O melhor Natal de todos, realmente impressionante o que rolou nesses dois dias, sem mentir pra vocês, gozei 5 vezes em 24 horas mais ou menos, e aqui em duas partes vou contar tudo que aconteceu.
Tudo começou no dia 24 de dezembro, no meu trabalho nos fizeram trabalhar no domingo pra folgar na segunda e terça, bem cedo de manhã já me preparava pra noite que tinha planejado, seria épica, mas foi muito mais que isso. Fui na minha página de sempre pra achar uma mina pra me acompanhar na noite, entrei em contato com a Carla ou Carlis como ela gosta de ser chamada, uma garota muito gata e com um corpo incrível, além de uma bela rola.





Combinamos de nos encontrar às 7 da noite no apartamento dela. Cheguei na hora marcada, cumprimentei-a com um beijo suave nos lábios e entrei no lugar com autoridade, como se já tivesse visitado antes. Ela atrás de mim, caminhando com seus saltos, puxou um pouco de conversa. Nos sentamos os dois na cama e conversamos para nos soltarmos um pouco. Não demorou muito para começarmos o ato esperado. Aquela noite ela estava muito gostosa, eu realmente estava meio dominante e quis tomar as rédeas de tudo. Deitei-a na cama e subi em cima dela. Beijei seus lábios com força sem parar enquanto acariciava seus braços. Lentamente, levei minhas mãos até seus seios, acariciando-os devagar. Tirei a blusa decotada que ela usava sem sutiã e imediatamente levei minha boca aos seus peitos, que lambi e chupei com gosto. Ela apenas gemia suavemente. Minha boca mordia e chupava seu peito direito, enquanto minha mão beliscava e massageava o outro.
Desci lambendo seu abdômen. Ela usava uma calça legging preta justa, seu pau já meio ereto se destacava. Lambi por cima da calça seu pênis, acariciava suas lindas pernas suavemente. Seu pau ficava cada vez mais duro até estar totalmente rígido e marcado naquele legging preto. Tirei-o lentamente até que disparou para cima. Tirei a calça e ela já estava totalmente nua, apenas com seus saltos pretos. Sem fazê-la esperar, levei aquele pedaço de carne à minha boca, chupei bem devagar de cima a baixo, enfiando tudo dentro da minha garganta. Carla apenas gemia suavemente e movia seu corpo lentamente. Quando terminei de chupá-lo, queria que aquele pau gostoso me penetrasse, mas infelizmente ela se recusou. É 100% passiva. Bom, o caso é que não podia fazer nada ali, então, sem me deixar desanimar, tirei toda minha roupa e subi nela, enfiando meu pau em sua boca. Obriguei-a a chupar, ela, encantada, o fazia, sugando com força e lambendo sempre que podia a cabeça do meu pênis.
Podia notar por sua respiração ofegante que ela já não aguentava mais. Tirei meu pau da boca dela e me levantei, admirei seu corpo na cama por alguns segundos enquanto massageava meu pênis, coloquei uma camisinha e peguei ambas as pernas dela, acariciando-as suavemente, lambi suas coxas até que, lentamente, depois de me abaixar e lamber seu ânus por alguns minutos, enfiei meu pênis suavemente, penetrando-a devagar mas aumentando pouco a pouco o ritmo, até estabelecer um ritmo constante que a fazia gemer com força. Com uma das minhas mãos, peguei seu pau e comecei a masturbá-la rapidamente, ambos gemíamos de prazer enquanto nos olhávamos nos olhos sem perder o contato visual, seus olhos ardiam de paixão e sua boca cantava de prazer. Por alguns minutos naquela posição, até que tirei meu pênis, levantei Carlis e a coloquei de quatro, com os braços na cama e as pernas no chão, levantando sua bunda linda. Sem pensar, enfiei meu pau novamente e sem piedade comecei a penetrá-la, ela gemeu ainda mais forte, enquanto meus gemidos eram normais.
Dava palmadas em suas nádegas, pedi a Carlis que se masturbasse enquanto a penetrava, ela fazia o que podia, dava para notar como suas pernas começavam a tremer. Levantei-a pelos quadris, a levei na frente de um espelho e abri suas pernas, segurando-a em meus braços, enfiei meu pau novamente e continuei penetrando-a, sua mão direita no seu pau masturbando-o e sua mão esquerda no peito apertando-o, sua figura linda suspensa e seus gemidos eram maravilhosos. De repente, seu pau explodiu, derramando toda a porra no espelho e fazendo Carlis gemer como uma louca, seu cu apertava forte meu pênis, eu já não aguentava mais, estava prestes a gozar. Levei-a para a cama e a joguei de costas, subi em seu abdômen, tirei a camisinha e gozei sobre ela, nos seios, boca e abdômen. Deitei ao seu lado cansado e ela beijava meu corpo.
Depois de vários minutos, Carlis foi tomar banho, eu sequei o suor e coloquei minha roupa. Quando Carlis saiu, me perguntou se eu queria ir com ela a um bar da cidade onde se reúne todo tipo de gente. heteros, bi, casais e outras transsexuais, para ver o que rolaria, sem hesitar aceitei com a condição de que se alguém perguntasse, diríamos que éramos um casal. Ela aceitou dando uma gargalhada, saímos do lugar e no meu carro fomos até esse Bar, assim que cheguei fiquei deslumbrado com a quantidade de gente que tinha, muitas das mulheres eram tremendas gostosas e estavam vestidas bem putas; fomos dançar, várias minas e caras se aproximaram para dançar também, ficamos nessa até as 11 dançando, conversando e bebendo, até que um casal chegou na nossa mesa, uma loira de uns 30 anos, bem conservada, de salto azul, um vestido justo da mesma cor que destacava seus peitões e ela também tinha uma bunda enorme, já o cara era alto, moreno e com um pacotão. Eles começaram a conversar com a gente, disseram seus nomes e comentaram que eram um casal swinger em busca de novas experiências.
Mesmo a Carlis sendo trans, eles não se assustaram, aceitamos fazer o swing com eles e fomos para um motel próximo, pegamos um quarto grande e confortável, fazia tempo que eu não comia uma mulher não trans, mas mesmo assim estava com vontade fazia um tempão. Ao chegar, nos sentamos uns de frente para os outros, conversamos um pouco para quebrar o gelo antes de começar, assim que todos ficaram confortáveis, partimos para a ação, Carlis foi direto no pau do cara, por minha parte eu fui tirando a roupa da mina devagar, tirei o vestido e o sutiã enquanto a gente se beijava, ela acariciava meu pau por cima da calça, seus peitões eram lindos, lambi eles suavemente, Carlis já totalmente pelada chupando ele me deixou muito excitado, tirei a calcinha dela e me despi, sentei no sofá e dei liberdade para ela me chupar, ela era uma profissional, seus lábios e língua eram mortais, lambia cada centímetro e as bolas também, depois ela me olhou nos olhos e perguntou se podia lamber meu cu, com prazer dei sinal verde.
Sua língua era mágica, lambia suavemente e de um jeito muito excitante, tão concentrado estava que não percebi que Carlis já estava sendo penetrada pelo cara, ela também os observou e me disse: não podemos ficar para trás, então ela colocou a camisinha em mim e sentou em mim, já tinha esquecido como era quente uma buceta, como era molhada e macia, realmente não fiz nada, ela cuidou de tudo, movendo os quadris no ritmo de uma música que tocava ao fundo, ela me comeu completamente, gemíamos e nos beijávamos. De repente, ela tirou meu pau da sua buceta e enfiou no seu cu de uma vez, e como se nada tivesse acontecido continuou com os movimentos de quadril, Carlis se aproximou da gente, começou a me beijar enquanto o cara a penetrava de novo, a garota acariciava o pau dele enquanto eu a beijava, aquela experiência incrível não durou muito mais, o cara gozou nas nádegas de Carlis, eu alguns minutos depois gozei dentro do cu da garota com a camisinha ainda, Carlis por sua vez gozou no rosto da garota, todos cansados no sofá totalmente pelados, por alguns minutos.
O casal swingue se vestiu e estavam prontos para ir embora, nós também fomos, já era meia-noite, saímos de novo para o bar, dançamos, bebemos e continuamos conversando, Carlis teve que ir, um cara ofereceu um bom dinheiro pelos serviços dela, fiquei um tempo sozinho na mesa bebendo.
Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/3305232/Feliz-Navidad-2-Shemale.html
Tudo começou no dia 24 de dezembro, no meu trabalho nos fizeram trabalhar no domingo pra folgar na segunda e terça, bem cedo de manhã já me preparava pra noite que tinha planejado, seria épica, mas foi muito mais que isso. Fui na minha página de sempre pra achar uma mina pra me acompanhar na noite, entrei em contato com a Carla ou Carlis como ela gosta de ser chamada, uma garota muito gata e com um corpo incrível, além de uma bela rola.






Combinamos de nos encontrar às 7 da noite no apartamento dela. Cheguei na hora marcada, cumprimentei-a com um beijo suave nos lábios e entrei no lugar com autoridade, como se já tivesse visitado antes. Ela atrás de mim, caminhando com seus saltos, puxou um pouco de conversa. Nos sentamos os dois na cama e conversamos para nos soltarmos um pouco. Não demorou muito para começarmos o ato esperado. Aquela noite ela estava muito gostosa, eu realmente estava meio dominante e quis tomar as rédeas de tudo. Deitei-a na cama e subi em cima dela. Beijei seus lábios com força sem parar enquanto acariciava seus braços. Lentamente, levei minhas mãos até seus seios, acariciando-os devagar. Tirei a blusa decotada que ela usava sem sutiã e imediatamente levei minha boca aos seus peitos, que lambi e chupei com gosto. Ela apenas gemia suavemente. Minha boca mordia e chupava seu peito direito, enquanto minha mão beliscava e massageava o outro.Desci lambendo seu abdômen. Ela usava uma calça legging preta justa, seu pau já meio ereto se destacava. Lambi por cima da calça seu pênis, acariciava suas lindas pernas suavemente. Seu pau ficava cada vez mais duro até estar totalmente rígido e marcado naquele legging preto. Tirei-o lentamente até que disparou para cima. Tirei a calça e ela já estava totalmente nua, apenas com seus saltos pretos. Sem fazê-la esperar, levei aquele pedaço de carne à minha boca, chupei bem devagar de cima a baixo, enfiando tudo dentro da minha garganta. Carla apenas gemia suavemente e movia seu corpo lentamente. Quando terminei de chupá-lo, queria que aquele pau gostoso me penetrasse, mas infelizmente ela se recusou. É 100% passiva. Bom, o caso é que não podia fazer nada ali, então, sem me deixar desanimar, tirei toda minha roupa e subi nela, enfiando meu pau em sua boca. Obriguei-a a chupar, ela, encantada, o fazia, sugando com força e lambendo sempre que podia a cabeça do meu pênis.
Podia notar por sua respiração ofegante que ela já não aguentava mais. Tirei meu pau da boca dela e me levantei, admirei seu corpo na cama por alguns segundos enquanto massageava meu pênis, coloquei uma camisinha e peguei ambas as pernas dela, acariciando-as suavemente, lambi suas coxas até que, lentamente, depois de me abaixar e lamber seu ânus por alguns minutos, enfiei meu pênis suavemente, penetrando-a devagar mas aumentando pouco a pouco o ritmo, até estabelecer um ritmo constante que a fazia gemer com força. Com uma das minhas mãos, peguei seu pau e comecei a masturbá-la rapidamente, ambos gemíamos de prazer enquanto nos olhávamos nos olhos sem perder o contato visual, seus olhos ardiam de paixão e sua boca cantava de prazer. Por alguns minutos naquela posição, até que tirei meu pênis, levantei Carlis e a coloquei de quatro, com os braços na cama e as pernas no chão, levantando sua bunda linda. Sem pensar, enfiei meu pau novamente e sem piedade comecei a penetrá-la, ela gemeu ainda mais forte, enquanto meus gemidos eram normais.
Dava palmadas em suas nádegas, pedi a Carlis que se masturbasse enquanto a penetrava, ela fazia o que podia, dava para notar como suas pernas começavam a tremer. Levantei-a pelos quadris, a levei na frente de um espelho e abri suas pernas, segurando-a em meus braços, enfiei meu pau novamente e continuei penetrando-a, sua mão direita no seu pau masturbando-o e sua mão esquerda no peito apertando-o, sua figura linda suspensa e seus gemidos eram maravilhosos. De repente, seu pau explodiu, derramando toda a porra no espelho e fazendo Carlis gemer como uma louca, seu cu apertava forte meu pênis, eu já não aguentava mais, estava prestes a gozar. Levei-a para a cama e a joguei de costas, subi em seu abdômen, tirei a camisinha e gozei sobre ela, nos seios, boca e abdômen. Deitei ao seu lado cansado e ela beijava meu corpo.
Depois de vários minutos, Carlis foi tomar banho, eu sequei o suor e coloquei minha roupa. Quando Carlis saiu, me perguntou se eu queria ir com ela a um bar da cidade onde se reúne todo tipo de gente. heteros, bi, casais e outras transsexuais, para ver o que rolaria, sem hesitar aceitei com a condição de que se alguém perguntasse, diríamos que éramos um casal. Ela aceitou dando uma gargalhada, saímos do lugar e no meu carro fomos até esse Bar, assim que cheguei fiquei deslumbrado com a quantidade de gente que tinha, muitas das mulheres eram tremendas gostosas e estavam vestidas bem putas; fomos dançar, várias minas e caras se aproximaram para dançar também, ficamos nessa até as 11 dançando, conversando e bebendo, até que um casal chegou na nossa mesa, uma loira de uns 30 anos, bem conservada, de salto azul, um vestido justo da mesma cor que destacava seus peitões e ela também tinha uma bunda enorme, já o cara era alto, moreno e com um pacotão. Eles começaram a conversar com a gente, disseram seus nomes e comentaram que eram um casal swinger em busca de novas experiências.
Mesmo a Carlis sendo trans, eles não se assustaram, aceitamos fazer o swing com eles e fomos para um motel próximo, pegamos um quarto grande e confortável, fazia tempo que eu não comia uma mulher não trans, mas mesmo assim estava com vontade fazia um tempão. Ao chegar, nos sentamos uns de frente para os outros, conversamos um pouco para quebrar o gelo antes de começar, assim que todos ficaram confortáveis, partimos para a ação, Carlis foi direto no pau do cara, por minha parte eu fui tirando a roupa da mina devagar, tirei o vestido e o sutiã enquanto a gente se beijava, ela acariciava meu pau por cima da calça, seus peitões eram lindos, lambi eles suavemente, Carlis já totalmente pelada chupando ele me deixou muito excitado, tirei a calcinha dela e me despi, sentei no sofá e dei liberdade para ela me chupar, ela era uma profissional, seus lábios e língua eram mortais, lambia cada centímetro e as bolas também, depois ela me olhou nos olhos e perguntou se podia lamber meu cu, com prazer dei sinal verde.
Sua língua era mágica, lambia suavemente e de um jeito muito excitante, tão concentrado estava que não percebi que Carlis já estava sendo penetrada pelo cara, ela também os observou e me disse: não podemos ficar para trás, então ela colocou a camisinha em mim e sentou em mim, já tinha esquecido como era quente uma buceta, como era molhada e macia, realmente não fiz nada, ela cuidou de tudo, movendo os quadris no ritmo de uma música que tocava ao fundo, ela me comeu completamente, gemíamos e nos beijávamos. De repente, ela tirou meu pau da sua buceta e enfiou no seu cu de uma vez, e como se nada tivesse acontecido continuou com os movimentos de quadril, Carlis se aproximou da gente, começou a me beijar enquanto o cara a penetrava de novo, a garota acariciava o pau dele enquanto eu a beijava, aquela experiência incrível não durou muito mais, o cara gozou nas nádegas de Carlis, eu alguns minutos depois gozei dentro do cu da garota com a camisinha ainda, Carlis por sua vez gozou no rosto da garota, todos cansados no sofá totalmente pelados, por alguns minutos.
O casal swingue se vestiu e estavam prontos para ir embora, nós também fomos, já era meia-noite, saímos de novo para o bar, dançamos, bebemos e continuamos conversando, Carlis teve que ir, um cara ofereceu um bom dinheiro pelos serviços dela, fiquei um tempo sozinho na mesa bebendo.
Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/3305232/Feliz-Navidad-2-Shemale.html
3 comentários - Feliz Navidad(Shemale)
Me enamore de vos..
Pero a ti que te gusta ser pasivo (además de activo) ¿Como es que te buscaste una que solo era pasiva?