Estávamos quase entrando no carro, a Ingrid ia nos servir de guia pra ver uma Missão dos tempos dos jesuítas que evangelizaram os guaranis que viviam naquela época, a Erika ficava com o menino, mas no último minuto me pediu um favor.
Não sei como te dizer isso, Pepe, a Corina me disse que você é bom e se vira pra arrumar tudo, minha máquina de costura quebrou e tenho que entregar um pedido de bonequinhas guaranis amanhã, sei que não tenho desculpa, mas te imploraria pra dar uma olhada antes de ir.
Não se preocupa, mas te aviso que sou aprendiz de muita coisa e mestre de nada, se for um defeito fácil, beleza, mas senão…
Faz o melhor que puder.
Olhei pros outros e dei de ombros, entrei na casa e olhei a máquina de costura, o fio tinha embolado por dentro e tinha uma bagunça impossível de resolver num instante, olhei pra Erika, mas ela me fazia uns olhos de “por favor” que não pude recusar, saí e falei pra eles.
Desculpa, galera, a máquina vai dar um bom trabalho, fico chateado de não ir, mas a Erika vai ficar mal se eu não arrumar e me sentiria péssimo por não ajudar ela, de quebra também cuido do Javi, depois me contam o que viram, tirem fotos.
Os outros com cara de decepção entraram no carro e saíram pra estrada, dentro de casa, em cima de um tapetão gigante rodeado de todo tipo de coisa, o Javi tava entretido, a Erika, muito afobada, tirou tudo em volta da máquina de costura e me trouxe as ferramentas que tinha, que não eram muitas, como era um trabalho de paciência e delicado, tirei a camisa e me preparei pra passar a tarde. Ela queria ajudar de todo jeito, se sentia péssima por ter me tirado do passeio, me perguntava sem parar como podia ajudar e no final, pra não ouvir ela, falei pra segurar uns fios que iam saindo da bagunça que tinha, a mulher inclinada sobre a máquina e uma luz auxiliar pra enxergar melhor de perto me davam uma vista ideal do decote dela, eu tava Inquieto, eu ficava olhando, esticando o pescoço pra encontrar a melhor posição e ver mais peito. Não devo ter sido muito discreto, porque a Erika disse que ia ali um momento pegar alguma coisa e, quando voltou, continuou fazendo a mesma coisa. Demorei um pouco por estar concentrado na bagunça que tinha na linha da agulha, mas quando levantei a vista, meus olhos mergulharam de novo no decote da mulher. Com a luz batendo e eu atrás da telinha, vi o lindo par de peitos da Erika, agora por completo. Ela tinha tirado o sutiã e estava só com um roupão leve abotoado na frente. Entre os dois peitos separados, dava pra ver até embaixo do umbigo. De começo, desviei o olhar, mas depois a curiosidade falou mais alto e eu reparei nos mamilos largos que coroavam as pontas. Eram redondos, seguindo o formato de cone dos peitos, e só na pontinha dava pra ver o bico do mamilo, um pouco mais escuro que a aréola.
A Erika continuava no trabalho dela até que eu fiquei parado um instante, vidrado nos peitos dela, e ela disse:
— Gostou do que viu? Não são peitos de uma jovem, mas te garanto que são tão vivos quanto os das minhas filhas.
— … Eu comeria eles agora mesmo…
— Isso é um elogio ou uma proposta?
— Isso é um desejo desesperado.
— Às vezes os desejos se realizam…
— E o que precisa fazer pra realizar eles?
— Só abrir meu vestido e fazer com eles o que você quiser.
Ela se ergueu, deu a volta na máquina de costura e ficou de pé na minha frente. Eu abri espaço entre minhas pernas, e ela se aproximou até quase me tocar. Com minhas mãos, fui soltando os botões um por um. Com as experiências que já tinha, não me atrevi a ir direto e fui passo a passo. Ela olhava nos meus olhos enquanto minhas mãos abriam cada botão. O vestido ia se separando e deixando o decote mais largo. Já dava pra ver o começo dos peitos, mas cada um ia pra um lado. Dava pra sentir a dureza deles, embora eu ainda não ousasse tocar. Não tinha canalinho, estavam tão separadas que o esterno cada vez era mais largo, mas pelos lados eu continuava descobrindo mais e mais peito, quando já faltava um terço, ela encolheu os ombros e o vestido escorregou, ficando só preso na cintura, os dois peitos apareceram ao mesmo tempo, como eu tinha imaginado, eram cônicos, mas no final se erguiam tomando forma de chifre, as aréolas deixavam a ponta rombuda, mas o mamilo marcava o centro.
Erika se aproximou de mim pra eu escolher qual queria chupar primeiro, embora iguais, não eram gêmeas, e escolhi o que parecia mais alto, coloquei os lábios sobre a aréola e aspirei, minha boca se encheu de carne macia mas firme, tive que abrir as mandíbulas pra caber o máximo possível e Erika se abraçou na minha cabeça, do lado do meu rosto eu sentia na bochecha o outro peito parecido, fiquei chupando a teta até o mamilo tomar forma de azeitona, ela mesma me ofereceu a outra, tratei igual e quando tirei da boca tinha um círculo vermelho mais largo que a aréola, enquanto chupava o segundo peito eu ia desabotoando o que faltava, o vestido caiu no chão me deixando ver a lingerie que ela usava, não esperava ver um modelo tão sexy naquelas bandas e, pegando ela pela cintura, afastei pra admirar o triângulo que a calcinha formava no quadril dela.
Gosto que você aprecie coisas bonitas, sempre gostei de peças íntimas e essa não tive chance de estrear, coloquei pra você, sei que vai curtir.
Puxei ela pra mim e me levantei da cadeira, ela se ajoelhou e foi soltando meu cinto, a calça caiu junto com a cueca, meu pau saltou na frente do rosto dela e ela ficou olhando, não tocou, mas me pegou pelas nádegas e foi me puxando pra perto, enquanto abria a boca conforme minha cabeça pressionava os lábios dela, foi enfiando o pau como se fosse a buceta dela, eu via centímetro por centímetro entrando sem parar, os lábios se esforçavam pra admitir aquele diâmetro, mas ela continuava aspirando, de cima eu via os muslos dela dela agachada e os peitos quase roçando os braços dela, entre as duas, meu pau entrando na boca dela sem parar um segundo pra respirar, quando o nariz dela encostou no meu púbis, ela deu uns engasgos leves mas aguentou, senti a língua dela pressionando meu pau contra o céu da boca, ela pegou minhas bolas com as duas mãos e segurou como se fosse uma oferenda pros deuses, a cabeça dela começou a se mover, tirando e colocando o tronco até a glande e engolindo de novo, os olhos dela lacrimejando e eu sentei na cadeira, juntei as pernas e puxei ela pra perto de mim.
Ela abriu as pernas me rodeando mas quis tirar a calcinha linda dela, eu falei que não e quando ela ficou na vertical do meu pau, eu desviei o elástico da calcinha preta de tule dela e deixei o caminho livre pra ela sentar em cima de mim, o pau tava molhado de saliva e não teve resistência da parte dela, igual tinha engolido meu pau agora eu enfiava sem parar de olhar nos olhos dela, quando ela sentou nos meus músculos, deu uns tremores nela e ela teve que me abraçar, a cabeça dela junto da minha, os peitos dela quase debaixo das minhas axilas e as unhas dela cravando nas minhas costas, tive que me mexer um pouco pra evitar marcas que a Elena pudesse interpretar depois.
Depois de se recuperar do orgasmo inaugural, ela resolveu aproveitar aquele pedaço de carne dura e quente que a preenchia e, colocando as mãos nos meus ombros, começou a pular, mais do que pular era cavalgar porque ela chegava a se inclinar sobre mim, esfregando os peitos que eu segurava.
A gente tava sozinho, o Javi continuava com uma série de bonequinhas e trecos étnicos que tinham dado pra ele, então a Erika quis que a foda fosse totalmente expansiva, ela se virou e me deu as costas, enfiou o pau de novo, dessa vez de uma vez, e continuou cavalgando com as mãos nos joelhos, eu só tinha que passar as mãos por debaixo dos braços dela e amassar os peitos em cone, ela gozou de novo e dessa vez nem parou de cavalgar, afundou a cabeça quase entre os joelhos e aguentou as cãibras que sacudiam ela, quando já conseguia controlar os movimentos, ela se endireitou e se recostou no meu peito, eu não soltava os peitos dela por nada, ela virou a cabeça e me disse no ouvido:
Pepe, quero que você me coma o cu, hoje quero transar de todas as maneiras possíveis, vou lembrar de você pra sempre.
Eu nem cheguei a responder, Erika se levantou com cuidado e, com o mesmo cuidado, trocou meu pau da buceta dela pro cu dela, foi segurando ele na vertical enquanto ia enfiando, era admirável a capacidade de dilatação da Erika ou de sacrifício, nunca vou saber, mas ela enfiou o pau inteiro de uma vez até sentar nas minhas bolas, o cu dela envolvia meu tronco comprimindo, eu sentia nas minhas veias inchadas, mas os movimentos ondulantes continuaram.
Pepe, é possível que você ainda não tenha gozado?
Pra mim, o maior prazer é ver você gozar.
Obrigada por fazer durar esses momentos tão gostosos, mas me diz o que você gosta, o que você quer que eu faça, sou toda sua, não quero que você pense que agora que eu tô satisfeita já me esqueci de você.
Obrigado por ser tão considerada, eu gosto de tudo em você e seu prazer foi o meu, embora pra mim o melhor da mulher sempre seja a buceta, é pra isso que ela foi feita, mas não tenho nenhuma proteção, não queria que você engravidasse.
Sabe de uma coisa? Não me importaria se você me engravidasse, aqui em Misiones eu seria feliz criando um pequeno, minhas filhas já são grandes, seria minha maior ilusão, mas infelizmente não pode mais, já sou velha pra isso.
Que pena, você é uma mulher encantadora, igual suas filhas, elas vão encher sua casa de netos.
Mmm, não sei, a Herta é jovem e aloprada, mas a Ingrid, eu gostaria que ela me fizesse avó, e ela também gosta de crianças, me veio uma ideia, é meio doida, mas conhecendo você… por que você não tenta foder a Ingrid? A garota te atrai, não nega, eu vi com meus olhos, você poderia engravidar ela, ninguém saberia, ela viaja bastante e você teria algo seu na Argentina.
Adorei sua ideia, te fazer avó, foder com você. Sempre que eu quisesse foder com a sua filha, é um sonho completo, mas a parada de ter um filho… e tão longe… pensa que um dia vou ter que ir embora e ficar sem ver um filho crescer e guiar ele pela vida, eu não aguentaria.
Pepe, você me atrai, me atrai como pessoa e como homem, só vou te dizer que se um dia, por circunstâncias da vida, você se sentir sozinho, eu vou ter um espaço na minha cama pra você.
Obrigado, você me fez emocionar, Erika, você é uma mulher encantadora.
Mas essa mulher encantadora vai te dar um boquete que você vai lembrar de Iguaçu pra vida toda, hahaha.
Erika, além de ser uma mulher extraordinária, cumpria o que prometia. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a acariciar minha pica de um jeito tão sutil que, quando enfiou na boca até a campainha, achei que tava fodendo ela pela buceta. Ela me deixou tirar a calcinha dela enquanto isso, e eu chupei a buceta dela também. Tivemos uma explosão controlada, ela soube me segurar no limite até que ela também estivesse pronta. Eu enchi ela de porra, e ela me molhou toda com um fluxo espumoso. Javi tinha dormido quando caímos um do lado do outro, exaustos. De repente, lembrei da máquina de costura.
Não se preocupa, Pepe, faz tempo que não uso ela, tenho uma elétrica pros meus trampos. Foi só uma desculpa pra transar com você. Desde que você olhou pras minhas tetas na primeira vez, minha buceta ficou molhada, e eu decidi que queria você dentro de mim. Agora consegui, espero que você também tenha gostado.
Adorei, Erika.
Já era quase noite quando voltaram da excursão. Javi estava brincando de novo, tinha tomado o biberão de leite materno, e a gente tinha trocado ele juntos. A Erika tava super animada pra trocar o menino, e eu deixei ela fazer.
Todos voltaram felizes, tinham visto duas Missões dos antigos jesuítas. Uma tava em ruínas, e a outra usavam pra serviços sociais. Meu filho quis me contar a história dos jesuítas nas Missões, mas mudei de assunto, eu tava mais por dentro do que ele por causa da Internet.
Me mostraram todas as fotos. Parecia mentira o trabalho que os jesuítas tinham feito até serem mandados de volta. Javier me mostrava os detalhes arquitetônicos, mas Corina tinha feito uma série de fotos dedicadas especialmente pra mim. Ela me mostrou em particular. Nelas apareciam as duas garotas juntas ou separadas. Tanto Ingrid quanto Corina tinham tirado close-ups das curvas delas. Com a roupa, não dava pra distinguir, mas Ingrid tinha feito outras fotos privadas. Num canto de um claustro, ela tinha tirado a blusa. Corina tinha disparado várias fotos em sequência, chegando cada vez mais perto até dar um zoom nos mamilos molhados pela saliva que ela tinha deixado cair sobre eles. Tinha outra que estava de costas, tinha abaixado a calça e se agachado. Os lábios apertados sobressaíam das coxas dela.
No final, guardavam duas fotos pra mim. Numa, estava a buceta da Corina. Era inconfundível: morena, depilada e carnuda. A outra foto demorei mais pra reconhecer. Era a buceta da Ingrid, mas também estava depilada como uma menina de 5 anos. Os lábios brancos e o clitóris rosado. Ela me contou que Corina tinha depilado ela porque queria que eu comesse a buceta dela de novo sem impedimentos. Falei pra ela apagar as fotos, mas ela disse que tinha subido pra "nuvem" numa pasta especial. Também me disse que faltava uma foto pra coleção: a do meu pau de pau duro e, se possível, entrando na buceta dela. Nós três rimos, mas Corina se ofereceu pra fazer. Disse até que aproveitaria e faria várias: outra no cu e outras engolindo até a campainha. Ingrid concordou e esperava o momento impaciente.
Passamos um bom tempo os três revisando as fotos mil vezes, especialmente a da Ingrid depilada. Ela só tinha se depilado uma vez na universidade, e também tinha sido a Corina que fez. De qualquer forma, ela tinha uma buceta perfeita pra qualquer uso.
Jantamos com muito apetite. A Erika estava super atenta a todos os detalhes. A filha dela, Ingrid, não se passou o detalhe e a Corina também não, as duas tinham sido fodidas de manhã e se sentiam eufóricas, mas agora era a mãe dela que apresentava esses sintomas. A filha mais nova, Herta, não dizia nada, ia na dela mas calada, os outros estavam lembrando tudo o que tinham visto na excursão. Corina e a amiga dela de vez em quando cochichavam entre si e riam, eu me fazia de desentendido mas ia dando uma olhada nas três garotas, nas bolas da Ingrid, nos cones da Erika e nas pontas da Herta.
Quando fomos dormir, minha mulher logo quis conversar, a excursão tinha agradado ela e ficou me comentando o tipo tão gostoso que a Ingrid tinha, ela tinha reparado nela quando estava perto da Corina, me contava como se eu não tivesse notado. Já estávamos descansados da grande viagem e me coloquei entre as pernas da Elena, ela já sabia o que vinha e levantou uma pra me deixar entrar, suspirou fundo quando sentiu tudo dentro. Fiquei amassando os peitos dela, fazendo comparações, cada uma das mulheres que estavam ali tinha um tipo de peito, eu gostava de todos mas era uma delícia dedicar a cada uma as carícias certas. Não sei por que, mas minha mulher gozou rápido, fazia dias que não fodíamos por uma coisa ou outra e a proximidade daquelas belezas a animava a se integrar no clube dela e me ofereceu um boquete depois de gozar que me deixou seco. O ruim é que tínhamos que acordar cedo, ali tudo era acelerado, se quiséssemos ver as Cataratas devíamos ser dos primeiros pois as filas eram enormes e o sol e a umidade eram pesados.
Herta tinha se encarregado de pegar os ingressos, conseguiu os mais baratos como se fôssemos todos argentinos e ela mesma se ofereceu pra nos guiar. Um trem turístico verde e bem devagar pra não prejudicar a natureza nos deixou na parada da Garganta do Diabo, por uma série de passarelas ficamos passeando sobre os braços do rio que de repente caíam no abismo. O O menino a gente tinha deixado com a Erika e chegamos na catarata mais impressionante, a Garganta do Diabo, era a maior massa d'água e tinha uma queda de 80 metros. O fundo não dava pra ver por causa da nuvem de água que formava ao se chocar contra as rochas, falei pra Herta.
Que maravilha!, tenho inveja de você, ficar vendo essa cachoeira tão espetacular sempre, pena que não dá pra ver de baixo.
Do rio tem um barco que sai de uma ilha e chega um pouco perto da queda, mas tem dias que não dá por causa do vento.
A gente continuou vendo, Herta explicava tudo, as quase trezentas quedas que o rio tinha e quando terminamos a parte argentina ela nos acompanhou e a gente cruzou a fronteira brasileira, não pediram nem passaporte, tamanha era a movimentação que era só uma formalidade, dizem que do Brasil as Cataratas se veem e da Argentina se sentem, era verdade, tinha muitos hotéis de grandes redes estrangeiras e muita animação, embora falassem português, naturalmente se entendia tudo muito bem, tinha gente do mundo inteiro. Herta nos levou a um mirante de onde se via as Cataratas do Iguaçu em toda sua amplitude, dali dava pra ver a Garganta do Diabo de frente e a gente amou, comemos num restaurante que Herta conhecia e nos ofereceram comida típica de Misiones, a gente se divertiu pra caramba e quando voltávamos e estávamos sozinhos, ela me disse:
Pepe, o que você me disse antes era sério?
Desculpa, a que você se refere?
A que você gostaria de ver ela de baixo, gosto que você tenha curiosidade de ver coisas bonitas.
Pode crer, sempre procuro ver tudo, em Buenos Aires já fiz várias aventuras por conta própria e olha que é uma cidade doida.
Eu nunca estive lá, adoraria ir um dia pra Buenos Aires.
Bom, se você quiser pode vir quando quiser, com certeza o Javier e a Corina vão adorar e a gente se vira com os quartos, eu se precisar vou dormir no sofá.
Nem pensar, não quero incomodar, você dormiria comigo, hahaha.
Quem me dera, dormir com um anjo. Seria tipo estar no paraíso, hahaha.
Vamos ver, não tô dizendo que não…
Quando chegamos em casa, contamos pra Erika tudo o que a gente tinha visto. Ela já era veterana e sabia tudo de cor, mas pra nós era uma novidade total. Quando levantamos da mesa, Herta me disse:
— Pensei numa coisa, mas não sei se você vai gostar. Você me disse que curte aventura e ver coisas especialmente lindas. Se quiser, posso te levar a um lugar que quase ninguém nunca viu. Os turistas têm acesso proibido, e até nós, guias, só vamos com muito cuidado.
— Herta, eu sou seu homem. Não tenho medo de nada, e se você pode ir, eu vou do seu lado.
— Pepe, não tô brincando. Quando digo que é perigoso, é sério. Muitos tentaram e se foderam. E quando você começa, não tem volta. Se você se acha capaz, beleza, mas se não, vou entender.
— Não se preocupa, Herta. Não tenho medo de nada, ainda tô em forma.
— Bom, como quiser, mas lembra… ainda dá tempo. Amanhã cedo a gente vai. Coloca um calçado grosso, leva uma jaqueta impermeável e não comenta nada, porque se minha mãe ou minha irmã ficarem sabendo, não vão deixar.
Eu tava me mordendo pra não contar pra ninguém. Ia adorar falar pro Javier e pras mulheres, me sentir o tal, mas mantive a palavra. Mesmo assim, fiquei meio mal e deixei um bilhete pra Elena pra tranquilizar ela.
Dormi nervoso e, quando os pássaros começaram a cantar, eu já tava sentado na cama, colocando meias grossas e as botas com sola de borracha. Já tava vestido quando ouvi um apito quase imperceptível. Espiei pela janela e vi a Herta num jipe pequeno da empresa do Parque. Peguei dois pedaços de pão e um pouco de embutido na geladeira e saí pulando. Quis mostrar pra Herta minha agilidade. Entrei no carro com meu melhor sorriso, e ela respondeu com um pouco de ceticismo.
A mina dirigia que era uma loucura. Claro, conhecia todos os caminhos de cor e salteado, e naquela hora só podia ter algum Bichinho pela selva, não fomos pra estrada, mas sim pro interior, cada vez mais perto do rio Iguaçu. Aos poucos, dava pra ouvir o barulho da água se espatifando nas pedras, e chegamos numa trilha estreita cheia de folhagem, até onde tinha um portão de ferro que dizia: "PROIBIDA A PASSAGEM - SÓ PESSOAL AUTORIZADO". Herta empurrou duas ou três vezes até a porta ceder, e passamos a pé. A trilha já tava sendo tomada pela vegetação, e a gente foi descendo cada vez mais em direção ao rio. O caminho não era ruim, só o incômodo dos galhos atrapalhando a passada de vez em quando. Chegou uma hora que a ladeira foi ficando bem íngreme, mas Herta ia na frente abrindo caminho. Eu me achava o tal, brincando com ela sobre minha agilidade, mas conforme a gente descia, a neblina ia cobrindo o céu e o horizonte. O lado da trilha ficava cada vez mais vertical, então tinham colocado um corrimão de madeira pra proteger do abismo. Chegamos num lugar onde a umidade já era garoa, e eu vesti a capa de chuva. Herta não trouxe nada, dizia que não valia a pena, que era um pedaço curto e que depois não chovia mais. Enquanto eu vestia a capa, a mina continuou descendo e entrou na nuvem d'água. Eu segui ela, me segurando no corrimão, mas chegou um momento que juntou tudo: a chuva era gotas grossas que subiam ao contrário, do rio pra cima, com uma corrente de ar forte, o estrondo da água se espatifando, não sei a que profundidade ainda, e a falta de visibilidade — eu não via nem minhas mãos. O terror tomou conta de mim. Eu, que me achava o mais corajoso dos mortais, tava agarrado no corrimão no meio do tumulto de fenômenos atmosféricos. Não via nem ouvia mais a Herta. Era incapaz de dar um passo, nem soltar o corrimão. Os minutos pareciam horas, quando alguém me pegou pelo braço. — O que foi, Pepe, cê tá com medo? — Não, é só vertigem. — Kkkk, então é vertigem. Já te avisei. Anda, segura em mim que só falta um pedaço curto. — Não me fiz. Só me soltei do desespero quando já tinha comido a Herta, abraçado ela desesperadamente e não deixava ela nem andar.
Vamos lá, Pepe, vamos nos organizar… segura nas minhas costas e eu vou na frente te guiando, não tenha medo que conheço bem o caminho.
Obrigado, Herta, e me perdoa, não sou tão corajoso quanto pensei.
A garota se virou pro caminho que continuava descendo, eu ia abraçado nela por trás, notei que ela não tinha se protegido da água e estava encharcada, só vestia a camiseta do Parque, com as mãos não ousava soltar ela e sem perceber fui subindo até sentir que pousavam na barriga, depois no começo dos peitos dela, a garota não disse nada e eu tava mais ligado no caminho que em qualquer outra coisa, minhas mãos foram subindo até pegar completamente os dois peitos pontudos, entre os dedos sentia as pontas dos bicos que seguiam as aréolas também pontudas, eles estavam duros e apontando pro céu, o barulho já tava diminuindo e a névoa também e eu continuava agarrado nela com os braços cruzados sobre o peito dela com um peito em cada mão, quando me toquei estávamos numa clareira bem atrás da cachoeira, na nossa frente uma cortina de água caía livre ainda mais abaixo e atrás uma cavidade na rocha.
Já pode soltar meus peitos, Pepe, aqui estamos seguros.
Ah! Desculpa, foi sem querer, minhas mãos foram sozinhas.
Claro, por isso você ficou beliscando meus bicos com os dedos.
Juro que não percebi, deve ter sido o costume.
Deve ser, embora na minha mãe você fizesse com a boca.
Como você sabe, nos viu?
Desde o começo, estava no meu quarto quando ela trocou de calcinha e tirou o sutiã, estranhei e fiquei espiando vocês.
Então… você viu…
Tudo… como você chupava os peitos dela, como ela engolia toda a pica e como sentava nela até enfiar sozinha, mas o que mais me surpreendeu nela é que ela meteu no cu com uma facilidade impressionante, nunca teria imaginado isso da minha Mãe.
Me desculpa muito, a verdade é que não percebi até que tinha saído do controle.
Bom… o que você menos usou foram as mãos.
Percebi que a Herta só estava de camiseta porque esperava passar correndo por baixo da neblina e não se molhar muito, mas como teve que aguentar toda a chuva comigo abraçado, ela ficou encharcada. Sem nem se virar, tirou a camiseta e ficou com os peitos empinados na minha frente.
Não acho que você se importe de ver meus peitos, você já tocou neles e bem tocados. De qualquer forma, se quiser, eu me cubro, por mim não tem problema.
Não, obrigado, não quero que pense que sou um aproveitador. O caso da sua mãe foi isolado, sem pensar, um tesão de momento…
Claro, e o da Ingrid também. Você tocou nos peitos dela, chupou eles e comeu ela por frente e por trás, e isso que ela por frente não deixa sempre.
Não me diga que também nos viu!
Não, mas ela me contou, e que pra Corina você deu o mesmo remédio, mas não se preocupa, não vou contar pra ninguém.
Ufa, que susto, você tinha me cagado de medo… se minha família descobrisse…
Mas isso tem um preço…
Qual?
Imagina… uma mina de 27 anos, com um homem num lugar onde é impossível ser visto, com a beleza natural que nos rodeia… não te sugere algo? Pra mim, sugere.
Me sugere muitas coisas, mas não sei se sou homem o bastante pra você, poderia facilmente ser seu pai.
E meu homem, eu vi o que você tem entre as pernas e como usa, tenho boas referências de você e uma buceta molinha que seu pau vai adorar encher, e uns peitos que imagino que você não vai recusar.
Herta tirou o short do uniforme que ainda tinha, na frente da cortina d’água que só deixava passar um pouco da luz do sol. Ela estava linda pra caralho, parecia que surgia da água, e quando me aproximei, me envolveu com os braços. Era bem mais alta que eu, mas meu pau ficava entre as coxas dela, batendo no púbis. Ela tinha um pouco de pelos, só aparados, tão loiros quanto a cabeleira, e abriu as pernas finas pra eu enfiar meu pau entre o arco que formavam, ficou encaixado, ela se mexia me deixando tão duro que o pau saía por trás das coxas, só precisei abaixar a cabeça um pouco, ela tinha levantado os braços cruzando eles sobre a cabeça e os peitos chegavam fácil na minha boca, chupei eles com fúria, deixei cheios de roxos, parecia que tinham vários mamilos e ela suspirava, com o olhar procurou uma laje de pedra lisa que tinha lá dentro, parecia um altar de sacrifícios, ela me disse que chamavam de Língua do Diabo e se deitou nela abrindo as pernas me oferecendo a buceta loira e brilhante, parecia uma romã aberta, o interior era mais vermelho que o da irmã dela Ingrid mas chupei com o mesmo tesão.
A garota cruzou as pernas compridas atrás das minhas costas impedindo que eu levantasse a cabeça até ela gozar, com o barulho da água caindo quase não se ouviu mas foi um grito de prazer imenso, ela não me soltou com as pernas mas baixou elas até minha cintura até colocar meu pau na frente da buceta dela e fechou as pernas me puxando e enfiando o pau na buceta dela, me surpreendeu que entrasse tão fácil, diferente da irmã, ela me sugava com os músculos da buceta, tinha uma técnica apurada e fazia com meu pau o que queria, eu só estava grudado nela deixando que ela usasse meu pau, tava no território dela, no esconderijo secreto dela curtindo um pau até então imbatível, o segundo orgasmo deixou ela exausta, ficou com as pernas abertas com a buceta aberta e escorrendo os sucos que desciam entre as nádegas, pensei que era minha hora de agir, a garota tava tão cansada que não oferecia resistência nenhuma e quando peguei ela pelos tornozelos e levantei as pernas dela na vertical ela não fez nada, ficou com os braços abertos em cruz na pedra, me aproximei dela e só no último momento separei os tornozelos dela e me apoiei entre as nádegas dela.
O fluxo da buceta molhava até o cóccix, tudo estava encharcado quando minha cabecinha grudou no buraco dela, ela abriu os olhos tentando me dizer algo, eu conhecia a facilidade da irmã dela, Ingrid, em admitir meu pau e a elasticidade do esfíncter dela, mas Herta era diferente, a vagina dela era larga e o cu era apertado, mas meu pau não entendia de sutilezas, apoiei os tornozelos dela nos meus ombros e segurei as coxas dela enquanto empurrava, ela abriu a boca e os olhos desmesuradamente, mas o grito dela não se ouviu com o barulho da água, ela segurou meus pulsos com as mãos para me parar, mas já era tarde, já tinha a cabecinha e metade do tronco dentro do cu dela, ela ficou tensa por um momento fechando os olhos e a boca com força, as unhas dela marcaram meus pulsos, mas quando ela relaxou, outra estocada acabou de preenchê-la, a alegria de sentir minhas bolas coladas nas nádegas dela foi maior que a dor que causou nela e ela disse:
"Nunca pensei que faria isso, sou muito apertada, agora que você desvirginou meu cu, me fode como sabe fazer."
Separei completamente as pernas dela para o lado, ela estava com a buceta aberta e fui cuspindo no cu para lubrificar, meu pau pistoneava brilhante e ela deslizava pela pedra com os empurrões, ela beliscou os peitos quando gozou de novo, ficou em posição fetal deixando o cu à minha disposição aguentando o orgasmo, eu pensava em continuar fodendo ela e gozar sem parar de empurrar, ela estava encolhida, com os braços segurando as pernas e deixando o cu pra mim, tirei várias vezes pra meter de fora sem quase mirar, os sucos que encharcavam ela me guiavam pro centro do buraco e eu entrava direto no fundo, lembrei da irmã dela, Ingrid não sabia onde queria meu gozo, em todo lugar ela colocava um porém, a mãe dela, por outro lado, teve claro desde o início e engoliu meu gozo até não deixar uma gota, agora seria eu quem escolheria e de booties eu já tinha provado muitos, mas uma buceta de 27 anos não aparecia todo dia, já ia gozar quando ela deu sinais de que outro orgasmo estava chegando, fiquei fazendo exercícios mentais pra esperar ela até que começou a gozar, aí tirei a pica do cu dela e a dois centímetros enfiei de novo.
A buceta molhada dela não ofereceu resistência, pelo contrário, as dobras internas me excitaram ainda mais e, mergulhando fundo, gozei, enquanto os dois estávamos sob o efeito dos espasmos não nos preocupamos com nada, mas quando paramos e ela sentiu que estava cheia de porra quente, se assustou.
— Merda, Pepe! O que você fez? Gozou dentro de mim, sua buceta…!
— Bom, sim… um pouco.
— Um pouco? Tô sentindo sua porra até na garganta e o pior é que não sai, você me engravidou, Pepe, você é louco, Pepe, achei que fosse mais sensato.
— Desculpa, não percebi, você é tão gostosa que quando tentei parar já tinha gozado.
— Que trampo, não tomo pílula nem nada e tô ovulando esses dias…
Ela começou a chorar desconsoladamente, eu fiquei sem graça, todo o encanto da foda que a gente tinha se foi, agora Herta, de cócoras, vigiava a buceta rosada dela esperando minha porra sair, esperou inutilmente porque não saiu nem uma gota, ela se lavou numa poça da cachoeira mas a água saía transparente, eu tinha injetado minha porra no fundo do útero dela, quando se acalmou me pediu desculpas pelo ataque de histeria mas me fez entender o problema, ela era independente, jovem e não queria encrenca com filho agora, sem convicção eu disse que a mãe dela ficaria feliz com um neto pra criar, mas ela me olhou e chorou de novo.
— É brincadeira, mulher, vai ver que não dá nada, agora a gente fala com sua irmã e a Corina e elas te dão uma solução, sua menstruação vai descer logo ou sua mãe conhece alguma erva pra ter a menstruação também.
— Espero que você tenha razão, vamos voltar pra casa.
Aí acabou a excursão, quando a gente tava saindo ela explicou que tinha outro caminho do outro lado pra subir, mas como a gente tinha o carro estacionado ali, tínhamos que voltar, ao passar pela área da água e do barulho e do corrimão, me segurei com uma mão na balaustrada e outra nos ovos e sem olhar pra baixo passei sem reclamar.
A primeira coisa que fiz ao chegar foi falar com a Corina, comecei disfarçando a cena, mas a Corina me conhecia como se tivesse me parido e logo me disse:
“Então… quer dizer que você comeu a Herta de todos os jeitos possíveis, ainda gozou na buceta dela, encheu ela de porra até o útero, e agora ela te conta que tem todas as chances de engravidar de você? Pois que ótimo! Quase vamos ser família, nem tudo é ruim, a Erika vai adorar e a tia dela também gosta muito de crianças. Também podia ter escolhido a Ingrid, ela ia adorar ser emprenhada por você… merda, Pepe, isso não é próprio de você!”
“Desculpa, Corina, não fala assim comigo, você só me afunda mais.”
“Desculpa, Pepe, na verdade foi um chilique de inveja, eu é que queria que você me engravidasse, mas… vamos ver que solução a gente dá.”
Vi a Corina chamar a Ingrid, as meninas vieram falar comigo, a Ingrid já sabia, a mãe dela tinha contado porque a Herta se confessou com ela, só faltava a Elena pra completar o time e o desastre!
Na hora a Ingrid foi embora, não disse pra onde ia, mas a Corina sabia, embora não quisesse falar nada. Uma hora depois ela voltou, pegou a irmã mais nova pelo braço e levou pro banheiro. Quando saíram, pelo menos a Herta tava com o semblante mais calmo. A irmã dela tinha conseguido com uma amiga farmacêutica de Puerto Iguazú uma pílula do dia seguinte, com certeza no outro dia a menstruação dela ia descer. A Corina me olhou séria:
“Bom, parece que se resolveu por enquanto. Amanhã a menstruação dela vai descer. Espero que mesmo com a menstruação você não meta de novo e goze dentro, ‘pau rápido’!”
O suspiro de alívio que eu dei me deixou como se tivesse gozado de novo. Instintivamente beijei a Corina na bochecha e fui dar um passeio pela selva.
À tarde o Javier levou a Erika e a Elena pro povoado, elas queriam comprar alguma lembrança e não ser tratadas como turistas no Preço, Herta foi trabalhar mais contente e eu fiquei na varanda. A manhã tinha sido muito pesada, meus nervos estavam destruídos, passei medo de verdade, embora depois tenha me vingado fodendo com a garota, mas depois tudo afundou como o Titanic. Teria sido ideal eu ter gozado em qualquer outro lugar e voltado de mãos dadas depois de ter visto toda aquela beleza que era exclusiva pra mim, mas não, eu caguei no pau. Agora roubei um calmante da minha mulher e me sentei na cadeira de balanço. A temperatura estava ideal, embora meio úmida. Não demorei a pegar no sono. Acordei meio tonto depois de um tempo sentado. Do meu lado estava Ingrid e do outro, Corina.
Esperava uma boa bronca pelo que tinha feito com a irmã dela, mas elas não tinham cara de bravas. Pelo contrário, pegaram os celulares e começaram a mostrar as fotos que tinham tirado na Missão. De vez em quando, com os dedos, ampliavam a foto pra dar mais detalhe. Me mostraram os bicos dos peitos das duas enchendo a tela e a buceta da Ingrid. Passaram uma por uma várias vezes, mostrando com calma, até que no final me perguntaram:
— Você não acha que falta alguma pra coleção?
— Acho que estão todas. Vocês fizeram um ensaio completo, deviam emoldurar.
— Pois faltam as melhores: as suas.
— Não, não, não, nada disso. Sou um homem casado, velho e sem graça nenhuma.
— Acho que isso quem decide somos nós. Por que não vem dar um passeio na selva com a gente?
— Com vocês duas, me sinto mais seguro aqui.
— Vamos, não seja chato, vamos nos divertir pra caralho.
As duas me puxaram pelos braços, me fizeram levantar e subir no jipe. Me obrigaram a sentar na frente pra eu não tentar descer, e Corina ficou atrás de mim. Enquanto Ingrid entrava na selva, Corina ia me dando beijos no pescoço e passando as mãos por baixo da minha camisa. Ingrid, enquanto dirigia, tinha desabotoado a camisa e tirado ela da saia jeans que usava. Se inclinou... pra frente e Corina soltou o fecho do sutiã, que voou pro painel do carro. Os peitos balançavam com os buracos da estrada. Logo senti no pescoço o calor da pele de Corina, nem precisava virar pra adivinhar que ela também tinha tirado o sutiã e tava colando os peitos na minha nuca.
Ingrid ia devagar desviando das árvores e, em vez de trocar a marcha, metia a mão na minha braguilha e procurava minha rola. A selva cada vez ficava mais fechada, até que chegou uma hora que fechou o caminho. Árvores com folhas verdes enormes formavam um muro na nossa frente. Ingrid desceu do carro, os peitos dela pulavam com cada movimento, e de debaixo do banco tirou um facão comprido e largo. Pela facilidade com que ela manejava aquilo, me deu um frio na espinha. Eu, com a rola de fora, encolhi num segundo. No meu terror, pensei que elas iam fazer justiça com as próprias mãos e engoli seco. Corina me segurava pelos ombros e não me deixava mexer.
Ingrid começou a dar facadas na vegetação. Num instante, abriu uma clareira com os galhos de folhas largas formando um círculo. Voltou pro carro, guardou o facão de onde tinha tirado e, no lugar, pegou uma câmera digital. Tirou a saia jeans e a calcinha fio dental que tava usando.
— Beleza, já deu. Podem descer. Agora sim vamos fazer um book de fotos de verdade.
Corina me soltou e pulou do carro. Em cima das folhas, tirou o short e a calcinha preta que usava. E as duas me fizeram descer e me pelaram.
— Sempre tive a mania de ter um álbum de fotos de jovem pra quando ficar velha lembrar e mostrar pra quem duvidar do meu corpo.
— Então escolheu um cenário foda! Pepe, você vai ser o fotógrafo!
As duas minas mostraram que eram íntimas mesmo há muito tempo. Uma passava maquiagem na outra, retocando os brilhos que tinham nos peitos e nos ombros. Eu, com a câmera na mão, tentava entender como funcionava. No fim, coloquei no automático e esperei. Saíram bem, com a câmera pendurada no pescoço e a rola na horizontal por baixo dela, formando uma cena cômica. As minas começaram a posar em poses mais ou menos ensaiadas, tipo as que se vê em calendários ou propaganda, mas aos poucos foram apimentando mais. Eu, com o dedo no gatilho sem piedade, ia enchendo a memória da câmera. Quando cada uma terminou de posar, elas se juntaram e começaram a fazer poses mais ou menos eróticas, até que uma delas se jogou. Quando olhei pelo visor, vi que a Ingrid estava chupando a teta da Corina. No começo, não estranhei muito, porque ela já tava mamando o gozo dela — eu também tinha gostado —, mas as lambidas não se limitaram só aos mamilos; se espalharam por toda a teta, descendo pela barriga até o umbigo.
Eu atirava em modo contínuo. Quando ela lambeu em volta do umbigo, a Corina abriu as pernas e deixou caminho livre pro sexo dela. A juba loira da Ingrid sumiu entre as coxas da Corina, e ela ergueu os quadris ao sentir a língua da amiga. Corina tocou a perna da loira, e ela entendeu o recado, passando a perna por cima da cabeça da morena. Foi afastando os joelhos até deixar a buceta cair na boca da Corina. As línguas das duas agiam desesperadas enquanto eu disparava a câmera. Corina foi a primeira a gozar, mas Ingrid continuou lambendo a buceta dela. Quando conseguiu se recuperar, fez sinal pra eu chegar perto e apontou pro cu da Ingrid. Deixei a câmera no chão e me posicionei sobre a cabeça da Corina. Com a língua, ela lambeu minha cabecinha e guiou ela pro cu da amiga. Se abraçou nela pra não se mexer e mandou eu empurrar. A rola afundou no cu molhado e, por um momento, ela parou de lamber o clitóris da Corina. Ficou saboreando a entrada da minha rola até sentir ela no fundo, e continuou chupando a buceta da amiga.
Sobre os olhos dela, minha rola entrava e saía limpinho do buraco da Ingrid. Corina esticou a mão e pegou a câmera. De baixo, ela foi tirando fotos de como meu pau ia e vinha dentro da amiga dela, do lado do meu pau minhas bolas, dava pra ver os lábios menores da Ingrid, rosa clarinho e a buceta aberta pulsando com o interior mais escuro, a câmera não parava de clicar e quando meu pau saiu do cu da Ingrid, a Corina apontou pra buceta da loira, ela deu um pulo mas na segunda foto já tinha meio pau pra dentro e deixou ele entrar todo. A Corina aproveitou pra tirar fotos entre as duas, dava pra focar nos peitos morenos da Corina com os bicos duros pra cima e nos peitos brancos pendurados da Ingrid e quando elas se separavam um pouco até a língua da Ingrid lambendo de cima a baixo os lábios depilados da amiga. A Corina, de baixo, conseguiu fotografar em mil disparos o orgasmo da amiga, a entrada e saída do meu pau espumando e a saída forçada da porra que eu injetava sob pressão, cada vez que eu enfiava saía pelos lados do meu pau.
Tivemos que descansar, não aguentávamos mais, e aproveitamos pra revisar as fotos e descartar as que tinham saído borradas ou tremidas, que não foram muitas.
— Agora é sua vez, Pepe, vamos fazer uma coleção que vai ser a inveja de todas que virem.
— Não, eu não, sou casado, minha mulher me mata, nem pensar.
— Não se preocupa, não vamos mostrar seu rosto, o da Corina também não apareceu.
— Não consegui negar mais porque tinha as duas feras em cima de mim, uma pra outra tiravam fotos com meu pau grosso nos lugares mais explícitos, a Ingrid adorava que tirassem close do meu pau forçando os lábios dela na boca, ela pintou eles de propósito pras fotos. A Corina também aproveitou e tirou algumas de trás, o zoom elas usaram quase sempre, era meu pau num cu desde que se aproximava e centímetro por centímetro ia entrando até tirar ele escorrendo porra, as bucetas foram a estrela, em todas as posições, acariciando os clitóris ou abrindo caminho entre os lábios apertados e os peitos… uma coleção. para elas, entre elas, sobre elas, apertando o mamilo, aparecendo numa masturbação até me fazer gozar e espirrar nos mamilos das quatro tetas, no final fiquei satisfeito, meu pau imortalizado a 9000 km de casa, esperava que não publicassem na internet e que ninguém me reconhecesse, só dava pra ver o pau e as bolas, mas já era o bastante.
A Ingrid se permitiu tirar algumas com o rosto descoberto engolindo o pau, mas a Corina foi mais prudente e só se viam os lábios recebendo minha cabecinha. Quando terminamos a sessão de fotos, as duas subiram em mim: uma me ofereceu a buceta na boca e a outra enfiou o pau na buceta e no cu, devia ser a Ingrid porque senti o apertinho da vagina dela quando gozei dentro, nem perguntei mais, supus que já sabia da solução, embora tivesse certeza de que tomava a pílula.
Recolhemos tudo, espalhamos as folhas pela mata e de ré saímos na estrada larga, chegamos em casa antes dos outros voltarem das compras, sentamos na rede e bebemos uns drinques que a Ingrid preparou. Fiquei sentado entre as duas com um braço em cada ombro, deixava as mãos caírem dentro dos decotes, de um escorria gozo, do outro podia ter ficado acariciando até que escorresse também.
Continua
Agradeço suas avaliações e comentários.
Obrigado.
Não sei como te dizer isso, Pepe, a Corina me disse que você é bom e se vira pra arrumar tudo, minha máquina de costura quebrou e tenho que entregar um pedido de bonequinhas guaranis amanhã, sei que não tenho desculpa, mas te imploraria pra dar uma olhada antes de ir.
Não se preocupa, mas te aviso que sou aprendiz de muita coisa e mestre de nada, se for um defeito fácil, beleza, mas senão…
Faz o melhor que puder.
Olhei pros outros e dei de ombros, entrei na casa e olhei a máquina de costura, o fio tinha embolado por dentro e tinha uma bagunça impossível de resolver num instante, olhei pra Erika, mas ela me fazia uns olhos de “por favor” que não pude recusar, saí e falei pra eles.
Desculpa, galera, a máquina vai dar um bom trabalho, fico chateado de não ir, mas a Erika vai ficar mal se eu não arrumar e me sentiria péssimo por não ajudar ela, de quebra também cuido do Javi, depois me contam o que viram, tirem fotos.
Os outros com cara de decepção entraram no carro e saíram pra estrada, dentro de casa, em cima de um tapetão gigante rodeado de todo tipo de coisa, o Javi tava entretido, a Erika, muito afobada, tirou tudo em volta da máquina de costura e me trouxe as ferramentas que tinha, que não eram muitas, como era um trabalho de paciência e delicado, tirei a camisa e me preparei pra passar a tarde. Ela queria ajudar de todo jeito, se sentia péssima por ter me tirado do passeio, me perguntava sem parar como podia ajudar e no final, pra não ouvir ela, falei pra segurar uns fios que iam saindo da bagunça que tinha, a mulher inclinada sobre a máquina e uma luz auxiliar pra enxergar melhor de perto me davam uma vista ideal do decote dela, eu tava Inquieto, eu ficava olhando, esticando o pescoço pra encontrar a melhor posição e ver mais peito. Não devo ter sido muito discreto, porque a Erika disse que ia ali um momento pegar alguma coisa e, quando voltou, continuou fazendo a mesma coisa. Demorei um pouco por estar concentrado na bagunça que tinha na linha da agulha, mas quando levantei a vista, meus olhos mergulharam de novo no decote da mulher. Com a luz batendo e eu atrás da telinha, vi o lindo par de peitos da Erika, agora por completo. Ela tinha tirado o sutiã e estava só com um roupão leve abotoado na frente. Entre os dois peitos separados, dava pra ver até embaixo do umbigo. De começo, desviei o olhar, mas depois a curiosidade falou mais alto e eu reparei nos mamilos largos que coroavam as pontas. Eram redondos, seguindo o formato de cone dos peitos, e só na pontinha dava pra ver o bico do mamilo, um pouco mais escuro que a aréola.
A Erika continuava no trabalho dela até que eu fiquei parado um instante, vidrado nos peitos dela, e ela disse:
— Gostou do que viu? Não são peitos de uma jovem, mas te garanto que são tão vivos quanto os das minhas filhas.
— … Eu comeria eles agora mesmo…
— Isso é um elogio ou uma proposta?
— Isso é um desejo desesperado.
— Às vezes os desejos se realizam…
— E o que precisa fazer pra realizar eles?
— Só abrir meu vestido e fazer com eles o que você quiser.
Ela se ergueu, deu a volta na máquina de costura e ficou de pé na minha frente. Eu abri espaço entre minhas pernas, e ela se aproximou até quase me tocar. Com minhas mãos, fui soltando os botões um por um. Com as experiências que já tinha, não me atrevi a ir direto e fui passo a passo. Ela olhava nos meus olhos enquanto minhas mãos abriam cada botão. O vestido ia se separando e deixando o decote mais largo. Já dava pra ver o começo dos peitos, mas cada um ia pra um lado. Dava pra sentir a dureza deles, embora eu ainda não ousasse tocar. Não tinha canalinho, estavam tão separadas que o esterno cada vez era mais largo, mas pelos lados eu continuava descobrindo mais e mais peito, quando já faltava um terço, ela encolheu os ombros e o vestido escorregou, ficando só preso na cintura, os dois peitos apareceram ao mesmo tempo, como eu tinha imaginado, eram cônicos, mas no final se erguiam tomando forma de chifre, as aréolas deixavam a ponta rombuda, mas o mamilo marcava o centro.
Erika se aproximou de mim pra eu escolher qual queria chupar primeiro, embora iguais, não eram gêmeas, e escolhi o que parecia mais alto, coloquei os lábios sobre a aréola e aspirei, minha boca se encheu de carne macia mas firme, tive que abrir as mandíbulas pra caber o máximo possível e Erika se abraçou na minha cabeça, do lado do meu rosto eu sentia na bochecha o outro peito parecido, fiquei chupando a teta até o mamilo tomar forma de azeitona, ela mesma me ofereceu a outra, tratei igual e quando tirei da boca tinha um círculo vermelho mais largo que a aréola, enquanto chupava o segundo peito eu ia desabotoando o que faltava, o vestido caiu no chão me deixando ver a lingerie que ela usava, não esperava ver um modelo tão sexy naquelas bandas e, pegando ela pela cintura, afastei pra admirar o triângulo que a calcinha formava no quadril dela.
Gosto que você aprecie coisas bonitas, sempre gostei de peças íntimas e essa não tive chance de estrear, coloquei pra você, sei que vai curtir.
Puxei ela pra mim e me levantei da cadeira, ela se ajoelhou e foi soltando meu cinto, a calça caiu junto com a cueca, meu pau saltou na frente do rosto dela e ela ficou olhando, não tocou, mas me pegou pelas nádegas e foi me puxando pra perto, enquanto abria a boca conforme minha cabeça pressionava os lábios dela, foi enfiando o pau como se fosse a buceta dela, eu via centímetro por centímetro entrando sem parar, os lábios se esforçavam pra admitir aquele diâmetro, mas ela continuava aspirando, de cima eu via os muslos dela dela agachada e os peitos quase roçando os braços dela, entre as duas, meu pau entrando na boca dela sem parar um segundo pra respirar, quando o nariz dela encostou no meu púbis, ela deu uns engasgos leves mas aguentou, senti a língua dela pressionando meu pau contra o céu da boca, ela pegou minhas bolas com as duas mãos e segurou como se fosse uma oferenda pros deuses, a cabeça dela começou a se mover, tirando e colocando o tronco até a glande e engolindo de novo, os olhos dela lacrimejando e eu sentei na cadeira, juntei as pernas e puxei ela pra perto de mim.
Ela abriu as pernas me rodeando mas quis tirar a calcinha linda dela, eu falei que não e quando ela ficou na vertical do meu pau, eu desviei o elástico da calcinha preta de tule dela e deixei o caminho livre pra ela sentar em cima de mim, o pau tava molhado de saliva e não teve resistência da parte dela, igual tinha engolido meu pau agora eu enfiava sem parar de olhar nos olhos dela, quando ela sentou nos meus músculos, deu uns tremores nela e ela teve que me abraçar, a cabeça dela junto da minha, os peitos dela quase debaixo das minhas axilas e as unhas dela cravando nas minhas costas, tive que me mexer um pouco pra evitar marcas que a Elena pudesse interpretar depois.
Depois de se recuperar do orgasmo inaugural, ela resolveu aproveitar aquele pedaço de carne dura e quente que a preenchia e, colocando as mãos nos meus ombros, começou a pular, mais do que pular era cavalgar porque ela chegava a se inclinar sobre mim, esfregando os peitos que eu segurava.
A gente tava sozinho, o Javi continuava com uma série de bonequinhas e trecos étnicos que tinham dado pra ele, então a Erika quis que a foda fosse totalmente expansiva, ela se virou e me deu as costas, enfiou o pau de novo, dessa vez de uma vez, e continuou cavalgando com as mãos nos joelhos, eu só tinha que passar as mãos por debaixo dos braços dela e amassar os peitos em cone, ela gozou de novo e dessa vez nem parou de cavalgar, afundou a cabeça quase entre os joelhos e aguentou as cãibras que sacudiam ela, quando já conseguia controlar os movimentos, ela se endireitou e se recostou no meu peito, eu não soltava os peitos dela por nada, ela virou a cabeça e me disse no ouvido:
Pepe, quero que você me coma o cu, hoje quero transar de todas as maneiras possíveis, vou lembrar de você pra sempre.
Eu nem cheguei a responder, Erika se levantou com cuidado e, com o mesmo cuidado, trocou meu pau da buceta dela pro cu dela, foi segurando ele na vertical enquanto ia enfiando, era admirável a capacidade de dilatação da Erika ou de sacrifício, nunca vou saber, mas ela enfiou o pau inteiro de uma vez até sentar nas minhas bolas, o cu dela envolvia meu tronco comprimindo, eu sentia nas minhas veias inchadas, mas os movimentos ondulantes continuaram.
Pepe, é possível que você ainda não tenha gozado?
Pra mim, o maior prazer é ver você gozar.
Obrigada por fazer durar esses momentos tão gostosos, mas me diz o que você gosta, o que você quer que eu faça, sou toda sua, não quero que você pense que agora que eu tô satisfeita já me esqueci de você.
Obrigado por ser tão considerada, eu gosto de tudo em você e seu prazer foi o meu, embora pra mim o melhor da mulher sempre seja a buceta, é pra isso que ela foi feita, mas não tenho nenhuma proteção, não queria que você engravidasse.
Sabe de uma coisa? Não me importaria se você me engravidasse, aqui em Misiones eu seria feliz criando um pequeno, minhas filhas já são grandes, seria minha maior ilusão, mas infelizmente não pode mais, já sou velha pra isso.
Que pena, você é uma mulher encantadora, igual suas filhas, elas vão encher sua casa de netos.
Mmm, não sei, a Herta é jovem e aloprada, mas a Ingrid, eu gostaria que ela me fizesse avó, e ela também gosta de crianças, me veio uma ideia, é meio doida, mas conhecendo você… por que você não tenta foder a Ingrid? A garota te atrai, não nega, eu vi com meus olhos, você poderia engravidar ela, ninguém saberia, ela viaja bastante e você teria algo seu na Argentina.
Adorei sua ideia, te fazer avó, foder com você. Sempre que eu quisesse foder com a sua filha, é um sonho completo, mas a parada de ter um filho… e tão longe… pensa que um dia vou ter que ir embora e ficar sem ver um filho crescer e guiar ele pela vida, eu não aguentaria.
Pepe, você me atrai, me atrai como pessoa e como homem, só vou te dizer que se um dia, por circunstâncias da vida, você se sentir sozinho, eu vou ter um espaço na minha cama pra você.
Obrigado, você me fez emocionar, Erika, você é uma mulher encantadora.
Mas essa mulher encantadora vai te dar um boquete que você vai lembrar de Iguaçu pra vida toda, hahaha.
Erika, além de ser uma mulher extraordinária, cumpria o que prometia. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a acariciar minha pica de um jeito tão sutil que, quando enfiou na boca até a campainha, achei que tava fodendo ela pela buceta. Ela me deixou tirar a calcinha dela enquanto isso, e eu chupei a buceta dela também. Tivemos uma explosão controlada, ela soube me segurar no limite até que ela também estivesse pronta. Eu enchi ela de porra, e ela me molhou toda com um fluxo espumoso. Javi tinha dormido quando caímos um do lado do outro, exaustos. De repente, lembrei da máquina de costura.
Não se preocupa, Pepe, faz tempo que não uso ela, tenho uma elétrica pros meus trampos. Foi só uma desculpa pra transar com você. Desde que você olhou pras minhas tetas na primeira vez, minha buceta ficou molhada, e eu decidi que queria você dentro de mim. Agora consegui, espero que você também tenha gostado.
Adorei, Erika.
Já era quase noite quando voltaram da excursão. Javi estava brincando de novo, tinha tomado o biberão de leite materno, e a gente tinha trocado ele juntos. A Erika tava super animada pra trocar o menino, e eu deixei ela fazer.
Todos voltaram felizes, tinham visto duas Missões dos antigos jesuítas. Uma tava em ruínas, e a outra usavam pra serviços sociais. Meu filho quis me contar a história dos jesuítas nas Missões, mas mudei de assunto, eu tava mais por dentro do que ele por causa da Internet.
Me mostraram todas as fotos. Parecia mentira o trabalho que os jesuítas tinham feito até serem mandados de volta. Javier me mostrava os detalhes arquitetônicos, mas Corina tinha feito uma série de fotos dedicadas especialmente pra mim. Ela me mostrou em particular. Nelas apareciam as duas garotas juntas ou separadas. Tanto Ingrid quanto Corina tinham tirado close-ups das curvas delas. Com a roupa, não dava pra distinguir, mas Ingrid tinha feito outras fotos privadas. Num canto de um claustro, ela tinha tirado a blusa. Corina tinha disparado várias fotos em sequência, chegando cada vez mais perto até dar um zoom nos mamilos molhados pela saliva que ela tinha deixado cair sobre eles. Tinha outra que estava de costas, tinha abaixado a calça e se agachado. Os lábios apertados sobressaíam das coxas dela.
No final, guardavam duas fotos pra mim. Numa, estava a buceta da Corina. Era inconfundível: morena, depilada e carnuda. A outra foto demorei mais pra reconhecer. Era a buceta da Ingrid, mas também estava depilada como uma menina de 5 anos. Os lábios brancos e o clitóris rosado. Ela me contou que Corina tinha depilado ela porque queria que eu comesse a buceta dela de novo sem impedimentos. Falei pra ela apagar as fotos, mas ela disse que tinha subido pra "nuvem" numa pasta especial. Também me disse que faltava uma foto pra coleção: a do meu pau de pau duro e, se possível, entrando na buceta dela. Nós três rimos, mas Corina se ofereceu pra fazer. Disse até que aproveitaria e faria várias: outra no cu e outras engolindo até a campainha. Ingrid concordou e esperava o momento impaciente.
Passamos um bom tempo os três revisando as fotos mil vezes, especialmente a da Ingrid depilada. Ela só tinha se depilado uma vez na universidade, e também tinha sido a Corina que fez. De qualquer forma, ela tinha uma buceta perfeita pra qualquer uso.
Jantamos com muito apetite. A Erika estava super atenta a todos os detalhes. A filha dela, Ingrid, não se passou o detalhe e a Corina também não, as duas tinham sido fodidas de manhã e se sentiam eufóricas, mas agora era a mãe dela que apresentava esses sintomas. A filha mais nova, Herta, não dizia nada, ia na dela mas calada, os outros estavam lembrando tudo o que tinham visto na excursão. Corina e a amiga dela de vez em quando cochichavam entre si e riam, eu me fazia de desentendido mas ia dando uma olhada nas três garotas, nas bolas da Ingrid, nos cones da Erika e nas pontas da Herta.
Quando fomos dormir, minha mulher logo quis conversar, a excursão tinha agradado ela e ficou me comentando o tipo tão gostoso que a Ingrid tinha, ela tinha reparado nela quando estava perto da Corina, me contava como se eu não tivesse notado. Já estávamos descansados da grande viagem e me coloquei entre as pernas da Elena, ela já sabia o que vinha e levantou uma pra me deixar entrar, suspirou fundo quando sentiu tudo dentro. Fiquei amassando os peitos dela, fazendo comparações, cada uma das mulheres que estavam ali tinha um tipo de peito, eu gostava de todos mas era uma delícia dedicar a cada uma as carícias certas. Não sei por que, mas minha mulher gozou rápido, fazia dias que não fodíamos por uma coisa ou outra e a proximidade daquelas belezas a animava a se integrar no clube dela e me ofereceu um boquete depois de gozar que me deixou seco. O ruim é que tínhamos que acordar cedo, ali tudo era acelerado, se quiséssemos ver as Cataratas devíamos ser dos primeiros pois as filas eram enormes e o sol e a umidade eram pesados.
Herta tinha se encarregado de pegar os ingressos, conseguiu os mais baratos como se fôssemos todos argentinos e ela mesma se ofereceu pra nos guiar. Um trem turístico verde e bem devagar pra não prejudicar a natureza nos deixou na parada da Garganta do Diabo, por uma série de passarelas ficamos passeando sobre os braços do rio que de repente caíam no abismo. O O menino a gente tinha deixado com a Erika e chegamos na catarata mais impressionante, a Garganta do Diabo, era a maior massa d'água e tinha uma queda de 80 metros. O fundo não dava pra ver por causa da nuvem de água que formava ao se chocar contra as rochas, falei pra Herta.
Que maravilha!, tenho inveja de você, ficar vendo essa cachoeira tão espetacular sempre, pena que não dá pra ver de baixo.
Do rio tem um barco que sai de uma ilha e chega um pouco perto da queda, mas tem dias que não dá por causa do vento.
A gente continuou vendo, Herta explicava tudo, as quase trezentas quedas que o rio tinha e quando terminamos a parte argentina ela nos acompanhou e a gente cruzou a fronteira brasileira, não pediram nem passaporte, tamanha era a movimentação que era só uma formalidade, dizem que do Brasil as Cataratas se veem e da Argentina se sentem, era verdade, tinha muitos hotéis de grandes redes estrangeiras e muita animação, embora falassem português, naturalmente se entendia tudo muito bem, tinha gente do mundo inteiro. Herta nos levou a um mirante de onde se via as Cataratas do Iguaçu em toda sua amplitude, dali dava pra ver a Garganta do Diabo de frente e a gente amou, comemos num restaurante que Herta conhecia e nos ofereceram comida típica de Misiones, a gente se divertiu pra caramba e quando voltávamos e estávamos sozinhos, ela me disse:
Pepe, o que você me disse antes era sério?
Desculpa, a que você se refere?
A que você gostaria de ver ela de baixo, gosto que você tenha curiosidade de ver coisas bonitas.
Pode crer, sempre procuro ver tudo, em Buenos Aires já fiz várias aventuras por conta própria e olha que é uma cidade doida.
Eu nunca estive lá, adoraria ir um dia pra Buenos Aires.
Bom, se você quiser pode vir quando quiser, com certeza o Javier e a Corina vão adorar e a gente se vira com os quartos, eu se precisar vou dormir no sofá.
Nem pensar, não quero incomodar, você dormiria comigo, hahaha.
Quem me dera, dormir com um anjo. Seria tipo estar no paraíso, hahaha.
Vamos ver, não tô dizendo que não…
Quando chegamos em casa, contamos pra Erika tudo o que a gente tinha visto. Ela já era veterana e sabia tudo de cor, mas pra nós era uma novidade total. Quando levantamos da mesa, Herta me disse:
— Pensei numa coisa, mas não sei se você vai gostar. Você me disse que curte aventura e ver coisas especialmente lindas. Se quiser, posso te levar a um lugar que quase ninguém nunca viu. Os turistas têm acesso proibido, e até nós, guias, só vamos com muito cuidado.
— Herta, eu sou seu homem. Não tenho medo de nada, e se você pode ir, eu vou do seu lado.
— Pepe, não tô brincando. Quando digo que é perigoso, é sério. Muitos tentaram e se foderam. E quando você começa, não tem volta. Se você se acha capaz, beleza, mas se não, vou entender.
— Não se preocupa, Herta. Não tenho medo de nada, ainda tô em forma.
— Bom, como quiser, mas lembra… ainda dá tempo. Amanhã cedo a gente vai. Coloca um calçado grosso, leva uma jaqueta impermeável e não comenta nada, porque se minha mãe ou minha irmã ficarem sabendo, não vão deixar.
Eu tava me mordendo pra não contar pra ninguém. Ia adorar falar pro Javier e pras mulheres, me sentir o tal, mas mantive a palavra. Mesmo assim, fiquei meio mal e deixei um bilhete pra Elena pra tranquilizar ela.
Dormi nervoso e, quando os pássaros começaram a cantar, eu já tava sentado na cama, colocando meias grossas e as botas com sola de borracha. Já tava vestido quando ouvi um apito quase imperceptível. Espiei pela janela e vi a Herta num jipe pequeno da empresa do Parque. Peguei dois pedaços de pão e um pouco de embutido na geladeira e saí pulando. Quis mostrar pra Herta minha agilidade. Entrei no carro com meu melhor sorriso, e ela respondeu com um pouco de ceticismo.
A mina dirigia que era uma loucura. Claro, conhecia todos os caminhos de cor e salteado, e naquela hora só podia ter algum Bichinho pela selva, não fomos pra estrada, mas sim pro interior, cada vez mais perto do rio Iguaçu. Aos poucos, dava pra ouvir o barulho da água se espatifando nas pedras, e chegamos numa trilha estreita cheia de folhagem, até onde tinha um portão de ferro que dizia: "PROIBIDA A PASSAGEM - SÓ PESSOAL AUTORIZADO". Herta empurrou duas ou três vezes até a porta ceder, e passamos a pé. A trilha já tava sendo tomada pela vegetação, e a gente foi descendo cada vez mais em direção ao rio. O caminho não era ruim, só o incômodo dos galhos atrapalhando a passada de vez em quando. Chegou uma hora que a ladeira foi ficando bem íngreme, mas Herta ia na frente abrindo caminho. Eu me achava o tal, brincando com ela sobre minha agilidade, mas conforme a gente descia, a neblina ia cobrindo o céu e o horizonte. O lado da trilha ficava cada vez mais vertical, então tinham colocado um corrimão de madeira pra proteger do abismo. Chegamos num lugar onde a umidade já era garoa, e eu vesti a capa de chuva. Herta não trouxe nada, dizia que não valia a pena, que era um pedaço curto e que depois não chovia mais. Enquanto eu vestia a capa, a mina continuou descendo e entrou na nuvem d'água. Eu segui ela, me segurando no corrimão, mas chegou um momento que juntou tudo: a chuva era gotas grossas que subiam ao contrário, do rio pra cima, com uma corrente de ar forte, o estrondo da água se espatifando, não sei a que profundidade ainda, e a falta de visibilidade — eu não via nem minhas mãos. O terror tomou conta de mim. Eu, que me achava o mais corajoso dos mortais, tava agarrado no corrimão no meio do tumulto de fenômenos atmosféricos. Não via nem ouvia mais a Herta. Era incapaz de dar um passo, nem soltar o corrimão. Os minutos pareciam horas, quando alguém me pegou pelo braço. — O que foi, Pepe, cê tá com medo? — Não, é só vertigem. — Kkkk, então é vertigem. Já te avisei. Anda, segura em mim que só falta um pedaço curto. — Não me fiz. Só me soltei do desespero quando já tinha comido a Herta, abraçado ela desesperadamente e não deixava ela nem andar.
Vamos lá, Pepe, vamos nos organizar… segura nas minhas costas e eu vou na frente te guiando, não tenha medo que conheço bem o caminho.
Obrigado, Herta, e me perdoa, não sou tão corajoso quanto pensei.
A garota se virou pro caminho que continuava descendo, eu ia abraçado nela por trás, notei que ela não tinha se protegido da água e estava encharcada, só vestia a camiseta do Parque, com as mãos não ousava soltar ela e sem perceber fui subindo até sentir que pousavam na barriga, depois no começo dos peitos dela, a garota não disse nada e eu tava mais ligado no caminho que em qualquer outra coisa, minhas mãos foram subindo até pegar completamente os dois peitos pontudos, entre os dedos sentia as pontas dos bicos que seguiam as aréolas também pontudas, eles estavam duros e apontando pro céu, o barulho já tava diminuindo e a névoa também e eu continuava agarrado nela com os braços cruzados sobre o peito dela com um peito em cada mão, quando me toquei estávamos numa clareira bem atrás da cachoeira, na nossa frente uma cortina de água caía livre ainda mais abaixo e atrás uma cavidade na rocha.
Já pode soltar meus peitos, Pepe, aqui estamos seguros.
Ah! Desculpa, foi sem querer, minhas mãos foram sozinhas.
Claro, por isso você ficou beliscando meus bicos com os dedos.
Juro que não percebi, deve ter sido o costume.
Deve ser, embora na minha mãe você fizesse com a boca.
Como você sabe, nos viu?
Desde o começo, estava no meu quarto quando ela trocou de calcinha e tirou o sutiã, estranhei e fiquei espiando vocês.
Então… você viu…
Tudo… como você chupava os peitos dela, como ela engolia toda a pica e como sentava nela até enfiar sozinha, mas o que mais me surpreendeu nela é que ela meteu no cu com uma facilidade impressionante, nunca teria imaginado isso da minha Mãe.
Me desculpa muito, a verdade é que não percebi até que tinha saído do controle.
Bom… o que você menos usou foram as mãos.
Percebi que a Herta só estava de camiseta porque esperava passar correndo por baixo da neblina e não se molhar muito, mas como teve que aguentar toda a chuva comigo abraçado, ela ficou encharcada. Sem nem se virar, tirou a camiseta e ficou com os peitos empinados na minha frente.
Não acho que você se importe de ver meus peitos, você já tocou neles e bem tocados. De qualquer forma, se quiser, eu me cubro, por mim não tem problema.
Não, obrigado, não quero que pense que sou um aproveitador. O caso da sua mãe foi isolado, sem pensar, um tesão de momento…
Claro, e o da Ingrid também. Você tocou nos peitos dela, chupou eles e comeu ela por frente e por trás, e isso que ela por frente não deixa sempre.
Não me diga que também nos viu!
Não, mas ela me contou, e que pra Corina você deu o mesmo remédio, mas não se preocupa, não vou contar pra ninguém.
Ufa, que susto, você tinha me cagado de medo… se minha família descobrisse…
Mas isso tem um preço…
Qual?
Imagina… uma mina de 27 anos, com um homem num lugar onde é impossível ser visto, com a beleza natural que nos rodeia… não te sugere algo? Pra mim, sugere.
Me sugere muitas coisas, mas não sei se sou homem o bastante pra você, poderia facilmente ser seu pai.
E meu homem, eu vi o que você tem entre as pernas e como usa, tenho boas referências de você e uma buceta molinha que seu pau vai adorar encher, e uns peitos que imagino que você não vai recusar.
Herta tirou o short do uniforme que ainda tinha, na frente da cortina d’água que só deixava passar um pouco da luz do sol. Ela estava linda pra caralho, parecia que surgia da água, e quando me aproximei, me envolveu com os braços. Era bem mais alta que eu, mas meu pau ficava entre as coxas dela, batendo no púbis. Ela tinha um pouco de pelos, só aparados, tão loiros quanto a cabeleira, e abriu as pernas finas pra eu enfiar meu pau entre o arco que formavam, ficou encaixado, ela se mexia me deixando tão duro que o pau saía por trás das coxas, só precisei abaixar a cabeça um pouco, ela tinha levantado os braços cruzando eles sobre a cabeça e os peitos chegavam fácil na minha boca, chupei eles com fúria, deixei cheios de roxos, parecia que tinham vários mamilos e ela suspirava, com o olhar procurou uma laje de pedra lisa que tinha lá dentro, parecia um altar de sacrifícios, ela me disse que chamavam de Língua do Diabo e se deitou nela abrindo as pernas me oferecendo a buceta loira e brilhante, parecia uma romã aberta, o interior era mais vermelho que o da irmã dela Ingrid mas chupei com o mesmo tesão.
A garota cruzou as pernas compridas atrás das minhas costas impedindo que eu levantasse a cabeça até ela gozar, com o barulho da água caindo quase não se ouviu mas foi um grito de prazer imenso, ela não me soltou com as pernas mas baixou elas até minha cintura até colocar meu pau na frente da buceta dela e fechou as pernas me puxando e enfiando o pau na buceta dela, me surpreendeu que entrasse tão fácil, diferente da irmã, ela me sugava com os músculos da buceta, tinha uma técnica apurada e fazia com meu pau o que queria, eu só estava grudado nela deixando que ela usasse meu pau, tava no território dela, no esconderijo secreto dela curtindo um pau até então imbatível, o segundo orgasmo deixou ela exausta, ficou com as pernas abertas com a buceta aberta e escorrendo os sucos que desciam entre as nádegas, pensei que era minha hora de agir, a garota tava tão cansada que não oferecia resistência nenhuma e quando peguei ela pelos tornozelos e levantei as pernas dela na vertical ela não fez nada, ficou com os braços abertos em cruz na pedra, me aproximei dela e só no último momento separei os tornozelos dela e me apoiei entre as nádegas dela.
O fluxo da buceta molhava até o cóccix, tudo estava encharcado quando minha cabecinha grudou no buraco dela, ela abriu os olhos tentando me dizer algo, eu conhecia a facilidade da irmã dela, Ingrid, em admitir meu pau e a elasticidade do esfíncter dela, mas Herta era diferente, a vagina dela era larga e o cu era apertado, mas meu pau não entendia de sutilezas, apoiei os tornozelos dela nos meus ombros e segurei as coxas dela enquanto empurrava, ela abriu a boca e os olhos desmesuradamente, mas o grito dela não se ouviu com o barulho da água, ela segurou meus pulsos com as mãos para me parar, mas já era tarde, já tinha a cabecinha e metade do tronco dentro do cu dela, ela ficou tensa por um momento fechando os olhos e a boca com força, as unhas dela marcaram meus pulsos, mas quando ela relaxou, outra estocada acabou de preenchê-la, a alegria de sentir minhas bolas coladas nas nádegas dela foi maior que a dor que causou nela e ela disse:
"Nunca pensei que faria isso, sou muito apertada, agora que você desvirginou meu cu, me fode como sabe fazer."
Separei completamente as pernas dela para o lado, ela estava com a buceta aberta e fui cuspindo no cu para lubrificar, meu pau pistoneava brilhante e ela deslizava pela pedra com os empurrões, ela beliscou os peitos quando gozou de novo, ficou em posição fetal deixando o cu à minha disposição aguentando o orgasmo, eu pensava em continuar fodendo ela e gozar sem parar de empurrar, ela estava encolhida, com os braços segurando as pernas e deixando o cu pra mim, tirei várias vezes pra meter de fora sem quase mirar, os sucos que encharcavam ela me guiavam pro centro do buraco e eu entrava direto no fundo, lembrei da irmã dela, Ingrid não sabia onde queria meu gozo, em todo lugar ela colocava um porém, a mãe dela, por outro lado, teve claro desde o início e engoliu meu gozo até não deixar uma gota, agora seria eu quem escolheria e de booties eu já tinha provado muitos, mas uma buceta de 27 anos não aparecia todo dia, já ia gozar quando ela deu sinais de que outro orgasmo estava chegando, fiquei fazendo exercícios mentais pra esperar ela até que começou a gozar, aí tirei a pica do cu dela e a dois centímetros enfiei de novo.
A buceta molhada dela não ofereceu resistência, pelo contrário, as dobras internas me excitaram ainda mais e, mergulhando fundo, gozei, enquanto os dois estávamos sob o efeito dos espasmos não nos preocupamos com nada, mas quando paramos e ela sentiu que estava cheia de porra quente, se assustou.
— Merda, Pepe! O que você fez? Gozou dentro de mim, sua buceta…!
— Bom, sim… um pouco.
— Um pouco? Tô sentindo sua porra até na garganta e o pior é que não sai, você me engravidou, Pepe, você é louco, Pepe, achei que fosse mais sensato.
— Desculpa, não percebi, você é tão gostosa que quando tentei parar já tinha gozado.
— Que trampo, não tomo pílula nem nada e tô ovulando esses dias…
Ela começou a chorar desconsoladamente, eu fiquei sem graça, todo o encanto da foda que a gente tinha se foi, agora Herta, de cócoras, vigiava a buceta rosada dela esperando minha porra sair, esperou inutilmente porque não saiu nem uma gota, ela se lavou numa poça da cachoeira mas a água saía transparente, eu tinha injetado minha porra no fundo do útero dela, quando se acalmou me pediu desculpas pelo ataque de histeria mas me fez entender o problema, ela era independente, jovem e não queria encrenca com filho agora, sem convicção eu disse que a mãe dela ficaria feliz com um neto pra criar, mas ela me olhou e chorou de novo.
— É brincadeira, mulher, vai ver que não dá nada, agora a gente fala com sua irmã e a Corina e elas te dão uma solução, sua menstruação vai descer logo ou sua mãe conhece alguma erva pra ter a menstruação também.
— Espero que você tenha razão, vamos voltar pra casa.
Aí acabou a excursão, quando a gente tava saindo ela explicou que tinha outro caminho do outro lado pra subir, mas como a gente tinha o carro estacionado ali, tínhamos que voltar, ao passar pela área da água e do barulho e do corrimão, me segurei com uma mão na balaustrada e outra nos ovos e sem olhar pra baixo passei sem reclamar.
A primeira coisa que fiz ao chegar foi falar com a Corina, comecei disfarçando a cena, mas a Corina me conhecia como se tivesse me parido e logo me disse:
“Então… quer dizer que você comeu a Herta de todos os jeitos possíveis, ainda gozou na buceta dela, encheu ela de porra até o útero, e agora ela te conta que tem todas as chances de engravidar de você? Pois que ótimo! Quase vamos ser família, nem tudo é ruim, a Erika vai adorar e a tia dela também gosta muito de crianças. Também podia ter escolhido a Ingrid, ela ia adorar ser emprenhada por você… merda, Pepe, isso não é próprio de você!”
“Desculpa, Corina, não fala assim comigo, você só me afunda mais.”
“Desculpa, Pepe, na verdade foi um chilique de inveja, eu é que queria que você me engravidasse, mas… vamos ver que solução a gente dá.”
Vi a Corina chamar a Ingrid, as meninas vieram falar comigo, a Ingrid já sabia, a mãe dela tinha contado porque a Herta se confessou com ela, só faltava a Elena pra completar o time e o desastre!
Na hora a Ingrid foi embora, não disse pra onde ia, mas a Corina sabia, embora não quisesse falar nada. Uma hora depois ela voltou, pegou a irmã mais nova pelo braço e levou pro banheiro. Quando saíram, pelo menos a Herta tava com o semblante mais calmo. A irmã dela tinha conseguido com uma amiga farmacêutica de Puerto Iguazú uma pílula do dia seguinte, com certeza no outro dia a menstruação dela ia descer. A Corina me olhou séria:
“Bom, parece que se resolveu por enquanto. Amanhã a menstruação dela vai descer. Espero que mesmo com a menstruação você não meta de novo e goze dentro, ‘pau rápido’!”
O suspiro de alívio que eu dei me deixou como se tivesse gozado de novo. Instintivamente beijei a Corina na bochecha e fui dar um passeio pela selva.
À tarde o Javier levou a Erika e a Elena pro povoado, elas queriam comprar alguma lembrança e não ser tratadas como turistas no Preço, Herta foi trabalhar mais contente e eu fiquei na varanda. A manhã tinha sido muito pesada, meus nervos estavam destruídos, passei medo de verdade, embora depois tenha me vingado fodendo com a garota, mas depois tudo afundou como o Titanic. Teria sido ideal eu ter gozado em qualquer outro lugar e voltado de mãos dadas depois de ter visto toda aquela beleza que era exclusiva pra mim, mas não, eu caguei no pau. Agora roubei um calmante da minha mulher e me sentei na cadeira de balanço. A temperatura estava ideal, embora meio úmida. Não demorei a pegar no sono. Acordei meio tonto depois de um tempo sentado. Do meu lado estava Ingrid e do outro, Corina.
Esperava uma boa bronca pelo que tinha feito com a irmã dela, mas elas não tinham cara de bravas. Pelo contrário, pegaram os celulares e começaram a mostrar as fotos que tinham tirado na Missão. De vez em quando, com os dedos, ampliavam a foto pra dar mais detalhe. Me mostraram os bicos dos peitos das duas enchendo a tela e a buceta da Ingrid. Passaram uma por uma várias vezes, mostrando com calma, até que no final me perguntaram:
— Você não acha que falta alguma pra coleção?
— Acho que estão todas. Vocês fizeram um ensaio completo, deviam emoldurar.
— Pois faltam as melhores: as suas.
— Não, não, não, nada disso. Sou um homem casado, velho e sem graça nenhuma.
— Acho que isso quem decide somos nós. Por que não vem dar um passeio na selva com a gente?
— Com vocês duas, me sinto mais seguro aqui.
— Vamos, não seja chato, vamos nos divertir pra caralho.
As duas me puxaram pelos braços, me fizeram levantar e subir no jipe. Me obrigaram a sentar na frente pra eu não tentar descer, e Corina ficou atrás de mim. Enquanto Ingrid entrava na selva, Corina ia me dando beijos no pescoço e passando as mãos por baixo da minha camisa. Ingrid, enquanto dirigia, tinha desabotoado a camisa e tirado ela da saia jeans que usava. Se inclinou... pra frente e Corina soltou o fecho do sutiã, que voou pro painel do carro. Os peitos balançavam com os buracos da estrada. Logo senti no pescoço o calor da pele de Corina, nem precisava virar pra adivinhar que ela também tinha tirado o sutiã e tava colando os peitos na minha nuca.
Ingrid ia devagar desviando das árvores e, em vez de trocar a marcha, metia a mão na minha braguilha e procurava minha rola. A selva cada vez ficava mais fechada, até que chegou uma hora que fechou o caminho. Árvores com folhas verdes enormes formavam um muro na nossa frente. Ingrid desceu do carro, os peitos dela pulavam com cada movimento, e de debaixo do banco tirou um facão comprido e largo. Pela facilidade com que ela manejava aquilo, me deu um frio na espinha. Eu, com a rola de fora, encolhi num segundo. No meu terror, pensei que elas iam fazer justiça com as próprias mãos e engoli seco. Corina me segurava pelos ombros e não me deixava mexer.
Ingrid começou a dar facadas na vegetação. Num instante, abriu uma clareira com os galhos de folhas largas formando um círculo. Voltou pro carro, guardou o facão de onde tinha tirado e, no lugar, pegou uma câmera digital. Tirou a saia jeans e a calcinha fio dental que tava usando.
— Beleza, já deu. Podem descer. Agora sim vamos fazer um book de fotos de verdade.
Corina me soltou e pulou do carro. Em cima das folhas, tirou o short e a calcinha preta que usava. E as duas me fizeram descer e me pelaram.
— Sempre tive a mania de ter um álbum de fotos de jovem pra quando ficar velha lembrar e mostrar pra quem duvidar do meu corpo.
— Então escolheu um cenário foda! Pepe, você vai ser o fotógrafo!
As duas minas mostraram que eram íntimas mesmo há muito tempo. Uma passava maquiagem na outra, retocando os brilhos que tinham nos peitos e nos ombros. Eu, com a câmera na mão, tentava entender como funcionava. No fim, coloquei no automático e esperei. Saíram bem, com a câmera pendurada no pescoço e a rola na horizontal por baixo dela, formando uma cena cômica. As minas começaram a posar em poses mais ou menos ensaiadas, tipo as que se vê em calendários ou propaganda, mas aos poucos foram apimentando mais. Eu, com o dedo no gatilho sem piedade, ia enchendo a memória da câmera. Quando cada uma terminou de posar, elas se juntaram e começaram a fazer poses mais ou menos eróticas, até que uma delas se jogou. Quando olhei pelo visor, vi que a Ingrid estava chupando a teta da Corina. No começo, não estranhei muito, porque ela já tava mamando o gozo dela — eu também tinha gostado —, mas as lambidas não se limitaram só aos mamilos; se espalharam por toda a teta, descendo pela barriga até o umbigo.
Eu atirava em modo contínuo. Quando ela lambeu em volta do umbigo, a Corina abriu as pernas e deixou caminho livre pro sexo dela. A juba loira da Ingrid sumiu entre as coxas da Corina, e ela ergueu os quadris ao sentir a língua da amiga. Corina tocou a perna da loira, e ela entendeu o recado, passando a perna por cima da cabeça da morena. Foi afastando os joelhos até deixar a buceta cair na boca da Corina. As línguas das duas agiam desesperadas enquanto eu disparava a câmera. Corina foi a primeira a gozar, mas Ingrid continuou lambendo a buceta dela. Quando conseguiu se recuperar, fez sinal pra eu chegar perto e apontou pro cu da Ingrid. Deixei a câmera no chão e me posicionei sobre a cabeça da Corina. Com a língua, ela lambeu minha cabecinha e guiou ela pro cu da amiga. Se abraçou nela pra não se mexer e mandou eu empurrar. A rola afundou no cu molhado e, por um momento, ela parou de lamber o clitóris da Corina. Ficou saboreando a entrada da minha rola até sentir ela no fundo, e continuou chupando a buceta da amiga.
Sobre os olhos dela, minha rola entrava e saía limpinho do buraco da Ingrid. Corina esticou a mão e pegou a câmera. De baixo, ela foi tirando fotos de como meu pau ia e vinha dentro da amiga dela, do lado do meu pau minhas bolas, dava pra ver os lábios menores da Ingrid, rosa clarinho e a buceta aberta pulsando com o interior mais escuro, a câmera não parava de clicar e quando meu pau saiu do cu da Ingrid, a Corina apontou pra buceta da loira, ela deu um pulo mas na segunda foto já tinha meio pau pra dentro e deixou ele entrar todo. A Corina aproveitou pra tirar fotos entre as duas, dava pra focar nos peitos morenos da Corina com os bicos duros pra cima e nos peitos brancos pendurados da Ingrid e quando elas se separavam um pouco até a língua da Ingrid lambendo de cima a baixo os lábios depilados da amiga. A Corina, de baixo, conseguiu fotografar em mil disparos o orgasmo da amiga, a entrada e saída do meu pau espumando e a saída forçada da porra que eu injetava sob pressão, cada vez que eu enfiava saía pelos lados do meu pau.
Tivemos que descansar, não aguentávamos mais, e aproveitamos pra revisar as fotos e descartar as que tinham saído borradas ou tremidas, que não foram muitas.
— Agora é sua vez, Pepe, vamos fazer uma coleção que vai ser a inveja de todas que virem.
— Não, eu não, sou casado, minha mulher me mata, nem pensar.
— Não se preocupa, não vamos mostrar seu rosto, o da Corina também não apareceu.
— Não consegui negar mais porque tinha as duas feras em cima de mim, uma pra outra tiravam fotos com meu pau grosso nos lugares mais explícitos, a Ingrid adorava que tirassem close do meu pau forçando os lábios dela na boca, ela pintou eles de propósito pras fotos. A Corina também aproveitou e tirou algumas de trás, o zoom elas usaram quase sempre, era meu pau num cu desde que se aproximava e centímetro por centímetro ia entrando até tirar ele escorrendo porra, as bucetas foram a estrela, em todas as posições, acariciando os clitóris ou abrindo caminho entre os lábios apertados e os peitos… uma coleção. para elas, entre elas, sobre elas, apertando o mamilo, aparecendo numa masturbação até me fazer gozar e espirrar nos mamilos das quatro tetas, no final fiquei satisfeito, meu pau imortalizado a 9000 km de casa, esperava que não publicassem na internet e que ninguém me reconhecesse, só dava pra ver o pau e as bolas, mas já era o bastante.
A Ingrid se permitiu tirar algumas com o rosto descoberto engolindo o pau, mas a Corina foi mais prudente e só se viam os lábios recebendo minha cabecinha. Quando terminamos a sessão de fotos, as duas subiram em mim: uma me ofereceu a buceta na boca e a outra enfiou o pau na buceta e no cu, devia ser a Ingrid porque senti o apertinho da vagina dela quando gozei dentro, nem perguntei mais, supus que já sabia da solução, embora tivesse certeza de que tomava a pílula.
Recolhemos tudo, espalhamos as folhas pela mata e de ré saímos na estrada larga, chegamos em casa antes dos outros voltarem das compras, sentamos na rede e bebemos uns drinques que a Ingrid preparou. Fiquei sentado entre as duas com um braço em cada ombro, deixava as mãos caírem dentro dos decotes, de um escorria gozo, do outro podia ter ficado acariciando até que escorresse também.
Continua
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