Olá amig@s!!! Quanto tempo, hein? Andei meio sumido, com bastante trampo, felizmente, além das férias, então, verdade, não consegui sentar pra escrever nada. Mas enfim, não quero encher o saco de vocês com a parte chata da minha vida, vamos ao que interessa:
Uns meses atrás, entrou uma moça da limpeza nova no trampo, Karina, gata, uns 35 anos, cara de gostosa, mas muito na dela. O uniforme que usam não é nada sexy, então também não dava muito pra imaginação. Com o passar dos primeiros dias, ela foi se soltando um pouco. Na minha sala, fico sozinho, no fim de um corredor comprido, então às vezes ela vinha limpar e, enquanto tomávamos um mate, batíamos um papo. Tava chegando a festa de fim de ano, e a empresa criou um grupo de WhatsApp com todo mundo, incluindo a Kari, pra ir avisando onde seria e tal. Aí, adicionei o número dela na minha lista de contatos e, num domingo, vi que ela postou um status dela tomando sol. Tinha uma tatuagem nas costas que me chamou a atenção, e, como eu imaginava, a bunda dela era pequena, mas empinadinha. Não falei nada, e na segunda, quando chegou a hora de limpar minha sala, mandei:
Eu: O que significa a tatuagem nas suas costas?
Kari: ficou vermelha e me perguntou, tímida, como é que você sabe que tenho uma tatuagem nas costas?
Eu: hahaha, te vi tomando sol no fim de semana
Kari: ahhh, hahaha, pela minha foto do WhatsApp, que burra, não entendo muito bem, não sei se é legal o pessoal daqui ver isso, né?
Eu: não tem nada de errado, é sua vida. Diferente se você postasse isso numa quarta às 2 da tarde quando devia estar aqui. Ou a menos que você poste coisas que a gente não pode ver?
Kari: nãooo, essas coisas eu não posto, com um sorrisinho safado no meio e saiu da minha sala
Como eu já tinha pensado, era uma mina divina e sabia jogar. Também pelos status dela, vi que tinha namorado, ou marido, mas isso não era problema meu, então resolvi entrar na brincadeira pra ver até onde a gente chegava. Na segunda à noite, postei um status meu, mostrando que tava tomando uma Cerveja com um petisco, poucos minutos depois, chega um WhatsApp respondendo aquele status, era ela, "ahh, que vacilo, na próxima me chama", respondo com um tímido "hahaha" e fica por isso. Na terça, quando ela chega no meu escritório, falo:
Eu: se eu te chamar, deixam você vir?
Kari: hahaha, claro, eu não peço permissão pra ninguém, e você, deixam te chamar?
Eu: Claro, eu chamo quem eu quiser. E por falar nisso, você nunca me disse o que significa sua tatuagem
Kari: você não especificou qual tatuagem
Eu: eu vi só uma, você tem mais?
Kari: Sim, mais algumas, mas você vai ter que descobrir sozinho
Eu: Quando você quiser
Nessa hora, chamam ela da cozinha e ela vai, mas pouco depois me manda mensagem no WhatsApp, rolou uma conversa longa onde não restava dúvida de que a gente queria se pegar. Às 15:00 no nosso trampo quase não tem ninguém, então ela me manda umas fotos dizendo que se eu queria descobrir as tatuagens dela, me esperava no banheiro do terceiro andar (que só funciona de manhã)
Quando eu subi, começamos a nos pegar forte, o jaleco já estava quase saindo, os peitos dela eram pequenininhos, mas os bicos super sensíveis. Apertei eles com minhas mãos, enquanto tentava encaixar ela em cima da pia pra ficar confortável pra chupar a buceta dela. Ela gozou rápido e me pediu pra meter. Não tinha camisinha comigo, então ela topou que eu fizesse no cu. Ela se abaixou, passou a saliva dela no meu pau e virou, abrindo as bandas do rabo com as duas mãos. Entrou fácil, e a cada bombada o gemido dela ecoava no banheiro inteiro. Minhas mãos ficaram presas naquele rabo, enquanto ela tapava a boca com as dela pra não gritar tanto. Senti ela gozar de novo, e eu já tava com o pau prestes a explodir. Cheguei perto do ouvido dela e perguntei onde queria a porra. Ela se virou, se abaixou de novo e enfiou meu pau inteiro na boca dela, quase se engasgando com minha porra que escorria pelo canto dos lábios. Ela engoliu até a última gota. Falei que era uma pena, porque queria ter enchido o cuzinho dela de porra, mas ela respondeu: “haha, tá maluco? Não posso chegar em casa com a raba cheia de porra, ainda mais sem falar nada pra ele”.
Eu: Como assim?!! Você tem permissão? Tamo na mesma vibe, haha.
Kari: Sim, claro, tenho meus permitidos, mas sempre combinado com ele. Falei de você e da vontade que tava, mas se eu faço algo, conto antes. Tipo, hoje ainda não rolou pra ele, entendeu?
Eu: Óbvio, entendo perfeitamente o mundo liberal. E vocês, como é? Fazem troca de casal? Menage? Ou o quê?
Kari: Não, ele gosta que outros me comam e eu conte, ou na frente dele. Só uma vez fizemos um menage com outro cara.
Eu: Ah, Cuckold.
Kari: QUÊ?! O que é isso? Não sei, ele gosta de ser cuck, e eu gosto de transar, então a gente se dá super bem, hahahaha.
Os dias passaram, ela me contou que conversou com o Diego (o parceiro dela), que ela abriu o jogo que já tínhamos transado no banheiro e que ele tava interessado em me conhecer, já que eu tinha contato com ela todo dia. Dias, e embora ela gostasse, dava um certo medo. Aceitei sem problemas e uma tarde, quando saímos do trampo, fomos pra casa dela. Entrei, conheci o Diego, um moreno meio baixinho e um pouco gordinho, muito gente boa. Batemos um papo longo entre cervejas e fernet, até que a Karina quebrou o gelo sentando em cima de mim e me dando um beijo de língua que quase arrancou minhas amígdalas. A reação do Diego foi quase indiferente, só vi a mão dele descer até o pau, como se estivesse massageando pra ele ficar duro. Karina se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau meio mole e enfiou na boca dela, dava pra sentir ele crescendo dentro dela, enquanto eu via a cara de prazer do Diego, que piscava pra mim como quem diz que tava tudo bem. Ela se levanta e me leva pela mão até o quarto, se joga de barriga pra cima na cama e começamos um 69, enquanto ele continuava olhando, agora da porta do quarto, já com o pau pra fora, meio duro. Ela goza 2 vezes, bem rápido, enquanto eu continuava chupando o clitóris dela freneticamente e enfiando 2 dedos na bunda dela, meu pau raspava nos dentes da Kari, que sorrateiramente tentava enfiar um dos dedos finos dela no meu cu, senti o suspiro do Diego, que já tava no quarto, sentado numa cadeira quase nu, batendo uma pra aquela cena. Karina goza mais uma vez, molhando minha cara e os lençóis; "UFFFFFF, como você chupa bem, garoto!!" ela fala, vira e pega uma camisinha na gaveta, coloca em mim com a mão e ajudando com a boca, "quero essa pica na minha pussy agora", quase me ordenando, fica de quatro e começo a meter nela, com a mão, convido o Diego pra se juntar, que meio tímido chega perto da cama, pego ela pelos cabelos e coloco a cara dela na pica do Diego, ela começa a chupar, enquanto tenta gritar de prazer, e um novo squirt molha a cama, Diego olhava impressionado com o que tava rolando, tirei minha pica da pussy dela e me joguei de barriga pra cima, montei a Kari na minha pica de novo, enquanto ela Peço pro Diego fazer a Booty nela, senti a dureza do pau dele através das paredes finas da buceta da Kari, que no meio da dupla penetração, não demorou pra gozar mais 2 vezes, molhando minha pélvis. Peguei a cara dela e enquanto metia forte, sussurrei no ouvido: "hoje vou deixar a porra nessa putinha de rabo pequeno". Ela me olhou, e de novo apareceu aquele sorriso safado e cúmplice, como aceitando a proposta e selando com um chupão. Ela desmontou dos dois paus, ficou de quatro, garantindo que o Diego ficasse na frente dela, tirou a camisinha de mim e enfiou meu pau no cu dela. O Diego encheu a boca dela com a porra dele rapidinho, e enquanto ela terminava de saborear, a mão dela acariciava por baixo o clitóris e minhas bolas, até eu gozar. Aquela Booty tava me pedindo aos berros pra encher de néctar, e foi isso que aconteceu. Naquele exato momento, a Karina também teve o último orgasmo dela, enquanto o Diego olhava pra gente exausto do outro lado da cama.
Nós três fomos juntos pro banheiro tomar um banho e continuar conversando.
Claro que tem muito mais disso, mas não quero encher o saco de vocês, já que ficou longo. A única coisa que posso dizer por enquanto é que o rabinho pequeno da Kari foi preenchido muitas vezes mais pela minha porra...
Espero como sempre que tenham gostado. Se leram até aqui, o grato sou eu. Se gostaram, deixem pontos, comentários, e agradeço também aos leitores silenciosos que às vezes mandam mensagem privada com contribuições, ideias, ou só comentários!!
SAUDAÇÕES!!!!




Uns meses atrás, entrou uma moça da limpeza nova no trampo, Karina, gata, uns 35 anos, cara de gostosa, mas muito na dela. O uniforme que usam não é nada sexy, então também não dava muito pra imaginação. Com o passar dos primeiros dias, ela foi se soltando um pouco. Na minha sala, fico sozinho, no fim de um corredor comprido, então às vezes ela vinha limpar e, enquanto tomávamos um mate, batíamos um papo. Tava chegando a festa de fim de ano, e a empresa criou um grupo de WhatsApp com todo mundo, incluindo a Kari, pra ir avisando onde seria e tal. Aí, adicionei o número dela na minha lista de contatos e, num domingo, vi que ela postou um status dela tomando sol. Tinha uma tatuagem nas costas que me chamou a atenção, e, como eu imaginava, a bunda dela era pequena, mas empinadinha. Não falei nada, e na segunda, quando chegou a hora de limpar minha sala, mandei:
Eu: O que significa a tatuagem nas suas costas?
Kari: ficou vermelha e me perguntou, tímida, como é que você sabe que tenho uma tatuagem nas costas?
Eu: hahaha, te vi tomando sol no fim de semana
Kari: ahhh, hahaha, pela minha foto do WhatsApp, que burra, não entendo muito bem, não sei se é legal o pessoal daqui ver isso, né?
Eu: não tem nada de errado, é sua vida. Diferente se você postasse isso numa quarta às 2 da tarde quando devia estar aqui. Ou a menos que você poste coisas que a gente não pode ver?
Kari: nãooo, essas coisas eu não posto, com um sorrisinho safado no meio e saiu da minha sala
Como eu já tinha pensado, era uma mina divina e sabia jogar. Também pelos status dela, vi que tinha namorado, ou marido, mas isso não era problema meu, então resolvi entrar na brincadeira pra ver até onde a gente chegava. Na segunda à noite, postei um status meu, mostrando que tava tomando uma Cerveja com um petisco, poucos minutos depois, chega um WhatsApp respondendo aquele status, era ela, "ahh, que vacilo, na próxima me chama", respondo com um tímido "hahaha" e fica por isso. Na terça, quando ela chega no meu escritório, falo:
Eu: se eu te chamar, deixam você vir?
Kari: hahaha, claro, eu não peço permissão pra ninguém, e você, deixam te chamar?
Eu: Claro, eu chamo quem eu quiser. E por falar nisso, você nunca me disse o que significa sua tatuagem
Kari: você não especificou qual tatuagem
Eu: eu vi só uma, você tem mais?
Kari: Sim, mais algumas, mas você vai ter que descobrir sozinho
Eu: Quando você quiser
Nessa hora, chamam ela da cozinha e ela vai, mas pouco depois me manda mensagem no WhatsApp, rolou uma conversa longa onde não restava dúvida de que a gente queria se pegar. Às 15:00 no nosso trampo quase não tem ninguém, então ela me manda umas fotos dizendo que se eu queria descobrir as tatuagens dela, me esperava no banheiro do terceiro andar (que só funciona de manhã)

Quando eu subi, começamos a nos pegar forte, o jaleco já estava quase saindo, os peitos dela eram pequenininhos, mas os bicos super sensíveis. Apertei eles com minhas mãos, enquanto tentava encaixar ela em cima da pia pra ficar confortável pra chupar a buceta dela. Ela gozou rápido e me pediu pra meter. Não tinha camisinha comigo, então ela topou que eu fizesse no cu. Ela se abaixou, passou a saliva dela no meu pau e virou, abrindo as bandas do rabo com as duas mãos. Entrou fácil, e a cada bombada o gemido dela ecoava no banheiro inteiro. Minhas mãos ficaram presas naquele rabo, enquanto ela tapava a boca com as dela pra não gritar tanto. Senti ela gozar de novo, e eu já tava com o pau prestes a explodir. Cheguei perto do ouvido dela e perguntei onde queria a porra. Ela se virou, se abaixou de novo e enfiou meu pau inteiro na boca dela, quase se engasgando com minha porra que escorria pelo canto dos lábios. Ela engoliu até a última gota. Falei que era uma pena, porque queria ter enchido o cuzinho dela de porra, mas ela respondeu: “haha, tá maluco? Não posso chegar em casa com a raba cheia de porra, ainda mais sem falar nada pra ele”.Eu: Como assim?!! Você tem permissão? Tamo na mesma vibe, haha.
Kari: Sim, claro, tenho meus permitidos, mas sempre combinado com ele. Falei de você e da vontade que tava, mas se eu faço algo, conto antes. Tipo, hoje ainda não rolou pra ele, entendeu?
Eu: Óbvio, entendo perfeitamente o mundo liberal. E vocês, como é? Fazem troca de casal? Menage? Ou o quê?
Kari: Não, ele gosta que outros me comam e eu conte, ou na frente dele. Só uma vez fizemos um menage com outro cara.
Eu: Ah, Cuckold.
Kari: QUÊ?! O que é isso? Não sei, ele gosta de ser cuck, e eu gosto de transar, então a gente se dá super bem, hahahaha.
Os dias passaram, ela me contou que conversou com o Diego (o parceiro dela), que ela abriu o jogo que já tínhamos transado no banheiro e que ele tava interessado em me conhecer, já que eu tinha contato com ela todo dia. Dias, e embora ela gostasse, dava um certo medo. Aceitei sem problemas e uma tarde, quando saímos do trampo, fomos pra casa dela. Entrei, conheci o Diego, um moreno meio baixinho e um pouco gordinho, muito gente boa. Batemos um papo longo entre cervejas e fernet, até que a Karina quebrou o gelo sentando em cima de mim e me dando um beijo de língua que quase arrancou minhas amígdalas. A reação do Diego foi quase indiferente, só vi a mão dele descer até o pau, como se estivesse massageando pra ele ficar duro. Karina se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau meio mole e enfiou na boca dela, dava pra sentir ele crescendo dentro dela, enquanto eu via a cara de prazer do Diego, que piscava pra mim como quem diz que tava tudo bem. Ela se levanta e me leva pela mão até o quarto, se joga de barriga pra cima na cama e começamos um 69, enquanto ele continuava olhando, agora da porta do quarto, já com o pau pra fora, meio duro. Ela goza 2 vezes, bem rápido, enquanto eu continuava chupando o clitóris dela freneticamente e enfiando 2 dedos na bunda dela, meu pau raspava nos dentes da Kari, que sorrateiramente tentava enfiar um dos dedos finos dela no meu cu, senti o suspiro do Diego, que já tava no quarto, sentado numa cadeira quase nu, batendo uma pra aquela cena. Karina goza mais uma vez, molhando minha cara e os lençóis; "UFFFFFF, como você chupa bem, garoto!!" ela fala, vira e pega uma camisinha na gaveta, coloca em mim com a mão e ajudando com a boca, "quero essa pica na minha pussy agora", quase me ordenando, fica de quatro e começo a meter nela, com a mão, convido o Diego pra se juntar, que meio tímido chega perto da cama, pego ela pelos cabelos e coloco a cara dela na pica do Diego, ela começa a chupar, enquanto tenta gritar de prazer, e um novo squirt molha a cama, Diego olhava impressionado com o que tava rolando, tirei minha pica da pussy dela e me joguei de barriga pra cima, montei a Kari na minha pica de novo, enquanto ela Peço pro Diego fazer a Booty nela, senti a dureza do pau dele através das paredes finas da buceta da Kari, que no meio da dupla penetração, não demorou pra gozar mais 2 vezes, molhando minha pélvis. Peguei a cara dela e enquanto metia forte, sussurrei no ouvido: "hoje vou deixar a porra nessa putinha de rabo pequeno". Ela me olhou, e de novo apareceu aquele sorriso safado e cúmplice, como aceitando a proposta e selando com um chupão. Ela desmontou dos dois paus, ficou de quatro, garantindo que o Diego ficasse na frente dela, tirou a camisinha de mim e enfiou meu pau no cu dela. O Diego encheu a boca dela com a porra dele rapidinho, e enquanto ela terminava de saborear, a mão dela acariciava por baixo o clitóris e minhas bolas, até eu gozar. Aquela Booty tava me pedindo aos berros pra encher de néctar, e foi isso que aconteceu. Naquele exato momento, a Karina também teve o último orgasmo dela, enquanto o Diego olhava pra gente exausto do outro lado da cama.
Nós três fomos juntos pro banheiro tomar um banho e continuar conversando.
Claro que tem muito mais disso, mas não quero encher o saco de vocês, já que ficou longo. A única coisa que posso dizer por enquanto é que o rabinho pequeno da Kari foi preenchido muitas vezes mais pela minha porra...
Espero como sempre que tenham gostado. Se leram até aqui, o grato sou eu. Se gostaram, deixem pontos, comentários, e agradeço também aos leitores silenciosos que às vezes mandam mensagem privada com contribuições, ideias, ou só comentários!!
SAUDAÇÕES!!!!





26 comentários - A novinha gostosa do trampo
!! Es la pica!!