Um trio gostoso ep7

Comecei a dirigir pra casa, em poucos minutos chegamos felizes e contentes, rindo de tudo. Abri a porta de casa, o Peter tava vendo TV. — Oi, vocês foram fazer compras? — ele sorriu ao nos ver, feito um cachorro vendo o dono. — Sim, e compramos um monte de coisas pra Jess, e outras também. — Sorrimos ao lembrar da Sam, aquela mulher tá uma gostosa com a gravidez. — Que bom, a comida já tá pronta. — Ele se levantou do sofá e foi pra cozinha. — Tá bem, a gente vai deixar as coisas e depois jantar. — Com todas as sacolas que a gente tinha, fomos pro quarto que dividimos. A boa notícia é que minha cama é de casal. Mas no armário, tivemos que dar um jeito pra caber as roupas dela e as minhas. Já era noite quando chegamos, fechei as cortinas e liguei o aquecedor pra cama não ficar fria. Jess fechou a porta e começou a tirar a roupa. — Jess, uma pergunta: você não tem vontade de pegar o Peter? — Já que ele só aparece de vez em quando e depois vai trabalhar. — Não sei, ele não fica em casa, mas um dia, quando ele estiver por perto, quem sabe a gente não faz um menage. — Essa mulher me deixa doidão. — Hoho, parece que você tá mais de boa com isso. — Eu continuei guardando as roupas dela no armário. — É, tô. — Ela sentou na cama. — Mas isso aqui é tipo um mundo estranho, eu nem tinha celular, a coisa mais tecnológica que a gente tinha era uma TV e um telefone, e a comida era pouca, então a gente tinha que pedir pros vizinhos e pros clientes mais do que o normal pra comprar. — Essa mina realmente passou por maus bocados. — Mas agora tudo é diferente, tenho roupa normal, um vestido de noiva, um celular, comida, abrigo, e em breve vou pra outro país e vou ser mãe. — Dos erros a gente tira o sucesso. — Dei de ombros, enquanto continuava guardando as roupas dela. — É verdade, isso daria uma tatuagem. — É mesmo, ela não tem nenhuma tatuagem. — Sim, o que você acha desse pijama? Comprei de presente. — É uma camiseta preta com bolinhas brancas e um short curto. Negro. - Ninguém nunca tinha me dado um presente.
- Ela me abraçou forte, e eu entreguei o presente pra ela.
- De nada.
- falei, terminando de arrumar as roupas e o vestido.
- Vou colocar meu pijama. Tirei a roupa, mostrei meus abdominais e fiquei só de cueca, vestindo o pijama. Ela fez o mesmo, tirou tudo até o sutiã e a calcinha, completamente nua, e vestiu o pijama dela.
- Vamos comer.
- falei pra sair do quarto.
- O cheiro é delicioso.
- Jess sentou na mesa.
- Fui eu quem preparei.
- Peter começou a comer e a gente também. Contamos o que fizemos, e pulamos a parte da Sam, aquela mina tem espírito mesmo.
- E você, como tem passado... No trabalho.
- perguntei enquanto tomava uma bebida.
- Bem, agora tão pedindo pra gente manter as finanças públicas e privadas na linha, e como a gente tá na Espanha, tão os melhores da empresa aqui, e a gente vai ganhar mais grana.
- Muita grana, mais do que a gente vai ter.
- Mas mais trampo também.
- Amanhã você tem que trabalhar?
- perguntei pra saber se a gente ia ficar os três.
- É meu dia de folga, finalmente, então a gente pode estrear esses pijamas.
- ele sorriu. Eu já tinha terminado de comer, e Jess também, mas ela comeu o triplo de mim.
- Vamos descansar um pouco e depois partir pra ação.
- Jess falou, e a gente foi pro sofá.
- Sim, também.
- Sentei, e ela colocou as pernas nas minhas. O sofá é comprido, então ela se deitou e apoiou as pernas no meu pacote, do meu lado o Peter. Ligamos a TV e começamos a ver, mas quase ninguém prestava atenção, todo mundo tava mais no celular. Da minha parte, eu tava ensinando Jess a usar o telefone, WhatsApp e Instagram.
- Tá certo assim.
- Ela olhava enquanto eu curtia as fotos dos famosos, e com meu cotovelo eu tocava a buceta dela.
- Quem tá pronto?
- falei, olhando pros dois, toquei no pacote do Peter e o meu endureceu.
- Eu.
- falaram em uníssono.
- Leva ela como se fosse lua de mel.
- Peter carregou Jess até nossa cama.
- Que a festa comece e que nossos filhos aproveitem.
- Peter e Jess se beijavam. Enquanto eu tirava minha camiseta e Peter beijava ela e tirava a roupa dela. Deixei Jessica completamente nua e Peter também, nós três sem nada de roupa, nossos paus estavam grandes. Ela ficou de quatro, Peter ficou na frente e atrás a gente continuava enquanto eu colocava saliva no meu pau e na buceta dela. E a festa começou, as tetas balançando e eu metendo mais forte. Até que eu tirei meu pau, fizemos um 69 com a Jessica. Minha cara tava na buceta dela e meu pau na boca dela. — Vamos, irmão. — Ele enfiou na buceta dela, eu coloquei minha boca pra lamber ela e as bolas dele também. Com uma mão eu tocava a barriga dela e com a outra o peito dela. Peter tirou o pau, eu levantei e o Peter também. Fiz a Jessica se sentar na beirada da cama, comecei a lamber a buceta dela e meu cu também tava sendo lambido pelo Peter. — É hora. — O Peter enfiou em mim, eu gemi com a dor que senti. Cada vez mais forte, meu pau roçava a buceta da Jess e ela fazia carinho na minha perna. — Vou gozar. — Ele disse, tirou o pau e ficou na frente da Jess e jorrou nela. Ficou toda melada do esperma do Peter. — Minha vez. — Falei em inglês, beijei ela. — Relaxa, amor. — Ela deitou na cama e eu bem do lado dela, enquanto o pau dele, mole, tava de lado com um pouco de porra. — Vamos. — A Jess abriu as pernas e mostrou a vulva dela. Não pensei duas vezes pra meter forte, ela chegou perto de mim e começou a me beijar, e com a goza do Peter eu comecei a chupar ela. — Dentro ou fora? — Perguntei. — Dentro. — Gozei, deixei meu pau dentro dela por um tempo, e comecei a tirar. — Tô com fome. — Me ajoelhei pra comer minha própria porra e enfiei os dedos pra tirar a goza e comer. Terminei de comer e deitei do lado dela, numa mesa que tinha lenços umedecidos, peguei alguns pra passar pro Peter e pra Jessica. E a gente se limpou, da minha parte eu tirei o esperma do Peter do meu corpo. E a Jess passou o lenço no corpo todo até na buceta dela. Peguei meu pijama, mas só o short e sem nada. Camiseta. — Boa noite. — Peter pegou a roupa dele e saiu pelado, a porta ficou aberta. Jess levantou os lençóis e se deitou. — E você vai dormir assim. — Levantou e vestiu a camiseta curta que comprei pra ela, só cobria os peitos dela, a barriga e a buceta ficaram de fora. — Melhor. — Deitou, desliguei o aquecedor e nos deitamos. Apaguei a luz e ficamos de conchinha. — Gosto dessa posição. — Ela disse, meu braço direito estava na cabeça dela, e o esquerdo na barriga dela, e meu pau no cu dela. — Sério. — Fiquei surpreso com o que ela disse. — Sim, é verdade, você é a melhor pessoa que me ajudou em tudo. — Ela se virou pra gente se olhar diretamente nos olhos. — Peter, eu gosto dele, mas ele é mais pro dinheiro do que pro amor. — Espera. — Falei, levantei do lugar e comecei a andar de cócoras pra chegar no quarto do Peter e ver como ele tava dormindo, fechei a porta e a porta range mesmo devagar. Corri pra cama e deixei a porta aberta, ficamos no nosso momento de paixão. — Agora estamos bem. — Ficamos como antes. — Dos dois, de quem você gosta mais? — De você. Peter é bonito, gostoso, sabe idiomas, mas não fica muito em casa, então poucas vezes posso falar com ele. E com você é o contrário, fomos fazer compras, ficamos com a Sam, que é uma mulher gostosa, mas eu gosto do que faço com você, é como se eu tivesse uma infância de novo com você. E agora, quando os filhos nascerem, vai ser diferente, você vai estar no trabalho, eu com as crianças. — Dei um beijo nela pra interromper. — Desde que nos conhecemos, você me falou da sua vida, o doloroso que foi, mas que isso não se torne algo ruim. Sabe a diferença que houve e deve ser boa. Esses bebês que você cuida são a segunda coisa mais importante pra mim. A primeira e as duas pessoas mais importantes são o Peter e você, porque conheço o Peter e ele é como eu mesmo. E agora você, uma mulher que quando disse "goza em mim", eu pensei: essa mulher é maluca. — Ela deu umas gargalhadas. — É verdade, mas depois você ficou. grávida e nos conectamos naqueles momentos de fraqueza, e virou uma fortaleza. - me deu um beijo. - valeu, love. - falou. - e Peter também, vocês são meus dois grandes amores. - de nada. - dei outro beijo nela, mas esse foi com mais paixão e saliva, me abaixei e beijei a barriga dela. - e obrigado por essa experiência. - você que fez. - ela virou e a gente dormiu abraçado. Uma nova manhã, acordei normal e a Jess também, tomamos café e almoçamos os três como uma família. - o que você pretende fazer? - perguntei porque sinceramente não sei o que a gente pode fazer. - não sei. - meu telefone começou a tocar, corri pra atender. - alô. - falei esperando que uma mulher respondesse. - bom, sim, senhor Smith, sou do registro de passaporte e a senhorita Jessica Miller pode retirar o passaporte dela. - olhei pros dois com alegria. - bom, obrigado... Tchau. - desliguei. - é pra Jess, seu passaporte ficou pronto, temos que ir buscar. - falei sentando no sofá. - sim, bora buscar. - Jess levantou do lugar. - vão vocês dois, falta vocês se conectarem, e não sexualmente, mas de verdade. - eles se olharam fixamente e depois olharam pra mim. - por quê? - falaram em uníssono. - vão vocês, tenho coisas particulares pra fazer pro trabalho. - Peter pegou as chaves do carro e foram embora. - se cuidem. Vi da janela eles indo no carro do Peter, com cara de preocupação. Peguei meu telefone e liguei pra clínica que a gente frequenta, eu e o Peter, e depois do casamento a Jessica vai entrar também. - olá, boa tarde, com quem posso falar? - atendeu a secretária. - olá, fala James Smith, quero marcar um horário pra senhorita Jessica Miller, daqui a duas semanas, com o doutor Jace Lovegood. - ouvi ela digitando. - o doutor pode atender às 14:00 da tarde. - teve um silêncio. - sim, é um bom horário. - falei. - ele vai atender daqui a duas semanas, na terça-feira, às 14:00. Me deu o caminho todo. — Sim, bem, obrigado. — Desligou a ligação. O doutor é um matron que me disse o outro pra Jessica. Vi o calendário e só faltam dias pro casamento, hoje é quinta e sábado é. Sentei na mesa da cozinha, tá tudo planejado pro casamento, vamos pra um lugar pequeno e depois tudo acaba. Alguém tava me ligando. — Oi, senhor Smith. — Era uma voz de um homem bem grave. — Oi, com quem eu falo? — perguntei, consegui gravar a ligação. — Pelo amor de Deus, não lembra de mim? — Aquela voz eu já tinha ouvido em outro lugar. — Sou o Josh. O pai do Peter. — Josh, quanto tempo, como você tá? Não tinha reconhecido sua voz. — Rimos, Josh é uma pessoa de 50 anos, junto com a esposa Marie são como pais pra mim. — Bom, o tempo... e vocês, vão vir pra Espanha? — ele perguntou. — Sim, e vai ter uma visita nessa viagem. — Sobre a Jessica e a gravidez. — Quem? — ele disse. — Vocês vão ver, só esperem. E falaram com ele? — perguntei, porque a relação do Peter com os pais não é muito boa, e quando conheci o Peter, eles gostaram mais de mim e tudo foi pra mim, daí nasceu esse grande amor de pais por mim, mas o Peter é mais velho que eu e não ligou. — Não, desde que foram embora. — A relação deles desapareceu. — Bom, não importa. E vocês, como tão na Espanha? — perguntei, porque ficar no passado é chato. — O que você quer que eu te diga, filho? O clima é lindo e as praias? — Riu, dei um gole no copo de suco que eu tinha. — E a Marie, como ela tá? — queria saber como ela tava. — Ela tá do meu lado, vou passar pra você. — Oi, James, como você tá, filho? — Marie perguntou. — Bem, aqui curtindo pra depois ir morar na Espanha como psicólogo. — falei. — Sabia que você conseguiria, James. E o Peter, tá por aí? — Não, sinto muito, ele tá com a amiga dele. — falei, e ela não entendeu muito. — Amiga? — ela perguntou. — Daqui a algumas semanas a gente vai estar aí e vocês vão ver, esperando que não morram na tentativa. — Ri. — Bom, vou deixar você, filho. Cuida bem de você, tão chamando a gente pra fazer um tour, tchau, um beijo. - Vou entregar com o Josh. - Josh cuida do Peter e logo vocês vêm. - Ouvi o carro deles chegando. - Claro que a gente vai estar por aí, cuidem bem de vocês, um beijo, tchau. - Desliguei a chamada. Abriram a porta e entraram. - Oi. - Falei amigável pra ver o passaporte da Jessica. - A gente tem. - Ela sorriu. - Sorriu, bom, daqui a duas semanas, terça-feira às duas da tarde, a gente vai ter com o médico pra saber o sexo dos bebês e sábado é o casamento. - Os dois se olharam. - Quando você fez isso? - Me perguntou o Peter enquanto deixava as chaves no chaveiro. - Agora, com o médico agora mesmo e o casamento foi há um tempão. - Falei pra ver a Jessica olhando a foto dela. - Uau. - Ela disse. - Seus pais me ligaram e estão felizes lá na Espanha e logo vão conhecer gente nova da família. - Falei pra olhar pra eles. - E mais o quê? - Me perguntou sério. - Nada, só como a gente tá e eu falei que tava bem. - Sentei no sofá. As horas passaram normal, como sempre, enquanto as horas passavam chegou a noite. O dia do casamento Acordei sabendo que era o grande dia. - É seu dia. - Falei e ela abriu os olhos. - Tô nervosa. - Vi a hora, são 13:00, faltam cinco horas. Vamos... Pra ação. Comemos e nos vestimos, eu coloquei minha roupa de gala e ela o vestido dela. - Peter, vai pro cartório, são 17:30. - Ele já tava pronto. - Por quê? - Me perguntou. - O noivo não pode ver a noiva. - Riu, pegou as chaves e saiu de casa pro cartório. Bateram na porta. Abri a porta e era a maquiadora. - Ela tá no quarto. - Eram três das melhores maquiadoras que conheço. A Jessica já tava com o vestido, só falta se maquiar. Trinta minutos depois. - Tamo pronto. - Ela tava realmente gostosa, paguei as minas e elas foram embora. - Vamos. - Falei, ela entrou no carro e eu também. Depois de uns minutos, os câmeras já tavam lá. Descemos do carro e tiramos fotos. Ao entrar no lugar onde tava o senhor. Também Tiraram fotos dos dois com a pessoa, eles assinaram e entregaram o papel de casamento, e colocaram os anéis. Comecei a aplaudir, já que eu era a única pessoa... — uma foto dos três. — os três tiramos uma foto. Em alguns minutos, o fotógrafo nos entregou as fotos dos três. — Vão pra lua de mel de vocês. — Eles estavam felizes. — Mas antes de tudo isso, e se perguntarem quando tiraram a foto, vão dizer que foi há 10 meses. — Por que me perguntaram? — Você tá com 4 meses de gravidez, e é melhor fazer parecer que se casaram há 6 meses, e no total já passaram 10 meses desde que casaram. — Entenderam a informação. — Haaaas, mas é um presente que te demos quando saímos nós dois. — Peter tirou um anel. — Politicamente, somos casados, mas entre a gente não é. Os dois tiraram o anel. — No anelar direito. — Colocaram naquele dedo. — Bom, vão os recém-casados pra lua de mel, e deixa ela cheia de porra em todo canto. — Entreguei o cartão. — É um hotel, eu tenho que atualizar os arquivos de psicologia da universidade, o Miguelo pediu. — Tem certeza? — Me falaram. — Sim, é verdade. — Subiram no carro. — James, você vai com a nossa esposa pra consulta com a parteira, eu tenho que planejar a viagem. — Peguei as chaves. — Okay, depois da parteira, a gente vai. — Falei, eles se despediram de mim com a mão e foram embora. Entrei no meu carro e não parei de olhar as fotos, e também o anel, casei. Sem ter recebido o papel, mas mesmo ela esperando um filho meu, vou casar com alguém. A vida segue e posso ficar com uma pessoa pra vida toda, e ainda por cima não é minha esposa. Saí do lugar, e cheguei em casa, tinha uma mulher de costas pra porta. Deixei meu carro estacionado lá fora e ela continuava de costas. Desci do carro com as fotos e tudo. Ela se virou e era a Sam. — Sam? — falei. Ela se aproximou de mim, dei um beijo na bochecha como saudação. — Como você tem passado? — me perguntou. — Bem, e você, o que faz aqui? — perguntei, integrado. enquanto abria a porta. — bom... sei que você é psicólogo e preciso que me ajude e... pelo que vou te contar. — olhei pra ela quando ela disse isso.

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