Domingo qualquer!

Sou a Paula Andrea, uma garota de 20 anos com vontade de conquistar o mundo. Vou contar minha história de como passei de menina a mulher. Minha mãe é casada com um homem que não é meu pai. Quando eu tinha 18 anos, meus pais se separaram sem se casar e fiquei morando com a mamãe, já que meu pai é engenheiro numa multinacional e quase nunca estava na Espanha, mesmo assim sempre tive uma relação próxima com ele. Com o tempo, meu visual melhorou, mas também minha rebeldia e insolência. Há alguns meses, a relação com meu pai vem crescendo em intensidade, e vejo na trajetória dele uma saída pro meu futuro, como técnica em relações internacionais. Agora ele tá participando do design do sistema de controle de uma empresa de reciclagem na Finlândia e decidi passar esses meses de verão com ele. O ruim é que pra ele não são férias, porque nessas latitudes é a melhor época pra aproveitar ao máximo as horas de sol. Meu objetivo é reforçar meu inglês e talvez aprender um pouco de finlandês. Meu pai se chama Fernando, não mantém nenhum relacionamento sério, que eu saiba, mas sei que já teve. Toda a atenção dele vai ser pra mim, melhorando nossa relação. Ele já me matriculou numa academia e preparou todo um plano de estudos pra minha estadia na Finlândia. Me recebeu no aeroporto todo emocionado enquanto contava o que a gente tava vendo até chegar em casa — fiquei de boca aberta! Ele mora numa casinha com acesso a um píer no lago, tudo ao redor é cheio de floresta e salpicado de casas com barco e veículo, um nível alto que meu pai pode bancar de sobra. Esse estilo de vida tava a anos-luz da minha vida na Espanha com a mamãe. Naquela tarde, precisei descansar e tomar um banho. Meu pai preparou a sauna com um clima digno dos melhores spas pra alcançar o máximo relaxamento. Passou pelo menos uma hora, e meu pai entrou também na sauna com uma toalha que cobria da cintura pra baixo…, eu fiquei cobri com a minha, porque o assunto poderia tomar outros rumos inesperados, não menos desejados por mim, sinceramente…
…Paula e eu estávamos exaustos, precisávamos descansar de todo o esforço do dia, pela viagem dela e pelo meu trabalho, respectivamente. Depois de alguns minutos na sauna, comecei a sentir todas as partes do meu corpo que doíam, já não era mais um moleque capaz de aguentar uma sessão de uma hora de bicicleta no pique total. Suados, fomos para o chuveiro. Ela vestiu um vestido vaporoso branco depois de observar a bagunça das malas. Começou a arrumar tudo no armário, vi que precisava de ajuda e dei uma mão. Num momento inesperado, me abraçou por trás para sussurrar no meu ouvido…
Você fica feliz que eu tô com você?
Muito carinho, o ruim é que não vou te dedicar todo o tempo do mundo.
Não se preocupa, já vou cuidar disso, nem sempre sou tão bagunçada, sabia!
—"Muito pelo contrário, sei que você é uma maravilha.
—"Então por que você tá com essa cara de preocupação?
Por nada, gostosa. Você é a única coisa verdadeira que já aconteceu na minha vida e agora que te tenho aqui, não consigo ser o pai que você merece.
—"Com certeza a gente vai ter tempo pra fazer alguma loucura.Paula não só entendeu o problema, como caiu na real, esse era meu objetivo. Tenho que admitir que foi divertido ver minha querida filha arrumando o quarto como se estivesse na casa dela, quase pelada, esse tipo de coisa não se vê todo dia. A gente se olhou e trocamos um beijo carinhoso, afetuoso, sentido e até meio quente, diria eu. De algum jeito, rolou uma conexão elétrica ou química que ligou nossos pensamentos na mesma ideia, os dois sabíamos que aquilo não ia parar por ali. Aquela agonia no estômago, fazia muitos, muitos anos que eu não sentia isso perto de uma mulher...

Fomos juntos preparar o jantar, a casa tava cheia de vida e tinham passado só algumas horas desde que minha menina chegou. Não queria nem pensar quando ela fosse embora depois das férias, o quanto a casa ia ficar triste e vazia de novo, "Agora sim parecia um lar! Vou ter que dar um jeito de ficar mais com ela", pensei. Saímos à tarde pra dar um passeio e tomar algo num restaurante, chegamos no "Karina Halu" (O Desejo da Karina) e convidei ela pra uma comida típica do polo norte. De repente, lá fora, um relâmpago estoura e começa uma tempestade daquelas, com o barulho Paula se agarrou forte em mim, eu enrolei meu braço nela pra dar mais segurança. Falei que ainda não tinha ligado pra mãe dela, então ela ligou do meu celular.Oi mãe, sou eu, cheguei super bem e agora tô com o pai jantando num restaurante típico do polo norte...
Fico feliz que você esteja bem, manda um abraço pro seu pai da minha parte….…Terminamos de jantar, eu e meu pai… fomos de barco atravessando o lago até um píer a cem metros de casa. Nos dias seguintes, fui pra aula e logo me acostumei com os horários dos ônibus e barcaças que cortavam o lago como se fosse um transporte público. Naquela tarde, meu pai me buscou na academia pra passar o tempo juntos. Eu tava meio puta com ele porque, nesses dias todos, a gente mal se via, e ele me prometeu arrumar um tempinho no trabalho dele. Ultimamente, eu tava fácil de irritar, meu sangue espanhol batia de frente com o dos garotos daqui. Os únicos que eu conhecia na Finlândia eram frios e distantes, impossível ter uma relação social legal com eles. Não tava só puta, mas também meio confusa… meu pai percebeu. Ele veio falar comigo e perguntou o que tava rolando, mas eu ignorei e continuei andando pro meu quarto. Ele me seguiu, querendo entender minha atitude…Paula, olha pra mim quando eu tô falando com você! Não me ignora, sou seu pai e queria saber o que tá rolando com você!
—"Nada, pai, não importa!
—"Algum problema com a academia ou com algum cara?A pergunta me deixou chocada, parei na hora e, antes de analisar a situação, já tava gritando com ele na defensiva. A discussão foi ficando cada vez mais pesada e eu, cansada daquela merda, só consegui falar…Sim, papai, se isso te faz feliz, vou te dizer que acabei de ser fodida por um gato loiro, a gente passou a tarde toda trepando. Já transei com dezenas de caras e adoro! Mas isso não é da sua conta, então me deixa em paz, por favor.Essa afirmação era totalmente falsa, deixando meu pai parado, mas antes que ele pudesse responder, corri pro banheiro e tranquei a porta, desabando em lágrimas lá dentro. Depois de um tempo em silêncio, resolvi tomar um banho e ir dormir, porque tava muito cansada, certa de que meu pai não ia mais me encher o saco. Tava me ensaboando toda quando ouvi baterem na porta. Era meu pai…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.PaulaFilha, quero falar com você. Deixa eu entrar. Não quero que as coisas fiquem assim...A voz dela tava calma e meio triste. Aí, depois de me enxaguar, me enrolei numa toalha e fui abrir a porta. Meu pai entrou e falou…Filha, me perdoa por ter gritado contigo. E me desculpa também por querer me meter em assuntos que não são da minha conta. É que você mudou ultimamente e eu sinto sua falta. Sei que nossa vida em família não foi fácil e que provavelmente não sou a pessoa que você procuraria pra falar dos seus problemas e preocupações, mas quero que saiba que eu tô sempre aqui pra você, porque ninguém vai te amar como eu… pode falar sobre qualquer coisa comigo. Não gosto de te ver assim.

—"Papai, sou eu quem devia pedir desculpas por ter sido grosseira com você, não pensei no que tava falando. E sei que a vida inteira você deu tudo por mim e te agradeço por isso. E mesmo que às vezes pareça que não me importo, na real eu valorizo tudo que você fez. Por outro lado, se você tá preocupado com a parada do sexo… Papai, ainda não transei com ninguém!, tô esperando alguém realmente especial, então por esse lado pode ficar tranquilo…".Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O padre se aproximou de mim e me abraçou.Só espero que o primeiro cara que você pegar, te ame tanto quanto eu te amo… embora eu saiba que isso vai ser impossível. Eu daria a vida pra você não sofrer!Assim abraçados, ficamos alguns segundos que pareceram horas e comecei a sentir uma tensão crescendo entre nós. Senti o volume da calça dele no meu ventre e minha respiração ficou ofegante. Naquele segundo, entendi por que em todas as minhas tentativas frustradas de fazer amor, eu pensava no meu pai… eu queria transar com ele e só com ele! Nos separamos, meu pai me segurou pelos ombros e me olhou fixamente com carinho. Parece que leu minha mente, porque sorriu, se abaixou e me beijou bem de leve nos lábios. Pra mim, foi estar no paraíso, perceber que meu pai também me desejava tanto quanto eu desejava ele e que nos entendíamos perfeitamente. Nos entregamos a um beijo longo e apaixonado, ele segurou meu pescoço e entrelaçou a língua dele com a minha.¡¡Papai!!?

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso realizar essa tradução.Paula, minha vida, preciso confessar que te desejo desde que você se tornou mulher, já não te vejo como minha filha. Queria te ter antes que alguém parta seu coração… e não te valorize pelo que você vale, mas isso só depende da sua decisão, só vai rolar se você quiser…

Papai, meu único desejo é que você me complete como mulher… em todas as tentativas, acabei rejeitando o cara que me pedia pra fazer amor, mas na verdade eles só queriam me comer. Você vai me dar muito mais que qualquer homem, é tão especial pra mim que eu não deixaria nenhum outro fazer isso!Dito isso, a gente se enroscou de novo numa série de beijos que foram esquentando o clima aos poucos. Meu pai acariciava meu pescoço e meus ombros, e com cuidado tirou a toalha que me cobria, jogando ela no chão de madeira. Ele se afastou de mim, deu um passo pra trás e ficou ali, sorrindo e me olhando com um brilho de ternura nos olhos…Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Minha princesa, você é muito gostosa, já não é mais uma menina, é toda uma mulher!Ele me segurou nos braços e me carregou até o sofá como se fosse uma noiva recém-casada. Me deitou suavemente sobre o corpo nu dele e acariciou meu cabelo enquanto abaixava a cabeça e prendia um dos meus peitos, com os mamilos eriçados, na boca dele. Quando a língua dele tocou meu mamilo, eu gemi e pude sentir o líquido vaginal escorrendo na minha buceta. Ele chupava e brincava com a língua, mordiscava de vez em quando e outras vezes segurava meu mamilo entre os lábios e esticava ele devagar. Com uma mão, ele cuidava da minha outra teta, apertando forte, amassando e beliscando meu mamilo… eu tava ficando louca, meus mamilos que não são grandes, mas ficam bem pontudos quando endurecem e ficam eretos. Em questão de segundos, meu amante pai me deixou perdidamente puta.

Papai foi descendo a mão devagar, acariciando primeiro meu braço, depois minha cintura, minhas coxas e finalmente, sem parar de chupar meus mamilos, abriu minhas pernas e começou a acariciar meu coelhinho depilado, o que me fez soltar um grito que tentei abafar entre gemidos mordendo o peito dele. Primeiro ele acariciou por cima, depois abriu os lábios maiores com os dedos por cada canto até abrir caminho pelos lábios menores e chegar no meu clitóris pequeno que esperava ansioso pela atenção do meu homem. Depois de alguns minutos em que meu pai continuava chupando minhas tetas alternadamente e acariciando meu clitóris, comecei a tremer, meu corpo sacudia e minha respiração prendia por alguns segundos enquanto eu acariciava o cabelo do papai. Finalmente, minhas costas arquearam e eu tive uma leve convulsão ao mesmo tempo que soltava um grito abafado em gemidos… eu tinha tido meu primeiro orgasmo, meu primeiro orgasmo com um homem de verdade, o único que eu tinha amado e desejado mais até aquele momento da minha vida. O macho que me gerou! Ele percebeu isso, tirou a mão molhada da minha buceta e afastou a língua dos meus mamilos. Me olhou com olhos ternos e sorriu enquanto eu recuperava o fôlego deitada no sofá. Eu Sorri de volta e então ele se jogou em cima de mim, me dando um beijo gostoso na boca.Te amo, minha princesa, minha vida Ele me disse depois no ouvido e acariciou meu cabelo bagunçado. Depois de alguns minutos, recuperei as forças e me sentei na beira do sofá. Minhas coxas ainda estavam molhadas e o pau dele ficava enorme. Ele se levantou, acariciando meu cabelo com ternura, com o membro a centímetros do meu rosto. Eu estava pasma, era algo gigante, completamente ereto, grosso e bem rosado na ponta, com as veias super marcadas. Não aguentei mais e aproximei meus lábios enquanto olhava para cima, pro rosto do meu pai, beijei a glande sensível dele, beijei várias vezes e depois, com minha língua, comecei a percorrer, de baixo pra cima e ao redor. O rosto do meu pai parecia extremamente excitado.Mmmmh, aaah sim assim minha gostosa… mmmmhdizia entre gemidos…Mete ela toda na sua boca!

ODecidi meter o pau dele na boca, não sabia muito bem como lidar com a situação, era meio desajeitada, mas acho que isso deixou meu pai com tesão e ele começou a me guiar. Ele segurou minha cabeça com cuidado, me acompanhando no vai e vem. O pau do papai, todo molhado de saliva, entrava e saía da minha boca, buscando cada vez mais fundo. De vez em quando eu olhava praquele pauzão tão grande e gostoso, mas preferia focar na cara do meu pai, porque assim dava pra saber se ele tava gostando do que eu tava fazendo. Depois de uns minutos nessa brincadeira, instintivamente segurei o pau dele com a mão direita e comecei a mexer no ritmo da minha boca, de cima pra baixo… e com a mão esquerda alcancei as bolas pesadas dele, envolvendo elas com meus dedos, pareciam dois figos gordos prestes a explodir de tanto leite que deviam ter. Enquanto apertava os ovos do meu pai ao mesmo tempo que chupava o pau dele, ele gemia cada vez mais alto. Quando pensei que ele ia gozar na boca da filha, ele me fez parar os movimentos e se afastou de mim. Depois me pegou pela cintura e, com cuidado, me acomodou no sofá de pernas abertas e deitada de costas. Ele, com a ferramenta enorme dele ereta, começou a brincar com ela, roçando na minha buceta por cima.Amor, você realmente quer me dar sua virgindade?Meu pai disse em um tom de dúvida e espanto.Papi, você é tudo pra mim e é meu homem mais desejado. Quero sentir sua masculinidade dentro de mim, quero que me faça mulher pela primeira vez, quero ser só sua.Dito isso, o pau dele se encheu de coragem, abrindo caminho entre meus lábios e encontrando a entrada da minha buceta ainda intacta, colocando ali a ponta do seu enorme cacete.Talvez doa um pouquinho, minha princesa, mas assim que sua bucetinha se acostumar com o tamanho da minha pica, você vai gozar como nunca.Um pouco assustada, mas muito excitada, me segurei nos braços do meu pai e firme disse…Tô pronta pra te receber dentro de mim, vamos, papai.Naquele instante, senti uma sensação estranha de dor e prazer intensos, porque meu pai estava enfiando o pau dele pela primeira vez na minha buceta. Senti meus fluidos escorrendo pela minha vulva até o meu cu e, de repente, já tinha o piru grosso dele dentro de mim. Soltei um gemido agudo, mais de dor do que de prazer, e me agarrei com mais força nos braços fibrosos do meu pai. Devagar, meu homem tirou a vara dele e enfiou de novo na minha fresta apertada, alargando meu buraco, ação que repetiu uma e outra vez lentamente enquanto as paredes da minha buceta se ajustavam ao tamanho daquele troço enorme. A dor diminuiu um pouco e no lugar veio o prazer, um prazer indescritível… nada a ver com o vibrador que eu enfiava de vez em quando. Aquele pau estava duro, flexível, quente e molhado. A cada estocada, meu pai conseguia enfiar um pouco mais daquele pedaço de carne dura e quente, até que, depois de alguns segundos, senti ele todo dentro de mim, achava que ia chegar na minha barriga. Assim começou a foda. Meu pai me comia cada vez mais rápido e eu adorava sentir todo o peso dele sobre o meu, virando um só. Dos movimentos desajeitados do começo, aos poucos fomos pegando um ritmo harmônico e sincronizado, e meu corpo se encaixou no dele. O suor escorria pela minha testa e deixava minha pele molhada, minhas costas, minha boceta… Passei meus braços para o pescoço do papai, entrelaçando as mãos atrás da nuca dele, já não me segurando por medo, mas abraçando ele por amor e paixão. Ele percebeu isso e, aproximando o rosto do meu, nos fundimos num beijo molhado com as línguas entrelaçadas, enquanto eu era penetrada cada vez mais forte por um homem que me partia ao meio enquanto amassava meus peitos. Tive um segundo orgasmo, dessa vez mais intenso e barulhento que o primeiro, meu corpo tremeu, minha respiração parou e minha visão ficou turva. Soltei um grito longo e meu pai tirou o pau de mim, começou a se masturbar enquanto eu continuava. Jogada na cama. Ele, de joelhos, se enfiou de novo no meu corpo e continuou me fodendo com uma intensidade ainda mais enlouquecedora do que antes. Quase parou de repente e moveu o quadril numa cadência de um segundo por estocada, até despejar uma grande quantidade de porra morna na minha buceta. Senti o jorrar forte da leitada, enquanto ouvia um berro de prazer dilacerante, e um gemido pra cada jato de sêmen que derramava dentro de mim. Quando acabou, tirou o pau e caiu de costas no colchão, deitando do meu lado, ainda com o membro duro… acariciei ele e limpei com minha boca. Tava curiosa pra saber qual era o gosto da porra que me deu a vida, depois peguei um pouco mais de toda a que escorria de dentro da minha coelhinha recém-desvirginada.

Eu tava com a virilha toda melada de esperma misturado com fluxo vaginal. Não é à toa que ele engravidou minha mãe na primeira transa com uma quantidade dessas, UMA ANIMALADA!! Um cavalo devia soltar menos porra pelo pau. Um dia eu ia medir o volume de sêmen que ele jorrava.

Os dois exaustos, ficamos lá por um bom tempo. Meu pai virou o corpo de lado e, ficando de frente pro meu, me olhou, acariciou meu cabelo, me beijou na testa e me envolveu com os braços. Assim, colados, ficamos mais de meia hora, quase sem dizer nada um pro outro, sentindo o calor dos nossos corpos. Recuperado o fôlego e a confiança…

Papi, valeu”.

Valeu, meu amor, você me deu o presente mais lindo que um homem pode receber… a virgindade da própria filha dele".
Papai, quero que a gente faça de novo na nossa cama quantas vezes você quiser… E QUE VOCÊ GOZE DENTRO DE MIM. Quero sentir nas minhas entranhas o leite do qual fui criada, e quero no futuro ser sua esposa e estar prenha de você.

P…p…pero…

Papi, por favor, tô implorando, tenho vinte anos. Não pensa demais, quem liga pro que os outros falam se não entendem nosso amor? O que acabou de rolar não foi por acaso!!Convencido por esse argumento, meu pai se levantou e me segurou de novo nos braços pra me deitar na cama, nosso refúgio de amor. Lá, nus os dois, meu pai se recostou nos travesseiros e eu me joguei na pica dele, ainda meio dura e inchada, comecei a chupar de novo e ela endureceu outra vez.Gata, papai vai te dar o que você quer!Em poucos minutos, a pica do papai parecia ainda maior que antes, inchada e vermelha de tanta pressão sanguínea que acumulava naquela bestialidade toda.

Sem pensar duas vezes, me levantei na cama e fiquei de pernas abertas sobre o pau do meu homem, e fazendo agachamentos no mastro dele, fui enfiando na minha bucetinha… meti de uma vez só e assim ficamos de novo unidos um ao outro pelos nossos genitais num encaixe perfeito. Meu corpo subia e descia rapidamente, e eu sentia aquela vara comprida tocando minha barriga e minha xereca amassando as bolas dele.

Meus peitos, impassíveis à gravidade, balançavam no ritmo das estocadas e quicavam na cara do papai. Nós dois estávamos encharcados de suor e gemendo escandalosamente. De repente, o papai se levantou, e ainda dentro de mim, se virou de lado e eu, de frente pra ele, me virei pra ficar deitados do lado direito com minhas costas coladas no peito dele.
Minhas pernas estavam abertas e a perna esquerda levantada no ar enquanto meu pai me penetrava uma e outra vez. A boca dele estava na altura dos meus ouvidos e eu me arrepiada ao sentir a respiração dele tão ofegante, hiperventilando. Eu me sentia muitovadia…

Te amo, minha menina, que buceta tão gostosa e apertada você tem, dá tudo pro papai.Ele sussurrava no meu ouvido.

As investidas dele aumentaram de frequência, força e velocidade, e as mãos dele alcançaram meus peitos, que ele massageava entre os dedos e apertava meus mamilos. Eu tava ficando louca. Assim se passaram vários minutos, ele empurrando com força na minha bunda, e numa dessas investidas eu me rendi, com os peitos colados nos lençóis. Meu amante se posicionou atrás de mim, de joelhos no chão, eu pendurada na beirada da cama, bem na altura da arma dele apontada pra rachadura da minha buceta entreaberta e fácil de penetrar. Quase sem esforço, o estoque paterno entrou na minha xota dilatada, acolhendo com prazer um trabuco daqueles. Não demorou mais de cinco minutos me comendo na posição que eu me sujeitei, fazendo papel de putinha, quando ouvi meu pai gemer enquanto apertava minhas nádegas com força, sem me machucar... Meu pai já tinha descarregado o esperma dele outra vez dentro do meu útero, cedendo à mulher que estava presa dentro de mim há tanto tempo. Uma torrente de líquido quente percorreu o interior da minha barriga e me fez gozar igual uma selvagem, me satisfazendo ao saber que, pela primeira vez, eu tinha deixado as bolas de um garanhão como meu pai exaustas de porra, e eu transbordando da leitinho dele. Exaustos depois daquelas duas horas tão intensas de sexo, não saímos da cama, abraçados, nus e ainda unidos, nos rendendo lentamente ao sono.

Às dez do dia seguinte, papai já tinha acordado, mas sem sair da cama. Ele me olhava com carinho quando acordei, me beijou nos lábios e disse...Meu amor, vamos tomar café da manhã. Acorda e fica gostosa! Porque vou te levar num lugar muito interessante que todo mundo conhece por aqui e quero compartilhar com você." Ah, e aí passo a ser filha dela, mulher dele e meu marido, de algum jeito. Saudações, coelhinha, da Finlândia!!!

Domingo qualquer!

Domingo qualquer!




4 comentários - Domingo qualquer!

Exelente relato muy bien narrado y super caliente van puntos y felicitaciones
Agradecele a la chica que me lo envio desde Finlandia....Saludos desde mexico y no dudes en estar pendiente de mis shouts para los concursos cada 15 dias!
Muy hot tu relato , y cada vez más actual .
FELICITACIONES