Olga, minha namorada gostosa e minha ascensão



Olga é minha mina, uma gostosa de bunda grande que qualquer um quer comer, isso eu tenho bem claro. Nosso relacionamento é baseado principalmente no carinho e no amor que a gente sente um pelo outro, mas sexualmente sou liberal. Muitas vezes sonhei com ela entregando aquele cuzinho delicioso pra um macho de pauzão que a fizesse chorar de prazer. O que a Olga tem a favor dela é a inocência. Eu sempre falo pra ela que se ficar mostrando tanto a bunda assim, um dia vai acabar arrebentando ela. Ela só ri e diz que isso é loucura e que adora um flerte.


Olga, sabe o que rola, amor? Desse jeito eu sempre tenho sua atenção, e além disso, pra você não incomoda.


Não, meu amor, não me incomoda não. Mesmo que isso aconteça, contanto que você esteja bem, não tem problema.


Olga, mas nem por isso vou sair por aí dando minha bunda pra qualquer um, por mais que você tenha me dado permissão pra isso.


Isso tá claro, amor.


Olga, você sabe melhor do que ninguém que é dona do meu coração, mas não do meu corpo.


Claro que sei, meu céu. Você sabe que tô tendo uns problemas no escritório, principalmente com o gerente, e pensei em marcar uma reunião com ele aqui em casa pra resolver essas tretas. Tava pensando em convidar ele pra jantar aqui na sexta.


Olga, isso seria perfeito. Qual é o problema que você tem com o love?


Ele não quer me dar uma transferência pra uma nova filial. Se eu conseguir, meu salário quase dobra, amor. Ele sabe que eu sou o melhor pra essa vaga, mas não quer me dar.


Olga, vou fazer de tudo pra você dar pra ele, bebê. Confia em mim, love.


Bom, foi assim que levei o Mario pra minha casa na sexta. Não tava pensando só na mudança, tinha certeza que a Olga ia conseguir convencer ele. Já imaginava o que podia rolar entre os dois. Entramos e lá estava a Olga com o jantar pronto. Sentamos pra bater papo, e a Olga logo assumiu a conversa. Percebi que o Mario quase não trocava ideia comigo mais. Aquele rabo que se perdia na calcinha fio dental semi transparente da minha mina tinha fisgado ele. Terminamos de jantar e a Olga convidou a gente pra sentar no futon, e lá trouxe o uísque. Ela sentou do lado do Mario e eu na frente deles, batendo papo, até que num momento eu simplesmente parei de falar. Não queria atrapalhar eles. Era hora de deixar os dois sozinhos, mas não dava pra ir embora, então só fechei os olhos e me deixei cair na poltrona como se tivesse dormindo. Aí o Mario avançou na Olga, começando com uns roçares tímidos até que, vendo como ela se deixava apalpar, o Mario falou pra ela:


Mário, me perdoa. Cadê o banheiro?


Olga, ah sim, me segue que eu te mostro.


De repente não vi mais eles, aí me relaxei e deixei rolar o que tinha que rolar, isso me fez cair no sono no sofá. Depois senti as mãos da Olga me acordando, abri os olhos e vi ela, ali estava ela só de roupão.


Olga, meu anjo, o Mário já foi embora. Ele disse que a transferência é sua. Na segunda-feira você tem que ir pra nova filial.


Não acredito, você conseguiu, gostosa.


Olga conseguiu, meu rabão gostoso, deixou bem arrombada.


Sério, amor?


Olga, sim, meu amor, ele é muito mais potente que você, bebê.


Então ele te comeu bem, gostosa? Me conta tudo, por favor?


Olga, beleza, eu percebi que você fingiu que tava dormindo de propósito, me entregou de bandeja, amor. A gente começou a se pegar e ele pediu pra ir no banheiro. Ele entrou e eu não fechei a porta. Quando ele tirou o pau, você não tem ideia do que é, só fiquei olhando. Quando ele terminou de mijar, eu cheguei perto e chupei ele. Não ia perder aquilo, céus. Chupei com gosto, amor, mas ele não deixou chupar muito. Me separou e disse que queria me comer. Levei ele pra cama e na hora a gente deitou e começou a trepar. Foi uma loucura, céus, você não sabe como eu gozei. Ele ficou por cima de mim, depois de ladinho, até que pediu de quatro. Aí eu soube que tinha que dar a bunda. Acredita que ele nem pediu? Só enfiou o pau até o fundo e me comeu. Ah, bebê, foi maravilhoso. O Mario tem um pau maior que o seu, me destruiu a bunda, céus. Depois que ele cansou de arrebentar meu cu, deitou do meu lado e falou pra eu te dizer que você já tinha sua transferência, mas que de vez em quando quer me ver a sós. Claro que eu disse que ia ver ele quando ele quisesse, mas em casa não. Então um desses dias passo no escritório dele. Ah, amor, não me diz que você gostou? Olha como tá teu pinto, você gozou na minha mão enquanto eu contava, céus. Gostou muito de se sentir corno? Então, se você quiser, quando eu for no escritório dele, depois eu te conto tudo.






Depois do que aconteceu entre Olga e Mario, meu gerente – que, graças a isso, me promoveu a gerente de filial, dobrando meu salário com a condição de ter vários encontros privados com minha namorada de bucetão gostoso, coisa que não incomodava ela, pelo contrário, ela curtia –, isso, pra muitos, me tornava um corno manso, um ser insignificante, um perdedor típico, o que não era verdade de jeito nenhum. Pra Olga, não existia outro homem na vida dela além de mim, e assim nós dois éramos muito mais que felizes, e isso nos trazia frutos excelentes. Então, vou contar o que rolou no próximo encontro entre Mario e Olga, exatamente como ela me contou.


Vos, amor, você começou a trabalhar na nova filial naquela mesma segunda-feira, estava feliz, tão feliz que naquela mesma noite a gente comemorou saindo pra jantar e depois você me levou pra um motel onde a gente transou como quando começamos a namorar, foi muito lindo, me diverti pra caralho, ficar nós dois sozinhos, completamente pelados e prontos pra nos mimar o tempo todo foi incrível, embora, claro, você seja bem diferente do Mário, eu teria desejado que você tivesse algo parecido com o que aquele cara tem, mas fazer o quê, é o que tem, naquela noite eu só tive um orgasmo, mas isso já bastou pra mim, mesmo que eu quisesse que tivessem sido vários outros, eu valorizo muito seu esforço, sei que você quer me fazer feliz e o que você não sabe é que consegue isso todo dia, a questão é que enquanto a gente estava no motel, eu me imaginei estando com o Mário lá, sendo a presa dele, a putinha dele ou melhor ainda, sendo a escrava dele, fazendo o que ele quisesse só pra conseguir mais um orgasmo, não consegui parar de pensar nisso a semana inteira e toda vez que eu pensava, minha buceta ficava toda molhada, então, sem vergonha nenhuma, fui até seu antigo escritório atrás do Mário, sabendo de antemão o horário que ele saía, ele me disse que estava me esperando, mas infelizmente não tinha muito tempo, a mulher dele o esperava em casa, então fomos direto pra um hotel barato que depois eu descobri que só as putas de rua frequentam, entramos no quarto e sem nenhum flerte começamos a nos despir, coloquei paixão, juro por Deus, mas não deu muito resultado, mal me deixou chupar o pauzão dele, eu só queria que ele gozasse na minha boca, mas fracassei na tentativa, o Mário me subiu na cama e montou em cima de mim só pra enfiar o pau dele, eu senti, juro que senti de um jeito que não sinto o seu, me deixei levar como tinha planejado, até que ele finalmente gozou, então ele me virou, eu sabia o que o Mário queria e antes que ele pedisse, fiquei de quatro na cama, tinha minha bunda à disposição dele e ele não demorou nada pra fazer dela sua, mas dessa vez foi na brutalidade, me contorci de dor, mas algo Ele me dizia que era isso que eu queria, sentir ele destruindo minha buceta, e olha que ele destruiu mesmo. Mario tirou a camisinha, foi pro banheiro e quando saiu, enquanto se vestia, me disse: "Fala pro corno do teu namoradinho que de agora em diante você é minha putinha. Tenho uns serviços pra você. Vem na sexta que vem, e olha, vem menos vadia". Terminou de falar isso e foi embora, me deixou largada na cama como se eu fosse uma prostituta. Ele não conseguiu me dar um orgasmo sequer. Me senti usada, tão usada que até me deu um pouco de nojo. Tomei um banho e saí daquele hotel imundo. Mas, já em casa, comecei a pensar que, na verdade, Mario tinha agido como os homens maus agem. Isso me ensinou que eu não devia esperar ser tratada como você me trata, e comecei a gostar dessa diferença. Mesmo sem ter tido um único orgasmo, adorei me tornar uma puta de verdade.


Então quer dizer que você curtiu


Olga, amor, terminei aproveitando muito a minha vida, tanto que já quero que seja sexta-feira de novo.


Vamos pra cama, minha vida.


Olga, nem pense em me tocar, bebê. Hoje não, meu amor. Vejo que você tá muito tarada. Se quiser, te faço uma punheta, mas o Mário me deixou bem cheinha.






Passei a semana inteira imaginando qual seria a surpresa que o Mario tinha preparado pra Olga, já imaginava umas perversões. Aquela história de levar ela pra um hotel barato e tratar como uma puta não tinha me agradado nada, e ele sabia disso. Só fez pra me irritar e conseguiu, mesmo que a Olga tenha gostado. Era como se ele quisesse me humilhar na frente dos outros gerentes de área, o que não me incomodava. Pelo contrário, se isso fazia minha amada feliz, também me fazia feliz e me excitava. Foi assim que na sexta me despedi da Olga desejando que ela se divertisse muito e aproveitasse. Quando cheguei em casa à noite, só queria saber como tinha sido com o Mario.


Olga, ai papi, com o Mario acabou, de verdade não quero saber de mais nada com ele.


Mas o que foi? Você não tava curtindo aquele jogo?


Olga, sim, mas dessa vez ela passou dos limites. Até eu fico com vergonha de te contar. Você conhece um tal de Carlos?


Sim, claro, queriam ele no meu lugar, conheço ele muito bem.


Olga, beleza, o Mario me levou pra aquele hotel vagabundo e os dois me comeram, até aí tudo bem, tive que fazer de puta pros dois, mas de novo me deixaram sozinha no quarto e quando eu quis ir embora, o gerente falou que eu tinha que pagar. Não tinha grana suficiente, não sabia o que fazer.


Mas que filhos da puta.


Olga, os três me pegaram, meu céu, você não tem ideia do que foi. Mario e Carlos tinham dito pra eles que eu ia pagar com o meu serviço, contaram como se eu fosse uma puta que eles tinham contratado.


E aí, o que você disse pra eles? Podia ter me ligado, pô.


Olga, meu amor, me desculpa, mas eu adorei me sentir uma puta. Eu já tinha visto como o gerente me olhava e sabia que ele tava morrendo de vontade de me comer. Você não tem ideia de como ele me comeu, com ele eu gozei mesmo, amor. Mas depois entraram mais dois no quarto, você não sabe as coisas que me fizeram fazer. Só que, por sorte, deixaram eu me arrumar um pouco antes de ir embora. Nesse hotel eu não posso mais voltar, até ficaram com minha calcinha.


Então os três te comeram juntos?


Olga sim, amor, por todos os lados, meu céu, ainda tá queimando minha buceta, bebê.


E quantos orgasmos você teve, putinha?


Olga, olha, não sei, amor, gozei várias vezes, mas não contei, me deixaram muito exausta.


Mas tu falou pra eles usarem camisinha, né?


Olga, não tive tempo, amor. Além disso, esses paus não mereciam, bebê. Uma melhor que a outra. Em uma, eu pedi pra não gozarem dentro, implorei, sabe o que fizeram? Riram, amor. Falaram que iam me deixar prenha e ficaram obcecados com isso. Quando eu disse que não era puta, que era casada, foi o pior. Falaram que o corno ia cuidar. Sério, você cuidaria, bebê?


E se acontecesse, com certeza que sim, nunca te deixaria sozinha, amor


Olga, porque com tanta porra que gozaram dentro de mim, pode ser que tenham me deixado prenha.


Ah não, amor, não me diz isso, minha vida


Minha tesão era tanta que gozei dentro da minha calça.


Olga, te juro que nesse hotel eu não volto mais.


E por que você não volta? Pelo que você me conta, você gostou de mim.


Olga sim, amor, gostei dela, pra falar a verdade gostei pra caralho, mas ver você sendo tratada com tanto desprezo não me desceu nada.


Bom, bebê, isso é o de menos, até porque pra eles eu sou um baita dum corno manso que merece isso.


Olga, bebe, você gozou nas calças? Ai, meu amor, você gosta tanto de ser corno?


Bom, não é que eu goste, me excita e ainda mais saber que assim você fica feliz.


Olga, então posso voltar? Não importa o que falarem de você?


Volta quando você quiser, love


Olga, mas nem com o Mario nem com o Carlos, amor. Só volto pra você.


Mas se eu for com você, vão me zuar, amor, e você não gosta disso.


Olga, pô, cê tem razão, não curto não, mas tenho que confessar que naquela hora me deixou com muito tesão.


Sério que te deixou com tesão?


Olga, sim, minha vida, me perdoa.


E quando te falavam que eu sou um corno manso, viado, o que você dizia pra eles?


Olga falava pra elas que sim, que você é muito cuck e tem um pinto pequeno, que não sabe transar e goza rápido.


Bom, tá bom, você falou a verdade pra elas, amor.


Olga também falei pra elas que, pra mim, tu curte uma pica, tu não sabe como elas riram de ti, me disseram que com certeza tu é um viadinho perdedor, mas enquanto zuavam de ti mais forte, me comiam, e como isso me fazia gozar, eu falava mais coisas sobre ti.


Ufff, amor, se a gente for naquele hotel, vão acabar comendo nós dois.


Olga e, bem, quem sabe você acaba gostando, bebê.


A verdade é que não sei, mas vou ter que falar sério com o Mário e com o Carlos também.




 
Depois do que a Olguita me contou, fiquei com o pau durasso, pra ser sincero. Levar ela pra aquele hotel vagabundo não era uma ideia tão ruim. Não sabia se o que me deixava com tesão era só levá-la lá pra entregar pra aqueles três safados ou ver a Olguita se foder de vez. Mesmo com o risco de ser estuprado bem presente, eu tinha uma parada muito contraditória com esse assunto. Não é que eu curtisse a ideia de ser violentado, mas só de pensar nisso meu pau já subia e meu corpo arrepiava. Mas tinha uma urgência: falar com o Mario. Precisava cortar os fofocas de que minha mulher é uma puta e que qualquer um come ela. Isso tava botando meu trampo em risco, então fui vê-lo no escritório dele.


Olha, Mário, preciso que você termine com a minha namorada e desminta os boatos sobre ela, e que o Carlos pare de encher o meu saco.


Mario, o que você quer que eu faça? É ela quem vem me procurar, dá pra ver claramente que sua pica não dá conta pra ela.


Já falei com ela e ela não vai mais vir.


Mario, isso é o que ele diz pra você, corno, mas te garanto que ele vai continuar vindo. Só me vem uma única coisa na cabeça pra acabar com isso.


E o que seria essa coisa?


Mario, um contato teu, tava pensando nas missões. O Fernando vai se aposentar daqui um mês e não vê a hora de voltar. Com você aí, ninguém consegue confirmar aquele boato que eu não espalhei — com certeza foi o Carlos. Você sabe muito bem que ele ficou de sangue nos olhos com você.


Mas me mudar pra Misiones é pra caralho.


Mário, posso te mandar pro Brasil também, mas você sempre acaba ganhando. Aceita sua transferência, lá você tem casa e carro, e enquanto estiver aí, até pode alugar a sua. Esse boato some pra sempre.


Acho que o Carlos não vai parar de espalhar essa porra toda.


O Mario de Carlos é comigo, mas tudo isso tem um preço.


O preço já tá pago, se você fizer isso, meu silêncio tá garantido, você sabe muito bem que a Estela pode ficar sabendo.


Mário, você tá me ameaçando?


De jeito nenhum, mas pra você também é bom pra esse boato, e se o boato descobre que foi você quem confirmou que a Olga é uma puta no cio?


Mario, isso não vai rolar, vai preparando as malas, isso tem que parar, custe o que custar.


Cheguei em casa e contei pra Olguita o que tava rolando na empresa.


Olga, tem bebê, mas missões? Lá não conhecemos ninguém.


Exatamente isso é o melhor, assim isso não pode me afetar.


Olga, beleza, céu, eu vou te seguir, mas antes você tem que fazer uma parada.


Esquecer de te levar pra aquele hotel.


Olga, tem bebê, é meu sonho, não consigo parar de pensar nisso, até sonhei com isso.


O que foi que você sonhou? Vamos lá, me conta, porque eu também tô imaginando umas coisas.


Olga não, não, você primeiro.


Imagino eu entrando com você naquele hotel, assim posso ver o cara da recepção te fazendo sua e te fodendo do jeito que você tanto gosta.


Olga e os dois ajudantes dela também, amor? Você gosta dessa ideia de me ver sendo toda arrebentada, não é mesmo?


Me deixa louco, gostosa.


Olga e eu fico louca vendo como esses caras fazem o mesmo com você, bebê.


Mas vão me partir ao meio, não vou conseguir segurar eles.


Olga, sem amor, você não vai conseguir, vão arrebentar sua buceta também e na minha frente, que é o que eu mais quero.


Mas assim vocês vão me fazer virar viado e eu não quero isso, todo mundo sabe que depois que você dá a bunda não tem mais volta.


Olga, tem amor, isso eu já sei, mas que importa, se depois a gente vai pras missões, além disso, você realiza seu sonho e ao mesmo tempo realiza o meu, os dois felizes, céu, não me diz que não, bebê, olha como teu pau ficou duro.


Vamos, puta, vamos pra cama, hoje mais do que nunca quero foder.


Eu dei e ela me deu a melhor trepada que a gente já tinha tido, a putinha gemia que nem uma gata no cio quando finalmente me deu a raba, foi uma parada foda e quando a gente parou de transar, eu tava tão exausto que não consegui impedir os dedos dela enfiando no meu cu, literalmente, pra depois de tanto fazer aquilo me dizer


Olga, vê como você gosta da minha vida, não se segura, amor. Você foi feito pra isso, tem uma bunda linda e adora, não é verdade, meu promíscuo?


Sim, meu amor, sou seu putinho, ahh ahhh como isso é bom


Olga, vê o que você tá perdendo, se solta, não tem como evitar, você é um putinho de merda, não sabe como isso me excita


Sim, meu amor, sou muito puto, tão puto quanto você.


Naquele fim de semana, a Olga foi comendo minha cabeça o tempo todo. Ela não parava de insistir naquela ideia de entregar meu cu pra esses caras. Ficava repetindo as palavras "cuck", "puto" e "promíscuo" sem parar, até que conseguiu fazer eu gostar de ser chamado assim. E mais: fez com que eu respondesse quando ela me chamava pra ir pro lado dela. Comecei a curtir aquilo, principalmente na cama. No sábado, a gente transou como sempre, mas no domingo a Olga passou o dia inteiro brincando com minha bunda. Não era mais só com os dedos finos dela, não — ela começou a enfiar outras coisas, tipo o desodorante feminino dela. E eu gemia igualzinho ela. Meu destino tava selado: minha namorada tava conseguindo o que queria, me transformar num promíscuo. Esse jeito de transar continuou a semana inteira, enquanto ela me contava o que sentia quando arrombavam o cu dela. Aquilo me fez desejar passar pela mesma coisa. Percebi que meu cu tava pedindo por isso aos berros. Eu já não queria mais um desodorante entrando e saindo da minha bunda. Eu queria de verdade uma pica boa — não igual a minha, claro — que me fizesse sentir o mesmo que a Olga sentia quando arrombavam a bunda dela. Então, quando o Mário me ligou pra entregar os papéis e as chaves da nossa casa nova em Missões, eu já tava decidido a ir pro hotel com minha namorada. Na quinta-feira, os caras da mudança vieram e deixaram tudo pronto pra levar nossas coisas no sábado. A gente aproveitou a sexta pra realizar nosso sonho. Chegamos no hotel e eu vi o gerente, que não tirava os olhos da minha mina.


Pegou um cliente novo?


Olga não, é meu marido.


Pegou o mesmo quarto de sempre?


Olga sim, sim, claro e o mesmo serviço, se puder ser.


Encarregado com muito prazer, vamos que eu abro pra vocês.


Isso foi muito estranho, normalmente só entregam as chaves, mas dessa vez o gerente foi com a gente até o quarto. Ele caminhava do lado da minha mina e eu atrás deles, aí pude ver como, de repente, o filho da puta apoiou a mão na bunda dela e foi assim que a levou até o quarto.


Encarregado, então você nos trouxe pro corno.


Olga sim, agora vocês vão poder fazer o que disseram que iam fazer.


Então, a gente entra junto ou deixa eles sozinhos e você me chama quando quiser um macho de verdade.


Olga, eu te ligo daqui a pouquinho.


Ouvir o que eles falavam, vendo como o filho da puta passava a mão na bunda dela literalmente na minha mina, já que tinha levantado a saia dela, me fez pensar: como podia ser tão sem vergonha? Ele abriu a porta pra ela e falou na mesma hora.


Encarregado, prepara direitinho, tô esperando tua ligação.


Entramos e falei pra Olga


Parece que estavam nos esperando.


Olga sim, meu amor, eu tinha prometido pra ela no outro dia


Então você voltou?


Olga, sim, meu céu, mas vim sozinha. Vamos, agora se prepara pros seus males, tira essa roupa e coloca isso.


Tirei da bolsa uma fio dental preta que me fez colocar ela, e assim que fiz, me senti a maior puta do mundo.


Olga, você fica gostosa assim, sua puta. Agora chama eles e pede alguma coisa pra beber.


Peguei o telefone com ansiedade, tava muito nervoso, mal consegui pedir um champanhe, esperei que entregassem pela porta do bar.


Olga, sem amor, por ali não vão mandar não, vão trazer na porta. Agora vem, chupa minha buceta enquanto eles chegam.


Tava nessa quando abriram a porta e fecharam atrás deles.


Encarregado, então tu trouxe a tua mulher pra ver como a gente come ela? Anda, senta aí e olha o que é um macho de verdade.


Os três foram até onde a Olga estava esperando eles. Ela tinha razão, aquelas eram umas picas de verdade, nada a ver com a minha que do lado delas parecia uma miniatura. A Olga não demorou nada pra começar a brincar com elas, batendo punheta em duas enquanto chupava uma até que o encarregado disse pra ela


Encarregado, sua putinha, sobe em cima de mim pra esse corno ter uma boa visão de como se fode uma vagabunda igual você.


Olga, nem duvido, subiu nela e falou


Olha, corno, assim que fode um macho de verdade, ahhh ahhh isso é um machão ahhh ahhhh


Ajudante 1 olha, corno, olha como ele come ela pelo cu.


E aí eu meto no cu dela, a Olga dá um gritinho e fica paradinha enquanto essas duas rolas entravam e saíam. Meu pauzão gozou preso na fio dental, não deu pra segurar. O outro ajudante me olhou e deu uma risada.


Ajudante 2, vocês viram que o corno tá usando uma fio dental? Vem aqui, gatinha, vem, chupa minha rola assim, depois eu arrebento a buceta da sua namoradinha e, se você fizer direito, arrebento a sua também.


Não dava pra recusar, tava dado de bandeja. Ajoelhei, abri a boca e engoli a pica dele. Chupei com nojo do cheiro, mas depois de um tempo já me acostumei e até gostei, até que de repente ele segurou minha cabeça e gritou


Ajudante 2, engole tudo, seu puto de merda, é tudo pra você.


Eu sentia nojo de sentir as porradas de leite entrando na minha boca e descendo pela minha garganta, mas não desperdicei nem uma gota, mais por medo que eu tinha, enquanto ao fundo ouvia os gemidos da minha mina e dos caras dela. Aí, quem chupou a rola dela disse


Ajudante 2, agora vou arrebentar o cu desse corno, sempre quis fazer isso.


Meu corpo arrepiou todo, aquele macho me colocou de quatro, tirou minha calcinha fio dental e enfiou na minha boca, abriu minhas pernas e disse


Ajudante 2, eu, olha só como eu arrebento a bunda do corno


E aí eu tomei no cu com força, não sei se doeu mais a sentada ou a humilhação, porque todo mundo, até minha namorada, tava zuando como tavam literalmente arrombando meu rabo. A dor foi tanta que até escorreu umas lágrimas.


Encarregado, olha a puta, olha como o corno chora, tão destruindo o otário.


Ajudante 1, eu também quero arrebentar esse corno.


Olga, amor, você perdeu, querido, já é um verdadeiro viado, hahahaha, que delícia, amor, te amooo


Enquanto ouvia aquilo, sentia como se estivessem destruindo minha buceta, era isso que a Olga sentia quando era comida. E eu me entreguei de vez àqueles safados, exatamente como ela fazia.


Isso, assim, assim! Arrebenta minha buceta, me destrói toda, eu mereço.


Ajudante 1 tapou minha boca com o pau dele, já eram os quatro, incluindo minha namorada, me humilhando com as palavras e com as picas deles. Praticamente estavam me torturando. Um por um foram se revezando pra comer eu e a Olga, até que um deles disse que iam deixar a putinha prenha. Supliquei pra eles fazerem isso. Não sei quanto tempo me usaram como se eu fosse um pedaço de carne, até me levarem pro banheiro de quatro. Fiquei largado no chão enquanto todos mijavam na minha cara e depois saíram do quarto.


Bom, amor, tomamos um banho juntos e vazamos.


Olga, meu céu, você não toma banho, eu te quero assim, com cheiro de mato.


Assim a gente viajou até em casa enquanto a Olguita ficava me lembrando o quão pouco homem eu era e, já em casa, não parava de me humilhar.


Amor, meu corpo inteiro tá doendo, olha só o que você me fez fazer.


Olga, você não é promíscua, foi você mesmo quem se entregou. Nunca foi homem, sempre foi um puto reprimido. Não teve vergonha nenhuma de se dar por vencido e entregar o pouco de homem que te restava. Como você mesmo disse uma vez: quando entrega o cu, não tem volta. A partir de agora, além de ser corno manso, você virou um tremendo puto fracassado. Mas fica tranquilo, amorzinho, você me dá pena, mas pros outros homens dá nojo. Então nunca espere que te tratem como meu tesouro. Isso é só o começo da sua nova vida.


É que eu não queria isso.


Olga, talvez seja verdade, mas você perdeu, amorzinho. De agora em diante, quem manda sou eu.

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