Vacaciones nudistas con mi papá -- Capítulo 2

Você pode encontrar a parte 1 no meu perfil 🙂

Bom, valeu pelos comentários do capítulo anterior 🙂 desculpa a demora. Tô deixando a segunda parte pra vocês curtirem. Lembro que tava antes no Poringa, mas perdi meu user ou me deram ban... então tô postando de novo.

A viagem de avião foi tranquila na maior parte.

Assim que saí, o sol do verão da costa bateu gostoso na minha pele. Eu tava vestida leve, com uma minissaia jeans, um top e o cabelo preso. Pensava em me bronzear bem pra acentuar a cor da minha pele e, quando voltasse, o Joan ter alguma coisa pra me invejar.

Meu pai, Leandro, não é um homem qualquer. Quando vi ele, entendi por que a mamãe se separou dele. Ele tava vestido com uma camisa havaiana de cores vibrantes, shorts e sandálias. O cabelão loiro caía até as costas, a barba mal aparada dava um ar engraçado pro rosto dele, enfeitado com um belo par de olhos azuis. Não via ele há um tempão, mas não tinha mudado nada.

— Daniela... olha como você ficou gostosa — ele me varreu dos pés à cabeça. Eu larguei as malas e abracei o papai. Ele, sem vergonha nenhuma, me envolveu forte e me levantou do chão. Era alto, quase um metro e noventa. Me apertou tanto que meus peitos se esconderam contra o torso dele. Depois me deu um carinho na bochecha e um beijo na testa —. Você é muito parecida com a mamãe.

— Valeu... isso me falam direto — Mentira. Minha mãe era mais gostosa que eu, e tinha mais vida sexual que eu.

— Vamos, vamos. Hora de ir pra minha casa logo. Cê deve estar com sede, né?

— Sim. Tá um calor danado, papai.

— Com essa roupinha você vai se bronzear rapidinho — notei um olhar inocente pras minhas pernas.

Sentei no carro dele, do lado, e a gente percorreu a cidade caribenha, bem animada pra essa época, com turistas de todo tipo. Ouvia uma música bem alegre que me fez sentir relaxada. Nisso, o Leandro, discretamente, colocou uma mão na minha pernas cruzadas e se permitiu apalpar um pouquinho com uma ingenuidade delicada. Eu olhei pra ele. Ele continuava com os olhos na estrada, mas as pontas dos dedos deslizavam sutilmente pela carne das minhas coxas. Deixei ele fazer. Era meu pai. Que tipo de desejo ele poderia ter por mim?

— Como é que tá a mamãe?

— Bem...

— Sei do amante.

— Você tá bem?

— Ela já sabe qual é a minha posição sobre o amor e o sexo. Nesse mundo, todo mundo deveria expressar a sexualidade livremente e transar com quem quiser. A gente tem que se relacionar entre si, humanos com humanos, e com a Mãe Natureza.

Sorri. Papai era um pseudo hippie, mas era feliz sendo assim e se isso ajudava ele a lidar com a ideia de que mamãe tinha um amante... bom, tava de boa pra mim. A verdade é que eu compartilhava parte das ideias dele. O sexo era lindo quando praticado livremente. Eu sabia disso pelos gemidos da Joan e do jeito que minha amiga era feliz transando com qualquer homem que quisesse. Eu era mais na minha nesse aspecto e não me envolveria com qualquer estranho, como mamãe fez na adolescência dela.

A casa do papai ficava perto da costa, uns dez minutos da praia. Entramos e finalmente pude desfazer as malas.

— Quer comer alguma coisa?

— Na verdade, queria ir pra praia o quanto antes.

— Ah, perfeito. Vamos! Deixa eu pegar o protetor solar! Trouxe biquíni?

— Quem você pensa que eu sou? Essa menina veio preparada.

O sorriso que ele deu mostrou felicidade.

Coloquei o biquíni por baixo da roupa e fomos pra praia. Chegando lá, tirei tudo por cima e fiquei só de biquíni, que era uma fio-dental muito linda verde e um sutiã.

— Não vai fazer topless? Sua mãe fazia.

— Ah, não. Me dá muita...

Fiquei quieta. Papai tirou a calça. A sunga pequena dele realçava um volume entre as pernas quase tão grande que tive que desviar o olhar. Ele me pegou pela mão e me arrastou pra dentro da água.

Ele se aproximou por trás e me abraçou pela cintura. Senti a virilha dele contra minha bunda, e tentei não dar muita importância. Ele era meu pai. Eu nem deveria notar que ele era um homem, certo? Não deveria... me arrepiar com as mãos dele na minha cintura nem com minha bunda roçando no pau dele.

—Você tá muito perto — avisei.

—Não é minha culpa — ele riu antes de me dar um beijo no ombro.

—Relaxa. Vamos nadar e ver quem vai mais longe.

A partir daí, papai ficou meio sem graça por ter tido contato comigo além do normal. Eu já tinha deixado de ligar pra isso.

—Passa protetor em mim? Vou pegar um sol.

—Claro, Daniela.

Me deitei numa toalha, de bruços. Mesmo sem eu pedir, ele tirou meu sutiã desabotoando. Além disso, minhas bochechas estavam vermelhas por expor minhas curvas cobertas pela tanga do biquíni pro Leandro, um homem mais velho que eu. As mãos dele deslizaram por toda minha costa, cintura e ombros. Eu morri de rir quando ele chegou na minha bunda.

—Quer que...?

—Sim. Senão vou queimar a raba.

—Claro. Não podemos deixar tanta carne se perder — ele brincou.

Fechei os olhos e pensei: "Mas que porra tá acontecendo comigo?!" Quando ele colocou os dedos na minha bunda, uma onda de calor que não vinha do Sol me invadiu. Suspirei. Algo no meu ventre se mexeu. Leandro dedicava atenção especial em apertar minha bunda, que escorregava das mãos dele por causa do protetor solar. Eu tava com arrepios. Meu coração não parava de pular.

—Hã? Pai... acho que já passou protetor suficiente.

—Sério? — ele deu um tapinha safado na minha lombar—. Porque ainda tem lugar que não alcancei. Sua mãe tem um bronzeado melhor que o seu.

Por que sempre a mãe? Sempre, sempre me comparavam com a mãe.

—Tá bom, passo em cima?

—Não, obrigada — respondi com um encolhimento que me fez parecer mais distante dele.

À noite, enquanto tomava banho, percebi que tinha gostado da sensação das mãos do meu pai percorrendo meu corpo. bunda. Tô louca, eu sei. É estranho, doentio... mas... mas gostei pra caralho da mão de outra pessoa. Passei a mão na minha própria bunda e senti arrepios. Fechei os olhos e deixei minhas fantasias incestuosas voarem um pouco.

Só um pouco.

Tava ali me olhando minhas partes escondidas e gostosas, quando a porta abriu. Era uma mulher de cabelo loiro. Eu gritei. Ela também. Fechou a porta e eu me apressei pra vestir um roupão e sair atrás dela. Tudo isso em menos de vinte segundos.

— Ei!

— Desculpa, desculpa — ela falou enquanto descia as escadas.

— Quem é você?!

Ela virou devagar antes de descer pro primeiro andar. Olhando melhor, vi um corpo escultural. A mulher não devia ter nem trinta e cinco anos. Era muito loira, de pele clara e peitos redondos e grandes escondidos debaixo de uma blusinha minúscula de alcinha. Tava de jeans super apertados e um monte de pulseiras nos braços.

— Me chamo... Shaira. Sou a namorada do seu pai.

Falou como se fosse um crime.

— A namorada?

— Você deve ser a Daniela, né? — Subiu os poucos degraus que tinha descido e estendeu a mão cheia de veias—. Prazer em te conhecer. Desculpa. Não pensei que você tivesse se olhando no banheiro.

— Eu não tava... me olhando — falei sem graça.

Meu Deus, ela tinha me visto com a bunda aberta.

Apertei a mão dela, claro que desconfortável. A namorada do pai... por isso ele não tava interessado no amante da minha mãe.

— Vai continuar no banheiro? Queria tomar um banho.

— Ah... não, pode usar.

— Tem certeza? Podemos tomar banho juntas, se quiser — ela piscou um olho azul.

— Ehhhh?

O rosto lindo dela ficou vermelho de vergonha.

— Achei que você fosse igual ao seu pai. Esquece o que eu falei.

— Não sou nudista que nem ele, e muito menos liberal.

— Tá bom. Não precisa ficar brava.

— Fica tranquila. Aproveita o banho.

Envergonhada, entrei no quarto pra trocar de roupa. Que tipo de namorada o filho da puta do meu pai arrumou? Ai... me deu um pequeno ataque de raiva. Me acalmei, nada. mas é que acendi um cigarro e fumei devagar da janela. Dali via claramente o carro da tal Shaira. Até pronunciar o nome me deu um arranhão na garganta.

Mais tarde desci pra jantar. Shaira, na cozinha, estava do lado de uma garota que provavelmente tinha a mesma idade que eu.

— Oi?
— Oi — as duas se viraram quando me cumprimentaram.

Acontece que a jovem era filha da Shaira, chamada Mara. Ela era de uma beleza exótica, com peitos durinhos, um pouco maiores que os meus, que também não eram lá essas coisas, infelizmente. Na barriga lisa, tinha um piercing bem brilhante e uma tatuagem minúscula no lado.

— Você é a Daniela? Prazer em te conhecer — me cumprimentou com um abraço carinhoso.
— Ah... sim, obrigada. Igualmente.
— Seu pai não tinha te contado sobre a gente? — perguntou Shaira.
— Ele mencionou algo, mas nunca dei importância.
— Ah... bom, acho que ele vai contar hoje à noite. Não deve demorar. Foi na loja.

Papai chegou mais tarde e fez as apresentações devidas, e dali em diante foi um jantar meio desconfortável pra mim. Eles se tratavam de um jeito diferente, trocando olhares e tudo. A tal Mara parecia se apegar a mim.

— Abre a boca, Dani. Prova essa salada.
— Hum... não.
— Nada melhor que os vegetais da terra, né?
— É, tudo natural.

Elas me irritavam. Não vou negar. Não que fossem ruins. Eram muito simpáticas e engraçadas e tinham as mesmas crenças que o papai.

À meia-noite, acordei com fome. Desci pra cozinha e comi um pouco da salada gostosa da Mara. Ao subir de novo, no meio do silêncio, ouvi barulhos no quarto do Leandro. Encostei o ouvido na porta e o que ouvi me gelou o sangue. Eram os gemidos de uma mulher.

Meu pai estava com ela. E pelos gritos da mulher, ele tava matando ela de prazer.

Minhas pernas tremeram. A ideia do sexo, a ideia de que eles estavam transando a poucos metros de distância de mim... fez minha barriga doer de um jeito gostoso. Inevitavelmente, me toquei um pouco por cima da roupa. Queria... queria enfiar os dedos lá dentro. Precisava aliviar aquela tensão na hora.

— O que cê tá fazendo? — Mara me perguntou. A mina tava sonolenta, coçando um olho.

— Nada.

Ela percebeu os sons e sorriu.

— Hehe. Tão transando.

— É, já percebi.

— Cê gosta de ouvir?

— Não, claro que não.

— Então por que cê ainda tá aqui?

— Ué... já ia embora.

Ela segurou minha mão antes que eu fosse.

— Vamos ouvir, tá?

— Não é certo.

— Qualé. Só um pouquinho.

Suspirei e sentei do lado dela, aos pés da porta.

— Não imaginava que Shaira falasse essas putarias. Desculpa, é sua mãe.

— Minha mãe é assim. Grita muito na hora do sexo.

— Então... cê já ouviu ela antes?

— Já. Seu pai é um cara bem dotado.

— Cala a boca!

Eu tava morrendo de vergonha, mas Mara tava morrendo de rir. Percebi os bicos dos peitos dela durinhos por cima da blusa. Ela, pelo visto, notou os meus.

— Seus peitos tão empinados.

— Ah... nada a ver — falei.

— Cê tá excitada?

— Não.

— Fala — ela insistiu.

— Bem... um pouco. Meu Deus! Nossos pais tão metendo forte. Vão se acabar.

— Eles são assim. Relaxa. Já me acostumei. Do meu quarto também escuto o barulho.

Encolhidas contra a parede, ficamos ouvindo o estalo das nádegas da Shaira.

— Puxa meu cabelo! Me dá umas palmadas!

Mara riu baixinho. Eu via ela claramente, de shortinho de pijama e blusinha, com os bicos dos peitos já durões. Devagar, os dedos dela, que tavam acariciando as coxas, subiram pra cima da bocetinha e começaram um vai e vem lento, como se tivesse sondando a vontade de se masturbar na minha frente.

— O que cê tá fazendo?

— Nada... — ela disse, e enfiou a mão dentro do short.

Eu fiquei vermelha de vergonha. Bestificada, sem prestar atenção na trepada dos nossos pais, vi os dedos da Mara dando prazer pra ela por baixo da roupa. Ouvia claramente o som da mão dela se esfregando e, aos poucos... Ela abriu um pouco as pernas enquanto encostava a cabeça na parede e mordia o lábio inferior.

— Você também pode se tocar. Não me incomoda.

— Não... Obrigada.

Falei isso, mas tava ficando com tesão. De um lado, os gemidos de puta da Shaira, e do outro, a buceta molhada da Mara. Com uma das mãos, ela começou a esfregar os peitos, a apertar os biquinhos por cima da blusa fina.

Minha respiração ficou mais pesada, mais sofrida, igual a de um bichinho querendo comer porque tá morrendo de fome. Então... sem me segurar, excitada, enfiei a mão dentro da calcinha e passei os dedos nos meus lábios. Minha boceta tava ficando molhada com a imagem do que tava rolando naquele quarto.

Finalmente, do outro lado da porta, os gemidos pararam. A gozada do meu pai devia ter deixado a namorada dele cansada.

— Quer que eu te acompanhe até a cama? — Mara me perguntou.

— Não... Claro que não.

— Podia te fazer sentir melhor.

— Esquece!

A garota pegou minha mão com delicadeza e, sem desviar o olhar de mim, provou meus dedos molhados da minha buceta. Enfiou eles inteiros na boca. Brincou com a língua e depois soltou, lambuzados com a saliva dela.

Aquilo foi o suficiente pra mim. Envergonhada, levantei e saí de lá o mais rápido que pude.

***

As coisas pareciam ter voltado ao normal de manhã. Quando desci e vi a Shaira e a Mara servindo o café da manhã pro meu pai, não foi difícil imaginar como elas duas chupariam o pau dele. E é que essas mulheres exalavam um ar sensual por onde se olhasse. Pra começar, a mãe era bem voluptuosa, com um rosto fascinante. A filha não ficava atrás. Tinha pernas longas e torneadas, peitos médios e pontudos, e uma carinha bem angelical. Conhecendo o Leandro, ele não ia sossegar até meter as duas na cama.

E eu soube disso porque, enquanto olhava, meu pai deu um tapa na bunda da filha da namorada. Shaira esboçou um sorriso satisfeito. —Ah, olha quem desceu —disse Leandro assim que me viu—. Come. Temos planos.
—Que planos?
—Já vai ver.
Sentei e, sem dizer mais nada, comi o que a gostosa da Shaira me ofereceu.
Foi mais tarde que Leandro anunciou sua grande façanha. Ele tinha alugado um barco pra gente ir pra uma ilha deserta que ficava meio longe da costa. Lá a gente podia nadar na beira e pescar se quisesse. Além de pegar um sol.
Achei a ideia muito boa, então fui pro meu quarto arrumar umas coisas. Tava experimentando o biquíni fio dental quando a Shaira entrou.
—Vim te falar que não vou poder ir com vocês. Tenho que resolver umas paradas do trabalho.
Melhor pra mim, pensei. A mina não me descia nada bem.
—Tá certo. Eu vou então.
—A Mara vai com vocês, então se comportem.
Perto do meio-dia, subimos eu e a Mara no carro do pai. A garota já tava vestindo o maiô de corpo inteiro. Tava muito feliz de ir com a gente. Se comportava como uma criança indo passear e não parava de se deitar no banco de trás. Do meu lado, o Leandro dirigia com os óculos escuros no rosto. Os fios de cabelo bagunçado caíam atrás das orelhas furadas dele. Uma das mãos dele brincava com a pele das minhas pernas.
—Você se depilou?
—Toda —reforcei com um toque de safadeza.
—Ah. Show! —O sorrisão dele me fez virar o rosto e rir baixinho.
Chegamos no cais, onde um homem tava nos esperando. Pai pagou ele e ele nos levou até o barco, que era um iate bem bonito, grande e equipado pra umas férias da boa.
—Beleza, vamos pra essa ilha dar uma divertida —falou meu pai.
Enquanto ele navegava, eu resolvi pegar um sol e me deitei no convés. Queria bronzear inteira, então tirei o sutiã e deitei de costas. A Mara, ao me ver, se deitou do meu lado e passou a mão nas minhas costas.
—Te incomoda se eu ficar pelada?
—Que...? Bom... pai tá aqui.
—E daí? Dá pra ver que você é menina de cidade. — E isso significa o quê?

— Que aqui somos nudistas.

Eu bufei. Não gostava de garotas, então não ligava pro que a Mara fizesse. Ela tirou toda a roupa e esticou os braços pros lados pra que o Sol a banhasse por completo. Quando fez isso, eu percebi que a buceta dela toda era raspada até a pele, como se nunca tivesse tido pelos pubianos.

E minha boca quis grudar na pele dela.

— Parece que você gostou do que viu.

— Hum... claro que não.

— Tão se divertindo? — papai disse, sentando numa mesa na nossa frente.

— O que você tá olhando? — exclamei, cobrindo os peitos. Ele riu. Mara, sem vergonha, se virou e mostrou toda a anatomia dela pro papai.

Ao ver que o olhar dele foi pra ela, fiquei irritada.

— Bom, então também não é que eu tenha vergonha — descobri os peitos. Recuperei a atenção do papai — Você passa bloqueador em mim?

— Em mim também — pediu Mara, deitando de bruços.

Leandro, muito prestativo, se aproximou. Eu mostrava pra ele minha bunda de fio dental, então quando as mãos dele deslizaram por elas e pelas da Mara, senti cócegas. Olhei pra garota que tinha os olhos fechados e curtia o toque. Percebi os dedos do papai abrindo um pouco minhas nádegas pra que o protetor solar chegasse naqueles lugares escondidos.

— Não me olha — pedi, envergonhada.

— Olhar o quê?

— Leandro!

Tinha sido demais pra mim. Peguei minhas coisas e voltei pro meu camarote.

Como era possível que eu gostasse das carícias dele? Me sentia confusa, suja.

Pouco depois, Mara entrou, ainda nua.

— Oi... você ficou brava com o Leandro?

— Chega — falei seca — E se cobre.

— Pratico nudismo há muitos anos.

— Pois eu não.

— Tá com vergonha porque seu pai te viu?

— Cala a boca!

— Ai, Daniela! — Ela sentou na minha frente com as pernas cruzadas — Menina, você tá aqui pra se soltar um pouco. Vai, vem. Tira a roupa. Você vai se sentir totalmente livre.

— Não. Tenho muita vergonha.

— Por quê?

— Porque não tô acostumada a ser olhada.

— É normal.

— Chega. Mara.
A garotinha suspirou. Chegou perto pra me beijar na testa.
—Você tem que aproveitar seu corpo. Quando estiver pronta, a gente vai estar lá fora.
—Ei... Mara.
—Sim?
—Você... já dormiu com o Leandro?
—Que isso? —ela riu—. Claro que não. Ele é o homem da mamãe. Se ela não pedir, não posso transar com ele.
—Ah... e você faria?
—Nunca viu ele pelado?
—Bom... não.
—Eu já vi, e é impressionante.
—De... verdade?
—Tenta descobrir.
Que besteira, eu andar nua? Claro que não.
Nunca.

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Uff, a situação tá esquentando hehe.
Espero que tenham gostado, se tocado, etc.
Que tal mais cinco comentários pra próxima parte? Adoro ler suas opiniões ou o quanto minha história excita vocês. Beijos!

12 comentários - Vacaciones nudistas con mi papá -- Capítulo 2

De lo mejor que e visto en relatos durante un buen tiempo, vale la pena estar frente a tu relato, espero anciosamente que lo continues.
Gracias a ti por tomarte el tiempod de comentar! eso es todo lo que pido jeje
aqui me tendras siempre leyendote y admirando tu belleza mental... estoy a la orden cuando quieras ir al MP.
Ahorai +1
me perdi, tiene 2 padres? no es que me cambie mucho la cosa ojo:p
jaja, perdona. fue error de dedo.
Ahorai
nah, no hay drama, duda que me agarro mientras leia, no me interrupio la lectura ni la mano jajaja
De lujo,eres la muy buena narrando muy excitante :3
gracias! una practica jaja
Excelente, me trae recuerdos familiares
Espero la continuacion
mhchas gracias! espero te guste el siguiente capítulo
Cuando la proxima parte? Es muy bueno!
hoy mismo
Ya mismo lo estoy buscando y preparandome...
Es buena la historia, te mantiene entretenido y ese toque de incesto es bastante bueno, pero, ¿tiene dos papás?
Me confundió esa parte, porque en la primera parte, menciona que la madre es hippie y el padre labura en un laboratorio.
Saludos.