreno e com cabelo cacheado, que a observava com um sorrisão. Eva também sorriu pra ele e disse:
- Não posso te convidar, não moro aqui… tô vendo um apartamento.
- Então vem pro meu… meu quarto é grande e deixo você ver minha casa e umas coisas bonitas e compridas que eu tenho.
- Kkkkkkkk, ria Eva – Não, tô procurando um quarto individual. Bom, se eu ficar no prédio, a gente se vê.
- Fica, fica que tô doido pra te ver GOSTOSA, GOSTOSA.
Eva percebeu que com tanta gritaria no poço de luz, vários vizinhos e vizinhas tinham ido pras janelas, e ela estava pelada. Então rapidamente baixou a persiana e saiu da cozinha. A verdade é que o apartamento encantou ela. O quarto que seria dela tinha uma sacadinha que dava pra rua, e na frente tinha um hotel. Era pintado de um azul claro bonito e tinha um armário embutido enorme… com certeza ela gostou muito.
- Então, Eva – disse Alfredo – e aqui termina o passeio turístico kkkkkk, vamos pra sala tomar algo.
Os três caras sentaram no sofá, e entre Luis e Paco deixaram um espaço pra Eva, mas Eva não sentou. A verdade é que ela estava meio excitada e não queria deixar o fluxo vaginal da bucetinha escorrendo no sofá. Alfredo levantou e disse:
- Vamos, senta… quer uma cerveja?
- Tô de boa, prefiro ficar em pé. Não, valeu pela cerveja, mas é muito cedo.
A verdade é que quanto mais tempo ela ficava em pé, pelada na frente dos três que não paravam de olhar, mais excitada ficava, e o corpo dela mandava mais fluxo pra fora. Bucetinha, com certeza tava brilhando e esses caras sentados percebiam perfeitamente a excitação dela.
Mas não fala besteira, como é que vai ficar de pé? - É que eu tô pelada…
- A gente já percebeu – disse Paco, apontando pro volume na calça – pelo menos meu pau percebeu, hehehehehehe
Alfredo deu um olhar assassino e de repreensão, não queria que Eva se assustasse logo no primeiro dia e pensasse que eles eram uns tarados… ele tinha grandes planos pra Eva, e Paco logo se corrigiu.
- É brincadeira, desculpa se te ofendi, Eva
- Não, não, foi bem engraçada
- Então senta, que acho que não tá com a bunda suja e o estofado tá limpo, te garanto, o sofá é novo, de uma semana
- Talvez eu coloque a calcinha – mas logo se arrependeu, porque com a calcinha podia ficar mais evidente a molhada que ela tava.
- Não fala besteira – insistiu Alfredo – se ficar mais tranquila, deixa esses caras te ajudarem, e colocou as mãos dos colegas com as palmas pra cima no sofá e, empurrando Eva de leve, ela sentou nas mãos dos caras. Eva sentiu as mãos quentes dos dois caras nas nádegas e como os dedos de um deles roçavam os lábios da buceta. Os dois logo perceberam a molhada de Eva.
- Melhor eu ir, tenho que ver mais casas, pra comparar – disse Eva, levantando rápido pra não deixar transparecer a excitação.
- Como quiser, Eva, te acompanho – garantiu Alfredo – mas espera, Eva… o que você tem na buceta?
- Eu?... nada – disse Eva, olhando pra própria buceta.
- Pois pra mim parece que tem uma área avermelhada, vi quando você tava sentada – e enquanto falava, se abaixou na frente da buceta de Eva – Caras, cheguem perto e olhem.
Claro que eles fizeram, e em poucos segundos os três estavam em volta da buceta de Eva. Alfredo aproximou a mão dos lábios da vagina de Eva e disse pros colegas:
- Tão vendo, caras… isso é estranho.
- Puta merda, mano – disse Paco, aproximando os dedinhos da bucetinha – e não dói? - Não! Mas o que é que eu tenho? É grave?
- Acho melhor a gente ir direto ao médico… vamos pra universidade.
Alfredo mal tinha terminado a frase quando Eva se soltou das mãos dos colegas e começou a procurar a calcinha. Cinco minutos depois já estavam na rua a caminho da universidade. Eva estava muito preocupada, talvez tivesse pego uma doença na África. Além disso, não esqueçamos que estávamos no final dos anos 90 e o boato de que a AIDS começava na África estava na cabeça de muita gente.
Quando chegaram ao consultório do doutor, tinha um monte de gente, pelo menos 25 pessoas, esperando na salinha de espera, já que a universidade começava em breve e, como sempre, muita gente deixava para os últimos dias.
- Não se preocupa, que como assistente do doutor eu te furo a fila. - comentou Alfredo enquanto dava um beijo carinhoso na bochecha dela.
Alfredo entrou no consultório e saiu cinco minutos depois.
- Eva, desculpa, o doutor disse pra gente esperar, que agora é impossível passar a gente na frente dos outros, mas que no fim da tarde ele te examina com prazer.
- Até a tarde? Não posso esperar tanto, e se o que eu tenho for grave? Vou pro posto de saúde…
- Por favor, Eva, o sistema público vai te dar consulta pra daqui a vários dias… mas o doutor me propôs uma solução: a gente ir pras aulas de medicina.
- Mas elas começam daqui a alguns dias – disse uma Eva preocupada.
- Mas com certeza tem alguém hoje. Depois de fazer a matrícula, o pessoal costuma dar uma passada nas salas. Vamos, elas ficam no terceiro andar.
Alfredo e Eva foram pros elevadores.
- Eva, já que você vai ter que baixar a calça na frente de uns futuros médicos, acho melhor eles pensarem que a gente é um casal… não acha?
- Claro, claro, melhor – garantiu Eva.
Nesse momento, a mão de Alfredo pousou na bunda gostosa de Eva, agarrando com força a nádega direita… a verdade é que pra disfarçar, não estava nada mal. Precisava de tanta sarração, mas a ingênua da Eva achou que o Alfredo era foda e um cara detalhista que pensava em tudo.
Chegaram na sala de aula e, por sorte, tinha três caras. Eva suspirou aliviada e logo Alfredo tomou a palavra. - Bom dia, de que ano vocês são?
- Do terceiro – respondeu um dos caras na sala.
- Perfeito, olha só, a gente tem um problema, bom, minha namorada e eu temos um problema – ele dizia enquanto a mão dele acariciava com firmeza a bunda de Eva. – Amor, fica tranquila que esses caras vão resolver pra gente – e falando isso, sem soltar a bunda dela, deu um beijão na boca dela, enfiando a língua toda. Enquanto estavam assim, Alfredo piscou o olho e Eva entendeu que ele estava disfarçando.
- Então, digam aí.
- Eva, acho que o melhor é você se pelar e subir na mesa do diretor.
Eva baixou a calça, sob o olhar atônito dos três caras que não entendiam nada, e menos ainda quando Eva, tranquilamente, baixou a calcinha e ficou com a buceta de fora, para surpresa e alegria dos caras.
- Calma, calma – disse Alfredo, dando outro amasso nela e passando a mão de novo na bunda agora nua dela – sobe na mesa e deita.
Eva fez isso. Só estava de top e se deitou na mesa de barriga pra cima, com as pernas bem abertas, deixando a maravilhosa bucetinha loira dela se “abrir pro mundo” e, principalmente, para uns aprendizes de médicos alucinados.
O silêncio era absoluto até que Alfredo perguntou, apontando pra “namorada” dele:
- O que vocês acham?
- Que é uma das melhores xerecas que já vi na vida.
- Que adorei sua namorada.
- Tô falando da erupção na buceta, porra.
- Ahh, cara, você chega com essa gostosa, despe ela toda e coloca ela de pernas abertas, e não fala nada da erupção.
- Eles têm razão – interveio Eva – olha, é que viram uma pequena vermelhidão dentro da vulva… eu não sinto nada, mas quando viram, fiquei muito preocupada.
Os três caras se aproximaram, foram passando um por um, abrindo a bucetinha de Eva, e agarravam os lábios da buceta dela e enfiavam uns dedos, perguntando se tava doendo. Mas, na real, era o contrário: a Eva tava adorando, e o maior problema dela era segurar o orgasmo que sentia chegando. Depois que os três já tinham passado pela buceta da Eva, ela perguntou.
É grave? - Pô, sei lá, parece que não, mas melhor perguntar pra alguém que estudou medicina.
- Como? – perguntou uma Eva surpresa – Vocês não estudam medicina?
- Nós? – disse um dos caras – Não, a gente estuda veterinária, os de medicina são os da sala ao lado.
- Porra, caralho! – exclamou Alfredo – Desculpa, galera, a gente achava que era aqui.
- Não, sem problemas, pra gente é um prazer… mas cê entende que a gente alucinou quando viu sua mina de pernas abertas na frente de três futuros veterinários.
- Você me fez duvidar da minha vocação, devia ter escolhido medicina – comentou outro dos caras.
Eva tava morrendo de vergonha, tinha aberto as pernas na frente de três estranhos. Ela se levantou pra se vestir, e os caras aproveitaram descaradamente pra olhar a bunda de Eva, mas um dos veterinários disse:
- Não precisa se vestir, se quiser que seu namorado vá na outra sala chamar os médicos, assim você não precisa se vestir de novo.
- Boa ideia – disse Alfredo – Mas agora a gente pode falar a verdade: ela não é minha namorada, é uma amiga, e eu tô fazendo um favor pra ela… mas achei que seria menos estranho se eu dissesse que era minha mina.
- Um baita favor, sem dúvida. Ela tem sorte de ter um amigo como você, com certeza – disse um dos veterinários, que já tinha sacado que a bucetinha da Eva tava perfeita e não precisava de atenção médica, mas talvez de outro tipo de atenção.
Alfredo foi pra sala de medicina buscar uns médicos de verdade. Eva não sabe quanto tempo demorou, mas os minutos pareceram uma eternidade enquanto ela esperava pelada na mesa, bem preocupada que alguém pudesse entrar.
Na sala não tinha ninguém de medicina, mas nos corredores ele encontrou dois colegas que conhecia de vista e abordou eles, falando que tinha uma mina gostosa pra caralho pelada e que precisava que eles se passassem por estudantes de medicina, e explicou qual devia ser o diagnóstico. Os dois toparam. Acreditaram nela, mas quando entraram na sala e encontraram a Eva com a buceta toda aberta e três caras ao redor, a verdade é que os caras se animaram, em todos os sentidos e partes do corpo.
- O Alfredo já nos explicou a situação, você é a Eva, né?... não se preocupa, com certeza não é nada.
- Obrigada – disse Eva, dando um sorriso pra quem ela achava que era seu salvador.
O que tinha falado começou a enfiar os dedos na buceta dela e comentou com o parceiro.
- É, é, ela tem uma pequena irritação… temos que ver a causa. Mano – disse, virando pro parceiro –, testa você aí e eu vou ver as pulsações dela.
O parceiro ocupou o lugar na buceta que o colega tinha deixado e começou a passar a mão com vontade, enquanto o primeiro se virou pra Eva.
- É melhor você tirar a camiseta e o sutiã, preciso ouvir seu coração, mas não tenho estetoscópio.
A confiante Eva fez isso e, pela primeira vez, ficou completamente nua na frente dos seis, linda em cima da mesa, bem, nua exceto pelas meias rosa que ela usava. Não foi à toa que dois caras soltaram um "ohh" de admiração.
O cara logo começou a apalpar os peitos dela com a desculpa de sentir as pulsações e encostou o rosto nos seios macios e delicados de Eva. O parceiro não parava de mexer na buceta dela. Enquanto a tocavam, o que estava apalpando os peitos perguntava.
Você transa muito?- Bom, há algumas semanas voltei da África e tive um pouco de atividade sexual... mas foi pra ajudar uns amigos.
Eva começou a contar como todo dia tinha que foder os homens pra evitar que um bichinho entrasse na pica deles. Todos ficaram maravilhados com a ingenuidade de Eva, mas principalmente Alfredo, que percebeu o potencial da putinha que tinha na frente, embora já tivesse sacado isso desde a consulta com o médico.
O suposto estudante de medicina que interrogava Eva ficou alucinado com a história e, claro, tentou avançar o sinal.
- Acho, sem desmerecer a opinião do meu colega, que o problema é a pausa na atividade sexual. Foram semanas de muita atividade e, de repente, parou.
- Concordo, colega, concordo. Acho que é preciso voltar à atividade sexual.
- Mas eu... - Eva estava envergonhada, mas decidiu contar - eu... eu me masturbei todo dia... umas três vezes... então a atividade não parou.
Todos olharam para Eva com cara de choque, enquanto ela continuava escancarada.
- Porra, tia... você bate mais punheta que eu - disse um dos veterinários, rindo.
- Bom, bom - reagiu rápido o "médico" que tinha dado o diagnóstico - talvez o problema venha da masturbação. Como você faz? Com um consolador?
- Não, não, com dois dedinhos - garantiu Eva, levantando o dedo indicador e o médio.
- Acho que a gente precisa ver como você faz, pra ter certeza de que essa é a causa.
- É, acho necessário ver uma amostra - opinou o segundo estudante de medicina.
- Vocês querem que eu me masturbe?
- Infelizmente, é necessário.
- Mas aqui, agora?
- Se você quer resolver, infelizmente sim.
- Não sei... tô com vergonha... aqui na frente de todo mundo.
- É verdade, Eva tem razão - disse Alfredo, e todos os caras olharam pra ele com cara de ódio - acho que se ela tiver que fazer, vai ficar com vergonha de fazer na nossa frente.
Eva sorriu amigavelmente para Alfredo por essa ajuda. Alfredo continuou falando:
—Se a gente vai bater punheta, bate todo mundo junto e ninguém passa vergonha — e dizendo isso, começou a desabotoar a calça. Pra ser sincero, com a ereção que ele tava, também não aguentava mais ficar de calça. Então a resposta foi positiva de todo mundo, menos da surpresa Eva, e começaram a desabotoar as calças. Em questão de segundos, todos estavam com os membros totalmente duros na mão.
Eva olhou disfarçadamente um por um e fez cara de surpresa, mas dava pra ver que tava gostando do que via. O que ela não conseguiu disfarçar foi o tesão que sentiu ao ver o pauzão do Alfredo. Era realmente impressionante: uns 23 cm, mas o mais surpreendente era a grossura.
Os caras se masturbavam ao redor da mesa onde Eva estava, faziam aquilo freneticamente e, pra se animar mais, com a mão que sobrava não paravam de apalpar Eva, deixando a buceta dela livre pra ela se masturbar, tentando chegar no cu dela.
Logo ela começou a se tocar na bucetinha, bem excitada e lubrificada pelos amassos anteriores, somados ao clima morbidão da situação e aos apalpões nos peitos e na bunda. Os caras iam rápido, mas os dedos de Eva passavam calmos e devagar pelos lábios da buceta, se introduzindo suavemente. E antes que qualquer um gozasse, ela já teve um orgasmo barulhento.
Quase que numa ordem, parecia que quando um terminava, outro começava. Uma porrada de porra começou a cobrir o corpo de Eva, que continuava se tocando em busca do segundo orgasmo, mas dessa vez os dedos iam bem rápidos. Eva sentia a porra quente e grudenta dos seis caras escorrendo pelo corpo dela, principalmente pela barriga e pelos peitos, embora um dos jatos de um veterinário, que parecia uma fonte, acertasse em cheio o olho esquerdo dela, e a porra escorria por todo o rosto.
Todos os caras já tinham gozado quando Eva continuava se masturbando e, finalmente, chegou a um segundo orgasmo intenso e demorado. orgasmo.
Os caras começaram a vestir as calças enquanto Eva continuava deitada na mesa, toda relaxada, mas cheia de porra escorrendo sobre a mesa. O suposto estudante de medicina quebrou o silêncio — na real, o plano tinha saído melhor do que o esperado, já que Alfredo só tinha prometido uns amassos, mas ele lembrou da última parte do plano.— Bom, Eva... vai ser uma irritação por causa do jeito que você se masturba... de agora em diante, usa um pouco de vaselina. Com uma boa injeção de PROSINOL, em uns dias passa. De qualquer forma, te recomendo foder mais e se masturbar menos. Você tem que ir no médico tomar a injeção, porque a gente não pode aplicar, e olha que eu bem que queria te dar uma boa injeção na bunda... pode ter certeza.
— Obrigada — disse Eva —, então não é grave?
— Não, fica tranquila, tá tudo normal. Com a injeção, fica tudo bem.
Todo mundo saiu, menos Eva e Alfredo.
— Alfredo, a gente tem que conseguir que o médico me aplique a injeção.
— Sim, não se preocupa, eu cuido disso. Vamos agora e você toma.
— Mas não posso ir assim — disse Eva, apontando pro próprio corpo nu.
— Não, pelada assim não dá.
— Tô falando que tô suja... cheia de sêmen.
— Bom, tenta tirar isso e vaza o mais rápido possível.
Eva se levantou, e boa parte do sêmen escorreu pelo corpo dela. Com as mãos em conchinha, ela tentou tirar o máximo e jogar no lixo. Ela estava quase toda grudenta e teve que esperar em pé, nua, até pelo menos secar. Quando se sentiu seca, foi pegar a calcinha pra vestir.
— O que cê tá fazendo? — perguntou Alfredo.
— Vou me vestir — disse Eva, meio na dúvida.
— E a mesa? Vai deixar assim? Tá cheia de porra.
— Mas não tenho nada pra limpar...
— E você quer que, depois de tudo que foi feito pra te ajudar, você deixe assim pra outra pessoa limpar?
— Não, claro que não — disse Eva, com um tom de culpa. duda- Eu limpo com a calcinha?
- E você vai ficar sem calcinha? Não sei o que o médico vai pensar se você for sem calcinha.
- E o que eu faço?
- Ora, lambe
- Como?
Alfredo sustentou o olhar nela, era um olhar frio que intimidou Eva.
Nua como estava, subiu na mesa de quatro, oferecendo uma visão da sua bunda e de parte da sua bucetinha aberta sob o olhar atento de Alfredo. Como Alfredo adoraria lamber a própria pica e enfiar nela, mas ele tinha claro que não era o momento e que isso chegaria… com certeza chegaria.
Eva começou a lamber a mesa e a chupar e absorver todo o sêmen. Quando terminou, Alfredo pegou a calcinha de Eva e começou a secar a mesa; ficaram meio sujas e, quando acabou, ofereceu-as a Eva, que já tinha colocado o sutiã e o top e esperava nua da cintura para baixo que lhe entregassem a calcinha. Estavam sujas, mas Eva não se atreveu a não vesti-las.
Eva se sentia intimidada por Alfredo, ela nunca teria pensado em lamber uma mesa cheia de sêmen de seis caras, mas o olhar que ele tinha lançado a intimidou.
Vamos pra consulta – disse em tom autoritário enquanto pegava na mão de Eva, mas soltou na hora porque ela tava cheia de porra seca – e depois pra casa tomar um banho, tu fede a leite que dá até pra trás. Alfredo e Eva foram em silêncio e chegaram na consulta, onde ainda tinha muita gente esperando, uns nove caras e seis minas.
– Espera aqui fora que vou falar com o doutor
– Sim, claro – disse Eva
Eva tava do lado de fora da sala de espera e sentia que tavam olhando pra ela, provavelmente percebiam que ela tava cheia de porra, não era muito provável, mas Eva pensava nisso e se sentia observada. Em poucos minutos, Alfredo saiu com uma injeção na mão e falou:
– Abaixa a calça
– Mas aqui? Na sala de espera?
– Sim, vai logo, que o doutor não pode te atender… mas me deu a injeção pra eu aplicar no teu rabo.
– Mas não dá pra ir pra tua casa, aqui tem muita gente.
– Não, a injeção já tá preparada e vai perder o efeito – na verdade era água destilada e não aquele falso remédio inventado pelo também falso médico – Vai, abaixa a calça… agora vai ter vergonha, sendo que acabou de… – Eva interrompeu, não queria que todo mundo ouvisse.
– Sim, sim, vou abaixar – e virando de costas, soltou a calça, dobrou as pernas e empinou a bunda pra fora. Abaixou a calça e a calcinha, mas só um pouquinho, deixando ver só um terço de uma das nádegas.
Sem dúvida, era pouco, porque sem dizer nada, Alfredo pegou na cintura da calça dela e puxou com força, abaixando a calça e a calcinha até o fim da bunda dela, deixando a bunda e o começo da bucetinha à vista de todos os que esperavam na sala de espera. Foi uma revolução: absolutamente todos os caras que esperavam o doutor e duas minas se levantaram e se juntaram em volta do rabo da Eva. Alfredo até se afastou um pouco pra deixar todo mundo admirar a bundona da Eva e demorou pra limpar com o algodão e aplicar a injeção. Injeção. Evase percebeu que todo mundo tava olhando pra ela, o silêncio era de cair um defunto e ela se sentiu super humilhada, mas pelo menos o remédio ia começar a fazer efeito na hora, que era o que ela tinha pedido pro Alfredo. E claro, ela se gabava tanto de ser nudista que era lógico o Alfredo achar que não tava nem aí pra ficar pelada em qualquer situação.
Pra mais vergonha da Eva, ela teve que esperar de bunda pra cima por mais de um minuto enquanto o "bonzinho" do Alfredo segurava o algodão no lugar onde tinham dado a injeção. O silêncio virou um murmúrio e logo se ouvia frases tipo "Vou passar o dia no médico, hein"... "Amanhã no mesmo horário?"... "Que bucetão... precisa de um enfermeiro?"...
Eva ficou feliz quando se afastaram dali e nem ousou olhar para trás. A verdade é que no fim da tarde já tinha se espalhado o boato de que tinha uma puta gostosa na universidade. Continua...
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