Trio inesperado, mas esperado.

Tudo o que vou contar aqui é real, e olha, vou me esforçar pra não me alongar muito. É uma história complexa e longa, mas com um final muito feliz, um lindo trio MHM.

Os três protagonistas, vamos chamar de (Paola, Virgínia e eu), nos conhecemos porque compartilhamos espaços em comum e de vez em quando comíamos um churrasco ou nos encontrávamos.

Conheço a Paola desde os meus 18 anos, mais ou menos. Hoje tenho 34 e ela 32, se não me engano. Nos conhecemos num bar, rolou uma química, fomos juntos e a conexão na cama foi maravilhosa. Se não me lembro mal, ela em algum momento quis algo mais sério, mas minha cabeça não tava pra isso, tinha saído de um relacionamento muito longo e desde muito novo.

Pra vocês terem uma ideia, a Paola é branca, com um rostinho lindo e sardas no nariz que te conquistam de cara. Ela tem o cabelo raspado dos lados e é muito gostosa, daquelas pessoas que ficam bem com qualquer corte de cabelo.

Com o tempo, viramos amigos e até hoje. Nossa amizade foi ficando tão sincera que ela conheceu o pai da filha dela na minha casa. Sempre nos demos muito bem e, obviamente, conhecendo nossa intimidade, temos conversas muito profundas e "de buceta aberta" sobre sexo com nossos parceiros, a vida em geral, etc.

Agora, pra falar da protagonista principal da história, a Virgínia. Ela entrou no grupo há pouco tempo e é uma morena muito gostosa, com cachos pretos, uma boca bem carnuda e sempre pintada (dá vontade de imaginar um monte de coisa) e umas curvas lindas. Ela também tem uns 32 anos, acho.

A parada é que a Virgínia tem uma IMAGEM QUE TRANSPIRA E EXALA EROTISMO, e a gente já imagina que ela é uma tremenda tarada.

Essa imagem parece que várias pessoas percebem, ou pelo menos não só eu, porque um dia, conversando com a Paola, ela me diz: "Eu e você queremos comer a Virgínia, né? Vocês têm química?"

Na hora, eu falei que ela é linda e que eu comeria com muito gosto, que ela tem uma cara de puta. tremenda e isso me deixa pilhado, mas não rolava nada.
Paola me responde, siiiim, ela tá pronta pra dar, deve chupar muito bem a rola (vale dizer que a Paola também era bem promíscua).
A parada é que eu tinha escondido que eu e a Virginia estávamos nos vendo meio escondido, já que eu tenho parceira e podia confirmar que ela era bem promíscua e safada.

Só pra dar alguns detalhes, quando ela chupava minha rola, não só engolia tudo, mas pedia pra eu segurar no cabelo dela e fazer ela engasgar. Também olhava fixo nos meus olhos enquanto fazia. BOTAVA MUITA ATITUDE. Além disso, pela primeira vez na vida, ela lambeu meu cu e enfiou um dedo enquanto continuava me batendo uma. Também pedia pra eu morder os peitos dela enquanto ela gozava, e ela é uma multiorgásmica linda. Sempre tinha uma atitude de chicote constante que me fodia a cabeça.

Além de toda essa energia promíscua, com a boca carnuda dela, ela dá os beijos mais doces do mundo e tem uma pele de seda. Passar a língua pelas curvas dela é muito lindo, e ela tem uma buceta muito gostosa que, quando você chupa um pouco com capricho, explode em sucos na boca. Bom, até aqui a descrição dos protagonistas.

Voltando ao comentário da Paola, e sabendo que as duas topavam foder com mulheres, eu já tinha conversado com as duas sobre isso na época. Saí muito pilhado dessa conversa e à noite sonhei com elas duas e uma festa entre nós três.
Obviamente, no dia seguinte, escrevi pras duas contando meu sonho e contei. Também contei pra Virginia que a Paola gostava dela, que achava ela safada e que daria com tudo. Pra Paola, falei que seria legal chegar com uns vinhos na casa da Virginia e soltar os cachorros juntos, e também contei que tava comendo a Virginia. (Já tava tudo na mesa, o que era difícil era coincidir o dia, o motivo do encontro só entre nós três, e além disso não sabia se a Virginia curtia a Paola.) Até aí, era mais fantasia minha e da Paola.
A Virginia não se mostrava muito aberta a ter algo com a Paola, mas eu continuava falando que a gente ia encontrar a Paola e comer ela toda.
A parada é que, por coincidências que não vêm ao caso, chegou a noite (de semana) em que a gente se encontrou os três na casa da Virginia (ela mora sozinha). Essa noite a gente comeu, bebeu, fumou, mas tudo tava muito normal, nada nem remotamente sexual no clima. Até que num momento a Paola dá um tapa na bunda da Virginia de passagem e eu comecei a ficar excitado.
Depois de um tempo, já com uns copos a mais, a Virginia convida a gente pro quintal, que tem uma rede paraguaia pra gente sentar os três nela. FIQUEI DE CARA QUANDO VI QUE ERA ELA QUEM TAVA PROPONDO ALGO MAIS PRÓXIMO ENTRE OS TRÊS. Obviamente a gente foi e, como bom otário, eu não fazia nada, enquanto a conversa seguia a quilômetros da putaria e aí foi o momento decisivo.

Paola fala pra Virginia que sabia que ela tinha algo comigo e pergunta se eu tinha contado o sonho que tive. Mais sem graça impossível, eu começo a gaguejar e não sabia o que dizer, verdade que não esperava por isso e tava com medo de como ia terminar. (Confusão, briga, minha parceira descobrir, etc.)
Nessa hora a Paola fala: "deixa que eu conto", e diz... "o sonho que a gente transou os três e ele tá muito afim com isso"... nesse momento eu só consegui beijar a Virginia, ela me beijou e a gente começou a se agarrar com a Paola do lado.
Linha seguinte, a Paola fala: "bom, vou lá pra dentro, vocês transem tranquilos que eu espero", e vai pra dentro de casa.
Eu pergunto pra Virginia qual é a dela, se ela topava o trio, ela fala que sim e que a gente fosse buscar a Paola lá dentro.
A gente entra, a Paola me pergunta o que eu mais gosto na Virginia e eu falo que é a boca dela e a suavidade. Nessa hora a Paola vai e beija a boca da Virginia e começa o bom...

AI EU FIQUEI DE LADO OLHANDO ELAS SE BEIJANDO E SE ACARICIANDO, era muito lindo de ver e muito excitante. Vou por trás da Virginia e começo a acariciar ela toda por trás enquanto elas continuavam se beijando Muito apaixonadas, tavam se comendo de boca mesmo.
Depois começamos a tirar a roupa na sala e, quando já estávamos bem pelados, decidimos ir pra cama.
Elas duas se deitaram, eu ainda tava nervoso e custava a subir. Aí a Paola enfia os dedos na boca, enche de saliva e começa a bater uma pra Virginia enquanto se beijam. Os dois corpos apareciam na penumbra da janela, numa imagem que nunca vou esquecer.
Tento me levantar e beijo a Paola, mas, sinceramente, ninguém gostou. Claramente somos só amigos, e depois desse desgosto, o centro do nosso desejo foi a Virginia. Enchemos ela de beijos pelo corpo, nós dois. A Paola chupou a buceta dela, eu também, enquanto o outro beijava. Depois, a Virginia chupou a buceta da Paola e fez ela gozar duas vezes na boca dela. Enquanto isso, eu tava penetrando a Virginia por trás, segurando a cintura linda dela e metendo, enquanto meus olhos viam ela comendo a buceta da Paola.
A gente se revezava pra comer a Virginia. Era um banquete inesperado — mas esperado — e o sabor era dos mais gostosos. A Paola levanta da cama por um momento, enquanto era minha vez com a Virginia, e, pra surpresa dela e da Mia, traz um gelo e começa a passar pelo nosso corpo com a boca. Isso fez a gente explodir de novo e preparou tudo pra outra série de beijos e carícias entre elas, que terminou em outro orgasmo. Nessa altura, eu já tinha perdido a conta dos orgasmos que as duas tavam tendo.
Foi tudo muito cuidadoso e doce, mas também muito safado em alguns momentos. Eu gozei quando a Virginia tava de quatro, e os três ficamos exaustos na cama... A gente prometeu repetir um dia, mas acho que não vai rolar.

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