Minha comadre quer me dar a teta III

Minha comadre quer me dar a teta III


peitosPassaram vários dias sem notícias dos nossos amigos. Várias vezes fiquei tentado a mandar algum meme ou vídeo do TikTok pra Mica, como a gente fazia sempre, mas ela não me escrevia há dias e minha mulher também não falava deles. Nossas famílias se encontram pelo menos uma vez por mês, então não ia demorar muito pra gente se ver. Chegou o fim de semana. No sábado eu trabalhava cedo e à tarde ia pescar com uns colegas do trampo.

No sábado, umas horas antes de sair pra pesca, um dos caras do serviço quebrou o carro, então cancelou.

SILVIA: Olha, à noite minha mãe vem buscar as crianças. Como você ia pescar, a gente ia ter noite de garotas com a Mica.

EU: E o que você quer que eu faça?

SILVIA: Manda mensagem pro Nicolau e faz alguma coisa vocês, mas na casa dele. Aqui só vamos ficar eu e a Mica.

EU: Que saco.

Mandei mensagem pro Nico e ele respondeu que tinha comprado ingressos pro cinema com as crianças, já que a Mica vinha pra minha casa.

Chegou a noite, eu só esperava a Mica chegar. Queria olhar nos olhos dela e encontrar aquela cumplicidade de novo. Não conseguia parar de pensar nos dedos dela tocando a ponta do meu pau e como ela lambeu os dedos na última vez.

SILVIA: Olha, deixei aqui pra você fazer uns hambúrgueres e jogar videogame com a Mica. A gente vai ficar no quincho. Ela não tá bem, precisava dessa noite pra gente conversar, e quando eu falei que você no fim ia ficar, ela não gostou muito, então não enche o saco. A gente precisa conversar sossegadas.

A Mica chegou, eu nem saí pra cumprimentar. Elas foram pro quincho e eu no computador me conectei nas câmeras da casa e liguei o áudio. Fiquei um tempinho jogando, mas escutando o áudio da câmera até que algo chamou minha atenção.

SILVIA: Então, fala logo, gata. O que você queria conversar? Você ficou estranha a semana toda.

MICA: Não sei como dizer. Me sinto muito estranha com isso e tenho muita dificuldade em falar.

Meu saco subiu pra garganta. Pensei que ela ia contar tudo e ia dar uma merda danada.

SILVIA: Fala, gata, fica tranquila.

MICA: Lembra que eu te falei que com o Nico não... As coisas tão melhorando, principalmente na intimidade. E eu tenho minhas necessidades, tô passando por uma fase que nunca tive na vida.
SILVIA: Não me fala que você cagou o pau, sua burra.
MICA: Nãaaaao, nada disso, sua burra, não tenho com quem, além do mais.
SILVIA: Então, qualquer coisa que você me contar não é motivo de preocupação, fala tranquila.
MICA: Sim, mas me dá um pouco de vergonha falar, você é a única com quem vou falar disso.
Faz uns meses que tô meio tarada, excitada, deve ser pela falta de sexo. Li também que amamentar às vezes causa isso.
SILVIA: Ah, sim, sua burra, é normal, ainda mais se você não tá transando.
MICA: Bom, eu nunca fui de ver pornô nem de me masturbar sozinha, sempre tive parceiros, não passava muito tempo sozinha.
SILVIA: Sua burra, é super normal. Eu transo direto e mesmo assim às vezes me masturbo.
Eu sabia que minha mulher se masturbava às vezes porque encontrava lubrificante fora do lugar ou os dildos guardados diferente da última vez que a gente usou.
MICA: Ah, sua burra, olha que eu falo de tudo, mas me dá uma vergonha falar disso agora com você, a gente nunca falou assim.
SILVIA: É a coisa mais natural do mundo. Com o Javi sempre tivemos um sexo bom, normal. Tem dias melhores, dias normais e dias em que eu tô muito tarada e ele cansado, aí ele dá uma gozada e dorme. Eu, com a desculpa de tomar banho, entro no chuveiro e me masturbo pra caralho, não é pecado.
MICA: Caralho, que tesão.
SILVIA: Já contei demais, agora é você que veio contar as coisas, fala.
MICA: Bom, faz uns dois meses ou três e meio que tô assim, já não me aguentava mais, ficava excitada até dando de mamar. Aí pesquisei na internet se era normal.
E sim, sua burra, é normal, mas no meio de tudo que pesquisei, apareceram uns vídeos meio pornô, sua burra.
SILVIA: Você não pode pesquisar nada na internet, ainda mais se colocar "excitada" ou algo assim, vai te levar pro pornô com certeza.
MICA: Sim, sua burra, pior. Depois de abrir umas páginas pra ler informação, do nada terminei vendo vídeos pornô de mulheres que enquanto transam apertam os peitos e jorram leite, ou os parceiros chupam os peitos delas, e isso me deixou com muito tesão. demais
SILVIA: aí sim, sua burra, você tem três filhos, nas outras gestações nunca fez isso?
Nós com o Javi, nas gestações, toda vez que a gente transava, terminávamos trocando os lençóis, deixávamos tudo cheio de leite materno porque o do Javi eu engolia tudo hahahaha
MICA: aí, nenaaaaaa, cala a boca
SILVIA: e sim, sua burra, não lembra que uma vez num jantar a gente conversou que o Javi adora peitos de mãe amamentando?
MICA: sim, sim, lembro um pouco
Depois de ouvir tudo isso, percebi que mais do que querer me dar o peito, ela tá explodindo de tesão e eu fui o sortudo que canalizou essa excitação dela
SILVIA: vamos tomar uns drinks, sua burra, essa conversa me deixou meio excitada haha
Passou um tempo e eu ouvia barulho de que estavam preparando algo, nisso meu celular toca, era minha mulher
SILVIA: amor, vem aqui um pouquinho, não consigo fazer o liquidificador funcionar
Queremos fazer uns daiquiris
Fui até o quincho, cumprimentei a Mica o mais normal possível, ela também agiu como se nada tivesse acontecido
SILVIA: prepara uns drinks pra gente, mas vai com calma, eu não bebo isso há um tempão e a Mica, com o peito e a gravidez, faz quase um ano que não bebe
O liquidificador tinha quebrado um trava, então pra fazer funcionar tinha que enfiar uma faca de lado
Desci várias vezes pra fazer os drinks pra elas e, obviamente, preparei bem fortes e doces pra elas não perceberem
Elas continuaram falando de sexo, masturbação e outras coisas, detonando eu e o Nico
Umas 4 da manhã, percebi que só ouvia música na câmera do quincho, então peguei o jogo, coloquei a imagem e as duas estavam cochilando no sofá do quincho. Desci, acordei a Silvia e elas estavam bem bebidas, entre o álcool e o cansaço tinham dormido
SILVIA: amor, leva a Mica pra casa, o Nico já dorme, leva ela pra não gastar com Uber
MICA: não, sua burra, não precisa, vou pedir um Uber
EU: não é incômodo pra mim te fazer um favor, o que você precisar, de verdade, é mais um prazer
Das duas, a Silvia era a mais bêbada, a Mica falava: nãoooo, deixa, vou de Uber, Silvia Entre risadas e ela quase dormindo, insistia pra eu levar ela. Ajudei a Silvia a subir pro quarto e falei pra Mica me esperar. Troquei de roupa, arrumei o notebook, e nisso a Silvia já tinha apagado de vez. Tava bem bebona, parecia que tinha batido mais ainda, porque quando tentei acordar ela pra avisar que ia levar a Mica, ela nem reagiu.

Já no carro, a gente tava meio em silêncio. Tentei puxar papo, mas ela não falava muito. A casa dela era uns 5 quilômetros da minha, não era tão longe.

No meio do caminho, ela se jogou pra trás e falou:

MICA: Ai, preciso pegar minha bolsa. Um peito meu estourou.
EU: O que houve?
MICA: Nada, faz umas 8 horas que não amamento, enche e começa a vazar.

Mica tirou uma toalha da bolsa e enfiou por baixo da camiseta. Parei num semáforo, olhei pra ela e a camiseta tava toda molhada na área dos peitos. Ela tirou a toalha, se ajeitou, e dava pra ver que, de gotinha em gotinha, molhava de novo. Nisso, um carro buzinou porque o sinal tinha ficado verde.

MICA: Tá olhando o quê? Presta atenção na frente.
EU: Nada, é que a toalhinha não adiantou, tá vazando leite ainda.
MICA: É, até eu tirar ou a bebê mamar, não vai parar.

Andamos umas 10 quadras e eu, de vez em quando, olhava pra ela. Chegamos numa esquina de uma avenida onde tinha um galpão de uma empresa de ônibus. Dobrei, andei uns 50 metros e parei. Naquela rua não passava ninguém naquela hora, mas era tranquila porque nas esquinas tinha polícia cuidando dos ônibus.

MICA: O que foi?
EU: Nada ainda... Você não vai falar nada sobre o que aconteceu semana passada na sua casa?
MICA: Não sei o que tá rolando comigo ultimamente. Tô muito tesuda, agi sem pensar. Não posso fazer isso com a Silvia.
EU: Ainda não fizemos nada de errado, mas não dá pra fingir que não aconteceu. Já não consigo mais te ver amamentando sem ficar de pau duro. Olho pra você agora, com a camiseta toda molhada, e meu pau explode.
MICA: Não fala isso.
EU: Você não sente nada agora?
MICA: Não sei o que você quer que eu te fale. diga
EU: o que você tá pensando agora, o que quer fazer, o que sente nesse momento
MICA: uma parte de mim fala: liga o carro e me leva pra casa, amo meu marido e amo minha amiga, mas por outro lado, tô morrendo de vontade de você chupar meus peitos e tomar toda a minha porra, mas não é certo
Desliguei o motor do carro, apaguei as luzes e joguei o banco pra trás
EU: para, preciso comprar um tempo pra gente
Mandei um áudio pra minha mulher
EU: acabei de deixar a Mica, mas porra, o pneu do estepe também furou, tô esperando um Uber pra levar o pneu numa borrachariaMica: por que você fez isso
EU: se ela tá dormindo de bêbada, não dá nada, mas se acordou e demorou, vai desconfiar de algo. Agora a gente tem tempo
Me estiquei e também puxei o banco dela pra trás, ela só me olhava, tava dura
EU: posso?
Olhando pra ela, peguei na camiseta dela, ela respondeu com a cabeça que sim. Levantei a camiseta até acima dos peitos, ela tinha um sutiã daqueles que abrem na frente pra amamentar, tava cheio de leite materno. Desabotoei e, pela primeira vez, os peitos nus dela estavam na minha cara, gotinhas saindo da ponta dos mamilos. Comecei a tocar devagar os peitos dela, ela só me olhava, respirava forte e de vez em quando soltava um gemido
Massageei um pouco os peitos dela, minhas mãos estavam molhadas pelas gotas de leite. Aproximei meu rosto do peito dela, olhei pra ela e ela me olhou e sorriu
Mica: vai, Javi, chupa meus peitos, toma todo meu leite
Me agarrei nos peitos dela como se nunca tivesse chupado um peito na vida. Chupava e engolia as gotas de leite dela, ela acariciava minha cabeça. Fiquei assim um tempinho, limpei minha boca, subi meu rosto até o dela e a gente se beijou. Foi nosso primeiro beijo, nossas línguas se tocavam, ela tentava sentir o gosto do leite que tinha sobrado na minha boca e dizia: você tomou tudo
Desci minha mão até a virilha dela e ela estremeceu, gemeu e só se ajeitou
Desabotoei o botão da calça, abaixei o zíper e enfiei a mão. Tava toda molhada por cima da calcinha fio dental dela, sentia todo o fluxo vaginal. Puxei a roupa íntima dela pro lado e pude sentir os lábios dela, com tanta lubrificação meus dedos deslizavam suavemente até que toquei o clitóris dela. Tava quente, durinho e muito molhado. Enfiei os dedos dentro da buceta dela, ela se contorcia de prazer e em menos de 3 minutos teve um orgasmo intenso. As pernas tremiam, ela me beijava e apertava meu braço
Não tirei minha mão, mas parei de mexer. A buceta dela tava totalmente quente e cheia de fluxo, minha pika tava explodindo
MICA: adorei, fazia tanto tempo que não me molhava assim, acho que é a primeira vez Pela primeira vez na vida, gozei tão rápido
EU: adoro passar a mão em você e chupar seus peitos

Enquanto a gente conversava, eu continuava com a mão esquerda dentro da calça dela, acariciando o clitóris. Ela me beijou de novo e, dessa vez, levou a mão até minha calça, desabotoou, enfiou a mão, pegou meu pau e puxou pra fora. Olhei pra ela, ela olhou pra mim e disse:

MICA: faz um mês que eu tô batendo uma pensando nesse pau

Ela começou a me masturbar. Meu pau tava cheio de pré-gozo, como nunca. Ela juntou com dois dedos e levou à boca.

MICA: hmmm, que delícia

E me beijou. Eu tava explodindo. Ela se ajeitou e começou a me chupar de um jeito fora do normal. Minha mulher era uma das melhores boquetes da minha vida, mas ela tava curtindo aquele boquete como nunca. Dava pra ver que a Mica tava com uma vontade imensa de chupar um pau.

Ficou uns 6 ou 7 minutos me chupando inteiro. Eu já não aguentava mais, mas não queria gozar. Tava aproveitando como nunca.

EU: olha, não aguento muito mais
MICA: vai tranquilo

Não aguentei muito mais e comecei a gozar como não fazia há muito tempo. Ela cuidou pra não desperdiçar nem uma gota. Gozei quase tudo dentro da boca dela, só umas gotas ficaram nos lábios. Quando terminei de gozar, ela se levantou, me olhou, engoliu tudo e disse:

MICA: eu também não desperdiço nem uma gota de porra

Com o dedo, juntou as gotinhas de sêmen dos lábios e chupou. A gente se beijou de novo, apaixonadamente, por um bom tempo. Ajeitamos nossas roupas, colocamos os bancos na posição e chegamos na casa dela. Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, quase encostando nos meus lábios, e disse:

MICA: isso não é tudo, já quebramos a barreira

Ela desceu do carro e entrou.

Quando cheguei em casa, minha mulher tava dormindo. Nunca ficou sabendo da mensagem que mandei.

Peguei o celular pra colocar o despertador e tinha uma mensagem da Mica:

Mica: Javi, adorei o de hoje
E uma foto dos peitos dela escorrendo porra…

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