Dando continuidade ao que falei antes, vou comentando os acontecimentos mais interessantes com meu querido Bobby. A prática com meu amante canino, mantive até quase meus 7 meses de gravidez, por precaução pra não causar dano ao meu bebê, parei com a relação periódica, com a intenção de dar um fim definitivo. Aparentemente Bobby não devia pensar igual, pois notava como meu bichinho me procurava, com o propósito de ter alguma aproximação física comigo, cheirando minha buceta e até pulando em mim com a tentativa de me penetrar, que com um simples grito, acabava paralisando o desejo dele. Não posso negar que me atraía a atitude do meu Bobby e até sentia uma excitação em saber que no instinto natural dele me desejava, ou melhor, que desejava saciar o fogo canino dele com a dona.
Com o nascimento do meu bebê, as coisas foram mudando pra mim, já que eu passava grande parte do dia cuidando e alimentando ele. Por consequência, Bobby foi pra segundo plano ou melhor, terceiro, já que meu marido tomou aquele lugar. Meu corpo tinha aumentado de volume e meus peitos pareciam dois melões, por causa da amamentação da minha pequena. Me dava a sensação de que meu marido tinha perdido um pouco do interesse por mim, e que ao contrário, Bobby era o oposto, mas acho que foi só minha imaginação.
Uma tarde depois de amamentar meu bebê, trocar ele e colocá-lo pra dormir, Bobby estava observando meus movimentos. Quando terminei, ele me olhava balançando a bundinha, me dava a sensação de que queria que eu desse atenção pra ele, então comecei a fazer um monte de carinho nele pra agradá-lo. Ele se deitou de barriga pra cima, esperando meus mimos na barriga, e eu fui até chegar perto do volume dele, não demorou muito pra começar a aparecer a ponta do pau vermelho dele. Senti um desejo natural de tocar nele, e bem devagar comecei a masturbá-lo, ele ficou quietinho aproveitando o que eu tava fazendo, enquanto o pau dele crescia junto com minha excitação. Minha boca se aproximou da ponta dele, pra começar uma chupadinha suave, quando ele Chorei, minha gata, me trouxe de volta à realidade, largando de repente o que tava fazendo pra ver a menina.
Depois do que aconteceu, pensei que não devia me envolver de novo com meu cachorro por vários motivos, além de que tava feliz com minha família e não via necessidade de continuar na zoofilia.
Até então, não tinha rolado nada com o Bobby, mas uma manhã, enquanto amamentava minha gata, meu querido cachorrinho ficou de olho na cena. Falei com ele enquanto continuava o que tava fazendo, e ele chegou perto de mim, rebolando a rabeta. Num dado momento, enfiou o focinho entre minhas pernas, roçando na minha buceta, foi tipo um choque elétrico que tomou meu corpo. Deixei ele um pouco e senti umas lambidas através da minha calcinha fio dental, junto com as sugadas da minha gata, isso me deixou excitada, mas mesmo assim afastei meu cachorro e continuei alimentando a pequena.
Por um tempo, não rolou mais nada, até que um dia (o diabo sempre mete a rabeta), tinha acabado de dar de mamar pra minha bebê, mas ainda tava produzindo leite que continuava escorrendo das minhas tetas enormes. Comecei a me despir pra lavar e trocar de roupa, tava quase tirando minha calcinha fio dental, quando o Bobby pulou em cima de mim, tão bruscamente que perdi o equilíbrio e caí no tapete. Meu corpo quase nu, molhado do meu leite, foi atraente o bastante pro meu bichinho começar a lamber. Minha primeira intenção foi tirar ele do que tava fazendo, mas não foi fácil, porque senti uma sensação muito gostosa, aí me joguei no tapete, me entregando pra aproveitar a língua gulosa dele.
Minha pele se arrepiou ao sentir a aspereza dele lambendo meus mamilos, que começaram a endurecer a cada lambida. Parecia que ele tava mamando nas minhas tetas, sugando meu leite materno, me excitava com desespero e vontade de sentir mais e mais o contato dele no meu corpo voluptuoso.
Tirei minha única peça de roupa pra oferecer meu corpo inteiro pra ele, já não era mais eu, era meu ser totalmente entregue, ao sentir a língua dele na minha buceta molhada. buceta, já não raciocinava, só queria gozar, o roçar da língua dele no meu clitóris me enlouquecia, eu gemia que nem uma puta no cio, pronta pra ser servida pelo meu macho. Ao ver a ponta vermelha bem crescida, minha boca buscou com vontade, pra enfiar ela toda lá dentro. Peguei com desespero, enquanto sentia ele tomar o volume todo, enfiava devagar, pra deslizar lentamente, curtindo com meus lábios a textura. Fui assim, aos poucos, Bobby ficou parado, aproveitando o boquete da sua amante-dona. Eu seguia fascinada no meu trabalho, quando ouvi uns choros da minha bebê, mas mesmo assim continuei, a chegada de um orgasmo fez eu intensificar o boquete, até que um jorro enorme de esperma inundou minha boca, era a primeira vez que acontecia comigo, e eu amei de verdade.
Tava toda melada de fluidos diferentes, além dos que tinham escorrido da minha buceta. Me levantei como pude, me limpei com a toalha e fui ver minha pequena, acalmando o choro dela.
Enquanto tomava banho, fiquei pensando no que tinha feito, não dava pra dizer que tava feliz, mas tinha ativado meus instintos mais baixos, pra me envolver com meu cachorro em mais um encontro sexual pegando fogo, que eu realmente curti.
Mesmo com a intenção de não repetir, minha mente trabalhava pra que eu fizesse de novo. Uma noite, não lembro o motivo, mas meu marido não dormiu em casa, o que não me deixava muito feliz de ficar sozinha. Depois de alimentar minha filha e botar ela pra dormir, sem ter planejado nada, chamei o Bobby e levei ele pro quarto de hóspedes. Comecei a brincar com ele, levantando minha saia, oferecendo minha buceta, sentia o focinho dele roçar na minha xota, e aos poucos fui tirando a roupa, até ficar pelada na frente dele, que parecia entender o que tava rolando.
Apertei meus peitos de novo, até sair leite, minha buceta escorria fluido de tanta excitação. Deitei no tapete, pra aproveitar a língua vigorosa do meu bichinho, que começou um trabalho minucioso Invasão no meu corpo lascivo. Dos meus peitos jorrava meu leite, que meu Bobby engolia com gosto, me deixando num estado total de tesão. Abri minhas pernas pra deixar a língua dele penetrar mais fundo nas minhas cavidades, a ponto de, sem pensar, me virar e ficar de quatro, na posição de putinha. Ele, nem lerdo nem preguiçoso, me montou de uma vez, começando a bombar sem parar em busca da minha racha.
Não demorou pra eu sentir o que ele queria: o pau dele tinha me penetrado de novo, me possuindo com paixão. As patas dele se agarravam firme na minha cintura, enquanto o pau roçava sem parar nas paredes da minha boceta. Eu era dele de novo, e aquilo me excitava, sei lá por quê. Devia ser o jeito que um bicho tomava posse do meu corpo, ou a maneira louca e selvagem como ele me comia. A respiração ofegante dele perto da minha nuca me deixava ainda mais excitada, enquanto a baba dele molhava minhas costas nuas.
O pau dele crescia rápido dentro do meu útero, até enfiar tudo, duro e firme. Eu gemia que nem a putinha dele, sentindo ele lá dentro. As pulsações dele pareciam prontas pra espalhar a semente no meu ventre, e isso me deu um orgasmo forte. Eu tava fora de mim, até sentir ele gozar e jorrar tudo lá dentro. Aquilo me levou a outro espasmo violento, que sacudiu meu corpo inteiro. Soltei um grito que até tive medo de acordar minha filha.
Ele desceu e, com um puxão brusco, tirou o pau de dentro da minha buceta. Doeu, mas eu gostei. Depois de lamber o pau dele, ele cuidou das minhas cavidades. Retribuí a atenção chupando o membro dele, que ainda tava bem duro. Me joguei no tapete, abraçando o Bobby, curtindo o pelo dele no meu corpo nu. Fui pegando no sono até perder a noção do tempo.
Umas lambidas no meu rosto me acordaram, e ele continuou pelo meu corpo, que tava bem marcado pelos fluidos já secos. Meus cheiros deviam ser muito atraentes, porque a língua dele explorava cada cantinho. Parecia que ele tava me preparando pra mais uma. Não demorei pra entrar no jogo dele: me coloquei de quatro de novo, pra satisfazer o desejo dele. ao mesmo tempo o meu. Tava impaciente pra meter de novo, montei rapidinho, tentando enfiar o pau dele. Quando a ponta procurou, ou melhor, encontrou meu cu, instintivamente tentei evitar, mas cada vez que ele entrava um pouco, me dava um tesão diferente, uma sensação nova. Mesmo nunca tendo feito isso, só deixando meu marido enfiar o dedo, resolvi deixar rolar, era a putinha gostosa dele, pronta pra satisfazer o macho. Meu coração batia acelerado e meu corpo começava a suar.
Notava que ele ia entrando cada vez mais, o que me estimulava a deixar ele invadir, doía, mas dava pra aguentar. Aos poucos, foi tomando conta do meu reto, o roçar nas paredes do meu canal era mais intenso e insaciável, o crescimento dele aos poucos começava a dilatar por dentro. As patas dele se agarravam forte pra conseguir enfiar o pau inteiro, as unhas arranhavam minhas coxas. A vara do Bobby começou a me penetrar com força, roçando as paredes do meu canal, sentindo ele crescer como das outras vezes, mas por outro buraco.
Sentia minha bunda se rasgando, tava sendo desvirgada por uma besta insaciável e sem controle, pronta pra satisfazer o instinto animal, não importava por qual buraco. Sentia ele entrar dolorosamente centímetro por centímetro, pelo meu reto. Acho que cada vez mais vermelho por aquela broca de carne, o esfíncter parecia pulsar pra aguentar melhor a invasão. Senti os primeiros jatos dele regarem meu interior, me excitava, curtia aquilo, apesar da dor, a bombada era implacável e cheia de violência, onde meu cu era forçado sem nenhuma piedade.
Naquele momento, me senti humilhada pela bestialidade dele, doía pra caralho, sentia como se tivesse sendo castigada pelo que tava fazendo. Quando ele conseguiu enfiar tudo, a bola dele toda dilatada, presa na entrada do meu reto, pra no final ficarmos completamente encaixados, me deu uma espécie de medo. Esperava que minha filhinha não chorasse pra eu poder socorrê-la. Naquele instante, senti como se Bobby fosse meu dono, o macho possuidor da sua dona submissa, permitindo tudo, contanto que eu aproveitasse as penetrações dele. Sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, quando de repente Bobby se virou e, pela primeira vez, ficamos travados, cu com cu, sentia o pau dele latejando, me dando uma série de espasmos, mas quando senti ele esvaziar a porra dentro do meu cu, foi o auge, eu gemia como uma puta, me segurando pra não ser ouvida pela minha bebê. Tentava segurar as patas dele pra evitar que ele me arrastasse e acabasse me rasgando na área engatada.
Meus peitos estavam inchados, não sei se pela excitação ou pela porra, ou pelos dois, enquanto meus mamilos estavam totalmente duros, vazando um pouco da minha porra. Meu estado hormonal parecia explodir, me dando uma série de convulsões, diante daquela penetração anal tão safada.
Ficamos uns 20 minutos acoplados, e Bobby conseguiu gozar duas vezes nesse tempo, e eu acompanhei com vários orgasmos. Quando a putaria dele foi acalmando, ele conseguiu tirar o pau duro do meu cu. Não podia acreditar que meu cachorro foi o responsável por desvirginar meu cu. Tava realmente exausta, me levantei pra tomar banho, e quando fiz isso, notei um pouco de sangue entre minhas pernas e vários arranhões, marcas do encontro fogoso.
Com o nascimento do meu bebê, as coisas foram mudando pra mim, já que eu passava grande parte do dia cuidando e alimentando ele. Por consequência, Bobby foi pra segundo plano ou melhor, terceiro, já que meu marido tomou aquele lugar. Meu corpo tinha aumentado de volume e meus peitos pareciam dois melões, por causa da amamentação da minha pequena. Me dava a sensação de que meu marido tinha perdido um pouco do interesse por mim, e que ao contrário, Bobby era o oposto, mas acho que foi só minha imaginação.
Uma tarde depois de amamentar meu bebê, trocar ele e colocá-lo pra dormir, Bobby estava observando meus movimentos. Quando terminei, ele me olhava balançando a bundinha, me dava a sensação de que queria que eu desse atenção pra ele, então comecei a fazer um monte de carinho nele pra agradá-lo. Ele se deitou de barriga pra cima, esperando meus mimos na barriga, e eu fui até chegar perto do volume dele, não demorou muito pra começar a aparecer a ponta do pau vermelho dele. Senti um desejo natural de tocar nele, e bem devagar comecei a masturbá-lo, ele ficou quietinho aproveitando o que eu tava fazendo, enquanto o pau dele crescia junto com minha excitação. Minha boca se aproximou da ponta dele, pra começar uma chupadinha suave, quando ele Chorei, minha gata, me trouxe de volta à realidade, largando de repente o que tava fazendo pra ver a menina.
Depois do que aconteceu, pensei que não devia me envolver de novo com meu cachorro por vários motivos, além de que tava feliz com minha família e não via necessidade de continuar na zoofilia.
Até então, não tinha rolado nada com o Bobby, mas uma manhã, enquanto amamentava minha gata, meu querido cachorrinho ficou de olho na cena. Falei com ele enquanto continuava o que tava fazendo, e ele chegou perto de mim, rebolando a rabeta. Num dado momento, enfiou o focinho entre minhas pernas, roçando na minha buceta, foi tipo um choque elétrico que tomou meu corpo. Deixei ele um pouco e senti umas lambidas através da minha calcinha fio dental, junto com as sugadas da minha gata, isso me deixou excitada, mas mesmo assim afastei meu cachorro e continuei alimentando a pequena.
Por um tempo, não rolou mais nada, até que um dia (o diabo sempre mete a rabeta), tinha acabado de dar de mamar pra minha bebê, mas ainda tava produzindo leite que continuava escorrendo das minhas tetas enormes. Comecei a me despir pra lavar e trocar de roupa, tava quase tirando minha calcinha fio dental, quando o Bobby pulou em cima de mim, tão bruscamente que perdi o equilíbrio e caí no tapete. Meu corpo quase nu, molhado do meu leite, foi atraente o bastante pro meu bichinho começar a lamber. Minha primeira intenção foi tirar ele do que tava fazendo, mas não foi fácil, porque senti uma sensação muito gostosa, aí me joguei no tapete, me entregando pra aproveitar a língua gulosa dele.
Minha pele se arrepiou ao sentir a aspereza dele lambendo meus mamilos, que começaram a endurecer a cada lambida. Parecia que ele tava mamando nas minhas tetas, sugando meu leite materno, me excitava com desespero e vontade de sentir mais e mais o contato dele no meu corpo voluptuoso.
Tirei minha única peça de roupa pra oferecer meu corpo inteiro pra ele, já não era mais eu, era meu ser totalmente entregue, ao sentir a língua dele na minha buceta molhada. buceta, já não raciocinava, só queria gozar, o roçar da língua dele no meu clitóris me enlouquecia, eu gemia que nem uma puta no cio, pronta pra ser servida pelo meu macho. Ao ver a ponta vermelha bem crescida, minha boca buscou com vontade, pra enfiar ela toda lá dentro. Peguei com desespero, enquanto sentia ele tomar o volume todo, enfiava devagar, pra deslizar lentamente, curtindo com meus lábios a textura. Fui assim, aos poucos, Bobby ficou parado, aproveitando o boquete da sua amante-dona. Eu seguia fascinada no meu trabalho, quando ouvi uns choros da minha bebê, mas mesmo assim continuei, a chegada de um orgasmo fez eu intensificar o boquete, até que um jorro enorme de esperma inundou minha boca, era a primeira vez que acontecia comigo, e eu amei de verdade.
Tava toda melada de fluidos diferentes, além dos que tinham escorrido da minha buceta. Me levantei como pude, me limpei com a toalha e fui ver minha pequena, acalmando o choro dela.
Enquanto tomava banho, fiquei pensando no que tinha feito, não dava pra dizer que tava feliz, mas tinha ativado meus instintos mais baixos, pra me envolver com meu cachorro em mais um encontro sexual pegando fogo, que eu realmente curti.
Mesmo com a intenção de não repetir, minha mente trabalhava pra que eu fizesse de novo. Uma noite, não lembro o motivo, mas meu marido não dormiu em casa, o que não me deixava muito feliz de ficar sozinha. Depois de alimentar minha filha e botar ela pra dormir, sem ter planejado nada, chamei o Bobby e levei ele pro quarto de hóspedes. Comecei a brincar com ele, levantando minha saia, oferecendo minha buceta, sentia o focinho dele roçar na minha xota, e aos poucos fui tirando a roupa, até ficar pelada na frente dele, que parecia entender o que tava rolando.
Apertei meus peitos de novo, até sair leite, minha buceta escorria fluido de tanta excitação. Deitei no tapete, pra aproveitar a língua vigorosa do meu bichinho, que começou um trabalho minucioso Invasão no meu corpo lascivo. Dos meus peitos jorrava meu leite, que meu Bobby engolia com gosto, me deixando num estado total de tesão. Abri minhas pernas pra deixar a língua dele penetrar mais fundo nas minhas cavidades, a ponto de, sem pensar, me virar e ficar de quatro, na posição de putinha. Ele, nem lerdo nem preguiçoso, me montou de uma vez, começando a bombar sem parar em busca da minha racha.
Não demorou pra eu sentir o que ele queria: o pau dele tinha me penetrado de novo, me possuindo com paixão. As patas dele se agarravam firme na minha cintura, enquanto o pau roçava sem parar nas paredes da minha boceta. Eu era dele de novo, e aquilo me excitava, sei lá por quê. Devia ser o jeito que um bicho tomava posse do meu corpo, ou a maneira louca e selvagem como ele me comia. A respiração ofegante dele perto da minha nuca me deixava ainda mais excitada, enquanto a baba dele molhava minhas costas nuas.
O pau dele crescia rápido dentro do meu útero, até enfiar tudo, duro e firme. Eu gemia que nem a putinha dele, sentindo ele lá dentro. As pulsações dele pareciam prontas pra espalhar a semente no meu ventre, e isso me deu um orgasmo forte. Eu tava fora de mim, até sentir ele gozar e jorrar tudo lá dentro. Aquilo me levou a outro espasmo violento, que sacudiu meu corpo inteiro. Soltei um grito que até tive medo de acordar minha filha.
Ele desceu e, com um puxão brusco, tirou o pau de dentro da minha buceta. Doeu, mas eu gostei. Depois de lamber o pau dele, ele cuidou das minhas cavidades. Retribuí a atenção chupando o membro dele, que ainda tava bem duro. Me joguei no tapete, abraçando o Bobby, curtindo o pelo dele no meu corpo nu. Fui pegando no sono até perder a noção do tempo.
Umas lambidas no meu rosto me acordaram, e ele continuou pelo meu corpo, que tava bem marcado pelos fluidos já secos. Meus cheiros deviam ser muito atraentes, porque a língua dele explorava cada cantinho. Parecia que ele tava me preparando pra mais uma. Não demorei pra entrar no jogo dele: me coloquei de quatro de novo, pra satisfazer o desejo dele. ao mesmo tempo o meu. Tava impaciente pra meter de novo, montei rapidinho, tentando enfiar o pau dele. Quando a ponta procurou, ou melhor, encontrou meu cu, instintivamente tentei evitar, mas cada vez que ele entrava um pouco, me dava um tesão diferente, uma sensação nova. Mesmo nunca tendo feito isso, só deixando meu marido enfiar o dedo, resolvi deixar rolar, era a putinha gostosa dele, pronta pra satisfazer o macho. Meu coração batia acelerado e meu corpo começava a suar.
Notava que ele ia entrando cada vez mais, o que me estimulava a deixar ele invadir, doía, mas dava pra aguentar. Aos poucos, foi tomando conta do meu reto, o roçar nas paredes do meu canal era mais intenso e insaciável, o crescimento dele aos poucos começava a dilatar por dentro. As patas dele se agarravam forte pra conseguir enfiar o pau inteiro, as unhas arranhavam minhas coxas. A vara do Bobby começou a me penetrar com força, roçando as paredes do meu canal, sentindo ele crescer como das outras vezes, mas por outro buraco.
Sentia minha bunda se rasgando, tava sendo desvirgada por uma besta insaciável e sem controle, pronta pra satisfazer o instinto animal, não importava por qual buraco. Sentia ele entrar dolorosamente centímetro por centímetro, pelo meu reto. Acho que cada vez mais vermelho por aquela broca de carne, o esfíncter parecia pulsar pra aguentar melhor a invasão. Senti os primeiros jatos dele regarem meu interior, me excitava, curtia aquilo, apesar da dor, a bombada era implacável e cheia de violência, onde meu cu era forçado sem nenhuma piedade.
Naquele momento, me senti humilhada pela bestialidade dele, doía pra caralho, sentia como se tivesse sendo castigada pelo que tava fazendo. Quando ele conseguiu enfiar tudo, a bola dele toda dilatada, presa na entrada do meu reto, pra no final ficarmos completamente encaixados, me deu uma espécie de medo. Esperava que minha filhinha não chorasse pra eu poder socorrê-la. Naquele instante, senti como se Bobby fosse meu dono, o macho possuidor da sua dona submissa, permitindo tudo, contanto que eu aproveitasse as penetrações dele. Sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, quando de repente Bobby se virou e, pela primeira vez, ficamos travados, cu com cu, sentia o pau dele latejando, me dando uma série de espasmos, mas quando senti ele esvaziar a porra dentro do meu cu, foi o auge, eu gemia como uma puta, me segurando pra não ser ouvida pela minha bebê. Tentava segurar as patas dele pra evitar que ele me arrastasse e acabasse me rasgando na área engatada.
Meus peitos estavam inchados, não sei se pela excitação ou pela porra, ou pelos dois, enquanto meus mamilos estavam totalmente duros, vazando um pouco da minha porra. Meu estado hormonal parecia explodir, me dando uma série de convulsões, diante daquela penetração anal tão safada.
Ficamos uns 20 minutos acoplados, e Bobby conseguiu gozar duas vezes nesse tempo, e eu acompanhei com vários orgasmos. Quando a putaria dele foi acalmando, ele conseguiu tirar o pau duro do meu cu. Não podia acreditar que meu cachorro foi o responsável por desvirginar meu cu. Tava realmente exausta, me levantei pra tomar banho, e quando fiz isso, notei um pouco de sangue entre minhas pernas e vários arranhões, marcas do encontro fogoso.
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