Minha tia pequena "Bem, nem tanto

Este relato foi enviado pelo Javier, espero que vocês curtam tanto quanto eu!Vou situar vocês. A questão é que tenho uma tia que é 6 anos mais nova que eu, em casa a gente sempre chama carinhosamente de "a menina". Ela se chama Mónica, ou melhor, chamam ela de Nika, e eu sempre chamei ela de Nikki. Ela tem 1,70m, pesa uns 58 kg, é bem gostosa de rosto, mas o forte dela sem dúvida é o corpo. Deixo umas fotos pra vocês verem!Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto

Já faz uns anos que eu passava as tardes ajudando ela nos estudos na casa dos meus avós. Ela e eu sempre tivemos e continuamos tendo uma puta confiança, e eu ia buscar ela no colégio todo dia pra almoçar junto, já que meus avós ainda eram jovens e tanto eles quanto meus pais ainda trabalhavam, e a gente comia só nós dois na maioria das vezes. O negócio é que a mania dela logo depois de comer era ir pro quarto tirar a tanga e trocar por uma calcinha, porque dizia que ficava mais confortável pra fazer as tarefas. Mas essa tanga que ela tirava raramente ia pro cesto de roupa suja; ela tinha a mania de sempre deixar jogada no chão do quarto, e eu sempre dava uma bronca nela por isso, pegava e levava pro lugar certo. Ela sempre me dizia:

— No fundo você gosta de pegar, senão não faria — e ria.

Tudo isso ela fazia sozinha no quarto, e depois eu entrava pra ajudar com as tarefas ou só pra ficar com ela, ou a gente saía pra dar uma volta, ir ao cinema, comer um lanche... Mas um dia, depois do almoço, ela me disse que tinha que fazer um desenho e perguntou se eu podia ajudar. Claro que eu disse que sim. Então fomos pro quarto e começamos a trabalhar, mas antes ela falou:

— Vou trocar a tanga, tô incomodada.

Como esse era o ritual normal dela, eu achei que já tinha feito ou que já tava de calcinha desde de manhã, mas não era.

— Espera, vou sair — falei, e ela respondeu:

— Não, não se preocupa, fica aí, já leva a tanga... (risadas)

Eu ri e fiquei. Ela tirou a calça jeans que tava usando e ficou só de tanga rosa, bem normal, nada demais. Aí eu baixei a cabeça pra fingir que não tava olhando, e ela tirou a tanga toda enrolada, mas não tinha a calcinha pronta, então me mandou pegar uma na gaveta que tava bem atrás de mim. E eu fiz isso, mas claro, quando me virei pra entregar a calcinha, olhei pra ela e vi aquela bucetinha. Adolescente com uns pelinhos fininhos e ruivinhos, pra ser sincero, nunca tinha pensado na minha tia de forma erótica até aquele dia, mas era inevitável.

- Toma (ela me fala num tom debochado, me entregando a calcinha toda enrolada) já sabe onde vai, né? (Risos)
- Sim, sim, já sei...

Mas dessa vez foi diferente. Peguei a calcinha dela com a mão e notei que tava úmida, molhada, nunca tinha reparado nisso antes. Fui pro banheiro, onde devia deixar a calcinha, mas no caminho não consegui me segurar: levei ela até o rosto e cheirei. Cheirei aquela calcinha, a calcinha da minha tia mais nova, que eu nunca tinha visto com essas intenções, que eu tinha acabado de ver a buceta pela primeira vez. E aquele cheiro ficou gravado a fogo em mim, era o cheiro mais doce que já tinha sentido na vida. E então, não sei por que nem como, me deu na telha: desenrolei a calcinha, estiquei a língua e chupei o rastro de lubrificação que a bucetinha dela tinha deixado ali. Em seguida, guardei a calcinha no bolso da calça pra depois voltar pro quarto e continuar com a tarefa.

Depois dessa situação peculiar, se passaram vários dias normais, eu pegando as calcinhas dela do chão como já era de costume... Mas um dia, quando fui buscá-la no colégio, fomos pegos por um temporal daqueles que nenhum dos dois esperava, então chegamos em casa encharcados. Assim que entramos, nos secamos com umas toalhas e fomos trocar de roupa. Minha roupa seca tava no quarto dela, então fiquei esperando enquanto ela se trocava primeiro, mas ela...

- O que cê tá fazendo, sobrinho? Que que cê tá fazendo no corredor? Entra pra se trocar, que cê tá ensopado.
- Já já, mas se troca você primeiro, eu espero, fica tranquila.
- Nada disso, vem logo e se troca, não tô nem aí se você me ver, sou sua tia...
- Bom, tá bom... Mas dessa vez a calcinha quem lava é você... (risos)

O fato é que nós dois ficamos pelados e eu não conseguia, por mais que quisesse e tentasse, parar de olhar pra ela... A bucetinha doce e quase sem pelos eu já tinha visto antes, mas essa era a primeira vez que ia ver os peitos dela e tava muito nervoso. Então ela tirou o sutiã e lá estavam... uns peitos perfeitos, não muito grandes mas também não pequenos, redondinhos e bem empinados desafiando a gravidade, e pra completar uns biquinhos moreninhos e durinhos, provavelmente por estar molhada e com frio (ou pelo menos foi o que eu quis pensar), os peitos perfeitos de uma garota de 17 anos. E então ela abaixou a tanga e lá apareceu de novo aquela buceta perfeita e doce... e eu percebi que alguma coisa entre minhas pernas estava crescendo e que eu teria que me controlar pra não subir, já que eu ia ter que me despir e ela ia me ver... me controlei como pude e fiquei pelado na frente dela. Ela me olhou e disse:

— Depois de tantos anos dormindo juntos e compartilhando tanta coisa... essa é a primeira vez que a gente se vê pelados... (ela solta uma risadinha) e não tá nada mal.

— O que você quer dizer com isso? Que eu sou o primeiro cara pelado que você vê?

— Não, sobrinho, não. Já vi alguns outros (risadinha).

— Então... você já não é mais virgem?

— Pois não, minha virgindade já foi embora faz uns dois anos.

— Ah... que corte...

— Kkkkkk ué, você perguntou, não foi?

Toda essa conversa, nós dois pelados nos olhando, me deixou a mil e a piroca pulsava. Consegui controlar a ereção... bom, mais ou menos... então:

— Isma, acho que já que tô assim, vou aproveitar e tomar um banho rápido.

— Beleza, como quiser, mas primeiro deixa eu mijar que tô estourando.

— Kkkkkk tá, vai, mija enquanto eu abro o chuveiro.

Entrei pra mijar e ela abriu o registro e entrou no chuveiro, mas não fechou a cortina, deixou aberta de um lado, bem do lado que eu tava mijando. Aí terminei. Fui sair, mas ela me parou.

— Espera! Não sai, fica aqui, a gente vai conversando enquanto eu termino, que é rapidinho.

— Tá, mas espera eu pelo menos colocar uma cueca...

— Pra quê? Não vou demorar nada. Além disso, eu não trouxe roupa, então a gente se veste depois, vai... tá com vergonha da sua tia ver seu pau? Kkkk

— Não, nenhuma. Pelo contrário, eu achava que ia te dar pra você, pra mim tanto faz.
— Pra mim? Meu sobrinho me ver? Nem pensar!
— Ok, então vou ficar aqui sentado no vaso, mas se liga, vale?
— Siim, tranquilo, vou me ensaboar e saio.
— O que você quer conversar? Fala aí.
— Nada em especial, só que com a tempestade e tal, não gosto de ficar sozinha.
— Que mentirosinha você é... achei que ia me contar algo sobre aquele cara misterioso que se eu pegar, mato, e que tira sua virgindade.
— Hahaha, por que você sabe que foi só um?
— Porque te conheço e sei como você é, e até acho estranho que tenha tido um.
— Então acertou, foi só um, mas só umas duas vezes, nada mais, e só sexo, nada de oral nem nada. Além disso, doeu e foi muito rápido. Pronto, já sabe tudo, feliz?
— Acho que tenho informação demais, mas sim, feliz que você é uma boa garota, pra falar a verdade.
— Já terminei. Me passa a toalha?
— Claro. Toma!
Ver ela secar aquele corpo gostoso e passar a toalha entre as pernas, secando os pelinhos lá embaixo, me excitou tanto que não consegui controlar a ereção e subiu. Tentei disfarçar indo me vestir, mas ela percebeu...
— Mas... o que é isso? Ficou dura? Hahaha
— O que você tá falando, menina? (falei me virando) Você tá muito tarada, hein (respondi enquanto saía do banheiro)
— Sim, sim, a tarada sou eu... mas quem fica de pau duro com a tia pequena é você... hahaha
Saí do banheiro meio envergonhado e me vesti enquanto ficava olhando ela ali nua, secando o cabelo com o secador. Ela saiu, abriu as gavetas e o armário, pegou calcinha e roupa e se vestiu, mas com uma camiseta branca e sem sutiã, com os peitos ainda visivelmente molhados e transparentes. Era uma sexta-feira bem chuvosa e depois do almoço colocamos um filme na sala. Ela se deitou no sofá, apoiando a cabeça nas minhas pernas, e eu rezava pra não subir de novo, porque se eu virasse o olho, podia ver os peitos dela pelo decote da camiseta que ela tava usando. Aí começou uma... conversa sobre meus encontros com uma mina que foi interrompida pela chegada da minha avó, o que por um lado agradeci porque ela tava muito perguntadeira, queria saber de tudo e tava me deixando mais excitado que o normal, de qualquer forma a conversa, longe de acabar, ficou adiada pra segunda porque nos fins de semana meus avós e meus pais estavam em casa e esse tipo de assunto não dava pra falar na frente deles.

Passou o fim de semana e na segunda fui buscar ela de novo na escola, chegamos em casa, almoçamos e durante a comida ela já puxou o assunto que tinha ficado pendente, mas eu falei que era hora de comer e que depois teria tempo, ela se segurou e comeu.

Terminamos de comer e fomos pro quarto, ela tirou a tanga na minha frente de novo, mas dessa vez também tirou o sutiã pra ficar mais à vontade, vestiu uma calcinha e um pijama curto sem nada por baixo na parte de cima, eu enquanto isso tava ficando doente de novo e aí começou a conversa adiada.

— Então, e aí?
— Como assim?
— Agora já podemos continuar a conversa, né? Já comemos e já estamos relaxados.
— Beleza, fala, o que você quer saber?
— Então... com que idade você perdeu a virgindade?
— Com a mesma que você tem agora.
— Então eu ganhei de você? Olha só! Hahaha
— Ei, não acho que seja motivo pra se orgulhar também, hein...
— Tá, é verdade, desculpa... e posso saber com quem foi?
— Você não me contou o seu, então...
— Já, mas é que se eu te contar, o cara corre muito risco (risos), mas fica tranquilo que comigo a mina tá segura!
— Hahaha, que engraçadinha você é.
— Vai, que diferença faz... vai... por favorzinho...
— Tá, tá. Lembra do Denis? Então, foi com ela.
— Denis? Sim, lembro sim, aquela mina que estudava na sua sala no colégio, a baixinha de olhos azuis enormes... muito bonitinha, sim! Então foi com ela? Nada mal, é verdade que você levava ela pra casa às vezes. Ela era muito legal. Mas eu sei por que foi ela (risos).
— Então você sabe, hein? Por que foi ela? Me surpreenda!
— Fácil, porque os olhos não era a única coisa que tinha enorme! Kkkkk tinha uns peitões e, portanto, um bom par de motivos pra querer comer ela kkkkk
— Não seja mau, eu gostava muito dela e a gente se divertia pra caramba junto. Ficamos um ano e meio saindo quase todo dia e ela era uma gostosa... e bom, sim, é verdade que tinha um belo par de motivos! Kkkk.
— Kkkk. Viu? Sabia! Kkkkk. E como foi?
— Então, não sei... a primeira vez foi estranha. Até aquele momento a gente só tinha se masturbado um ao outro, mas naquele dia a gente queria tentar, então eu toquei ela até ficar molhadinha, coloquei uma camisinha de banana e...
— Uma camisinha de banana? Kkkkkkkk
— Sim, de banana. Deixa eu continuar ou paro por aqui?
— Continua, continua. De banana... kkk
— Bom, então isso, coloquei uma camisinha de banana e tentei meter, mas ela estava muito mais apertada do que parecia com o dedo e doía. Acabou entrando por causa da lubrificação da camisinha, mas quando eu metia umas quantas vezes, saía sozinha. Ficamos assim um tempão até decidir parar e tentar no dia seguinte, ela tirou a camisinha, me masturbou e deixamos pra outro dia.
— Poxa, que merda, né? E aí, o que aconteceu?
— Então, nada, no dia seguinte a gente tentou de novo com uma camisinha de morango... pode rir...
— Kkkkk, sim, me faz rir. Por que de morango?
— Porque naquela época eu tirava camisinhas de máquinas de venda e as de sabor eram mais baratas. Eram três: morango, banana e menta. Mas continuo?
— Sim, sim, claro
— Nada, dessa vez ela talvez estivesse mais excitada e funcionou, e a gente se divertiu pra caramba. A partir daí, a gente fazia quase todo dia, até que uma vez roubei camisinhas numa farmácia e até peguei algumas dos meus pais.
— Bom, teve final feliz kkkk fico feliz por você! E... o sexo oral?
— Então, o sexo oral começou na primeira vez que ela ficou menstruada. Como não podíamos fazer outra coisa, eu estava me masturbando e ela abaixou a cabeça e colocou na boca. Me surpreendeu tanto quanto adorei, ela fazia como se tivesse feito a vida toda, ou pelo menos foi o que pareceu. Parecia que pra mim também era a primeira vez que tavam chupando minha buceta.
— Que egoísta você é! E você, o quê?
— Bom, eu, quando a menstruação dela passou, também chupei ela e com vontade, e aquele dia foi nosso primeiro 69, que não foi o último, hein!
— Ah, bom, isso já me parece muito melhor! E...
— E nada, é isso. Agora é sua vez. Como foi a sua?
— Bom, nada de outro mundo, pra ser sincera. Ele colocou a camisinha que não era com sabor... ou pelo menos acho que não (risos) e tentou meter, mas sem sucesso... tive que pegar na pica dela e enfiar eu mesma, foi bem devagar, bem de leve, porque tava doendo pra caralho, e quando parecia que a dor tava mais fraca, pá, gozou... e é isso, fiquei na vontade de mais, pra ser sincera.
— Hahaha, que merda! Mas vocês não se masturbaram ou fizeram oral ou algo assim? Só isso?
— Não, nada de nada. Ele ficava passando a mão na minha buceta quando a gente se beijava e enfiou um dedo antes da pica, mas só. Eu só toquei na dela pra enfiar.
— A gente já tinha se masturbado umas 20 vezes antes de foder.
— Pois eu nunca masturbei ninguém nem fui masturbada.
— Não fode? Mas... e você mesma?
— Bom... isso também te interessa? Hahaha, achei que era só sobre nossa primeira vez, não sobre intimidade, hahaha.
— Ok, desculpa, você tem razão, não responde. Fica tranquila.
— Hahaha, sem problemas, vou responder sim. Olha, eu me toco um pouco, mas bem pouco. Quer dizer, passo a mão um pouco, mas nunca cheguei no orgasmo, e tudo que já enfiei foi a ponta de um dedo. Faço isso às vezes quando vou pra cama antes de dormir. Mas... e você? Se bate uma punheta? Hahaha, é sua vez.
— Então você nunca teve um orgasmo?
— Ei, ei, não foge da pergunta, me responde!
— Bom, sim, claro que bato punheta, e bastante até. Mas você...
— Não, nunca, não sei como é. Feliz?
— Não, não tô feliz... caralho, o que você tá perdendo!
— Já te falei, só transei duas vezes e foram super rápidas, nunca me masturbaram, e o que eu faço sozinha é só isso.
— Então você tem que continuar e chegar até o fim. final. Você vai adorar! Eu juro!
— Ei... isso aí que eu tô vendo é um volume? Kkkk você ficou excitado?
— Bom, olha, até que fiquei um pouco excitado, mas o volume é o celular, sua linda!
— Kkkk. Bom, poderia ter sido, não seria a primeira vez, eu acho... kkkk. Eu também fiquei um pouco excitada e sabe o que... essa noite talvez eu vá até o final e a gente vê o que acontece... depois te conto.
— Se você fizer, não vai se arrepender, vai ver. Mas não precisa me contar.
— Precisa sim, adoro ver como você fica excitada kkkk
— Ah, para!
A conversa acabou bem ali quando meu avô entrou pela porta me chamando pra ir fazer umas compras no supermercado.
Naquela noite, quando já estava na cama pra dormir, vi meu celular acender, olhei e era a Nikki dizendo que eu tinha razão, que ela tinha ido até o final e que quase morreu de prazer, e me agradeceu e disse que depois me contava. Eu disse que ficava feliz por ela e mandei um beijinho, mas a verdade é que fiquei tão, tão tesudo que peguei a calcinha fio-dental dela de onde estava escondida, coloquei no meu rosto e bati uma das punhetas mais rápidas da minha vida, guardei a calcinha de novo e fui dormir.
Nos dias seguintes ela não estava muito receptiva, tinha ficado menstruada, dava pra perceber de longe pela cara que ela fazia e porque ficava entrando no banheiro pra se trocar e não tinha vontade de nada, só de comer chocolate, então não me contou nada nem falou sobre aquilo. Quando a menstruação passou, me fizeram fazer hora extra no trabalho, então fiquei uma semana sem poder buscá-la e indo direto pra casa sem passar pra vê-la, só conversávamos por mensagem à noite pra saber como foi o dia. Nada mais. Eu pensei que já tinha passado tudo e fiquei um pouco mais tranquilo.
Chegou o dia do pagamento e as horas extras valeram a pena, então com esse dinheiro fui comprar um celular de última geração, daqueles que já vinham com duas câmeras, e na hora de sair do colégio fui buscá-la pra mostrar. Ela saiu sorrindo como... Sempre, mas dessa vez ela ficou feliz de me ver, já que fazia mais de uma semana que a gente não se via. Durante o caminho pra casa, ela me contou um monte de coisas. Quando chegamos em casa, antes de comer, ela me pediu pra mostrar meu celular novo e pirou quando viu.

— Depois a gente pode tirar umas fotos pra testar, né?
— Sim, claro, lógico. Mas primeiro vamos comer.

Comemos e fomos pro quarto. Eu fiquei do lado de fora, como fazia antes, esperando ela se trocar, mas ela não ia se trocar.

— Então? Vai me fazer alguma foto?
— Sim, claro, já tinha pensado nisso. De um jeito diferente do normal...
— Não me fala mais! Você quer me tirar foto de calcinha!
— Bom, não era bem isso que eu tinha pensado...
— Não, não, fica tranquilo. A gente tira, eu gostei da ideia! Mas você vai me falando como quer que eu pose, como me posiciono e tal, ok? Mas sem vergonha, como se eu não fosse sua tia, como se fosse uma modelo que você vai fotografar.
— Uma modelo? Hahaha, você não se acha muito, né? Tá bom, fechado, se é o que você quer. Como a gente faz?
— Primeiro, fica claro que as fotos não vão sair daqui e ninguém vai ver. Passa do celular pro meu computador, depois apaga, e aí a gente passa pra um pen drive que vai ficar guardado aqui, e apaga do computador. E quando um de nós quiser ver, a gente vê aqui, sem o pen drive sair dessa casa, ok?
— Sim, sim, claro. É sua ideia, então a gente faz do seu jeito com elas... Mas tô preocupado com o tipo de foto que você quer tirar... Tô meio assustado, pra ser sincero.
— Hahahaha, relaxa, é algo normal, mas só pra você e pra mim. Que tal a gente fazer umas fotos de um dia normal antes de dormir? Tipo, eu chego vestida e vou tirando a roupa até entrar na cama, mas tudo com poses sexy que a gente inventar. Curte?
— Pô, claro, adorei a ideia.

Começamos a sessão de fotos com ela vestida normal, fazendo uma série de poses, e aos poucos ela tirava alguma peça de roupa. Quando ficou só de sutiã... y thong (que naquele dia ela não tinha trocado pra fazer as fotos) eu comecei a ficar muito tesudo e, vendo que ela tinha me dado o controle da parada e que cumpria as ordens que eu dava, tentei ir um passo além
— Beleza Nikki, vamos começar com o sério (risadas dos dois). Agora morde o dedo indicador de uma das mãos e a outra coloca na parte de cima do thong com o polegar enfiado pra dentro, como se fosse uma cowgirl
— Hahaha, o que você tá dizendo? Adorei! Assim?
— Sim, mas puxa o thong pra baixo com o dedo, como se fosse abaixar ele.
— Ah, tá... assim?
— Espera, deixa eu fazer. (Cheguei perto dela e puxei o thong pra baixo devagar até aparecerem os pelinhos da parte de cima da buceta) Agora coloca o dedo e segura o thong ali, o que eu quero é que dê pra ver um pouco dos pelos da buceta pra insinuar
— Hahaha, sim, sim, ok, você manda. Tá aparecendo o suficiente? E a outra mão, mordo o dedo assim?
— Sim, sim, tá aparecendo e você tá perfeita assim. Espera, vou tirar mais umas. Pronto, passamos pra próxima
— Essa eu gostei muito, ficou super sexy! O que a gente faz agora?
— Até onde você tá disposta a ir? Vai se despir mais ou só até aqui?
— Hahaha, você tá entrando muito no personagem, hein? Já te falei que você manda, vou até o final. De qualquer forma, não é nada que você já não tenha visto e é só pra nós, então não me importo.
— Ok, então vira de costas, tira o sutiã, vira meio corpo sem mostrar os peitos e olha pra mim.
— Quer que eu tire o sutiã virada de costas? O que foi, tá com vergonha de ver meus peitos? Hahaha
— Não, não, tira do jeito que quiser, é só a pose. Eu já não tenho vergonha de nada
— Tá bom, vou virar de costas e tirar. Virada de costas também dá pra ver minha bunda, hahaha. Tô bem assim?
— Sim, assim você tá perfeita. Mais uma... pronto!
— E agora? O que você inventa?
— Beleza, agora, do jeito que você tá virada de costas, se abaixa pra frente mas com as costas retas e empina a bunda o máximo que puder, como se fosse botar ela pra jogo.
— Assim? — Sim, mas abre um pouquinho mais as pernas.
— Ok, com as pernas assim a fio dental entra um pouco. O que eu faço? Tiro? Ou deixo enfiado?
— Não sei, como você preferir... assim a imagem tá impecável, sério!
— Haha, tá bom, então se você gosta, eu deixo assim. Tá se divertindo, né?
— Não vou mentir, isso não se vê todo dia.
— É, é.
— Beleza, já foi. Agora você vai se virar, vai colocar a mão na fio dental como antes...
— Até aparecerem os pelinhos da buceta...
— Isso aí, e com o braço você vai tampar os peitos.
— E lá vem você esconder os peitos, que foi, não gosta deles ou o quê?
— Se eu gosto? Claro que gosto! É só pra ficar sexy e não virar porno direto.
— Ah, tá, entendi... mas você disse que gosta dos meus peitos? Hahaha
— Bom, sim, mas porque achei que você tivesse se ofendido.
— Sim, sim, já sei. Tá gostando assim?
— Sim, espera... já foi, foto linda. Quer continuar? A gente para por aqui?
— Você quer parar?
— Não.
— Então você manda, já te falei...
— Ok, então tira a fio dental, mas enrolando...
— Sim, já sei, como naquela vez, a primeira que você viu minha buceta, já sabe quando...
— Não sei de que vez você tá falando...
— Como eu tava dizendo, quando você cheirou e chupou minha fio dental e depois guardou pensando que eu não vi? Como naquela vez?
— Sim... digo, não... que história é essa de cheirar fio dental e ainda chupar? Tá afim, hein?
— É, pode ser isso... assim você gosta que eu tire?
— Sim, agora larga no chão, tapa a buceta com uma mão e os peitos com o outro braço.
— Tem certeza que quer que eu tampe? Por que você não para de olhar pra minha buceta?
— Sim, tô esperando você tampar justamente pra ver como fica.
— Assim você gosta?
— Sim, fica assim e passa a língua no canto dos lábios.
— Vê se é assim.
— Isso, perfeita!

Eu tava percebendo que minha tia tava pelada na minha frente fazendo tudo que eu pedia, que ela tinha uma buceta perfeita com pouco pelo, como se a puberdade tivesse atrasado, que os peitos dela eram lindos e que eu não... escondia, na mínima oportunidade que tinha, se aproximava de mim sem se cobrir nada e me rodeava com o braço pra ver o resultado das fotos, então não consegui evitar e fiquei de pau duro, embora minha ereção estivesse disfarçada pela minha calça jeans.
— Beleza, e agora? Tão ficando geniais, mas você faz uma sem me cobrir de uma vez?
— Ok, como quiser... fica do jeito que preferir, essa foto é sua!
— Você gosta assim?
— Eu gosto de todos os jeitos.
Com minha resposta, ela soltou uma gargalhada e ficou tão gostosa que naquele momento eu tirei a foto mais bonita que já vi na vida.... a pose? Uma pose normal em pé, com as mãos na cintura, mostrando tudo perfeitamente, mas o mais lindo foi o sorriso dela, sem dúvida.
— Agora, pra completar, eu entro na cama, né? Já que a gente tá fazendo uma sessão de ir pra cama....
— Então sim, vai, entra na cama.
— Eu me cubro?
— Só até a cintura, pra aparecerem os peitos, e finge que tá dormindo.
— Hahaha, agora você quer que apareçam os peitos, hein hahaha. Beleza, vamos lá.
— Assim, perfeito. Pronto, a sessão secreta acabou hahaha.
— Nada disso, tira a camiseta e deita comigo pra gente tirar uma foto juntos.
— Beleza, então vai.
Entrei na cama sem camiseta e ela me abraçou, colocando os peitos dela em cima do meu braço, e tiramos a foto. Quando fui me levantar, ela me parou e começou a falar comigo.
— Sabe de uma coisa, sobrinho?
— Não, o quê?
— Tô vendo o volume da sua calça há um tempinho....
— O que você tá dizendo?
— É, esse volume (ela coloca a mão em cima do meu pau) hahaha, você fica nervoso?
— O que você tá fazendo? Não, não tô nervoso, nada disso.
— Não leva a mal, mas é que tudo isso me excita muito e eu tô com a bucetinha bem molhada... olha (ela pega minha mão, abre as pernas e coloca na boceta) tá vendo? Nunca estive tão molhada assim.
— Sim, sim, tá sim, tá bem molhada (falei enquanto tirava a mão).
— Por que você tirou a mão? Te dá nojo? Você não gosta?
— Não, não me dá nojo, e não é que eu não goste, é que eu tô adorando, mas você é minha tia, porra.
— Sim, eu sei, mas eu tô muito Tarada, há dias que me masturbo pensando em tudo que a gente conversou e no dia que você roubou minha calcinha fio-dental e ficou de pau duro comigo
— Mas...
— Não fala nada, nós dois sabemos que você fez isso e que tem minha calcinha, a não ser que tenha jogado fora, claro...
— Então, não joguei não, guardei ela pra cheirar enquanto me masturbo, e tenho que dizer que, mesmo já perdendo o cheiro, é a melhor coisa que já cheirei, e o gosto já era excepcional. E sim, fiquei de pau duro, e não foi só daquela vez, muitas outras que disfarcei, mas o estranho é não ter feito mais. Primeiro porque, sim, você é minha tia, mas é uma mina linda e muito gostosa. Pronto, agora desabafei, vou levantar, desculpa.
— Como assim vai levantar? Não, não, nada disso! Coloca a mão na minha buceta e me masturba, vamos. Por sua culpa eu comecei e agora adoro, então quero que você faça isso em mim.
— Tem certeza? Então, manda ver.
— Sim, tenho, vamos.

Deitamos de lado, nos olhando nos olhos, e enfiei minha mão entre as pernas dela. Comecei a acariciar suavemente, aproveitando todo o melado dela pra deslizar meus dedos, e separei os lábios dela pra ter um acesso melhor ao clitóris. Comecei a apertar de leve enquanto esfregava de um lado pro outro e pra cima e pra baixo, alternando com penetrações rasas com meu dedo mais longo. Ela estava gemendo, adorando, literalmente escorrendo quando aproximou a boca da minha, colocou a língua pra fora e passou pelos meus lábios.
— Coloca sua língua pra fora, vai, me dá, você tá me deixando louca.

Coloquei minha língua pra fora e as duas se entrelaçaram sem parar. Era a coisa mais sexy que já tinha feito na vida, tava me enlouquecendo, e então senti a mão dela procurando minha calça, e não só isso, encontrou o zíper e foi abaixando devagar, tudo isso sem parar de me dar a língua. Ela tirou minha rola pra fora e agarrou com força enquanto sussurrava:
— Nossa, que grossa que você tem, parece que tem o coração aí (rindo). Vou fazer minha primeira punheta no meu sobrinho.

Ela começou a bater uma pra mim, pra cima e pra baixo, devagar, como se fosse evitar uma... ejaculação precoce, mas isso não estava nos meus planos, enquanto eu continuava dando prazer com meus dedos e nossas línguas e lábios ainda não se separavam, estávamos nos masturbando um ao outro, e então... eu disse
— Quer aproveitar ainda mais?
— Mais? Como?
— Destampa e abre bem as pernas, vou comer essa buceta linda que me deixa louco
— Mas... eu tô muito molhada...
— Pois é por isso que quero comer tudinho, adoro seu mel como você já sabe, melhor direto da fonte do que de uma calcinha usada, né?
— Tá, como quiser...

Desci até a buceta dela e comecei a chupar devagar tudo ao redor para depois focar no clitóris, me ajudando com os dedos... e então enfiei meu dedo inteiro no buraquinho todo molhado, o gemido dela foi tão intenso que pensei que tinha machucado e diminuí, mas uma voz aguda, quase sem som, disse:
— Continua!

E assim fiz, estava com minha língua e boca dedicadas ao clitóris dela e com meu dedo entrando e saindo da buceta dela, fazendo oitos lá dentro, quando ela começou a gemer com força e com um grito disse:
— Tô gozando, tô gozando, meu Deus! Tô gozando!

Nesse momento, a vagina dela se contraiu e saiu tanto líquido que mal dava conta de chupar tudo, meu Deus, como eu adorava lamber o mel dela. Quando o orgasmo acabou, me afastei e deitei ao lado dela, ela enfiou a língua na minha boca, se lambeu e...
— Então é assim que tem gosto? Já tinha chupado seus dedos algumas vezes pra entender por que você chupou minha calcinha, mas agora tem um gosto diferente, melhor.
— É muito bom, adoro. Você gostou?
— Adorei! Mas isso não acaba aqui, vamos, tira tudo, vou chupar sua pica, meu primeiro boquete, você vai me dizendo como fazer, tá?
— Como quiser...

Ela se colocou entre minhas pernas e começou a beijar minha pica, aos poucos foi introduzindo até enfiar o máximo que conseguia. No começo, arranhava um pouco com os dentes, mas depois que falei, ela fazia maravilhosamente. Chupava, lambia meu freio e ao mesmo tempo massageava minhas bolas de um jeito... sobresaliente
⁃ Onde você aprendeu tudo isso? Parece que você já tá craque nisso
⁃ Ué, vendo boquete em filme pra me masturbar, é o que mais me excita
⁃ Ah, então você aprende rápido e faz muito bem, mas... e você? Tá com tesão?
⁃ Uf, tô com muito tesão, por quê?
⁃ Quer seu primeiro 69?
⁃ Nossa, sim, por favor, me diz o que eu faço, como eu fico?
⁃ Fácil, senta na minha cara, coloca a buceta na minha boca e se inclina pra frente pra chupar meu pau
⁃ Assim?
⁃ Isso, isso mesmo, é genial, tô amando...
A gente continuou por um bom tempo fazendo um puta 69, dando muito prazer um pro outro. Ela jorrava tanto fluido que às vezes eu só precisava abrir a boca e deixar entrar. Assim que aparecia um pouco de líquido pré-seminal do meu pau, ela passava a língua e se lambia. Aí eu tirei meu pau da boca dela.
⁃ Quero mais, quero foder, mas foder de verdade
⁃ Não sei se a gente devia... isso já é coisa séria, uma coisa é sexo oral e masturbação, outra é foder, sei lá...
⁃ O que pode acontecer? Você não tem camisinha de banana ou algo assim? Kkkk
⁃ Muito engraçadinha... tenho uma camisinha na carteira como sempre, mas não é de banana
⁃ E o que você tá esperando? Cadê sua carteira, vamos (ela se levanta e vai rápido na minha calça, tira a carteira e de lá a camisinha, abre com os dentes e volta pra cama) pronto, aqui, já vou colocar em você
⁃ Não, não acho que seja uma boa idei... (ela coloca na boca e começa a enfiar em mim com a boca) pronto, já conseguiu... e agora, como você quer fazer? Eu fico por cima?
⁃ Nada disso, dessa vez quem manda sou eu (ela sobe em cima de mim e enfia o pau na buceta devagar, quando fica completamente sentada em cima de mim, vejo na cara dela uma pequena careta de dor) uf, até o fundo!
⁃ Tá doendo? Quer parar? Não tem problema, sério
⁃ Não, agora já passou, foi quando chegou no fundo, agora tô amando...
Ela começou a cavalgar devagar, como se tivesse medo, até que não devia ter mais dor nenhuma e começou a subir e descer com força, enquanto minhas mãos acariciavam os peitos lindos dela. e de vez em quando descia pra meter a língua na minha boca, aí eu meti a mão entre as pernas dela e comecei a esfregar o clitóris, ela arqueou as costas pra trás me deixando o caminho livre e então
— Deus, vou gozar de novo!
— Espera um pouco que a gente goza junto
— Ufff, anda logo, não aguento mais
— Já já já, já foi!
— Uf, que sensação, caralho, adorei!
A gente gozou junto, ela encheu de suco todos os meus pelos e as bolas e até parte dos lençóis e deitou em cima de mim, os dois suando pra caralho e com a língua na boca um do outro, até que ela resolveu descer e tirou a camisinha
— O que a gente fez
— Agora tá se arrependendo? Falei que não devia
— Não, não me arrependo, só penso em repetir, valeu por isso, adorei
— Valeu você...
— Vou tomar um banho, vem comigo? Toma banho comigo? E deixo você me tocar um pouco
— Sim, vale. Me convenceu.

A gente foi pro chuveiro onde brincou um pouco e depois se secou um ao outro, e assim foi minha primeira experiência com minha tia nova, mas não a única nem a última, já que ela alguns meses depois engravidou da nossa filha, ela escondeu que eu era o pai, mas mantenho uma boa relação com minha filha/primaTe deixo umas fotinhas dela, coelhinha. Já são mais de 25 anos de relação escondida com minha tia, mas somos muito felizes!

Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto


Minha tia pequena "Bem, nem tanto








1 comentários - Minha tia pequena "Bem, nem tanto

Gracias por compartir vivencias que otros no se animan a contar, van 10 puntos y felicitaciones