Espero que vocês gostem disso, com minha outra história do trio eu deixei um pouco de lado. Espero que vocês gostem disso. Meu nome é Carlos e minha namorada Ignacia, eu tenho 25 e ela 26, temos um vício em sexo e amamos muito. De férias, fomos para Punta Cana, um lugar lindo, segundo o que o pessoal fala. Ao chegar no local, descemos do carro do hotel e fomos recebidos pelo recepcionista. Um homem alto e musculoso, com olhos castanhos e cabelo castanho. — Prazer, me chamo José, vou cuidar de vocês, se precisarem de algo é só avisar. — Deixamos nossas malas para ir ao quarto. — Eu ajudo. — Ele pegou as malas da minha namorada, que ficou atrás para olhar o pau dele, como sempre faz. Ela é muito safada e puta com homens estranhos que não conhece. José nos deixou no quarto. — Obrigado — falei, largando as malas no chão, e José fez o mesmo. — Uma pergunta, tem algum disco ou algo bom aqui? — Ele fechou a porta para ter privacidade. — Tem um lugar muito bom, mas é de um tom mais... — ele ficou calado por um segundo. — Sexual. — Como assim? — perguntei. — Bom... eu sou um cara muito bom nisso e me conhecem, então posso deixar vocês entrarem. — Sexo grátis, parece ótimo. — Que tal às 12 da noite você vir nos buscar? — Ele balançou a cabeça, confirmando. Ele foi embora, enquanto a gente desfazia as malas e transava. As horas passaram e José veio nos buscar, fomos para um lugar bem afastado, as mulheres eram mais putas que qualquer coisa. — Uma pergunta, sua namorada é boa de engolir? — Eu sei do que ele tá falando. — Sou uma expert — ela sorriu. — E de gozar dentro? — Ela disse que sim de novo. — Então pode ser a estrela. Entramos entre os primeiros e vimos que era tipo uma balada qualquer, mas ele nos levou pra outro lugar. Tava coberto com cortinas bem grossas, onde dava pra ouvir gemidos. Esses são bons, vai ser um bom lugar. — Bom, sua namorada vai ser a do bang gang — outros caras pelados apareceram, com paus grandes. — Quer — eu disse. Ela estava se despindo completamente, subiu em cima da mesa e eu me despi e fiquei sentado vendo Ignacia sendo fodida e gozando dentro dela. Litros de porra escorriam da buceta dela e também da boca e do corpo. Eu me masturbava vendo aquilo, que me excitava. Levantei e coloquei meu pau, o lugar estava muito quente, cada vez que eu tirava, uma quantidade de porra caía, mas as pessoas iam embora cada vez que gozavam, com a quantidade de porra. Não poderia deixá-la grávida, mas tentei, metia cada vez mais forte para gozar dentro dela.
Saímos do lugar pra ficar em casa, ficamos mais do que o planejado, quatro semanas, já um mês ali, mas não foi suficiente. Ignacia estava grávida, de tudo que aconteceu. Acevedo achava que eu poderia ser o pai, ou os caras que pegaram ela. — Não se preocupa, eu serei o pai. — Dei um beijo nela pra depois transar de novo. Lambi a buceta salgada dela e meti o pau na beira da cama, mordendo os peitos dela, já que são o ponto fraco dela. Pouco depois, pegamos nossas coisas e fomos embora. José foi muito educado com a gente esses dias. — Espero que voltem logo — ele disse, mas antes, Carlos, sabe por que conheço aquele lugar? — Por quê? — Porque toda mulher que passa por lá acaba grávida, e espero que cuide do seu próximo filho, que está crescendo, e toma. — Ele me entregou um copinho cheio de porra. — Uma lembrança. — Valeu. — Falei, antes de voltar pro carro.
Agora, na gravidez, a gente casou e vamos ser felizes com nosso próximo filho. Embora um bang gang tenha deixado ela doida, então ela vai com mais razão ainda pra esses lugares pra tomar cum, e com a amamentação é uma das melhores. Agora que estou escrevendo isso, estão fodendo ela no nosso quarto. Se ela é feliz, eu também sou. O copinho com porra ainda está guardado. Dei um gole no meu copo com cum que ela prepara pra mim. Garanto que vou contar mais histórias da minha esposa ninfomaníaca e vou contar com mais detalhes. O que aconteceu naquelas quatro semanas e o que ela faz na gravidez. ..... Sei que foi curto, mas foi o que me veio na cabeça pra escrever, logo volto com mais disso ou de um puta trio ou outra parada ligada a essa.
Saímos do lugar pra ficar em casa, ficamos mais do que o planejado, quatro semanas, já um mês ali, mas não foi suficiente. Ignacia estava grávida, de tudo que aconteceu. Acevedo achava que eu poderia ser o pai, ou os caras que pegaram ela. — Não se preocupa, eu serei o pai. — Dei um beijo nela pra depois transar de novo. Lambi a buceta salgada dela e meti o pau na beira da cama, mordendo os peitos dela, já que são o ponto fraco dela. Pouco depois, pegamos nossas coisas e fomos embora. José foi muito educado com a gente esses dias. — Espero que voltem logo — ele disse, mas antes, Carlos, sabe por que conheço aquele lugar? — Por quê? — Porque toda mulher que passa por lá acaba grávida, e espero que cuide do seu próximo filho, que está crescendo, e toma. — Ele me entregou um copinho cheio de porra. — Uma lembrança. — Valeu. — Falei, antes de voltar pro carro.
Agora, na gravidez, a gente casou e vamos ser felizes com nosso próximo filho. Embora um bang gang tenha deixado ela doida, então ela vai com mais razão ainda pra esses lugares pra tomar cum, e com a amamentação é uma das melhores. Agora que estou escrevendo isso, estão fodendo ela no nosso quarto. Se ela é feliz, eu também sou. O copinho com porra ainda está guardado. Dei um gole no meu copo com cum que ela prepara pra mim. Garanto que vou contar mais histórias da minha esposa ninfomaníaca e vou contar com mais detalhes. O que aconteceu naquelas quatro semanas e o que ela faz na gravidez. ..... Sei que foi curto, mas foi o que me veio na cabeça pra escrever, logo volto com mais disso ou de um puta trio ou outra parada ligada a essa.
2 comentários - Noite de festa (cuckold)