Silvia e o pai dela 2

Silvia e o pai dela 2
 
 

Silvia e o pai dela 2Logo depois que meu pai fodeu meu cu e meu namorado fodeu minha garganta. Eu estava destruída no chão do meu quarto. Embora a noite parecesse que só tinha começado.

Marcos: Neném, se recupera, porque me parece que seu pai ainda tá afim de festa.

Olhei pro meu pai e ele ainda estava duro.

Pai: Filha, desculpa, mas tava há muito tempo sem ficar com uma mulher e acho que você me deixou com vontade de mais.

Silvia: Tá bom, já que fui eu que comecei provocando você, o justo é que eu termine o que a gente começou.

Me levantei, tirei a camiseta e fiquei completamente nua na frente do meu pai e do meu namorado; enquanto o esperma do meu pai escorria do meu cu, pelas minhas coxas e eu ainda tinha o gosto amargo do esperma do Marcos na minha boca.

Me aproximei do meu pai e o beijei, enquanto com a mão peguei na pica dele que ainda estava dura e comecei a punhetar ele; meu pai começou a suspirar enquanto me beijava cada vez com mais tesão. Com as mãos dele, começou a pegar um dos meus peitos e com a outra apertava forte minha bunda, meu namorado sentou na cama e ficou nos observando.

Pai: Minha filha, como você tá gostosa!

Silvia: De agora em diante, não me veja como sua filha, quero ser também sua mulher, e como tal, você pode fazer comigo o que quiser, quando quiser.

Peguei ele e levei pra cama, queria ter ele de novo dentro de mim; mas dessa vez eu ia controlar a situação. Empurrei ele na cama pra deitar de barriga pra cima, coloquei meus peitos na altura da pica dele, e comecei a passar a pica dele nos meus bicos (deus, era demais, meu pai excitado por me ter e eu feliz por tê-lo), a pica dele começou a reagir, ficando mais dura, sentia as veias pulsando nas minhas mãos e começou a vazar o líquido pré-seminal, enchendo meus peitos.

Marcos, enquanto nos observava, começou a se punhetar e olhar com atenção.

Depois de um bom tempo punhetando meu pai com meus peitos, parti pra coisas mais sérias; peguei a pica dele e comecei a apontar pra entrada da minha buceta (nessa altura, eu já estava toda molhada e louca pra ter ele dentro). Finalmente consegui enfiar no meu pussy molhadinho (nossa que sensação maravilhosa, ter meu pai dentro de mim e olhar na cara dele).
Papai: aahhh porra Silvia… que buceta você tem, filha, uufff.
Silvia: Sim papai, me fode! Vou ser sua.
Eu estava montada nele, sentindo o pau inteiro dentro de mim; meu pai fechava os olhos e não parava de brincar com meus peitos, e eu comecei a gemer.
Marcos, que até então tinha ficado de lado, não aguentou mais e se juntou; ficou de pé na cama e me puxou pelo cabelo, pra eu chupar ele na cara do meu pai, o que eu fiz.
Marcos: Sogro, abre os olhos e olha sua menina, que gostosa que ela é.
Meu pai naquele momento abriu os olhos enquanto me fodia, e eu tava chupando o Marcos; nesse instante meu pai me agarrou com força pela bunda e como se fosse o dr jekyll e mr hyde mudou completamente; começou a puxar meus peitos e mamilos, enquanto fazia comentários que eu nunca imaginei ouvir do meu pai.Silvia e o pai dela 2Papai: Foi pra isso que eu te criei? Pra você ser uma puta que chupa rola? A partir de agora você não é mais minha filha, vai ser minha vagabunda e, como tal, vai fazer tudo que a gente mandar.

Marcos: Tá ouvindo seu papai, putinha?

Silvia: ahhh, siim aaggh vou ser de vocês aaggh.

Meu pai me penetrava cada vez mais fundo e mais forte (sentia o pau dele batendo no meu útero); enquanto o Marcos mal me deixava respirar com o pau dele batendo na minha garganta (minha buceta nessa altura já era uma cachoeira).

Papai: Porra, você tá escorrendo. Tá gostando do pau do seu velho, hein?

Silvia: sim ahhh siiiiim aaggh (o Marcos não me deixava falar).

Marcos: Cala a boca e engole, puta!

Marcos: Sogro, segura ela pelo pescoço, que ela adora.

Papai: Porra, sinto seu pau na garganta dela, caralho, que puta promíscua você é, filha.

Ainda não sei por quê, mas eu me sentia orgulhosa dos comentários do meu pai, isso fazia meus quadris se moverem cada vez mais rápido. Quando estávamos quase gozando, o Marcos parou de repente.

Marcos: Shhhh, não, não. Agora vamos tentar algo novo, algo que você nunca fez… vamos foder os dois na sua buceta.

Silvia: Não! Vai doer.

Papai: Isso dá pra fazer, não vamos machucar ela.

Marcos: Cala a boca (ele disse me segurando pelo rosto) e não se preocupa que não quebra (ele disse pro meu pai).

Marcos: Então é melhor você lubrificar bem com a língua, se não quiser sentir dor.Silvia e o pai dela 2Elas se sentaram na beirada da cama e eu fiquei de joelhos no chão, comecei a chupar as pirocas delas. Primeiro cuspia na cabecinha, depois com a língua recolhia minha própria saliva desde os ovos até a cabecinha, várias vezes até deixar bem lubrificadas. Meu pai então fez algo inesperado, me pegou no colo, me deitou na cama e colocou o rosto entre minhas coxas, começou a beijar a parte interna das minhas coxas e foi subindo devagar até chegar na minha buceta, onde começou a chupar com gosto, enquanto a gente não parava de se olhar nos olhos (o tesão era indescritível). Peguei a cabeça dele e acariciei o cabelo enquanto ele fazia um dos melhores boquetes da minha vida, eu estava em êxtase, quase gozando, quando Marcos nos parou de novo.

Marcos: Agora você tá pronta, vai, slutty, mostra do que é capaz.

Meu pai se deitou na cama, eu me deitei por cima dele e peguei a rola dele, enfiando de novo. Marcos ficou bem atrás de mim e começou a empurrar a rola dele contra minha buceta, até conseguir enfiar a ponta, e nessa hora eu gritei de dor, parecia que iam me partir ao meio, mas ele não parou e continuou empurrando a rola até enfiar quase inteira dentro de mim. Eu sentia as duas pirocas brigando por espaço lá dentro, não parava de morder o lábio pra aguentar a dor.

Quando finalmente conseguiu enfiar toda, ele esperou um minuto sem se mexer pro meu corpo se acostumar. Aos poucos começaram a se mover, os dois bufando como se fossem animais, enquanto eu continuava mordendo o lábio pra aguentar. Até que logo comecei a sentir a dor dando lugar ao prazer, sentia aquela briga das rolas dentro de mim e era incrível. Assim que comecei a gemer, foi como o tiro de largada. Eles não tiveram mais dó, começaram a me penetrar sem piedade, sentia câimbras do meu útero até o estômago. Marcos me puxou pelo cabelo e começou a puxar forte enquanto bufava, meu O pai estava fora de si, me agarrou com força pelos peitos.
Pai: Toma, putinha, devia ter te fodido há muito tempo! Piranha!
Marcos: Toma, vamos te arrebentar. (Enquanto puxava meu cabelo)
Silvia: aaaaaahhh, vocês vão me partir ahh
Minha buceta começou a fazer sons de chapinhar, enquanto aqueles dois paus não paravam de me foder. Meu pai já não aguentou mais e gozou dentro de mim, sentia o esperma quente dentro de mim, enquanto Marcos, ao sentir o esperma do meu pai dentro de mim, também não aguentou e gozamos os dois ao mesmo tempo.
Marcos: aaggh siiii ahh Siii tomaaaa
Silvia: aaaaah eu vou gozar ahhh.
Quando eles tiraram os paus de dentro de mim, notei uma cachoeira de esperma saindo de mim e minha buceta super aberta. Ficamos os três deitados na cama, enquanto o esperma do meu pai e do Marcos escorria pelas minhas coxas até a cama.
Marcos: Querida, você se comportou, mas agora limpa nossos paus.
Pai: Porra, filha, isso vicia, agora vou precisar de você mais vezes. (Ele disse sorrindo)
Silvia: Claro, pai, e eu. (Respondi enquanto limpava os paus deles de esperma e dos meus fluidos).
Depois de limpar, deitamos os três nus na cama do meu pai e, embora até a manhã seguinte não tenhamos feito mais nada, durante a noite eles ficaram me apalpando, de vez em quando, pelo menos que eu percebesse. (Eu dormi cedo, porque estava exausta).
Continua…Silvia e o pai dela 2

4 comentários - Silvia e o pai dela 2