A história com minha cunhada... parte III

Ao entrar no quarto, atrás dela, peguei ela na cintura e trouxe aquela bunda gostosa pra perto de mim, apoiei a pica com tanta vontade e fiquei esfregando, sentia aquelas nalgas se abrindo pra mim, roçando na minha pica, igual no sábado, mas dessa vez o final ia ser diferente, dessa vez a dona daquele cuzão maravilhoso ia terminar com toda minha porra dentro, e isso me deixava a mil... De novo agarrei os peitos dela por trás, quase desesperado, e amassei com gosto, belisquei os biquinhos que ficavam cada vez mais durinhos, que felicidade, minha cunhada tava completamente entregue pra mim, finalmente ia ser minha, finalmente ia saciar minha tesão, a que aqueles peitos lindos e aquela bunda exuberante me causam, já viram quando você deseja muito algo e realiza? Então, era assim que eu tava... Continuando a história, fiquei apalpando o corpo todo dela, ainda tava bem encostada, como se fosse o prato favorito, queria saborear devagar e aproveitar muito, a Euge levantou os braços pra trás e me segurou pela nuca, eu beijava, lambia e chupava o pescoço dela, a orelha, o corpo dela reagia a cada movimento meu, tava pegando fogo, gemia que nem uma gata no cio, e ainda mais quando minhas mãos foram atrás daquela buceta linda, ao chegar no alvo, as mãos dela largaram minha cabeça e se agarraram no meu antebraço direito que agora acariciava por cima da legging o contorno gostoso daquela buceta trabalhada, depois as carícias viraram uma esfregada forte, a Euge perdeu o controle total, sem perceber ela tinha cravado as unhas no meu antebraço, gemia que nem louca, quase uivava sem vergonha, arqueava o corpo e esfregava freneticamente aquela raba na minha pica, nos meus 31 anos nunca tinha tido uma experiência assim, nem com a Laura, mas era impressionante o que aquela mulher despertava em mim e claramente eu nela, isso mostrava a entreperna dela, porque a legging tinha uma auréola bem grande de umidade, até a legging tinha molhado e muito, eu não sei se ela teve o Primeiro orgasmo com a fricção, mas como ela tinha encharcado a legging com os sucos dela era impressionante, nunca tinha acontecido algo assim comigo, mas eu adorava ver e ter a Euge daquele jeito... Que fera endemoniada virou pra mim e me agarrou com uma desesperação danada, minha boca, ela me mordia a ponto de quase me machucar, a cara dela parecia possuída e não parava de gemer com uma ferocidade assustadora, meu deus, eu tinha despertado o vulcão, Eugenia. Sem perder tempo, arranquei a camiseta dela, que voou sei lá pra que parte do quarto, ela fez o mesmo com a minha camisa, tudo era movimentos bruscos e acelerados, como se não quiséssemos perder nem um milésimo de segundo pra nos curtir. Desabotoei o sutiã dela e sim... pela primeira vez eu tinha na minha frente aqueles peitos lindos, divinos, preciosos, agora tinha certeza de que eram bem maiores que os da minha esposa, agora tinha certeza de que eram do tamanho de um melão pequeno, mas não tão pequeno assim, branquinhos como a pele toda dela, com uma auréola levemente rosada e uns biquinhos pequenos, mas que ficavam duros e eretos com minha sucção. Chupei eles igual um louco, de verdade, soltava, olhava e chupava de novo, lambia devagar os biquinhos e ela parecia que o ar ia faltar. Me deixou chupar à vontade, ela só acompanhou com gemidos e carícias, de vez em quando fechava os olhos, mordia os lábios e jogava a cabeça pra trás. Não sei quanto tempo fiquei preso nos peitos dela, aquela mulher me fazia perder a noção do tempo. O fato é que as carícias dela continuaram do meu rosto descendo pelo meu peito e pela primeira vez ela pegou na minha rola por cima da calça e me fez tremer, a filha da puta, e até um gemidinho me arrancou. Que prazer, a cara de felicidade dela ao me ver daquele jeito foi maravilhosa, enquanto exclamou... E: Ai meu deus, que pica linda... meu deus!!! Eu quero ela já... Não aguento mais!!! Em seguida, desabotoei a calça e puxei bruscamente ela pra baixo junto com a cueca. Boxer e a pica saltaram atrás dela, nem tinha percebido, mas eu também tava encharcado, a cabeça completamente pirada pelos meus sucos como nunca antes...
E: Olha isso, por fav... e não terminou de falar e enfiou na boca até onde conseguiu...
E: Mmmmm, que pica linda você guardava pra mim... Vem com a mamãe!!! Vem com a mamãe!!! Dizia enquanto batia uma e engolia de novo desesperada, ajoelhada na minha frente, toda putinha.
Y: Ai, Euge... como você chupa, filha da puta... Falei enquanto não conseguia segurar os gemidos cada vez que ela fazia um vácuo com os lábios na cabeça da minha pica ou brincava habilmente com a língua na parte de baixo da cabeça... Eu só curtia e amassava os peitos dela, aí tirava da boca, batia uma e engolia de novo, tentava enfiar tudo na boca e ela engasgava, soltava, respirava e repetia a ação, e mais um engasgo. Dessa vez vi um jorro de saliva banhar minha pica e um fio da mesma pendurado dos lábios dela até a cabeça da pica, que pulsava. Ela enfiou de novo até quase se sufocar, outro engasgo, tipo uma tossida, e dessa vez a saliva dela molhou minhas bolas, mas ela não soltou, respirou como pôde e engoliu de novo. Vi a carinha dela se molhar com lágrimas escorrendo dos olhos, tentei afastá-la, mas foi inútil, ela continuava grudada na pica, se afogando cada vez mais. Quando finalmente consegui levantá-la pelas axilas, vi que ela tinha babado o queixo todo e escorria até os peitos, inacreditável.
Coloquei ela de pé e, enquanto jogava na cama, chupava os peitos dela. Uma vez deitada na cama, com dois dedos, puxei a legging muito molhada na virilha, e ao tirar, vi o porquê: a calcinha dela tava completamente encharcada e o fluxo grosso vazava por todo lado, escapando daquele pedacinho de pano. Isso me deixou a mil, aquele cheiro tão embriagador dos sucos dela me dominou. Tirei a calcinha dela e mais sucos escorreram daquela pussy linda em forma de borboleta, terminei de despir ela completamente da calcinha encharcada, cheirei na frente dela e chupei os sucos que tinha, isso deixou ela ainda mais doida, mas não dava mais pra esperar, queria chupar aquela buceta linda, queria de uma vez por todas saborear os sucos mais íntimos da minha linda cunhada, e foi o que fiz, passei minha língua naquela pussy melada e isso fez ela explodir de prazer, a irmã da minha mulher, lambi com desespero, chupei aqueles lábios com voracidade, percorri com minha língua toda a buceta dela de ponta a ponta, Euge só uivava de prazer, e a pussy dela continuava sempre molhada, por mais que eu tentasse recolher com a língua todos os fluidos, eles continuavam escorrendo, mordiscava o clitóris dela com meus lábios e voltava com a largura da minha língua pra baixo até o buraquinho dela, ao introduzir ela se exaltava e com as unhas em forma de garras se agarrava na colcha e não escondia os gritos de prazer... E: Filha da puta, você vai tomar todos os meus sucos, que língua gostosa!!!! Me chupa inteiraaaaa ahhhhh assim assim assim.... Por um momento deixei a pussy dela e a ponta da minha língua acariciou o esfíncter dela, deu uma cóceguinha, voltei a cutucar com a língua, lambi umas duas vezes e definitivamente chupei com vontade, enfiei meu nariz na buceta dela, a putinha se contorcia, às vezes me agarrava pela cabeça, às vezes arranhava os lençóis... Deixei esse bum, por enquanto, não queria perder a chance de chupar bem aquilo, já que chupar aquela bunda linda era uma das fantasias que eu tinha com ela, mas voltei pra buceta dela e lambi com desespero, chupei e mordisquei o clitóris e agora acompanhei introduzindo um dedo na pussy, isso deixou ela completamente louca e ainda mais quando depois introduzi outro, comi ela com dois dedos e lambia, chupava e mordiscava com meus lábios o clitóris dela, ela acompanhava com movimento de quadril às vezes. Agora não só gemia, ela gritava quase berrando, se contorcia e arqueava as costas, com as mãos desesperadas se agarrava na colcha. Aí eu soube o que vinha e em um milésimo de segundo ela estava gozando a jatos, pelo menos 3 que consegui pegar com minha boca, impressionada com o jeito que ela gritava quase soluçando, suando e com a respiração quase cortada. Nunca tinham gozado daquele jeito na minha boca, mesmo a irmã dela, minha mulher, já ter feito isso várias vezes. Quase tremendo, ela se espreguiçou na cama, tinha dado um gozo de antologia e o melhor de tudo na minha boca... Mas isso estava longe de acabar para minha linda cunhada. Ainda com minha boca cheia dos sucos dela e o cheiro dessa buceta preciosa, fui atrás da minha porra, meu cum!!! Meu prêmio... Voltei a chupar os peitos dela mais uma vez, eu amava aquilo definitivamente. Ela colocou as duas mãos atrás da cabeça, como travesseiro, e me ofereceu o corpo inteiro na sua magnitude, que eu chupei e saboreei à vontade. Eu tava com a pica bem dura, as bolas já doíam, precisava gozar e ali estava a Euge pra receber essa porra... Comecei a brincar com a cabeça da minha pica ao longo de toda essa buceta, uma sensação indescritível, recomendo pra quem nunca experimentou, hehe. E essa esfregada acendeu ela de novo, eu não precisava, já que tava completamente duro, sabia que não ia aguentar muito quando penetrasse, por isso continuei esfregando a cabeça da pica bem dura nessa buceta divina, que logo já tava bem molhadinha de novo, e minha cunhada parecia renascer com toda a sua putaria. Dava pra ver claramente a falta de sexo que ela tava, não fazia 3 minutos que ela tinha inundado minha boca com os sucos dela numa gozada tremenda e agora só com o roçar da pica nessa boceta linda já tava toda excitada de novo e à minha mercê. Dedilhei ela mais um pouco pra ter mais vantagem e ela começou de novo o ritual dos gemidos, se contorcer e arranhar os lençóis. Como essa mulher grita, ato Seguido, coloquei a cabeça da minha pica na entrada da buceta dela e, olhando nos olhinhos dela, meti fundo. Se antes ela já parecia gritona, era porque ainda não tinha visto nem ouvido aquilo. Meu Deus, eu acho que os vizinhos da outra quadra ouviram os berros dela. Isso me deixava mais louco. A filha da puta gritava como se eu estivesse empalando ela. Comi ela forte por uns minutos, mais ou menos, e ela acompanhava as estocadas da pica com movimentos da cintura. Já sentia que estava perto, então parei. Tirei a pica, mesmo ela claramente tendo ficado puta por eu ter tirado aquela rola que ela tava mamando no ritmo de uma transa do caralho. Chupei os peitos dela um pouco, beijei ela e voltei pro papai-e-mamãe, mas dessa vez com as pernas dela nos meus ombros. Ela imediatamente enrolou os pés na minha cabeça e eu fiz ela gozar de novo. Ela já parecia ter espasmos, e agora eu meti sem piedade. Bombeei desesperado, igual um louco. Ela fez o mesmo. Nós dois gemíamos. Ela aumentou a aposta e, já sabendo, gritava desesperada. Vi o corpo dela se contrair de novo, o quadril batendo na minha barriga, fazendo a pica enterrar até os ovos. Percebi que a Euge tava gozando de novo. Os fluidos dela não demoraram a inundar minhas bolas. E ao ver aquele espetáculo, eu explodi. Por favor, não dava mais pra segurar. Gozei em cada contração da pica, cuspindo porra. Sentia que tava pagando todas as punhetas dedicadas a ela, o sábado e todas as vezes que ela me deixou com tesão. Inundei a vagina toda dela com minha porra grossa, abundante e cremosa. Literalmente enchi ela de porra. Quando finalmente terminei de gozar, ela soltou as pernas dos meus ombros e eu me deixei cair em cima dela, exausto, extasiado e muito, muito feliz, porque tinha acabado de comer ela e que transa do caralho eu dei... Ficamos assim não sei quanto tempo, até que ela se assustou e levantou rápido.
Y: O que aconteceu???
E: Mano, tua porra vai cair e vou sujar tudo, não esquece que meu marido dorme aqui...
Quando ela se levantou... Um jorro abundante de porra escorreu pela perna dela, sabia que tinha gozado muito, mas não quanto, e minha bela cunhada confirmou do banheiro. E: Boludooo, que gozada que você deu!!! Me encheu de porra, tô com a xereca toda melada entre as pernas! Brincou com o humor característico dela. Ao voltar pro quarto, nosso ninho de amor depois de tirar minha porra da buceta dela, a atitude foi totalmente diferente de antes, agora ela tapava os peitos com o antebraço e cobria a pussy com a outra mão, como se tivesse vergonha de eu ver ela pelada, he he é um filho da puta, tinha acabado de chupar, saborear, lamber cada canto do corpo dela e agora ela tinha vergonha de eu olhar ela nua, mas longe de me intimidar, essa situação me excitou, ela voltou pra cama comigo como eu pedi, beijei ela bem apaixonadamente, depois de alguns minutos comi ela de novo, mas dessa vez, bem devagar, bem suave, curti ela pra caralho e gozei de novo bem dentro da pussy dela, dessa vez menos quantidade, mas foi uma transa linda, bem suave. Depois de nos higienizar e nos recuperar das gozadas que demos, percebemos que já era hora de buscar os filhos dela, ela trocou de roupa, óbvio, já que a calcinha fio dental e a legging tinham ficado encharcadas dos sucos dela, ela vestiu um vestido curto que ficava lindo nela, a filha da puta, imagino como deve fazer os pais dos amiguinhos dela ficarem de pau duro assim vestida, levei ela na minha caminhonete até a creche, nos despedimos com um beijo na bochecha, olhei a bunda dela mais uma vez quando ela desceu e fui embora, muito, muito feliz.... (continua) Não perca o episódio final, porque a história tem uma reviravolta... Saudações!!! Valeu por ler, não esquece de dar upvote.

5 comentários - A história com minha cunhada... parte III

Era el casi final esperado,lo que sigue debe ser para retocar y finalizar como debe ser el relato,supóngome.Excelente descripción,casi te diría que los estaba viendo,gracias por compartirlo,van 10 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
sanlo4
Gracias!!! Hoy sale el final...
La colitaaaaa mi amor presentala muero por saber como te apoyo el orto y se lo cogiste
uff como estaba la cuñada. muy bueno como los anteriores