Eu continuei montada e me mexendo gostoso em cima do doutor Paco, sentia o pau dele ainda duro entrando e saindo da minha buceta toda molhada. Depois de um bom tempo montada, levantei e ficamos de pé. Ele começou a me beijar na boca enquanto acariciava meus peitos e minha bunda com as mãos, e me pediu para acariciar o pau dele, que ainda estava bem duro. Eu me deixava levar pelo tesão e pela perversidade dele, quando ele sussurrou no meu ouvido: "Fica de joelhos, sua putinha". Eu me ajoelhei devagar para ele, e o doutor Paco, sorrindo, pegou minha cabeça e a levou até o pau dele. Era meu primeiro boquete, então abri a boca e comecei a enfiar aquele pau gostoso. Sentia ele entrando na minha boca e deslizando entre meus lábios. Ele tinha uns 16 cm, mas era bem cabeçudo. Depois, eu lambia e chupava de novo. Fiquei muito excitada quando ouvi os gemidos do doutor Paco, que diziam: "Ahhh, ohhh, isso, continua assim, sua putinha. Ohhh, como você chupa bem pra ser sua primeira vez, parece uma puta profissional.
Isso me fez entender que eu tava indo bem pra ser minha primeira vez, e a puta que existe dentro de mim começou a aparecer. Comecei a falar: "Hum, sim, papai, gosto da sua piroca gostosa, hum, me dá seu gozo, papai, hum", enquanto olhava nos olhos dele. Aí o doutor Paco me pegou pelos cabelos com uma brutalidade, começou a meter na minha boca até a piroca dele chegar no fundo da minha garganta. Eu sentia vontade de vomitar, e ele me olhava e mandava eu abrir mais a boca. Eu sentia minha saliva escorrendo pra caralho da minha boca, descendo pelo meu pescoço, meus peitinhos pequenos, até chegar na minha barriga, toda vez que ele metia com força até o fundo. Em alguns momentos, eu me sentia engasgando. E depois de uns 20 minutos de ficar comendo minha boca, enfiando e tirando aquela piroca gostosa, até que ele tirou ela da minha boca.
e ouvi as palavras que mais temia que acontecessem, que me arrepiaram, do doutor Paco. Ele mandou eu subir na cama e ficar de quatro, na posição de cachorrinho, que já queria arrebentar minha bunda de putinha. Eu, nervosa, obedeci, fiquei na posição de cachorrinho e comecei a mexer minha bundinha pra excitá-lo ainda mais. E quando ele ficou atrás de mim, beijou minha bunda, mordeu minhas nádegas e disse: "Sempre quis te comer assim, pirralha, e essa buceta é minha, vou fazer o que eu quiser com ela, puta. Você vai ser minha putinha, vou te fazer minha, do jeito que sempre te imaginei." Ele me deu dois tapas fortes na bunda. Eu respondi: "Sim, papai, essa bunda é sua, me faz sua putinha, tô queimando por dentro, quero ser sua piranha e estrear essa bunda, quero ser sua puta, papai.
O doutor Paco passou lubrificante na minha bunda e começou a meter o dedo no meu cu pra dilatar. Eu sentia uma dor tão forte que as lágrimas escorriam, nunca pensei que fosse tão doloroso. E eu, como pude, coloquei a mão na minha buceta e com o dedo me penetrava, massageando meu clitóris. Senti uma excitação imensa e comecei a gemer de dor e prazer ao mesmo tempo, dizendo pro doutor Paco: "Continua assim, mmmmm, sim, ahhhh, sim, papai, adoro a dor que você me causa, papai..."O doutor Paco ficou um tempão brincando com o dedo no meu cu, até que jogou o lubrificante no chão e se posicionou atrás de mim. Ele segurou minha cintura com uma mão e com a outra agarrou o pau dele, apontando e mirando no meu cuzinho pequeno e apertado, enquanto falava com voz forte: "Se prepara, putinha, vou destruir sua bunda e você vai virar uma mulher de verdade." Naquele momento, pensei em dizer que não queria mais fazer por trás, porque tava com medo e comecei a tremer.
Mas antes que eu pudesse falar qualquer palavra, ele começou a colocar a ponta do pau no meu cu e, devagar, foi empurrando até que senti uma dor leve, porque a ponta tinha me penetrado. No começo não doía, mas conforme ele ia enfiando o pau no meu cu, a dor aumentava. Ele percebeu quando eu me mexia e soltava gemidinhos de dor, e dizia: "Calma, pequenininha, ainda não entrou nem metade, putinha." Enquanto empurrava mais forte e mais forte, eu sentia uma dor imensa e pedia pelo amor de Deus pra ele parar, porque tava me rasgando feio e eu não aguentava mais. Mas parecia que isso excitava ele ainda mais, e ele me dava cada vez mais estocadas até o fundo, segurando meu cabelo com as duas mãos, fazendo minhas costas se curvarem. Eu comecei a chorar e pedir pra ele parar, mas ele continuava me penetrando cada vez mais forte, enquanto dizia: "Aguenta, putinha, a dor vai passar.
Eu só apertava os dentes e fechava os olhos de dor até que, aos poucos, a dor foi sumindo e o pau dele entrava e saía mais rápido, deslizando no meu cu até o fundo. Eu sentia as bolas dele batendo nas minhas nádegas, quando de repente senti um tapa forte na bunda que doeu pra caralho, mas me excitou tanto que até gritei pra ele: "Aii, papai, dói muito, aiiii..." Enquanto o Doutor Paco falava: "É melhor você aproveitar, sua putinha, porque isso vai acontecer mais vezes, vagabunda." E ele começou com um movimento suave, só a cabecinha do pau dele no meu cu, movendo até tirar o pau inteiro. Eu já sentia um alívio, só queria descansar um pouco enquanto ele continuava com o pau duro deslizando entre minhas nádegas, me puxando. Com uma mão no meu cabelo e a outra deslizando o pau entre minhas nádegas, de repente ele me penetrou com tanta brutalidade que eu gritei: "Já não quero mais, tira!" Enquanto ele me empurrava com mais força, tirando o pau inteiro e metendo de uma vez até o fundo. E o mais estranho é que a dor se transformava em prazer, um prazer único, e em vez de gritar, eu gemia como uma louca e dizia: "Mete mais fundo, papai... Mais forte... Sou sua putinha, papai..." E pedindo que ele fosse mais rápido. O Doutor Paco gritava: "Você gosta disso, sua putinha? Que eu rasgue seu cu, né? Já tá até gozando, sua vadia, né?" E eu respondia: "Sim, sim, ahhh, é o melhor, continua, continua rasgando meu cuzinho, que gostoso, papai... ahhh, que gostoso, papai, continua assim, assim, faz de mim sua putinha." Quando o Doutor Paco ouviu isso, aumentou as estocadas, mais rápidas. Senti uma sensação deliciosa, finalmente me senti não mais uma menininha, mas uma mulher realizada por um velho, enquanto ele gozava e me dizia: "Que gostoso esse seu cu, docinho, você é uma puta safada, oh sim, minha putinha." Enquanto eu não parava de aproveitar o pau dele e continuava gemendo: "Ahhh, ahhh, ummm, ahhh.
De repente ele parou, deixando a rola inteira até o fundo do meu cu, e começou a beijar minhas costas. Falou no meu ouvido: "Você me agrada, quero que seja minha puta. Ou não gosta da minha rola, putinha?" Eu respondia que sim, papai... Adoro sua rola gostosa, enquanto sentia ele tirando devagar do meu cu. Naquele momento, eu já achava que ele queria gozar fora, nas minhas nádegas, e dizia: "Papai... adoro como você me faz gozar, como sua puta."Quando ele falou, com uma voz desesperada: "Continua gozando, puta", e começou a me penetrar de um jeito bestial, senti que ele ia partir minha bunda no meio. Comecei a gritar: "Ahhh sim, sim, arrebenta meu cu, papai! Ahhh, ahh, sim, me fode!" Ele manteve esse ritmo por uns 10 minutos, eu delirava de prazer. Depois disse: "Vou gozar no seu cu, puta", e gozou dentro de mim. Senti ele enchendo meu cu de porra. Eu estava exausta, dando meus últimos gemidos. Ele tirou devagar, se limpou nas minhas coxas e nas minhas nádegas. Depois me virou, nos beijamos loucamente por uns 2 minutos. Ele disse: "Você foi genial. Quem diria que essa carinha de menina boa escondia uma puta toda. Agora vai se trocar, putinha, você já é minha puta."
Quando tentei andar, não conseguia direito por causa da trepada violenta, com o esperma escorrendo pelas minhas pernas. Quando fui me limpar, o doutor disse: "Cuidado pra não limpar meu sêmen, putinha. Isso mostra que você é minha puta e já foi batizada. Melhor ainda, quero que você vá com seus pais, quero ver o esperma começando a escorrer entre suas pernas. Se veste. Nos vemos outro dia." E de agora em diante, não importa quantos namorados eu tenha ou se eu casar, quando ele quiser me comer, putinha, aquele dia vai ser. E deixou aquele dinheiro para eu comprar o que quisesse, vadiazinha.
Eu me virei e, com um sorriso, falei: "Sim, papai, o que você disser. Serei sua putinha sempre que você me der dinheiro, papai." E coloquei meu vestido como ele mandou, e fui com meus pais toda contente, feliz. Porque agora eu era uma mulher realizada, bem comida e escorrendo esperma do meu velhinho safado. Jijijiji
1 comentários - My daddy sugar