Era um sábado frio de dezembro que não dava vontade de passear pelas ruas de Madrid. Minha esposa Beatriz estava celebrando o santo dela, não o aniversário, porque segundo ela já não queria mais fazer anos e assim ficava bem feliz. Enfim. Ela tinha convidado a família dela para um lanche-janta por volta das 7 da tarde. Minha esposa e a família dela eram muito conservadoras nos costumes morais e, consequentemente, na política, e isso tinha se refletido na nossa vida de casados, principalmente nas questões sexuais, bem diferente dos meus gostos, já que eu era aberto às várias variações que permitem uma vida sexual saudável e ativa. Embora com o tempo e aos poucos eu tenha conseguido curtir com ela sexo oral, masturbação mútua, e até tentamos sexo anal, mas infelizmente não deu certo por causa da dor que ela sentia, embora eu ache que eram os preconceitos que fechavam… a mente dela. Os parentes convidados que vinham naquela tarde também pareciam estar na mesma linha da minha esposa, embora eu realmente não soubesse da vida íntima deles, mas pelas conversas ao longo de tantos anos, dava pra perceber que eram bem limitados no imaginário sexual, e suponho que na idade que a maioria já tinha, já que todos passávamos dos cinquenta, era muito improvável que isso mudasse. A irmã Zara era casada com Juan Carlos e ela era uma mulher religiosa convicta, então era quase certo que a vida íntima dela fosse cheia de limitações e preconceitos. Também viria o irmão Juan, casado com Elena, que, apesar de serem muito legais, não mantínhamos um contato social frequente além de aniversários, festas de fim de ano e algum almoço em família. Mas eram muito agradáveis no trato e dava pra passar um tempo gostoso na companhia deles. Por fim, também viriam o irmão mais velho, Pedro, e a irmã Flora, ambos solteiros por razões diversas, que moravam na casa dos pais, embora estes já tivessem falecido. Flora, que era a mais velha de as irmãs mulheres foi perdendo as poucas oportunidades que teve na vida, acabando como uma solteirona meio amargurada, embora compensada pelo carinho que todos os irmãos tinham por ela. Durante um bom tempo, eu vinha pensando que o ambiente social, que tinha evoluído para atitudes e liberdades de todo tipo, não tinha conseguido mudar a moralidade e o jeito de pensar de uma parte da população, como era a família da minha mulher. Isso sempre gerava grandes discussões com ela, já que ela justificava a solidez moral da família dela, baseada na educação e no exemplo dos pais. Essas discussões foram rachando nosso relacionamento até chegar a um ponto sem volta, que foi me afastando cada vez mais dela. A gente já era aquele casal típico que morava junto, mas sem um projeto de vida estimulante e positivo. Isso, claro, refletiu na nossa vida íntima, onde os contatos carnais foram ficando cada vez mais raros até quase desaparecerem, embora num verão a gente tenha tentado uma reaproximação, mas a paixão e o desejo já não estavam mais lá, e só serviu pra aumentar minha frustração, e acho que a dela também. Na busca por alguma solução pra essas frustrações, há uns meses eu encontrei um colega de trabalho e a gente começou a conversar sobre disfunções conjugais, a opção da separação, começar uma vida nova, e outras coisas variadas. Ele me contou que um primo dele tinha usado um afrodisíaco extraído de uma árvore da selva amazônica no casamento dele e tinha funcionado muito bem, principalmente na esposa, que teve um renascimento sexual como nos melhores tempos da juventude, e que ele também tinha experimentado e notado uma melhora significativa, embora tivesse usado uma dose menor do que a que o primo tinha recomendado. Sinceramente, eu disse que não acreditava, porque se fosse verdade, esse produto já teria sido vendido no mundo inteiro e teria transformei esses laboratórios em bilionários. O tempo passou e aquilo ficou esquecido na minha memória, até que uns dois meses atrás, lendo na internet uma página de uma revista médica inglesa com uma notícia sobre diferentes métodos de curar disfunções sexuais, mencionaram a substância que meu colega de trabalho tinha comentado, a araulitus. Enfim, entrei em contato com ele de novo por causa dessa informação, que também confirmava a eficácia, e perguntei onde ele tinha conseguido, já que eu tinha procurado em centenas de sites e não tinha achado. Ele explicou que um amigo trouxe do Brasil, num saquinho, há alguns anos, e que não teve problema no aeroporto porque provavelmente naquela época a fiscalização era mais leve. Disse que ia procurar os dados de contato e me passar, mas não sabia onde estava. Meio desanimado com a possibilidade de ter chegado ao fim da linha, agradeci muito e combinamos que ele me ligaria assim que encontrasse. Passaram umas semanas e, num belo dia, recebo uma ligação dele no celular, confirmando que tinha achado o e-mail e já tinha dito que eu entraria em contato. Ele respondeu que meu amigo já tinha comentado, mas que agora não tinha planos de viajar, então estava pensando em enviar o produto por transportadora internacional, na esperança de que não fosse barrado na alfândega, e que me avisaria quando fizesse isso. Assim que ele me passou os dados para eu transferir o dinheiro, fiquei esperando o aviso de envio, que veio na semana seguinte, dizendo que tinha colocado as instruções de uso no próprio pacote. Então, dois dias antes da comemoração do santo da minha mulher, o pacote chegou são e salvo, com um pouco mais de meio quilo e as instruções de como preparar a infusão. Foi aí que me deu a ideia de testar com os convidados que viriam naquele sábado, pra ver se esse O elixir vigorizante conseguia derrubar as muralhas conservadoras da minha família. Seguindo as instruções, esquentei com dois dedos de água uma parte do conteúdo do pacote, mas depois coloquei um pouco mais pra não ficar curto, mesmo já tendo posto o que mandava, e deixei meia hora no fogo baixo pra concentrar. Depois, com uma seringa, peguei a solução que sobrou e, na tarde da comemoração, coloquei em duas das garrafas de refrigerante que tinham comprado pro lanche-jantar. Naquela tarde, garanti que as duas garrafas ficassem na mesa junto com as comidas preparadas pra ocasião, e fiquei esperando os convidados chegarem, que em poucos minutos começaram a aparecer. Depois dos cumprimentos e comentários de boas-vindas, de como estavam bem, de entregar os casacos e os presentes pra minha mulher, fomos entrando aos poucos na sala e sentamos no sofá de três lugares, um sofá de dois lugares combinando, um terceiro sofá individual e as cadeiras que depois arrastamos pra mesa na hora de comer. Pra mim, os minutos pareciam se esticar sem fim, tentando participar das conversas, mas cheio de ansiedade pra ir pra mesa e começar a comer e, principalmente, a beber. Como num sonho, ouvi minha mulher dizer pra sentarmos à mesa, sem saber que naquele momento começava uma mudança nas nossas vidas que um segundo atrás nem imaginávamos. Com elogios pra quem preparou os pratos de entrada, canapés, empadas de todo tipo, frios, peixes defumados, enfim, dava água na boca, e todo mundo começou a saborear e curtir a comida servida. E a beber. Eu cuidava de encher as taças de todo mundo, garantindo que bebessem até o fim as duas garrafas de refrigerante, pra depois trazer outras mais inocentes. Num momento, levantei da mesa e fui pro quarto, onde peguei um comprimido de Cialis que tinha comprado na esperança de retomar as atividades sexuais com minha esposa, e usei uma vez, mas ela não tava a fim. Pensei que, se a substância fosse eficaz, era melhor já estar preparado. Depois de um tempo sentado, comendo e batendo papo, meu cunhado Juan me perguntou se eu tinha um comprimido de Omeprazol porque tinha comido demais. Aí levantei, fui pro quarto e peguei outro comprimido de Cialis, entreguei pra ele dizendo que era o que ele tinha pedido, e ele tomou sem perceber a troca. Ainda tinha mais um comprimido e queria dar pro meu outro cunhado, Juan Carlos, mas não sabia como. A solução veio quando ele me pediu uma cerveja. Aproveitei pra pegar o último comprimido, triturei na cozinha até virar um pó bem fino, abri a lata de cerveja, joguei o pó dentro e mexi com um palito, esperando que dissolvesse ou pelo menos não boiasse. Ele devia estar com muita sede, porque virou a cerveja de uma vez. Já era tarde demais se ele notasse algo estranho. Não tinha mais comprimido pro meu cunhado Pedro, então minha esperança era que o afrodisíaco que eu tinha colocado nos refrigerantes fosse suficiente. Depois de um tempo, quando os pratos de comida já tinham quase acabado e a conversa era sobre política, comecei a pensar se aquilo realmente ia funcionar, imaginando situações excitantes com todo mundo ali. Foi quando percebi que tava com uma ereção e tive que me aproximar mais da mesa pra esconder. O som do toque de um celular me tirou dos meus devaneios. Vi meu cunhado Juan Carlos se levantar pra atender a chamada, dizendo que era da filha dele, e foi pro sofá pra não atrapalhar os outros. Isso animou a mulher dele, Zara, que também se levantou, reclamando do calor que tava fazendo na sala. Tirou o casaquinho e sentou do lado do marido pra ouvir o que a filha tava dizendo na ligação. O resto do pessoal também começou a se levantar da mesa, e eu fui junto, pra sentar mais confortável nos sofás. A mulher sentou ao lado do Juan Carlos pra saber também se tinha rolado algo com a sobrinha dele, e reclamando do calorão, me pediu pra abrir um pouco a janela lateral da sala, desabotoando os botões de cima da blusa e se abanando com uma revista o rosto e o vale das tetas. Eu sentei do lado dela, dando uma apertada pra caber nós quatro. Meu cunhado Pedro sentou no sofá individual e minha cunhada Flora, meu cunhado Juan e a mulher dele, Elena, se espremeram no sofá. Nessa altura, todas as mulheres já tavam num tesão fora do normal, riam e faziam comentários meio putinhos por causa do calor. Aí o Juan Carlos falou pra minha mulher, olhando pros peitos dela, que ela ainda tinha umas tetas bem boas, e a Beatriz respondeu pegando nas duas tetas que sim, que tavam ótimas, e abriu o sutiã pela frente, deixando à mostra os peitos grandes, mas ainda firmes. O Juan Carlos tapou a braguilha da calça com a mão, tentando esconder a ereção, mas aí a mulher dele, a Zara, tirou a mão dele e pegou na pica dele, olhando nos olhos e falando – Como você ficou, Juan Carlos! E aí minha mulher abaixou o zíper dele e puxou a pica do Juan Carlos como deu, porque ele tava com uma ereção daquelas, e começou a chupar. Eu, que tava sentado do lado dela, comecei a alucinar com o que tava rolando. Aí minha mulher e a irmã dela, a Zara, começaram a lamber a pica juntas, roçando os lábios e trocando línguas e lambidas na pica. Dava pra ver que elas tavam cada vez mais excitadas, porque a Zara levantou a saia e começou a se acariciar a buceta enquanto continuava chupando a pica do marido. Aí eu olhei pro sofá e vi o Juan e a mulher dele, a Elena, começando a se acariciar e se beijar, e a irmã Flora, contagiada pelo que tava vendo, meteu a mão na calça e começou a se acariciar freneticamente. No sofá individual, o Pedro ele tinha tirado o pau pra fora e também se masturbava. Pensei que o irmão e a irmã sentados quase de frente um pro outro, que moravam juntos há anos, não deviam ter se tocado nem sido tocados há muito tempo, então estavam se recompensando por isso. Naquele momento vi o Juan Carlos esporrando na cara da minha mulher e da mulher dele, que não paravam de se beijar e passar as línguas pelos rostos. Pensei que nunca tinha conseguido gozar na cara da minha mulher. Então fui até onde estava minha cunhada Zara, tirei a saia e a calcinha dela, fiz ela se ajoelhar no sofá me mostrando a buceta e o cu, e quis penetrar ela, embora tenha notado que não estava molhada o suficiente e pensei que os anos não perdoam em coisas como a lubrificação da buceta das mulheres, então fui buscar um hidratante no banheiro. Quando voltei, ela ainda estava de joelhos, mas o marido dela tinha tirado o sutiã e estava chupando os peitos dela: minha mulher tinha se levantado e começado a comer a buceta da irmã, e dava pra ver que ela estava muito excitada, porque se acariciava o clitóris com frenesi, então ouvi ela gozar com um orgasmo interminável. Relato de incesto de uma orgia familiar… Com carinho, afastei ela e, como minha cunhada já estava com a buceta bem molhada pelas lambidas da minha mulher, enfiei meu pau até o fundo, o que fez ela ter contrações na buceta e senti ela apertando meu pau, então comecei a me mover ritmicamente e via e ouvia como ela estava curtindo uma boa foda. Ficava pensando como minha cunhada era conservadora e religiosa, e agora estava aproveitando o sexo com toda a alma. De repente, senti que o marido dela estava acariciando o clitóris dela, mas também tocava a borda do meu pau quando ele estava bem enfiado na buceta da mulher dele. Supus que ele queria ver até onde estava entrando em cada estocada. Num momento, ele gozou e desabou no sofá. Então me virei e, como vi que minha cunhada Flora tinha terminado de Masturbar, levantei ela do sofá e levei na frente do irmão Pedro, que não tinha conseguido tomar o remédio e tava com dificuldade pra manter o pau duro pra gozar. Mandei Flora se ajoelhar e colocar o pau do irmão na boca, e como se tivesse feito isso a vida inteira, ela começou a subir e descer a boca, fazendo o P se recostar no encosto do sofá, abrir um pouco as pernas e soltar uns gemidinhos de prazer que, por sua vez, incentivavam a irmã a mover a boca mais rápido e mais fundo. Aí me virei e vi que o Juan Carlos tava se beijando com a minha mulher e acariciando os peitos dela, então fui até o irmão João, levantei ele do sofá onde a mulher dele já tava pelada e fui até onde minha mulher tava, fiz ela se ajoelhar no sofá e aí o irmão dela meteu o pau bem devagar, curtindo o que tava fazendo. Quando deixei eles transando, fui até minha cunhada Elena e também coloquei ela de joelhos no sofá e comecei a meter e tirar ritmado até ouvir os suspiros de prazer dela cada vez mais fortes, até ela ter um orgasmo monumental que fez o marido virar a cabeça pra ver o que tava rolando. Como eu ainda não tinha gozado e tava com o pau bem duro, peguei o pote de creme hidratante e comecei a passar no cu dela, o que fez ela virar a cabeça pra ver o que eu tava fazendo e me viu bem na hora que comecei a meter no cu dela. No começo ela se mexeu um pouco, como se dissesse não, mas aí consegui enfiar até a metade e quando ela gemeu de prazer, continuei até enfiar tudo. Enquanto eu tava metendo no cu dela, olhei ao redor e vi que o João tava gozando dentro da buceta da minha mulher e ela também soltou um gemido de prazer intenso. Depois virei a cabeça e vi que a Flora tava levando o Pedro ao orgasmo, que terminou na boca dela até a última gota. Tenho certeza de que os dois ficaram chocados com o que acabaram de fazer. passar. Quando Elena terminou o orgasmo anal dela, eu ainda não tinha gozado, então tava com a pica dura igual pedra. Aí fui até onde minha mulher tava e passei o creme no cu inteiro dela, sem dar tempo de reagir, enfiei até o fundo e ela soltou um gemido profundo. Mas como ela começou a rebolar pra trás e pra frente na hora, eu acompanhei o ritmo. Enquanto isso, a Zara, que tava montada na pica do Juan Carlos, começou a pegar nos peitos da minha mulher, o que deixou o prazer dela ainda maior, e o meu também, vendo a irmã dela passando a mão. Isso fez a gente gozar junto, coisa que não rolava há anos. Todo mundo tava se recuperando daquela loucura carnal que a gente tinha vivido. Eu pensei que, quando o efeito dos excitantes passasse, ia rolar um clima de incerteza e tensão entre todo mundo. O silêncio tomou conta da sala por um tempo. Aí vi a Zara abraçar a irmã dela, a Beatriz, minha mulher, e dar um beijo na boca dela. Dava pra ver que tavam trocando um monte de sensações e emoções, porque as línguas se moviam bem devagar, se mordiscando. A Flora e o irmão dela, Pedro, também começaram a se beijar, mesmo a Flora ainda tendo um pouco de esperma na boca. Eu, que tinha sentado do lado da Elena, comecei a beijar ela e acariciar os peitos dela de leve. O Juan e o Juan Carlos sentaram na ponta do sofá, e vi o Juan Carlos começar a acariciar a pica do Juan, que deu um pulinho. Mas como todo mundo tava se comunicando a alegria pelo que tinha rolado, ele deixou o Juan Carlos continuar acariciando a pica dele. Depois vi que com a outra mão ele pegou o pote de creme hidratante da mesa, passou no próprio cu, levantou e sentou na pica do Juan até conseguir enfiar. Aí começou a subir e descer com uma cara que misturava prazer e surpresa. A mulher dele, Zara, parou de se beijar com a minha mulher e olhou o que tava rolando. Então levantou, foi até o marido, pegou a cabeça dele As duas mãos subindo e descendo no ritmo dele, depois ele pegou a pica de Juan Carlos e começou a acariciar, o que deu uma puta excitação nele, enquanto continuava beijando. Aí, começou a se sacudir bem rápido até gozar, e na sequência ouviu o gemido intenso de Juan, que gozou no cu de Juan Carlos. Zara recolheu o esperma do marido na mão e passou a língua pra sentir o gosto. Era a primeira vez que ela fazia isso, segundo nos contou. Por algum motivo, essa foda entre cunhado e concunhado deixou todo mundo excitado, pra minha surpresa, porque eu achava que já tínhamos nos enchido de sexo, paixão e tesão, e que tínhamos derrubado todas as muralhas de preconceito e limitações autoimpostas, mas tava claro que todo mundo queria mais. Eles tinham curtido e queriam mais. Aí minha mulher sentou do lado da Elena e começaram a se acariciar os clitóris. Dava pra ver que as duas estavam com o cu bem sensível por causa da minha foda e que agora só queriam um prazer mais feminino. As irmãs Flora e Zara também sentaram juntas e começaram a se beijar, porque ainda não tinham feito isso. Zara tinha ficado muito puta com a foda no marido e a masturbação que tinha feito nele, então me fez sinal pra eu ir pro lado dela e sussurrou no meu ouvido pra eu foder a Flora, que ainda não tinha transado. Assim que ela falou, olhei pra Flora e ela disse que sim com o olhar, e aí senti o começo de uma ereção que fez tanto a Flora quanto a Zara começarem a chupar meu pau. Depois de um tempo, coloquei a Flora de quatro e comecei a lamber a buceta dela, que reagiu como se nunca tivessem feito aquilo, se agarrando forte no braço da Zara, que tava do lado. Em uns minutos, ela gozou, assustada com o que tinha acontecido, e aí meti bem devagar. Ela era a mais velha das irmãs e dava pra ver no corpo dela que os anos não perdoam e já tinham afetado a firmeza dos músculos, mas como o prazer que ela me passava era tão grande, me dediquei a garantir que ela não esqueceria dessa foda. pela forma como ele gozou, tenho certeza disso. Então Zara, vendo que eu não tinha gozado, ajoelhou-se e pegou meu pau e me disse para pegar o creme. Então, enquanto passo o creme nela, ela me diz que quer sentir o mesmo que o marido dela acabou de sentir. Aí, com uma ereção que parecia que meu pau ia explodir, comecei a rondar as bordas do cu dela até que, aos poucos, fui enfiando. Então começamos a nos mover juntos e vi que a excitação dela subia e subia, e ela chamou o marido e sussurrou que estava sentindo o mesmo que ele tinha sentido e que estava prestes a gozar. Depois, Juan Carlos começou a se masturbar e, em pouco tempo, o casal Zara e Juan Carlos gozaram ao mesmo tempo, um pelo cu e o outro pela punheta. Enquanto isso, o irmão mais velho, que não tinha conseguido dar um comprimido, olhava para todos e sorria com um meio sorriso enquanto se masturbava, mas como notei que ele estava com dificuldade, e embora fosse difícil ele ter outra gozada, e como minha mulher e Elena já tinham terminado de se masturbar mutuamente, chamei elas e disse para chuparem o Pedro. Minha mulher meteu o pau do irmão dela na boca e começou a lamber, o que fez ele endurecer um pouco mais. Então Elena também se ajoelhou e, entre as duas, conseguiram que ele gozasse de novo, o que, para minha surpresa, inundou as caras da minha mulher e da Elena de porra. As duas terminaram se beijando e limpando a porra dos rostos. Aí me aproximei das duas, que ainda estavam ajoelhadas aos pés do Pedro, me ajoelhei também e meti em Elena enquanto minha mulher acariciava os peitos dela, o clitóris e a beijava, até ela gozar. Então troquei para a buceta da minha mulher e, enquanto Elena fazia o mesmo nela, tocando seus peitos e clitóris e beijando sua orelha e pescoço, até que as contrações da buceta dela me indicaram que ela estava prestes a gozar, e eu também liberei meu sêmen num orgasmo simultâneo gigantesco. … Claro que depois de O que aconteceu, os laços afetivos que nos uniam eram tão fortes que continuam presentes até hoje. Nós nos reunimos de novo e, no final, sempre acabávamos transando pra caralho, às vezes nos encontrávamos só alguns, outras vezes todos, enfim, o que sempre estava presente era que, além de ir ao cinema, jantar ou viajar, no final queríamos repetir a experiência sexual que tínhamos vivido. Também fazíamos isso quando estávamos fora e quase em qualquer lugar. Lembro uma vez que Zara, Juan Carlos e minha mulher fomos ao cinema num domingo e quase não tinha ninguém na sala, então minha mulher tirou meu pau e começou a me masturbar; a irmã dela, Zara, que estava ao lado, ficou olhando até eu gozar. Na saída da sala, minha mulher disse que ia ao banheiro e a irmã dela, Zara, disse que a acompanhava. Depois de um tempo esperando, falei pro Juan Carlos irmos ao banheiro ver o que rolava. Num dos banheiros, ouvimos vozes que reconhecemos como sendo delas, abrimos a porta e estavam as duas se acariciando e se beijando. Zara me olhou e disse que tinha ficado muito excitada com a masturbação que a Beatriz tinha feito em mim. Juan Carlos baixou as calças e meteu na minha mulher, e eu fiz o mesmo com a Zara. Depois, Zara me disse pra foder o Juan Carlos no cu, e eu fiz isso enquanto elas chupavam o pau dele até gozarmos. Também nos disseram que os irmãos mais velhos, ou seja, Pedro e Flora, agora transavam pra caralho, como se tentando recuperar o tempo perdido. Juan Carlos e Zara vinham sempre em casa porque as duas irmãs adoravam foder e ser fodidas por nós. Também Zara queria que eu fodesse o marido dela, já que ele gostava muito, mas também a excitava pra caralho. Lembro uma vez que Zara e minha mulher estavam fazendo um 69 com a Zara por cima, então Juan Carlos deitou sobre ela e meteu no cu dela porque sabia que eu ia meter no cu dele, e isso os excitava pra caralho, bom, na verdade nos excitava a todos. Todos. Foi um sanduíche de quatro. Já repetimos várias vezes, embora às vezes as mulheres trocassem e Juan Carlos comia a minha mulher e eu comia a dele.
Era um sábado frio de dezembro que não dava vontade de passear pelas ruas de Madrid. Minha esposa Beatriz estava celebrando o santo dela, não o aniversário, porque segundo ela já não queria mais fazer anos e assim ficava bem feliz. Enfim. Ela tinha convidado a família dela para um lanche-janta por volta das 7 da tarde. Minha esposa e a família dela eram muito conservadoras nos costumes morais e, consequentemente, na política, e isso tinha se refletido na nossa vida de casados, principalmente nas questões sexuais, bem diferente dos meus gostos, já que eu era aberto às várias variações que permitem uma vida sexual saudável e ativa. Embora com o tempo e aos poucos eu tenha conseguido curtir com ela sexo oral, masturbação mútua, e até tentamos sexo anal, mas infelizmente não deu certo por causa da dor que ela sentia, embora eu ache que eram os preconceitos que fechavam… a mente dela. Os parentes convidados que vinham naquela tarde também pareciam estar na mesma linha da minha esposa, embora eu realmente não soubesse da vida íntima deles, mas pelas conversas ao longo de tantos anos, dava pra perceber que eram bem limitados no imaginário sexual, e suponho que na idade que a maioria já tinha, já que todos passávamos dos cinquenta, era muito improvável que isso mudasse. A irmã Zara era casada com Juan Carlos e ela era uma mulher religiosa convicta, então era quase certo que a vida íntima dela fosse cheia de limitações e preconceitos. Também viria o irmão Juan, casado com Elena, que, apesar de serem muito legais, não mantínhamos um contato social frequente além de aniversários, festas de fim de ano e algum almoço em família. Mas eram muito agradáveis no trato e dava pra passar um tempo gostoso na companhia deles. Por fim, também viriam o irmão mais velho, Pedro, e a irmã Flora, ambos solteiros por razões diversas, que moravam na casa dos pais, embora estes já tivessem falecido. Flora, que era a mais velha de as irmãs mulheres foi perdendo as poucas oportunidades que teve na vida, acabando como uma solteirona meio amargurada, embora compensada pelo carinho que todos os irmãos tinham por ela. Durante um bom tempo, eu vinha pensando que o ambiente social, que tinha evoluído para atitudes e liberdades de todo tipo, não tinha conseguido mudar a moralidade e o jeito de pensar de uma parte da população, como era a família da minha mulher. Isso sempre gerava grandes discussões com ela, já que ela justificava a solidez moral da família dela, baseada na educação e no exemplo dos pais. Essas discussões foram rachando nosso relacionamento até chegar a um ponto sem volta, que foi me afastando cada vez mais dela. A gente já era aquele casal típico que morava junto, mas sem um projeto de vida estimulante e positivo. Isso, claro, refletiu na nossa vida íntima, onde os contatos carnais foram ficando cada vez mais raros até quase desaparecerem, embora num verão a gente tenha tentado uma reaproximação, mas a paixão e o desejo já não estavam mais lá, e só serviu pra aumentar minha frustração, e acho que a dela também. Na busca por alguma solução pra essas frustrações, há uns meses eu encontrei um colega de trabalho e a gente começou a conversar sobre disfunções conjugais, a opção da separação, começar uma vida nova, e outras coisas variadas. Ele me contou que um primo dele tinha usado um afrodisíaco extraído de uma árvore da selva amazônica no casamento dele e tinha funcionado muito bem, principalmente na esposa, que teve um renascimento sexual como nos melhores tempos da juventude, e que ele também tinha experimentado e notado uma melhora significativa, embora tivesse usado uma dose menor do que a que o primo tinha recomendado. Sinceramente, eu disse que não acreditava, porque se fosse verdade, esse produto já teria sido vendido no mundo inteiro e teria transformei esses laboratórios em bilionários. O tempo passou e aquilo ficou esquecido na minha memória, até que uns dois meses atrás, lendo na internet uma página de uma revista médica inglesa com uma notícia sobre diferentes métodos de curar disfunções sexuais, mencionaram a substância que meu colega de trabalho tinha comentado, a araulitus. Enfim, entrei em contato com ele de novo por causa dessa informação, que também confirmava a eficácia, e perguntei onde ele tinha conseguido, já que eu tinha procurado em centenas de sites e não tinha achado. Ele explicou que um amigo trouxe do Brasil, num saquinho, há alguns anos, e que não teve problema no aeroporto porque provavelmente naquela época a fiscalização era mais leve. Disse que ia procurar os dados de contato e me passar, mas não sabia onde estava. Meio desanimado com a possibilidade de ter chegado ao fim da linha, agradeci muito e combinamos que ele me ligaria assim que encontrasse. Passaram umas semanas e, num belo dia, recebo uma ligação dele no celular, confirmando que tinha achado o e-mail e já tinha dito que eu entraria em contato. Ele respondeu que meu amigo já tinha comentado, mas que agora não tinha planos de viajar, então estava pensando em enviar o produto por transportadora internacional, na esperança de que não fosse barrado na alfândega, e que me avisaria quando fizesse isso. Assim que ele me passou os dados para eu transferir o dinheiro, fiquei esperando o aviso de envio, que veio na semana seguinte, dizendo que tinha colocado as instruções de uso no próprio pacote. Então, dois dias antes da comemoração do santo da minha mulher, o pacote chegou são e salvo, com um pouco mais de meio quilo e as instruções de como preparar a infusão. Foi aí que me deu a ideia de testar com os convidados que viriam naquele sábado, pra ver se esse O elixir vigorizante conseguia derrubar as muralhas conservadoras da minha família. Seguindo as instruções, esquentei com dois dedos de água uma parte do conteúdo do pacote, mas depois coloquei um pouco mais pra não ficar curto, mesmo já tendo posto o que mandava, e deixei meia hora no fogo baixo pra concentrar. Depois, com uma seringa, peguei a solução que sobrou e, na tarde da comemoração, coloquei em duas das garrafas de refrigerante que tinham comprado pro lanche-jantar. Naquela tarde, garanti que as duas garrafas ficassem na mesa junto com as comidas preparadas pra ocasião, e fiquei esperando os convidados chegarem, que em poucos minutos começaram a aparecer. Depois dos cumprimentos e comentários de boas-vindas, de como estavam bem, de entregar os casacos e os presentes pra minha mulher, fomos entrando aos poucos na sala e sentamos no sofá de três lugares, um sofá de dois lugares combinando, um terceiro sofá individual e as cadeiras que depois arrastamos pra mesa na hora de comer. Pra mim, os minutos pareciam se esticar sem fim, tentando participar das conversas, mas cheio de ansiedade pra ir pra mesa e começar a comer e, principalmente, a beber. Como num sonho, ouvi minha mulher dizer pra sentarmos à mesa, sem saber que naquele momento começava uma mudança nas nossas vidas que um segundo atrás nem imaginávamos. Com elogios pra quem preparou os pratos de entrada, canapés, empadas de todo tipo, frios, peixes defumados, enfim, dava água na boca, e todo mundo começou a saborear e curtir a comida servida. E a beber. Eu cuidava de encher as taças de todo mundo, garantindo que bebessem até o fim as duas garrafas de refrigerante, pra depois trazer outras mais inocentes. Num momento, levantei da mesa e fui pro quarto, onde peguei um comprimido de Cialis que tinha comprado na esperança de retomar as atividades sexuais com minha esposa, e usei uma vez, mas ela não tava a fim. Pensei que, se a substância fosse eficaz, era melhor já estar preparado. Depois de um tempo sentado, comendo e batendo papo, meu cunhado Juan me perguntou se eu tinha um comprimido de Omeprazol porque tinha comido demais. Aí levantei, fui pro quarto e peguei outro comprimido de Cialis, entreguei pra ele dizendo que era o que ele tinha pedido, e ele tomou sem perceber a troca. Ainda tinha mais um comprimido e queria dar pro meu outro cunhado, Juan Carlos, mas não sabia como. A solução veio quando ele me pediu uma cerveja. Aproveitei pra pegar o último comprimido, triturei na cozinha até virar um pó bem fino, abri a lata de cerveja, joguei o pó dentro e mexi com um palito, esperando que dissolvesse ou pelo menos não boiasse. Ele devia estar com muita sede, porque virou a cerveja de uma vez. Já era tarde demais se ele notasse algo estranho. Não tinha mais comprimido pro meu cunhado Pedro, então minha esperança era que o afrodisíaco que eu tinha colocado nos refrigerantes fosse suficiente. Depois de um tempo, quando os pratos de comida já tinham quase acabado e a conversa era sobre política, comecei a pensar se aquilo realmente ia funcionar, imaginando situações excitantes com todo mundo ali. Foi quando percebi que tava com uma ereção e tive que me aproximar mais da mesa pra esconder. O som do toque de um celular me tirou dos meus devaneios. Vi meu cunhado Juan Carlos se levantar pra atender a chamada, dizendo que era da filha dele, e foi pro sofá pra não atrapalhar os outros. Isso animou a mulher dele, Zara, que também se levantou, reclamando do calor que tava fazendo na sala. Tirou o casaquinho e sentou do lado do marido pra ouvir o que a filha tava dizendo na ligação. O resto do pessoal também começou a se levantar da mesa, e eu fui junto, pra sentar mais confortável nos sofás. A mulher sentou ao lado do Juan Carlos pra saber também se tinha rolado algo com a sobrinha dele, e reclamando do calorão, me pediu pra abrir um pouco a janela lateral da sala, desabotoando os botões de cima da blusa e se abanando com uma revista o rosto e o vale das tetas. Eu sentei do lado dela, dando uma apertada pra caber nós quatro. Meu cunhado Pedro sentou no sofá individual e minha cunhada Flora, meu cunhado Juan e a mulher dele, Elena, se espremeram no sofá. Nessa altura, todas as mulheres já tavam num tesão fora do normal, riam e faziam comentários meio putinhos por causa do calor. Aí o Juan Carlos falou pra minha mulher, olhando pros peitos dela, que ela ainda tinha umas tetas bem boas, e a Beatriz respondeu pegando nas duas tetas que sim, que tavam ótimas, e abriu o sutiã pela frente, deixando à mostra os peitos grandes, mas ainda firmes. O Juan Carlos tapou a braguilha da calça com a mão, tentando esconder a ereção, mas aí a mulher dele, a Zara, tirou a mão dele e pegou na pica dele, olhando nos olhos e falando – Como você ficou, Juan Carlos! E aí minha mulher abaixou o zíper dele e puxou a pica do Juan Carlos como deu, porque ele tava com uma ereção daquelas, e começou a chupar. Eu, que tava sentado do lado dela, comecei a alucinar com o que tava rolando. Aí minha mulher e a irmã dela, a Zara, começaram a lamber a pica juntas, roçando os lábios e trocando línguas e lambidas na pica. Dava pra ver que elas tavam cada vez mais excitadas, porque a Zara levantou a saia e começou a se acariciar a buceta enquanto continuava chupando a pica do marido. Aí eu olhei pro sofá e vi o Juan e a mulher dele, a Elena, começando a se acariciar e se beijar, e a irmã Flora, contagiada pelo que tava vendo, meteu a mão na calça e começou a se acariciar freneticamente. No sofá individual, o Pedro ele tinha tirado o pau pra fora e também se masturbava. Pensei que o irmão e a irmã sentados quase de frente um pro outro, que moravam juntos há anos, não deviam ter se tocado nem sido tocados há muito tempo, então estavam se recompensando por isso. Naquele momento vi o Juan Carlos esporrando na cara da minha mulher e da mulher dele, que não paravam de se beijar e passar as línguas pelos rostos. Pensei que nunca tinha conseguido gozar na cara da minha mulher. Então fui até onde estava minha cunhada Zara, tirei a saia e a calcinha dela, fiz ela se ajoelhar no sofá me mostrando a buceta e o cu, e quis penetrar ela, embora tenha notado que não estava molhada o suficiente e pensei que os anos não perdoam em coisas como a lubrificação da buceta das mulheres, então fui buscar um hidratante no banheiro. Quando voltei, ela ainda estava de joelhos, mas o marido dela tinha tirado o sutiã e estava chupando os peitos dela: minha mulher tinha se levantado e começado a comer a buceta da irmã, e dava pra ver que ela estava muito excitada, porque se acariciava o clitóris com frenesi, então ouvi ela gozar com um orgasmo interminável. Relato de incesto de uma orgia familiar… Com carinho, afastei ela e, como minha cunhada já estava com a buceta bem molhada pelas lambidas da minha mulher, enfiei meu pau até o fundo, o que fez ela ter contrações na buceta e senti ela apertando meu pau, então comecei a me mover ritmicamente e via e ouvia como ela estava curtindo uma boa foda. Ficava pensando como minha cunhada era conservadora e religiosa, e agora estava aproveitando o sexo com toda a alma. De repente, senti que o marido dela estava acariciando o clitóris dela, mas também tocava a borda do meu pau quando ele estava bem enfiado na buceta da mulher dele. Supus que ele queria ver até onde estava entrando em cada estocada. Num momento, ele gozou e desabou no sofá. Então me virei e, como vi que minha cunhada Flora tinha terminado de Masturbar, levantei ela do sofá e levei na frente do irmão Pedro, que não tinha conseguido tomar o remédio e tava com dificuldade pra manter o pau duro pra gozar. Mandei Flora se ajoelhar e colocar o pau do irmão na boca, e como se tivesse feito isso a vida inteira, ela começou a subir e descer a boca, fazendo o P se recostar no encosto do sofá, abrir um pouco as pernas e soltar uns gemidinhos de prazer que, por sua vez, incentivavam a irmã a mover a boca mais rápido e mais fundo. Aí me virei e vi que o Juan Carlos tava se beijando com a minha mulher e acariciando os peitos dela, então fui até o irmão João, levantei ele do sofá onde a mulher dele já tava pelada e fui até onde minha mulher tava, fiz ela se ajoelhar no sofá e aí o irmão dela meteu o pau bem devagar, curtindo o que tava fazendo. Quando deixei eles transando, fui até minha cunhada Elena e também coloquei ela de joelhos no sofá e comecei a meter e tirar ritmado até ouvir os suspiros de prazer dela cada vez mais fortes, até ela ter um orgasmo monumental que fez o marido virar a cabeça pra ver o que tava rolando. Como eu ainda não tinha gozado e tava com o pau bem duro, peguei o pote de creme hidratante e comecei a passar no cu dela, o que fez ela virar a cabeça pra ver o que eu tava fazendo e me viu bem na hora que comecei a meter no cu dela. No começo ela se mexeu um pouco, como se dissesse não, mas aí consegui enfiar até a metade e quando ela gemeu de prazer, continuei até enfiar tudo. Enquanto eu tava metendo no cu dela, olhei ao redor e vi que o João tava gozando dentro da buceta da minha mulher e ela também soltou um gemido de prazer intenso. Depois virei a cabeça e vi que a Flora tava levando o Pedro ao orgasmo, que terminou na boca dela até a última gota. Tenho certeza de que os dois ficaram chocados com o que acabaram de fazer. passar. Quando Elena terminou o orgasmo anal dela, eu ainda não tinha gozado, então tava com a pica dura igual pedra. Aí fui até onde minha mulher tava e passei o creme no cu inteiro dela, sem dar tempo de reagir, enfiei até o fundo e ela soltou um gemido profundo. Mas como ela começou a rebolar pra trás e pra frente na hora, eu acompanhei o ritmo. Enquanto isso, a Zara, que tava montada na pica do Juan Carlos, começou a pegar nos peitos da minha mulher, o que deixou o prazer dela ainda maior, e o meu também, vendo a irmã dela passando a mão. Isso fez a gente gozar junto, coisa que não rolava há anos. Todo mundo tava se recuperando daquela loucura carnal que a gente tinha vivido. Eu pensei que, quando o efeito dos excitantes passasse, ia rolar um clima de incerteza e tensão entre todo mundo. O silêncio tomou conta da sala por um tempo. Aí vi a Zara abraçar a irmã dela, a Beatriz, minha mulher, e dar um beijo na boca dela. Dava pra ver que tavam trocando um monte de sensações e emoções, porque as línguas se moviam bem devagar, se mordiscando. A Flora e o irmão dela, Pedro, também começaram a se beijar, mesmo a Flora ainda tendo um pouco de esperma na boca. Eu, que tinha sentado do lado da Elena, comecei a beijar ela e acariciar os peitos dela de leve. O Juan e o Juan Carlos sentaram na ponta do sofá, e vi o Juan Carlos começar a acariciar a pica do Juan, que deu um pulinho. Mas como todo mundo tava se comunicando a alegria pelo que tinha rolado, ele deixou o Juan Carlos continuar acariciando a pica dele. Depois vi que com a outra mão ele pegou o pote de creme hidratante da mesa, passou no próprio cu, levantou e sentou na pica do Juan até conseguir enfiar. Aí começou a subir e descer com uma cara que misturava prazer e surpresa. A mulher dele, Zara, parou de se beijar com a minha mulher e olhou o que tava rolando. Então levantou, foi até o marido, pegou a cabeça dele As duas mãos subindo e descendo no ritmo dele, depois ele pegou a pica de Juan Carlos e começou a acariciar, o que deu uma puta excitação nele, enquanto continuava beijando. Aí, começou a se sacudir bem rápido até gozar, e na sequência ouviu o gemido intenso de Juan, que gozou no cu de Juan Carlos. Zara recolheu o esperma do marido na mão e passou a língua pra sentir o gosto. Era a primeira vez que ela fazia isso, segundo nos contou. Por algum motivo, essa foda entre cunhado e concunhado deixou todo mundo excitado, pra minha surpresa, porque eu achava que já tínhamos nos enchido de sexo, paixão e tesão, e que tínhamos derrubado todas as muralhas de preconceito e limitações autoimpostas, mas tava claro que todo mundo queria mais. Eles tinham curtido e queriam mais. Aí minha mulher sentou do lado da Elena e começaram a se acariciar os clitóris. Dava pra ver que as duas estavam com o cu bem sensível por causa da minha foda e que agora só queriam um prazer mais feminino. As irmãs Flora e Zara também sentaram juntas e começaram a se beijar, porque ainda não tinham feito isso. Zara tinha ficado muito puta com a foda no marido e a masturbação que tinha feito nele, então me fez sinal pra eu ir pro lado dela e sussurrou no meu ouvido pra eu foder a Flora, que ainda não tinha transado. Assim que ela falou, olhei pra Flora e ela disse que sim com o olhar, e aí senti o começo de uma ereção que fez tanto a Flora quanto a Zara começarem a chupar meu pau. Depois de um tempo, coloquei a Flora de quatro e comecei a lamber a buceta dela, que reagiu como se nunca tivessem feito aquilo, se agarrando forte no braço da Zara, que tava do lado. Em uns minutos, ela gozou, assustada com o que tinha acontecido, e aí meti bem devagar. Ela era a mais velha das irmãs e dava pra ver no corpo dela que os anos não perdoam e já tinham afetado a firmeza dos músculos, mas como o prazer que ela me passava era tão grande, me dediquei a garantir que ela não esqueceria dessa foda. pela forma como ele gozou, tenho certeza disso. Então Zara, vendo que eu não tinha gozado, ajoelhou-se e pegou meu pau e me disse para pegar o creme. Então, enquanto passo o creme nela, ela me diz que quer sentir o mesmo que o marido dela acabou de sentir. Aí, com uma ereção que parecia que meu pau ia explodir, comecei a rondar as bordas do cu dela até que, aos poucos, fui enfiando. Então começamos a nos mover juntos e vi que a excitação dela subia e subia, e ela chamou o marido e sussurrou que estava sentindo o mesmo que ele tinha sentido e que estava prestes a gozar. Depois, Juan Carlos começou a se masturbar e, em pouco tempo, o casal Zara e Juan Carlos gozaram ao mesmo tempo, um pelo cu e o outro pela punheta. Enquanto isso, o irmão mais velho, que não tinha conseguido dar um comprimido, olhava para todos e sorria com um meio sorriso enquanto se masturbava, mas como notei que ele estava com dificuldade, e embora fosse difícil ele ter outra gozada, e como minha mulher e Elena já tinham terminado de se masturbar mutuamente, chamei elas e disse para chuparem o Pedro. Minha mulher meteu o pau do irmão dela na boca e começou a lamber, o que fez ele endurecer um pouco mais. Então Elena também se ajoelhou e, entre as duas, conseguiram que ele gozasse de novo, o que, para minha surpresa, inundou as caras da minha mulher e da Elena de porra. As duas terminaram se beijando e limpando a porra dos rostos. Aí me aproximei das duas, que ainda estavam ajoelhadas aos pés do Pedro, me ajoelhei também e meti em Elena enquanto minha mulher acariciava os peitos dela, o clitóris e a beijava, até ela gozar. Então troquei para a buceta da minha mulher e, enquanto Elena fazia o mesmo nela, tocando seus peitos e clitóris e beijando sua orelha e pescoço, até que as contrações da buceta dela me indicaram que ela estava prestes a gozar, e eu também liberei meu sêmen num orgasmo simultâneo gigantesco. … Claro que depois de O que aconteceu, os laços afetivos que nos uniam eram tão fortes que continuam presentes até hoje. Nós nos reunimos de novo e, no final, sempre acabávamos transando pra caralho, às vezes nos encontrávamos só alguns, outras vezes todos, enfim, o que sempre estava presente era que, além de ir ao cinema, jantar ou viajar, no final queríamos repetir a experiência sexual que tínhamos vivido. Também fazíamos isso quando estávamos fora e quase em qualquer lugar. Lembro uma vez que Zara, Juan Carlos e minha mulher fomos ao cinema num domingo e quase não tinha ninguém na sala, então minha mulher tirou meu pau e começou a me masturbar; a irmã dela, Zara, que estava ao lado, ficou olhando até eu gozar. Na saída da sala, minha mulher disse que ia ao banheiro e a irmã dela, Zara, disse que a acompanhava. Depois de um tempo esperando, falei pro Juan Carlos irmos ao banheiro ver o que rolava. Num dos banheiros, ouvimos vozes que reconhecemos como sendo delas, abrimos a porta e estavam as duas se acariciando e se beijando. Zara me olhou e disse que tinha ficado muito excitada com a masturbação que a Beatriz tinha feito em mim. Juan Carlos baixou as calças e meteu na minha mulher, e eu fiz o mesmo com a Zara. Depois, Zara me disse pra foder o Juan Carlos no cu, e eu fiz isso enquanto elas chupavam o pau dele até gozarmos. Também nos disseram que os irmãos mais velhos, ou seja, Pedro e Flora, agora transavam pra caralho, como se tentando recuperar o tempo perdido. Juan Carlos e Zara vinham sempre em casa porque as duas irmãs adoravam foder e ser fodidas por nós. Também Zara queria que eu fodesse o marido dela, já que ele gostava muito, mas também a excitava pra caralho. Lembro uma vez que Zara e minha mulher estavam fazendo um 69 com a Zara por cima, então Juan Carlos deitou sobre ela e meteu no cu dela porque sabia que eu ia meter no cu dele, e isso os excitava pra caralho, bom, na verdade nos excitava a todos. Todos. Foi um sanduíche de quatro. Já repetimos várias vezes, embora às vezes as mulheres trocassem e Juan Carlos comia a minha mulher e eu comia a dele.
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