Nov. 2018 Aos 24 anos, por questões da vida e como talvez aconteça com muitos jovens, continuamos virgens por diferentes motivos. Muitos esperam o amor verdadeiro, aquela pessoa para quem possamos dar tudo e de tudo. Acabei entendendo a realidade tarde: amor, sexo e amizade. Três coisas diferentes que você precisa experimentar separadamente. Depois, juntar tudo na sua "pessoa ideal". Então, assim que consegui separar o amor do sexo na minha mente, decidi me aventurar com putas. Foi um impulso tão grande que, mal saí do trabalho, não pensei duas vezes. Fui para um puteiro que me recomendaram em outro fórum. Cheguei lá pelas 7h da noite, foi um saco achar estacionamento, então tive que andar umas quadras, até que voilà! Encontrei o puteiro, um portão grande cinza, com um buraco no meio pra ver que tipo de pessoa ia entrar. Toquei várias vezes e ninguém atendia. Tinha uns comércios por perto, era óbvio que os vizinhos sabiam que era um puteiro, não liguei muito porque não costumo passar por ali. Abriram a porta, me revistaram na frente de uma câmera de segurança e me ofereceram uma bebida. A sala era tipo 5x5, com muitas luzes rosa, uma cortina vermelha grande onde ficam as minas e um minibar com bebida. Sentei num sofá vermelho enquanto o cara chamava as acompanhantes. Saíram umas 8 de biquíni me olhando. Entre todas, fixei o olhar numa que me encantou: um rostinho lindo, cabelo preto, peitos pequenos e uma raba enorme, e o melhor de tudo, sem cirurgia. Chamei ela, as outras minas foram embora e a gente conversou o seguinte: — "Hoje você vai ser minha professora, sou revirgem nisso." — "Fica tranquilo, bebê, você acertou em cheio." Paguei a taxa, ela se mandou por um momento. Enquanto esperava, tinha uma TV passando pornô da Esperanza Gomez e mais gente chegando pra pegar minas. — "Voltei!" Disse Natasha (vou chamar ela assim) com um sorriso safado enquanto carregava Seu kit gostoso. Ela me pegou pela mão e me levou pra um quarto que era bem pequeno, tinha uma TV, um ventilador, uma cama e um chuveiro. Decidi tomar um banho antes de começar, fiquei meio sem graça porque o chuveiro era transparente. Quando saí, ela colocou uma música, e enquanto eu estava pelado, pediu pra eu virar de costas pra fazer uma massagem. "Relaxa, aqui você vai desestressar, nem que seja por um tempinho." Passou as mãos por todo o meu corpo, enchendo de creme, e aí senti que ela começava a se despir e pediu pra eu virar. Ela subiu em cima de mim enquanto a gente começava a se beijar, comecei a acariciar o corpo dela, os peitos dela, passava minhas mãos pelas costas dela. Na minha mente, parecia inacreditável, porque o eu de algumas horas atrás não faria algo assim. Durante o beijo, ela começou a se mexer em cima do meu pau pra ele ficar duro. Pedi pra chupar os peitos dela antes de começarmos. Ela se deitou de lado e eu fui chupar um por um, dando lambidas em círculos, sugando e tocando. Ela abriu a camisinha, colocou em mim e começou a me fazer um boquete. Lambeu meu pau com tanta dedicação, tentava fazer garganta profunda, mas parecia não ter praticado muito. Me olhava nos olhos, com uma piscadinha e um beijo. Depois subiu em cima de mim, enfiou meu pau na buceta dela, enquanto se mexia devagar. A gente continuava se beijando, e eu aproveitava cada momento pra brincar com a bunda dela, amava aquilo. Ela começou a pular em cima de mim, se mexendo cada vez mais forte, e cada vez meu pau ficava mais duro, quando de repente ela parou e tirou ele, dizendo: "Você gozou!?" "Você me subestima." Me olhando com malícia, ela enfiou de novo e começou a pular mais forte. Sinto meu pau deslizando com mais intensidade enquanto os gemidos dela aumentam. Aí eu paro ela e falo que quero dar de quatro. Não conseguia enfiar direito, ela sempre me ajudava nisso kkk. Continuei metendo enquanto aumentava meu ritmo mais e mais. Aquela posição me deixou exausto, não sabia que cansava tanto. (Preciso de academia, definitivamente.) Tirei meu pau de dentro dela, e ela começou a me masturbar de novo. Consegui ver que, enquanto ela se sentava, a buceta dela estava muito molhada, escorrendo os sucos dela, o que me motivou ainda mais. Falei pra ela me ensinar a masturbá-la, enquanto ela fazia o mesmo comigo. Continuamos nos masturbando, e me deu vontade de passar o dedo molhado no cu dela. Quando ela sentiu, me olhou com uma cara de "Não, bebê, por aí não". Ela tirou a camisinha e começou a me masturbar com mais força pra ver se eu gozava, mas eu não conseguia. Olhei o relógio e vi que já tava quase no fim do tempo (nunca pensei que teria tanto controle sobre meu pau). Ela já parecia entediada, então colocou outra camisinha e sugeriu outra posição. Ela colocou a bunda linda dela bem na minha frente, enquanto eu metia de novo. Ela começou a pular com mais vontade do que antes e a gemer mais alto, enquanto eu segurava as nádegas dela e brincava com os quadris dela. Eu sempre tentava acompanhar o movimento dela. Aí me lembrei de uma frase de um amigo: "Se não parece que tá mascando chiclete, não tá fazendo direito". Às vezes eu ria sozinho enquanto metia, era engraçado. Mudamos de posição. Ela se deitou do meu lado, virou de costas, pegou meu pau e enfiou de novo. Enquanto eu me mexia, segurava os peitos dela e beijava o pescoço dela. Essa posição me motivou tanto que eu gozei, não aguentei mais. Levantamos com os corpos suados e nos olhamos com cara de prazer. Natasha me olhou com um sorriso e disse: "Foi um round muito bom." Ela piscou o olho e me deu um beijo. No final, tomamos banho separados, conversamos um pouco, passamos alguns minutos a mais. Demos um beijo de despedida, enquanto ela dizia: "Obrigada, volte sempre." E fim.
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