Parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/3304644/Feliz-Navidad-Shemale.html
Depois que o Carlis foi embora, fiquei um bom tempo bebendo, dançando e batendo papo com a galera do lugar. Não rolou nada além de uns roçares, umas carícias, mas não passou disso. Algumas minas tavam afim de transar, mas eu tava mais interessado em encontrar alguma transexual pra meter. Já era umas 2 da manhã, meu cu tava implorando por uma pica. Tava quase indo embora quando vi ela: uma figura escultural, uma mulher linda e velha conhecida, a Nadia, uma shemale que já comi antes e foi uma das melhores que já passaram pela minha pica.

Nossos olhares se cruzaram e ela veio até mim, me cumprimentou com um beijo e sentou na minha mesa, conversamos um pouco e lembramos do momento que passamos juntos. Comentei o que tinha acontecido algumas horas antes, ela riu um pouco, mas me fez uma proposta muito boa. Nós dois levantamos da mesa e fomos para o banheiro, nos trancamos e, depois de alguns minutos, começamos a nos beijar e nos acariciar. Sem falta, nos despimos completamente e Nadia tomou a iniciativa, se ajoelhou e, lentamente, com sua boquinha, começou a chupar meu pau com delicadeza. Aos poucos, ele foi ficando mais e mais duro na boca dela, até ficar totalmente ereto. Ela me olhava com aquela carinha de anjo que tem, enquanto chupava meu pau com cuidado. Depois de um tempo, ela se levantou, nossos paus duros se chocavam enquanto nos beijávamos, ela beijava meu pescoço enquanto eu acariciava o corpo dela, lambeu minha orelha e disse: "Vou te fazer gozar, cachorrinho". Ela mandou eu me encostar na parede, empinando a raba, ela se ajoelhou de novo e começou a lamber meu cu, lambia, cuspia e enfiava os dedos sempre que podia.
Ela se levanta uns 5 minutos depois, devagar começa a enfiar o pau dela em mim, sem camisinha, do jeito que ela gosta. Suavemente, ela me penetrava, lambia meu pescoço e minhas costas e acariciava minhas nádegas. Eu gemia baixinho e ia gemendo mais forte conforme ela aumentava o ritmo. O ritmo dela ficava cada vez mais rápido, apertava minhas nádegas e gemia no meu ouvido acompanhando os meus gemidos, beijava minhas costas e mordia. Ficamos nessa posição por um tempo, ela, como uma expert, me fazendo gozar, aumentava e diminuía o ritmo como queria. Nadia tirou o pau dela, me virou e me beijou, fez eu levantar uma das minhas pernas e me penetrou de novo, dessa vez com um pouco mais de violência. Meu pau totalmente duro batia na barriga dela; nos beijávamos e gemíamos ao mesmo tempo, a mão livre dela pegou meu pau e começou a me masturbar rapidamente. Não demorou muito até Nadia se cansar, ela se afasta um pouco de mim, se masturba suavemente e me... pede pra eu ficar de quatro, obedeço e empino minha bunda, deixando livre pra ela me penetrar. eu tinha uma das mãos no meu pau pra acariciar, já sabia que ela só tava alimentando meu cu faminto, não ia me deixar provar a bunda linda dela nem penetrar, então decidi me masturbar daquele jeito enquanto ela me metia pra conseguir gozar.
Não aguentei muito mais, gozei e não sei como a Nadia também, os dois gemendo de prazer intenso enquanto o gozo saía, o meu derramado no chão e o dela no meu cu, os dois exaustos, nos separamos um pouco, depois nos juntamos e nos beijamos, sentia o esperma escorrendo pelo meu cu, acariciava o pau duro dela e o corpo gostoso dela, enquanto fazia isso ela me fala *Já te dei o que você queria*, veste a roupa dela e vai embora, eu fiquei lá mais um pouco, limpando meu cu e lavando o rosto, olhei a hora e já era quase 4 da manhã, não me sentia nada cansado, na verdade ainda tava muito excitado; fui pra minha mesa e sentei um pouco, continuei bebendo até umas 4:30, já tava quase indo embora, passei no balcão pra pagar a conta e notei que do meu lado tinha uma mina, cabelo ruivo, peitão enorme, uma cara linda e nem preciso falar do corpo, olhei ela de cima a baixo sem disfarçar, sentei do lado dela e puxando conversa convidei ela pra um drink, chama Paula.
Conversamos por um bom tempo, descobri que era shemale o que me fez queimar de desejo, a conversa já ficou meio quente, a gente se acariciava um pouco até que ela falou *e se a gente for pra sua casa?* eu sem hesitar falei que sim, levantamos do balcão e paguei a conta, fomos andando e conversando até meu carro, entramos e dirigi devagar porque tava meio bêbado, chegamos no destino, ela tava muito excitada, não conseguia disfarçar a ereção.





Ela é uma deusa do caralho e uma puta na cama. Assim que entrei em casa, ela já tava se despindo, me beijou com paixão e fomos pro quarto. Chegando lá, tirei a roupa, a gente se jogou na cama e começou o ato.
O resto vou deixar pra uma terceira parte, não quero que esse post fique muito longo. Vou postar amanhã à noite.
Depois que o Carlis foi embora, fiquei um bom tempo bebendo, dançando e batendo papo com a galera do lugar. Não rolou nada além de uns roçares, umas carícias, mas não passou disso. Algumas minas tavam afim de transar, mas eu tava mais interessado em encontrar alguma transexual pra meter. Já era umas 2 da manhã, meu cu tava implorando por uma pica. Tava quase indo embora quando vi ela: uma figura escultural, uma mulher linda e velha conhecida, a Nadia, uma shemale que já comi antes e foi uma das melhores que já passaram pela minha pica.


Nossos olhares se cruzaram e ela veio até mim, me cumprimentou com um beijo e sentou na minha mesa, conversamos um pouco e lembramos do momento que passamos juntos. Comentei o que tinha acontecido algumas horas antes, ela riu um pouco, mas me fez uma proposta muito boa. Nós dois levantamos da mesa e fomos para o banheiro, nos trancamos e, depois de alguns minutos, começamos a nos beijar e nos acariciar. Sem falta, nos despimos completamente e Nadia tomou a iniciativa, se ajoelhou e, lentamente, com sua boquinha, começou a chupar meu pau com delicadeza. Aos poucos, ele foi ficando mais e mais duro na boca dela, até ficar totalmente ereto. Ela me olhava com aquela carinha de anjo que tem, enquanto chupava meu pau com cuidado. Depois de um tempo, ela se levantou, nossos paus duros se chocavam enquanto nos beijávamos, ela beijava meu pescoço enquanto eu acariciava o corpo dela, lambeu minha orelha e disse: "Vou te fazer gozar, cachorrinho". Ela mandou eu me encostar na parede, empinando a raba, ela se ajoelhou de novo e começou a lamber meu cu, lambia, cuspia e enfiava os dedos sempre que podia.Ela se levanta uns 5 minutos depois, devagar começa a enfiar o pau dela em mim, sem camisinha, do jeito que ela gosta. Suavemente, ela me penetrava, lambia meu pescoço e minhas costas e acariciava minhas nádegas. Eu gemia baixinho e ia gemendo mais forte conforme ela aumentava o ritmo. O ritmo dela ficava cada vez mais rápido, apertava minhas nádegas e gemia no meu ouvido acompanhando os meus gemidos, beijava minhas costas e mordia. Ficamos nessa posição por um tempo, ela, como uma expert, me fazendo gozar, aumentava e diminuía o ritmo como queria. Nadia tirou o pau dela, me virou e me beijou, fez eu levantar uma das minhas pernas e me penetrou de novo, dessa vez com um pouco mais de violência. Meu pau totalmente duro batia na barriga dela; nos beijávamos e gemíamos ao mesmo tempo, a mão livre dela pegou meu pau e começou a me masturbar rapidamente. Não demorou muito até Nadia se cansar, ela se afasta um pouco de mim, se masturba suavemente e me... pede pra eu ficar de quatro, obedeço e empino minha bunda, deixando livre pra ela me penetrar. eu tinha uma das mãos no meu pau pra acariciar, já sabia que ela só tava alimentando meu cu faminto, não ia me deixar provar a bunda linda dela nem penetrar, então decidi me masturbar daquele jeito enquanto ela me metia pra conseguir gozar.
Não aguentei muito mais, gozei e não sei como a Nadia também, os dois gemendo de prazer intenso enquanto o gozo saía, o meu derramado no chão e o dela no meu cu, os dois exaustos, nos separamos um pouco, depois nos juntamos e nos beijamos, sentia o esperma escorrendo pelo meu cu, acariciava o pau duro dela e o corpo gostoso dela, enquanto fazia isso ela me fala *Já te dei o que você queria*, veste a roupa dela e vai embora, eu fiquei lá mais um pouco, limpando meu cu e lavando o rosto, olhei a hora e já era quase 4 da manhã, não me sentia nada cansado, na verdade ainda tava muito excitado; fui pra minha mesa e sentei um pouco, continuei bebendo até umas 4:30, já tava quase indo embora, passei no balcão pra pagar a conta e notei que do meu lado tinha uma mina, cabelo ruivo, peitão enorme, uma cara linda e nem preciso falar do corpo, olhei ela de cima a baixo sem disfarçar, sentei do lado dela e puxando conversa convidei ela pra um drink, chama Paula.
Conversamos por um bom tempo, descobri que era shemale o que me fez queimar de desejo, a conversa já ficou meio quente, a gente se acariciava um pouco até que ela falou *e se a gente for pra sua casa?* eu sem hesitar falei que sim, levantamos do balcão e paguei a conta, fomos andando e conversando até meu carro, entramos e dirigi devagar porque tava meio bêbado, chegamos no destino, ela tava muito excitada, não conseguia disfarçar a ereção.






Ela é uma deusa do caralho e uma puta na cama. Assim que entrei em casa, ela já tava se despindo, me beijou com paixão e fomos pro quarto. Chegando lá, tirei a roupa, a gente se jogou na cama e começou o ato.O resto vou deixar pra uma terceira parte, não quero que esse post fique muito longo. Vou postar amanhã à noite.
3 comentários - Feliz Natal 2 (Travesti)
Buen relato, van ocho puntos.
Pd, a pelo es más rico.