Pra quem não me conhece, meu nome é Fabiana e dou aula de inglês em escolas de ensino médio na Argentina. Tento, por meio disso, colocar no papel minhas vivências e relembrar tempos, por vezes, quentes e apaixonados.
Já faz alguns anos, quando eu tinha 25 anos e tinha acabado de começar minha carreira de professora, precisei começar procurando escolas onde dar aula e me inscrevi no conselho escolar pra me designarem algumas turmas.
A escolha das turmas é aleatória e não está no nosso poder escolher quais queremos; a única opção que nós, professoras, temos é recusar elas se não nos agradarem, mas na verdade naquele ano eu não estava em condições de escolher, pois não passava por uma boa situação financeira e não podia me dar esse luxo.
Chegando março, que é quando as aulas começam no meu país, fui pra uma das escolas técnicas que caiu na minha sorte, no turno da noite, e vejo que tenho uma turma que já era um mito naquela escola: 4º 5ª.
As aulas noturnas no meu país são ocupadas por alunos maiores de idade que não puderam estudar ou completar os estudos na idade normal, então o fato de fazerem no turno da noite também permite que trabalhem.
Embora esse horário de aula possa ser ocupado por gente de todas as idades, é comum que os mais velhos desistam, já que geralmente nessa idade precisam ocupar esse tempo com a família e os filhos.
Geralmente nas escolas técnicas a maioria dos alunos é homem, principalmente em algumas especialidades, nesse caso eletromecânica, então eu já dava como certo que não teria nenhuma aluna.
Essa turma tinha construído sua mística baseada no mau comportamento, e apesar de as gerações irem passando, é como se houvesse um padrão de conduta que era inalterável: nenhum professor ou professora curtia o ano letivo porque os alunos eram meio fora da lei, pra falar de um jeito elegante.
Antes de entrar pra dar minha primeira aula, passei pela secretaria. inspecionei a nócutie dos alunos: as idades iam dos 18 aos 23 anos, sendo a maioria entre 18 e 20.
O primeiro dia de aula foi meio enganoso, porque eles se comportaram de um jeito bem educado – pelo menos comigo –, exceto pela briga no final, quando dois alunos se pegaram na porrada no fundo da sala e o porteiro teve que vir separar.
É normal que o comportamento dos alunos desse tipo de escola noturna seja meio adolescente. Apesar de ter sido criada pra gente com vocação técnica poder evoluir e se educar, o comum era serem alunos repetentes que, por não serem aceitos em outras escolas por serem maiores de idade, acabavam caindo ali, mais por imposição da família do que por vontade própria.
Geralmente, pra dar aula nesses lugares, precisa ter um caráter firme e dominante, coisa que, pela minha idade e inexperiência, eu ainda não tinha. Com meus 25 anos, não era tão diferente da idade desses alunos. Pra piorar, minha cara de menina, meus olhos verdes e minha cabeleira de cachos castanhos não ajudavam nada.
Com o passar dos dias e conforme eles iam se conhecendo, a coisa foi relaxando e, aos poucos, mostravam aquelas condutas que tanto os orgulhavam e que a nós, professores, tanto angustiavam.
Passou a primeira metade do ano sem grandes sustos dentro dessa lógica doida. Quando chegava, encontrava desenhos obscenos no quadro, respostas mal-educadas e desafios, minha cadeira na mesa com um pinto desenhado a giz, coisas desse tipo. Coisas que eu deixava passar por medo de represálias ou de enfrentamentos que eu não tinha experiência pra lidar.
Certo dia de setembro, já completamente acostumada com esses comportamentos, ao terminar a aula e antes de me levantar da mesa, vejo que a maioria se levanta e vem na minha direção me perguntar algo sobre o último exercício.
Eu estava explicando pra um deles quando claramente sinto uma mão passam a mão na minha bunda. Eu me viro e, como eram tantos, não consegui identificar quem tinha sido. Com a surpresa e sem reconhecer o culpado, fiquei quieta e fingi que nada tinha acontecido, já que a última coisa que eu queria era que eles se exaltassem. De lá, eu tinha que ir pra minha casa e já era noite avançada. Talvez esse tenha sido meu erro.
Na aula seguinte, na outra semana, o esquema foi o mesmo. Quando eu estava saindo da sala, vieram uns caras com a desculpa de me perguntar algo e me cercaram, e a passada de mão foi mais descarada. Me senti apertada por uma dúzia de garotos que encostavam deliberadamente os membros em mim, com a desculpa de que estavam sendo empurrados. Como pude, sem piorar a situação, consegui me soltar deles e ir embora.
Pra ser completamente sincera, devo admitir que, além do medo, depois, ao lembrar da situação, senti um certo tesão, embora também não quisesse que a situação escapasse do meu controle. Às vezes o medo joga essas cartas.
Querendo ou não, a partir daquele momento, as aulas ficaram mais agradáveis e tranquilas. Não tinha mais violência nem respostas ruins, mas o ritual do fim da aula se repetia sempre, e cada vez com mais intensidade. Era como um pacto implícito: eles passavam a mão em mim e eu deixava, mas sem combinar em palavras.
Uma noite, ao chegar na aula, vejo um papel dobrado em cima da mesa. Abro e leio:
“Queremos propor um jogo. Você topa jogar? Escreva a resposta neste papel e deixe na mesa. 4º 5ª”.
Quando levanto a vista, vejo que todos estavam me encarando, e fiz como se nada, começando a aula. Passei uns exercícios pra eles e, enquanto faziam, reli o papel. Peguei uma caneta e escrevi:
“Ok. Mas em troca de quê?”.
Eu tinha a ideia de que, se topasse esse jogo, corria um perigo óbvio. Aqueles não eram crianças, apesar do comportamento infantil. Eram caras feitos e direitos que, mesmo com a imaturidade, representavam um risco. Mas a curiosidade falou mais alto.
Terminei a Classe, vieram me apertar e me apalpar como de costume, e quando saí, vi todo mundo se jogando em cima da mesa pra ler o papel. O jogo tinha começado.
Sempre gostei de surpresas e tenho um espírito brincalhão, e o fato de jogar desse jeito misterioso com aqueles alunos dava um toque especial. Sem dúvida, eu já imaginava por onde viriam os pedidos e confesso que aquilo me excitava pra caralho.
Como era de se esperar, assim que cheguei na aula, o papel já estava na mesa:
“Obrigado por aceitar jogar com a gente. Em troca, propomos que vamos nos comportar de maneira exemplar e você não vai ter nenhuma reclamação da gente. Também nos comprometemos a te proteger. Como primeira regra, pedimos que você escreva no canto superior esquerdo do quadro qual é a cor da sua calcinha. E outro pedido: a partir de agora, já que o calor tá começando, queremos que você venha de vestido ou saia. 4º 5ª.”
Eu sentia que todos os olhos estavam em cima de mim. Tomei coragem, me levantei e com um giz escrevi no quadro: White. Quando olhei pra eles, notei uma certa alegria no rosto dos alunos e comecei a aula. Antes de sair, escrevi no mesmo papel:
“Aceito o jogo, mas o que peço é discrição absoluta e não encontrar ninguém quando eu sair.”
Depois fui embora, não sem antes passar pelo ritual de ser apalpada.
Pra próxima aula, me preparei pra ir do jeito que eles pediram. Com um vestido azul e branco tipo solero. A noite tava quente, a primavera já avançava e bem que merecia, então não levantaria suspeitas.
O papel estava na mesa:
“Muito obrigado por jogar com a gente. Pode contar com nossa discrição absoluta. Ninguém vai te incomodar quando a gente sair e, se precisar, a gente te acompanha discretamente até em casa pra você chegar tranquila. O pedido de hoje é o seguinte: queremos que você mostre sua calcinha. 4º 5ª.”
A verdade é que o pedido me surpreendeu, não tanto pelo fato em si, mas porque eu teria que fazer isso de um jeito... que fosse como casual, sem ser intencional. O jogo era assim, misterioso.
Comecei com a aula e, enquanto dava, tentava descobrir como resolveria o pedido, até que me veio uma ideia. Estava falando sobre tempos verbais andando pela sala quando, num momento, pergunto:
— Vocês se importam se eu sentar na mesa? Foi um dia longo e minhas pernas estão doendo de tanto ficar em pé.
Em uníssono responderam que não, então sentei na mesa de frente para eles e continuei falando como se nada, com as pernas cruzadas. A atenção era total e só se ouvia minha voz. Os olhares deles estavam ansiosos.
Como a saia batia no joelho, fui me mexendo para que ela fosse subindo aos poucos. Também não queria que ninguém que passasse no corredor me visse dando aquele show, poderia ser o fim da minha carreira, que estava só começando.
Quando vi que era a hora e não tinha ninguém no corredor, descruzei as pernas e fiquei alguns segundos assim na frente deles, deixando à vista deles minha entreperna coberta por um tecido de lycra azul celeste. Os olhares estavam cravados ali.
Depois de encerrar o show, enquanto eles copiavam um exercício, escrevi no papel:
“desafio cumprido, como sempre espero discrição absoluta. Também não precisa me acompanharem até em casa. Só de não me encherem o saco na saída já basta.”
Depois, o ritual de sempre, embora dessa vez, por causa da leveza do vestido, eu pudesse sentir mais as mãos e os corpos deles.
Nem preciso dizer que naquela altura eu já estava completamente excitada, mas o estranho da situação era que quem me excitava não era uma pessoa. Era o 4º ano, turma 5.
Ansiava que o tempo passasse logo para a próxima aula noturna. O jogo e o fato de eles cumprirem o combinado me davam confiança.
Na aula seguinte, o papel estava lá:
“muito obrigado por continuar o jogo. Cumprimos nossa palavra: nos comportamos e somos completamente discretos. Não enchemos seu saco na saída, mas se garantirmos que ela chegue tranquila até o carro dela. A missão de hoje é a seguinte: queremos que você tire a calcinha e jogue no cesto de lixo. E também pedimos que você indique quem vai ficar com o troféu. 4º 5ª.”
A missão me fez rir. Aqueles caras sabiam como brincar, eram originais e a coisa estava ficando interessante. Poderia ter ido ao banheiro e tirado, mas fiz de um jeito mais atraente. Quando estavam fazendo uns exercícios, sentei na cadeira atrás da mesa e, aos poucos, fui tirando a calcinha. Eles só conseguiram ver quando a calcinha estava na altura das minhas panturrilhas. Levantei e, pegando-a por uma ponta, levei até o cesto, sem tentar esconder. Sentei de novo e escrevi no papel:
“Como pediram, deixei a calcinha no cesto e acho que o Sarti merece, pelas notas boas dele. Espero que não seja um problema para ele levar.”
Depois vieram os apertões e apalpadelas, cada vez mais ousados, e já com minha prática, eu falava como se nada estivesse acontecendo com quem estava na minha frente. Abertamente, levantavam minha saia, mas, como eu estava rodeada, garantiam que ninguém de fora visse, e sempre por trás, para que eu não pudesse identificar quem era em particular.
Já nessa época, eu topava o jogo, o mecanismo era sempre o mesmo. Eles curtiam, e eu também, sem nenhuma demonstração de nenhum dos lados.
Querendo ou não, eu tinha conseguido disciplina e união naquele grupo. Eles se revezavam noite após noite para ficar atrás de mim e satisfazer o desejo deles. E o fato de eu não saber de quem eram as mãos que me apalpavam dava uma sensação especial.
Já nessa época, eu chegava em casa, jantava, me deitava e me masturbava lembrando daquelas mãos que percorriam meu corpo. Se antes era por cima do tecido da calça, agora era por cima do tecido leve da minha calcinha, ou, como na última noite, sobre minha pele nua.
Para a próxima aula, meu entusiasmo era evidente, eu queria brincar com aqueles caras. Aquele jogo me deixava vital e quente.
E lá estava o papel:
“Antes de tudo, muito obrigada. Amamos as aulas de inglês, mas muito mais os jogos que temos com você. A missão de hoje é simples: queremos que você escolha um de nós e durante a aula o excite e esquente de algum jeito. E outro pedido pra próxima aula: não venha de calcinha. 4º 5ª”
A parada tava ficando quente e eu não sabia como fazer, mas com certeza ia pensar em algo. Comecei a aula e depois de uns minutos me veio uma ideia. Fui ditando um exercício e me dirigi pro fundo da sala. Lá estava o alvo: Venturini.
Com toda naturalidade, fui até onde ele tava e, ditando pra todo mundo, apoiei minha bunda no braço dele e fiquei ali. Dava pra sentir o calor da minha pele no braço dele. Me mexia imperceptivelmente, mas com firmeza, deixando minhas nádegas se cravar no braço dele. Com o contato, ele endureceu o braço e eu sentia o calor da pele dele na minha bunda.
Depois de uns dois minutos e notando que todo mundo tinha visto o espetáculo, me retirei, constatando que o Venturini tava com uma ereção bem evidente. Missão cumprida.
Escrevi no papel pra eles:
“Espero que o Venturini sonhe comigo essa noite, acho que fiz por merecer. E se ele tem namorada, espero que a motivação permita que ele satisfaça ela direitinho.”
O ritual final se intensificou. As mãos dele já tateavam meu corpo todo. Por trás, apertavam meus peitos, mas por cima do decote. Minha saia já tava na cintura, mas ninguém de fora podia ver, eles eram muito discretos nisso. Meu rosto não demonstrava nada, sabia que era essencial pro jogo continuar dentro desses limites.
Senti duas mãos tentando puxar minha calcinha pra baixo e deixei. Abri um pouco as pernas pra facilitar e depois levantei um pé de cada vez pra ele ficar com o troféu. As mãos dele tateavam entre minhas nádegas, mas sem violência. A ponta de uma mão roçou minha buceta. Com certeza ele tirou a mão molhada. Eu teria gemido em Outro momento, mas eu não podia me dar esse luxo.
Pra próxima aula, eu tinha que cumprir a regra: sem roupa íntima.
Ir sem calcinha não seria problema porque não ia aparecer, mas sem sutiã era outra história e eu não queria que percebessem na escola, então optei por vestir um casaco de lã e uma blusa branca leve e meio decotada.
Já na aula, o bilhete:
“Estamos muito felizes e gratos pela disposição em brincar. Venturini nunca vai esquecer a experiência, embora declare não ter namorada. A regra de hoje é simples: queremos que você ande pelos corredores e deixe se tocar por trás. Prometemos ser cautelosos e discretos. E mais uma coisa. Quando a hora acabar, demore um pouco, queremos deixar um presente pra você. 4º 5ª”
Já nessa altura, o jogo me excitava pra caralho. Tirei o casaco e joguei um giz no chão. Quando me abaixei pra pegar, eles viram que eu tinha cumprido a regra. Meus peitos ficaram expostos pra eles. Comecei a aula como se nada fosse e não achei desculpa melhor do que ler um texto pra eles.
Andando com o livro pelos corredores, eu parava em cada carteira e, por trás, deixava eles apalparem minha bunda à vontade.
Pra falar a verdade, eles cumpriram a palavra e faziam isso de forma discreta, sem sustos e na maior ordem.
Terminada a aula, não anotei nada no bilhete dessa vez, mas me preparei pra atender os pedidos deles.
Eles me cercaram de novo e, formando um círculo, não deixavam ninguém ver lá fora.
Levantaram minha saia, mas dessa vez não senti as mãos deles, o que me chamou a atenção. Em poucos segundos, ouvi um gemido leve e entendi qual era o presente.
Um líquido morno escorria pelas minhas nádegas. Depois veio outro, e depois outro. Após alguns minutos, baixaram minha saia e fomos embora em paz.
Eu sentia que todo aquele líquido podia ter encharcado meu vestido, então fui pro meu carro apressada, notando como escorria abundantemente pelas minhas pernas.
Quando sentei no banco, percebi que estava completamente ensopada naquilo. Cheguei em casa e, na frente do espelho do meu quarto, vi que aqueles garotos tinham enchido meu cu com o leite jovem deles.
O vestido estava todo melado, tirei ele e tomei um banho me masturbando feito louca, lembrando daquela gozada coletiva.
Já as coisas estavam ficando muito quentes e meio perigosas, porque se esse jogo fosse descoberto, meu emprego e minha reputação estariam em jogo, então eu não sabia como continuar.
Era um sentimento ambíguo: de um lado, o medo de perder tudo; do outro, o tesão e a adrenalina de ser o objeto sexual daqueles alunos.
Faltava pouco tempo pra acabar as aulas e, com todas essas dúvidas, fui pra escola. E, como sempre, o bilhete:
“Profe, amamos o que rolou na última aula, mas sabemos do risco que isso traz. Queremos mais da senhora, mas não queremos te colocar em perigo. Não sabemos como continuar isso e gostaríamos de pedir se a senhora pode nos aconselhar. Nosso desejo você já sabe qual é, mas é você quem decide.”
Sinceramente, aquelas palavras me acalmaram. Eu via nos olhos deles uma expectativa clara. Comecei a dar aula e algo me veio à cabeça:
—Quero que traduzam a seguinte frase, que é uma pergunta, e, saindo do inglês técnico pela primeira vez, vocês têm que traduzir numa folha e responder. Quando terminarem, deixem a folha na minha mesa. Não é uma prova.
A pergunta deixou eles perplexos, e eu percebi isso no olhar deles. Fui até o quadro e escrevi:
“Do you want to continue with the game?”
Não precisaram usar o dicionário. As folhas foram se acumulando na mesa, e a resposta era unânime: “yes”.
Antes de ir embora, deixei um bilhete escrito na mesa:
“Estou disposta a jogar, mas preciso de algo de vocês. Arranjem um lugar adequado e totalmente discreto para o encontro. Quando tiverem, me avisem pelo mesmo meio.”
Dessa vez não teve ritual; saí livremente da aula. O motivo é que eles se amontoaram na frente da mesa pra ler o papel. As cartas já estavam lançadas.
Na aula seguinte, o papel estava na mesa: “amamos que você continue o jogo. Conseguimos um lugar para sábado. Diga a hora e estaremos lá. Eternamente gratos, 4º 5ª”
Por questões de discrição, não vou dizer o endereço que me deram, mas era uma cidade balneária perto da cidade.
Sem dúvida, era a casa de fim de semana de algum dos alunos. Antes de ir, anotei:
“22h de sábado. Peço, como sempre, total discrição. E mais uma coisa: eu estabeleço os limites”
Dessa vez também não houve ritual de despedida: eles já sabiam que o que os esperava era muito melhor.
Passaram-se alguns dias e chegou o sábado. Menti para meus pais, com quem ainda morava, e disse que ia jantar com umas amigas.
Me maquiei e me preparei para a ocasião: uma camisa branca, uma calça turquesa e um conjunto de lingerie rosa e cinza de renda.
E o mais importante: tomei a pílula anticoncepcional. Sabia que aqueles garotos não eram muito responsáveis e não iam se cuidar, e eu, obviamente, sabia como o jogo ia terminar.
A noite estava ideal, amena e estrelada. Dirigi pela estrada completamente excitada. Sabia que uns vinte garotos estavam esperando ansiosamente pela minha chegada.
Quando cheguei, me surpreendi ao ver poucos carros, quatro para ser exata, e pensei que alguns deles não tinham querido ou podido ir.
Uns dois garotos estavam na porta, e fiz sinal para que não falassem. Entramos na casa, que era espaçosa, com uma grande sala. Estavam todos lá. Com certeza, vários vieram no mesmo carro.
Ali, na frente deles, falei:
— Olá, cavalheiros do 4º 5ª. Estou aqui, como prometi. Não quero que falem, porque para mim seria estranho. O jogo foi com o 4º 5ª, e seria estranho ouvi-los individualmente... Vocês são um grupo com quem jogamos um jogo gostoso, e este, já aviso, vai ser o fim do jogo. Vou dar instruções precisas, e vocês vão cumpri-las, que era Como a gente combinou, eu teria o controle e ia ditar os limites. Pra começar, quero que vocês coloquem uma música calma, tirem a roupa e relaxem.
Conforme pedi, um dos caras foi até o som que tinha lá e trocou a música que tavam ouvindo por uma mais suave.
Rapidamente todo mundo foi se despindo. Ficaram na minha frente, pelados e todos com um pau duro de respeito. Logo me vi rodeada por uns vinte caras de olhos cheios de desejo e picas eretas:
—É minha vez
Os olhos tavam cheios de tesão e expectativa. Sensualmente, fui tirando minha roupa até ficar só de lingerie
—Tão gostando do que tão vendo?
Todos balançaram a cabeça, entre divertidos e excitados. Depois tirei o sutiã e a calcinha.
—Quero que vocês fiquem assim, num círculo, me rodeando. Eu vou tocar em vocês, mas vocês ainda não em mim.
Eles fizeram isso e me cercaram num círculo mais aberto. Passei por um por um, acariciando por um momento os ovos e a pica, olhando nos olhos deles. Um não aguentou o estímulo e gozou com um jato forte, molhando minha perna.
Continuei como se nada tivesse acontecido até completar o círculo. Na volta seguinte, fui passando e chupei rapidamente as picas duras deles. Não deixava eles me tocarem, só eu neles.
Enfiava cada glande na minha boca. Fui provando o gosto e o tamanho de cada um sem estimular demais pra evitar que gozassem.
Mas dois não aguentaram. Um, assim que enfiei a pica dele na boca, encheu ela de porra. O outro, quando eu tava me afastando, gozou na minha cara.
Depois de terminar a volta, dei outra volta beijando cada um profundamente. As línguas deles percorriam minha boca, mas eu não deixava eles me tocarem. Tinha eles na minha mão, mortos de tesão. Ninguém reclamou da porra na minha cara nem do gosto de sêmen na minha boca.
—Agora vou deitar naquele sofá. Quero que um de cada vez venha até mim e me coma rapidinho. Isso tá só começando, e a condição é que não gozem. Quando eu falar "chega", vocês saem e o próximo vem. o outro.
Um por um foram ordenadamente até o sofá. Eu os recebia com as pernas abertas e, evitando que eles tomassem a iniciativa, pegava na cock deles e levava até a entrada da minha pussy. Quando estava posicionada, deixava eles me bombarem. Depois de alguns instantes, indicava com um empurrãozinho suave que se retirassem, e logo vinha o outro. Não eram necessárias palavras.
Algumas picas, de um tamanho considerável, chegaram até o fundo. Algumas eram grossas e dilatavam meu canal vaginal. Naquela noite e em um breve momento, mais picas passaram pela minha pussy do que em toda a minha vida.
Apesar disso, três gozaram dentro de mim sem conseguir se segurar, então eu já estava completamente encharcada, uma mistura do meu fluxo e da quantidade de porra que me inundava.
Já nessa altura, eu estava completamente excitada e, embora tentasse atrasar o orgasmo, a cock de um loiro alto o arrancou de mim, embora eu tenha abafado o gemido.
Já completamente extasiada pela situação, e depois que todos tinham provado minha pussy, eu disse:
— Quero que coloquem uma luz bem fraca.
Um dos caras foi e apagou a luz, deixando apenas um abajur aceso, então os rostos mal se distinguiam.
— Bom, agora quero que façam o que quiserem comigo, mas com cuidado.
No primeiro momento, eles não sabiam como tomar a iniciativa até que um moreno baixinho se aproximou e começou a chupar um dos meus mamilos.
Aos poucos, o círculo foi se fechando, e as mãos começaram a me percorrer. Um começou a me beijar profundamente. A luz fraca e o círculo de caras não me deixavam identificá-los. De repente, alguém que estava me beijando mordeu meu lábio, e eu tentei me soltar.
— Para, devagar — falei, tentando me livrar deles.
Longe de me obedecerem, eles se exaltaram ainda mais, e eu soube que o pacto de entendimento tinha acabado, então mostrei uma resistência fingida.
— Para, galera, devagar — reclamei, mas sem convicção.
A situação já estava fora de controle, e a coisa ficava cada vez mais quente. Eles me apertavam. as tetas e chupavam meus mamilos meus mamilos com avidez. As mãos se amontoavam na minha pussy tentando entrar.
—Parem, por favor, tão me machucando —fingia reclamar.
Eles, longe de me dar ouvidos, continuavam cada vez mais.
—Agora você vai ver como o 4º e o 5º vão te aproveitar —ouvi dizer.
Naquele momento, senti me levantarem do chão e me deixarem no ar com as pernas abertas, completamente dominada por eles. Eu tentava fazer esforços fingidos para escapar daqueles caras, mas me mantinham imobilizada.
Não conseguia ver os rostos deles por causa da falta de luz e da confusão. Já se ouviam risadas e gemidos. Um se posicionou entre minhas pernas e me penetrou fundo. Senti na minha pussy que o tamanho do pau dele era enorme e batia no colo do meu útero. Depois de um tempo de bombada, explodi violentamente num orgasmo.
—A professora gozou, ela gosta de ser comida —ouvi entre as risadas deles.
O que estava me penetrando gozou, e pude sentir o jato de porra dentro de mim. Quando ele tirou, o esperma escorria entre minhas nádegas. Depois veio outro e fez a mesma coisa. Um dedo tentava se enfiar no meu cu.
—Não, por aí não —falei, mas sem sucesso e sem convicção.
Enquanto um me bombava na frente, o outro metia e tirava o dedo do meu cu freneticamente. Uma ardência forte me doía, já que eu não estava lubrificada.
—Nãão, isso dói.
No ar, me viraram, sem tocar o chão. Dezenas de mãos me seguravam sem esforço, me deixando completamente exposta. Abriram minhas pernas totalmente e, na penumbra, eu via o chão e os pés descalços deles. Por entre minhas tetas, vi alguém se posicionar atrás de mim. Senti uma cabeça de pau tentando entrar no meu cu atrapalhadamente.
—Devagar, galera, tô muito seca aí.
Ele parou na hora de tentar me penetrar e senti ele se masturbando entre meus glúteos até que um jato acertou em cheio meu ânus. Depois, ele enfiou o dedo, primeiro um e depois dois, me deixando bem lubrificada.
—Deixa comigo —disse um. Tomo posição como se fosse me penetrar.
Colocou a glande na entrada do meu cu e foi tentando, aos poucos, que fosse entrando. Depois de um instante e de algumas tentativas, conseguiu e, com um empurrão forte, meteu tudo. Pensei que ia me rasgar e por uns instantes achei que ia desmaiar de tanta dor. Senti como se estivesse furando meu ânus e, aos poucos, a ardência foi se transformando em prazer, e senti uma série de jatos fortes enchendo meu reto.
No ar, me colocavam em várias posições e vários deles gozaram dentro do meu cu. Entre o sêmen e a repetição, já estava completamente dilatada e lubrificada.
—Tragam ela que vamos fazer a dupla — ouvi.
Nunca na minha vida tinha estado numa situação assim, com mais de um homem. E muito menos com uns vinte.
Me carregaram até o sofá, onde um estava deitado e me penetrou pela frente e ficou parado com o pau dentro de mim, esperando o outro chegar.
Outro veio por trás de mim e me penetrou com força, segurando firme nos meus cachos. Ao mesmo tempo, sentia eles gozando na minha cara, então fechava os olhos pra evitar a irritação do sêmen nos olhos.
Minhas pernas já estavam completamente cobertas de porra que escorria abundantemente da minha buceta e do meu cu.
—Vamos pegar ela lá fora, que tá bonito e não tem vizinhos — ouvi.
Tentei abrir os olhos, mas tinha a cara coberta de porra, o que me impedia de enxergar.
Mesmo assim, percebia que me carregavam e senti o ar da noite no meu corpo. Já não tinha mais força e não sentia as pernas. Estava completamente entregue pra aqueles caras que já tinham gozado tantas vezes dentro e fora de mim, mas que ainda insistiam na brincadeira.
Me deitaram de barriga pra baixo na grama e continuavam me penetrando de turno em turno. De vez em quando, me viravam e faziam por ali. Entrando na minha buceta já completamente adormecida.
Minha buceta já era um depósito de porra e, de vez em quando, soltava jorros quando um pau saía de lá.
Depois de Uns minutos, que pareceram uma eternidade, ouvi me perguntarem:
—Tá bem, profe?
—Sim, galera, mas chega. Não aguento mais.
Os últimos jatos de porra iam caindo nos meus peitos e no meu cabelo. Me ofereceram o banheiro pra tomar uma ducha, mas eu recusei educadamente, falei que preferia ir embora logo. Na real, eu tava exausta e não queria dar tempo pra eles se recuperarem e quererem começar tudo de novo. Pegaram minha roupa e, com uma toalha, tirei o sêmen dos meus olhos pra enxergar direito. Me entregaram minhas roupas e me vesti, dolorida de tanto sexo sem freio.
Me acompanharam até o carro e se despediram educados e agradecidos. Eu também tava grata por eles.
Dirigi até em casa e, sem fazer barulho, me deitei. Meus pais estavam lá e eu não queria que me vissem naquele estado.
Quando acordei, tava toda grudenta, banhada em porra seca. Tomei um banho, comi alguma coisa no café e voltei a me deitar. Tava completamente acabada.
Voltei pra aula seguinte e não sabia o que ia encontrar. Depois de uma experiência tão intensa com eles, não sabia como iam reagir. E o bilhete e um envelope estavam lá.
Abri o envelope e encontrei umas fotos do último encontro. Quase não dava pra distinguir meu rosto de tanta porra que cobria ele.
“Não se assuste com as fotos, não vamos fazer nada com elas, só guardar como tesouro. Passamos uma noite inesquecível e esperamos que tenha sido igual pra você. O jogo acabou aqui e ninguém vai te incomodar. Desde já, seremos completamente discretos. Com carinho, 4º 5ª.”
Já faz alguns anos, quando eu tinha 25 anos e tinha acabado de começar minha carreira de professora, precisei começar procurando escolas onde dar aula e me inscrevi no conselho escolar pra me designarem algumas turmas.
A escolha das turmas é aleatória e não está no nosso poder escolher quais queremos; a única opção que nós, professoras, temos é recusar elas se não nos agradarem, mas na verdade naquele ano eu não estava em condições de escolher, pois não passava por uma boa situação financeira e não podia me dar esse luxo.
Chegando março, que é quando as aulas começam no meu país, fui pra uma das escolas técnicas que caiu na minha sorte, no turno da noite, e vejo que tenho uma turma que já era um mito naquela escola: 4º 5ª.
As aulas noturnas no meu país são ocupadas por alunos maiores de idade que não puderam estudar ou completar os estudos na idade normal, então o fato de fazerem no turno da noite também permite que trabalhem.
Embora esse horário de aula possa ser ocupado por gente de todas as idades, é comum que os mais velhos desistam, já que geralmente nessa idade precisam ocupar esse tempo com a família e os filhos.
Geralmente nas escolas técnicas a maioria dos alunos é homem, principalmente em algumas especialidades, nesse caso eletromecânica, então eu já dava como certo que não teria nenhuma aluna.
Essa turma tinha construído sua mística baseada no mau comportamento, e apesar de as gerações irem passando, é como se houvesse um padrão de conduta que era inalterável: nenhum professor ou professora curtia o ano letivo porque os alunos eram meio fora da lei, pra falar de um jeito elegante.
Antes de entrar pra dar minha primeira aula, passei pela secretaria. inspecionei a nócutie dos alunos: as idades iam dos 18 aos 23 anos, sendo a maioria entre 18 e 20.
O primeiro dia de aula foi meio enganoso, porque eles se comportaram de um jeito bem educado – pelo menos comigo –, exceto pela briga no final, quando dois alunos se pegaram na porrada no fundo da sala e o porteiro teve que vir separar.
É normal que o comportamento dos alunos desse tipo de escola noturna seja meio adolescente. Apesar de ter sido criada pra gente com vocação técnica poder evoluir e se educar, o comum era serem alunos repetentes que, por não serem aceitos em outras escolas por serem maiores de idade, acabavam caindo ali, mais por imposição da família do que por vontade própria.
Geralmente, pra dar aula nesses lugares, precisa ter um caráter firme e dominante, coisa que, pela minha idade e inexperiência, eu ainda não tinha. Com meus 25 anos, não era tão diferente da idade desses alunos. Pra piorar, minha cara de menina, meus olhos verdes e minha cabeleira de cachos castanhos não ajudavam nada.
Com o passar dos dias e conforme eles iam se conhecendo, a coisa foi relaxando e, aos poucos, mostravam aquelas condutas que tanto os orgulhavam e que a nós, professores, tanto angustiavam.
Passou a primeira metade do ano sem grandes sustos dentro dessa lógica doida. Quando chegava, encontrava desenhos obscenos no quadro, respostas mal-educadas e desafios, minha cadeira na mesa com um pinto desenhado a giz, coisas desse tipo. Coisas que eu deixava passar por medo de represálias ou de enfrentamentos que eu não tinha experiência pra lidar.
Certo dia de setembro, já completamente acostumada com esses comportamentos, ao terminar a aula e antes de me levantar da mesa, vejo que a maioria se levanta e vem na minha direção me perguntar algo sobre o último exercício.
Eu estava explicando pra um deles quando claramente sinto uma mão passam a mão na minha bunda. Eu me viro e, como eram tantos, não consegui identificar quem tinha sido. Com a surpresa e sem reconhecer o culpado, fiquei quieta e fingi que nada tinha acontecido, já que a última coisa que eu queria era que eles se exaltassem. De lá, eu tinha que ir pra minha casa e já era noite avançada. Talvez esse tenha sido meu erro.
Na aula seguinte, na outra semana, o esquema foi o mesmo. Quando eu estava saindo da sala, vieram uns caras com a desculpa de me perguntar algo e me cercaram, e a passada de mão foi mais descarada. Me senti apertada por uma dúzia de garotos que encostavam deliberadamente os membros em mim, com a desculpa de que estavam sendo empurrados. Como pude, sem piorar a situação, consegui me soltar deles e ir embora.
Pra ser completamente sincera, devo admitir que, além do medo, depois, ao lembrar da situação, senti um certo tesão, embora também não quisesse que a situação escapasse do meu controle. Às vezes o medo joga essas cartas.
Querendo ou não, a partir daquele momento, as aulas ficaram mais agradáveis e tranquilas. Não tinha mais violência nem respostas ruins, mas o ritual do fim da aula se repetia sempre, e cada vez com mais intensidade. Era como um pacto implícito: eles passavam a mão em mim e eu deixava, mas sem combinar em palavras.
Uma noite, ao chegar na aula, vejo um papel dobrado em cima da mesa. Abro e leio:
“Queremos propor um jogo. Você topa jogar? Escreva a resposta neste papel e deixe na mesa. 4º 5ª”.
Quando levanto a vista, vejo que todos estavam me encarando, e fiz como se nada, começando a aula. Passei uns exercícios pra eles e, enquanto faziam, reli o papel. Peguei uma caneta e escrevi:
“Ok. Mas em troca de quê?”.
Eu tinha a ideia de que, se topasse esse jogo, corria um perigo óbvio. Aqueles não eram crianças, apesar do comportamento infantil. Eram caras feitos e direitos que, mesmo com a imaturidade, representavam um risco. Mas a curiosidade falou mais alto.
Terminei a Classe, vieram me apertar e me apalpar como de costume, e quando saí, vi todo mundo se jogando em cima da mesa pra ler o papel. O jogo tinha começado.
Sempre gostei de surpresas e tenho um espírito brincalhão, e o fato de jogar desse jeito misterioso com aqueles alunos dava um toque especial. Sem dúvida, eu já imaginava por onde viriam os pedidos e confesso que aquilo me excitava pra caralho.
Como era de se esperar, assim que cheguei na aula, o papel já estava na mesa:
“Obrigado por aceitar jogar com a gente. Em troca, propomos que vamos nos comportar de maneira exemplar e você não vai ter nenhuma reclamação da gente. Também nos comprometemos a te proteger. Como primeira regra, pedimos que você escreva no canto superior esquerdo do quadro qual é a cor da sua calcinha. E outro pedido: a partir de agora, já que o calor tá começando, queremos que você venha de vestido ou saia. 4º 5ª.”
Eu sentia que todos os olhos estavam em cima de mim. Tomei coragem, me levantei e com um giz escrevi no quadro: White. Quando olhei pra eles, notei uma certa alegria no rosto dos alunos e comecei a aula. Antes de sair, escrevi no mesmo papel:
“Aceito o jogo, mas o que peço é discrição absoluta e não encontrar ninguém quando eu sair.”
Depois fui embora, não sem antes passar pelo ritual de ser apalpada.
Pra próxima aula, me preparei pra ir do jeito que eles pediram. Com um vestido azul e branco tipo solero. A noite tava quente, a primavera já avançava e bem que merecia, então não levantaria suspeitas.
O papel estava na mesa:
“Muito obrigado por jogar com a gente. Pode contar com nossa discrição absoluta. Ninguém vai te incomodar quando a gente sair e, se precisar, a gente te acompanha discretamente até em casa pra você chegar tranquila. O pedido de hoje é o seguinte: queremos que você mostre sua calcinha. 4º 5ª.”
A verdade é que o pedido me surpreendeu, não tanto pelo fato em si, mas porque eu teria que fazer isso de um jeito... que fosse como casual, sem ser intencional. O jogo era assim, misterioso.
Comecei com a aula e, enquanto dava, tentava descobrir como resolveria o pedido, até que me veio uma ideia. Estava falando sobre tempos verbais andando pela sala quando, num momento, pergunto:
— Vocês se importam se eu sentar na mesa? Foi um dia longo e minhas pernas estão doendo de tanto ficar em pé.
Em uníssono responderam que não, então sentei na mesa de frente para eles e continuei falando como se nada, com as pernas cruzadas. A atenção era total e só se ouvia minha voz. Os olhares deles estavam ansiosos.
Como a saia batia no joelho, fui me mexendo para que ela fosse subindo aos poucos. Também não queria que ninguém que passasse no corredor me visse dando aquele show, poderia ser o fim da minha carreira, que estava só começando.
Quando vi que era a hora e não tinha ninguém no corredor, descruzei as pernas e fiquei alguns segundos assim na frente deles, deixando à vista deles minha entreperna coberta por um tecido de lycra azul celeste. Os olhares estavam cravados ali.
Depois de encerrar o show, enquanto eles copiavam um exercício, escrevi no papel:
“desafio cumprido, como sempre espero discrição absoluta. Também não precisa me acompanharem até em casa. Só de não me encherem o saco na saída já basta.”
Depois, o ritual de sempre, embora dessa vez, por causa da leveza do vestido, eu pudesse sentir mais as mãos e os corpos deles.
Nem preciso dizer que naquela altura eu já estava completamente excitada, mas o estranho da situação era que quem me excitava não era uma pessoa. Era o 4º ano, turma 5.
Ansiava que o tempo passasse logo para a próxima aula noturna. O jogo e o fato de eles cumprirem o combinado me davam confiança.
Na aula seguinte, o papel estava lá:
“muito obrigado por continuar o jogo. Cumprimos nossa palavra: nos comportamos e somos completamente discretos. Não enchemos seu saco na saída, mas se garantirmos que ela chegue tranquila até o carro dela. A missão de hoje é a seguinte: queremos que você tire a calcinha e jogue no cesto de lixo. E também pedimos que você indique quem vai ficar com o troféu. 4º 5ª.”
A missão me fez rir. Aqueles caras sabiam como brincar, eram originais e a coisa estava ficando interessante. Poderia ter ido ao banheiro e tirado, mas fiz de um jeito mais atraente. Quando estavam fazendo uns exercícios, sentei na cadeira atrás da mesa e, aos poucos, fui tirando a calcinha. Eles só conseguiram ver quando a calcinha estava na altura das minhas panturrilhas. Levantei e, pegando-a por uma ponta, levei até o cesto, sem tentar esconder. Sentei de novo e escrevi no papel:
“Como pediram, deixei a calcinha no cesto e acho que o Sarti merece, pelas notas boas dele. Espero que não seja um problema para ele levar.”
Depois vieram os apertões e apalpadelas, cada vez mais ousados, e já com minha prática, eu falava como se nada estivesse acontecendo com quem estava na minha frente. Abertamente, levantavam minha saia, mas, como eu estava rodeada, garantiam que ninguém de fora visse, e sempre por trás, para que eu não pudesse identificar quem era em particular.
Já nessa época, eu topava o jogo, o mecanismo era sempre o mesmo. Eles curtiam, e eu também, sem nenhuma demonstração de nenhum dos lados.
Querendo ou não, eu tinha conseguido disciplina e união naquele grupo. Eles se revezavam noite após noite para ficar atrás de mim e satisfazer o desejo deles. E o fato de eu não saber de quem eram as mãos que me apalpavam dava uma sensação especial.
Já nessa época, eu chegava em casa, jantava, me deitava e me masturbava lembrando daquelas mãos que percorriam meu corpo. Se antes era por cima do tecido da calça, agora era por cima do tecido leve da minha calcinha, ou, como na última noite, sobre minha pele nua.
Para a próxima aula, meu entusiasmo era evidente, eu queria brincar com aqueles caras. Aquele jogo me deixava vital e quente.
E lá estava o papel:
“Antes de tudo, muito obrigada. Amamos as aulas de inglês, mas muito mais os jogos que temos com você. A missão de hoje é simples: queremos que você escolha um de nós e durante a aula o excite e esquente de algum jeito. E outro pedido pra próxima aula: não venha de calcinha. 4º 5ª”
A parada tava ficando quente e eu não sabia como fazer, mas com certeza ia pensar em algo. Comecei a aula e depois de uns minutos me veio uma ideia. Fui ditando um exercício e me dirigi pro fundo da sala. Lá estava o alvo: Venturini.
Com toda naturalidade, fui até onde ele tava e, ditando pra todo mundo, apoiei minha bunda no braço dele e fiquei ali. Dava pra sentir o calor da minha pele no braço dele. Me mexia imperceptivelmente, mas com firmeza, deixando minhas nádegas se cravar no braço dele. Com o contato, ele endureceu o braço e eu sentia o calor da pele dele na minha bunda.
Depois de uns dois minutos e notando que todo mundo tinha visto o espetáculo, me retirei, constatando que o Venturini tava com uma ereção bem evidente. Missão cumprida.
Escrevi no papel pra eles:
“Espero que o Venturini sonhe comigo essa noite, acho que fiz por merecer. E se ele tem namorada, espero que a motivação permita que ele satisfaça ela direitinho.”
O ritual final se intensificou. As mãos dele já tateavam meu corpo todo. Por trás, apertavam meus peitos, mas por cima do decote. Minha saia já tava na cintura, mas ninguém de fora podia ver, eles eram muito discretos nisso. Meu rosto não demonstrava nada, sabia que era essencial pro jogo continuar dentro desses limites.
Senti duas mãos tentando puxar minha calcinha pra baixo e deixei. Abri um pouco as pernas pra facilitar e depois levantei um pé de cada vez pra ele ficar com o troféu. As mãos dele tateavam entre minhas nádegas, mas sem violência. A ponta de uma mão roçou minha buceta. Com certeza ele tirou a mão molhada. Eu teria gemido em Outro momento, mas eu não podia me dar esse luxo.
Pra próxima aula, eu tinha que cumprir a regra: sem roupa íntima.
Ir sem calcinha não seria problema porque não ia aparecer, mas sem sutiã era outra história e eu não queria que percebessem na escola, então optei por vestir um casaco de lã e uma blusa branca leve e meio decotada.
Já na aula, o bilhete:
“Estamos muito felizes e gratos pela disposição em brincar. Venturini nunca vai esquecer a experiência, embora declare não ter namorada. A regra de hoje é simples: queremos que você ande pelos corredores e deixe se tocar por trás. Prometemos ser cautelosos e discretos. E mais uma coisa. Quando a hora acabar, demore um pouco, queremos deixar um presente pra você. 4º 5ª”
Já nessa altura, o jogo me excitava pra caralho. Tirei o casaco e joguei um giz no chão. Quando me abaixei pra pegar, eles viram que eu tinha cumprido a regra. Meus peitos ficaram expostos pra eles. Comecei a aula como se nada fosse e não achei desculpa melhor do que ler um texto pra eles.
Andando com o livro pelos corredores, eu parava em cada carteira e, por trás, deixava eles apalparem minha bunda à vontade.
Pra falar a verdade, eles cumpriram a palavra e faziam isso de forma discreta, sem sustos e na maior ordem.
Terminada a aula, não anotei nada no bilhete dessa vez, mas me preparei pra atender os pedidos deles.
Eles me cercaram de novo e, formando um círculo, não deixavam ninguém ver lá fora.
Levantaram minha saia, mas dessa vez não senti as mãos deles, o que me chamou a atenção. Em poucos segundos, ouvi um gemido leve e entendi qual era o presente.
Um líquido morno escorria pelas minhas nádegas. Depois veio outro, e depois outro. Após alguns minutos, baixaram minha saia e fomos embora em paz.
Eu sentia que todo aquele líquido podia ter encharcado meu vestido, então fui pro meu carro apressada, notando como escorria abundantemente pelas minhas pernas.
Quando sentei no banco, percebi que estava completamente ensopada naquilo. Cheguei em casa e, na frente do espelho do meu quarto, vi que aqueles garotos tinham enchido meu cu com o leite jovem deles.
O vestido estava todo melado, tirei ele e tomei um banho me masturbando feito louca, lembrando daquela gozada coletiva.
Já as coisas estavam ficando muito quentes e meio perigosas, porque se esse jogo fosse descoberto, meu emprego e minha reputação estariam em jogo, então eu não sabia como continuar.
Era um sentimento ambíguo: de um lado, o medo de perder tudo; do outro, o tesão e a adrenalina de ser o objeto sexual daqueles alunos.
Faltava pouco tempo pra acabar as aulas e, com todas essas dúvidas, fui pra escola. E, como sempre, o bilhete:
“Profe, amamos o que rolou na última aula, mas sabemos do risco que isso traz. Queremos mais da senhora, mas não queremos te colocar em perigo. Não sabemos como continuar isso e gostaríamos de pedir se a senhora pode nos aconselhar. Nosso desejo você já sabe qual é, mas é você quem decide.”
Sinceramente, aquelas palavras me acalmaram. Eu via nos olhos deles uma expectativa clara. Comecei a dar aula e algo me veio à cabeça:
—Quero que traduzam a seguinte frase, que é uma pergunta, e, saindo do inglês técnico pela primeira vez, vocês têm que traduzir numa folha e responder. Quando terminarem, deixem a folha na minha mesa. Não é uma prova.
A pergunta deixou eles perplexos, e eu percebi isso no olhar deles. Fui até o quadro e escrevi:
“Do you want to continue with the game?”
Não precisaram usar o dicionário. As folhas foram se acumulando na mesa, e a resposta era unânime: “yes”.
Antes de ir embora, deixei um bilhete escrito na mesa:
“Estou disposta a jogar, mas preciso de algo de vocês. Arranjem um lugar adequado e totalmente discreto para o encontro. Quando tiverem, me avisem pelo mesmo meio.”
Dessa vez não teve ritual; saí livremente da aula. O motivo é que eles se amontoaram na frente da mesa pra ler o papel. As cartas já estavam lançadas.
Na aula seguinte, o papel estava na mesa: “amamos que você continue o jogo. Conseguimos um lugar para sábado. Diga a hora e estaremos lá. Eternamente gratos, 4º 5ª”
Por questões de discrição, não vou dizer o endereço que me deram, mas era uma cidade balneária perto da cidade.
Sem dúvida, era a casa de fim de semana de algum dos alunos. Antes de ir, anotei:
“22h de sábado. Peço, como sempre, total discrição. E mais uma coisa: eu estabeleço os limites”
Dessa vez também não houve ritual de despedida: eles já sabiam que o que os esperava era muito melhor.
Passaram-se alguns dias e chegou o sábado. Menti para meus pais, com quem ainda morava, e disse que ia jantar com umas amigas.
Me maquiei e me preparei para a ocasião: uma camisa branca, uma calça turquesa e um conjunto de lingerie rosa e cinza de renda.
E o mais importante: tomei a pílula anticoncepcional. Sabia que aqueles garotos não eram muito responsáveis e não iam se cuidar, e eu, obviamente, sabia como o jogo ia terminar.
A noite estava ideal, amena e estrelada. Dirigi pela estrada completamente excitada. Sabia que uns vinte garotos estavam esperando ansiosamente pela minha chegada.
Quando cheguei, me surpreendi ao ver poucos carros, quatro para ser exata, e pensei que alguns deles não tinham querido ou podido ir.
Uns dois garotos estavam na porta, e fiz sinal para que não falassem. Entramos na casa, que era espaçosa, com uma grande sala. Estavam todos lá. Com certeza, vários vieram no mesmo carro.
Ali, na frente deles, falei:
— Olá, cavalheiros do 4º 5ª. Estou aqui, como prometi. Não quero que falem, porque para mim seria estranho. O jogo foi com o 4º 5ª, e seria estranho ouvi-los individualmente... Vocês são um grupo com quem jogamos um jogo gostoso, e este, já aviso, vai ser o fim do jogo. Vou dar instruções precisas, e vocês vão cumpri-las, que era Como a gente combinou, eu teria o controle e ia ditar os limites. Pra começar, quero que vocês coloquem uma música calma, tirem a roupa e relaxem.
Conforme pedi, um dos caras foi até o som que tinha lá e trocou a música que tavam ouvindo por uma mais suave.
Rapidamente todo mundo foi se despindo. Ficaram na minha frente, pelados e todos com um pau duro de respeito. Logo me vi rodeada por uns vinte caras de olhos cheios de desejo e picas eretas:
—É minha vez
Os olhos tavam cheios de tesão e expectativa. Sensualmente, fui tirando minha roupa até ficar só de lingerie
—Tão gostando do que tão vendo?
Todos balançaram a cabeça, entre divertidos e excitados. Depois tirei o sutiã e a calcinha.
—Quero que vocês fiquem assim, num círculo, me rodeando. Eu vou tocar em vocês, mas vocês ainda não em mim.
Eles fizeram isso e me cercaram num círculo mais aberto. Passei por um por um, acariciando por um momento os ovos e a pica, olhando nos olhos deles. Um não aguentou o estímulo e gozou com um jato forte, molhando minha perna.
Continuei como se nada tivesse acontecido até completar o círculo. Na volta seguinte, fui passando e chupei rapidamente as picas duras deles. Não deixava eles me tocarem, só eu neles.
Enfiava cada glande na minha boca. Fui provando o gosto e o tamanho de cada um sem estimular demais pra evitar que gozassem.
Mas dois não aguentaram. Um, assim que enfiei a pica dele na boca, encheu ela de porra. O outro, quando eu tava me afastando, gozou na minha cara.
Depois de terminar a volta, dei outra volta beijando cada um profundamente. As línguas deles percorriam minha boca, mas eu não deixava eles me tocarem. Tinha eles na minha mão, mortos de tesão. Ninguém reclamou da porra na minha cara nem do gosto de sêmen na minha boca.
—Agora vou deitar naquele sofá. Quero que um de cada vez venha até mim e me coma rapidinho. Isso tá só começando, e a condição é que não gozem. Quando eu falar "chega", vocês saem e o próximo vem. o outro.
Um por um foram ordenadamente até o sofá. Eu os recebia com as pernas abertas e, evitando que eles tomassem a iniciativa, pegava na cock deles e levava até a entrada da minha pussy. Quando estava posicionada, deixava eles me bombarem. Depois de alguns instantes, indicava com um empurrãozinho suave que se retirassem, e logo vinha o outro. Não eram necessárias palavras.
Algumas picas, de um tamanho considerável, chegaram até o fundo. Algumas eram grossas e dilatavam meu canal vaginal. Naquela noite e em um breve momento, mais picas passaram pela minha pussy do que em toda a minha vida.
Apesar disso, três gozaram dentro de mim sem conseguir se segurar, então eu já estava completamente encharcada, uma mistura do meu fluxo e da quantidade de porra que me inundava.
Já nessa altura, eu estava completamente excitada e, embora tentasse atrasar o orgasmo, a cock de um loiro alto o arrancou de mim, embora eu tenha abafado o gemido.
Já completamente extasiada pela situação, e depois que todos tinham provado minha pussy, eu disse:
— Quero que coloquem uma luz bem fraca.
Um dos caras foi e apagou a luz, deixando apenas um abajur aceso, então os rostos mal se distinguiam.
— Bom, agora quero que façam o que quiserem comigo, mas com cuidado.
No primeiro momento, eles não sabiam como tomar a iniciativa até que um moreno baixinho se aproximou e começou a chupar um dos meus mamilos.
Aos poucos, o círculo foi se fechando, e as mãos começaram a me percorrer. Um começou a me beijar profundamente. A luz fraca e o círculo de caras não me deixavam identificá-los. De repente, alguém que estava me beijando mordeu meu lábio, e eu tentei me soltar.
— Para, devagar — falei, tentando me livrar deles.
Longe de me obedecerem, eles se exaltaram ainda mais, e eu soube que o pacto de entendimento tinha acabado, então mostrei uma resistência fingida.
— Para, galera, devagar — reclamei, mas sem convicção.
A situação já estava fora de controle, e a coisa ficava cada vez mais quente. Eles me apertavam. as tetas e chupavam meus mamilos meus mamilos com avidez. As mãos se amontoavam na minha pussy tentando entrar.
—Parem, por favor, tão me machucando —fingia reclamar.
Eles, longe de me dar ouvidos, continuavam cada vez mais.
—Agora você vai ver como o 4º e o 5º vão te aproveitar —ouvi dizer.
Naquele momento, senti me levantarem do chão e me deixarem no ar com as pernas abertas, completamente dominada por eles. Eu tentava fazer esforços fingidos para escapar daqueles caras, mas me mantinham imobilizada.
Não conseguia ver os rostos deles por causa da falta de luz e da confusão. Já se ouviam risadas e gemidos. Um se posicionou entre minhas pernas e me penetrou fundo. Senti na minha pussy que o tamanho do pau dele era enorme e batia no colo do meu útero. Depois de um tempo de bombada, explodi violentamente num orgasmo.
—A professora gozou, ela gosta de ser comida —ouvi entre as risadas deles.
O que estava me penetrando gozou, e pude sentir o jato de porra dentro de mim. Quando ele tirou, o esperma escorria entre minhas nádegas. Depois veio outro e fez a mesma coisa. Um dedo tentava se enfiar no meu cu.
—Não, por aí não —falei, mas sem sucesso e sem convicção.
Enquanto um me bombava na frente, o outro metia e tirava o dedo do meu cu freneticamente. Uma ardência forte me doía, já que eu não estava lubrificada.
—Nãão, isso dói.
No ar, me viraram, sem tocar o chão. Dezenas de mãos me seguravam sem esforço, me deixando completamente exposta. Abriram minhas pernas totalmente e, na penumbra, eu via o chão e os pés descalços deles. Por entre minhas tetas, vi alguém se posicionar atrás de mim. Senti uma cabeça de pau tentando entrar no meu cu atrapalhadamente.
—Devagar, galera, tô muito seca aí.
Ele parou na hora de tentar me penetrar e senti ele se masturbando entre meus glúteos até que um jato acertou em cheio meu ânus. Depois, ele enfiou o dedo, primeiro um e depois dois, me deixando bem lubrificada.
—Deixa comigo —disse um. Tomo posição como se fosse me penetrar.
Colocou a glande na entrada do meu cu e foi tentando, aos poucos, que fosse entrando. Depois de um instante e de algumas tentativas, conseguiu e, com um empurrão forte, meteu tudo. Pensei que ia me rasgar e por uns instantes achei que ia desmaiar de tanta dor. Senti como se estivesse furando meu ânus e, aos poucos, a ardência foi se transformando em prazer, e senti uma série de jatos fortes enchendo meu reto.
No ar, me colocavam em várias posições e vários deles gozaram dentro do meu cu. Entre o sêmen e a repetição, já estava completamente dilatada e lubrificada.
—Tragam ela que vamos fazer a dupla — ouvi.
Nunca na minha vida tinha estado numa situação assim, com mais de um homem. E muito menos com uns vinte.
Me carregaram até o sofá, onde um estava deitado e me penetrou pela frente e ficou parado com o pau dentro de mim, esperando o outro chegar.
Outro veio por trás de mim e me penetrou com força, segurando firme nos meus cachos. Ao mesmo tempo, sentia eles gozando na minha cara, então fechava os olhos pra evitar a irritação do sêmen nos olhos.
Minhas pernas já estavam completamente cobertas de porra que escorria abundantemente da minha buceta e do meu cu.
—Vamos pegar ela lá fora, que tá bonito e não tem vizinhos — ouvi.
Tentei abrir os olhos, mas tinha a cara coberta de porra, o que me impedia de enxergar.
Mesmo assim, percebia que me carregavam e senti o ar da noite no meu corpo. Já não tinha mais força e não sentia as pernas. Estava completamente entregue pra aqueles caras que já tinham gozado tantas vezes dentro e fora de mim, mas que ainda insistiam na brincadeira.
Me deitaram de barriga pra baixo na grama e continuavam me penetrando de turno em turno. De vez em quando, me viravam e faziam por ali. Entrando na minha buceta já completamente adormecida.
Minha buceta já era um depósito de porra e, de vez em quando, soltava jorros quando um pau saía de lá.
Depois de Uns minutos, que pareceram uma eternidade, ouvi me perguntarem:
—Tá bem, profe?
—Sim, galera, mas chega. Não aguento mais.
Os últimos jatos de porra iam caindo nos meus peitos e no meu cabelo. Me ofereceram o banheiro pra tomar uma ducha, mas eu recusei educadamente, falei que preferia ir embora logo. Na real, eu tava exausta e não queria dar tempo pra eles se recuperarem e quererem começar tudo de novo. Pegaram minha roupa e, com uma toalha, tirei o sêmen dos meus olhos pra enxergar direito. Me entregaram minhas roupas e me vesti, dolorida de tanto sexo sem freio.
Me acompanharam até o carro e se despediram educados e agradecidos. Eu também tava grata por eles.
Dirigi até em casa e, sem fazer barulho, me deitei. Meus pais estavam lá e eu não queria que me vissem naquele estado.
Quando acordei, tava toda grudenta, banhada em porra seca. Tomei um banho, comi alguma coisa no café e voltei a me deitar. Tava completamente acabada.
Voltei pra aula seguinte e não sabia o que ia encontrar. Depois de uma experiência tão intensa com eles, não sabia como iam reagir. E o bilhete e um envelope estavam lá.
Abri o envelope e encontrei umas fotos do último encontro. Quase não dava pra distinguir meu rosto de tanta porra que cobria ele.
“Não se assuste com as fotos, não vamos fazer nada com elas, só guardar como tesouro. Passamos uma noite inesquecível e esperamos que tenha sido igual pra você. O jogo acabou aqui e ninguém vai te incomodar. Desde já, seremos completamente discretos. Com carinho, 4º 5ª.”
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