Esta é uma história completamente real. Meu nome é Arturo, tenho 28 anos. Sempre fui fascinado pelo mundo do swing. Sou solteiro, sem namorada ou parceira fixa. Minha vida sexual era bem fraca, até conhecer a Poringa e, de vez em quando, alguma aventura com uma garota — poucas, por sinal. Adorava ler revistas de swing, amava os relatos de casais que incluíam outros homens. Fantasiava em comer uma mulher casada na frente do marido, mas era só isso: fantasia. Achava que os relatos que lia eram só fruto da imaginação de gente criativa, porque parecia difícil que casais de verdade aceitassem algo assim. Mesmo assim, adorava fantasiar com isso. Um dia, até me atrevi a colocar um anúncio na seção de classificados, me descrevendo como um cara jovem, limpo, discreto, tarado e bem dotado, com a fantasia de participar como terceiro em um casal. Já esperava que ninguém respondesse. Passou mais de um mês, eu já tinha até esquecido do anúncio, quando recebi resposta de um casal. Eles se descreviam como um casal maduro, muito atraentes os dois, profissionais: ele médico e ela enfermeira, ela com 28 anos e ele com 43, da mesma cidade que eu. Eles tinham a fantasia de incluir um homem na intimidade — ele queria vê-la com outro, e ela queria ter dois caras para uma dupla penetração. Me mandaram duas fotos dela, sem mostrar o rosto: uma totalmente nua e outra de lingerie bem sexy. Quando vi as fotos, duvidei que fosse real, porque era uma mulherão: rabuda, cintura fina, peitões lindos. Fotos de uma mulher super gostosa. Achei que era pegadinha, mas respondi mandando uma foto minha e meu número de telefone. Poucos dias depois, me ligaram e marcamos um encontro para nos conhecer e conversar, ver se rolava química. No dia do encontro, fui super pontual no horário e local combinados, num bar. Levei uma rosa na mão, como eles pediram. Isso foi... Pra saber que era eu o contato dela, como eu não conhecia eles, fiquei de olho em cada casal que entrava no bar, mas nenhum casal chegava perto de mim. Já tinha passado mais de uma hora da hora combinada, até pensei que era bom demais pra ser verdade, já tava quase indo embora quando eles chegaram. Se apresentaram e eu fiquei impactado ao ver a mulher dele: super gostosa, cheia de curvas, com um vestido justo que valorizava aquele corpão espetacular, cinturão largo, quadrilzão, rabão grande e bem empinado, peitões, cara muito bonita. Uma mulher que despertou admiração em todos os homens no bar. Não podia acreditar na minha sorte. O vestido também era muito elegante. Eles me pediram desculpas pelo atraso, comentando que teve um acidente e o trânsito congestionou. Eu disse que não tinha problema. Tomamos uma dose enquanto conversávamos sobre nossas fantasias. Parece que eu agradei eles. Me convidaram pra um hotel onde tinham reservado um quarto. Fomos no carro deles, o marido dirigindo e a esposa e eu no banco de trás. Ela imediatamente pegou minha mão e colocou na perna dela, enquanto me dizia umas coisas bem quentes. Falou que quando chegássemos no hotel, eu ia saber o que é comer uma mulher de verdade, muito safada. Ouvir aquilo deixou minha pica dura. Ela tirou ela da minha calça e começou a me masturbar enquanto tirava a calcinha fio dental e abria as pernas, mostrando a buceta bem depilada e me convidando pra dedilhar ela. O marido vendo pelo retrovisor. O ambiente ficou cheio de um cheiro de mulher no cio. Ela se inclinou e chupou minha pica enquanto eu massageava os peitões dela. Era uma verdadeira mulher no cio. Eu só pensava em como eu era sortudo e afortunado por realizar minha maior fantasia com uma mulher daquela qualidade. Assim que entramos no quarto do hotel, ela me jogou na cama, abaixou minha calça e minha cueca. Minha pica tava bem dura. Ela me deu o melhor boquete que já recebi na vida. Me chupou as bolas. O marido só ficou olhando. Sentado numa poltrona, ele se masturbava. Ela ficou completamente nua, e eu só admirava o corpo voluptuoso dela. Fizemos um 69, eu lambia toda a buceta e o cu dela, o clitóris. Ela teve um orgasmo muito abundante que molhou meu rosto, eu lambendo os fluidos dela. Ela montou em mim, enfiando-se no meu pau, enquanto esfregava os peitões na minha cara. O marido dela começou a acariciar as nádegas dela e lambeu o cu dela, enquanto ela estava enfiada no meu pau. Eu sentia o queixo dele roçando nas minhas bolas. Ela gemia de prazer. Ela ficou de quatro pra que o marido comesse ela enquanto ela chupava meu pau. Depois, ela montou no marido, e com o olhar me convidou a penetrar ela pelo cu. Fizemos um sanduíche: o marido comendo ela pela buceta e eu pelo cu. Eu sentia o pau do marido roçando no meu, separados apenas por uma fina membrana de pele. Gozamos os três ao mesmo tempo. Fomos tomar banho juntos, ela e eu, enquanto continuávamos a putaria. Saímos do chuveiro e o marido entrou pra tomar banho. Quando ele saiu, nos encontrou transando de novo. Ele não participou, só ficou olhando eu comer a mulher gostosa dele, enquanto ela dizia como eu comia ela gostoso. Gozei dentro da boca dela, e ele se apressou em lamber a buceta da mulher, engolindo toda a minha porra e a dela com a língua. Ficamos todos muito satisfeitos. Ela dizia pro marido que adorou como eu comi ela, que achava que eu era o cara certo pro que eles queriam fazer. Eu não entendia do que eles estavam falando. Eles só disseram que gostariam de me convidar outro dia, mas dessa vez na casa deles. Me contaram que antes de mim já tinham feito ménage com quatro caras diferentes, mas não era o que eles procuravam e nunca mais chamaram. Mas comigo era diferente, e eles tinham confiança de me convidar pra casa deles. Eu, mais que feliz, aceitei. Me deram o endereço e marcaram pro próximo sábado na casa deles. Chegou o dia, fui pontual na casa deles. De presente, levei uma garrafa de vinho pra ele. e pra ela um jogo de lingerie. Já na casa deles, começamos a beber enquanto conversávamos. Eles me disseram que tinham uma filha que estava prestes a fazer 18 anos, mas que aparentava ser mais velha porque era muito desenvolvida, que tinham uma comunicação muito aberta com ela, que ela sabia das aventuras deles no swing e que concordava que os pais levassem esse estilo de vida sexual. Me disseram que a filha já estava na idade de merecer, e que, com a boa comunicação que tinham, ela confessou que estava desejosa de perder a virgindade, mas queria fazer isso com responsabilidade, não se entregar a qualquer babaca. Além disso, por enquanto, ela não queria namorado nem um relacionamento sério, pois primeiro queria terminar os estudos, mas só queria transar com o pai, que era de toda confiança dela, sem compromisso. E eles, como pais de mente aberta, disseram que cuidariam de realizar a fantasia dela com um homem adequado. Durante a semana, eles conversaram com ela sobre mim, mostraram minha foto, e a mãe disse que eu comia gostoso. A filha concordou que fosse eu quem a desvirginasse, e eles queriam saber minha opinião. Me perguntaram se eu estava disposto a ajudá-los com isso. Só de ouvir eles me proporem isso, já estava com o pau duro. Seria possível tanta sorte? Eu era tão sortudo assim de poder foder aquela mulher tão gostosa e agora se abria a possibilidade de comer também a filha? Claro que aceitei. A condição foi que eles estariam vendo o tempo todo, e a mãe ajudando ela. O que mais eu podia pedir da vida? Chamaram a filha e, quando a vi, era o retrato vivo da mãe, igualmente gostosa, mas numa versão mais jovem. Vestia uma saia tipo colegial bem curtinha, pernas muito torneadas, um rabo bem gostoso e empinado, os peitos não tão grandes quanto os da mãe, mas bem durinhos. Ela me beijou com uma paixão, enrolando a língua na minha. Eu acariciava a bunda dela, os peitos. pernas, deitei ela na cama, tirei a calcinha fio dental dela, e me dediquei a chupar a bucetinha virgem dela, ela se contorcia de prazer e gemia como se fosse chorar, lambi o cu dela, chupei os peitos dela, a mãe dela se aproximou e deu lições de como chupar um pau, a mãe dela me chupava e a filha bem atenta às instruções da mãe, a filha lambendo a cabecinha do meu pau e a mãe dela chupando minhas bolas, o pai só observando, coloquei as pernas dela nos meus ombros e devagar mas com firmeza fui enfiando, o hímen dela não resistiu, logo eu já tava bem enfiado nela, enquanto a mãe dela esfregava os peitos nas minhas costas e se dedava, comi ela de papai e mamãe, perninhas no ombro, de quatro, de frango assado, de todas as posições que me vieram na cabeça, a menina saiu tão safada quanto a mãe, enquanto eu comia a filha, a mãe dela chupava minhas bolas, coloquei a mãe de quatro junto com a filha, e comi as duas, uma enfiada numa e depois na outra, e o marido corno feliz da vida aproveitando o prazer que eu dava pra esposa e filha dele, quando eu ia gozar a mãe tirou a camisinha, colocou o rosto junto com o da filha e descarreguei toda a minha porra na cara das duas, fiquei na casa deles o fim de semana inteiro, e só fui pra minha casa na segunda, as duas mulheres eram insaciáveis, me deixaram bem esgotado, e virei o melhor amigo daquele casal, todo fim de semana eu passo na casa deles, era como se fosse da família, tanta era a confiança que me contaram o segredo mais sombrio deles, as duas mulheres eram filhas do doutor, a menina mais nova acabou sendo bem fértil e não demorou pra ter uma filha do doutor, sempre guardei esse segredo e tudo sempre com absoluta discrição, a filha mais velha, Adriana, pelo que soube, teve muitos abortos do doutor, por isso que não tiveram filhos e já fazia tempo que tinham parado de tentar, mas preciso ser honesto, coneja, eu curto muito ser amigo dessa família tão aberta, tanto que sou padrinho de batismo da bebê, abraços. desde La Pampa!
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