Assim que eu cresci...

Sempre vivi o sexo como algo normal, mas que devia ser mantido em segredo... desde que me lembro, me vejo rolando por baixo das saias das vizinhas e tias com a curiosidade dos meus 4 anos. Ver entre as pernas abertas, como se desenhavam lábios carnudos, nas calcinhas delas de vários estilos e cores, era o centro da minha atenção, assim como espiar entre os decotes das mais carinhosas que me pegavam no colo e riam de como eu olhava pra elas ou enfiava minhas mãozinhas entre os peitos delas, e quanto mais generosas, mais me hipnotizavam. As mais sem-vergonha falavam pra minha mãe: "Deixa ele olhar! Ele não entende nada!" e conversavam à vontade, rindo, enquanto eu me arrastava de uma saia pra outra... "Esse teu filho saiu meio punheteiro", diziam pra minha mãe, "promíscuo ele não vai ser! Olha como ele gosta de peitos e bucetas! hahaha!" E com o tempo, um comentário se provou verdade, e o outro nem tanto, porque, embora não tenha virado promíscuo, eu me tornei bi, e tenho que admitir, através dos anos e das experiências vividas, que adoro paus e buceta bem ordenhada... Mas não foi só olhar na minha infância, também comecei cedo a tocar e deixar me tocar... claro, nunca soube bem por quê, mas sabia que devia manter em segredo... Primeiro filho de uma mãe quase adolescente, de 18 anos, cresci rodeado de tias/amigas/vizinhas de idade parecida ou próxima, que estavam sempre dispostas a me dar banho junto com elas, reconhecendo que os corpos delas não eram como o meu nem como o dos homens ao meu redor — um festival de bucetas, bundas e peitos pros meus olhos e minhas mãos curiosas. Fui enriquecendo minha memória com imagens quentes sem entender bem por que eu gostava, abençoado pela época em que as minissaias viraram moda, tinha ao meu alcance pernas grossas e alguns lábios de buceta escapando, que eu, safado, me encarregava de apalpar. Lembro claramente do aviso da minha mãe: "Você é muito pequeno pra tocar as meninas aí embaixo!" E isso me fazia pensar que um dia eu chegaria na idade certa. de poder tocar aquilo que eu perseguia precocemente... até aqui, como introdução e teste piloto, já que é a apresentação da história da minha vida... valeu pela atenção!

4 comentários - Assim que eu cresci...