No domingo, acordei lá pelo meio-dia, totalmente relaxado e com um sorriso na cara lembrando do que rolou no dia anterior com a Mica. Depois de acordar, desci pra almoçar com a minha mãe, mas quando cheguei na cozinha, não vi ela em lugar nenhum, então mandei uma mensagem e ela respondeu que tinha ido comer na casa da amiga. Aí peguei uns pedaços de pizza que tavam na geladeira e subi pra almoçar no computador, mas quando passei na frente do quarto da minha irmã, me deu vontade de dar uma espiada, pra ver se via outro show, e vi o seguinte:
Minha irmã estava deitada na cama dela, com as pernas abertas e completamente pelada. Uma mão dela tava acariciando os peitos, beliscando os biquinhos, enquanto a outra usava um vibrador no clitóris e na buceta dela. Dava pra ouvir os gemidos, que ela tentava abafar, provavelmente pra eu não escutar, mas mesmo assim dava pra ouvir de tão perto. Depois de observar por uns segundos, vi ela se levantar e pegar alguma coisa debaixo da cama. Tirou uma caixa, abriu e puxou um consolo preto de um tamanho considerável, eu diria uns 20 cm pelo menos, mas não dava pra ter certeza. Com o consolo, ela apoiou no chão com uma espécie de ventosa que tinha e começou a cavalgar nele que nem uma louca, enquanto com as mãos se masturbava o clitóris e apertava os peitos.
Os gemidos ficavam cada vez mais altos, como se ela não conseguisse mais segurar a excitação, e continuou assim por uns minutos, pulando naquela piroca preta de borracha, gemendo e falando umas coisas que eu não conseguia entender, só pegava algumas palavras soltas.
Sofi - “….pau….vai fundo….aí….durou..” Mas entre as palavras que consegui entender, me pareceu ouvi-la dizer “irmãozinho”. Embora devesse ser só minha imaginação, é impossível que ela pensasse em mim quando se masturba.
Enquanto eu olhava pra ela, o show foi interrompido quando ouvi a porta. Minha irmã também ouviu, aparentemente, porque de um pulo ela se levantou e foi se vestir. Eu decidi descer pra ver quem era, e quando abri a porta, vi meu melhor amigo, Facu. Tinha esquecido que ele ia vir, sinceramente, mas quando vi ele, lembrei. Então fomos pra sala de estar e começamos a jogar no videogame, um pouco de Fifa, um pouco de Street Fighter, o de sempre. Passamos a maior parte da tarde assim, jogando e zoando, morrendo de rir.
Lá pelas 5, a gente tava a fim de jogar Mortal Kombat, mas infelizmente tinha emprestado pra outro amigo, então decidi ir de bicicleta na correria, já que a casa dele ficava a uns 10 minutos daqui. O Facu se ofereceu pra ir junto, mas ele veio andando e, se a gente fosse a pé, ia demorar mais, então deixei ele jogando e fui de bike rapidão. Voltei uns 15 minutos depois, porque fiz o caminho todo apressado, e quando entrei, vi que a sala tava vazia. O Facu não tava em lugar nenhum, então, achando que ele tinha ido pro meu quarto pegar outro jogo ou algo assim, subi as escadas, mas quando passei pelo quarto da Sofi, ouvi uns gemidos.
Não pode ser, Ela não vai estar dando pra ele também, essa puta, né?" Pensei, e lentamente entreabri a porta, pra espiar lá dentro.
Quando abri a porta, vi a Sofi completamente pelada, deitada na cama dela com as pernas abertas e o Facu chupando a buceta dela. Minha irmã segurava ele pelo cabelo e apertava a cabeça dele contra a buceta dela, como se quisesse enfiar a língua bem fundo, e gemia igual uma louca, pelo visto ela tava adorando. Entre os gemidos, ela falava umas coisas pra deixar ele com tesão, e pelo visto funcionava, porque o Facu tava se masturbando enquanto chupava ela.
Sofi - "mmm sim, gostoso, chupa a buceta da irmã do seu amigo" "Quero seu pau, gostoso, preciso que você me coma
E depois que ela disse isso, o Facu sentou na cama e a Sofi sentou em cima dele, mas não enfiou a rola, só começou a esfregar, cavalgando mas sem realmente meter. Dava pra ver na cara do Facu que ele tava amando, e minha irmã não tinha pena nenhuma. Meu amigo tava nas nuvens, tanto que depois de um minuto, teve que pedir pra Sofi parar, porque senão ia gozar antes da hora. Minha irmã, obediente, levantou e sentou em cima da cara dele, dessa vez cavalgando a língua.
O comportamento da minha irmã era diferente das outras vezes que eu vi ela com homens, dessa vez ela quem tava no controle e usava o Facu pra se satisfazer, enquanto nas outras vezes ela era um brinquedo pros caras. Isso me fez pensar que a putinha seduziu ele, querendo dar pro meu amigo. Continuaram assim, até que minha irmãzinha gozou na cara toda dele, enchendo ele de sucos. Depois que ela gozou, colocou uma camisinha, sentou no pau dele e dessa vez meteu fundo mesmo, pra cavalgar daquele jeito maluco que ela tem, que nenhum homem consegue resistir.
Enquanto eu olhava, me distraí e nem percebi que a putinha da minha irmã entrou no quarto e fez barulho, o que fez os dois olharem pra porta pra ver de onde vinha o som e me viram. A cara do meu amigo ficou completamente vermelha, parecia que tinham pegado ele cometendo um crime, enquanto minha irmã me olhou e sorriu. Isso me deixou confuso.Por que ela sorriu? Será que gostou de eu olhar pra ela? Ou será que ela já sabia que eu tava olhando? Não vi nenhum tipo de surpresa na cara dela.
Facu foi se levantar, mas minha irmã disse “Fica aí, bebê, não se mexe” e veio andando na minha direção. Facu ignorou ela e se levantou mesmo assim, mas quando viu que eu não reagia, parou pra ver o que ia rolar. Sofi chegou do meu lado e falou “Irmãozinho, veio se juntar?”. Ela tava me oferecendo pra eu comer ela? Isso tem que ser um sonho, pensei. Confuso, não sabia como reagir, mas ela sabia exatamente o que fazer. Me pegou pela mão e me levou até a cama, onde me empurrou e me fez deitar, ficando do lado do meu amigo. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a acariciar meu pau por cima da calça “Mmm, que duro que você já tá, irmãozinho. Fica com tesão de ver seu melhor amigo fodendo sua irmã?” Timidamente, respondi “Sim”, o que surpreendeu Facu e fez ele se acalmar bem mais.
Desabotoo minha calça e tiro minha pica, quando ela viu, disse “hum, maninho, como você cresceu” e dá um sorriso safado. Eu não podia acreditar no que tava rolando, minha irmã tava com minha pica na mão. Vejo minha irmã cuspir na minha pica e começar a chupar devagar, enfiando até o talo e tirando bem devagar, me fazendo ver estrelas. Tive que me segurar pra não gozar, porque senão eu teria explodido rápido demais.
Facu observava de lado, sentado numa poltrona se masturbando, vendo o espetáculo de dois irmãos sucumbindo à luxúria proibida, enquanto a Sofi chupava minhas bolas e fazia uma punheta lenta, mas incrivelmente gostosa. Ela se levanta e me pergunta: "Tá pronto pro prato principal, irmãozinho?" E sentou em cima da minha pica, encostando a ponta na entrada da buceta dela. "Sim", falei timidamente, mas não satisfez ela. "Não ouvi, vai ter que falar mais alto." "Sim", falei, levantando um pouco mais a voz. "Sim o quê? Fala o que você quer, irmãozinho, senão não sei o que fazer." Minha cara tava vermelha, não queria ter que falar aquilo, mas minha tesão era muito maior que meu orgulho, então implorei: "Por favor, irmãzinha, deixa eu te comer, quero estar dentro de você." "Muito melhor", ela disse, finalmente satisfeita, e começou a descer o peso dela na minha pica, enfiando devagar bem até o fundo.
Quando eu entrei de vez, ela sorriu, olhou pro Facu e disse: “Amor, esse buraco aqui ainda tá livre”, e apontou pro próprio cu. O Facu levantou pra meter, mas minha irmã falou: “Você também tem que implorar se quiser me foder”. O que tava acontecendo com a minha irmã? Ela tava mandona e parecia que adorava estar no comando, e, sinceramente, eu também tava adorando, então não reclamei.
Facu — “Por favor, Sofi, deixa eu comer sua bunda, preciso te comer.”
Satisfeita, minha irmã moveu a mão e deixou ele enfiar a rola, mas ele não tava comendo ela, não — era ela quem se mexia e tava usando nós dois pra se satisfazer. Era tão sensual ver minha irmã nos usando prazer dela, que não deu pra segurar e gozei, enchendo a camisinha de porra. Minha irmã me olhou com cara de braba, mas depois sorriu e falou:Será que a buceta da sua irmãzinha é gostosa demais pra você?" "Sim", respondi, e ela ficou na posição, com meu pau dentro enquanto o Facu metia no cu dela. Ficamos assim por pouco mais de um minuto, até que o Facu disse: "Vou gozar, Sofi, não aguento mais". E a Sofi, como um reflexo, levantou rápido e ajoelhou na frente dele, colocou a língua pra fora e falou: "Me dá essa porra, gostoso, goza tudo na minha boca". Meu amigo não conseguiu segurar muito, e gozou na cara toda dela, nem um jato caiu na boca.
Enquanto a Sofi tava na cama, a gente vazou sem falar nada, acompanhei o Facu até a porta, ele foi embora sem nem olhar pra mim, e fui pro meu quarto deitar. Não tava com sono, mas precisava pensar sobre o que tinha pensado, então passei as horas seguintes só olhando pro teto e refletindo sobre o que tinha rolado, sobre minha relação com minha irmã e sobre como deveria agir daqui pra frente.
Lá pelas 8 da noite, minha mãe entra no meu quarto pra avisar que a gente ia jantar na casa da minha tia, mas sinceramente eu precisava de um tempo sozinho, então fingi que tava passando mal e falei que não podia ir. Poucos minutos depois, ouvi o carro e soube que tava sozinho em casa. Aproveitando, levantei e fui pro quarto da minha irmã, comecei a procurar a roupa íntima dela e consegui achar a calcinha fio dental que ela tinha usado à tarde. Peguei ela e comecei a me masturbar, enrolando meu pau na calcinha dela, e foi incrível, tava super excitado e entrei numa espécie de transe, focado só na minha punheta. Mas o transe acabou quando ouvi uma voz dizendo
Sofi — "Irmãozinho, precisa de ajuda?
Olhei pra minha direita e vi a Sofi, parada na porta, completamente pelada e com um sorriso no rosto. "Eu deveria estar com meus pais,O que você tá fazendo aqui?" Pensei, mas não sabia como reagir, então fiquei paralisado, olhando pra ela. Ela, sorrindo, começou a andar na minha direção, se aproximando devagar e rebolando de um jeito sensual. "Meu Deus, como minha irmã é gostosa" foi a única coisa que passou pela minha cabeça naquele momento. Quando chegou do lado da cama, sentou ao meu lado, pegou na minha pica, começou a bater uma punheta devagar e ficou sussurrando umas coisas no meu ouvido.
Sofi - "Irmãozinho, você gosta que sua irmã seja uma puta, né?.... Gostou de ver como quatro caras comiam sua irmã?" Não pode ser, ela sabia que eu estava olhando?
Sofi — "Quer me foder, irmãozinho?" Só consegui balançar a cabeça afirmativamente, e como resposta, ela se ajoelhou de quatro e disse: "Então, irmãozinho, todos os meus buracos são seus, faz o que quiser comigo." Meu Deus, ao ouvir isso, senti que quase gozei sem nem tocar nela, meu tesão estava inacreditável.
Fui pegar as camisinhas que estavam no criado-mudo, mas ela disse "Não, maninho, você pode me foder sem capa" e sorriu de forma safada. Meu pau já tava prestes a explodir, mas eu tinha que aproveitar isso, não podia gozar rápido e perder a chance de usar aqueles buracos, então fiquei atrás dela e comecei a chupar a bunda dela, pra dar tempo do meu pau se acalmar um pouco.
Enquanto eu chupava desesperado, ela gemia e pedia mais: "Isso, isso, maninho, come minha buceta, é toda sua". Minha excitação só aumentava, minha pica tava pedindo pra eu meter de uma vez e eu não aguentei mais. Então me endireitei atrás dela e, devagar, fui enfiando minha pica dura na buceta dela. Tava super molhada e incrivelmente apertadinha. Comecei a me mover num ritmo lento, metendo bem fundo e depois tirando quase toda, pra depois repetir tudo de novo. Ela gemia e mordia o travesseiro, implorando pra eu comer ela mais.
Sofi – “Ai, maninho, que gostoso você me come, me dá tudo”... “mmmmm sim, me come como uma puta qualquer, me usa”
Fui aumentando o ritmo, metendo cada vez mais forte e mais fundo, até que o som da bunda dela batendo na minha pélvis dava pra sentir no quarto inteiro. Ela gritava de prazer e já não conseguia nem formar palavras, enquanto eu fazia de tudo pra não gozar, queria que aquele momento durasse pra sempre, mas infelizmente tudo que é bom tem um fim, e eu já sentia esse fim chegando, então falei pra Sofi.
Eu - "Irmãzinha, vou gozar
Sofi — “Siim, gostoso, me dá tudo, me dá todo o leite”
Algo me diz que ela tava falando da boca, mas eu não tava nem aí, queria gozar dentro dela. Então segurei ela pela cintura e comecei a bombar com tudo, como se quisesse partir ela ao meio, e gozei, gozei bem fundo na buceta dela. Sentia como se fosse uma mangueira, o leite não parava de sair. Minhas pernas ficaram fracas e eu caí na cama, exausto.
Eu tava deitado, tentando manter a respiração calma, sentindo que o coração ia sair pela boca, quando sinto uma boquinha em volta do meu pau. Olho pra baixo e vejo a Sofia me fazendo um boquete lindo. Quando ela viu que eu tava olhando, falou.
Sofi - "Quero mais porra, irmãozinho, vai me dar mais?" Meu Deus, essa mina sabe mesmo como me deixar excitado.
Meu pau reagiu quase na hora de ouvir isso e ficou duríssimo. Quando viu como ele tava duro, minha irmãzinha comemorou que nem uma criança, falando "Yay, meu irmãozinho vai me dar mais leite" e se colocou de quatro de novo. Dessa vez eu ia arrebentar ela, ia tratar ela como um brinquedo, igual os outros caras que comiam ela tratavam, então fiquei atrás dela de novo e enfiei o pau até o fundo, de uma vez, mas dessa vez no cu. Isso fez ela dar um grito que o bairro inteiro deve ter ouvido.
Sofi - "DEEEEEEESPAAAAÇOOOOOOOOOOOOOO
Eu - “Não, garota, vou arrebentar essa sua buceta igual os outros caras fazem, vou te transformar na minha putinha pessoal, você vai acabar implorando pra eu parar, mas vou arrebentar seu cu ainda mais forte.” Parece que ela ficou surpresa comigo sendo tão autoritário, mas percebi que a buceta dela começou a soltar muito mais fluido, então pelo visto ela tava gostando.
Tava metendo no cu dela, com toda a força que eu podia, realmente tentando arrebentar a bunda dela. Eu batia nela, puxava o cabelo dela, tava comendo ela como se fosse uma puta barata, nada de amor nem carinho, só luxúria e tesão. Não tava nem aí que ela era minha irmã, naquele momento pra mim era só um buraco pro meu prazer, mas ela adorava, porque tava gozando toda hora, era um orgasmo atrás do outro, dava pra sentir a buceta dela apertando e as pernas tremendo cada vez que ela gozava, terminando o orgasmo com um squirt que sujava todos os lençóis.
Dessa vez aguentei bem mais, porque ela tinha acabado de gozar, então continuei bombando enquanto ela gritava e gemia. Era um bagaço, a maquiagem tinha escorrido pra todo lado, os olhos estavam todos lacrimejando e ela tava com a boca aberta e a língua pra fora, respirando ofegante. De vez em quando eu puxava o cabelo dela e cuspia na boca dela. Ela tava adorando, mas aí o celular dela tocou e cortou o clima. Tavam ligando pra ela. Ela falou: "É a minha mãe, dá uma pausa". Putasso, parei de me mexer e tirei a pica devagar. Ela atendeu e começou a falar.
Sofi - "Oi mãe, como vai o jantar?.... Sim sim, agora a gente pede umas pizzas… O Tomi tá bem mãe, não se preocupa, já passou bastante" Por que caralhos eu não inventava qualquer desculpa e desligava, pensei, mas minha paciência tava cada vez mais curta, até que, aproveitando que ela ainda tava de quatro, enfiei até o fundo de uma vez enquanto ela continuava no telefone.
Sofi - "Vai mãe, manda beijinhos pra tiaAAAAAAAAAAAH" Ela não conseguiu segurar o grito, parte pela dor, parte pela surpresa, mas disfarçou "Desculpa mãe.. é que vi uma aranha.. e.. cê sabe como.. eu sou.. com.. aranhas..." Falava ofegante, com a respiração cortada. "Tá bom mãe..... tchau..... mmmm.... manda beijinhos.... pra vovó..... te amo...." E desligou, se virou e me olhou com ódio, mas rapidamente aquele olhar de ódio virou um de luxúria, quando começou a gritar comigo. "VAI GUY, ARROMBA MAIS MEU CU, DESTROÇA MINHA RABA, QUIERO QUE TU ME DEIXE MANCA DE TANTO COMER MINHA BUCETA DA SUA IRMÃ" Ela tinha se soltado, parecia que tinha virado uma chave no cérebro dela e tava no modo puta, mordia o travesseiro e gritava. "SIIIII WACHOO MAIS FORTE" Eu metia com toda a força que era humanamente possível, puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda e na cara, cuspia nela, tudo que me vinha na cabeça pra humilhar e fazer ela sofrer, mas ela amava e pedia mais.
Não demorou muito até eu sentir que ia gozar, e pelo visto ela percebeu, porque me disse: “VAI GOZAR, CARA? ENCHE MEU CU DE PORRA, VAI, ME ENGRAVIDA PELO CU”. Ouvindo isso, soltei toda a porra bem no fundo do cu da minha irmã, inundando ele. Tirei a pica, e o cu estava transbordando de porra, escorrendo pelas pernas dela e sujando a cama. Ela me olhou e disse: “Conseguiu, irmãozinho, agora sou sua puta, e só sua”. Chegou perto e me abraçou, e assim, abraçados, dormimos, até ouvirmos o carro da minha mãe. Eu saí correndo pro meu quarto pra não levantar suspeitas.
Minha irmã estava deitada na cama dela, com as pernas abertas e completamente pelada. Uma mão dela tava acariciando os peitos, beliscando os biquinhos, enquanto a outra usava um vibrador no clitóris e na buceta dela. Dava pra ouvir os gemidos, que ela tentava abafar, provavelmente pra eu não escutar, mas mesmo assim dava pra ouvir de tão perto. Depois de observar por uns segundos, vi ela se levantar e pegar alguma coisa debaixo da cama. Tirou uma caixa, abriu e puxou um consolo preto de um tamanho considerável, eu diria uns 20 cm pelo menos, mas não dava pra ter certeza. Com o consolo, ela apoiou no chão com uma espécie de ventosa que tinha e começou a cavalgar nele que nem uma louca, enquanto com as mãos se masturbava o clitóris e apertava os peitos.
Os gemidos ficavam cada vez mais altos, como se ela não conseguisse mais segurar a excitação, e continuou assim por uns minutos, pulando naquela piroca preta de borracha, gemendo e falando umas coisas que eu não conseguia entender, só pegava algumas palavras soltas.
Sofi - “….pau….vai fundo….aí….durou..” Mas entre as palavras que consegui entender, me pareceu ouvi-la dizer “irmãozinho”. Embora devesse ser só minha imaginação, é impossível que ela pensasse em mim quando se masturba.
Enquanto eu olhava pra ela, o show foi interrompido quando ouvi a porta. Minha irmã também ouviu, aparentemente, porque de um pulo ela se levantou e foi se vestir. Eu decidi descer pra ver quem era, e quando abri a porta, vi meu melhor amigo, Facu. Tinha esquecido que ele ia vir, sinceramente, mas quando vi ele, lembrei. Então fomos pra sala de estar e começamos a jogar no videogame, um pouco de Fifa, um pouco de Street Fighter, o de sempre. Passamos a maior parte da tarde assim, jogando e zoando, morrendo de rir.
Lá pelas 5, a gente tava a fim de jogar Mortal Kombat, mas infelizmente tinha emprestado pra outro amigo, então decidi ir de bicicleta na correria, já que a casa dele ficava a uns 10 minutos daqui. O Facu se ofereceu pra ir junto, mas ele veio andando e, se a gente fosse a pé, ia demorar mais, então deixei ele jogando e fui de bike rapidão. Voltei uns 15 minutos depois, porque fiz o caminho todo apressado, e quando entrei, vi que a sala tava vazia. O Facu não tava em lugar nenhum, então, achando que ele tinha ido pro meu quarto pegar outro jogo ou algo assim, subi as escadas, mas quando passei pelo quarto da Sofi, ouvi uns gemidos.
Não pode ser, Ela não vai estar dando pra ele também, essa puta, né?" Pensei, e lentamente entreabri a porta, pra espiar lá dentro.
Quando abri a porta, vi a Sofi completamente pelada, deitada na cama dela com as pernas abertas e o Facu chupando a buceta dela. Minha irmã segurava ele pelo cabelo e apertava a cabeça dele contra a buceta dela, como se quisesse enfiar a língua bem fundo, e gemia igual uma louca, pelo visto ela tava adorando. Entre os gemidos, ela falava umas coisas pra deixar ele com tesão, e pelo visto funcionava, porque o Facu tava se masturbando enquanto chupava ela.
Sofi - "mmm sim, gostoso, chupa a buceta da irmã do seu amigo" "Quero seu pau, gostoso, preciso que você me coma
E depois que ela disse isso, o Facu sentou na cama e a Sofi sentou em cima dele, mas não enfiou a rola, só começou a esfregar, cavalgando mas sem realmente meter. Dava pra ver na cara do Facu que ele tava amando, e minha irmã não tinha pena nenhuma. Meu amigo tava nas nuvens, tanto que depois de um minuto, teve que pedir pra Sofi parar, porque senão ia gozar antes da hora. Minha irmã, obediente, levantou e sentou em cima da cara dele, dessa vez cavalgando a língua.
O comportamento da minha irmã era diferente das outras vezes que eu vi ela com homens, dessa vez ela quem tava no controle e usava o Facu pra se satisfazer, enquanto nas outras vezes ela era um brinquedo pros caras. Isso me fez pensar que a putinha seduziu ele, querendo dar pro meu amigo. Continuaram assim, até que minha irmãzinha gozou na cara toda dele, enchendo ele de sucos. Depois que ela gozou, colocou uma camisinha, sentou no pau dele e dessa vez meteu fundo mesmo, pra cavalgar daquele jeito maluco que ela tem, que nenhum homem consegue resistir.
Enquanto eu olhava, me distraí e nem percebi que a putinha da minha irmã entrou no quarto e fez barulho, o que fez os dois olharem pra porta pra ver de onde vinha o som e me viram. A cara do meu amigo ficou completamente vermelha, parecia que tinham pegado ele cometendo um crime, enquanto minha irmã me olhou e sorriu. Isso me deixou confuso.Por que ela sorriu? Será que gostou de eu olhar pra ela? Ou será que ela já sabia que eu tava olhando? Não vi nenhum tipo de surpresa na cara dela.
Facu foi se levantar, mas minha irmã disse “Fica aí, bebê, não se mexe” e veio andando na minha direção. Facu ignorou ela e se levantou mesmo assim, mas quando viu que eu não reagia, parou pra ver o que ia rolar. Sofi chegou do meu lado e falou “Irmãozinho, veio se juntar?”. Ela tava me oferecendo pra eu comer ela? Isso tem que ser um sonho, pensei. Confuso, não sabia como reagir, mas ela sabia exatamente o que fazer. Me pegou pela mão e me levou até a cama, onde me empurrou e me fez deitar, ficando do lado do meu amigo. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a acariciar meu pau por cima da calça “Mmm, que duro que você já tá, irmãozinho. Fica com tesão de ver seu melhor amigo fodendo sua irmã?” Timidamente, respondi “Sim”, o que surpreendeu Facu e fez ele se acalmar bem mais.
Desabotoo minha calça e tiro minha pica, quando ela viu, disse “hum, maninho, como você cresceu” e dá um sorriso safado. Eu não podia acreditar no que tava rolando, minha irmã tava com minha pica na mão. Vejo minha irmã cuspir na minha pica e começar a chupar devagar, enfiando até o talo e tirando bem devagar, me fazendo ver estrelas. Tive que me segurar pra não gozar, porque senão eu teria explodido rápido demais.
Facu observava de lado, sentado numa poltrona se masturbando, vendo o espetáculo de dois irmãos sucumbindo à luxúria proibida, enquanto a Sofi chupava minhas bolas e fazia uma punheta lenta, mas incrivelmente gostosa. Ela se levanta e me pergunta: "Tá pronto pro prato principal, irmãozinho?" E sentou em cima da minha pica, encostando a ponta na entrada da buceta dela. "Sim", falei timidamente, mas não satisfez ela. "Não ouvi, vai ter que falar mais alto." "Sim", falei, levantando um pouco mais a voz. "Sim o quê? Fala o que você quer, irmãozinho, senão não sei o que fazer." Minha cara tava vermelha, não queria ter que falar aquilo, mas minha tesão era muito maior que meu orgulho, então implorei: "Por favor, irmãzinha, deixa eu te comer, quero estar dentro de você." "Muito melhor", ela disse, finalmente satisfeita, e começou a descer o peso dela na minha pica, enfiando devagar bem até o fundo.
Quando eu entrei de vez, ela sorriu, olhou pro Facu e disse: “Amor, esse buraco aqui ainda tá livre”, e apontou pro próprio cu. O Facu levantou pra meter, mas minha irmã falou: “Você também tem que implorar se quiser me foder”. O que tava acontecendo com a minha irmã? Ela tava mandona e parecia que adorava estar no comando, e, sinceramente, eu também tava adorando, então não reclamei.
Facu — “Por favor, Sofi, deixa eu comer sua bunda, preciso te comer.”
Satisfeita, minha irmã moveu a mão e deixou ele enfiar a rola, mas ele não tava comendo ela, não — era ela quem se mexia e tava usando nós dois pra se satisfazer. Era tão sensual ver minha irmã nos usando prazer dela, que não deu pra segurar e gozei, enchendo a camisinha de porra. Minha irmã me olhou com cara de braba, mas depois sorriu e falou:Será que a buceta da sua irmãzinha é gostosa demais pra você?" "Sim", respondi, e ela ficou na posição, com meu pau dentro enquanto o Facu metia no cu dela. Ficamos assim por pouco mais de um minuto, até que o Facu disse: "Vou gozar, Sofi, não aguento mais". E a Sofi, como um reflexo, levantou rápido e ajoelhou na frente dele, colocou a língua pra fora e falou: "Me dá essa porra, gostoso, goza tudo na minha boca". Meu amigo não conseguiu segurar muito, e gozou na cara toda dela, nem um jato caiu na boca.
Enquanto a Sofi tava na cama, a gente vazou sem falar nada, acompanhei o Facu até a porta, ele foi embora sem nem olhar pra mim, e fui pro meu quarto deitar. Não tava com sono, mas precisava pensar sobre o que tinha pensado, então passei as horas seguintes só olhando pro teto e refletindo sobre o que tinha rolado, sobre minha relação com minha irmã e sobre como deveria agir daqui pra frente.
Lá pelas 8 da noite, minha mãe entra no meu quarto pra avisar que a gente ia jantar na casa da minha tia, mas sinceramente eu precisava de um tempo sozinho, então fingi que tava passando mal e falei que não podia ir. Poucos minutos depois, ouvi o carro e soube que tava sozinho em casa. Aproveitando, levantei e fui pro quarto da minha irmã, comecei a procurar a roupa íntima dela e consegui achar a calcinha fio dental que ela tinha usado à tarde. Peguei ela e comecei a me masturbar, enrolando meu pau na calcinha dela, e foi incrível, tava super excitado e entrei numa espécie de transe, focado só na minha punheta. Mas o transe acabou quando ouvi uma voz dizendo
Sofi — "Irmãozinho, precisa de ajuda?
Olhei pra minha direita e vi a Sofi, parada na porta, completamente pelada e com um sorriso no rosto. "Eu deveria estar com meus pais,O que você tá fazendo aqui?" Pensei, mas não sabia como reagir, então fiquei paralisado, olhando pra ela. Ela, sorrindo, começou a andar na minha direção, se aproximando devagar e rebolando de um jeito sensual. "Meu Deus, como minha irmã é gostosa" foi a única coisa que passou pela minha cabeça naquele momento. Quando chegou do lado da cama, sentou ao meu lado, pegou na minha pica, começou a bater uma punheta devagar e ficou sussurrando umas coisas no meu ouvido.
Sofi - "Irmãozinho, você gosta que sua irmã seja uma puta, né?.... Gostou de ver como quatro caras comiam sua irmã?" Não pode ser, ela sabia que eu estava olhando?
Sofi — "Quer me foder, irmãozinho?" Só consegui balançar a cabeça afirmativamente, e como resposta, ela se ajoelhou de quatro e disse: "Então, irmãozinho, todos os meus buracos são seus, faz o que quiser comigo." Meu Deus, ao ouvir isso, senti que quase gozei sem nem tocar nela, meu tesão estava inacreditável.
Fui pegar as camisinhas que estavam no criado-mudo, mas ela disse "Não, maninho, você pode me foder sem capa" e sorriu de forma safada. Meu pau já tava prestes a explodir, mas eu tinha que aproveitar isso, não podia gozar rápido e perder a chance de usar aqueles buracos, então fiquei atrás dela e comecei a chupar a bunda dela, pra dar tempo do meu pau se acalmar um pouco.
Enquanto eu chupava desesperado, ela gemia e pedia mais: "Isso, isso, maninho, come minha buceta, é toda sua". Minha excitação só aumentava, minha pica tava pedindo pra eu meter de uma vez e eu não aguentei mais. Então me endireitei atrás dela e, devagar, fui enfiando minha pica dura na buceta dela. Tava super molhada e incrivelmente apertadinha. Comecei a me mover num ritmo lento, metendo bem fundo e depois tirando quase toda, pra depois repetir tudo de novo. Ela gemia e mordia o travesseiro, implorando pra eu comer ela mais.
Sofi – “Ai, maninho, que gostoso você me come, me dá tudo”... “mmmmm sim, me come como uma puta qualquer, me usa”
Fui aumentando o ritmo, metendo cada vez mais forte e mais fundo, até que o som da bunda dela batendo na minha pélvis dava pra sentir no quarto inteiro. Ela gritava de prazer e já não conseguia nem formar palavras, enquanto eu fazia de tudo pra não gozar, queria que aquele momento durasse pra sempre, mas infelizmente tudo que é bom tem um fim, e eu já sentia esse fim chegando, então falei pra Sofi.
Eu - "Irmãzinha, vou gozar
Sofi — “Siim, gostoso, me dá tudo, me dá todo o leite”
Algo me diz que ela tava falando da boca, mas eu não tava nem aí, queria gozar dentro dela. Então segurei ela pela cintura e comecei a bombar com tudo, como se quisesse partir ela ao meio, e gozei, gozei bem fundo na buceta dela. Sentia como se fosse uma mangueira, o leite não parava de sair. Minhas pernas ficaram fracas e eu caí na cama, exausto.
Eu tava deitado, tentando manter a respiração calma, sentindo que o coração ia sair pela boca, quando sinto uma boquinha em volta do meu pau. Olho pra baixo e vejo a Sofia me fazendo um boquete lindo. Quando ela viu que eu tava olhando, falou.
Sofi - "Quero mais porra, irmãozinho, vai me dar mais?" Meu Deus, essa mina sabe mesmo como me deixar excitado.
Meu pau reagiu quase na hora de ouvir isso e ficou duríssimo. Quando viu como ele tava duro, minha irmãzinha comemorou que nem uma criança, falando "Yay, meu irmãozinho vai me dar mais leite" e se colocou de quatro de novo. Dessa vez eu ia arrebentar ela, ia tratar ela como um brinquedo, igual os outros caras que comiam ela tratavam, então fiquei atrás dela de novo e enfiei o pau até o fundo, de uma vez, mas dessa vez no cu. Isso fez ela dar um grito que o bairro inteiro deve ter ouvido.
Sofi - "DEEEEEEESPAAAAÇOOOOOOOOOOOOOO
Eu - “Não, garota, vou arrebentar essa sua buceta igual os outros caras fazem, vou te transformar na minha putinha pessoal, você vai acabar implorando pra eu parar, mas vou arrebentar seu cu ainda mais forte.” Parece que ela ficou surpresa comigo sendo tão autoritário, mas percebi que a buceta dela começou a soltar muito mais fluido, então pelo visto ela tava gostando.
Tava metendo no cu dela, com toda a força que eu podia, realmente tentando arrebentar a bunda dela. Eu batia nela, puxava o cabelo dela, tava comendo ela como se fosse uma puta barata, nada de amor nem carinho, só luxúria e tesão. Não tava nem aí que ela era minha irmã, naquele momento pra mim era só um buraco pro meu prazer, mas ela adorava, porque tava gozando toda hora, era um orgasmo atrás do outro, dava pra sentir a buceta dela apertando e as pernas tremendo cada vez que ela gozava, terminando o orgasmo com um squirt que sujava todos os lençóis.
Dessa vez aguentei bem mais, porque ela tinha acabado de gozar, então continuei bombando enquanto ela gritava e gemia. Era um bagaço, a maquiagem tinha escorrido pra todo lado, os olhos estavam todos lacrimejando e ela tava com a boca aberta e a língua pra fora, respirando ofegante. De vez em quando eu puxava o cabelo dela e cuspia na boca dela. Ela tava adorando, mas aí o celular dela tocou e cortou o clima. Tavam ligando pra ela. Ela falou: "É a minha mãe, dá uma pausa". Putasso, parei de me mexer e tirei a pica devagar. Ela atendeu e começou a falar.
Sofi - "Oi mãe, como vai o jantar?.... Sim sim, agora a gente pede umas pizzas… O Tomi tá bem mãe, não se preocupa, já passou bastante" Por que caralhos eu não inventava qualquer desculpa e desligava, pensei, mas minha paciência tava cada vez mais curta, até que, aproveitando que ela ainda tava de quatro, enfiei até o fundo de uma vez enquanto ela continuava no telefone.
Sofi - "Vai mãe, manda beijinhos pra tiaAAAAAAAAAAAH" Ela não conseguiu segurar o grito, parte pela dor, parte pela surpresa, mas disfarçou "Desculpa mãe.. é que vi uma aranha.. e.. cê sabe como.. eu sou.. com.. aranhas..." Falava ofegante, com a respiração cortada. "Tá bom mãe..... tchau..... mmmm.... manda beijinhos.... pra vovó..... te amo...." E desligou, se virou e me olhou com ódio, mas rapidamente aquele olhar de ódio virou um de luxúria, quando começou a gritar comigo. "VAI GUY, ARROMBA MAIS MEU CU, DESTROÇA MINHA RABA, QUIERO QUE TU ME DEIXE MANCA DE TANTO COMER MINHA BUCETA DA SUA IRMÃ" Ela tinha se soltado, parecia que tinha virado uma chave no cérebro dela e tava no modo puta, mordia o travesseiro e gritava. "SIIIII WACHOO MAIS FORTE" Eu metia com toda a força que era humanamente possível, puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda e na cara, cuspia nela, tudo que me vinha na cabeça pra humilhar e fazer ela sofrer, mas ela amava e pedia mais.
Não demorou muito até eu sentir que ia gozar, e pelo visto ela percebeu, porque me disse: “VAI GOZAR, CARA? ENCHE MEU CU DE PORRA, VAI, ME ENGRAVIDA PELO CU”. Ouvindo isso, soltei toda a porra bem no fundo do cu da minha irmã, inundando ele. Tirei a pica, e o cu estava transbordando de porra, escorrendo pelas pernas dela e sujando a cama. Ela me olhou e disse: “Conseguiu, irmãozinho, agora sou sua puta, e só sua”. Chegou perto e me abraçou, e assim, abraçados, dormimos, até ouvirmos o carro da minha mãe. Eu saí correndo pro meu quarto pra não levantar suspeitas.
1 comentários - Minha Irmã Gostosa