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Como era de se esperar, depois daquela noite todo mundo ficou tenso, desconfortável, sem saber o que fazer ou dizer pra aliviar a tensão sexual que tomou conta da casa. De manhã, ninguém tomou café da família; cada um foi na cozinha, pegou o prato e foi comer em outro canto, tudo pra não ter que olhar na cara um do outro de vergonha. Não que a gente não tivesse aproveitado ou se arrependido, pelo menos
Lilian parecia toda feliz com as atenções do nosso irmão. Eu não conseguia me concentrar na leitura, porque os gemidos da minha irmã, que tava na cama do lado se masturbando, chamavam minha atenção igual inseto na luz.
Como ela era uma voyeurista que adorava olhar e ser olhada, curtia que eu tivesse do lado dela. Olhei de canto e vi que ela tava nua, com os peitos duros de tesão, as bochechas vermelhas e as pernas abertas enquanto enfiava e tirava o vidro de perfume da buceta dela.
— Dá pra me deixar ler, sua safada?
— Então vai pra outro quarto.
— Melhor você se tocar — falei e desviei o olhar.
Um tempo depois, quando ela gozou pela terceira ou quarta vez, Lilian deitou comigo pra descansar.
— Isso foi uma delícia. Ei, o que você acha que vai rolar agora? Mamãe e papai tão muito quietos, e a Tifany com a namorada dela não saíram do quarto. O Alejandro foi caminhar na praia. Não sente que a gente tá se afastando?
— Pelo amor, cê acha que o que aconteceu ontem foi algo tão simples assim? Além do mais, você transou com o Alejandro.
— Ciumenta.
— Não é esse o ponto. Imagina como a mamãe deve se sentir por ter causado aquela cena. Ela deve estar morrendo de vergonha, e o papai também. É lógico que a gente precisa conversar sobre isso todo mundo junto.
— Quer que se repita?
Não adiantava mentir pra ela, né? Me dava muito tesão que todo mundo fizesse aquilo em família. O incesto era uma prática... proibida e tabu. Maravilhosa, claro, e eu já tinha lido por Isso ajudava a fortalecer os laços entre os membros.
— Talvez sim, mas por enquanto a gente pode fazer o que quiser.
— Quem é "a gente"?
— Alejandro, você, eu. Até a Tifany.
— Então a gente pode continuar na nossa?
— Sim, mas se você me deixar ler primeiro.
— Para de ser nerd — ela exclamou e arrancou o livro da minha mão. Em seguida, colou os lábios nos meus.
De todas as pessoas que já tinham me beijado, a Lilian era a melhor. A boca açucarada dela se entrelaçava com a minha, e a gente trocava beijos cheios de estalinhos. Eu abracei ela pela cintura e desci até a bunda brilhante dela pra apertar. Também deslizei o dedo na rachadura dela, que já tava bem lubrificada. Até eu comecei a ficar molhada quando minha irmã mordeu meus lábios e desceu pelo meu pescoço.
Eu penetrei a Lilian com força, usando meus dedos. Ela me beijava com doçura, gemia no meu ouvido e lambia meu pescoço, deixando um rastro de saliva. A gente tava se divertindo quando a porta abriu. Lilian nem se deu ao trabalho de sair de cima de mim, ficou montada em mim quando a mamãe entrou e ficou paralisada ao nos ver. Mesmo assim, ela entrou e trancou a porta.
— Meninas... coloquem a trava na porta de vocês.
— Desculpa, mãe — Lilian se desculpou e se deitou do meu lado.
— O papai foi embora?
— Saiu por um instante — ela se deitou na cama da Lilian e respirou fundo —. Ontem à noite a gente perdeu o controle, né?
— Mas foi maravilhoso. A Jennifer e eu queremos que se repita.
— Sério?
Nós duas concordamos com a cabeça.
— Bom... incesto é uma prática malvista, então sempre foi feito na surdina. Por outro lado, seria hipocrisia da minha parte dizer que não gostei. Pra ser sincera, já tive experiência com incesto antes.
— Nossa família é cheia de gente pervertida — refletiu a Lilian.
— Acho que sim.
Mamãe parecia desanimada.
— Não sei se a gente tá fazendo a coisa certa, filhas.
— Eu gostei — falou a Lilian, naturalmente.
— Pode nos unir ou pode nos separar.
— Acho que isso vai nos unir — opinei, e mamãe me devolveu um sorriso.
— Bom, vou deixar vocês pensando nisso. Vou falar com sua irmã, Tifany, que parece ser a mais incomodada com a situação.
Assim que mamãe saiu, Lilian se levantou em cima do colchão e me olhou com um sorriso malvado.
— O que você vai...?
E sem conseguir impedi-la, a boca dela voltou a escurecer a minha.
Mais tarde, papai, mamãe, Tifany e eu saímos para dar uma volta na praia. Deixar Alejandro e Lilian sozinhos foi uma ideia perigosa. Nesse momento, os dois já deviam estar se esfregando contra a parede.
Celia, amante da minha irmã, tinha ficado por preguiça, mas eu realmente acho que ela estava curiosa pra ver como era transar com um homem.
— Aonde exatamente estamos indo? — perguntou minha irmã.
— Quero visitar um amigo que mora perto daqui.
— Mas parece que vem uma tempestade. A gente devia voltar.
— Calma — disse Julia, nos olhando pelo retrovisor —. Não tem previsão de chuva pra hoje. Talvez amanhã.
Mas foi um erro grave pensar assim. Como ninguém controla o clima, um pouco depois uma tempestade forte bateu na costa. Os ventos estavam ferozes e as palmeiras balançavam perigosamente nos troncos. As ondas estavam selvagens e batiam com força na areia. A gente estava refugiado no carro, e lá dentro tava um calorão. Como não enxergávamos nada por causa da chuva, Manuel não podia arriscar dirigir.
— O que você tava falando da chuva, Julia?
— Opa, me enganei um pouquinho.
— Tô com calor, tô assando aqui.
— Tira a roupa — sugeriu Manuel, piscando o olho pra mim.
— Tá bom — falei feliz e tirei o sutiã do biquíni e o short. Não tava usando nada por baixo, então fiquei pelada na hora. O olhar que Tifany deu pra minha buceta foi espetacular.
Pouco depois, mamãe também tirou a roupa, e papai fez o mesmo. A sorte é que os vidros eram escuros e ninguém podia nos ver.
— Vou ligar o ar condicionado por um tempo.
Com o frio e a gente nus, ficar presos ficou ainda mais desconfortável. A única que continuava vestida era a Tifany, mas ela só usava uma camisa e uma minissaia bem leve. Ela estava com as pernas firmemente cruzadas e se distraía olhando pela janela.
— Esse negócio aí tá ficando duro — ouvi a Júlia falar pro marido.
Isso chamou a atenção da minha irmã, que deu uma olhada discreta. Eu também olhei, e vimos o papai se tocando de leve, se masturbando como se fosse uma tarefa chata.
— É que não tem muito o que fazer.
— E se a gente mostrar pras meninas como fazer um bom boquete? — sugeriu a Júlia.
— Eu não tenho interesse em paus — disse a Tifany, e se encolheu no banco.
A Júlia olhou pra mim com um sorriso e se ajeitou pra enfiar o pau do marido na boca. Eu não sabia que ela conseguia fazer garganta profunda. Fiquei vidrada naquela imagem da minha mãe gostosa chupando um pau tão grande e marcado, com as veias saltando de tanto sangue acumulado.
— Tifany, você precisa ver isso — falei maravilhada e cutuquei o ombro dela.
Minha irmã só deu uma olhada pra mãe e fez cara de nojo.
— É que não me excita.
— E eu?
— Você, o quê?
Sorri toda convencida e abri minhas pernas.
A Tifany ficou vermelha na hora quando me viu.
— Bom, isso é melhor.
— Vem?
— Ai! Que saco. Somos irmãs. Seria tipo fazer oral em mim mesma.
— Tifany... — chamei ela enquanto me abria com os dedos. Minha irmã começou a ficar nervosa, toda corada, e fingiu que não tava afim do show.
Eu tava achando muito divertido provocar ela, então comecei a me masturbar. Papai reclinou o banco e a Júlia montou nele. Isso chamou a atenção da Tifany, que descruzou as pernas e de repente já tava olhando sem vergonha pra mãe, que pulava rápido com aquele barulho gostoso de dois corpos se encontrando.
— Vai, pode se tocar um pouco — falou a Júlia com todo carinho.
A coitada torceu a boca. Tímida, enfiou uma mão por baixo da saia.
Passaram cinco minutos. Tifany continuava sem desgrudar o olho dos nossos pais. De repente, ela tirou a saia e eu ajudei a tirar o resto da roupa até deixá-la completamente pelada.
— Isso é algo que você precisa experimentar — aconselhou Manuel.
Tifany me olhou com uma cara de quem não queria fazer, mas eu a conhecia. Ela estava muito excitada e molhada demais pra eu não perceber.
— Vai — incentivei.
— Bom... só um pouquinho.
— Sim.
Como a caminhonete era grande, Tifany se acomodou com o rosto entre minhas pernas. Assim que colocou a boca em mim, fez tanta pressão com a língua que eu vi estrelas explodindo dentro da minha cabeça, metaforicamente. Eu tava entre rir e gemer. Até vi a mãe arqueando uma sobrancelha ao ver a ferocidade com que a outra filha, entre meus joelhos, pegava meu clitóris como se quisesse arrancá-lo. O que começou como uma lambida envergonhada virou uma odisseia completa. Uma festa na minha buceta, que estava molhada com um mel que minha irmã tratou de beber.
Ela abriu mais minhas pernas, o máximo que o espaço permitia, e deslizou a língua por toda a minha bunda. Em seguida, pressionou meu clitóris e enfiou os dedos em forma de gancho. Eu gozei na hora, mais excitada pela situação do que pelo prazer.
Peguei minha irmã pela cabeça pra colar ela mais na minha buceta. Ela me invadia com a língua, o mais fundo que conseguia. Na mesma hora, foi pros meus peitos, mordendo e chupando meus bicos duros.
A mãe gemia feito uma princesa ao ver as duas filhas lindas se pegando como um par de sapatonas no cio. Manuel não conseguia ver direito, mas tava se acabando com a boca devorando os peitos da esposa.
— Não tão forte... — pedi pra Tifany quando vi que, ao se afastar do meu peito, deixava a marca dos dentes. Na mesma hora, ela me beijou com muita paixão, direto na boca. Eu tava na mão dela, completamente submissa e incapaz de me mexer diante dos instintos da minha irmã.
— Vamos trocar de posição. —sugeri.
Ela concordou e se deitou. Abriu as pernas e me ofereceu aquela buceta linda. Rapidamente ocupei meu lugar e, ao provar os sucos que escorriam em abundância, me excitei e chupei com gosto. Mamãe tinha ficado quieta enquanto papai a penetrava devagar. Ela nos observava com um olhar de amor maternal, como se estivesse orgulhosa de que suas filhas finalmente se entendessem e deixassem todas as diferenças de lado.
Sorri com devoção e dei um beijo na boca de Julia. Ela saboreou e depois me pediu para continuar dando carinho na minha irmã, que naquele momento estava nas nuvens, beliscando os próprios mamilos e lambendo a baba que escorria da boca.
— O que você tava falando de incesto, filha?
— Nada... não falei nada... — ela riu quando teve o orgasmo merecido.
E essa foi a primeira vez que Tifany aceitou que adorava sexo em família. Todos felizes, todos unidos. E ainda tínhamos férias pela frente.
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Não esqueçam de comentar. Cinco comentários pra próxima continuação 🙂 nos vemos em breve
Como era de se esperar, depois daquela noite todo mundo ficou tenso, desconfortável, sem saber o que fazer ou dizer pra aliviar a tensão sexual que tomou conta da casa. De manhã, ninguém tomou café da família; cada um foi na cozinha, pegou o prato e foi comer em outro canto, tudo pra não ter que olhar na cara um do outro de vergonha. Não que a gente não tivesse aproveitado ou se arrependido, pelo menos
Lilian parecia toda feliz com as atenções do nosso irmão. Eu não conseguia me concentrar na leitura, porque os gemidos da minha irmã, que tava na cama do lado se masturbando, chamavam minha atenção igual inseto na luz.
Como ela era uma voyeurista que adorava olhar e ser olhada, curtia que eu tivesse do lado dela. Olhei de canto e vi que ela tava nua, com os peitos duros de tesão, as bochechas vermelhas e as pernas abertas enquanto enfiava e tirava o vidro de perfume da buceta dela.
— Dá pra me deixar ler, sua safada?
— Então vai pra outro quarto.
— Melhor você se tocar — falei e desviei o olhar.
Um tempo depois, quando ela gozou pela terceira ou quarta vez, Lilian deitou comigo pra descansar.
— Isso foi uma delícia. Ei, o que você acha que vai rolar agora? Mamãe e papai tão muito quietos, e a Tifany com a namorada dela não saíram do quarto. O Alejandro foi caminhar na praia. Não sente que a gente tá se afastando?
— Pelo amor, cê acha que o que aconteceu ontem foi algo tão simples assim? Além do mais, você transou com o Alejandro.
— Ciumenta.
— Não é esse o ponto. Imagina como a mamãe deve se sentir por ter causado aquela cena. Ela deve estar morrendo de vergonha, e o papai também. É lógico que a gente precisa conversar sobre isso todo mundo junto.
— Quer que se repita?
Não adiantava mentir pra ela, né? Me dava muito tesão que todo mundo fizesse aquilo em família. O incesto era uma prática... proibida e tabu. Maravilhosa, claro, e eu já tinha lido por Isso ajudava a fortalecer os laços entre os membros.
— Talvez sim, mas por enquanto a gente pode fazer o que quiser.
— Quem é "a gente"?
— Alejandro, você, eu. Até a Tifany.
— Então a gente pode continuar na nossa?
— Sim, mas se você me deixar ler primeiro.
— Para de ser nerd — ela exclamou e arrancou o livro da minha mão. Em seguida, colou os lábios nos meus.
De todas as pessoas que já tinham me beijado, a Lilian era a melhor. A boca açucarada dela se entrelaçava com a minha, e a gente trocava beijos cheios de estalinhos. Eu abracei ela pela cintura e desci até a bunda brilhante dela pra apertar. Também deslizei o dedo na rachadura dela, que já tava bem lubrificada. Até eu comecei a ficar molhada quando minha irmã mordeu meus lábios e desceu pelo meu pescoço.
Eu penetrei a Lilian com força, usando meus dedos. Ela me beijava com doçura, gemia no meu ouvido e lambia meu pescoço, deixando um rastro de saliva. A gente tava se divertindo quando a porta abriu. Lilian nem se deu ao trabalho de sair de cima de mim, ficou montada em mim quando a mamãe entrou e ficou paralisada ao nos ver. Mesmo assim, ela entrou e trancou a porta.
— Meninas... coloquem a trava na porta de vocês.
— Desculpa, mãe — Lilian se desculpou e se deitou do meu lado.
— O papai foi embora?
— Saiu por um instante — ela se deitou na cama da Lilian e respirou fundo —. Ontem à noite a gente perdeu o controle, né?
— Mas foi maravilhoso. A Jennifer e eu queremos que se repita.
— Sério?
Nós duas concordamos com a cabeça.
— Bom... incesto é uma prática malvista, então sempre foi feito na surdina. Por outro lado, seria hipocrisia da minha parte dizer que não gostei. Pra ser sincera, já tive experiência com incesto antes.
— Nossa família é cheia de gente pervertida — refletiu a Lilian.
— Acho que sim.
Mamãe parecia desanimada.
— Não sei se a gente tá fazendo a coisa certa, filhas.
— Eu gostei — falou a Lilian, naturalmente.
— Pode nos unir ou pode nos separar.
— Acho que isso vai nos unir — opinei, e mamãe me devolveu um sorriso.
— Bom, vou deixar vocês pensando nisso. Vou falar com sua irmã, Tifany, que parece ser a mais incomodada com a situação.
Assim que mamãe saiu, Lilian se levantou em cima do colchão e me olhou com um sorriso malvado.
— O que você vai...?
E sem conseguir impedi-la, a boca dela voltou a escurecer a minha.
Mais tarde, papai, mamãe, Tifany e eu saímos para dar uma volta na praia. Deixar Alejandro e Lilian sozinhos foi uma ideia perigosa. Nesse momento, os dois já deviam estar se esfregando contra a parede.
Celia, amante da minha irmã, tinha ficado por preguiça, mas eu realmente acho que ela estava curiosa pra ver como era transar com um homem.
— Aonde exatamente estamos indo? — perguntou minha irmã.
— Quero visitar um amigo que mora perto daqui.
— Mas parece que vem uma tempestade. A gente devia voltar.
— Calma — disse Julia, nos olhando pelo retrovisor —. Não tem previsão de chuva pra hoje. Talvez amanhã.
Mas foi um erro grave pensar assim. Como ninguém controla o clima, um pouco depois uma tempestade forte bateu na costa. Os ventos estavam ferozes e as palmeiras balançavam perigosamente nos troncos. As ondas estavam selvagens e batiam com força na areia. A gente estava refugiado no carro, e lá dentro tava um calorão. Como não enxergávamos nada por causa da chuva, Manuel não podia arriscar dirigir.
— O que você tava falando da chuva, Julia?
— Opa, me enganei um pouquinho.
— Tô com calor, tô assando aqui.
— Tira a roupa — sugeriu Manuel, piscando o olho pra mim.
— Tá bom — falei feliz e tirei o sutiã do biquíni e o short. Não tava usando nada por baixo, então fiquei pelada na hora. O olhar que Tifany deu pra minha buceta foi espetacular.
Pouco depois, mamãe também tirou a roupa, e papai fez o mesmo. A sorte é que os vidros eram escuros e ninguém podia nos ver.
— Vou ligar o ar condicionado por um tempo.
Com o frio e a gente nus, ficar presos ficou ainda mais desconfortável. A única que continuava vestida era a Tifany, mas ela só usava uma camisa e uma minissaia bem leve. Ela estava com as pernas firmemente cruzadas e se distraía olhando pela janela.
— Esse negócio aí tá ficando duro — ouvi a Júlia falar pro marido.
Isso chamou a atenção da minha irmã, que deu uma olhada discreta. Eu também olhei, e vimos o papai se tocando de leve, se masturbando como se fosse uma tarefa chata.
— É que não tem muito o que fazer.
— E se a gente mostrar pras meninas como fazer um bom boquete? — sugeriu a Júlia.
— Eu não tenho interesse em paus — disse a Tifany, e se encolheu no banco.
A Júlia olhou pra mim com um sorriso e se ajeitou pra enfiar o pau do marido na boca. Eu não sabia que ela conseguia fazer garganta profunda. Fiquei vidrada naquela imagem da minha mãe gostosa chupando um pau tão grande e marcado, com as veias saltando de tanto sangue acumulado.
— Tifany, você precisa ver isso — falei maravilhada e cutuquei o ombro dela.
Minha irmã só deu uma olhada pra mãe e fez cara de nojo.
— É que não me excita.
— E eu?
— Você, o quê?
Sorri toda convencida e abri minhas pernas.
A Tifany ficou vermelha na hora quando me viu.
— Bom, isso é melhor.
— Vem?
— Ai! Que saco. Somos irmãs. Seria tipo fazer oral em mim mesma.
— Tifany... — chamei ela enquanto me abria com os dedos. Minha irmã começou a ficar nervosa, toda corada, e fingiu que não tava afim do show.
Eu tava achando muito divertido provocar ela, então comecei a me masturbar. Papai reclinou o banco e a Júlia montou nele. Isso chamou a atenção da Tifany, que descruzou as pernas e de repente já tava olhando sem vergonha pra mãe, que pulava rápido com aquele barulho gostoso de dois corpos se encontrando.
— Vai, pode se tocar um pouco — falou a Júlia com todo carinho.
A coitada torceu a boca. Tímida, enfiou uma mão por baixo da saia.
Passaram cinco minutos. Tifany continuava sem desgrudar o olho dos nossos pais. De repente, ela tirou a saia e eu ajudei a tirar o resto da roupa até deixá-la completamente pelada.
— Isso é algo que você precisa experimentar — aconselhou Manuel.
Tifany me olhou com uma cara de quem não queria fazer, mas eu a conhecia. Ela estava muito excitada e molhada demais pra eu não perceber.
— Vai — incentivei.
— Bom... só um pouquinho.
— Sim.
Como a caminhonete era grande, Tifany se acomodou com o rosto entre minhas pernas. Assim que colocou a boca em mim, fez tanta pressão com a língua que eu vi estrelas explodindo dentro da minha cabeça, metaforicamente. Eu tava entre rir e gemer. Até vi a mãe arqueando uma sobrancelha ao ver a ferocidade com que a outra filha, entre meus joelhos, pegava meu clitóris como se quisesse arrancá-lo. O que começou como uma lambida envergonhada virou uma odisseia completa. Uma festa na minha buceta, que estava molhada com um mel que minha irmã tratou de beber.
Ela abriu mais minhas pernas, o máximo que o espaço permitia, e deslizou a língua por toda a minha bunda. Em seguida, pressionou meu clitóris e enfiou os dedos em forma de gancho. Eu gozei na hora, mais excitada pela situação do que pelo prazer.
Peguei minha irmã pela cabeça pra colar ela mais na minha buceta. Ela me invadia com a língua, o mais fundo que conseguia. Na mesma hora, foi pros meus peitos, mordendo e chupando meus bicos duros.
A mãe gemia feito uma princesa ao ver as duas filhas lindas se pegando como um par de sapatonas no cio. Manuel não conseguia ver direito, mas tava se acabando com a boca devorando os peitos da esposa.
— Não tão forte... — pedi pra Tifany quando vi que, ao se afastar do meu peito, deixava a marca dos dentes. Na mesma hora, ela me beijou com muita paixão, direto na boca. Eu tava na mão dela, completamente submissa e incapaz de me mexer diante dos instintos da minha irmã.
— Vamos trocar de posição. —sugeri.
Ela concordou e se deitou. Abriu as pernas e me ofereceu aquela buceta linda. Rapidamente ocupei meu lugar e, ao provar os sucos que escorriam em abundância, me excitei e chupei com gosto. Mamãe tinha ficado quieta enquanto papai a penetrava devagar. Ela nos observava com um olhar de amor maternal, como se estivesse orgulhosa de que suas filhas finalmente se entendessem e deixassem todas as diferenças de lado.
Sorri com devoção e dei um beijo na boca de Julia. Ela saboreou e depois me pediu para continuar dando carinho na minha irmã, que naquele momento estava nas nuvens, beliscando os próprios mamilos e lambendo a baba que escorria da boca.
— O que você tava falando de incesto, filha?
— Nada... não falei nada... — ela riu quando teve o orgasmo merecido.
E essa foi a primeira vez que Tifany aceitou que adorava sexo em família. Todos felizes, todos unidos. E ainda tínhamos férias pela frente.
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7 comentários - Férias Sexuais em Família Cap 8
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