Outro dos relatos encontrados
No começo de namorar com meu namorado Luis, comecei a ouvi-lo falar do amigo dele, Nacho. Nos primeiros meses de relação, não dei muita importância e imaginei que o respeito e a admiração com que ele o tratava deviam ser, por um lado, pelo apreço que sentia por ele e, por outro, pela saudade de estar agora mais comigo do que com ele.
Casualidades da vida, só o conheci pessoalmente depois de um tempo, no aniversário de outro amigo do meu namorado. Trocamos dois beijos, e ele disse que já estava ansioso para me conhecer depois de tudo o que Luis tinha contado sobre mim. “O que ele te contou?”, perguntei, arqueando uma sobrancelha, ao que ele respondeu com brincadeiras.
Gostei dele na hora. A namorada dele, uma loira peituda bem maquiada, não se desgrudava dele e falava bem pouco.
Conforme a noite passava, comecei a sacar o Nacho. Continuava gostando dele, embora percebesse um certo ar de prepotência que me irritava em pequenas doses: o jeito de olhar para as pessoas quando falavam, abrindo os olhos devagar como se tivesse que ouvir um pedido, a forma lenta de se expressar como se fosse o único com tempo para falar, seus gestos faciais desnecessários, etc. Não falei nada para o meu namorado para evitar briga, já que ele admirava tanto aquele cara.
Depois daquela festa, as coisas começaram a mudar entre Luis e eu. Ele começou a passar mais tempo com Nacho, e não nos víamos tanto como antes. As pequenas pontadas que o amigo dele me transmitiu com seu caráter arrogante, somadas às histórias que eu estava criando na minha cabeça, fizeram com que eu criasse birra dele. A birra, depois de algumas discussões com Luis, se transformou em inveja ao ver que não podia fazer nada para que as coisas voltassem a ser como antes entre nós.
Não sei se ela deve ter passado pelo mesmo que eu, mas a namorada de Nacho, aquela loira exuberante, terminou com ele. Perguntei os motivos ao meu namorado, e ele disse simplesmente: “você sabe como é o Nacho”. “Não, não sei”, falei. “Bom…, então um meio safado com as mulheres. Antigamente a gente chamava isso deDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Saber que o Nacho agora estava solteiro me deu uma sensação dupla. Por um lado, fiquei com medo da influência que isso poderia ter no Luis. Por outro, saber que aquele que antigamente chamavam de "Dinio" estava de olho em outras minas despertou algo estranho em mim. Não soube o que era até que a gente se encontrou numa noite por acaso.
Eu tava saindo com minhas amigas pra balada, e vi ele no balcão conversando com uma garota. No começo, pareciam só amigos, mas a linguagem corporal dele dizia outra coisa. Ele falava se aproximando cada vez mais dela, e sempre que podia, aproveitava pra roçar nela ou botar a mão em cima. Aquele cara era um sedutor completo. Num dado momento, a mina foi ao banheiro. O Nacho ficou sozinho, e eu me aproximei pra cumprimentar ele.
Ele se surpreendeu ao me ver, e eu me surpreendi com a cara de pau dele: assim que me deu oi, me olhou de cima a baixo com um sorriso. Será que era por instinto de caçador, ou será que eu realmente chamei a atenção dele? Senti o rosto esquentar. Devia estar ficando vermelha. Naquela noite, eu tava usando um vestidinho simples de alças brancas. Era decotado, mas meus peitos pequenos não formavam grandes montanhas, embora a roupa ficasse justinha no meu corpo magro.
A gente conversou besteiras até a "amiga" dele voltar. Ele me apresentou como a namorada do melhor amigo dele. Aproveitei a menor chance pra vazar e deixar os dois sozinhos.
Naquela noite, não consegui tirar o Nacho da cabeça. Será que ele tinha usado as artimanhas de pegador comigo? Será que ele tinha tanta cara de pau assim, mesmo eu sendo a namorada do amigo dele?
Não sei se foi por causa do álcool, ou talvez por algo mais, mas quando cheguei de madrugada em casa, me despi e, depois de me meter na cama, comecei a beijar e passar a mão no Luis. Confuso, ele não deixou passar a oportunidade e a gente transou rápido, mas com paixão.
Umas semanas depois, cruzei com o Nacho de novo. Dessa vez foi num jantar com meu namorado e mais amigos. Sabendo que ele ia estar lá, me vesti com uma minissaia preta e um top. Ajustado. Dessa vez coloquei um sutiã push-up com enchimento pra marcar um baita decote. Meu namorado tentou passar a mão em mim várias vezes antes de irmos pro jantar, e eu cortava ele, dizendo que se ele se comportasse bem, quando voltasse teria prêmio.
O jantar foi sem problemas, embora eu percebesse como o Nacho me lançava olhares furtivos mais de uma vez. Quando a gente falava diretamente, ele aproveitava que tava sentado na minha frente, um lugar à direita, pra olhar descaradamente pro meu decote e sorrir pra mim.
Num certo momento, quando o Luis foi ao banheiro, fiquei absorta nos meus pensamentos, até que a voz do Nacho me tirou do transe.
— Cê não tira o olho de mim, hein? — Saí do meu torpor e olhei pra ele com raiva.
— Até que enfim cê percebeu!
Ele riu, e depois de olhar meu decote, fez biquinho me encarando com cara de bonzinho.
“Metido!”, pensei.
Naquela noite, quando chegamos em casa, cumpri minha promessa. Meu namorado tava muito tarado e morrendo de vontade de transar. Não tinham passado nem dez minutos desde que fechamos a porta e eu já tava de pernas abertas com o Luis em cima de mim. Só deu tempo de tirar a calcinha fio dental e ele colocar a camisinha. Meu namorado tava me penetrando com força, apoiando todo o peso do corpo. Eu olhava pro teto gemendo enquanto meu garoto se entregava à paixão. Tava gostando, mas não consegui evitar de pensar no Nacho. A imagem do rosto dele sorrindo, cheio de si e bem barbeado, veio na minha cabeça. Sem perceber, apertei as nádegas do Luis com meus calcanhares. Sentia o pau do Luis se enterrando fundo enquanto imaginava o Nacho naquela situação. Meus gemidos aumentaram de ritmo, e aquilo deve ter sido demais pro meu namorado, que gozou.
Ele se jogou pro lado, e eu, ainda de pernas abertas, me masturbei com uma mão até gozar.
Durante a semana toda seguinte, não consegui parar de pensar no que tinha acontecido e como pensar no Nacho me excitou especialmente. Como era possível? Aquele Chico me dava raiva e tava me afastando do meu namorado, mas ao mesmo tempo... Tava me atraindo cada vez mais. Era uma ironia.
Na sexta-feira daquela semana, pedi folga no trampo pra resolver uns papéis que iam levar a manhã toda. Enquanto tava fazendo o almoço, o Luís me ligou. A gente conversou sobre como tinha sido o dia até ele me avisar de algo que decidiu sozinho.
- Essa manhã eu falei com o Nacho e contei sobre o problema que a gente tem com o termo da água.
- O que ele disse? Vai ter que trocar por um novo?
- Talvez não. Ele falou que pode ser um monte de coisa, desde a pilha até um entupimento de calcário no chuveiro.
- Ufa, ainda bem.
- Ele disse que vai passar lá em casa hoje à tarde pra dar uma olhada. Tudo bem pra você?
- Que horas?
- Ele não especificou. Mas beleza, não precisa me esperar. Deixa ele dar uma olhada, a gente pode economizar uma grana.
- Beleza, vou esperar ele. Se ele chegar antes de você, te aviso.
A gente se despediu, e na hora um nervosismo me deu um aperto no estômago, como se eu tivesse ficado sem ar. Por que eu tava agindo que nem uma adolescente? Era só o amigo do meu namorado vindo dar uma olhada no termo.
Tomei banho e comi, mas mal consegui por causa do nervosismo.
Eram 15:15 e eu tava lavando a louça quando o som do interfone me assustou e fez eu derrubar um garfo no chão de susto. Perguntei quem era, mas parecia que a porta já tava aberta, porque ouvi ela fechando sem ninguém responder.
Rápido, sequei as mãos e tirei o avental de cozinha bem na hora que a campainha da porta tocou num chiado longo.
Corri até a entrada e, sem olhar pelo olho mágico, abri a porta. Lá estava o Nacho, vestindo um macacão e com uma caixa de ferramentas na mão. Me chocou ver ele vestido daquele jeito, já que a postura sempre arrogante dele contrastava com aquele equipamento de encanador. Embora... Pois é, sempre falavam que os encanadores eram bem de vida.
— O Luis te avisou? Posso entrar? — ela disse com um sorrisão branco imaculado.
— Claro. Vem.
Enquanto eu a guiava até o aquecedor, percebi que ela também devia ter ficado impressionada. Sempre me via arrumada, mas naquela ocasião, eu estava vestida confortavelmente, de roupa de casa, com uma camiseta e uma calça de moletom.
Nacho tirou a tampa do aquecedor e, depois de fazer algumas verificações, me disse que aqui parecia estar tudo certo e perguntou se podia dar uma olhada no chuveiro.
Eu a levei até o banheiro, e ela pôde ver como a água demorava a sair quente, e que na verdade saía morna.
— Agora você vai ver.
Ela desenroscou o chuveirinho e, para minha surpresa, ele estava cheio de uma coisa parecida com terra. Depois de limpar bem, recolocou no lugar e a água não só saiu quase fervendo na hora, como também saiu com bastante pressão.
A empolgação me fez gritar de alegria e dar um abraço rápido nela. Ela riu e disse que a gente tinha dado sorte.
— Que dahora! Tô doida pra tomar um banho!
— Se quiser, eu espero pra garantir que não vai falhar de novo... — ela disse, piscando um olho.
— Que esperta! He, he, he. Melhor eu fazer isso depois... — falei, sorrindo com um jeito provocante.
— Você que perde — respondeu com falsa indiferença.
Aquele último comentário, em vez de me provocar, me fez imaginar a situação e me deixou nervosa. Como fuga daqueles pensamentos, convidei Nacho para tomar uma cerveja, que ela tinha merecido.
Ela me esperou na sala pacientemente até eu trazer a cerveja.
— Não tem nada pra beliscar? — ela perguntou, sem vergonha.
— Ha! Que cara de pau!
— Falo isso pra cerveja não me cair mal.
— Bom, se é por isso, vou dar uma olhada.
Não sei o que passou pela minha cabeça naquele momento, mas em vez de ir pra cozinha, fui pro quarto e troquei de roupa. Quando voltei pra sala, Nacho Ela não se impressionou tanto quanto eu esperava. Levantou uma sobrancelha, sorriu e me olhou de cima a baixo.
Minha figura magra cobria sua nudez só com uma calcinha fio-dental branca, um sutiã branco de renda que dava pra ver por baixo de uma blusinha fina, também branca, de alças. Meu cabelão castanho caía sobre um dos meus ombros enquanto eu olhava sorrindo pro Nacho, apoiando a mão numa cadeira da sala de jantar.
– Não esqueceu do aperitivo, né? – ele falou indiferente. Aquilo me irritou.
Cheguei perto dele e virei de costas pra ele ver minha bunda redonda enfiada no fio-dental. Senti o olhar dele grudado em mim. Me apoiei na mesma cadeira da sala de jantar de antes, deixando meu rabo empinado. Passei a mão numa das minhas nádegas, provocando, pra me virar de novo e sentar na cadeira olhando nos olhos dele. Mordi meus lábios e vi como ele tava hipnotizado, de boca aberta. Cadê a arrogância dele agora?
Toquei meus ombros com a ponta dos polegares e fui descendo, até pegar meus peitos pequenos e firmes. Juntei eles e, sem olhar pra ele, puxei uma alça pra baixo, deixando um lado do sutiã à mostra. Baixei a outra alça e, decidida, tirei a blusinha, ficando só de sutiã. Juntei meus peitos de novo, e a peça íntima subiu o suficiente pra mostrar a parte de baixo dos meus peitinhos. Puxei meus biquinhos pequenos e rosados e apertei eles com a ponta dos dedos. Se aquilo não fizesse ele reagir, quase nada faria. Sorri pra ele e joguei a blusinha na cara dele. Ele pegou no ar e riu. Seguindo minha provocação, me sentei de joelhos na cadeira, dando a ele uma vista privilegiada da minha bunda e do fio-dental.
Não vi ele, mas senti. Nacho colocou as mãos na minha bunda e beijou a linha acima do fio-dental. Agarrou a peça e foi puxando devagar até chegar nos meus joelhos. Me virei com as pernas pra ele poder tirar de vez. O garoto fez o mesmo com meu sutiã. Era muito excitante sentir as mãos largas dele sem ver nada. Ele me abraçou por trás e beijou minha nuca como se fossem meus lábios. Ele finalmente soltou meu sutiã, e suas mãos subiram da minha cintura até a parte de baixo dos meus seios. Juntou-os entre as mãos, fazendo meus mamilos escaparem por entre os dedos.
Me pegou pelos ombros e me fez virar de frente para ele. Seus lábios encontraram os meus rapidamente. A língua dele era quente e tinha gosto de cerveja. Ficamos de pé e continuamos nos pegando. Qualquer vizinho podia nos ver em plena luz do dia, com as cortinas abertas. Passei a mão na calça dele e logo encontrei o volume enorme do seu pacote.
Rindo, ele sentou na cadeira, e, sem vontade de deixá-lo ir, montei em cima dele.
Me joguei nos lábios dele, e ele me abraçou. Eu subia e descia, me esfregando no pacote dele enquanto as mãos dele acariciavam minhas costas até chegarem nas minhas nádegas.
Tirei a parte de cima do macacão de bombeiro hidráulico dele, deixando à mostra o peito liso. Passei a mão e senti a firmeza sob meus dedos. Meus mamilos roçavam no peito dele, e meus lábios inferiores molhavam a calça dele onde eu me esfregava.
Extremamente excitada, levantei e me agachei na frente do Nacho. Brinquei com o macacão dele até conseguir tirar. Puxei com tanta força que arranquei também a cueca dele. O pau dele, ereto, ao sair da pressão, quase bateu na minha cara.
Sorrindo para ele, segurei o pau dele pela base e enfiei quase inteiro na minha boca. Chupei a ponta entre meus lábios enquanto ele acariciava meu cabelo.
Continuei chupando, e cada vez que eu levantava um pouco o olhar, via ele fechando os olhos e suspirando de prazer.
— Uffa, Sara, como você chupa bem — ele disse, mordendo os lábios.
— É? Então espera só!
Voltei o olhar pro meu alvo e aumentei o ritmo do boquete. Minha cabeça subia e descia rápido com os gemidos do garoto. Ele parou minha cabeça um par de vezes pra evitar gozar.
— Agora é minha vez — ele disse, levantando da cadeira.
Me ajudou a sentar, me beijou nos lábios e desceu até minhas coxas. Suas Seus lábios chegaram na área onde minhas pernas se encontravam. Coloquei uma perna sobre as costas dele, que estavam banhadas pela luz direta de um raio de sol. A língua dele encontrou rápido meu clitóris e brincou com ele. A cabeça dele se movia pra todo lado enquanto chupava minha buceta como se fosse uma melancia no auge do verão. Com certeza ele também devia estar adorando meus pequenos lábios inferiores, tão molhadinhos naquela hora, e gostosos ao toque por estarem 100% depilados.
- Mmmmmm, como eu gosto, Nacho, mmmm.
- Vamos ver se você gosta disso...
Ele me pegou no colo e me levou até o quarto principal. Depois de me deitar delicadamente na cama, apoiou a ponta do pau na minha xota e ficou esfregando.
- Quer que eu te coma?
- Mmmm, sim, vai, faz logo.
Me deitei na cama e me deixei levar. Senti uma coisa grossa abrindo caminho lá dentro. Assim que meu corpo se acostumou com o pau, Nacho começou um vai-e-vem lento. Levantei a cabeça pra dar uma olhada, e ver ele daquele jeito me excitou tanto que não consegui evitar de me masturbar o clitóris.
O ritmo aumentou e meus peitinhos começaram a balançar com cada metida. Parecia que meus bicos estavam tentando fazer sinais em algum tipo de linguagem de sinais.
Nacho metia cada vez mais forte. Olhei nos olhos dele com os dentes apertados enquanto ele apertava um dos meus peitos.
Ele deixou cair quase todo o peso do corpo em cima de mim e me beijou com paixão.
- Você não faz ideia de quanto tempo eu esperei por isso – ele sussurrou no meu ouvido.
Ele voltou atrás e agarrou uma das minhas pernas, levantando ela na altura do tronco dele. Os abdominais dele batiam na minha perna enquanto ele metia sem piedade.
- Que gostosa você tá! Mmmm. Vai, mostra essa bunda!
Depois de se afastar, virei de costas e fiquei de quatro, com a raba virada pra ele. Arqueei as costas, empinando o cu, enquanto sentia as mãos dele nas minhas nádegas.
Nacho não demorou pra meter de novo e, quando enfiou, começou a dar fortes estocadas de quadril. Eu sentia o pau dele... Pau entrando e saindo como um torpedo. Eu gemia sem parar, e ele grunhia como um urso. Custava pra caralho ficar de quatro com os braços apoiados por causa da força das estocadas dele.
Ele chegou perto de mim e beijou meu pescoço enquanto amassava meus peitos. Continuou me comendo de quatro enquanto me segurava pelos ombros. As estocadas dele criavam ondas na minha bunda e me faziam gemer cada vez mais alto.
- Acho que é minha vez. Para um pouco.
Intrigado, mandei ele deitar e subi em cima do corpo dele. Parecia uma bonequinha montada naquele cara musculoso.
Com uma mão, peguei o pau dele e, habilidosa, coloquei na minha buceta. Me inclinei pra trás umas duas vezes pra encaixar direitinho e, quando me senti confortável, comecei a cavalgar.
Mexia minha bunda pra cima e pra baixo como se fosse uma brasileira. Abri as pernas como se fosse fazer agachamento e comecei a pular que nem uma amazona. Ele me olhava com os olhos semicerrados, e eu me masturbava o clitóris enquanto comia o melhor amigo do meu namorado.
Acelerei e gozei no pau dele. Tava tão tarada que continuei cavalgando naquele ritmo. Depois de me mandar parar umas duas vezes pra não gozar, resolvi mudar de posição e montei de costas. Ele mexia na minha bunda e nos meus peitinhos enquanto eu continuava comendo ele como uma mulher desesperada.
- Para, para! Senão vou gozar dentro de você... - Ele me ameaçou.
Parei e desci da minha montaria. Meti o louco pra chupar o pau dele, e ele me posicionou pra minha buceta descansar na cara dele. Tava difícil me concentrar no boquete por causa do prazer que ele tava me dando na ppk.
Chupava o mais fundo que podia com a ajuda da minha mão. Ele segurava minhas nádegas e apertava pra baixo pra alcançar melhor.
O prazer que eu sentia entre minhas pernas era tão grande que não demorei pra gozar nos lábios do Nacho. Com a respiração ofegante, continuei chupando o pau dele quase em transe.
Sentia ele vibrar e endurecer de pura excitação. Sabia que o fim estava próximo, mas isso não ia me parar. Senti algo agitar o pau, e tirei ele da minha boca para apoiar na minha língua enquanto batia uma com a mão. Um jorro grosso escorreu e bateu na minha língua, espirrando para fora do meu rosto. Nacho gemia como um urso enquanto mais jatos de porra encharcavam minha cara. Continuei chupando, saboreando o leite dele, até que ele deu uns tapinhas na minha bunda para eu parar.
— Acho que vou testar o chuveiro, ver como tá funcionando agora.
Me tranquei no banheiro e relaxei, me deliciando com a água agora quentinha.
Saí coberta só com o roupão e ouvi vozes na sala de jantar.
Quando cheguei lá, encontrei Nacho, já vestido, e meu namorado Luis rindo e tomando uma cerveja.
— O chuveiro já tá bom? — meu namorado perguntou, sorrindo.
— Sim, sim! É foda. Nacho é um monstro — falei como se nada tivesse acontecido. Nacho me deu aquele sorrisinho de superioridade que sempre me irritava, mas naquele momento, mais do que me incomodar, me deixou nervosa pelo que a gente tinha acabado de fazer.
Nacho não demorou pra ir embora. Enquanto arrumava o cabelo no banheiro, percebi pelo espelho que Luis estava no quarto. Vi ele se abaixar e pegar alguma coisa do chão. Mudei de posição pra ver melhor e consegui enxergar o que ele tinha nas mãos. Meu namorado estava observando de perto a calcinha fio dental que eu tinha vestido pra seduzir o melhor amigo dele, a que eu não tinha pegado do chão…
No começo de namorar com meu namorado Luis, comecei a ouvi-lo falar do amigo dele, Nacho. Nos primeiros meses de relação, não dei muita importância e imaginei que o respeito e a admiração com que ele o tratava deviam ser, por um lado, pelo apreço que sentia por ele e, por outro, pela saudade de estar agora mais comigo do que com ele.
Casualidades da vida, só o conheci pessoalmente depois de um tempo, no aniversário de outro amigo do meu namorado. Trocamos dois beijos, e ele disse que já estava ansioso para me conhecer depois de tudo o que Luis tinha contado sobre mim. “O que ele te contou?”, perguntei, arqueando uma sobrancelha, ao que ele respondeu com brincadeiras.
Gostei dele na hora. A namorada dele, uma loira peituda bem maquiada, não se desgrudava dele e falava bem pouco.
Conforme a noite passava, comecei a sacar o Nacho. Continuava gostando dele, embora percebesse um certo ar de prepotência que me irritava em pequenas doses: o jeito de olhar para as pessoas quando falavam, abrindo os olhos devagar como se tivesse que ouvir um pedido, a forma lenta de se expressar como se fosse o único com tempo para falar, seus gestos faciais desnecessários, etc. Não falei nada para o meu namorado para evitar briga, já que ele admirava tanto aquele cara.
Depois daquela festa, as coisas começaram a mudar entre Luis e eu. Ele começou a passar mais tempo com Nacho, e não nos víamos tanto como antes. As pequenas pontadas que o amigo dele me transmitiu com seu caráter arrogante, somadas às histórias que eu estava criando na minha cabeça, fizeram com que eu criasse birra dele. A birra, depois de algumas discussões com Luis, se transformou em inveja ao ver que não podia fazer nada para que as coisas voltassem a ser como antes entre nós.
Não sei se ela deve ter passado pelo mesmo que eu, mas a namorada de Nacho, aquela loira exuberante, terminou com ele. Perguntei os motivos ao meu namorado, e ele disse simplesmente: “você sabe como é o Nacho”. “Não, não sei”, falei. “Bom…, então um meio safado com as mulheres. Antigamente a gente chamava isso deDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Saber que o Nacho agora estava solteiro me deu uma sensação dupla. Por um lado, fiquei com medo da influência que isso poderia ter no Luis. Por outro, saber que aquele que antigamente chamavam de "Dinio" estava de olho em outras minas despertou algo estranho em mim. Não soube o que era até que a gente se encontrou numa noite por acaso.
Eu tava saindo com minhas amigas pra balada, e vi ele no balcão conversando com uma garota. No começo, pareciam só amigos, mas a linguagem corporal dele dizia outra coisa. Ele falava se aproximando cada vez mais dela, e sempre que podia, aproveitava pra roçar nela ou botar a mão em cima. Aquele cara era um sedutor completo. Num dado momento, a mina foi ao banheiro. O Nacho ficou sozinho, e eu me aproximei pra cumprimentar ele.
Ele se surpreendeu ao me ver, e eu me surpreendi com a cara de pau dele: assim que me deu oi, me olhou de cima a baixo com um sorriso. Será que era por instinto de caçador, ou será que eu realmente chamei a atenção dele? Senti o rosto esquentar. Devia estar ficando vermelha. Naquela noite, eu tava usando um vestidinho simples de alças brancas. Era decotado, mas meus peitos pequenos não formavam grandes montanhas, embora a roupa ficasse justinha no meu corpo magro.
A gente conversou besteiras até a "amiga" dele voltar. Ele me apresentou como a namorada do melhor amigo dele. Aproveitei a menor chance pra vazar e deixar os dois sozinhos.
Naquela noite, não consegui tirar o Nacho da cabeça. Será que ele tinha usado as artimanhas de pegador comigo? Será que ele tinha tanta cara de pau assim, mesmo eu sendo a namorada do amigo dele?
Não sei se foi por causa do álcool, ou talvez por algo mais, mas quando cheguei de madrugada em casa, me despi e, depois de me meter na cama, comecei a beijar e passar a mão no Luis. Confuso, ele não deixou passar a oportunidade e a gente transou rápido, mas com paixão.
Umas semanas depois, cruzei com o Nacho de novo. Dessa vez foi num jantar com meu namorado e mais amigos. Sabendo que ele ia estar lá, me vesti com uma minissaia preta e um top. Ajustado. Dessa vez coloquei um sutiã push-up com enchimento pra marcar um baita decote. Meu namorado tentou passar a mão em mim várias vezes antes de irmos pro jantar, e eu cortava ele, dizendo que se ele se comportasse bem, quando voltasse teria prêmio.
O jantar foi sem problemas, embora eu percebesse como o Nacho me lançava olhares furtivos mais de uma vez. Quando a gente falava diretamente, ele aproveitava que tava sentado na minha frente, um lugar à direita, pra olhar descaradamente pro meu decote e sorrir pra mim.
Num certo momento, quando o Luis foi ao banheiro, fiquei absorta nos meus pensamentos, até que a voz do Nacho me tirou do transe.
— Cê não tira o olho de mim, hein? — Saí do meu torpor e olhei pra ele com raiva.
— Até que enfim cê percebeu!
Ele riu, e depois de olhar meu decote, fez biquinho me encarando com cara de bonzinho.
“Metido!”, pensei.
Naquela noite, quando chegamos em casa, cumpri minha promessa. Meu namorado tava muito tarado e morrendo de vontade de transar. Não tinham passado nem dez minutos desde que fechamos a porta e eu já tava de pernas abertas com o Luis em cima de mim. Só deu tempo de tirar a calcinha fio dental e ele colocar a camisinha. Meu namorado tava me penetrando com força, apoiando todo o peso do corpo. Eu olhava pro teto gemendo enquanto meu garoto se entregava à paixão. Tava gostando, mas não consegui evitar de pensar no Nacho. A imagem do rosto dele sorrindo, cheio de si e bem barbeado, veio na minha cabeça. Sem perceber, apertei as nádegas do Luis com meus calcanhares. Sentia o pau do Luis se enterrando fundo enquanto imaginava o Nacho naquela situação. Meus gemidos aumentaram de ritmo, e aquilo deve ter sido demais pro meu namorado, que gozou.
Ele se jogou pro lado, e eu, ainda de pernas abertas, me masturbei com uma mão até gozar.
Durante a semana toda seguinte, não consegui parar de pensar no que tinha acontecido e como pensar no Nacho me excitou especialmente. Como era possível? Aquele Chico me dava raiva e tava me afastando do meu namorado, mas ao mesmo tempo... Tava me atraindo cada vez mais. Era uma ironia.
Na sexta-feira daquela semana, pedi folga no trampo pra resolver uns papéis que iam levar a manhã toda. Enquanto tava fazendo o almoço, o Luís me ligou. A gente conversou sobre como tinha sido o dia até ele me avisar de algo que decidiu sozinho.
- Essa manhã eu falei com o Nacho e contei sobre o problema que a gente tem com o termo da água.
- O que ele disse? Vai ter que trocar por um novo?
- Talvez não. Ele falou que pode ser um monte de coisa, desde a pilha até um entupimento de calcário no chuveiro.
- Ufa, ainda bem.
- Ele disse que vai passar lá em casa hoje à tarde pra dar uma olhada. Tudo bem pra você?
- Que horas?
- Ele não especificou. Mas beleza, não precisa me esperar. Deixa ele dar uma olhada, a gente pode economizar uma grana.
- Beleza, vou esperar ele. Se ele chegar antes de você, te aviso.
A gente se despediu, e na hora um nervosismo me deu um aperto no estômago, como se eu tivesse ficado sem ar. Por que eu tava agindo que nem uma adolescente? Era só o amigo do meu namorado vindo dar uma olhada no termo.
Tomei banho e comi, mas mal consegui por causa do nervosismo.
Eram 15:15 e eu tava lavando a louça quando o som do interfone me assustou e fez eu derrubar um garfo no chão de susto. Perguntei quem era, mas parecia que a porta já tava aberta, porque ouvi ela fechando sem ninguém responder.
Rápido, sequei as mãos e tirei o avental de cozinha bem na hora que a campainha da porta tocou num chiado longo.
Corri até a entrada e, sem olhar pelo olho mágico, abri a porta. Lá estava o Nacho, vestindo um macacão e com uma caixa de ferramentas na mão. Me chocou ver ele vestido daquele jeito, já que a postura sempre arrogante dele contrastava com aquele equipamento de encanador. Embora... Pois é, sempre falavam que os encanadores eram bem de vida.
— O Luis te avisou? Posso entrar? — ela disse com um sorrisão branco imaculado.
— Claro. Vem.
Enquanto eu a guiava até o aquecedor, percebi que ela também devia ter ficado impressionada. Sempre me via arrumada, mas naquela ocasião, eu estava vestida confortavelmente, de roupa de casa, com uma camiseta e uma calça de moletom.
Nacho tirou a tampa do aquecedor e, depois de fazer algumas verificações, me disse que aqui parecia estar tudo certo e perguntou se podia dar uma olhada no chuveiro.
Eu a levei até o banheiro, e ela pôde ver como a água demorava a sair quente, e que na verdade saía morna.
— Agora você vai ver.
Ela desenroscou o chuveirinho e, para minha surpresa, ele estava cheio de uma coisa parecida com terra. Depois de limpar bem, recolocou no lugar e a água não só saiu quase fervendo na hora, como também saiu com bastante pressão.
A empolgação me fez gritar de alegria e dar um abraço rápido nela. Ela riu e disse que a gente tinha dado sorte.
— Que dahora! Tô doida pra tomar um banho!
— Se quiser, eu espero pra garantir que não vai falhar de novo... — ela disse, piscando um olho.
— Que esperta! He, he, he. Melhor eu fazer isso depois... — falei, sorrindo com um jeito provocante.
— Você que perde — respondeu com falsa indiferença.
Aquele último comentário, em vez de me provocar, me fez imaginar a situação e me deixou nervosa. Como fuga daqueles pensamentos, convidei Nacho para tomar uma cerveja, que ela tinha merecido.
Ela me esperou na sala pacientemente até eu trazer a cerveja.
— Não tem nada pra beliscar? — ela perguntou, sem vergonha.
— Ha! Que cara de pau!
— Falo isso pra cerveja não me cair mal.
— Bom, se é por isso, vou dar uma olhada.
Não sei o que passou pela minha cabeça naquele momento, mas em vez de ir pra cozinha, fui pro quarto e troquei de roupa. Quando voltei pra sala, Nacho Ela não se impressionou tanto quanto eu esperava. Levantou uma sobrancelha, sorriu e me olhou de cima a baixo.
Minha figura magra cobria sua nudez só com uma calcinha fio-dental branca, um sutiã branco de renda que dava pra ver por baixo de uma blusinha fina, também branca, de alças. Meu cabelão castanho caía sobre um dos meus ombros enquanto eu olhava sorrindo pro Nacho, apoiando a mão numa cadeira da sala de jantar.
– Não esqueceu do aperitivo, né? – ele falou indiferente. Aquilo me irritou.
Cheguei perto dele e virei de costas pra ele ver minha bunda redonda enfiada no fio-dental. Senti o olhar dele grudado em mim. Me apoiei na mesma cadeira da sala de jantar de antes, deixando meu rabo empinado. Passei a mão numa das minhas nádegas, provocando, pra me virar de novo e sentar na cadeira olhando nos olhos dele. Mordi meus lábios e vi como ele tava hipnotizado, de boca aberta. Cadê a arrogância dele agora?
Toquei meus ombros com a ponta dos polegares e fui descendo, até pegar meus peitos pequenos e firmes. Juntei eles e, sem olhar pra ele, puxei uma alça pra baixo, deixando um lado do sutiã à mostra. Baixei a outra alça e, decidida, tirei a blusinha, ficando só de sutiã. Juntei meus peitos de novo, e a peça íntima subiu o suficiente pra mostrar a parte de baixo dos meus peitinhos. Puxei meus biquinhos pequenos e rosados e apertei eles com a ponta dos dedos. Se aquilo não fizesse ele reagir, quase nada faria. Sorri pra ele e joguei a blusinha na cara dele. Ele pegou no ar e riu. Seguindo minha provocação, me sentei de joelhos na cadeira, dando a ele uma vista privilegiada da minha bunda e do fio-dental.
Não vi ele, mas senti. Nacho colocou as mãos na minha bunda e beijou a linha acima do fio-dental. Agarrou a peça e foi puxando devagar até chegar nos meus joelhos. Me virei com as pernas pra ele poder tirar de vez. O garoto fez o mesmo com meu sutiã. Era muito excitante sentir as mãos largas dele sem ver nada. Ele me abraçou por trás e beijou minha nuca como se fossem meus lábios. Ele finalmente soltou meu sutiã, e suas mãos subiram da minha cintura até a parte de baixo dos meus seios. Juntou-os entre as mãos, fazendo meus mamilos escaparem por entre os dedos.
Me pegou pelos ombros e me fez virar de frente para ele. Seus lábios encontraram os meus rapidamente. A língua dele era quente e tinha gosto de cerveja. Ficamos de pé e continuamos nos pegando. Qualquer vizinho podia nos ver em plena luz do dia, com as cortinas abertas. Passei a mão na calça dele e logo encontrei o volume enorme do seu pacote.
Rindo, ele sentou na cadeira, e, sem vontade de deixá-lo ir, montei em cima dele.
Me joguei nos lábios dele, e ele me abraçou. Eu subia e descia, me esfregando no pacote dele enquanto as mãos dele acariciavam minhas costas até chegarem nas minhas nádegas.
Tirei a parte de cima do macacão de bombeiro hidráulico dele, deixando à mostra o peito liso. Passei a mão e senti a firmeza sob meus dedos. Meus mamilos roçavam no peito dele, e meus lábios inferiores molhavam a calça dele onde eu me esfregava.
Extremamente excitada, levantei e me agachei na frente do Nacho. Brinquei com o macacão dele até conseguir tirar. Puxei com tanta força que arranquei também a cueca dele. O pau dele, ereto, ao sair da pressão, quase bateu na minha cara.
Sorrindo para ele, segurei o pau dele pela base e enfiei quase inteiro na minha boca. Chupei a ponta entre meus lábios enquanto ele acariciava meu cabelo.
Continuei chupando, e cada vez que eu levantava um pouco o olhar, via ele fechando os olhos e suspirando de prazer.
— Uffa, Sara, como você chupa bem — ele disse, mordendo os lábios.
— É? Então espera só!
Voltei o olhar pro meu alvo e aumentei o ritmo do boquete. Minha cabeça subia e descia rápido com os gemidos do garoto. Ele parou minha cabeça um par de vezes pra evitar gozar.
— Agora é minha vez — ele disse, levantando da cadeira.
Me ajudou a sentar, me beijou nos lábios e desceu até minhas coxas. Suas Seus lábios chegaram na área onde minhas pernas se encontravam. Coloquei uma perna sobre as costas dele, que estavam banhadas pela luz direta de um raio de sol. A língua dele encontrou rápido meu clitóris e brincou com ele. A cabeça dele se movia pra todo lado enquanto chupava minha buceta como se fosse uma melancia no auge do verão. Com certeza ele também devia estar adorando meus pequenos lábios inferiores, tão molhadinhos naquela hora, e gostosos ao toque por estarem 100% depilados.
- Mmmmmm, como eu gosto, Nacho, mmmm.
- Vamos ver se você gosta disso...
Ele me pegou no colo e me levou até o quarto principal. Depois de me deitar delicadamente na cama, apoiou a ponta do pau na minha xota e ficou esfregando.
- Quer que eu te coma?
- Mmmm, sim, vai, faz logo.
Me deitei na cama e me deixei levar. Senti uma coisa grossa abrindo caminho lá dentro. Assim que meu corpo se acostumou com o pau, Nacho começou um vai-e-vem lento. Levantei a cabeça pra dar uma olhada, e ver ele daquele jeito me excitou tanto que não consegui evitar de me masturbar o clitóris.
O ritmo aumentou e meus peitinhos começaram a balançar com cada metida. Parecia que meus bicos estavam tentando fazer sinais em algum tipo de linguagem de sinais.
Nacho metia cada vez mais forte. Olhei nos olhos dele com os dentes apertados enquanto ele apertava um dos meus peitos.
Ele deixou cair quase todo o peso do corpo em cima de mim e me beijou com paixão.
- Você não faz ideia de quanto tempo eu esperei por isso – ele sussurrou no meu ouvido.
Ele voltou atrás e agarrou uma das minhas pernas, levantando ela na altura do tronco dele. Os abdominais dele batiam na minha perna enquanto ele metia sem piedade.
- Que gostosa você tá! Mmmm. Vai, mostra essa bunda!
Depois de se afastar, virei de costas e fiquei de quatro, com a raba virada pra ele. Arqueei as costas, empinando o cu, enquanto sentia as mãos dele nas minhas nádegas.
Nacho não demorou pra meter de novo e, quando enfiou, começou a dar fortes estocadas de quadril. Eu sentia o pau dele... Pau entrando e saindo como um torpedo. Eu gemia sem parar, e ele grunhia como um urso. Custava pra caralho ficar de quatro com os braços apoiados por causa da força das estocadas dele.
Ele chegou perto de mim e beijou meu pescoço enquanto amassava meus peitos. Continuou me comendo de quatro enquanto me segurava pelos ombros. As estocadas dele criavam ondas na minha bunda e me faziam gemer cada vez mais alto.
- Acho que é minha vez. Para um pouco.
Intrigado, mandei ele deitar e subi em cima do corpo dele. Parecia uma bonequinha montada naquele cara musculoso.
Com uma mão, peguei o pau dele e, habilidosa, coloquei na minha buceta. Me inclinei pra trás umas duas vezes pra encaixar direitinho e, quando me senti confortável, comecei a cavalgar.
Mexia minha bunda pra cima e pra baixo como se fosse uma brasileira. Abri as pernas como se fosse fazer agachamento e comecei a pular que nem uma amazona. Ele me olhava com os olhos semicerrados, e eu me masturbava o clitóris enquanto comia o melhor amigo do meu namorado.
Acelerei e gozei no pau dele. Tava tão tarada que continuei cavalgando naquele ritmo. Depois de me mandar parar umas duas vezes pra não gozar, resolvi mudar de posição e montei de costas. Ele mexia na minha bunda e nos meus peitinhos enquanto eu continuava comendo ele como uma mulher desesperada.
- Para, para! Senão vou gozar dentro de você... - Ele me ameaçou.
Parei e desci da minha montaria. Meti o louco pra chupar o pau dele, e ele me posicionou pra minha buceta descansar na cara dele. Tava difícil me concentrar no boquete por causa do prazer que ele tava me dando na ppk.
Chupava o mais fundo que podia com a ajuda da minha mão. Ele segurava minhas nádegas e apertava pra baixo pra alcançar melhor.
O prazer que eu sentia entre minhas pernas era tão grande que não demorei pra gozar nos lábios do Nacho. Com a respiração ofegante, continuei chupando o pau dele quase em transe.
Sentia ele vibrar e endurecer de pura excitação. Sabia que o fim estava próximo, mas isso não ia me parar. Senti algo agitar o pau, e tirei ele da minha boca para apoiar na minha língua enquanto batia uma com a mão. Um jorro grosso escorreu e bateu na minha língua, espirrando para fora do meu rosto. Nacho gemia como um urso enquanto mais jatos de porra encharcavam minha cara. Continuei chupando, saboreando o leite dele, até que ele deu uns tapinhas na minha bunda para eu parar.
— Acho que vou testar o chuveiro, ver como tá funcionando agora.
Me tranquei no banheiro e relaxei, me deliciando com a água agora quentinha.
Saí coberta só com o roupão e ouvi vozes na sala de jantar.
Quando cheguei lá, encontrei Nacho, já vestido, e meu namorado Luis rindo e tomando uma cerveja.
— O chuveiro já tá bom? — meu namorado perguntou, sorrindo.
— Sim, sim! É foda. Nacho é um monstro — falei como se nada tivesse acontecido. Nacho me deu aquele sorrisinho de superioridade que sempre me irritava, mas naquele momento, mais do que me incomodar, me deixou nervosa pelo que a gente tinha acabado de fazer.
Nacho não demorou pra ir embora. Enquanto arrumava o cabelo no banheiro, percebi pelo espelho que Luis estava no quarto. Vi ele se abaixar e pegar alguma coisa do chão. Mudei de posição pra ver melhor e consegui enxergar o que ele tinha nas mãos. Meu namorado estava observando de perto a calcinha fio dental que eu tinha vestido pra seduzir o melhor amigo dele, a que eu não tinha pegado do chão…
2 comentários - Comi o melhor amigo do meu namorado