Arrombando a buceta da Mili (07)

Mili se levantou, meu pau ainda duro foi deixando as intimidades dela. Continuei sentado no vaso, me recompondo. Mili me olhou com carinho, talvez um pouco orgulhosa do estado em que me deixou.
O olhar dela foi descendo do meu peito até minha virilha, viu meu guerreiro avermelhado, ainda ereto, talvez esperando outra amostra de agradecimento dos lábios dela.
— Não é tão pequeno assim… — falei, lembrando das palavras debochadas dela.
— Não… não é… — respondeu satisfeita.
Sem dizer nada, ela foi se ajoelhando, ia atender aquele pedido mental que não ousei manifestar com palavras. Pegou meu pau e o engoliu, limpando os poucos restos do nosso encontro, o resto estava dentro dela. Ficou alguns minutos assim, com a língua passeando pela cabeça do meu pênis, os dedos segurando meu pau. Meus dedos acariciavam os cabelos dela.
Quando achou que tinha terminado a tarefa, talvez temendo uma nova ereção minha, me olhou de baixo e, ao notar minha expressão agradecida, me deu um sorriso. Depois se levantou e foi de novo para o chuveiro.
Após alguns instantes, fui atrás… dessa vez foram só beijos e carícias… Depois do banho e de nos secar, Mili com a toalha sobre o peito e eu com a toalha na cintura, saímos do banheiro.
— Chega de banho por hoje… — disse ela, de bom humor.
Fomos pegar nossas roupas. Chegamos na lavanderia, nossas peças já estavam limpas, só faltava colocar na secadora e esperar.
Enquanto esperávamos, a fome bateu. Depois de todos os encontros sexuais, nossos corpos pediam comida — não só de sexo vive o homem.
Descemos para a cozinha, e sobre a mesa tinha um bilhete da minha mãe.
"Juan Daniel: sua comida está na geladeira, coloca 2 minutos no micro-ondas e fica quentinha… voltamos amanhã… nada de festas… se comporta"
— Que linda a sua mamãe, Juancito… — disse Mili, debochando.
— Ah, sim… Juan é meu primeiro nome… — respondi.
— Mas todo mundo na universidade te chama de Danny…
— Claro, por causa do Daniel… — falei.
— Por que ela colocou Juan? Daniel no seu bilhete? Soa muito formal…
Não sei, nas mensagens dele ele sempre coloca meus dois nomes, talvez queira soar mais enfática ou enérgica no que está pedindo… respondi.
Pode ser, mas acho que Danny soa mais amigável… disse sorrindo.
Sim, eu também, mas meus pais preferem me chamar de Juan, no geral na minha família me conhecem por esse nome: meus tios, tias, primos… e minhas primas me chamam assim… expliquei.
É, acho que ouvi o Guillermo te chamar assim uma vez…
Isso foi nos primeiros períodos, agora todo mundo me chama de Danny…
Esclarecida a questão do nome, procuramos na geladeira. Minha mãe tinha feito um ensopado que parecia bom, mas pra ser sincero, acho que nós dois estávamos com mais vontade de comer porcaria. Nossos corpos pediam calorias aos berros pra nos recuperar do desgaste que tivemos.
Pedi uma pizza grande e refrigerantes por telefone. Depois de alguns minutos, estávamos devorando a pizza, como se não tivéssemos comido há dias.
Você vai pensar que sou uma porca… disse envergonhada enquanto pegava outro pedaço de pizza e bebia o refrigerante.
Você é uma porquinha muito gostosa… respondi beijando a bochecha dela.
Mili sorriu. Minutos depois, a pizza tinha virado história. Depois de saciar a fome, descansamos nas cadeiras, conversando sobre bobeiras. Tínhamos esquecido das nossas roupas, só as toalhas continuavam nos cobrindo.
Depois de um tempo, com o corpo menos pesado, decidimos que era hora de terminar o maldito relatório, que tinha sido o pretexto pra ela vir na minha casa. Só faltava limpar os vestígios da nossa comilança.
Peguei as latas vazias de refrigerante e joguei no lixo. Mili, diligentemente, pegou um pano e se preparou pra limpar a mesa. Peguei a caixa grande da pizza e levei pro latão de lixo do meu jardim.
Caminhei pelo corredor até o jardim, nesse trajeto observei o que foi meu quarto e agora era o escritório do meu pai. Na frente estava o quarto de visitas, que agora era o quarto dos meus pais. Alguns velhos Lembranças e um pouco de nostalgia me invadiram por uns instantes ao notar que um vaso todo quebrado ainda cumpria sua função decorativa. Não quis me distrair mais com esses pensamentos, joguei a caixa fora e voltei pra cozinha.
Ao voltar, vi a Mili arrumando a mesa. Ela estava de costas pra mim, rebolando aquele rabo lindo, a toalha levantava e deixava ver a bunda redonda dela, aquela racha magnífica que escondia o cuzinho dela.

Parecia inacreditável, mas minha toalha também começava a levantar por causa de uma nova ereção. Não pode ser, eu pensava, sem acreditar na rigidez que sentia. Toquei no meu pau, estava duro de novo. Com a mão, fiz pressão pra baixo tentando abaixar… segundos depois, desafiador, meu pau voltava a subir.

Não dava pra esconder, o movimento provocante da cintura da Mili enquanto limpava estava me excitando de novo. Pensei em resistir, sair do cômodo até ela terminar o serviço e minha ereção passar. Duvidava que a Mili toparia um novo encontro, ainda mais do jeito que eu queria.

Ia sair da cozinha, mas vi a Mili se inclinar completamente, no esforço dela tentava alcançar o outro lado da mesa. Com aquele rebolado gostoso e a toalha que já não cobria mais nada, não aguentei.

Ansioso, tirei minha toalha e me aproximei por trás. Meu pau encontrou a racha dela, mas na rigidez desviou pra cima, percorrendo toda aquela linha divisória da bunda dela. Ela se assustou ao sentir a dureza entre as nádegas cheinhas. Virou nervosa e com cara de incredulidade me disse:

— Não, Danny, já chega…

— É a última, te prometo… — falei, quase implorando.

— Se é pela comida, eu pago… mas não me faz isso… — reclamou atordoada, pensando que era meu jeito de cobrar pelo jantar que a gente tinha acabado de comer.

— É pelo seu corpo, não consigo evitar… — falei.

— Você é insaciável, porra?! Já fizemos quatro vezes esta noite!… — protestou, mas vi como mexia a cabeça nervosamente.

— Quinto não é azar… — respondi, acariciando. Suas nádegas.
Não, precisamos terminar nosso trabalho… respondi, agora sim notei que ela cedia, a pele dela começava a saborear minha ereção.
Fazemos depois, temos a noite toda…
Não houve resposta. Mili se levantou um pouco, ainda com o pano na mão, tentou se soltar da minha prisão. Nesse vai e vem, meu pau passeou por todo o púbis dela. Notei que ela se molhava de novo, hesitou um pouco. Aproveitei para beijar seu pescoço e vi como essa ação terminava por acendê-la.
Tá bom… ela disse e relaxou, deixaria que eu a possuísse de novo.
Não a deixaria se arrepender, não devia dar tempo pra ela pensar. Afastei um pouco sua toalha e posicionei meu pau no cu dela.
O quê?... nãooo… por aí nãooo… exclamou assustada.
Mas foi tarde demais, envolto no morbo da situação, enfiei meu pau sem cerimônia. Já tinha quase metade cravado no cu dela, e com a adrenalina a flor da pele, duvidava que tiraria.
Aiii… você é um bruto… auuu… exclamou dolorida.
Já vai passar… eu dizia sem parar de empurrar meu pau pra enterrar o que faltava.
Nãooo… dói… tira… por favor, tira… ela pedia.
Faltava pouco pra tê-la completamente enganchada. Com toda a luxúria que me despertava possuí-la assim, ignorei suas súplicas. Sabia que não demoraria pra ela me implorar pra montar, mas precisava fazer o corpo dela pedir. Precisava amenizar a dor, então beijei seu pescoço de novo.
Aiii… uhmmmm… gemeu, surpresa consigo mesma.
Viu?... viu que você gosta… falei com voz calma e beijei seu pescoço com paixão de novo.
Não houve resposta. Da posição desconfortável dela, com meu pau entalado no cu, ela tentou se ajeitar. A cabeça dela virou um pouco. Observei seus olhos ainda fechados, suas bochechas ardendo, seus lábios úmidos, sua boca semiaberta numa expressão de dor e prazer.
Ela queria que meus lábios terminassem de dominá-la. Beijei-a com paixão, sua língua e sua respiração revelavam sua luxúria crescente. Já não lutava pra fugir… finalmente abriu os olhos:
Me faz tua… foi o pedido que fez, submissa. Voltei o olhar pra mesa de novo, esperando que ela se submetesse ao que eu tava fazendo. Segurei ela pela cintura pra evitar que fugisse outra vez, depois recuei e enfiei minha rola dura.

Ouuu… mais devagar… por favor…

Eu tava excitado vendo aquela bunda esplendorosa apertada contra meu quadril, se abrindo com minha rola… então não dei muita bola pro pedido dela e continuei martelando aquele rabo inflado…

Aiiii nãooo… não uhmmmm…ahhhh…

Ela reclamava de vez em quando e, de vez em quando, escapavam gemidos. Sabia que ela tava sofrendo, via nas mãos dela: uma arranhava a mesa e a outra apertava com força o pano de limpeza. Eu, simplesmente, não conseguia parar, queria continuar montando ela selvagemente…

As penetrações fortes que eu tava dando faziam os peitos dela balançarem, a toalha escorregando dos melões que seguravam ela, deixando as tetas no ar, vibrando no ritmo das minhas investidas no cu dela.

Ohhh… uhmmm… ohhh…

O som dos gemidos dela, dos lamentos, ecoava pela cozinha toda, talvez pela casa inteira, junto com minha respiração ofegante, o som vibrante da bunda dela batendo na minha virilha, o barulho da mesa que ia cedendo da posição original…

Mili já não tentava fugir, ansiosa, aguentava minhas investidas violentas. Minhas mãos foram pros peitos dela, sentia eles tremendo, do mesmo jeito que via a bunda dela praticamente pulando no ritmo das minhas investidas no cu dela.

Já não aguento... já não aguento... não consigo mais… ahhh … ahh…

Ela não conseguiu se segurar mais nos braços, apoiou os cotovelos na mesa e continuou resistindo às minhas estocadas. Dei uns tapas na bunda cheia dela, esperando animar ela.

Já tô quase… já tô quase… falei, sentindo que ia gozar.

Se apressa que eu não aguento…ahhh…

Agora sim, Mili tava quase desmaiando, deitou o torso inteiro na mesa, as mãos agora segurando as bordas. A cabeça dela de lado no móvel que acabara de limpar, entre a bagunça do cabelo eu via o rosto dela, gostosamente exausto. Os gemidos e lamentos dela… eram mais contínuos, tipo entrando e saindo do meu pau musculoso no corpo dela…
Ahhhh… uhmmm… ela exclamou ao sentir meu gozo invadindo ela.
Arqueei as costas dela enquanto as bundas carnudas dela eram apertadas com força entre a mesa e minha virilha. Apoiei as mãos de novo na mesa, fechando os punhos, aguentando aquela avalanche de porra, aquela onda de prazer que invadia ela de novo. Virando o rosto, ela pediu com paixão febril…
Me beija…
Num impulso de loucura também, típico do encontro selvagem que a gente teve, peguei ela pelos cabelos e puxei pra perto de mim, quando o rosto dela ficou na altura certa, beijei ela. Longe de me morder ou reclamar da minha grosseria, a Mili devolveu meus beijos com uma veemência ofegante.
Depois, ela se deixou cair de novo sobre a mesa. Eu via as costas dela subindo e descendo pelo ritmo acelerado da respiração. A toalha estava arregaçada na cintura dela, a bunda vermelha por uns tapas que eu dei e pelo bate-bate constante contra minha virilha. A racha do cu dela ainda escancarada porque meu pau continuava pressionando ela, cravando ela na mesa…
Fui recuando, notei um espasmo de dor no corpo da Mili enquanto meu pau saía do cu apertado e judiado dela. Ela continuou descansando com a barriga na mesa.
Eu sentei numa cadeira até minha respiração voltar ao normal, e enquanto isso via o cu dela começando a expelir o esperma que tinha enchido o interior dela sob pressão, agora escorrendo pelas coxas carnudas dela.
Depois de me recuperar da agitação, depois de um tempo, levantei e dei um tapa na bunda gorda dela.
Auuu… ei… ela reclamou, dando sinais de vida.
Acho que já fizemos a digestão… agora temos que trabalhar… falei na maior cara de pau.
Teria sido mais educado me avisar que esse era seu jeito de fazer a digestão… ela me repreendeu docemente.
E o que você teria feito?… perguntei sarcástico.
Sei lá, teria ficado mais preparada, talvez tivesse fugido… respondeu de brincadeira.
Pra onde? Você teria fugido?... Você está na minha casa...
Tem razão... disse rindo.
Levantou e pegou a toalha pra limpar o resto dos meus líquidos no corpo dela. Depois pegou o pano e começou a apagar o rastro do corpo dela em cima da mesa. Claro que dessa vez não virou as costas pra mim, sabia que era perigoso fazer isso, então preferiu ir pro outro lado da mesa.
Sorri ao ver como ela fez aquele movimento evasivo pro outro lado do móvel, notei a dificuldade dela ao andar... parece que machuquei muito o cu dela, com isso acho que já deu por hoje, pensei sentindo um pouco de ardência ao longo do meu pau vermelho e desinchado. Eu também tava sofrendo as consequências daquelas fricções contínuas dos nossos genitais.
Mili, sem reclamar, continuou com o trabalho de limpeza, sorrindo safadamente me olhava de vez em quando, como se vigiasse pra eu não sair do lugar.
Eu olhava satisfeito os melões dela indo e vindo no ritmo da limpeza na mesa. Ela percebeu, com medo de outro ataque meu, pegou a toalha e colocou de novo sobre os peitos. Eu ri.
Não se preocupa, acho que já deu por hoje... falei.
Com você nunca se sabe... respondeu com um olhar desconfiado.
Como prova de boa fé, eu também me cobri com minha toalha. Pouco depois a gente fazia uma subida lenta e cansada pela escada pro segundo andar, pro meu quarto, pra fazer o tão odiado relatório...
No caminho, Mili me perguntou curiosa:
Me diz... pizza é um afrodisíaco pra você?...
Não, idiota... só que o movimento do seu quadril me inspirou...
Ahhh... e você pensou que meu quadril não mente...
Kkkk... é, algo assim...
Da próxima vou cuidar da retaguarda... suspirou rindo.
Continua...

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