A prima gostosa da minha esposa

Ela, a prima da minha esposa, por quem comecei a sentir atração. Tudo começou quando a conheci, mas não éramos tão próximos. A gente conversava, mas não tinha confiança nem nada, mas eu gostava dela. Nós dois com 30 anos. Ela é loira, mas não muito, só loira mesmo. Olhos azuis claros, 1,65m, pele branca. Não é gorda, embora reclame do peso. Pra vocês terem uma ideia: 80, 65, 75 mais ou menos. Com isso já dá pra ver que a bunda dela é o que mais chama atenção. O corpo dela tem estrias por causa das duas gestações. A filha dela ficou muito amiga das minhas filhas, e isso fez com que ela passasse mais tempo em casa, provocando em mim uma reação normal em qualquer homem: eu comecei a gostar dela. No começo, achei que conseguiria me controlar. Assim passou um tempo, até que um dia ela me mandou uma mensagem. Não lembro o motivo, mas a conversa fluiu e eu gostei. Isso fez a gente continuar se falando todo dia e criando mais intimidade. Chegou um ponto em que eu só queria chegar no trabalho pra poder escrever pra ela com mais tranquilidade. Não passava de mensagens normais, até o momento em que criei coragem e falei que gostava dela. Naquele dia, ela não respondeu mais, e eu fiquei na dúvida se ela ia contar ou mostrar aquela mensagem pra minha esposa. Mas não. No dia seguinte, ela me escreveu e disse que não esperava aquilo de mim. Perguntei se a situação incomodava ela, e ela disse que não. Então continuei insistindo, buscando a tática certa pra não quebrar aquela pontinha de conexão que eu tinha conseguido. Com o passar dos dias e da minha insistência, ela me contou que estava tendo um problema com a mãe dela e que ia sair de casa pra alugar um lugar, e que o namorado ia ajudar com o aluguel e outras coisas. Achei até bom, porque elas vinham tendo muitos problemas, mas fiquei pensando na parte do namorado. Eu sabia que era óbvio que ela estava com alguém, mas ouvir ela chamar ele de namorado me deixou com uma sensação estranha. E, mais ainda, isso despertou ainda mais meu interesse. Segui em frente com as mensagens. Lembro que elas subiram de tom num fim de semana em que eu estava no turno da noite e ela estava sozinha em casa. Tanto que criei coragem e pedi umas fotos. Nada muito ousado, só busquei aquele tipo de mensagem típica dela. dizendo aqui deitada sozinha e eu falando rápido não acredito que ela tirou uma selfie na cama dela, olhei um tempão pra foto e depois apaguei, ela pediu pra evitar problemas. tirei outra já mostrando sem querer (ou não) o elástico da calcinha fio dental, aí falei o quanto eu gostava e as coisas que faria com ela se pudesse, e ela só mandava emojis tipo o macaquinho tapando a boca ou a carinha pensativa. naquela noite algo mudou, na despedida ela disse: "te mando um beijo, vou dormir, amanhã acordo cedo e vou na sua casa!" e emojis sorrindo seguidos dos de beijo com coração. no outro dia acordei e ela já tava em casa tomando chimarrão com a minha mulher. tomei dois ou três e fui pra cidade resolver umas coisas. quando ia voltar de manhã, ela mandou mensagem perguntando se eu tinha apagado as fotos. falei que sim, mesmo não querendo. ela perguntou por quê, e eu disse que gostava muito delas. ela volta com os emojis e fala: "tô com vontade de te dar uma coisa, mas não tenho coragem". perguntei por quê, e não tive resposta. já tinha que voltar, pensando que podia ser pagar a conta do celular dela ou algo assim, coisas que passaram pela minha cabeça. aí ela diz: "deixo no banheiro, na sua bolsa de trabalho". não achei estranho, e ela disse que à noite não ia entrar no WhatsApp nem nada porque o namorado dela vinha. quando cheguei em casa, procurei ela com o olhar, mas nada. fui no banheiro curioso, procurando o que ela disse, e nada. falei: "talvez não teve coragem ou sei lá". assim passou meu dia até eu ir pro trabalho. depois de umas horas entediado, decidi procurar melhor na minha bolsa. no bolso onde guardo o cartão de ponto do trabalho, estava bem dobrada e escondida a calcinha fio dental vermelha dela, a das fotos, a daquela noite, a que tanto desejo despertou em mim. só de ver, tive uma ereção como nunca tive, foi uma sensação incrível. mais ainda, não acreditava no que tava vendo. peguei ela, olhei, cheirei e senti um aroma especial, algo que me deixava a mil. acho que cheirei a noite inteira e ficava pegando no celular. pra escrever pra ela, mas ela tinha me bloqueado. percebi porque a foto de perfil dela não aparecia mais, mas pouco me importava naquela noite, já era mais do que eu imaginava. na noite seguinte, ela me escreve e eu pergunto como ela está, tentando evitar o assunto, mas (um tudo errado) dela me trava porque pergunto e ela me diz: discuti muito com o Lucas, o namorado dela, ontem à noite. ah, que merda, respondi. sim, ele me falou um monte de coisas e eu mandei ele embora, mesmo sabendo que preciso da ajuda dele pro aluguel e outras coisas. respondi que no que eu pudesse, ia ajudar ela, que talvez se resolvesse logo, e ela me diz: tomara. assim, continuamos conversando sobre a briga dela e o motivo. ela me contou que o cara era casado e tinha atitudes com os meninos que ela não gostava, e por aí foi. perguntei quando era a data de pagamento do aluguel e falei que não tinha problema, que podia segurar ela por uns meses. ela agradeceu e disse que tinha vergonha de chegar nesse ponto, mas que eu era o único que podia ajudar, já que com a mãe dela não dava pra contar e o trabalho dela não dava conta. ao me dizer isso, me gerou mais interesse, mas a coisa foi por outro lado. nos dias seguintes, nada do que eu procurava, só emprestei o ouvido e falava que tudo ia ficar bem. o tempo passou, eu continuei nesse lugar de amigo que dava uma mão, mas de repente, sem esperar, ela me pergunta: o que você fez com meu presente? aí eu procurei no meu cofre do trabalho, onde guardava, e cheirava, olhava sempre que podia. mandei uma foto e falei: bem guardado e cuidado. e ela disse: melhor assim. falei que se sentisse falta dela, podia emprestar. e ela disse: tenho outra agora, vestida. e me manda uma foto das costas e da bunda com a tanguinha enfiada na bunda, mas não muito. respondo com o emoji da carinha babando e ela diz: troco pela vermelha. rapidinho falo: beleza. e ela diz: vem pra casa hoje à noite e a gente faz a troca. falei: ok, e já comecei a bolara mentira pra poder ir. um colega de trabalho me deu cobertura e à 01h ela me mandou uma mensagem perguntando se eu podia cobrir ele a partir das 02h, porque ele tinha alguém. Doente, e eu entrei das 2 da manhã até meio-dia. Deu certo e consegui ir. Confirmei o horário com ela, se podia ser, e ela disse que era melhor assim, porque os meninos já estavam dormindo. Não via a hora chegar, mas chegou. Peguei a bolsa onde levava meu tesouro e fui. Quando cheguei, ela estava no portão de casa. Já ia fazer a troca, mas ela disse: "Entra, senão alguém nos vê aqui." Meu coração disparou, mas entrei com um sorriso. E, de trás, depois de fechar o portão, ela disse: "Não ri, que não vai acontecer nada do que você está pensando." Fiquei parado perto da porta, a luz continuava apagada, e ela disse: "Não vou acender a luz, caso algum dos meninos acorde. Fala baixo, senão vão reconhecer sua voz." Murmurando, respondi: "Tudo bem, não preciso te ver, já te imaginei o suficiente." Ela sorriu e disse: "Mentiroso, fala melhor." E começou com as perguntas: o que eu gostava nela, por que faria isso com a prima dela. Falei — ou melhor, sussurrei — coisas que nem eu sabia que podia dizer, mas funcionaram. Pelo volume de voz que a gente usava, ela se aproximou tanto de mim que eu podia senti-la se fizesse algum movimento com as mãos, que já estavam inquietas, mas controláveis. Não sei o que aconteceu ou o motivo, mas senti que ela colocou os braços no meu ombro, fazendo uma leve força, me puxando para perto. Entendi que era a hora. Beijei ela. Foi um momento gostoso. Ela correspondeu ao beijo, me pegou pela mão e disse: "Vem." Fomos para uma espécie de lavanderia, mais afastada, mas ainda dentro de casa, que continuava escura. Com timidez, comecei a tocar ela, levantar a camiseta dela, beijar os peitos com força, morder os bicos, e ela soltava gemidinhos baixos. Fiquei um tempo assim. Coloquei ela em cima de uma mesa ou sei lá o que era, e comecei a beijar de novo, descendo até os peitos, puxando o short dela e arrastando a calcinha junto. Foi assim que aconteceu: com ela levantando um pouco a bunda, quando a roupa caiu, eu também caí entre as pernas dela. Beijei, chupei os sucos dela, que eram muitos. E como ela estava bem depilada, minha boca se movia com total liberdade na buceta dela. buceta num movimento e com a ajuda das minhas mãos, consegui levantar a rabeta dela e as pernas, deixando exposta pra minha boca a bunda dela, que não hesitei em beijar. Senti o gosto dos sucos dela mudar e a agitação dela confirmou isso. Rápido, com as mãos, esperando ela se recuperar, consegui colocar a camisinha e meter com força. Senti ela se agarrar nas minhas costas e eu queria penetrar mais, mas não me mexia, sabia que qualquer movimento, por menor que fosse, ia me fazer gozar. Mas não contei com os movimentos dela: ao enrolar as pernas na minha cintura, não me deixava muita liberdade, e ela se mexia de um jeito que fazia o atrito ser delicioso. A altura em que ela estava era grande, então, de tanto ficar quase na ponta dos pés e sem ter o preparo necessário nas pernas pra aquilo, acabei me cansando, mas jamais ia falar ou me mexer. Ela era quem fazia tudo, e eu deixava. Com minha boca na dela, quase abafando os gemidos, gozei de um jeito único, e ela ao mesmo tempo ficou agitada, exausta e sorrindo, e eu na mesma agitação. Ela desceu da mesa, nos limpamos e continuamos nos beijando até umas 3h30, que era o horário que eu calculei que precisava sair pro meu trampo. Nos despedimos com um abraço e um beijo, e fui embora. Depois de algumas horas, percebi que nunca fizemos a troca, então isso serviu de desculpa pra voltar na semana seguinte, onde a paixão e o sexo bom também foram protagonistas por algumas horas, mas conto isso outra hora. Valeu por ler.

3 comentários - A prima gostosa da minha esposa

muy buen relato
Gracias si puedo adjunto alguna foto de ella
Dale para ver su hermoso culo como dijiste
Buen tema...me sucedio algo similar pero con la amiga de mi mujer..me invitaba mate a la amañana..quedaba a dormir y bueno un dia en su pieza la encule y la cogi..varios meses mientras mi jermu laburaba..hasta que se tuvo que ir..creo que mi jermu sospecho algo..igualmente me encuentro con ella en su ciudad de tanto en tanto..unas lolas tiene la mina..uff!! buen relato..en los mios encontraras la que te comente..
Gracias! hay lo leo