O ex-sócio do meu marido era um déspota e um filho da puta que ficou com uma boa parte do que era nosso. Na época, fiquei puta com ele porque tinha se aproveitado da confiança do meu marido, mas agora entendia que o Martin nunca teve coragem de cobrar nada dele. O Martin guardava um rancor enorme e, pra piorar, via como o Gustavo — que é o nome dele — tinha conseguido uma boa posição financeira enquanto ele tinha virado um rato infeliz, incapaz até de satisfazer a própria mulher.
Sabia onde era o negócio dele, então foi muito fácil me localizar. Apareci no escritório dele com uma jaqueta longa e, por baixo, um macacão branco super justo e semi-transparente, além de uns saltos agulha que me alongavam de um jeito incrível.
— Como você tá, Gustavo? Me reconhece?
— Claro que sim, embora te ache muito mudada.
— Pra melhor ou pra pior?
— Pra melhor! O que te traz aqui?
— Tô atrás de um emprego.
— Infelizmente não tenho nada pra te oferecer.
— Que pena, porque eu tenho tudo pra te oferecer — falei enquanto deixava a jaqueta cair.
— Tô com tesão em você há muito tempo, Gustavo, e hoje me animei a vir. Acha que pode fazer alguma coisa por mim?
Me aproximei e tirei um dos meus peitos pra fora. — São teus quando você quiser.
O Gustavo ficou vermelho e dava pra ver uma ereção bem evidente.
— E o teu marido?
— O Martin é um infeliz que nunca conseguiu me satisfazer.
Naquele momento, peguei meu celular. — Como cê tá, amor? Sabe com quem eu tô? Com o Gustavo, seu ex-sócio. Ele tem um escritório lindo. Vou tomar um café e depois vou pra casa — enquanto falava isso, sentia como eu tava molhada. Era tanta tesão que eu tava tão molhada que atravessava o tecido fino do macacão. Sentei na mesa dele de pernas bem abertas e vi o Gustavo, sem conseguir resistir, tirar a pica linda dele. Sem desligar com o Martin, coloquei a pica do Gustavo na minha boca e só tirava pra contar pro Martin como eu tava me divertindo com o ex-sócio dele. — Já sei que agora você tá de pau duro, mas se segura e me dá uma grana pra eu poder te foder. Noite, bom, vou te deixar então –
– deixa eu trancar a porta –
– deixa que eu vou – falei e me virei pra ir de quatro até ele
– sua filha da puta, você me enlouquece –
– você nunca vai comer uma mulher como eu –
Longe de ser Pablo, Gustavo cumpriu o papel: gozou duas vezes e tinha uma pica linda.
De qualquer forma, eu queria mais e o Gustavo já não conseguia me dar mais.
– que pena, você tinha começado a me esquentar – enquanto falava isso, me masturbava, deixando jorrar ondas de prazer que, claro, o Gustavo nunca tinha visto.
– Que mulher incrível que você é, não posso te ter trabalhando aqui. Minha esposa vem muito seguido e se te ver, vai ficar louca.
– hahaha, não se preocupa, amanhã a gente se vê na minha casa, oito horas, sozinho, pra jantar –
– não sei se vou conseguir ir, tenho que ver como faço com a minha mulher –
– alguma coisa você vai inventar. Te espero amanhã às 9, beijos –
– e seu marido? –
– tô pouco me fodendo pro que esse corno pensa –
Cheguei em casa depois das 10 da noite, depois de ter ido comprar roupas novas pra agradar o Gustavo na noite seguinte.
O Martin tava vendo TV e quando me sentiu chegar:
– Você é uma filha da puta, foi dar o cu pro Gustavo, sabia que eu odeio ele –
– Fui dar mesmo, e amanhã ele vem me comer aqui. Deita – ordenei.
Me despi e sentei na boca dele. Sentia escorrer o leite que o Gustavo tinha deixado dentro de mim.
– Limpa minha buceta, corno, toma toda a porra que o Gustavo me deixou. Só serve pra isso mesmo, infeliz –
O Martin tentou sair, mas eu apertei ele com força entre minhas pernas, deixando ele imóvel.
O Martin aceitou a nova derrota e começou a lamber minha buceta e tomar a porra de um novo macho alfa.
Ter ele submissa e o roçar da língua dele começou a me esquentar até me fazer gozar, molhando a cara do Martin, que tinha uma ereção da pica cada vez mais minúscula dele.
Comecei a bater uma pra ele, pronta pra sentar nela, sabendo que não ia conseguir me satisfazer, mas nem cheguei a sentar. Mal toquei e ele gozou na minha mão.
– Tá vendo porque você é um corno infeliz?
– Como homem, você é um merda – fracasso
Peguei o telefone e liguei pro Gustavo, que atendeu e falava sussurrando: "tô com a minha mulher"
— Não me importa, ou você vem agora me comer ou nunca mais me liga — desliguei sem dizer mais nada
Decidida a esperar 30 minutos e, se não, sair pra arrumar algum macho que me satisfizesse, comecei a me vestir bem putona
Não passaram nem 15 minutos e o Gustavo já tava na porta
Abri, infeliz que é o Gustavo
Quando o Martin cruzou com o Gustavo, ele não sabia o que dizer e só conseguiu cumprimentar
O Gonzalo me olhou como se buscasse uma explicação
— Não se preocupa, esse pedaço de merda já sabe pra que tá aqui: só pode limpar minha buceta com a língua e tomar o leite dos meus machos
— Preciso de um macho que me coma de verdade
— Tira a roupa, infeliz — ordenei pro Martin
Ele ficou nu com o pau pequeno e murcho, já sem leite
O Gonzalo puxou o pau dele pronto pra me comer
— Quero todo o seu leite no meu cu — enfiei o pau inteiro no meu cu faminto até deixar ele cheio de porra, o Gustavo já não tinha mais nada pra me dar e eu continuava pedindo mais
O Gustavo colocou primeiro um dedo e não parou até enfiar a mão inteira e chegar no antebraço, tudo dentro do meu cu que cada vez se dilatava mais e pedia mais
O Gustavo se recuperou e conseguiu outra ereção
— Filha da puta, nunca ninguém conseguiu que eu gozasse três vezes
O Martin nos olhava, mas o pau dele continuava murcho
— Olha como esse macho me come, infeliz — olha como eu como esse pau que já tá duro de novo, pedaço de merda
O Gonzalo se juntou pra humilhar ele ainda mais
— Que mulher você tem, Martin — pena que você não sabe aproveitar
Ele me comeu por mais meia hora até ficar exausto e eu tomar todo o leite dele
Quando terminamos de transar — Martin, você já sabe o que tem que fazer
Sentei na cara dele e apertando forte minhas pernas, deixei ele praticamente sem ar
— Limpa minha buceta, cuck — toma até a última gota de leite
O Martin, sufocado pela falta de ar, tentava abrir minhas pernas, mas não tinha força
O Gonzalo não acreditava no que via
- puta filha da puta me deixa louco-
- amanhã às 8 da manhã te quero aqui quero mais leite dessa pica-
- Sim puta amanhã vou estar aqui
Às oito da manhã Gonzalo bateu na porta e Martin, completamente nu e com um cinto de castidade, abriu a porta pro novo macho da Ana
Ana estava sentada de costas numa cadeira quando sentiu que Gonzalo se aproximou, foi se levantando devagar deixando sair da sua buceta um consolador gigante que já estava encharcado com a porra que escorria da sua buceta
- puta, você não para de me surpreender
Sentei de novo no consolador e pedi pro Gonzalo me comer pelo cu
Enquanto eu gozava sem parar, coloquei a pica do Martin que estava encapsulada no cinto de castidade e que não deixava ele sentir nada e também não deixava ela crescer. Martin se contorcia de dor e me pedia por favor pra tirar o cinto
- Pedaço de merda, vem que vou te fazer gozar como a puta que você é
Enquanto Gonzalo me comia o cu e com o consolador na buceta, enfiei um dedo no cu do Martin que, desesperado de tesão, buscava ter um orgasmo desse jeito
- puta perversa, nunca ninguém me fez gozar tanto-
Martin conseguiu gozar enquanto Gonzalo continuava me comendo o cu já no segundo gozo dele
Quando acabou e eu não aguentava mais
- Hoje às 12 vou no seu escritório, quero que me coma lá
- Hoje não vou poder, tenho que almoçar com minha mulher ao meio-dia-
- Ok então não venha mais
- Não seja filha da puta, Ana
- Ou a gente se encontra às 12 no seu escritório ou não venha mais. Liga agora pra sua mulher e resolve agora
Gonzalo não hesitou, pegou o telefone e ligou pra esposa – hoje não vou poder te encontrar, amor, tenho muito trabalho-
Enquanto falava com a mulher, Ana estava chupando a vara dele e Gonzalo conseguiu outra ereção
Ana ria e o masturbava, dava pra ouvir os questionamentos da mulher do Gonzalo, mas ele teve que desligar porque não aguentava o prazer que ela causava Ana com a boca e começou a gemer até conseguir uma nova gozada.
Ana ficou olhando pra ele enquanto engolia todo o sêmen do seu novo macho, e tava tão tesuda que sentou de novo no consolo pra se acabar mais uma vez na frente dos olhos incrédulos do Gustavo.
Ao meio-dia, Ana tava no escritório do Gustavo. Tinha ido com uma regata decotada e sem sutiã, que deixava os bicos dos peitos enormes bem durinhos. Usava uma saia longa com uma fenda que mostrava a virilha quase até a buceta, e, como sempre, tava sem calcinha.
Quando Gustavo viu ela, sabia que tinha que dar um jeito, aquilo tava escapando das mãos dele.
— Não, Ana, não dá pra vir assim aqui.
Ana ria enquanto, de pernas abertas, se tocava na xota e já se mandava a primeira siririca.
— O que você não gosta?
— Você me enlouquece, Ana. Não consigo nem pensar, vivo de pau duro por sua causa, não consigo mais comer minha mulher.
— Você nunca mais vai comer ela, porque seu leite é todo meu. Se eu descobrir que você comeu ela, não me vê mais.
Ana abriu as pernas e mijou no chão do escritório enquanto continuava se tocando.
— Esse é o meu lugar. Não quero mais ver sua mulher aqui, entendeu?
Gonzalo concordou com a cabeça, já de pau duro, se preparando pra foder a Ana.
— Liga pra ela e fala que hoje à noite não dorme em casa.
Enquanto falava isso, Ana enfiou o braço da cadeira no cu e se mandou a segunda siririca.
Gustavo não acreditava no que via e não conseguia parar de pensar. Na hora, ligou pra mulher e deu uma desculpa de que um amigo tinha perdido um parente:
— Hoje não vou pra casa, vou direto daqui, é no interior. — Desligou na hora.
A mulher começou a ligar de volta, provavelmente pedindo explicação. Gustavo atendeu:
— Agora não posso falar, tô com um cliente. — E desligou de novo.
A mulher ligou outra vez, e quando Gonzalo ia pegar o telefone, Ana se adiantou e enfiou o celular na buceta até parar de tocar.
Gonzalo Enlouquecido, quisera comer ela.
Hoje você só vai se masturbar, Ana começou a esfregar o corpo por cada canto do escritório, passava as tetas no rosto de Gustavo, que desesperado tentava chupá-las.
De agora em diante, você só vai comer comigo – enquanto dizia isso, se masturbava e deixava jorrar prazer da sua pussy, que ia encharcando todo o escritório.
Esfregava a pussy molhada na cara de Gustavo, que não aguentava mais de tesão.
Quis tirar o cock, e Ana parou ele, dizendo: – eu te falei que hoje você não vai me comer –
Gustavo, obediente, guardou o cock, e Ana sentou em cima dele, deixando a calça dele encharcada.
Quero seu cock só pra mim –
Gustavo não aguentava mais, e Ana continuava esfregando a concha, deixando a calça de Gustavo realmente encharcada.
Sentou na mesa e perguntou: – quer me comer? –
Gustavo assentiu, desesperado.
Ana abriu bem as pernas e deixou cair o celular que ainda estava preso na sua pussy.
Liga pra ela, manda ela vir agora e não ouse me contradizer –
Gustavo sabia que era o fim, ou do relacionamento de anos, ou do sexo descomunal que Ana oferecia.
Tentou falar – não me diga nada, pra mim falar é só com sua mulher, comigo é só me comer –
E sentou de novo em cima de Gustavo, dando o telefone pra ele.
Gustavo, enlouquecido e sabendo que Ana cumpria o que dizia, e também sabendo que nunca mais teria uma mulher como aquela, ligou pra esposa.
Pode vir? Precisamos conversar –
Fernanda voou pro escritório do marido. Quando chegou, se deparou com a sala bagunçada, Gustavo atrás da mesa e Ana sentada, com o casacão longo tampando a nudez.
Cruzou olhares com Ana e perguntou: – não entendi, o que aconteceu? Quem é ela?
Ana, sentada, ordenou a Gustavo: – levanta –
Submisso, Gustavo se levantou, mostrando a calça encharcada.
Ana olhou desafiante pra ela: – sabe o que é isso?
Fernanda começou a entender: – filho da puta –
Ana abriu o casacão, mostrando o físico perfeito e voluptuoso. fazendo Fernanda se sentir insignificante
Começou a mijar sentada no sofá e disse: — de agora em diante, eu sou a dona do seu marido e ele só vai transar comigo. Ela se aproximou de Gustavo e sentou ele no sofá, puxou a pica dele e sentou nela – fica aí vendo por que ela me escolheu –
Gustavo nem conseguiu falar, se deixou comer por essa mulher que o tinha enlouquecido, e Ana curtia cada gozada que saía do corpo dele.
Fernanda estava paralisada, mas entendeu que nunca mais ia reconquistar o marido, ele estava cego por essa mulher descomunal que o dominava em todos os sentidos.
Não teve outra escolha senão ir embora chorando rios e pensando como em dois dias tinham roubado o marido dela.
Quando Ana terminou de comer Gustavo, disse pra ele – hoje à noite você vai me comer na sua cama –
Gustavo já não era dono de nada, Ana o manipulava como queria.
À noite, Ana se vestiu com um vestido curto e tão decotado que os peitos dela escapavam quando andava.
Quando chegou na casa de Gustavo, Fernanda ainda estava lá, incrédula com o que via, olhou pra Gustavo – você não falou que eu vinha te comer? – disse ela, mostrando os peitos com os mamilos tão duros que pareciam furar.
Ela se aproximou de Gustavo e pegou a pica dele, que incrivelmente, apesar da situação, estava com uma ereção tremenda.
Novamente fez ele sentar e, de frente pra Fernanda, enquanto se tocava nos peitos incríveis – me come pelo cu, quero que ela veja bem por que você me escolhe como mulher –
Gustavo a penetrou e, enquanto gozava e gritava de prazer como um animal, Ana pedia – conta pra puta da sua esposa como é comer uma mulher de verdade –
Ana se mexia, engolindo toda a pica de Gustavo, e enquanto isso se masturbava, jorrando rios de prazer.
Fernanda, imóvel, ficou paralisada e com os olhos cheios de lágrimas.
Quando Gustavo não aguentou mais e explodiu numa gozada que deixou ele exausto, Ana se levantou.
E se secou a buceta com a camiseta de Gustavo enquanto dizia – viu essa porra? agora é minha – se aproximou de Gustavo, mas sempre olhando nos olhos dele, começou a mijar em Gustavo – seu marido também é meu – se virou pra ficar de frente pra Fernanda de novo enquanto continuava mijando no quarto – essa A casa agora é minha, e quero você fora dela.
Gustavo via Fernanda sendo subjugada e teve uma ereção que Ana percebeu na hora.
Ela voltou a sentar na pica do macho dela e cavalgou até deixar ele sem uma gota de porra. Vê só, vadia, é assim que se come um macho. Naquela altura, Fernanda já tinha ido embora sem levar nada de casa.
Sabia onde era o negócio dele, então foi muito fácil me localizar. Apareci no escritório dele com uma jaqueta longa e, por baixo, um macacão branco super justo e semi-transparente, além de uns saltos agulha que me alongavam de um jeito incrível.
— Como você tá, Gustavo? Me reconhece?
— Claro que sim, embora te ache muito mudada.
— Pra melhor ou pra pior?
— Pra melhor! O que te traz aqui?
— Tô atrás de um emprego.
— Infelizmente não tenho nada pra te oferecer.
— Que pena, porque eu tenho tudo pra te oferecer — falei enquanto deixava a jaqueta cair.
— Tô com tesão em você há muito tempo, Gustavo, e hoje me animei a vir. Acha que pode fazer alguma coisa por mim?
Me aproximei e tirei um dos meus peitos pra fora. — São teus quando você quiser.
O Gustavo ficou vermelho e dava pra ver uma ereção bem evidente.
— E o teu marido?
— O Martin é um infeliz que nunca conseguiu me satisfazer.
Naquele momento, peguei meu celular. — Como cê tá, amor? Sabe com quem eu tô? Com o Gustavo, seu ex-sócio. Ele tem um escritório lindo. Vou tomar um café e depois vou pra casa — enquanto falava isso, sentia como eu tava molhada. Era tanta tesão que eu tava tão molhada que atravessava o tecido fino do macacão. Sentei na mesa dele de pernas bem abertas e vi o Gustavo, sem conseguir resistir, tirar a pica linda dele. Sem desligar com o Martin, coloquei a pica do Gustavo na minha boca e só tirava pra contar pro Martin como eu tava me divertindo com o ex-sócio dele. — Já sei que agora você tá de pau duro, mas se segura e me dá uma grana pra eu poder te foder. Noite, bom, vou te deixar então –
– deixa eu trancar a porta –
– deixa que eu vou – falei e me virei pra ir de quatro até ele
– sua filha da puta, você me enlouquece –
– você nunca vai comer uma mulher como eu –
Longe de ser Pablo, Gustavo cumpriu o papel: gozou duas vezes e tinha uma pica linda.
De qualquer forma, eu queria mais e o Gustavo já não conseguia me dar mais.
– que pena, você tinha começado a me esquentar – enquanto falava isso, me masturbava, deixando jorrar ondas de prazer que, claro, o Gustavo nunca tinha visto.
– Que mulher incrível que você é, não posso te ter trabalhando aqui. Minha esposa vem muito seguido e se te ver, vai ficar louca.
– hahaha, não se preocupa, amanhã a gente se vê na minha casa, oito horas, sozinho, pra jantar –
– não sei se vou conseguir ir, tenho que ver como faço com a minha mulher –
– alguma coisa você vai inventar. Te espero amanhã às 9, beijos –
– e seu marido? –
– tô pouco me fodendo pro que esse corno pensa –
Cheguei em casa depois das 10 da noite, depois de ter ido comprar roupas novas pra agradar o Gustavo na noite seguinte.
O Martin tava vendo TV e quando me sentiu chegar:
– Você é uma filha da puta, foi dar o cu pro Gustavo, sabia que eu odeio ele –
– Fui dar mesmo, e amanhã ele vem me comer aqui. Deita – ordenei.
Me despi e sentei na boca dele. Sentia escorrer o leite que o Gustavo tinha deixado dentro de mim.
– Limpa minha buceta, corno, toma toda a porra que o Gustavo me deixou. Só serve pra isso mesmo, infeliz –
O Martin tentou sair, mas eu apertei ele com força entre minhas pernas, deixando ele imóvel.
O Martin aceitou a nova derrota e começou a lamber minha buceta e tomar a porra de um novo macho alfa.
Ter ele submissa e o roçar da língua dele começou a me esquentar até me fazer gozar, molhando a cara do Martin, que tinha uma ereção da pica cada vez mais minúscula dele.
Comecei a bater uma pra ele, pronta pra sentar nela, sabendo que não ia conseguir me satisfazer, mas nem cheguei a sentar. Mal toquei e ele gozou na minha mão.
– Tá vendo porque você é um corno infeliz?
– Como homem, você é um merda – fracasso
Peguei o telefone e liguei pro Gustavo, que atendeu e falava sussurrando: "tô com a minha mulher"
— Não me importa, ou você vem agora me comer ou nunca mais me liga — desliguei sem dizer mais nada
Decidida a esperar 30 minutos e, se não, sair pra arrumar algum macho que me satisfizesse, comecei a me vestir bem putona
Não passaram nem 15 minutos e o Gustavo já tava na porta
Abri, infeliz que é o Gustavo
Quando o Martin cruzou com o Gustavo, ele não sabia o que dizer e só conseguiu cumprimentar
O Gonzalo me olhou como se buscasse uma explicação
— Não se preocupa, esse pedaço de merda já sabe pra que tá aqui: só pode limpar minha buceta com a língua e tomar o leite dos meus machos
— Preciso de um macho que me coma de verdade
— Tira a roupa, infeliz — ordenei pro Martin
Ele ficou nu com o pau pequeno e murcho, já sem leite
O Gonzalo puxou o pau dele pronto pra me comer
— Quero todo o seu leite no meu cu — enfiei o pau inteiro no meu cu faminto até deixar ele cheio de porra, o Gustavo já não tinha mais nada pra me dar e eu continuava pedindo mais
O Gustavo colocou primeiro um dedo e não parou até enfiar a mão inteira e chegar no antebraço, tudo dentro do meu cu que cada vez se dilatava mais e pedia mais
O Gustavo se recuperou e conseguiu outra ereção
— Filha da puta, nunca ninguém conseguiu que eu gozasse três vezes
O Martin nos olhava, mas o pau dele continuava murcho
— Olha como esse macho me come, infeliz — olha como eu como esse pau que já tá duro de novo, pedaço de merda
O Gonzalo se juntou pra humilhar ele ainda mais
— Que mulher você tem, Martin — pena que você não sabe aproveitar
Ele me comeu por mais meia hora até ficar exausto e eu tomar todo o leite dele
Quando terminamos de transar — Martin, você já sabe o que tem que fazer
Sentei na cara dele e apertando forte minhas pernas, deixei ele praticamente sem ar
— Limpa minha buceta, cuck — toma até a última gota de leite
O Martin, sufocado pela falta de ar, tentava abrir minhas pernas, mas não tinha força
O Gonzalo não acreditava no que via
- puta filha da puta me deixa louco-
- amanhã às 8 da manhã te quero aqui quero mais leite dessa pica-
- Sim puta amanhã vou estar aqui
Às oito da manhã Gonzalo bateu na porta e Martin, completamente nu e com um cinto de castidade, abriu a porta pro novo macho da Ana
Ana estava sentada de costas numa cadeira quando sentiu que Gonzalo se aproximou, foi se levantando devagar deixando sair da sua buceta um consolador gigante que já estava encharcado com a porra que escorria da sua buceta
- puta, você não para de me surpreender
Sentei de novo no consolador e pedi pro Gonzalo me comer pelo cu
Enquanto eu gozava sem parar, coloquei a pica do Martin que estava encapsulada no cinto de castidade e que não deixava ele sentir nada e também não deixava ela crescer. Martin se contorcia de dor e me pedia por favor pra tirar o cinto
- Pedaço de merda, vem que vou te fazer gozar como a puta que você é
Enquanto Gonzalo me comia o cu e com o consolador na buceta, enfiei um dedo no cu do Martin que, desesperado de tesão, buscava ter um orgasmo desse jeito
- puta perversa, nunca ninguém me fez gozar tanto-
Martin conseguiu gozar enquanto Gonzalo continuava me comendo o cu já no segundo gozo dele
Quando acabou e eu não aguentava mais
- Hoje às 12 vou no seu escritório, quero que me coma lá
- Hoje não vou poder, tenho que almoçar com minha mulher ao meio-dia-
- Ok então não venha mais
- Não seja filha da puta, Ana
- Ou a gente se encontra às 12 no seu escritório ou não venha mais. Liga agora pra sua mulher e resolve agora
Gonzalo não hesitou, pegou o telefone e ligou pra esposa – hoje não vou poder te encontrar, amor, tenho muito trabalho-
Enquanto falava com a mulher, Ana estava chupando a vara dele e Gonzalo conseguiu outra ereção
Ana ria e o masturbava, dava pra ouvir os questionamentos da mulher do Gonzalo, mas ele teve que desligar porque não aguentava o prazer que ela causava Ana com a boca e começou a gemer até conseguir uma nova gozada.
Ana ficou olhando pra ele enquanto engolia todo o sêmen do seu novo macho, e tava tão tesuda que sentou de novo no consolo pra se acabar mais uma vez na frente dos olhos incrédulos do Gustavo.
Ao meio-dia, Ana tava no escritório do Gustavo. Tinha ido com uma regata decotada e sem sutiã, que deixava os bicos dos peitos enormes bem durinhos. Usava uma saia longa com uma fenda que mostrava a virilha quase até a buceta, e, como sempre, tava sem calcinha.
Quando Gustavo viu ela, sabia que tinha que dar um jeito, aquilo tava escapando das mãos dele.
— Não, Ana, não dá pra vir assim aqui.
Ana ria enquanto, de pernas abertas, se tocava na xota e já se mandava a primeira siririca.
— O que você não gosta?
— Você me enlouquece, Ana. Não consigo nem pensar, vivo de pau duro por sua causa, não consigo mais comer minha mulher.
— Você nunca mais vai comer ela, porque seu leite é todo meu. Se eu descobrir que você comeu ela, não me vê mais.
Ana abriu as pernas e mijou no chão do escritório enquanto continuava se tocando.
— Esse é o meu lugar. Não quero mais ver sua mulher aqui, entendeu?
Gonzalo concordou com a cabeça, já de pau duro, se preparando pra foder a Ana.
— Liga pra ela e fala que hoje à noite não dorme em casa.
Enquanto falava isso, Ana enfiou o braço da cadeira no cu e se mandou a segunda siririca.
Gustavo não acreditava no que via e não conseguia parar de pensar. Na hora, ligou pra mulher e deu uma desculpa de que um amigo tinha perdido um parente:
— Hoje não vou pra casa, vou direto daqui, é no interior. — Desligou na hora.
A mulher começou a ligar de volta, provavelmente pedindo explicação. Gustavo atendeu:
— Agora não posso falar, tô com um cliente. — E desligou de novo.
A mulher ligou outra vez, e quando Gonzalo ia pegar o telefone, Ana se adiantou e enfiou o celular na buceta até parar de tocar.
Gonzalo Enlouquecido, quisera comer ela.
Hoje você só vai se masturbar, Ana começou a esfregar o corpo por cada canto do escritório, passava as tetas no rosto de Gustavo, que desesperado tentava chupá-las.
De agora em diante, você só vai comer comigo – enquanto dizia isso, se masturbava e deixava jorrar prazer da sua pussy, que ia encharcando todo o escritório.
Esfregava a pussy molhada na cara de Gustavo, que não aguentava mais de tesão.
Quis tirar o cock, e Ana parou ele, dizendo: – eu te falei que hoje você não vai me comer –
Gustavo, obediente, guardou o cock, e Ana sentou em cima dele, deixando a calça dele encharcada.
Quero seu cock só pra mim –
Gustavo não aguentava mais, e Ana continuava esfregando a concha, deixando a calça de Gustavo realmente encharcada.
Sentou na mesa e perguntou: – quer me comer? –
Gustavo assentiu, desesperado.
Ana abriu bem as pernas e deixou cair o celular que ainda estava preso na sua pussy.
Liga pra ela, manda ela vir agora e não ouse me contradizer –
Gustavo sabia que era o fim, ou do relacionamento de anos, ou do sexo descomunal que Ana oferecia.
Tentou falar – não me diga nada, pra mim falar é só com sua mulher, comigo é só me comer –
E sentou de novo em cima de Gustavo, dando o telefone pra ele.
Gustavo, enlouquecido e sabendo que Ana cumpria o que dizia, e também sabendo que nunca mais teria uma mulher como aquela, ligou pra esposa.
Pode vir? Precisamos conversar –
Fernanda voou pro escritório do marido. Quando chegou, se deparou com a sala bagunçada, Gustavo atrás da mesa e Ana sentada, com o casacão longo tampando a nudez.
Cruzou olhares com Ana e perguntou: – não entendi, o que aconteceu? Quem é ela?
Ana, sentada, ordenou a Gustavo: – levanta –
Submisso, Gustavo se levantou, mostrando a calça encharcada.
Ana olhou desafiante pra ela: – sabe o que é isso?
Fernanda começou a entender: – filho da puta –
Ana abriu o casacão, mostrando o físico perfeito e voluptuoso. fazendo Fernanda se sentir insignificante
Começou a mijar sentada no sofá e disse: — de agora em diante, eu sou a dona do seu marido e ele só vai transar comigo. Ela se aproximou de Gustavo e sentou ele no sofá, puxou a pica dele e sentou nela – fica aí vendo por que ela me escolheu –
Gustavo nem conseguiu falar, se deixou comer por essa mulher que o tinha enlouquecido, e Ana curtia cada gozada que saía do corpo dele.
Fernanda estava paralisada, mas entendeu que nunca mais ia reconquistar o marido, ele estava cego por essa mulher descomunal que o dominava em todos os sentidos.
Não teve outra escolha senão ir embora chorando rios e pensando como em dois dias tinham roubado o marido dela.
Quando Ana terminou de comer Gustavo, disse pra ele – hoje à noite você vai me comer na sua cama –
Gustavo já não era dono de nada, Ana o manipulava como queria.
À noite, Ana se vestiu com um vestido curto e tão decotado que os peitos dela escapavam quando andava.
Quando chegou na casa de Gustavo, Fernanda ainda estava lá, incrédula com o que via, olhou pra Gustavo – você não falou que eu vinha te comer? – disse ela, mostrando os peitos com os mamilos tão duros que pareciam furar.
Ela se aproximou de Gustavo e pegou a pica dele, que incrivelmente, apesar da situação, estava com uma ereção tremenda.
Novamente fez ele sentar e, de frente pra Fernanda, enquanto se tocava nos peitos incríveis – me come pelo cu, quero que ela veja bem por que você me escolhe como mulher –
Gustavo a penetrou e, enquanto gozava e gritava de prazer como um animal, Ana pedia – conta pra puta da sua esposa como é comer uma mulher de verdade –
Ana se mexia, engolindo toda a pica de Gustavo, e enquanto isso se masturbava, jorrando rios de prazer.
Fernanda, imóvel, ficou paralisada e com os olhos cheios de lágrimas.
Quando Gustavo não aguentou mais e explodiu numa gozada que deixou ele exausto, Ana se levantou.
E se secou a buceta com a camiseta de Gustavo enquanto dizia – viu essa porra? agora é minha – se aproximou de Gustavo, mas sempre olhando nos olhos dele, começou a mijar em Gustavo – seu marido também é meu – se virou pra ficar de frente pra Fernanda de novo enquanto continuava mijando no quarto – essa A casa agora é minha, e quero você fora dela.
Gustavo via Fernanda sendo subjugada e teve uma ereção que Ana percebeu na hora.
Ela voltou a sentar na pica do macho dela e cavalgou até deixar ele sem uma gota de porra. Vê só, vadia, é assim que se come um macho. Naquela altura, Fernanda já tinha ido embora sem levar nada de casa.
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