Recebi uma mensagem do Alberto, aquele coroa de quarenta que peguei num banheiro. Achei que ele nunca mais ia dar sinal de vida, e que aquela história de que a mulher dele gostava que ele comesse outros caras era mentira. Mas ele deu sinal de vida, e começamos a conversar.
Alberto: “Minha mulher amou nossas fotos, ficou doida com você”
Eu: “Sinceramente, achei que era conversa fiada essa história da sua mulher… e que a gente não ia mais se falar… e a parte da sua mulher ainda tô desconfiando kkkkk”
Alberto: “Posso provar sobre minha mulher…”
Na sequência, recebi umas fotos. Alberto junto com uma mulher linda, de cabelo curto, platinado, penteado pra trás, traços muito delicados e femininos, não muito alta, com dois peitos lindos e umas cadeiras de dar água na boca. Bem vestida, com bom gosto, sapatos bonitos. Era uma mulherão. Recebi outra foto, dessa mulher na praia, de biquíni, o que confirmou os peitos dela, que eram maiores do que pareciam na outra foto e naturais, pela caída deles. As cadeiras eram ainda mais lindas, largas. E aparecia uma bunda grande, redonda, de coroa bem cuidada. Ela era cada vez mais gostosa.
Eu: “Nossa, sua mulher é linda, como ela se chama?”
Alberto: “Tatiana… E você ainda não viu o melhor”
Recebi mais uma foto. Tatiana pelada, andando pelo que eu imagino ser a casa. A foto era de longe, contra a luz. Dava pra ver que os peitos dela eram brutais, naturais e meio caídos, o que me deixou doido. A bunda, gorda, larga, com aquelas cadeiras lindas. Umas pernas curtas mas torneadas e uma barriguinha, o que me deixou ainda mais louco.
Eu: “Para, você vai me enlouquecer…. Agora não sei se gosto mais da sua mulher ou do seu pau!?!?!”
Alberto: “Você não precisa escolher, tem os dois pra você. E se escolher, pelo menos experimenta ambos”
Eu: “Epa…”
Alberto: “Ela quer te conhecer, vem aqui em casa um dia ou uma noite e a gente toma um drink”
Sem pensar duas vezes, aceitei. Combinamos de nos ver numa sexta à noite. Jantávamos nós três e via o que rolava.
Chegou o dia. Toquei a campainha e o Alberto me atendeu. Esperei, e vi ele descendo do elevador. Era tão Pintão do jeito que eu lembrava. Ele tava de bermuda e camiseta. Bem em casa. A gente se cumprimentou.
Alberto: “Tô te achando meio nervoso ou tenso”
Eu: “É, um pouco… talvez ansioso”
Alberto: “Fica tranquilo, a gente toma umas cervejas e passa tudo”
Entramos no apê e era lindo. Grande, bem decorado. Passamos e ele falou pra eu segui-lo até a cozinha. Quando entrei, vi a Tatiana. Parece que os dois vinham da academia ou algo assim, porque ela tava de legging cinza e uma regata. Tinha um rabão de MILF. Peitão, quadril largo, bundão, uma cara divina super feminina, o cabelo curto que realçava a beleza dela. Ela me cumprimentou e ao mesmo tempo me deu uma cerveja.
A gente sentou pra conversar besteira e pediram umas pizzas. Continuamos falando de tudo por um bom tempo, tudo bem relaxado e regado a cerveja. A conversa foi ficando picante.
Tatiana: “Sinceramente, se eu te visse na rua, nunca ia achar que você é bi, nem fodendo. Você é muito másculo, tem cara de quem come todas.”
Eu: “Bom, não é bem assim, hahaha. Sempre fui tímido com mulheres e com homens mais ainda.”
Tatiana: “Perde essa timidez logo e aproveita. Você é novo, devia estar comendo por todo lado.”
Eu: “É o que eu tento, hahaha.”
Alberto: “Como foi que você começou a experimentar com caras?”
Contei toda a história, desde as primeiras fantasias e todas as poucas picas que chupei. Eles ouviram atentos e faziam perguntas. Mas chegou minha vez de perguntar.
Eu: “E vocês? Como chegaram nesse ponto da relação?”
Tatiana: “Você tá se referindo a eu gostar que o Alberto coma uns caras?”
Eu: “É, isso aí, e o que mais vocês fazem.”
Tatiana: “A gente tem 20 anos de casados, você começa a ficar entediada, então busca variações. Começamos como swingers, depois abrimos a relação. Hoje em dia a gente se ama, mas ambos comem outras pessoas, homens e mulheres por igual. No geral, a gente conta tudo um pro outro, isso nos excita e mantém a paixão entre a gente. Imaginar um cara fazendo um boquete no Alberto me dá muito tesão.”
Eu: “E você também—” gosta de garotas?"
Tatiana: "Sim, eu gosto. Na maioria das vezes prefiro homens, mas de vez em quando uma garota é necessária. Seja sozinha ou com o Albert. Adoro comer umas novinhas."
Alberto: "E eu também, cara. Como você deve ter notado, hahahahahaha."
Eu já estava meio excitado, e o clima também.
Tatiana: "Já volto..." (enquanto ia pro quarto)
Alberto: "E aí? Gostou da Tatiana? Tá confortável?"
Eu: "Ela é linda. Invejo sua mulher e a relação de vocês."
Alberto: "É pra compartilhar, hahahahahaha. Vai mais uma cerveja?"
Eu: "Sim, manda."
Fiquei sozinho na sala da casa, excitado, nervoso, ansioso. Minha cabeça era uma bagunça linda. Sinto a Tatiana voltando. Quando me viro, quase morro. Ela estava usando um corset preto, os peitos de fora, com dois mamilos duros e grandes. Também não estava de calcinha, tinha a buceta 100% depilada. Meia arrastão preta e uns saltos. Uma puta linda. Ela se aproximou de mim, me sorrindo de forma perversa. Sentou em cima de mim, de frente, deixando os peitos na minha cara. Mas levantou meu queixo e, me olhando, disse: "Me escuta, piranho, aqui as coisas são do meu jeito, na hora que eu quiser, entendeu?" A brincadeira de dominação me pegou de jeito. Não precisei responder, ela deu como certo que sim, ou não ligava.
Tentei abraçá-la, mas ela tirou meus braços e me negou a chance de tocá-la. "Falei que as coisas são na hora que eu quiser e do meu jeito", disse em voz alta. "Agora você vai chupar meus peitos", ordenou, enquanto me puxava pelo cabelo com força e esfregava minha cara nos peitos. Ouvi o Alberto se aproximando, passou por trás da gente e vi ele indo até os sofás. Deixou as cervejas numa mesinha, sentou e ficou só olhando, enquanto se punhetava no volume que já tava duro.
Tatiana se levantou de cima de mim, deu um passo pra trás, apoiou o salto no meu peito pra não me deixar mexer, e a buceta dela ficou de frente pros meus olhos. Enfiou dois dedos, levou eles à boca pra babar, e enfiou de novo. Perfeitamente depilada, com lábios carnudos mas lindos, rosados. Uma buceta perfeita. Ela me fez olhar como enfiava os dedos, e logo em seguida enfiou eles na minha boca. "Chupa", ela disse, enquanto colocava os dedos na minha boca em forma de gancho. Quando comecei a chupar, o gosto era de uma buceta completamente encharcada. Salgado, nada azedo. Delicioso. Enquanto chupava os dedos dela, levanto da cadeira, ela me leva até o sofá, fico de pé na frente dela. "Ajoelha", ela ordenou. Severa, mas puta e doce como só ela. Era dominante sim, mas não agressiva, nem quer humilhar. Quer dominar, ter alguém pra brincar.
Me ajoelhei, ficando de costas pro Alberto. Ela me agarrou pelo cabelo, se aproximou, deixando a buceta perto da minha cara "Chupa essa buceta, viado". Não fiz ela esperar e devorei a buceta. Tentei agarrar a bunda dela, mas ela me parou "Eu te disse pra tocar na minha bunda? Não, não disse". Sem reclamar, continuei no meu rumo, mas ela, puxando meu cabelo, me afastou da buceta, aproximou o rosto dela do meu dizendo "Faz o que eu mando, não vou repetir", lambeu meus lábios e me deu um tapa, firme mas sem doer.
Ela puxou meu cabelo de novo pra me levar até a buceta, enquanto apoiava a perna direita no sofá atrás dela "Chupa logo... e chupa meu cu". Enquanto chupava e passava a língua, de vez em quando dava uma lambida no cu. Ela abriu um pouco as pernas pra me dar acesso. "Cê gosta do jeito que eu trato seu putinho, meu amor?" Tatiana disse pro Alberto. "Adoro", ouvi ele dizer, mas sem poder ver ele porque eu tava com a cara enfiada na virilha da Tatiana.
Ela me afastou da buceta de novo, puxando meu cabelo. Chegou perto do meu rosto, lambeu meus lábios e me beijou, pra finalizar com uma cuspida na minha boca e um tapa "Hoje você vai sair daqui bem comido, putinho... e vai deixar a mamãe bem satisfeita". Sem soltar meu cabelo, ela sentou no sofá. Abriu as pernas. apoiando elas no mesmo sofá e
empinando a bunda. "Agora você vai comer buceta e cú até me fazer gozar... poder me esgotar". Afundei entre as pernas dela,
minhas mãos foram pros peitos dela. Queria devorar e apalpar ela toda. Tava com a pica estourada mas vestido, queria ficar pelado já, mas não podia sem ordem da Tatiana.
Enfiei a língua no cú dela enquanto tocava o clitóris,
ela gemia e se contorcia. "Que gostoso chupa sua puta" disse pro Alberto. "E
você não sabe como ele chupa a pica" respondeu. "Vem aqui que eu chupo um pouquinho" ordenou Tatiana. Alberto passou do meu lado, pelado e de pau duro. E entregou a pica pra mulher dele que, sentada no sofá, enquanto eu comia o cú dela, começou a chupar.
Tatiana percebeu que meu olhar fixava no boquete que ela fazia no marido. Tirou a pica da boca: "Gosta, não, sua puta? Quer chupar?" me perguntou. "Sim" respondi, enquanto continuava com meu serviço. "Me faz gozar e de prêmio a gente chupa junto" me desafiou, e voltou a chupar. Comecei a chupar a buceta dela freneticamente, enquanto enfiava um dedo no cú dela. Ela começou a responder gemendo mais forte e se contorcendo. Agarrou meu cabelo com mais força, enterrou tudo que pôde na buceta úmida e quente dela. Abriu as pernas ao máximo e empurrou a bunda contra minha cara. Chupei e suguei com toda minha vontade. Passei a língua na buceta e parei pra fazer círculos no clitóris dela. Tatiana começou a tremer, tirou a pica da boca pra gemer com força. Empurrou ainda mais a bunda contra a buceta dela, e senti como se encharcava, até que soltou jorros de squirt. "Engole tudo, garoto" disse entre gemidos. Não podia deixar de agradar ela. Engoli tudo que pude, muito molhou meu rosto, escorrendo entre minha barba até minha camisa. Tava com a cara encharcada de squirt e gosto de buceta.
Me separei da buceta dela, deixei o marido dela de pau duro parado do lado do sofá, e baixando as pernas do sofá, ela sentou. Eu olhei pro Alberto que sorria, enquanto balançava a pica enorme. Que isso. Tatiana se aproximou e me beijou de língua pela primeira vez. Um beijo quente e profundo, enquanto abria minha calça e a puxava pra baixo, ainda de joelhos. Tirei meu pau duro e babando pra fora. Agarrei ela com força e ela se deitou de novo no sofá, abrindo as pernas. Puxando meu pau, ela me guiou até ela, ficando deitado em cima dela. Apoiei a cabeça na buceta dela, toda melada, e ela disse “mete em mim”. Não fiz ela esperar.
Enfiei até o fundo e comecei um movimento lento. Sabia que com o tesão que ela tava, ia gozar rápido. Beijei ela, enquanto ela esticava a mão e pegava o pau do marido dela. Ela puxou ele até a boca dela, beijou, e me disse “Chupa ele e me come”. Comecei um boquete suave pra conseguir fazer as duas coisas ao mesmo tempo, comer ela e chupar ele. “Você gosta de pau promíscua, não? Quer que o Alberto te coma?”, ela perguntou. “Quero o que você quiser, mamãe”, respondi, tirando o pau da boca dela. “Aaahhh, como você me excita, gostoso, me come”, ela pediu, e eu respondi “não quero gozar agora”. A atitude dela mudou. Ela me pegou pela garganta, me sufocando um pouco. Me afastei do pau do Alberto e tive que tirar ele. “Você vai gozar quando eu quiser, viado”, ela disse, enquanto me obrigava a me levantar.
Ela de pé na minha frente, tirou minha camiseta e me beijou, depois me empurrou pro sofá. Eu caí, e Tatiana se ajoelhou, pegou meu pau e, olhando nos meus olhos, disse “Me dá porra”, e enfiou na boca dela pra começar um boquete e uma punheta insanos. Ela queria que eu gozasse, e eu não ia decepcionar ela.
Alberto se aproximou, se ajoelhando no sofá, me oferecendo o pau dele. Ele me pegou pela cabeça e levou até o pau dele, que brilhava de saliva e porra. “Eu vou te dar porra”, ele disse. Eu tava delirando, chupavam meu pau enquanto eu chupava outro. A situação nos excitou muito, os três, suponho, porque tanto o Alberto quanto eu gozamos rápido. Engoli o que consegui, o resto ficou na minha cara e no meu peido. Tatiana tinha a cara cheia de sêmen. Ela se levantou, se apoiou em mim e disse “toma a porra, promíscua”, e me me fez comer minha própria porra, enquanto ela lambia a waska do marido dela na minha cara. E quando a gente tava terminando, ela me beijou. Nossas línguas cheias de porra se enroscaram, engolimos tudo. Alberto já tava se tocando de novo, e minha cabeça, pau e cu queriam mais…
Mas a noite tava só começando.
Continua…
(Tudo que foi relatado é fantasia!)
Alberto: “Minha mulher amou nossas fotos, ficou doida com você”
Eu: “Sinceramente, achei que era conversa fiada essa história da sua mulher… e que a gente não ia mais se falar… e a parte da sua mulher ainda tô desconfiando kkkkk”
Alberto: “Posso provar sobre minha mulher…”
Na sequência, recebi umas fotos. Alberto junto com uma mulher linda, de cabelo curto, platinado, penteado pra trás, traços muito delicados e femininos, não muito alta, com dois peitos lindos e umas cadeiras de dar água na boca. Bem vestida, com bom gosto, sapatos bonitos. Era uma mulherão. Recebi outra foto, dessa mulher na praia, de biquíni, o que confirmou os peitos dela, que eram maiores do que pareciam na outra foto e naturais, pela caída deles. As cadeiras eram ainda mais lindas, largas. E aparecia uma bunda grande, redonda, de coroa bem cuidada. Ela era cada vez mais gostosa.
Eu: “Nossa, sua mulher é linda, como ela se chama?”
Alberto: “Tatiana… E você ainda não viu o melhor”
Recebi mais uma foto. Tatiana pelada, andando pelo que eu imagino ser a casa. A foto era de longe, contra a luz. Dava pra ver que os peitos dela eram brutais, naturais e meio caídos, o que me deixou doido. A bunda, gorda, larga, com aquelas cadeiras lindas. Umas pernas curtas mas torneadas e uma barriguinha, o que me deixou ainda mais louco.
Eu: “Para, você vai me enlouquecer…. Agora não sei se gosto mais da sua mulher ou do seu pau!?!?!”
Alberto: “Você não precisa escolher, tem os dois pra você. E se escolher, pelo menos experimenta ambos”
Eu: “Epa…”
Alberto: “Ela quer te conhecer, vem aqui em casa um dia ou uma noite e a gente toma um drink”
Sem pensar duas vezes, aceitei. Combinamos de nos ver numa sexta à noite. Jantávamos nós três e via o que rolava.
Chegou o dia. Toquei a campainha e o Alberto me atendeu. Esperei, e vi ele descendo do elevador. Era tão Pintão do jeito que eu lembrava. Ele tava de bermuda e camiseta. Bem em casa. A gente se cumprimentou.
Alberto: “Tô te achando meio nervoso ou tenso”
Eu: “É, um pouco… talvez ansioso”
Alberto: “Fica tranquilo, a gente toma umas cervejas e passa tudo”
Entramos no apê e era lindo. Grande, bem decorado. Passamos e ele falou pra eu segui-lo até a cozinha. Quando entrei, vi a Tatiana. Parece que os dois vinham da academia ou algo assim, porque ela tava de legging cinza e uma regata. Tinha um rabão de MILF. Peitão, quadril largo, bundão, uma cara divina super feminina, o cabelo curto que realçava a beleza dela. Ela me cumprimentou e ao mesmo tempo me deu uma cerveja.
A gente sentou pra conversar besteira e pediram umas pizzas. Continuamos falando de tudo por um bom tempo, tudo bem relaxado e regado a cerveja. A conversa foi ficando picante.
Tatiana: “Sinceramente, se eu te visse na rua, nunca ia achar que você é bi, nem fodendo. Você é muito másculo, tem cara de quem come todas.”
Eu: “Bom, não é bem assim, hahaha. Sempre fui tímido com mulheres e com homens mais ainda.”
Tatiana: “Perde essa timidez logo e aproveita. Você é novo, devia estar comendo por todo lado.”
Eu: “É o que eu tento, hahaha.”
Alberto: “Como foi que você começou a experimentar com caras?”
Contei toda a história, desde as primeiras fantasias e todas as poucas picas que chupei. Eles ouviram atentos e faziam perguntas. Mas chegou minha vez de perguntar.
Eu: “E vocês? Como chegaram nesse ponto da relação?”
Tatiana: “Você tá se referindo a eu gostar que o Alberto coma uns caras?”
Eu: “É, isso aí, e o que mais vocês fazem.”
Tatiana: “A gente tem 20 anos de casados, você começa a ficar entediada, então busca variações. Começamos como swingers, depois abrimos a relação. Hoje em dia a gente se ama, mas ambos comem outras pessoas, homens e mulheres por igual. No geral, a gente conta tudo um pro outro, isso nos excita e mantém a paixão entre a gente. Imaginar um cara fazendo um boquete no Alberto me dá muito tesão.”
Eu: “E você também—” gosta de garotas?"
Tatiana: "Sim, eu gosto. Na maioria das vezes prefiro homens, mas de vez em quando uma garota é necessária. Seja sozinha ou com o Albert. Adoro comer umas novinhas."
Alberto: "E eu também, cara. Como você deve ter notado, hahahahahaha."
Eu já estava meio excitado, e o clima também.
Tatiana: "Já volto..." (enquanto ia pro quarto)
Alberto: "E aí? Gostou da Tatiana? Tá confortável?"
Eu: "Ela é linda. Invejo sua mulher e a relação de vocês."
Alberto: "É pra compartilhar, hahahahahaha. Vai mais uma cerveja?"
Eu: "Sim, manda."
Fiquei sozinho na sala da casa, excitado, nervoso, ansioso. Minha cabeça era uma bagunça linda. Sinto a Tatiana voltando. Quando me viro, quase morro. Ela estava usando um corset preto, os peitos de fora, com dois mamilos duros e grandes. Também não estava de calcinha, tinha a buceta 100% depilada. Meia arrastão preta e uns saltos. Uma puta linda. Ela se aproximou de mim, me sorrindo de forma perversa. Sentou em cima de mim, de frente, deixando os peitos na minha cara. Mas levantou meu queixo e, me olhando, disse: "Me escuta, piranho, aqui as coisas são do meu jeito, na hora que eu quiser, entendeu?" A brincadeira de dominação me pegou de jeito. Não precisei responder, ela deu como certo que sim, ou não ligava.
Tentei abraçá-la, mas ela tirou meus braços e me negou a chance de tocá-la. "Falei que as coisas são na hora que eu quiser e do meu jeito", disse em voz alta. "Agora você vai chupar meus peitos", ordenou, enquanto me puxava pelo cabelo com força e esfregava minha cara nos peitos. Ouvi o Alberto se aproximando, passou por trás da gente e vi ele indo até os sofás. Deixou as cervejas numa mesinha, sentou e ficou só olhando, enquanto se punhetava no volume que já tava duro.
Tatiana se levantou de cima de mim, deu um passo pra trás, apoiou o salto no meu peito pra não me deixar mexer, e a buceta dela ficou de frente pros meus olhos. Enfiou dois dedos, levou eles à boca pra babar, e enfiou de novo. Perfeitamente depilada, com lábios carnudos mas lindos, rosados. Uma buceta perfeita. Ela me fez olhar como enfiava os dedos, e logo em seguida enfiou eles na minha boca. "Chupa", ela disse, enquanto colocava os dedos na minha boca em forma de gancho. Quando comecei a chupar, o gosto era de uma buceta completamente encharcada. Salgado, nada azedo. Delicioso. Enquanto chupava os dedos dela, levanto da cadeira, ela me leva até o sofá, fico de pé na frente dela. "Ajoelha", ela ordenou. Severa, mas puta e doce como só ela. Era dominante sim, mas não agressiva, nem quer humilhar. Quer dominar, ter alguém pra brincar.
Me ajoelhei, ficando de costas pro Alberto. Ela me agarrou pelo cabelo, se aproximou, deixando a buceta perto da minha cara "Chupa essa buceta, viado". Não fiz ela esperar e devorei a buceta. Tentei agarrar a bunda dela, mas ela me parou "Eu te disse pra tocar na minha bunda? Não, não disse". Sem reclamar, continuei no meu rumo, mas ela, puxando meu cabelo, me afastou da buceta, aproximou o rosto dela do meu dizendo "Faz o que eu mando, não vou repetir", lambeu meus lábios e me deu um tapa, firme mas sem doer.
Ela puxou meu cabelo de novo pra me levar até a buceta, enquanto apoiava a perna direita no sofá atrás dela "Chupa logo... e chupa meu cu". Enquanto chupava e passava a língua, de vez em quando dava uma lambida no cu. Ela abriu um pouco as pernas pra me dar acesso. "Cê gosta do jeito que eu trato seu putinho, meu amor?" Tatiana disse pro Alberto. "Adoro", ouvi ele dizer, mas sem poder ver ele porque eu tava com a cara enfiada na virilha da Tatiana.
Ela me afastou da buceta de novo, puxando meu cabelo. Chegou perto do meu rosto, lambeu meus lábios e me beijou, pra finalizar com uma cuspida na minha boca e um tapa "Hoje você vai sair daqui bem comido, putinho... e vai deixar a mamãe bem satisfeita". Sem soltar meu cabelo, ela sentou no sofá. Abriu as pernas. apoiando elas no mesmo sofá e
empinando a bunda. "Agora você vai comer buceta e cú até me fazer gozar... poder me esgotar". Afundei entre as pernas dela,
minhas mãos foram pros peitos dela. Queria devorar e apalpar ela toda. Tava com a pica estourada mas vestido, queria ficar pelado já, mas não podia sem ordem da Tatiana.
Enfiei a língua no cú dela enquanto tocava o clitóris,
ela gemia e se contorcia. "Que gostoso chupa sua puta" disse pro Alberto. "E
você não sabe como ele chupa a pica" respondeu. "Vem aqui que eu chupo um pouquinho" ordenou Tatiana. Alberto passou do meu lado, pelado e de pau duro. E entregou a pica pra mulher dele que, sentada no sofá, enquanto eu comia o cú dela, começou a chupar.
Tatiana percebeu que meu olhar fixava no boquete que ela fazia no marido. Tirou a pica da boca: "Gosta, não, sua puta? Quer chupar?" me perguntou. "Sim" respondi, enquanto continuava com meu serviço. "Me faz gozar e de prêmio a gente chupa junto" me desafiou, e voltou a chupar. Comecei a chupar a buceta dela freneticamente, enquanto enfiava um dedo no cú dela. Ela começou a responder gemendo mais forte e se contorcendo. Agarrou meu cabelo com mais força, enterrou tudo que pôde na buceta úmida e quente dela. Abriu as pernas ao máximo e empurrou a bunda contra minha cara. Chupei e suguei com toda minha vontade. Passei a língua na buceta e parei pra fazer círculos no clitóris dela. Tatiana começou a tremer, tirou a pica da boca pra gemer com força. Empurrou ainda mais a bunda contra a buceta dela, e senti como se encharcava, até que soltou jorros de squirt. "Engole tudo, garoto" disse entre gemidos. Não podia deixar de agradar ela. Engoli tudo que pude, muito molhou meu rosto, escorrendo entre minha barba até minha camisa. Tava com a cara encharcada de squirt e gosto de buceta.
Me separei da buceta dela, deixei o marido dela de pau duro parado do lado do sofá, e baixando as pernas do sofá, ela sentou. Eu olhei pro Alberto que sorria, enquanto balançava a pica enorme. Que isso. Tatiana se aproximou e me beijou de língua pela primeira vez. Um beijo quente e profundo, enquanto abria minha calça e a puxava pra baixo, ainda de joelhos. Tirei meu pau duro e babando pra fora. Agarrei ela com força e ela se deitou de novo no sofá, abrindo as pernas. Puxando meu pau, ela me guiou até ela, ficando deitado em cima dela. Apoiei a cabeça na buceta dela, toda melada, e ela disse “mete em mim”. Não fiz ela esperar.
Enfiei até o fundo e comecei um movimento lento. Sabia que com o tesão que ela tava, ia gozar rápido. Beijei ela, enquanto ela esticava a mão e pegava o pau do marido dela. Ela puxou ele até a boca dela, beijou, e me disse “Chupa ele e me come”. Comecei um boquete suave pra conseguir fazer as duas coisas ao mesmo tempo, comer ela e chupar ele. “Você gosta de pau promíscua, não? Quer que o Alberto te coma?”, ela perguntou. “Quero o que você quiser, mamãe”, respondi, tirando o pau da boca dela. “Aaahhh, como você me excita, gostoso, me come”, ela pediu, e eu respondi “não quero gozar agora”. A atitude dela mudou. Ela me pegou pela garganta, me sufocando um pouco. Me afastei do pau do Alberto e tive que tirar ele. “Você vai gozar quando eu quiser, viado”, ela disse, enquanto me obrigava a me levantar.
Ela de pé na minha frente, tirou minha camiseta e me beijou, depois me empurrou pro sofá. Eu caí, e Tatiana se ajoelhou, pegou meu pau e, olhando nos meus olhos, disse “Me dá porra”, e enfiou na boca dela pra começar um boquete e uma punheta insanos. Ela queria que eu gozasse, e eu não ia decepcionar ela.
Alberto se aproximou, se ajoelhando no sofá, me oferecendo o pau dele. Ele me pegou pela cabeça e levou até o pau dele, que brilhava de saliva e porra. “Eu vou te dar porra”, ele disse. Eu tava delirando, chupavam meu pau enquanto eu chupava outro. A situação nos excitou muito, os três, suponho, porque tanto o Alberto quanto eu gozamos rápido. Engoli o que consegui, o resto ficou na minha cara e no meu peido. Tatiana tinha a cara cheia de sêmen. Ela se levantou, se apoiou em mim e disse “toma a porra, promíscua”, e me me fez comer minha própria porra, enquanto ela lambia a waska do marido dela na minha cara. E quando a gente tava terminando, ela me beijou. Nossas línguas cheias de porra se enroscaram, engolimos tudo. Alberto já tava se tocando de novo, e minha cabeça, pau e cu queriam mais…
Mas a noite tava só começando.
Continua…
(Tudo que foi relatado é fantasia!)
5 comentários - Fantasias no escritório: O levante e a esposa (Parte 1)