Ouvi o barulho dos meus pais descendo do carro, em poucos segundos eles entrariam na sala. Além de ser extremamente vergonhoso ser pego seminu praticando sexo anal com uma garota, também tem o fato de que aquela garota não era minha namorada… e meus pais adoravam a Viviana.
Tirei meu pau e notei que meus líquidos começavam a escorrer de dentro dela… ia sujar o móvel e talvez a roupa dela.
Não… cuidado, minha roupa… ela disse preocupada, enquanto se apressava em cobrir os peitos espetaculares dela.
Peguei um lenço e limpei como pude as intimidades meladas dela, uma expressão de sofrimento marcou o rosto da Mili, pela pressa e grosseria da minha ação e pelo evidente uso contínuo que fiz do cu dela.
Depois de limpa, a Mili desceu do sofá e vestiu de novo a calça e a calcinha minúscula. Da minha parte, eu limpava meu pau dolorido e o guardava na cueca, subia a calça quando ouvi a chave na porta.
A Mili já trocada, sentou no sofá para disfarçar a situação, o que não conseguiu disfarçar foi a expressão de dor, o cu dela estava muito arrebentado.
Oi… cumprimentei meio nervoso meus pais que apareceram.
Filho… que cedo!… respondeu minha mãe surpresa.
Bom dia… cumprimentou formalmente meu pai ao notar a presença da Mili na sala.
Bom dia… respondeu a Mili meio envergonhada.
Eu te falei, nada de festas… retrucou minha mãe meio séria.
Não… estávamos estudando… respondi.
Estudando?... retrucou meu pai com certa ironia, não engoliu essa história tão fácil.
Fazendo um trabalho pra faculdade… respondeu a Mili meio corada com o questionamento do meu pai.
É, parece que sim… a sala está como eu deixei… disse minha mãe.
Houve um silêncio constrangedor, a Mili não se mexia do sofá, presa da vergonha evitava olhar para meus pais.
Vocês devem estar cansados… e a gente vai sair… falei tentando acabar com a situação embaraçosa.
Bom… toma… Leva a Milagros pra casa dela… meu pai me disse, me oferecendo as chaves do carro. Acho que ele percebeu que a atitude dele tava incomodando a Mili.
Depois de me dar as chaves, eles sumiram pelo corredor em direção ao quarto. Só então a Mili se levantou… dolorida pra caralho… me abraçou aliviada porque o pior tinha passado…
Desculpa se algum comentário ou gesto do meu pai te incomodou…
Não se preocupa… melhor a gente vazar… ela me disse.
Saímos, a Mili andava com dificuldade… eu abraçava ela pra disfarçar o jeito dela andar… subimos no carro e fomos pra casa dela.
No caminho, ninguém fez muito comentário. A Mili sentava de lado, de vez em quando soltava suspiros de dor, caretas de sofrimento. Eu tava com medo dos pais dela perceberem. A preocupação da Mili não era por esse lado:
Acho que o que te pedi não foi muito justo… ela disse.
Do que você tá falando?… perguntei curioso, sem parar de dirigir.
Já sabe, aquilo de você terminar com ela… sei que vocês têm uma história bonita juntos… e sei lá… talvez não seja o momento certo… ela explicou, meio desconfortável.
Bom… acho que você tem razão… olha, a gente tá terminando esse ciclo e se a gente se deixar distrair com essas coisas, pode estragar o trabalho que a gente fez nesse curso e em todos os outros… falei.
É… talvez se a gente esperar um pouco até depois das provas finais ou se a gente levar com calma, sei lá…
É, pode funcionar… completei otimista, finalizando o comentário que ela não teve coragem de terminar.
Ao me ouvir, a expressão nostálgica e triste dela foi mudando, se contagiando com meu otimismo. Ela apoiou a cabeça no meu ombro e me deixou dirigir tranquilo. Quando chegamos na casa dela, estacionei na calçada da frente.
Se quiser, te acompanho pra explicar pros seus pais o motivo da demora… ofereci.
Não, melhor não, sabe, eles podem estar putos e se nos verem juntos, talvez tirem as mesmas conclusões que seu pai… não quero que meus pais pensem mal de mim… ela disse.
Deixei ela ir, vi como ela À medida que se aproximava da porta dela, ia disfarçando o jeito de andar, tentando esconder as dores que afligiam o cu dele, pra que os pais não percebessem.
Depois voltei pra minha casa. Com certeza não veria a Mili até o dia seguinte na hora de entregar o relatório. Quem eu veria naquela noite era a Viviana.
Depois de todo o sexo com a Mili, tava com as bolas inchadas, doloridas… A Viviana ficou feliz que eu fosse visitar ela em casa e se surpreendeu que eu não propusesse levar ela pro nosso ninho de amor. Falei que tava muito cansado e ela entendeu. A gente ficou sentado na sala da casa dela vendo um filme.
Como eu podia estar do lado dela e na casa dela? Eu tinha virado um sem-vergonha, um cara de pau. O mais digno teria sido terminar com a Viviana, apesar da dor que pudesse causar… mas eu não tinha certeza se o meu lance com a Mili ia dar certo, e se fosse algo passageiro? Além disso, não ouvi ela dizer que terminaria com o Javier… também tinha a parada dos estudos, me envolver nessas decisões na reta final do ciclo podia me desconcentrar e eu precisava focar nas minhas matérias…
No fim, pensei na minha conveniência; deixaria as coisas rolarem e veria o que acontecia: se o meu lance com a Mili não prosperasse, talvez tivesse poupando uma dor desnecessária pra Viviana… Sim, era egoísta, mas acho que era a melhor solução pra todo mundo (principalmente pra mim) por enquanto…
Pouco depois de chegar nessa conclusão, os pais da Viviana desceram.
Sua mãe e eu vamos jantar fora. Vocês querem ir junto?…
Não achei a ideia ruim, afinal, depois do desgaste que fiz naquele fim de semana, sentia que precisava repor as energias…
Que abusado! Além de botar chifre na filha dela, ainda quer jantar de graça, minha consciência me recriminou… mas talvez aquele clima de família fosse me fazer repensar, ia aceitar… só que a Viviana me deu uma cotovelada leve…
Valeu, pai, mas o Chris estudou a noite toda e deve estar cansado… eu também não tô muito a fim. vontade de sair…
— Bom, tudo bem, vamos trazer alguma coisa pra vocês de qualquer jeito… — disse meu então sogro.
— Se comportem… — disse a mãe da Viviana com um sorriso bonachão antes de sair.
Quando ouvimos o carro deles se afastando, Viviana foi até a janela pra ter certeza de que não voltavam, sabe como é, alguns pais têm dificuldade em deixar a filha com o namorado, ainda mais numa casa vazia.
— Já foram… vem… — disse ela timidamente.
— Pra onde?… — perguntei curioso, sem entender.
— Pro meu quarto… — disse ela, corando levemente.
— Ah… ok… — respondi meio atordoado.
Ela subiu a escada pro quarto dela, eu ia atrás ainda sem entender… Será que ela quer me mostrar um dos bichinhos de pelúcia novos?, pensei… acho que não… ou será que sim?… bom, ontem ela quase me propôs ir pra minha casa pra transar, e hoje parece querer a mesma coisa… de onde vem essa mudança? Viviana não é assim…
Lembrei que teve umas duas vezes que ficamos sozinhos na minha casa e na dela, mas nunca rolou nada, ela morria de vergonha. Sentia um certo respeito pela casa dela e pela minha. “Não, Chris, não é certo fazer isso aqui…” — ela costumava dizer. Claro que horas depois a gente terminava num hotel o que tinha começado nas nossas casas.
Entramos no quarto dela, sentei na cama dela…
— Sei que você tem estado muito tenso ultimamente… — disse ela.
— Porra!, acho que ela já percebeu que eu tô enganando ela… mas por que me trouxe pro quarto dela? Pra me dar uma bronca?… talvez ela tenha escolhido esse lugar caso os pais voltem, pra não ouvirem nossa discussão…
— É, bom… — tentei argumentar.
— Sei que essa coisa dos seus estudos te deixou assim…
— Claro, claro… a universidade e essas coisas… — falei aliviado.
— Então pensei que podia te ajudar a relaxar… — disse ela sorrindo docemente e começou a tirar o top discreto que usava.
— Ei, isso não é necessário… — falei me sentindo meio mal ao vê-la assim, se esforçando pra me fazer sentir bem, principalmente quando a causa do meu estresse era a chifres que eu botava nela.
Quero fazer isso… disse ele se aproximando.
A blusa dela já estava no chão, aí ela me deu um beijo apaixonado e guiou minhas mãos até os fechos do sutiã dela. Parecia novo, muito bonito, preto, cara, ficava muito bem nela…
Mas a situação era meio estranha pra mim, porque geralmente era eu quem começava as coisas… mas eu tava gostando dessa mudança de atitude dela, dela tomar a iniciativa, além disso já tava quase um ano junto com ela, já era hora de se soltar mais nesse aspecto…
Além disso, quero te dar seu presente de aniversário… ela sussurrou docemente no meu ouvido.
Erro… não tava quase um ano junto… naquele dia completava exatamente um ano juntos… que idiota! Como eu pude esquecer disso?... por isso ela quis ir na minha casa ontem. Ela queria que a gente passasse aquele dia junto, que transasse a noite toda talvez… só que eu passei a noite toda transando com a Mili…
Desculpa, Viviana… não lembrei… falei, largando o sutiã dela, que já tava desabotoado e simplesmente caiu, deixando eu ver os peitos médios e brancos dela, os mamilos rosados
Não se preocupa… relaxa… tenho uma surpresa pra você… ela disse sorrindo, e agora começou a abaixar a saia.
Isso é uma tanga?... falei surpreso e maravilhado.
Nossa! De onde saiu essa mulher? Que fim levou minha namorada?... parecia que sim, a calcinha dela era nova, com certeza saída de um catálogo da Victoria Secret’s… a tanga era preta também, com algumas partes transparentes… era deliciosamente pequena… não via nenhum pelo pra fora… caramba! Não me diga que ela depilou a buceta?... se ela queria me surpreender, conseguiu… me deixou de boca aberta…
Viviana sorriu safada ao notar o efeito que a aparência dela causou em mim… eu a via mais solta, não tão caretice como uns minutos atrás quando ela me chamou meio baixinho pro quarto dela… não, agora ela se sentia como uma mulher capaz de excitar o homem dela…
Mas essa não é sua surpresa… ela disse com uma coqueteria inicial.
E o que é?... perguntei curioso… um perfume?, um CD de música?...
Ela sorriu lindamente e olhou nos meus olhos, estava longe, muito longe de acertar…
É algo que você me pediu várias vezes e eu sempre recusei…
Naquele momento, e por causa do que aconteceu naquele fim de semana, minha mente era uma bagunça de ideias, de sentimentos, então não estava pra adivinhar enigmas… Viviana entendeu pela minha expressão confusa… Ela não disse nada, simplesmente subiu na cama, engatinhou até ficar na altura dos travesseiros e ficou assim… de quatro… pra completar a ideia, empinou a bunda…
Não me diga que… falei atônito.
Sim, meu amor… esse é o seu presente… respondeu Viviana com um brilho intenso nos olhos.
Ela estava me presenteando com a buceta dela pelo nosso aniversário!… me oferecia a virgindade anal dela como presente… ela deve me amar muito… pensar que em outras ocasiões ela se recusava a ficar nessa posição ou, se ficava, acabava choramingando, o que me fazia me arrepender de continuar…
Até mesmo possuir ela de quatro pela buceta era difícil, porque ela não gostava… dizia que sentia como se estivesse sendo estuprada… e agora praticamente estava me pedindo pra estuprar ela…
Tem certeza?... falei com ansiedade.
Meu pau estava prestes a explodir vendo ela daquele jeito. Não tinha o corpo da Mili, aquelas bundas enormes e firmes, mas uma mulher chegar a te amar desse jeito, que apesar dos medos e convicções dela te ofereça a bunda virgem pra você inaugurar… isso é algo igualmente excitante, principalmente nessa garota que, com ansiedade ingênua, aguardava descobrir esse novo prazer…
Sim, Chris… você não quer aproveitar o seu presente?... ela disse incitando ainda mais minha luxúria.
Sim, sim, claro… falei pulando na cama com meu pau ereto.
Me posicionei atrás dela e afastei a pequena calcinha dela. O panorama não era tão carnudo quanto a bunda da Mili, mas era apetitoso: a pele branca dela, as panturrilhas bem formadas, as coxas… ela não era voluptuosa, mas o corpo dela não tinha nada a invejar ao de uma modelo, Viviana tinha proporções esteticamente adequadas… Ia ia enfiar numa, quem sabe assim matava a lembrança da Mili… mas…
— Porra!... — exclamei.
— O que foi?... — perguntou curiosa, virando de onde estava.
— Não trouxe nada pra te ajudar a lubrificar… se a gente fizer assim, pode doer muito… — expliquei, decepcionado com meu azar.
— Eu tenho… — disse ela animada, apontando pro criado-mudo.
— Perdão? Como? Quando?... — perguntei atônito.
— Depois te explico… — falou com certa impaciência, quase nervosismo.
Era verdade, não era hora de explicações. Se eu deixasse passar mais tempo, talvez a coragem dela sumisse, ela ficasse nervosa e não me deixasse inaugurar aquele buraquinho dela.
No criado-mudo dela tinha um pacotinho embrulhado em papel de presente, laços e essas coisas, só faltava um cartão… bom, vocês já sabem o que tinha dentro…
Sem perder tempo, passei o gel no meu pau e passei um pouco no cuzinho rosado dela. Ela tremeu ao sentir aquela massagem. Queria enfiar logo, mas me segurei. Resolvi ter o mesmo cuidado que tive na iniciação anal da Mili: primeiro usaria meus dedos e, quando a penetração estivesse boa, enfiaria meu pau.
Fiz isso. Pacientemente, levei uns minutos pra seguir o mesmo procedimento que usei com a Mili duas semanas antes. Diferente dela, a Viviana, morrendo de vergonha, não soltava nem um gemido, muito menos um suspiro. Por momentos parecia uma estátua, mas os tremores e os arrepios que meus dedos entrando no cu dela causavam apareciam de vez em quando.
Quando senti que era a hora, tirei os dedos e posicionei meu pau naquele buraquinho… parecia um momento histórico, talvez besta e idiota, mas de certa forma aquilo podia definir nossa relação…
— Aqui vamos nós… — falei, e não ouvi resposta. Ela sabia o que vinha.
Empurrei de leve contra o esfíncter enrugado dela. Ela ia fugindo ao sentir a pressão, mas segurei a cintura dela… empurrei e empurrei até que a cabeça do meu pau entrou… Ayyy, mamita… auuuu… ela se queixou com voz abafada, soluçando, ao sentir o cu violado.
Calma… vou fazer devagar… falei acariciando suas costas.
Continuei empurrando até que um quarto da pica tava dentro do buraquinho dela… ela abafava gritos de dor no travesseiro onde enfiava a cabeça, mas ainda assim parecia disposta a continuar, a me presentear com aquele cuzinho apertado…
Vai, relaxa… eu dizia.
A cavidade anal dela apertava minha pica dura, o nervosismo fazia ela contrair de vez em quando. Sentia que não conseguia avançar mais, então fui simulando o ato sexual, puxando e afastando a cintura dela devagar…
O cu dela foi cedendo aos trancos, enfiando mais e mais minha pica aos poucos, até um pouco mais da metade…
Ai não… já chega… auuuu… ela pedia chorando.
Já vai passar…
Minha pica parou de novo, precisava de mais força. Deixei a delicadeza de lado, tava ansioso pra finalmente possuir a Viviana desse jeito, e quem sabe exorcizar a lembrança da Mili. Se antes eu tava ajoelhado atrás dela, agora coloquei os dois pés na cama, com os joelhos dobrados dos dois lados do quadril da Viviana…
Nãooo… O que cê tá fazendo?... auuuu… ela gritou.
Com meu próprio peso, agora empurrava meu pau pra dentro da Viviana, tentando me equilibrar com as mãos na cintura dela. A carne dela se abria com dificuldade, as paredes do cu apertavam pra não deixar eu entrar… mas uma distração rápida, talvez um suspiro leve, fez o corpo dela ceder e minha pica inteira entrou de uma vez…
Aiaiaiai… tira… pelo amor de Deus… tira… Auuu… ela reclamou com a cabeça virada de lado.
Calma… espera um pouco… se não acostumar, eu tiro… falei, embora essa promessa geralmente seja mentirinha.
Aiiii… tá bom… confio em você… ela disse, toda dolorida.
Me ajeitei melhor entre os gemidos dela, às vezes o cu pulsava forte na minha pica, outras vezes relaxava… aproveitei um desses momentos de Relaxamento pra começar a meter e tirar meu pau devagarzinho…
Ainda não… espera… aii…
Vamos, relaxa… você tá indo bem… eu a incentivava.
Vi o rosto dela apoiado de lado na cama, com uma expressão de dor, vermelho, suado, com algumas lágrimas lutando pra sair… Me deixei levar pela minha própria excitação, pelo atrito do buraquinho recém-inaugurado dela… fui aumentando o ritmo…
Não… pelo amor de Deus, paraa… aiii… ela implorava.
É meu presente, lembra?… me atrevi a dizer pra ela.
A expressão dela mudou de dor pra surpresa pelo meu comentário sem noção, mas ela ficou quieta por uns instantes e decidiu aguentar… a cama começava a tremer com meu vigor crescente…
aiii aiii… eu ouvia ela gemer, algumas lágrimas molhavam as bochechas dela, mas, embriagado pela minha luxúria, não dei muita bola.
Num momento, ouvi o rangido de uma porta. Parei, pensando que os pais dela iam me pegar sodomizando a filha. Quando virei, percebi que uma das portas do guarda-roupa dela tinha aberto, talvez os tremores da cama fizeram a porta ceder, e agora mostrava o espelho… e o reflexo permitiu que ela visse como eu a dominava…
Ah não… o que você tá fazendo comigo?… aiii… ela gritou horrorizada.
Aquele espetáculo não tava sendo tão agradável pra ela quanto pra mim: Ela com a bunda empinada, a calcinha preta e pequena puxada pro lado, as costas inclinadas na cama, as mãos arranhando o travesseirão onde o rosto descansava de lado… e claro, quem escreve enfiando freneticamente o pau no cu apertado dela…
Você tá me estuprando!… aiii… para… aiii…
Espera, já já… eu dizia, acelerando meus movimentos.
Agora eu via o rosto da Viviana surpreso, dolorido, de boca aberta, apesar dos protestos ela não fazia nenhum movimento pra se soltar… na verdade, aguentava minhas investidas com menos reclamações que antes… tava bestificada com o que via no espelho… não acreditava no que tava Hã… talvez essa imagem também enchesse ela de tesão…
Me solta… ahhh… Para… Uhhhh… ai ai ai… ela exclamava com um certo pudor, mas parecia começar a gostar.
Love, aguenta… já já…
Me larga agora… Chris, para… ela gritou chorando, a culpa daquela situação absurda tomou conta dela de novo.
Já em mim, invadiram as lembranças das fodas com a Mili, o som das batidas da bunda dela na minha virilha era mais alto do que o que eu ouvia agora com a Viviana… Por que tô pensando nisso agora?, me repreendi, e aumentei minhas estocadas sem piedade. Queria parar de pensar naquilo, não ouvia as reclamações, os choros da Viviana… tava imerso no meu mundo e nem percebi que tava estuprando ela de um jeito brutal…
Chega… pelo amor… já não aguento mais… Ahhhh… foi o último gemido dela.
Num último empurrão, enchi pela primeira, e talvez última vez, o intestino da Viviana… meu esperma grosso encheu ela, causando uns espasmos violentos…
Cansado, quase cãibra, mas satisfeito, me afastei dela… meu pau saiu com dificuldade daquele buraquinho apertado. A Viviana se deixou cair de lado, se encolheu, tentando cobrir a nudez. Tapava o rosto soluçando… só então percebi o quão idiota e burro eu tinha sido.
Ei… me desculpa… falei, cheio de culpa, abraçando ela.
Eu te falei pra parar… Por que você não parou?… ela me cobrou.
Desculpa… é que não… não sei… te vi tão segura de que queria isso…
Mas eu te pedi, te implorei pra não continuar, você nem percebeu que eu tava chorando… ela me recriminou entre soluços.
Me perdoa, love… falei, sentindo lágrimas de culpa se acumularem nos meus olhos.
Tava me matando ver ela daquele jeito. Eu tinha pensado mais no meu prazer do que nela. Agi do jeito que sempre critiquei nos outros… No que eu tava me transformando?… Além de ser infiel, agora praticamente tinha estuprado ela, aproveitando da oferta generosa dela, daquele presente de love que ela tinha preparado pra me dar nessa… noite.
love O que eu posso fazer pra você se sentir melhor?… perguntei, queria encontrar um jeito de acalmá-la, de consertar as coisas.
Só amadurece… me deixa em paz… ela disse.
Mas… tentei rebater.
Vaza!… ela gritou, me mostrando pela primeira vez o rosto furioso, cheio de lágrimas, vermelho de raiva, decepção.
Tá bom…
Naquele dia eu não ia conseguir resolver nada, talvez nunca conseguisse… minha presença só piorava tudo. Ela queria ficar sozinha. Peguei minhas coisas e fui embora…
No caminho pra casa, me senti o pior lixo do mundo, me culpei pelo que fiz, não encontrei respostas pra minha atitude… quis botar a culpa na Mili, no Javier, em todo mundo… mas a culpa era minha… eu fiz aquilo… O resto era só circunstância, a verdade é que eu tive a chance de parar, de não continuar, mas não parei, me deixei levar…
Pensei na Viviana, em tudo que a gente tinha passado junto e como eu tinha estragado tudo. Depois pensei nos pais dela, se encontrassem ela daquele jeito… se ela me denunciasse, bom, como é normal, senti medo, mas não pensei em fugir… se aquilo fosse pra frente, eu merecia o castigo que eles pudessem me dar, a polícia, o juiz, a lei, quem quer que fosse…
A noite toda tentei falar com ela. Mandei mil e uma mensagens pro celular da Viviana. Não queria me livrar do possível castigo, só queria que ela me perdoasse… mas não recebi resposta… ia ser difícil ela me perdoar depois do que eu fiz…
No fim, me joguei num canto escuro do meu quarto e chorei amargamente pelas merdas que fiz naquela noite, naquele fim de semana…
*****
Chris, acorda… Ei!…
O que foi?... Viviana! O que você tá fazendo aqui?... exclamei surpreso.
Ela, mais surpresa ainda, me olhava de cima…
O que eu tô fazendo aqui? Essa é a minha casa!… ela respondeu sorrindo.
Sua casa? O que aconteceu?... retruquei atordoado, olhando em volta.
love Você dormiu… teve um pesadelo e eu te acordei.
Sério?
Parecia real: eu tava na sala dela, com a meia-luz, a televisão ainda ligada, meu Corpo deitado no sofá com minha cabeça no colo dela e ela me olhava com carinho, acariciando meu cabelo.
Nada disso aconteceu… uff… que alívio… murmurei me sentando.
Nunca tive um pesadelo tão horrível, tão real. Até nas minhas bochechas ainda escorriam algumas lágrimas, que limpei o mais rápido que pude. Me levantei, sentando ao lado dela.
Você está bem?… perguntou preocupada.
Sim, é só que… E seus pais?…
Saíram pra jantar há 20 minutos… você não lembra?…
Pelo menos essa parte era verdade, talvez tenha sido a última coisa real que vi e ouvi antes de cair no sono…
Você está bem?… repetiu preocupada.
Sim… bom, não… não sei… respondi ainda atordoado.
Não sabia o que podia explicar, tudo que aconteceu naquele fim de semana, o sonho, tudo era confuso. Viviana não era boba, eu tava há semanas naquela distração, absorto pelas minhas culpas… não demoraria muito pra ela perceber qual era o motivo das minhas distrações.
É, faz tempo que você não está bem… me repreendeu.
Você tem razão… olha… falei e parei.
Talvez fosse a hora certa de parar de fugir, a situação tava escapando das minhas mãos. Meu sonho podia ser um aviso, um presságio de que as coisas, se continuassem assim, iam acabar mal…
E então?… me apressou Viviana.
Tá bem… ando meio viajado ultimamente, a faculdade, os cursos tão me deixando de cabeça quente e… falei tentando me justificar.
Tem certeza que é só isso?… perguntou angustiada.
Hesitei em confessar a verdade, sabia que ia magoá-la… podia mentir ou esconder a verdade, afinal "O que os olhos não veem, o coração não sente"… só que meu coração e minha consciência sabiam a verdade… e estavam me atormentando…
Não é que…
O que é?… É outra mulher?… perguntou desafiadora.
Não respondi… a expressão no meu rosto e meu silêncio deram a resposta que não ousei falar… o semblante dela mudou.
Você gosta dela?… perguntou magoada. Não sei… respondi, sobrecarregado pelas perguntas dela, principalmente porque não tinha a resposta exata.
Claro que Mili me atraía fisicamente. Quem não gostaria de uma gostosa daquelas?… a gente se dava bem na cama, no sofá, na mesa, no chuveiro, etc. Vocês sabem do que tô falando… mas além disso, nas coisas normais e cotidianas que tornam qualquer relação suportável… não, eu não sabia, isso ainda era um mistério… também não quis responder porque seria cravar mais uma estaca no coração da Viviana, mas ela já tinha a resposta…
Você deve gostar dela, senão não estaria assim…
Vamos, Viviana, não continua com isso…
Era uma tortura que ela tava se impondo. Não sei se é virtude ou defeito das mulheres que, chegando nessa situação, sempre querem desvendar tudo, apesar de toda a dor que isso pode causar… deve ser coragem, a busca por uma razão, um porquê… ou puro masoquismo… fosse o que fosse, eu era o culpado, eu tinha causado aquilo…
Lembro que você me prometeu que, se alguém te interessasse, você me contaria… que era melhor terminar nosso relacionamento antes que algo acontecesse… que preferia ser honesto comigo do que me trair… É por isso que você tá me dizendo isso?...
Sim, bem… falei, tentando salvar a situação, mas ela me conhecia, sabia que eu tava mentindo.
Vocês já fizeram alguma coisa?... perguntou, visivelmente mortificada.
Na minha mente atordoada, ensaiei uma resposta… só que a resposta nunca saiu dos meus lábios…
Responde!... exigiu, irritada.
Sim, mas foi só sexo… respondi sem pensar.
Ela me deu um tapa sonoro que virou meu rosto. Eu merecia, não só pelo fato da infidelidade, mas porque ela era vítima daquela situação e eu ousei responder daquele jeito brutal.
No começo, fiquei gelado, depois senti um pouco de raiva, mas entendi que não tinha direito de ficar irritado. Virei pra olhar ela, estava vermelha de ódio, depois foi se acalmando.
Pra falar a verdade, nunca uma A bofetada tinha doído tanto, não pela força que ele colocou, mas pelo que significava… eu tinha decepcionado ela.
Você é um lixo… compartilhei contigo o que era mais sagrado pra mim e você não soube valorizar…
A expressão de decepção no rosto dela partia minha alma. Ninguém nunca me fez sentir tão culpado… nem meu pai quando eu disse que não queria estudar medicina, depois de anos ele me comprando livros e brinquedos de médico… só que a cara do meu velho se refez quando eu falei que ia estudar Economia… Mas o rosto da minha namorada, ou melhor, ex-namorada, não tinha conserto, o estrago já estava feito.
Mesmo sem ver uma lágrima cair, talvez ela pensasse que não ia me dar esse gosto, eu sabia que ela tava muito abalada. Fui o primeiro homem na vida dela e também a primeira grande decepção.
Me desculpa… espero que um dia você me perdoe… falei todo arrependido.
Talvez um dia eu te perdoe… mas jamais vou esquecer… agora cresce… ela disse quase chorando.
Viviana…
Me deixa sozinha… Vaza!…
Tá bom…
Levantei e fui embora.
Quando saí, meu coração tava em pedaços. Passei um ano da minha vida com ela, um tempo curto talvez, mas significativo. Até meus pais tinham notado e elogiado a mudança boa que a Viviana tinha feito em mim.
Foi meu primeiro relacionamento sério: experimentei o dia a dia de um namoro, o fortalecimento dele, aprendi a deixar o orgulho de lado e ligar pra ela depois de uma briga, comecei a valorizar os pequenos detalhes, senti o carinho sincero se transformando em algo mais… em amor talvez… se ela me amou… mas eu não amei ela como devia, senão não teria feito isso.
Minha natureza imatura tinha estragado algo que tava indo bem… Talvez eu ainda não estivesse pronto pra isso… falei comigo mesmo. Além disso, a Viviana não merecia continuar aguentando minhas indecisões e minhas traições.
Só esperava ter tomado a decisão certa… ter escolhido a garota certa…
Tirei meu pau e notei que meus líquidos começavam a escorrer de dentro dela… ia sujar o móvel e talvez a roupa dela.
Não… cuidado, minha roupa… ela disse preocupada, enquanto se apressava em cobrir os peitos espetaculares dela.
Peguei um lenço e limpei como pude as intimidades meladas dela, uma expressão de sofrimento marcou o rosto da Mili, pela pressa e grosseria da minha ação e pelo evidente uso contínuo que fiz do cu dela.
Depois de limpa, a Mili desceu do sofá e vestiu de novo a calça e a calcinha minúscula. Da minha parte, eu limpava meu pau dolorido e o guardava na cueca, subia a calça quando ouvi a chave na porta.
A Mili já trocada, sentou no sofá para disfarçar a situação, o que não conseguiu disfarçar foi a expressão de dor, o cu dela estava muito arrebentado.
Oi… cumprimentei meio nervoso meus pais que apareceram.
Filho… que cedo!… respondeu minha mãe surpresa.
Bom dia… cumprimentou formalmente meu pai ao notar a presença da Mili na sala.
Bom dia… respondeu a Mili meio envergonhada.
Eu te falei, nada de festas… retrucou minha mãe meio séria.
Não… estávamos estudando… respondi.
Estudando?... retrucou meu pai com certa ironia, não engoliu essa história tão fácil.
Fazendo um trabalho pra faculdade… respondeu a Mili meio corada com o questionamento do meu pai.
É, parece que sim… a sala está como eu deixei… disse minha mãe.
Houve um silêncio constrangedor, a Mili não se mexia do sofá, presa da vergonha evitava olhar para meus pais.
Vocês devem estar cansados… e a gente vai sair… falei tentando acabar com a situação embaraçosa.
Bom… toma… Leva a Milagros pra casa dela… meu pai me disse, me oferecendo as chaves do carro. Acho que ele percebeu que a atitude dele tava incomodando a Mili.
Depois de me dar as chaves, eles sumiram pelo corredor em direção ao quarto. Só então a Mili se levantou… dolorida pra caralho… me abraçou aliviada porque o pior tinha passado…
Desculpa se algum comentário ou gesto do meu pai te incomodou…
Não se preocupa… melhor a gente vazar… ela me disse.
Saímos, a Mili andava com dificuldade… eu abraçava ela pra disfarçar o jeito dela andar… subimos no carro e fomos pra casa dela.
No caminho, ninguém fez muito comentário. A Mili sentava de lado, de vez em quando soltava suspiros de dor, caretas de sofrimento. Eu tava com medo dos pais dela perceberem. A preocupação da Mili não era por esse lado:
Acho que o que te pedi não foi muito justo… ela disse.
Do que você tá falando?… perguntei curioso, sem parar de dirigir.
Já sabe, aquilo de você terminar com ela… sei que vocês têm uma história bonita juntos… e sei lá… talvez não seja o momento certo… ela explicou, meio desconfortável.
Bom… acho que você tem razão… olha, a gente tá terminando esse ciclo e se a gente se deixar distrair com essas coisas, pode estragar o trabalho que a gente fez nesse curso e em todos os outros… falei.
É… talvez se a gente esperar um pouco até depois das provas finais ou se a gente levar com calma, sei lá…
É, pode funcionar… completei otimista, finalizando o comentário que ela não teve coragem de terminar.
Ao me ouvir, a expressão nostálgica e triste dela foi mudando, se contagiando com meu otimismo. Ela apoiou a cabeça no meu ombro e me deixou dirigir tranquilo. Quando chegamos na casa dela, estacionei na calçada da frente.
Se quiser, te acompanho pra explicar pros seus pais o motivo da demora… ofereci.
Não, melhor não, sabe, eles podem estar putos e se nos verem juntos, talvez tirem as mesmas conclusões que seu pai… não quero que meus pais pensem mal de mim… ela disse.
Deixei ela ir, vi como ela À medida que se aproximava da porta dela, ia disfarçando o jeito de andar, tentando esconder as dores que afligiam o cu dele, pra que os pais não percebessem.
Depois voltei pra minha casa. Com certeza não veria a Mili até o dia seguinte na hora de entregar o relatório. Quem eu veria naquela noite era a Viviana.
Depois de todo o sexo com a Mili, tava com as bolas inchadas, doloridas… A Viviana ficou feliz que eu fosse visitar ela em casa e se surpreendeu que eu não propusesse levar ela pro nosso ninho de amor. Falei que tava muito cansado e ela entendeu. A gente ficou sentado na sala da casa dela vendo um filme.
Como eu podia estar do lado dela e na casa dela? Eu tinha virado um sem-vergonha, um cara de pau. O mais digno teria sido terminar com a Viviana, apesar da dor que pudesse causar… mas eu não tinha certeza se o meu lance com a Mili ia dar certo, e se fosse algo passageiro? Além disso, não ouvi ela dizer que terminaria com o Javier… também tinha a parada dos estudos, me envolver nessas decisões na reta final do ciclo podia me desconcentrar e eu precisava focar nas minhas matérias…
No fim, pensei na minha conveniência; deixaria as coisas rolarem e veria o que acontecia: se o meu lance com a Mili não prosperasse, talvez tivesse poupando uma dor desnecessária pra Viviana… Sim, era egoísta, mas acho que era a melhor solução pra todo mundo (principalmente pra mim) por enquanto…
Pouco depois de chegar nessa conclusão, os pais da Viviana desceram.
Sua mãe e eu vamos jantar fora. Vocês querem ir junto?…
Não achei a ideia ruim, afinal, depois do desgaste que fiz naquele fim de semana, sentia que precisava repor as energias…
Que abusado! Além de botar chifre na filha dela, ainda quer jantar de graça, minha consciência me recriminou… mas talvez aquele clima de família fosse me fazer repensar, ia aceitar… só que a Viviana me deu uma cotovelada leve…
Valeu, pai, mas o Chris estudou a noite toda e deve estar cansado… eu também não tô muito a fim. vontade de sair…
— Bom, tudo bem, vamos trazer alguma coisa pra vocês de qualquer jeito… — disse meu então sogro.
— Se comportem… — disse a mãe da Viviana com um sorriso bonachão antes de sair.
Quando ouvimos o carro deles se afastando, Viviana foi até a janela pra ter certeza de que não voltavam, sabe como é, alguns pais têm dificuldade em deixar a filha com o namorado, ainda mais numa casa vazia.
— Já foram… vem… — disse ela timidamente.
— Pra onde?… — perguntei curioso, sem entender.
— Pro meu quarto… — disse ela, corando levemente.
— Ah… ok… — respondi meio atordoado.
Ela subiu a escada pro quarto dela, eu ia atrás ainda sem entender… Será que ela quer me mostrar um dos bichinhos de pelúcia novos?, pensei… acho que não… ou será que sim?… bom, ontem ela quase me propôs ir pra minha casa pra transar, e hoje parece querer a mesma coisa… de onde vem essa mudança? Viviana não é assim…
Lembrei que teve umas duas vezes que ficamos sozinhos na minha casa e na dela, mas nunca rolou nada, ela morria de vergonha. Sentia um certo respeito pela casa dela e pela minha. “Não, Chris, não é certo fazer isso aqui…” — ela costumava dizer. Claro que horas depois a gente terminava num hotel o que tinha começado nas nossas casas.
Entramos no quarto dela, sentei na cama dela…
— Sei que você tem estado muito tenso ultimamente… — disse ela.
— Porra!, acho que ela já percebeu que eu tô enganando ela… mas por que me trouxe pro quarto dela? Pra me dar uma bronca?… talvez ela tenha escolhido esse lugar caso os pais voltem, pra não ouvirem nossa discussão…
— É, bom… — tentei argumentar.
— Sei que essa coisa dos seus estudos te deixou assim…
— Claro, claro… a universidade e essas coisas… — falei aliviado.
— Então pensei que podia te ajudar a relaxar… — disse ela sorrindo docemente e começou a tirar o top discreto que usava.
— Ei, isso não é necessário… — falei me sentindo meio mal ao vê-la assim, se esforçando pra me fazer sentir bem, principalmente quando a causa do meu estresse era a chifres que eu botava nela.
Quero fazer isso… disse ele se aproximando.
A blusa dela já estava no chão, aí ela me deu um beijo apaixonado e guiou minhas mãos até os fechos do sutiã dela. Parecia novo, muito bonito, preto, cara, ficava muito bem nela…
Mas a situação era meio estranha pra mim, porque geralmente era eu quem começava as coisas… mas eu tava gostando dessa mudança de atitude dela, dela tomar a iniciativa, além disso já tava quase um ano junto com ela, já era hora de se soltar mais nesse aspecto…
Além disso, quero te dar seu presente de aniversário… ela sussurrou docemente no meu ouvido.
Erro… não tava quase um ano junto… naquele dia completava exatamente um ano juntos… que idiota! Como eu pude esquecer disso?... por isso ela quis ir na minha casa ontem. Ela queria que a gente passasse aquele dia junto, que transasse a noite toda talvez… só que eu passei a noite toda transando com a Mili…
Desculpa, Viviana… não lembrei… falei, largando o sutiã dela, que já tava desabotoado e simplesmente caiu, deixando eu ver os peitos médios e brancos dela, os mamilos rosados
Não se preocupa… relaxa… tenho uma surpresa pra você… ela disse sorrindo, e agora começou a abaixar a saia.
Isso é uma tanga?... falei surpreso e maravilhado.
Nossa! De onde saiu essa mulher? Que fim levou minha namorada?... parecia que sim, a calcinha dela era nova, com certeza saída de um catálogo da Victoria Secret’s… a tanga era preta também, com algumas partes transparentes… era deliciosamente pequena… não via nenhum pelo pra fora… caramba! Não me diga que ela depilou a buceta?... se ela queria me surpreender, conseguiu… me deixou de boca aberta…
Viviana sorriu safada ao notar o efeito que a aparência dela causou em mim… eu a via mais solta, não tão caretice como uns minutos atrás quando ela me chamou meio baixinho pro quarto dela… não, agora ela se sentia como uma mulher capaz de excitar o homem dela…
Mas essa não é sua surpresa… ela disse com uma coqueteria inicial.
E o que é?... perguntei curioso… um perfume?, um CD de música?...
Ela sorriu lindamente e olhou nos meus olhos, estava longe, muito longe de acertar…
É algo que você me pediu várias vezes e eu sempre recusei…
Naquele momento, e por causa do que aconteceu naquele fim de semana, minha mente era uma bagunça de ideias, de sentimentos, então não estava pra adivinhar enigmas… Viviana entendeu pela minha expressão confusa… Ela não disse nada, simplesmente subiu na cama, engatinhou até ficar na altura dos travesseiros e ficou assim… de quatro… pra completar a ideia, empinou a bunda…
Não me diga que… falei atônito.
Sim, meu amor… esse é o seu presente… respondeu Viviana com um brilho intenso nos olhos.
Ela estava me presenteando com a buceta dela pelo nosso aniversário!… me oferecia a virgindade anal dela como presente… ela deve me amar muito… pensar que em outras ocasiões ela se recusava a ficar nessa posição ou, se ficava, acabava choramingando, o que me fazia me arrepender de continuar…
Até mesmo possuir ela de quatro pela buceta era difícil, porque ela não gostava… dizia que sentia como se estivesse sendo estuprada… e agora praticamente estava me pedindo pra estuprar ela…
Tem certeza?... falei com ansiedade.
Meu pau estava prestes a explodir vendo ela daquele jeito. Não tinha o corpo da Mili, aquelas bundas enormes e firmes, mas uma mulher chegar a te amar desse jeito, que apesar dos medos e convicções dela te ofereça a bunda virgem pra você inaugurar… isso é algo igualmente excitante, principalmente nessa garota que, com ansiedade ingênua, aguardava descobrir esse novo prazer…
Sim, Chris… você não quer aproveitar o seu presente?... ela disse incitando ainda mais minha luxúria.
Sim, sim, claro… falei pulando na cama com meu pau ereto.
Me posicionei atrás dela e afastei a pequena calcinha dela. O panorama não era tão carnudo quanto a bunda da Mili, mas era apetitoso: a pele branca dela, as panturrilhas bem formadas, as coxas… ela não era voluptuosa, mas o corpo dela não tinha nada a invejar ao de uma modelo, Viviana tinha proporções esteticamente adequadas… Ia ia enfiar numa, quem sabe assim matava a lembrança da Mili… mas…
— Porra!... — exclamei.
— O que foi?... — perguntou curiosa, virando de onde estava.
— Não trouxe nada pra te ajudar a lubrificar… se a gente fizer assim, pode doer muito… — expliquei, decepcionado com meu azar.
— Eu tenho… — disse ela animada, apontando pro criado-mudo.
— Perdão? Como? Quando?... — perguntei atônito.
— Depois te explico… — falou com certa impaciência, quase nervosismo.
Era verdade, não era hora de explicações. Se eu deixasse passar mais tempo, talvez a coragem dela sumisse, ela ficasse nervosa e não me deixasse inaugurar aquele buraquinho dela.
No criado-mudo dela tinha um pacotinho embrulhado em papel de presente, laços e essas coisas, só faltava um cartão… bom, vocês já sabem o que tinha dentro…
Sem perder tempo, passei o gel no meu pau e passei um pouco no cuzinho rosado dela. Ela tremeu ao sentir aquela massagem. Queria enfiar logo, mas me segurei. Resolvi ter o mesmo cuidado que tive na iniciação anal da Mili: primeiro usaria meus dedos e, quando a penetração estivesse boa, enfiaria meu pau.
Fiz isso. Pacientemente, levei uns minutos pra seguir o mesmo procedimento que usei com a Mili duas semanas antes. Diferente dela, a Viviana, morrendo de vergonha, não soltava nem um gemido, muito menos um suspiro. Por momentos parecia uma estátua, mas os tremores e os arrepios que meus dedos entrando no cu dela causavam apareciam de vez em quando.
Quando senti que era a hora, tirei os dedos e posicionei meu pau naquele buraquinho… parecia um momento histórico, talvez besta e idiota, mas de certa forma aquilo podia definir nossa relação…
— Aqui vamos nós… — falei, e não ouvi resposta. Ela sabia o que vinha.
Empurrei de leve contra o esfíncter enrugado dela. Ela ia fugindo ao sentir a pressão, mas segurei a cintura dela… empurrei e empurrei até que a cabeça do meu pau entrou… Ayyy, mamita… auuuu… ela se queixou com voz abafada, soluçando, ao sentir o cu violado.
Calma… vou fazer devagar… falei acariciando suas costas.
Continuei empurrando até que um quarto da pica tava dentro do buraquinho dela… ela abafava gritos de dor no travesseiro onde enfiava a cabeça, mas ainda assim parecia disposta a continuar, a me presentear com aquele cuzinho apertado…
Vai, relaxa… eu dizia.
A cavidade anal dela apertava minha pica dura, o nervosismo fazia ela contrair de vez em quando. Sentia que não conseguia avançar mais, então fui simulando o ato sexual, puxando e afastando a cintura dela devagar…
O cu dela foi cedendo aos trancos, enfiando mais e mais minha pica aos poucos, até um pouco mais da metade…
Ai não… já chega… auuuu… ela pedia chorando.
Já vai passar…
Minha pica parou de novo, precisava de mais força. Deixei a delicadeza de lado, tava ansioso pra finalmente possuir a Viviana desse jeito, e quem sabe exorcizar a lembrança da Mili. Se antes eu tava ajoelhado atrás dela, agora coloquei os dois pés na cama, com os joelhos dobrados dos dois lados do quadril da Viviana…
Nãooo… O que cê tá fazendo?... auuuu… ela gritou.
Com meu próprio peso, agora empurrava meu pau pra dentro da Viviana, tentando me equilibrar com as mãos na cintura dela. A carne dela se abria com dificuldade, as paredes do cu apertavam pra não deixar eu entrar… mas uma distração rápida, talvez um suspiro leve, fez o corpo dela ceder e minha pica inteira entrou de uma vez…
Aiaiaiai… tira… pelo amor de Deus… tira… Auuu… ela reclamou com a cabeça virada de lado.
Calma… espera um pouco… se não acostumar, eu tiro… falei, embora essa promessa geralmente seja mentirinha.
Aiiii… tá bom… confio em você… ela disse, toda dolorida.
Me ajeitei melhor entre os gemidos dela, às vezes o cu pulsava forte na minha pica, outras vezes relaxava… aproveitei um desses momentos de Relaxamento pra começar a meter e tirar meu pau devagarzinho…
Ainda não… espera… aii…
Vamos, relaxa… você tá indo bem… eu a incentivava.
Vi o rosto dela apoiado de lado na cama, com uma expressão de dor, vermelho, suado, com algumas lágrimas lutando pra sair… Me deixei levar pela minha própria excitação, pelo atrito do buraquinho recém-inaugurado dela… fui aumentando o ritmo…
Não… pelo amor de Deus, paraa… aiii… ela implorava.
É meu presente, lembra?… me atrevi a dizer pra ela.
A expressão dela mudou de dor pra surpresa pelo meu comentário sem noção, mas ela ficou quieta por uns instantes e decidiu aguentar… a cama começava a tremer com meu vigor crescente…
aiii aiii… eu ouvia ela gemer, algumas lágrimas molhavam as bochechas dela, mas, embriagado pela minha luxúria, não dei muita bola.
Num momento, ouvi o rangido de uma porta. Parei, pensando que os pais dela iam me pegar sodomizando a filha. Quando virei, percebi que uma das portas do guarda-roupa dela tinha aberto, talvez os tremores da cama fizeram a porta ceder, e agora mostrava o espelho… e o reflexo permitiu que ela visse como eu a dominava…
Ah não… o que você tá fazendo comigo?… aiii… ela gritou horrorizada.
Aquele espetáculo não tava sendo tão agradável pra ela quanto pra mim: Ela com a bunda empinada, a calcinha preta e pequena puxada pro lado, as costas inclinadas na cama, as mãos arranhando o travesseirão onde o rosto descansava de lado… e claro, quem escreve enfiando freneticamente o pau no cu apertado dela…
Você tá me estuprando!… aiii… para… aiii…
Espera, já já… eu dizia, acelerando meus movimentos.
Agora eu via o rosto da Viviana surpreso, dolorido, de boca aberta, apesar dos protestos ela não fazia nenhum movimento pra se soltar… na verdade, aguentava minhas investidas com menos reclamações que antes… tava bestificada com o que via no espelho… não acreditava no que tava Hã… talvez essa imagem também enchesse ela de tesão…
Me solta… ahhh… Para… Uhhhh… ai ai ai… ela exclamava com um certo pudor, mas parecia começar a gostar.
Love, aguenta… já já…
Me larga agora… Chris, para… ela gritou chorando, a culpa daquela situação absurda tomou conta dela de novo.
Já em mim, invadiram as lembranças das fodas com a Mili, o som das batidas da bunda dela na minha virilha era mais alto do que o que eu ouvia agora com a Viviana… Por que tô pensando nisso agora?, me repreendi, e aumentei minhas estocadas sem piedade. Queria parar de pensar naquilo, não ouvia as reclamações, os choros da Viviana… tava imerso no meu mundo e nem percebi que tava estuprando ela de um jeito brutal…
Chega… pelo amor… já não aguento mais… Ahhhh… foi o último gemido dela.
Num último empurrão, enchi pela primeira, e talvez última vez, o intestino da Viviana… meu esperma grosso encheu ela, causando uns espasmos violentos…
Cansado, quase cãibra, mas satisfeito, me afastei dela… meu pau saiu com dificuldade daquele buraquinho apertado. A Viviana se deixou cair de lado, se encolheu, tentando cobrir a nudez. Tapava o rosto soluçando… só então percebi o quão idiota e burro eu tinha sido.
Ei… me desculpa… falei, cheio de culpa, abraçando ela.
Eu te falei pra parar… Por que você não parou?… ela me cobrou.
Desculpa… é que não… não sei… te vi tão segura de que queria isso…
Mas eu te pedi, te implorei pra não continuar, você nem percebeu que eu tava chorando… ela me recriminou entre soluços.
Me perdoa, love… falei, sentindo lágrimas de culpa se acumularem nos meus olhos.
Tava me matando ver ela daquele jeito. Eu tinha pensado mais no meu prazer do que nela. Agi do jeito que sempre critiquei nos outros… No que eu tava me transformando?… Além de ser infiel, agora praticamente tinha estuprado ela, aproveitando da oferta generosa dela, daquele presente de love que ela tinha preparado pra me dar nessa… noite.
love O que eu posso fazer pra você se sentir melhor?… perguntei, queria encontrar um jeito de acalmá-la, de consertar as coisas.
Só amadurece… me deixa em paz… ela disse.
Mas… tentei rebater.
Vaza!… ela gritou, me mostrando pela primeira vez o rosto furioso, cheio de lágrimas, vermelho de raiva, decepção.
Tá bom…
Naquele dia eu não ia conseguir resolver nada, talvez nunca conseguisse… minha presença só piorava tudo. Ela queria ficar sozinha. Peguei minhas coisas e fui embora…
No caminho pra casa, me senti o pior lixo do mundo, me culpei pelo que fiz, não encontrei respostas pra minha atitude… quis botar a culpa na Mili, no Javier, em todo mundo… mas a culpa era minha… eu fiz aquilo… O resto era só circunstância, a verdade é que eu tive a chance de parar, de não continuar, mas não parei, me deixei levar…
Pensei na Viviana, em tudo que a gente tinha passado junto e como eu tinha estragado tudo. Depois pensei nos pais dela, se encontrassem ela daquele jeito… se ela me denunciasse, bom, como é normal, senti medo, mas não pensei em fugir… se aquilo fosse pra frente, eu merecia o castigo que eles pudessem me dar, a polícia, o juiz, a lei, quem quer que fosse…
A noite toda tentei falar com ela. Mandei mil e uma mensagens pro celular da Viviana. Não queria me livrar do possível castigo, só queria que ela me perdoasse… mas não recebi resposta… ia ser difícil ela me perdoar depois do que eu fiz…
No fim, me joguei num canto escuro do meu quarto e chorei amargamente pelas merdas que fiz naquela noite, naquele fim de semana…
*****
Chris, acorda… Ei!…
O que foi?... Viviana! O que você tá fazendo aqui?... exclamei surpreso.
Ela, mais surpresa ainda, me olhava de cima…
O que eu tô fazendo aqui? Essa é a minha casa!… ela respondeu sorrindo.
Sua casa? O que aconteceu?... retruquei atordoado, olhando em volta.
love Você dormiu… teve um pesadelo e eu te acordei.
Sério?
Parecia real: eu tava na sala dela, com a meia-luz, a televisão ainda ligada, meu Corpo deitado no sofá com minha cabeça no colo dela e ela me olhava com carinho, acariciando meu cabelo.
Nada disso aconteceu… uff… que alívio… murmurei me sentando.
Nunca tive um pesadelo tão horrível, tão real. Até nas minhas bochechas ainda escorriam algumas lágrimas, que limpei o mais rápido que pude. Me levantei, sentando ao lado dela.
Você está bem?… perguntou preocupada.
Sim, é só que… E seus pais?…
Saíram pra jantar há 20 minutos… você não lembra?…
Pelo menos essa parte era verdade, talvez tenha sido a última coisa real que vi e ouvi antes de cair no sono…
Você está bem?… repetiu preocupada.
Sim… bom, não… não sei… respondi ainda atordoado.
Não sabia o que podia explicar, tudo que aconteceu naquele fim de semana, o sonho, tudo era confuso. Viviana não era boba, eu tava há semanas naquela distração, absorto pelas minhas culpas… não demoraria muito pra ela perceber qual era o motivo das minhas distrações.
É, faz tempo que você não está bem… me repreendeu.
Você tem razão… olha… falei e parei.
Talvez fosse a hora certa de parar de fugir, a situação tava escapando das minhas mãos. Meu sonho podia ser um aviso, um presságio de que as coisas, se continuassem assim, iam acabar mal…
E então?… me apressou Viviana.
Tá bem… ando meio viajado ultimamente, a faculdade, os cursos tão me deixando de cabeça quente e… falei tentando me justificar.
Tem certeza que é só isso?… perguntou angustiada.
Hesitei em confessar a verdade, sabia que ia magoá-la… podia mentir ou esconder a verdade, afinal "O que os olhos não veem, o coração não sente"… só que meu coração e minha consciência sabiam a verdade… e estavam me atormentando…
Não é que…
O que é?… É outra mulher?… perguntou desafiadora.
Não respondi… a expressão no meu rosto e meu silêncio deram a resposta que não ousei falar… o semblante dela mudou.
Você gosta dela?… perguntou magoada. Não sei… respondi, sobrecarregado pelas perguntas dela, principalmente porque não tinha a resposta exata.
Claro que Mili me atraía fisicamente. Quem não gostaria de uma gostosa daquelas?… a gente se dava bem na cama, no sofá, na mesa, no chuveiro, etc. Vocês sabem do que tô falando… mas além disso, nas coisas normais e cotidianas que tornam qualquer relação suportável… não, eu não sabia, isso ainda era um mistério… também não quis responder porque seria cravar mais uma estaca no coração da Viviana, mas ela já tinha a resposta…
Você deve gostar dela, senão não estaria assim…
Vamos, Viviana, não continua com isso…
Era uma tortura que ela tava se impondo. Não sei se é virtude ou defeito das mulheres que, chegando nessa situação, sempre querem desvendar tudo, apesar de toda a dor que isso pode causar… deve ser coragem, a busca por uma razão, um porquê… ou puro masoquismo… fosse o que fosse, eu era o culpado, eu tinha causado aquilo…
Lembro que você me prometeu que, se alguém te interessasse, você me contaria… que era melhor terminar nosso relacionamento antes que algo acontecesse… que preferia ser honesto comigo do que me trair… É por isso que você tá me dizendo isso?...
Sim, bem… falei, tentando salvar a situação, mas ela me conhecia, sabia que eu tava mentindo.
Vocês já fizeram alguma coisa?... perguntou, visivelmente mortificada.
Na minha mente atordoada, ensaiei uma resposta… só que a resposta nunca saiu dos meus lábios…
Responde!... exigiu, irritada.
Sim, mas foi só sexo… respondi sem pensar.
Ela me deu um tapa sonoro que virou meu rosto. Eu merecia, não só pelo fato da infidelidade, mas porque ela era vítima daquela situação e eu ousei responder daquele jeito brutal.
No começo, fiquei gelado, depois senti um pouco de raiva, mas entendi que não tinha direito de ficar irritado. Virei pra olhar ela, estava vermelha de ódio, depois foi se acalmando.
Pra falar a verdade, nunca uma A bofetada tinha doído tanto, não pela força que ele colocou, mas pelo que significava… eu tinha decepcionado ela.
Você é um lixo… compartilhei contigo o que era mais sagrado pra mim e você não soube valorizar…
A expressão de decepção no rosto dela partia minha alma. Ninguém nunca me fez sentir tão culpado… nem meu pai quando eu disse que não queria estudar medicina, depois de anos ele me comprando livros e brinquedos de médico… só que a cara do meu velho se refez quando eu falei que ia estudar Economia… Mas o rosto da minha namorada, ou melhor, ex-namorada, não tinha conserto, o estrago já estava feito.
Mesmo sem ver uma lágrima cair, talvez ela pensasse que não ia me dar esse gosto, eu sabia que ela tava muito abalada. Fui o primeiro homem na vida dela e também a primeira grande decepção.
Me desculpa… espero que um dia você me perdoe… falei todo arrependido.
Talvez um dia eu te perdoe… mas jamais vou esquecer… agora cresce… ela disse quase chorando.
Viviana…
Me deixa sozinha… Vaza!…
Tá bom…
Levantei e fui embora.
Quando saí, meu coração tava em pedaços. Passei um ano da minha vida com ela, um tempo curto talvez, mas significativo. Até meus pais tinham notado e elogiado a mudança boa que a Viviana tinha feito em mim.
Foi meu primeiro relacionamento sério: experimentei o dia a dia de um namoro, o fortalecimento dele, aprendi a deixar o orgulho de lado e ligar pra ela depois de uma briga, comecei a valorizar os pequenos detalhes, senti o carinho sincero se transformando em algo mais… em amor talvez… se ela me amou… mas eu não amei ela como devia, senão não teria feito isso.
Minha natureza imatura tinha estragado algo que tava indo bem… Talvez eu ainda não estivesse pronto pra isso… falei comigo mesmo. Além disso, a Viviana não merecia continuar aguentando minhas indecisões e minhas traições.
Só esperava ter tomado a decisão certa… ter escolhido a garota certa…
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