Boa noite, galera do P! Tava com vontade de postar um relato e pensando em qual experiência poderia ser ou inventar alguma. Mas resolvi fazer algo novo, uma ideia que surgiu de uns comentários sem sentido que me fizeram refletir. A gente vive num mundo onde sexo vende, e aqui mesmo a gente só posta as coisas mais quentes, e não as partes não tão bonitas desse mundo. Por isso, resolvi trazer algo novo pra vocês. Experiências pessoais fracassadas que rolaram comigo ao longo do tempo, como um jeito de mostrar que pode dar merda e ser desconfortável, mas sempre dá pra curtir. Obviamente, fiel ao meu estilo, não vou deixar de botar aquela dose de pornografia e erotismo nessas situações. Curte aí =================================== Experiência N°1: que melhor jeito de começar do que com a primeira vez, ahhh aquela utopia, aquele sonho, aquele momento mágico... E é isso, pode rolar de mil jeitos, a única certeza é que alguma coisa vai dar errado ou não sair como a gente imaginou. Eu era mais novo e tinha uma namorada que também era virgem, e a gente já tava junto há uns meses. A gente costumava se ver na nossa praça favorita e, quando não tinha ninguém por perto, a gente passava a mão um no outro por cima da roupa, explorando. Eu já tinha sentido ela molhada tantas vezes que não aguentava mais de pensar em como seria. Chegou o dia em que a gente tava pronto, na minha casa, sozinhos. A gente tava vendo TV no sofá quando começou a se beijar e se apalpar. Depois de um tempo, levei ela pro meu quarto e botei as músicas favoritas dela. Sem parar de se beijar, a gente passou a mão por baixo da roupa e se tocou de um jeito inexperiente. Ela não tinha coragem de tirar a minha. Perguntei: "Quer ver?" E sem esperar resposta, tirei e mostrei pra ela. "Nossa, tudo isso entra?" ela disse, enquanto tirava a calcinha. "Porque eu quero ele aqui" — continuou falando. Eu não conseguia parar de olhar pra ela, tava com pelos, mas dava pra ver que era rosada e linda. A gente fez sexo oral pela primeira vez. Chegou o grande momento. Fui pegar uma camisinha e não conseguia abrir. Finalmente, consegui. Conseguimos entre os dois, e ela tirou e tentou colocar no meu pau lubrificado com a saliva dela, mas não conseguia, então fizemos juntos. No entanto, não desceu mais que um pouco, mas decidimos fazer mesmo assim. Devagar e com um pouco de desconforto, comecei a enfiar. Naquela buceta super apertada, sentir como entrava e se abria aos poucos... Sentir aquele calor envolvendo meu pau pela primeira vez... Foi mágico. Mas começamos a meter e pareceu estranho. Então desci a mão até a área pra sentir. "Tá tudo bem?", ela perguntou. "Sim", respondi enquanto tirava e, com horror, vi que a camisinha não estava. Antes de assustá-la, decidi enfiar os dedos. Por sorte, senti que estava lá e tirei. Contei o que aconteceu, e o clima foi pro saco, além do medo de ela ter engravidado, mesmo a gente mal tendo transado. Fomos a uma farmácia, e lá disseram que provavelmente não tinha acontecido nada, que não precisava tomar a pílula que queríamos pedir. Foram dias de medo e apreensão até que finalmente a menstruação dela desceu, e na vez seguinte transamos de verdade, e foi lindo. Poderia chamar de "o primeiro susto".
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Experiência 2: isso aconteceu com uma colega de estudos. Gordinha, de óculos e muito desvalorizada, ela quase não tinha amigos, e eu era um deles. Obviamente não tem nada a ver o que eu falo, mas o pessoal costuma excluir. A gente tinha virado amigo nas conversas, e um dia, quase sem querer, ela encostou no meu pau durante uma aula. Daí em diante foi sem parar: toda vez que sentávamos juntos ou apagavam as luzes pra ver um filme ou algo assim, a gente se tocava um no outro. Um dia surgiu a oportunidade e ela veio na minha casa. Uma coisa levou à outra, e acabamos nos beijando na minha cama. Não demorou muito pra ela estar me masturbando e eu tirando a roupa dela. Logo os peitos dela (incrivelmente grandes) ficaram à vista, e só consegui descer até eles pra beijar enquanto continuei me masturbando. Mas a coisa não saiu como esperava. Dos peitos dela saiu um cheiro de suor bem forte que me fez recuar e tentar por outro lado. Tocando entre as pernas dela, um cheiro de cebola tomou conta do ambiente (sim, de cebola). Ela percebeu que não dava pra continuar assim, mesmo eu não tendo feito nada que me entregasse, e se recusou a seguir. Pouco depois, ela foi embora da minha casa e nunca mais aconteceu nada, nem ela mencionou isso. =============================== Por último neste post, experiência nº 3. Chegava a noite de sexta e eu não tinha nenhum plano, o que fazer? Não demorou muito pra eu começar a me sentir mal e pesado. Achei que saindo passaria, e rapidamente falei com uma amiga com quem a gente tinha transado fenomenalmente e ela me convidou pra ir na casa dela, sozinha. Peguei um táxi e fui. Durante a viagem, me sentia fraco e com febre, mas tinha certeza que ia passar. Cheguei na casa dela, nos cumprimentamos e ela foi se trocar pra sair pra um bar. Eu não achei que aguentaria uma noite fora, na verdade era verão e eu já estava começando a tremer. Meu corpo tremia e percebi que devia ter ficado em casa, mas já era tarde. Ela desceu que nem uma princesa pelas escadas, vestida incrivelmente, me beijou e eu devolvi o beijo. Começamos a ir de um lado pro outro nos beijando até que eu sugeri ficarmos na casa dela. Fomos pro quarto dela e rapidamente ela se despiu na minha frente, mostrando a calcinha de renda transparente que era uma beleza. Sem parar de olhar na minha cara, ela se ajoelhou enquanto eu sentava na cama e começou a me chupar sem parar. Minha temperatura devia estar a mil graus e a cabeça tava rodando. Quando chegou a hora de meter, por causa de tudo isso, perdeu a força, amoleceu e eu não conseguia levantar de novo. Terrível, haha. Chegou o momento em que ficou super dura de novo, mas na hora de colocar a camisinha, broxou de novo e eu já nem conseguia ficar de pé. Deitei e falei que não dava. Por sorte, e por isso quis terminar com nessa experiência, ela só fez uma brincadeira e a gente acabou conversando abraçado até as 4 da manhã, falando sobre tudo na cama dela e cochilando de vez em quando. No fim, os dois dormiram e eu acordei com o despertador. Fui embora e tive que voltar sem ter conseguido transar. Três dias depois, já tinha me recuperado da gripe. Mas, e aqui está a importância desse post: essas são coisas que acontecem e quase ninguém fala sobre elas. No entanto, não tem nada de errado e fazem parte de quem somos. Tudo é experiência. E, mesmo que aconteça, é importante sempre ter alguém que tire o peso da situação e se importe com você. E se você estiver nesse papel, seja a pessoa que cuida do outro, mesmo que seja a primeira vez que o encontra. Porque essa pessoa está te entregando toda a humanidade dela e deixa um pedaço de si com você, por isso respeite e honre essas pessoas. ========================== Beleza, amigos do P! Por hoje é só. Se quiserem deixar suas experiências, seria irado — aqui todo mundo já passou por algo e a sua experiência pode ajudar outra pessoa. Espero que tenham gostado. Até a próxima!
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Experiência 2: isso aconteceu com uma colega de estudos. Gordinha, de óculos e muito desvalorizada, ela quase não tinha amigos, e eu era um deles. Obviamente não tem nada a ver o que eu falo, mas o pessoal costuma excluir. A gente tinha virado amigo nas conversas, e um dia, quase sem querer, ela encostou no meu pau durante uma aula. Daí em diante foi sem parar: toda vez que sentávamos juntos ou apagavam as luzes pra ver um filme ou algo assim, a gente se tocava um no outro. Um dia surgiu a oportunidade e ela veio na minha casa. Uma coisa levou à outra, e acabamos nos beijando na minha cama. Não demorou muito pra ela estar me masturbando e eu tirando a roupa dela. Logo os peitos dela (incrivelmente grandes) ficaram à vista, e só consegui descer até eles pra beijar enquanto continuei me masturbando. Mas a coisa não saiu como esperava. Dos peitos dela saiu um cheiro de suor bem forte que me fez recuar e tentar por outro lado. Tocando entre as pernas dela, um cheiro de cebola tomou conta do ambiente (sim, de cebola). Ela percebeu que não dava pra continuar assim, mesmo eu não tendo feito nada que me entregasse, e se recusou a seguir. Pouco depois, ela foi embora da minha casa e nunca mais aconteceu nada, nem ela mencionou isso. =============================== Por último neste post, experiência nº 3. Chegava a noite de sexta e eu não tinha nenhum plano, o que fazer? Não demorou muito pra eu começar a me sentir mal e pesado. Achei que saindo passaria, e rapidamente falei com uma amiga com quem a gente tinha transado fenomenalmente e ela me convidou pra ir na casa dela, sozinha. Peguei um táxi e fui. Durante a viagem, me sentia fraco e com febre, mas tinha certeza que ia passar. Cheguei na casa dela, nos cumprimentamos e ela foi se trocar pra sair pra um bar. Eu não achei que aguentaria uma noite fora, na verdade era verão e eu já estava começando a tremer. Meu corpo tremia e percebi que devia ter ficado em casa, mas já era tarde. Ela desceu que nem uma princesa pelas escadas, vestida incrivelmente, me beijou e eu devolvi o beijo. Começamos a ir de um lado pro outro nos beijando até que eu sugeri ficarmos na casa dela. Fomos pro quarto dela e rapidamente ela se despiu na minha frente, mostrando a calcinha de renda transparente que era uma beleza. Sem parar de olhar na minha cara, ela se ajoelhou enquanto eu sentava na cama e começou a me chupar sem parar. Minha temperatura devia estar a mil graus e a cabeça tava rodando. Quando chegou a hora de meter, por causa de tudo isso, perdeu a força, amoleceu e eu não conseguia levantar de novo. Terrível, haha. Chegou o momento em que ficou super dura de novo, mas na hora de colocar a camisinha, broxou de novo e eu já nem conseguia ficar de pé. Deitei e falei que não dava. Por sorte, e por isso quis terminar com nessa experiência, ela só fez uma brincadeira e a gente acabou conversando abraçado até as 4 da manhã, falando sobre tudo na cama dela e cochilando de vez em quando. No fim, os dois dormiram e eu acordei com o despertador. Fui embora e tive que voltar sem ter conseguido transar. Três dias depois, já tinha me recuperado da gripe. Mas, e aqui está a importância desse post: essas são coisas que acontecem e quase ninguém fala sobre elas. No entanto, não tem nada de errado e fazem parte de quem somos. Tudo é experiência. E, mesmo que aconteça, é importante sempre ter alguém que tire o peso da situação e se importe com você. E se você estiver nesse papel, seja a pessoa que cuida do outro, mesmo que seja a primeira vez que o encontra. Porque essa pessoa está te entregando toda a humanidade dela e deixa um pedaço de si com você, por isso respeite e honre essas pessoas. ========================== Beleza, amigos do P! Por hoje é só. Se quiserem deixar suas experiências, seria irado — aqui todo mundo já passou por algo e a sua experiência pode ajudar outra pessoa. Espero que tenham gostado. Até a próxima!
1 comentários - Experiências reais que deram errado