Naquela mesma tarde, meu marido ligou pra Julia. Deixamos ele sozinho na cozinha pra falar com ela. Nós três esperamos ansiosos ele terminar a ligação, pra contar os planos que tinha. Apesar de tudo, meu filho não perdia tempo. Tava sentado no meio das duas e passava a mão nas nossas tetas ao mesmo tempo. Claro que eu e minha cunhada também acariciávamos o pauzão dele. E é que, sei lá o que rola, mas sempre que ele tá perto, a gente sente uma vontade de pegar naquele cacete. — Pronto. Falei com a Julia e combinamos amanhã no aeroporto de Zaragoza, perto do estacionamento. Quanto menos gente nos ver, melhor. — Ela topou vir pra casa? — Não queria vir. Foi um parto convencer ela. — E por que não queria vir, será que tem vergonha porque é sua amante? — Escuta, amor —meu marido se aproximou da gente— ela não é minha amante. Não é minha namorada e também não tô apaixonado. Por mais que você não acredite, só quero você e mais ninguém. O meu negócio com a Julia começou como uma aventura e no fim virou uma ajuda. Tudo bem que eu comi ela nesse meio tempo, mas só isso. Sei que te machuquei e peço perdão; um milhão de vezes se precisar —Ele se ajoelhou na minha frente— Se quiser que eu me arraste, vou me arrastar no chão. Faço o que você quiser pra me perdoar —as palavras do meu marido eram totalmente sinceras, e os olhos dele se encheram de lágrimas— mas não me afasta de você. Nem consigo imaginar minha vida sem você —terminou chorando igual um bebê no meu colo. As lágrimas escorriam pelo meu rosto. Olhei pra direita e vi que tanto meu filho quanto minha cunhada também choravam em silêncio. Posso ser bem durona na minha empresa se precisar. Mas com a minha família não consigo. Agora eu tava percebendo o quanto tava sendo cruel com meu marido e ele não merecia isso, porra, apesar de tudo, eu amava ele! — Levanta, amor, por favor. Não aguento te ver assim —implorei chorando. Sentei ele no meu colo e beijei o rosto inteiro dele com querido ─Eu te amo ─ Eu dizia enquanto beijava ele. Meu filho puxou ele devagar —Eu te amo, papai—disse e também beijou ele com carinho, até na boca. Minha cunhada também puxou ele e cobriu ele de beijos quase maternais. Meu marido continuava chorando, embora com menos intensidade. Nós três abraçamos ele, tentando transmitir o carinho que sentíamos. Meu coitadinho parecia tão indefeso naquele momento, tinha a piroquinha tão encolhida, que parecia mais a perereca de um menino. Beijei ela. Abri a boca e engoli ela por completo, como uma mãe carinhosa faria brincando com seu filhinho. Não pretendia dar prazer a ele, mas parece que com o calor da minha boca, a pipila dele começou a engrossar, quando tirei ela da boca, estava uma salsichona. Meu filho me substituiu e enfiou o pau do pai dele na boca, dando um boquete de campeão. Meu marido já estava de pau duro quando chegou a vez da irmã dele. Ela sim mamou ele para dar prazer, e muito, meu filho e eu abrimos as pernas dele e vimos o inchaço que se formou debaixo do escroto. — Ele está quase gozando —falei para meu filho e naquele momento vimos aquela mesma área pulsando muito rápido— Olha, ele está gozando —falei para meu filho. — Então ele está bombeando muita porra pra tia —respondeu ele vendo os espasmos. — A mesma coisa acontece com você quando goza —falei— — Estou ficando com tesão, mamãe —ele pegou minha mão e levou até o pau dele. Segurei e percebi que começava a endurecer. — Filho, não é hora —tentei tirar minha mão. — Vai, mamãe, chupa ele —insistiu sem soltar minha mão. — Não tô a fim agora, por favor me solta —não me sentia motivada naquele momento. Meu marido descansava sobre os peitos da irmã dele e ela o abraçava. Os dois nos olhavam excitados. Meu filho se levantou no assento do sofá e rapidamente segurou meus braços pelos pulsos. Notei o pau gordo dele, balançando enquanto engrossava e crescia. Meu filho estava muito excitado; eu sentia como se umedecia minha buceta também. Ele ficou afastado o suficiente pra que o ar que eu soltava ao resistir chegasse até o pau dele. — Beija meu pau, mamãe — ele ordenou.
Por baixo dos ovos grandes e pesados dele, eu vi meu marido e a cunhada. Os dois olhavam em silêncio, com a mesma cara de tesão. Beijei a ponta do pau do meu filho, até os ovos quando ele os encostou no meu rosto; tudo pra ele parar de me perturbar. Eu tentava resistir. Talvez por teimosia ou porque não queria que meu filho me dominasse na frente do pai dele. Não tenho certeza. Do que tenho certeza é que, naquele momento, minha buceta já ardia e escorria muito melado. — Deita, mamãe — meu filho ordenou de novo. Não me mexi, e ele, sem soltar meus braços, foi me virando até me deitar no sofá, mas eu juntei minhas pernas numa tentativa idiota de resistir. Meu filho montou em cima de mim. Os olhos dele flamejavam de tesão e autoridade ao mesmo tempo quando vi ele abaixar a cara na direção do meu peito. Eu me mexi. — Fica quieta, você não vai me impedir de chupar seus peitos — Ele abriu a boca, prendeu meu mamilo duro e começou a lamber devagar no começo, e depois a chupar com força. Ele tinha razão, não consegui evitar, mas também não queria evitar que ele chupasse meus peitos; eu desejava aquilo com a mesma força que ele me chupava. Quando ele se satisfez com meus peitos, levantou a cara e me olhou. — Agora vou te foder — ele disse. — Nem tenta — eu desafiei, sem necessidade. — Abre as pernas — ele ordenou. Eu neguei balançando a cabeça. — Atreve-te a me bater — falei pra provocar. — Abre as pernas, mamãe — ele insistiu de novo. — Me bate se tiver culhão — eu disse e não me mexi. Então meu filho segurou meus pulsos com uma mão só e com a que ficou livre me deu um tapa. Agora meu filho se comportava como um macho dominante, exatamente o que eu queria. — Covarde, me bate de novo — Eu tava muito puta, mas me recusei de novo a separar as pernas. O segundo tapa me Isso doeu um pouco e as lágrimas escorreram. — Abre as pernas, sua puta — ele ordenou de novo, com o rosto vermelho. Agora sim, eu estava pronta pra abrir as pernas pro meu filho e deixei ele se enfiar no meio. — Tira a calcinha e enfia meu pau — ele mandou, me soltando. Eu puxei a calcinha pro lado, peguei no pau dele e enfiei na minha buceta. O filho da puta do meu filho recuou pra trás, deixando só a cabeça dentro de mim. — E agora? — perguntei, confusa. — Se quer que eu te coma, vai ter que implorar — ele disse, enfiando um pouco e recuando de novo. — Você tá louco se acha que vou implorar. Vai, mete de uma vez, sua puta! — respondi. Meu filho me penetrou mais, devagar, enfiando o pauzão dele, mas não até o fundo. Eu gemi de prazer sentindo ele dentro de mim. Ele tava enchendo minhas entranhas e eu não tinha me rendido a ele. Era a primeira vez que conseguia isso e me senti forte. Ele recuou com a mesma lentidão que tinha penetrado, e de novo enfiou dentro de mim bem devagar. Eu tava ficando louca de tesão e a lentidão dele me desesperava. Queria que ele me macetasse com força, como sempre faz, e empurrei meus quadris pra me penetrar sozinha, mas ele me impediu. Meu filho repetiu a operação de novo, bem devagar, só que dessa vez, ao recuar, tirou o pau completamente, me deixando na antesala de um orgasmo enorme. — E agora, por que você tirou? — gritei, furiosa. — Não tô a fim de continuar. — Como assim não tá a fim? Me esbofeteia e agora que me tem, me deixa assim? Vai ser filho da puta! — Você me obrigou. Eu gosto de brincar com você, com minha tia e com papai, mas uma coisa é brincar, outra bem diferente é ter que chegar a isso. Se quer um macho que te bata, vai procurar um, porque eu não tô disposto. Assim não me dá vontade — disse meu filho, se levantando. Virou as costas pra mim e começou a andar em direção à escada. — Aonde você vai, filho da puta? Volta aqui! — gritei. Olhei pro meu marido e pra irmã dele. Ela tava segurando o pau dele. Pau sem perceber que estava mole. Os dois me olhavam e ficavam em silêncio. Quase nem respiravam. Corri atrás do meu filho, passei na frente dele e parei na sua frente. Ainda estava duro e bem ereto quando toquei no pau dele. — Filho, por favor, volta e termina de me foder como começou — implorei. — Mãe, não insiste, já te falei que não tô a fim. Você não se entrega como sempre faz. Me provocou de um jeito que não gostei. — Me perdoa, filho, naquele momento não sei o que deu em mim. — Eu sei o que deu. Seus olhos brilhavam de tesão quando eu te dei as palmadas, e não gosto de brincar com isso. — Volta, por favor, vai ver que agora eu me entrego como sempre — supliquei desesperada, com lágrimas nos olhos. — Se tá com tanta necessidade, vai lá e deixa teu marido te comer — ele me afastou com firmeza e continuou subindo. — Filho, não me abandona. Você não, por favor — gritei chorando, mas não adiantou nada. Ele chegou no final da escada e virou no corredor em direção ao quarto dele. — O que eu fiz, meu Deus? — perguntei chorando.
Entre minha cunhada e meu marido, me levantaram e me levaram pro quarto da minha cunhada. Lá, me sentaram na cama. Me deitei de lado e me encolhi, chorando — O que eu fiz? — repetia chorando — Calma, querida — minha cunhada acariciava minha cabeça, tentando me consolar. — Por quê? — perguntei pra minha cunhada. — Não tenho a resposta, amor. Só sei que seu filho queria brincar com você, como sempre, mas você perdeu a linha. Provocou e desafiou ele de propósito pra ele te bater, e isso fodeu ele, e muito. O que você pensou em fazer naquele momento escapou do seu controle — A verdade é que nem eu mesma entendia o que tinha passado pela minha cabeça. — Vou falar com ele — disse meu marido. — Será que tô virando uma masoquista? — Claro que não, amor, que ideia a sua. — Isso acontece por foder com meu próprio filho. Sempre desconfiei disso. Olha, já me falei muitas vezes: "Não faz isso, que incesto não é natural >> — Não fala besteira, sua buceta não entende dessas coisas. — Mas minha cabeça entende. — Você não sabe o que tá dizendo. Eu descobri que me excita e gosto de foder com meu irmão. E daí, isso é errado? Claro que não é errado. É só sexo e a parada é aproveitar ao máximo, nada mais. — Então por que eu agi assim, por que não me limito a curtir igual você? — Não sei. Cada pessoa é um mundo. Você é teimosa pra caralho e, às vezes, gosta de levar as coisas até o limite, assume. — Talvez você tenha razão e essa minha teimosia tenha me ferrado. Nessa hora meu marido entrou. — Como ele tá? — perguntei. — Acabado. Pra ser sincera, ele tá muito fudido. — E tudo por minha culpa — falei e comecei a chorar de novo. — Eu falo com ele, não se preocupa — disse minha cunhada. — Vai vê-lo se quiser, mas ele me pediu pra deixarmos ele em paz por enquanto. Vou ligar pra Julia e falar que não posso ir. — Meu Deus! É verdade. Você não pode fazer isso. Vai buscar ela e traz — falei pro meu marido. — Acho que não é o melhor momento. — Sua mulher tem razão. Vai buscar ela e traz, não tem motivo pra arrumar mais um problema. — Então vou me arrumar. — Tá, me visto e te levo no aeroporto. — Não. Melhor você ficar. Vou pegar um táxi. — Lavo o rosto num instante — insisti. — Amor, você não entende. Tenho que me fantasiar antes de sair de casa, essa gente não brinca em serviço. — Vai com cuidado — falei dando um beijo na boca dele. Meu marido foi pro nosso quarto. — A gente tá louca? — me perguntou minha cunhada. — Não sei. Quero pensar que não, que a gente tá fazendo o certo por essa pobre garota. — Não sei se vou ver meu sobrinho. — Fica comigo, por favor — pedi e ela se deitou do meu lado. Passou um braço nos meus ombros e me aconcheguei no peito dela. Foi assim que meu marido nos encontrou mais tarde antes de sair. A verdade é que ele não tava nada parecido com ele mesmo. Tava com uma peruca grisalha e uma barba postiça da mesma cor. Vestida de forma elegante. Parecia um senhor de uns sessenta e poucos anos, que estava numa viagem de negócios. Nos despedimos dele desejando muita sorte. Ele prometeu ligar pra gente ficar tranquila. A gente se abraçou torcendo pra dar tudo certo e assim, dormimos. Não sei quanto tempo passou. Acordamos quando bateram na porta do quarto e meu filho entrou. Já não estava mais nu, tinha vestido uma camiseta e um shorts folgado. Ao vê-lo assim, vestido, minha alma caiu aos pés. — Tô com fome. Querem que eu prepare algo pra janta? — Por que você se vestiu? — Não tô a fim de andar nu, mãe. Além disso, tô com frio. — A gente já desce — disse minha cunhada. — Ele disse que tá com frio. Mas onde, onde ele tá com frio, meu filho, santo céu? Mas como eu pude ofendê-lo desse jeito? — Não começa a chorar de novo. Dá um tempo pra ele. Lava o rosto e a gente desce pra jantar — me disse minha cunhada. Obedeci feito uma zumbi. Juro que quando enfiei a cabeça debaixo da torneira, desejei que a pia estivesse cheia d'água. — E o que a gente veste? — Umas calcinhas simples bastam, mas que marque bem a racha. — Agora não tô com ânimo pra essas coisas. — Vamos ver, você quer resolver as coisas com seu filho, não quer? Então pede perdão, fica sexy, e tenta seduzir ele. Nunca falha. Minha cunhada ficou procurando na gaveta da roupa íntima dela e tirou umas calcinhas transparentes lindas, amarelo cru. Pra ela, escolheu umas iguais, mas cor salmão. — Porra, marca muito — falei me olhando no espelho. — Cunhada, você tem uma buceta muito bonita, exibe ela e não se preocupa com mais nada. — Os peitos a gente vai deixar de fora? — Claro! Passa alguma coisa fria nos bicos pra eles ficarem durinhos. — Me sinto uma puta. — Você é a puta do seu filho! Querida. Quando entramos na cozinha, meu filho deu uma olhada lasciva pra tia dele, pra mim nem olhou; isso doeu, mas não falei nada. Já Ela tinha preparado tudo. Uma salada deliciosa, uns pãezinhos com patê de sabores diferentes, um prato de queijo e outro de presunto. Refrigerantes para ele e vinho branco gelado pra tia dele e pra mim. A gente sentou, uma de cada lado dele, e começou a comer, mas eu não tava com a menor fome. Minha cunhada, cada vez que levava comida à boca, esticava a língua e lambia com a ponta, dando um toque bem erótico ao jantar. Meu filho olhava pra ela com olhos cheios de tesão. Eu olhava pra eles e não via a hora de falar com ele. No fim, respirei fundo e me decidi. — Filho, podemos conversar? — Claro, mãe — o tom dele era respeitoso. — Quero te pedir desculpas de novo. Não sei o que deu em mim. A última coisa que quero é te ofender, te imploro que me perdoe. — Mãe, pelo amor de Deus! Não precisa me implorar. Te perdoo — ele me beijou na bochecha! — Viu? Já tá tudo esquecido. — Não. Não tá esquecido, você ainda tá puto comigo. — Mãe, não fica nessa neura, eu te perdoei, já não tô mais bravo, de verdade — de novo ele se inclinou pra mim, passou um braço nos meus ombros e me beijou de novo; dessa vez nas duas bochechas — Agora tá satisfeita? — Não, porra! Não tô satisfeita, há umas horas atrás você não teria me beijado na cara. — Antes era antes, mãe, e agora é agora. Você é minha mãe e te trato como tal, só isso — Eu não aguentei mais e desabei a chorar. — Você não acha que tá sendo duro demais com sua mãe? — disse a tia dele. — Não tô tentando ser duro nem nada, trato ela como qualquer filho trataria a mãe — As palavras dele doíam como facadas. — Qual é, sobrinho, não vem tirar sarro de mim. Você sabe muito bem que é muito mais que um filho pra ela. Você tirou ela da mesmice e deu um novo sentido pra vida sexual dela. Você dá a felicidade que ela precisa toda vez que mete nela. Não vai ser capaz de perdoar um erro? Um erro só! Pelo amor de Deus! Vai ser tão intransigente assim com ela, sobrinho? Se acha tão macho que pensa que o que você começou, você termina? — De certa forma, sim. — Sobrinho, se você acredita nisso, não é um homem, é um merda que se acha homem. — Por favor, amor, me perdoa! — supliquei de joelhos diante do meu filho — Juro que nunca mais vai acontecer! Preciso de você como mãe e como mulher, não me abandona! Você, não, por favor. — Deixa ele, amor — minha cunhada veio me levantar, mas minhas pernas não aguentavam — Chega de se humilhar, porra! — gritou irritada. No fim, me levantei, ela me abraçou e me beijou na boca — Escuta, sobrinho, não admito, nem de você nem de ninguém, que tratem essa mulher assim. Já que você não quer que as coisas sejam como antes, vou levá-la pra minha casa. Lá, pelo menos, vou tentar fazer ela feliz. Vamos, querida — minha cunhada me guiou até a porta da cozinha. Meu corpo todo tremia, subi o primeiro degrau e, se não fosse por ela, teria caído, não sabia se ia conseguir subir as escadas — Espera, por favor! — ouvimos meu filho gritar atrás de nós. — Me perdoa, mãe — ele se jogou em cima de mim e eu caí de bunda num degrau. Me abraçou, encostou no meu peito e desabou a chorar como um menino — Não quero que você vá, nem você, nem a tia, por favor, não vão embora. Desculpa, desculpa, desculpa. Como eu não ia conseguir perdoar meu filho? Minha cunhada sentou um degrau acima da gente e, por trás, nos abraçou. Nós três começamos a chorar. Soltando toda a pressão que apertava nosso peito. Ficamos chorando por uns minutos, até que, aos poucos, fomos nos acalmando. Eu não parava de acariciar a cabeça do meu menino com toda a ternura, como qualquer mãe faria. De repente, a felicidade me inundou por completo, porque senti meu filho chupando meu mamilo com muita delicadeza. Segurei meu peito e o embalei como quando ele era criança. Minha cunhada, que estava vendo tudo, me beijou no ombro enquanto deslizava a mão pela frente da minha cintura para afastar minha calcinha de lado, pra facilitar pro meu filho. Eu já tinha deixado troquei de peito, pra ela chupar o outro mamilo. O braço do meu filho, que tava me abraçando pelos ombros, deslizou pelas minhas costas e, quando a mão dele entrou por dentro da minha calcinha, eu tremi de prazer. Meu menino levantou a cara sem soltar meu mamilo e eu sorri pra ele, ele sorriu de volta, aí levantou a cabeça e me beijou na boca. Um beijo cheio de paixão e bem molhado, igual a língua dele. Eu gemi na boca dele quando os dedos dele deslizaram pela minha bucetinha molhada. A gente se separou e ele beijou a tia dele do mesmo jeito; ao mesmo tempo, acariciava os peitos dela com a mesma mão que tinha acariciado minha bunda e, com a mão livre, ele esfregava minha boceta de um jeito delicioso. Sem conseguir evitar, enfiei a mão pela perna larga do short dele. Ele não tava de cueca, então consegui puxar pra fora os ovos enormes dele sem problema e apertei eles com cuidado. Meu Deus, como eu amo as bolas do meu filho! Acariciei elas com ternura, vendo que, a poucos centímetros do meu rosto, ele tava se pegando com a tia dele. Eu estiquei a língua e aproximei meu rosto do deles, e nós três juntamos nossas línguas, brigando pra ver quem lambia mais. Brinquei com a pele do prepúcio dele e acariciei o pau dele. O círculo tinha sido reparado! — Não sei vocês, mas eu ainda tô com fome — ele falou assim que se separou. Nós três caímos na risada. Minha cunhada levantou primeiro. — Você tá com a buceta de fora, sua puta — falei quando vi que um lado da calcinha dela tava puxado pro lado. — A culpa é do sem-vergonha do seu filho, que enquanto me beijava, ficou esfregando ela. — Não. A culpa é sua, sua vadiazinha, por deixar tocar — disse meu filho. — É, mas é que eu adoro quando você toca nela. Vai, beija minha boceta, por favor! Nós dois beijamos ela e enfiamos a língua na fenda dela. Enquanto eu lambia a bucetinha da minha cunhada, meu filho deslizou a mão pela parte de dentro da minha coxa e pegou de novo no meu coelhinho. Eu soltei um suspiro longo de satisfação e minha cunhada Ele me imitou. — Vamos, bora jantar — falei. Naquela hora, meu celular tocou. Era meu marido. Ele tinha chegado bem e já estava com a Julia. Recomendei que eles pegassem só o que não comprometesse eles, documentos e outros objetos (celular, câmeras, até tickets de compra). Que o resto deixassem, além disso, seria estranho dois homens viajarem vestidos com ternos elegantes e malas. Meu marido me parabenizou pela ideia genial. A gente compraria o que a Julia precisasse pro guarda-roupa dela quando ela estivesse em casa, e a salvo. Ele perguntou pelo garoto e eu disse que a gente tinha fechado o círculo de novo. — Lembra de abrir amanhã pra mais dois — ele me lembrou. — Claro, amor, mas primeiro tomem muito cuidado. Eu também te amo — falei antes de desligar o celular. Beijei meu menino na boca e minha cunhada em nome do meu marido. — Eles chegam lá pelo meio-dia — falei. Abraçados, com meu filho no meio, voltamos pra cozinha. Ele ia passando a mão na bunda das duas. Minha cunhada segurava a piroca dele e eu segurava os ovos. — Sentem cada uma numa perna e me deem de jantar, vadias — pediu meu filho. — Nada disso, sobrinho. Você vai ser o jantar das suas putas — disse minha cunhada. Ela tinha bolado alguma coisa. Colocou em prática na hora. A primeira coisa que a gente fez foi pelar meu filho completamente. Depois tiramos tudo que tinha em cima da mesa e ela pediu pro sobrinho dela deitar de costas. Aí, minha cunhada explicou que a brincadeira era passar patê em todas as partes do meu filho que a gente quisesse devorar. A gente amou a brincadeira e botou a mão na massa. Minha cunhada pegou o pote de patê, enfiou os dedos e começou a besuntar a piroca do meu filho. Eu passei patê nos mamilos dele e em volta dos lábios. A gente teve que resolver um problema no meio do caminho. Como ele não tava totalmente duro, minha cunhada chupou ele até deixar a piroca bem durinha. Assim a gente conseguiu besuntar a piroca toda dele com patê. Já que ele tem a Tão grande que tivemos que abrir mais dois potes pra passar ele inteiro, além disso os potes eram muito pequenos. O quarto e quinto pote gastamos nos ovos dele, na bunda e nos arredores, nas virilhas e nos lados. Eu tive a ideia de passar nos dedos do pé dele e minha cunhada me apoiou. Quando terminamos, o coitado tava coberto de patê, só sobrou as costas e as nádegas, porque como ele tava com as pernas dobradas pelos joelhos, a parte da bunda que ficava de fora também já tinha sido passada. — Parece um delicioso bolo de patê, amor — disse minha cunhada — você já sabe que não pode nos tocar. Tem que ficar quietinho — ela lembrou.
Começamos pelos lábios. As duas lambemos avidamente toda a crema de patê. Mordemos os lábios dele e enfiamos nossas línguas na boca dele. Descemos pelo pescoço lambendo todo o patê passado. Quando chegamos nos peitinhos dele. Meu pobre menino começou a gemer mais forte e a ofegar. Os bicos dos peitos ficaram duros e, como eram gordinhos, era uma delícia chupá-los. O coitado ofegava e gemia cada vez mais — Avisa a gente se for gozar — eu disse e continuei chupando o bico do peito igual minha cunhada. Acabamos com todo o patê daquela área e depois de um festim nos bicos dos peitos dele, seguimos lambendo a barriga e os lados — Vou gozar, suas vadias, não aguento mais — ele avisou. As duas corremos rapidamente até o pauzão dele; juntamos as caras e abrimos a boca. Imediatamente recebemos a descarga. A gozada foi muito abundante. O esperma entrava nas nossas bocas famintas, mas alguns jatos batiam na nossa cara e no nosso cabelo. O patê e a porra do meu filho misturados tinham um sabor delicioso. Quando nos afastamos, ainda saía porra em pequenos jatos. — Deixa escorrer até os ovos, assim vão ter um gosto melhor — disse minha cunhada. — Nossa, como você é puta. — Eu sei — ela me entregou um copo de vinho — vamos brindar à melhor ceia do mundo.
Depois do brinde, lambemos os restos de esperma. do rosto e nos beijamos, misturando nossa saliva com o sêmen do meu filho. Nós duas voltamos para a barriga, retomando nosso jantar. Também tenho que dizer que não só lambíamos o patê; de vez em quando, as duas nos enroscávamos num beijo apaixonado. — Vocês estão jantando, mas eu não, e estou com fome. Me deem alguma coisa, por favor — protestou meu filho. — Coitadinho, esquecemos dele — disse minha cunhada.
Eu tirei a calcinha primeiro, enfiei os dedos no pote de patê e passei nas virilhas e na buceta, nos mamilos e no cuzinho. Minha cunhada juntou duas cadeiras. Subi nelas de pé, com as pernas abertas, em cima do rosto do meu filho. — Você gosta disso? — perguntei. Ele não disse nada, ficou sem fala, mas os olhos dele refletiram o tesão que meu pobre menino sentia. Me abaixei devagar até minha xereca encostar na boca dele.
A boca e a língua do meu filho começaram a devorar toda a comida. Segundos depois, eu já gemia alto, dando vazão a todo o prazer que me invadia. Como eu ia imaginar que sentir a língua dele nas minhas virilhas me daria tanto tesão? — Come, meu filho, come a bucetinha da mamãe, não fica com fome, meu amor — eu dizia enquanto sentia a língua dele lambendo toda a minha racha, para depois entrar na minha buceta. — Chupa o grelinho dela que dá muito tesão — disse minha cunhada, e meu filho se concentrou no meu clitóris duro.
Meu corpo tremia a cada lambida que ele dava, e ainda por cima minha cunhada não parava de lamber meus mamilos besuntados de patê. Quando a língua do meu filho alcançou meu cu, minhas pernas começaram a tremer. — Vou gozar, querido, que forte que vem — e era verdade.
O orgasmo que tive foi tremendo; sentei no meu filho porque não conseguia me segurar, e ele não parava de chupar e mordiscar meu grelinho, como chamam meu clitóris avantajado. — Não, por favor, não faz isso que vou mijar — eu disse, mas ele continuou e continuou até eu começar a mijar.
Soltou um jato potente. Depois que a Promíscua da minha cunhada pegou com a boca. Quando o jato diminuiu, foi meu filho quem bebeu. Minha cunhada me ajudou a descer das cadeiras. Tava muito excitada porque ela enfiou um mamilo lambuzado de patê na minha boca e empurrou minha cabeça contra o peito dela. Enquanto eu lambia o patê, eu a abaixei pra que o sobrinho chupasse o outro mamilo. Nós dois juntos comemos o patê dos peitos dela. Depois ela subiu nas cadeiras, mas de costas pra mim. Se abaixou oferecendo a boceta cheia de patê pro meu filho e me pediu pra chupar a bunda dela.
Fiquei encantada em comer a bunda da minha cunhada, enquanto meu filho dava conta da bocetona dela. Separei as nádegas com a mão e enfiei minha língua no cu dela pra dar mais prazer. Nós dois juntos provocamos um orgasmo brutal nela, de tanta intensidade que ela até mijou, mas em cima do sobrinho, que de boca aberta tentava beber todo líquido que conseguia.
Fizemos uma pausa pra beber e nos acalmar, porque as duas távamos muito cansadas depois de gozar. Meu filho era o único que tava com tesão e começava a endurecer. — Vai sobrinho, fica duro. Faz esse pau crescer. Isso aí! Balança essa rola com orgulho, que um pauzão como o seu é único — com as palavras que a tia dizia, meu filho ficou completamente duro e eu me juntei. — Vai querido, faz a cabecinha engrossar, quero ver ela se soltar sozinha — em segundos, a glande começou a inchar e inchar, e a pele do prepúcio escorregou pra trás, liberando a cabeçona da rola maravilhosa dele. Não nos decepcionou. — Tudo pras minhas putinhas, sirvam-se à vontade — ele nos convidou.
Nós duas nos servimos, mas não uma porção, e sim tudo, íamos comer todo o sexo do meu menino. Minha cunhada cuidou da rola e eu das bolas deliciosas dele e da bunda. Comecei pelo cu, lambendo primeiro o patê e depois beijando o esfíncter, pra terminar enfiando a ponta da língua lá dentro o máximo que pude. Que gostoso era o cu dele! Claro, meu filho gozou rapidinho e a puta da minha cunhada lambeu todo o leite dele. Eu só consegui ver ela chupando ele, olhando os espasmos rápidos e fortes que ele tinha debaixo do saco. Quando se recuperou, meu filho desceu da mesa e abraçou eu e a tia dele. — Amo vocês, vadias — disse ele, dando um beijo carinhoso na boca de cada uma.
Nós três limpamos e arrumamos a cozinha no meio de brincadeiras e apalpadelas. Quando saímos pra ir pro banheiro, não tinha mais nenhum vestígio da nossa pequena orgia. Nós três entramos no quarto da minha cunhada e fomos direto pra banheira. Minha cunhada sentou primeiro, com as costas apoiadas na parede, e eu, como sempre, sentei entre as pernas dela, de costas pra ela. Como de costume, minha cunhada pegou meus peitos e começou a acariciar, meu filho olhava excitado enquanto a tia brincava com meus mamilos. — Não vai sentar, amor? — perguntei, estranhando ele ficar de pé. — É que tô morrendo de vontade de mijar — ele disse. — Então mija, porra — falou minha cunhada. — Isso, querido, chega perto e mija nas tuas putas — eu disse. Ele se aproximou da gente e se abaixou um pouco, nós duas seguramos o pau dele. Com um pequeno esforço, meu menino nos molhou com o jato quente dele. Nós, satisfeitas, tomamos banho com o líquido dele e, antes que a pressão baixasse, nos revezamos pra beber direto da mangueira dele. Quando ele terminou de mijar, não precisou sacudir o pau, a gente já tinha deixado bem limpinho. — Quero meter em você, mãe, não sei se vou conseguir te foder direito, mas preciso te comer, e a tia também. — Claro, minha vida — eu disse, abrindo as pernas pra receber ele. O pau dele tava meio mole, mas duro o suficiente pra me penetrar. — Me faz sua, preciso que você me faça sua — pedi. Ele colocou as mãos nas minhas nádegas e me apertou contra o pau dele. — Pega ele, mãe, já tá tudo dentro. — Isso, querido, do jeito que eu gosto, até o talo — a gente transou até eu gozar abraçada nele. — Agora você, tia. — Trocamos de lugar e meu filho penetrou a tia dele, que gemeu ao recebê-lo. — Tava com saudade da sua bucetuda. Te amo, tia — disse ele, fodendo devagar. — Me faz sua, sobrinho, também preciso disso. — Pega, amor, até o fundo — disse ele, se enterrando nela com força — agora você é minha. — Sim, querido, me fode devagarinho, sem pressa. Adoro sentir seu pauzão dentro de mim. — Você me deixa com muito tesão. — Espera, tira e me dá no cu um pouco — ele tirou e trocou de buraco. — Deus, que rabo mais gostoso — dizia meu filho, metendo nela. — Adoro que você foda meu cu, mas não goza não, que sua mãe também vai querer. — Claro — falei. Um tempo depois, meu filho trocou de puta. Como já tava de pau duro, enfiou até o fundo das minhas entranhas. — Que duro que você tá, amor — Meu filho chupou um peito meu, enquanto me comia pelo cu. Depois subiu, lambendo e beijando meu pescoço com muita doçura. Eu me arrepiei com os carinhos dele. Ele lambeu meu lóbulo da orelha com suavidade. — Filho, você seria capaz de comer nós duas ao mesmo tempo? — Não entendi, mãe. — Como você é complicada, cunhada. — Não sou complicada. Como a gozada dele é bem grossa, acho que a gente podia dividir entre as duas. — Igual quando eu gozo na boca de vocês — disse ele, entendendo. — Buceta, você tem razão — disse minha cunhada, que também tinha entendido. — E como a gente faz? — perguntou ele. — Muito fácil. Nós duas encostamos na parede de costas pra você, bem juntinhas, assim, você pode trocar de buraco rápido — explicou minha cunhada, que é a mais criativa. Nós duas ficamos de pé, ela e eu, bem juntas, com a bunda empinada oferecendo pro meu filho. Primeiro ele penetrou a tia, comeu ela umas quantas vezes e veio pra mim. Meu filho curtiu nossos cuzinhos por um bom tempo. Alternando de vez em quando até avisar que ia gozar. Como tava dentro de mim, recebi quatro jatos. A tia dele, outros tantos. Alternando de cu, meu filho encheu a gente de leite bem quentinho e também nos Salpicou as costas. A gente sentou fazendo um trenzinho, como minha cunhada disse. Ela, encostada na parede, eu na frente dela e meu filho na minha frente. Trocamos a água da banheira e colocamos sais e um pouco de espuma e nos entregamos ao banho relaxante. Bom, relaxar é modo de dizer, porque minha cunhada, de repente metia um dedo no meu cu, enquanto esfregava minha buceta enfiando os dedos lá dentro. Eu esfregava a pica do meu filho com uma mão, porque com a outra eu esfregava a rachinha da minha cunhada. Também enfiamos os dedos no cu dele. Enfim, o que se chama de um banho relaxante. Quando a água esfriou e a gente saiu, também nos organizamos pra nos secar. Eu secava minha cunhada, ela secava o sobrinho e ele me secava. Nós três deitamos na cama. Minha cunhada e eu queríamos nos amar. Falamos pro meu filho que ele podia ficar, desde que não interferisse. E foi o que ele fez. Enquanto a gente dava vazão aos nossos sentimentos e se amava, ele se acariciava olhando pra gente, mas sem se masturbar. Quando terminamos nossa sessão de amor, demos um beijo na boca dele e ele foi pro quarto dele dormir. — Adoro ver você tão feliz — disse minha cunhada e me beijou na boca. — Sou muito feliz. O círculo está completo de novo. Mas não vou ficar tranquila até ver seu irmão em casa. — Ele não vai ter problemas. É muito esperto. — Tomara. — Amor, preciso que você me ame de novo. Te desejo, não consigo evitar — pediu minha cunhada. — Eu também te desejo e te amo, amor. Quer que eu te coma com minha pica? — Quero, amor. — Então me chupa até meu clitóris ficar duro — Minha cunhada conseguiu deixar meu clitóris bem duro, graças à boca dela. — Já tá — ela disse. A boca dela tava brilhando por causa da umidade da minha bucetinha. — Abre as pernas, céu — falei. Fiquei no meio das pernas abertas dela e me inclinei pra beijá-la. Ela colocou as pernas nos meus ombros e eu montei nela. Graças ao meu clitóris ser bem desenvolvido, eu conseguia penetrar uma par de centímetros dentro da buceta dela. entre isso e a roçada dos nossos sexos, tivemos um orgasmo muito gostoso. Depois chupei os bicos dos peitos dela e ela chupou os meus. Enroscada entre as pernas fortes dela e com as mãos dela na minha bunda, a gente dormiu.
Por baixo dos ovos grandes e pesados dele, eu vi meu marido e a cunhada. Os dois olhavam em silêncio, com a mesma cara de tesão. Beijei a ponta do pau do meu filho, até os ovos quando ele os encostou no meu rosto; tudo pra ele parar de me perturbar. Eu tentava resistir. Talvez por teimosia ou porque não queria que meu filho me dominasse na frente do pai dele. Não tenho certeza. Do que tenho certeza é que, naquele momento, minha buceta já ardia e escorria muito melado. — Deita, mamãe — meu filho ordenou de novo. Não me mexi, e ele, sem soltar meus braços, foi me virando até me deitar no sofá, mas eu juntei minhas pernas numa tentativa idiota de resistir. Meu filho montou em cima de mim. Os olhos dele flamejavam de tesão e autoridade ao mesmo tempo quando vi ele abaixar a cara na direção do meu peito. Eu me mexi. — Fica quieta, você não vai me impedir de chupar seus peitos — Ele abriu a boca, prendeu meu mamilo duro e começou a lamber devagar no começo, e depois a chupar com força. Ele tinha razão, não consegui evitar, mas também não queria evitar que ele chupasse meus peitos; eu desejava aquilo com a mesma força que ele me chupava. Quando ele se satisfez com meus peitos, levantou a cara e me olhou. — Agora vou te foder — ele disse. — Nem tenta — eu desafiei, sem necessidade. — Abre as pernas — ele ordenou. Eu neguei balançando a cabeça. — Atreve-te a me bater — falei pra provocar. — Abre as pernas, mamãe — ele insistiu de novo. — Me bate se tiver culhão — eu disse e não me mexi. Então meu filho segurou meus pulsos com uma mão só e com a que ficou livre me deu um tapa. Agora meu filho se comportava como um macho dominante, exatamente o que eu queria. — Covarde, me bate de novo — Eu tava muito puta, mas me recusei de novo a separar as pernas. O segundo tapa me Isso doeu um pouco e as lágrimas escorreram. — Abre as pernas, sua puta — ele ordenou de novo, com o rosto vermelho. Agora sim, eu estava pronta pra abrir as pernas pro meu filho e deixei ele se enfiar no meio. — Tira a calcinha e enfia meu pau — ele mandou, me soltando. Eu puxei a calcinha pro lado, peguei no pau dele e enfiei na minha buceta. O filho da puta do meu filho recuou pra trás, deixando só a cabeça dentro de mim. — E agora? — perguntei, confusa. — Se quer que eu te coma, vai ter que implorar — ele disse, enfiando um pouco e recuando de novo. — Você tá louco se acha que vou implorar. Vai, mete de uma vez, sua puta! — respondi. Meu filho me penetrou mais, devagar, enfiando o pauzão dele, mas não até o fundo. Eu gemi de prazer sentindo ele dentro de mim. Ele tava enchendo minhas entranhas e eu não tinha me rendido a ele. Era a primeira vez que conseguia isso e me senti forte. Ele recuou com a mesma lentidão que tinha penetrado, e de novo enfiou dentro de mim bem devagar. Eu tava ficando louca de tesão e a lentidão dele me desesperava. Queria que ele me macetasse com força, como sempre faz, e empurrei meus quadris pra me penetrar sozinha, mas ele me impediu. Meu filho repetiu a operação de novo, bem devagar, só que dessa vez, ao recuar, tirou o pau completamente, me deixando na antesala de um orgasmo enorme. — E agora, por que você tirou? — gritei, furiosa. — Não tô a fim de continuar. — Como assim não tá a fim? Me esbofeteia e agora que me tem, me deixa assim? Vai ser filho da puta! — Você me obrigou. Eu gosto de brincar com você, com minha tia e com papai, mas uma coisa é brincar, outra bem diferente é ter que chegar a isso. Se quer um macho que te bata, vai procurar um, porque eu não tô disposto. Assim não me dá vontade — disse meu filho, se levantando. Virou as costas pra mim e começou a andar em direção à escada. — Aonde você vai, filho da puta? Volta aqui! — gritei. Olhei pro meu marido e pra irmã dele. Ela tava segurando o pau dele. Pau sem perceber que estava mole. Os dois me olhavam e ficavam em silêncio. Quase nem respiravam. Corri atrás do meu filho, passei na frente dele e parei na sua frente. Ainda estava duro e bem ereto quando toquei no pau dele. — Filho, por favor, volta e termina de me foder como começou — implorei. — Mãe, não insiste, já te falei que não tô a fim. Você não se entrega como sempre faz. Me provocou de um jeito que não gostei. — Me perdoa, filho, naquele momento não sei o que deu em mim. — Eu sei o que deu. Seus olhos brilhavam de tesão quando eu te dei as palmadas, e não gosto de brincar com isso. — Volta, por favor, vai ver que agora eu me entrego como sempre — supliquei desesperada, com lágrimas nos olhos. — Se tá com tanta necessidade, vai lá e deixa teu marido te comer — ele me afastou com firmeza e continuou subindo. — Filho, não me abandona. Você não, por favor — gritei chorando, mas não adiantou nada. Ele chegou no final da escada e virou no corredor em direção ao quarto dele. — O que eu fiz, meu Deus? — perguntei chorando.
Entre minha cunhada e meu marido, me levantaram e me levaram pro quarto da minha cunhada. Lá, me sentaram na cama. Me deitei de lado e me encolhi, chorando — O que eu fiz? — repetia chorando — Calma, querida — minha cunhada acariciava minha cabeça, tentando me consolar. — Por quê? — perguntei pra minha cunhada. — Não tenho a resposta, amor. Só sei que seu filho queria brincar com você, como sempre, mas você perdeu a linha. Provocou e desafiou ele de propósito pra ele te bater, e isso fodeu ele, e muito. O que você pensou em fazer naquele momento escapou do seu controle — A verdade é que nem eu mesma entendia o que tinha passado pela minha cabeça. — Vou falar com ele — disse meu marido. — Será que tô virando uma masoquista? — Claro que não, amor, que ideia a sua. — Isso acontece por foder com meu próprio filho. Sempre desconfiei disso. Olha, já me falei muitas vezes: "Não faz isso, que incesto não é natural >> — Não fala besteira, sua buceta não entende dessas coisas. — Mas minha cabeça entende. — Você não sabe o que tá dizendo. Eu descobri que me excita e gosto de foder com meu irmão. E daí, isso é errado? Claro que não é errado. É só sexo e a parada é aproveitar ao máximo, nada mais. — Então por que eu agi assim, por que não me limito a curtir igual você? — Não sei. Cada pessoa é um mundo. Você é teimosa pra caralho e, às vezes, gosta de levar as coisas até o limite, assume. — Talvez você tenha razão e essa minha teimosia tenha me ferrado. Nessa hora meu marido entrou. — Como ele tá? — perguntei. — Acabado. Pra ser sincera, ele tá muito fudido. — E tudo por minha culpa — falei e comecei a chorar de novo. — Eu falo com ele, não se preocupa — disse minha cunhada. — Vai vê-lo se quiser, mas ele me pediu pra deixarmos ele em paz por enquanto. Vou ligar pra Julia e falar que não posso ir. — Meu Deus! É verdade. Você não pode fazer isso. Vai buscar ela e traz — falei pro meu marido. — Acho que não é o melhor momento. — Sua mulher tem razão. Vai buscar ela e traz, não tem motivo pra arrumar mais um problema. — Então vou me arrumar. — Tá, me visto e te levo no aeroporto. — Não. Melhor você ficar. Vou pegar um táxi. — Lavo o rosto num instante — insisti. — Amor, você não entende. Tenho que me fantasiar antes de sair de casa, essa gente não brinca em serviço. — Vai com cuidado — falei dando um beijo na boca dele. Meu marido foi pro nosso quarto. — A gente tá louca? — me perguntou minha cunhada. — Não sei. Quero pensar que não, que a gente tá fazendo o certo por essa pobre garota. — Não sei se vou ver meu sobrinho. — Fica comigo, por favor — pedi e ela se deitou do meu lado. Passou um braço nos meus ombros e me aconcheguei no peito dela. Foi assim que meu marido nos encontrou mais tarde antes de sair. A verdade é que ele não tava nada parecido com ele mesmo. Tava com uma peruca grisalha e uma barba postiça da mesma cor. Vestida de forma elegante. Parecia um senhor de uns sessenta e poucos anos, que estava numa viagem de negócios. Nos despedimos dele desejando muita sorte. Ele prometeu ligar pra gente ficar tranquila. A gente se abraçou torcendo pra dar tudo certo e assim, dormimos. Não sei quanto tempo passou. Acordamos quando bateram na porta do quarto e meu filho entrou. Já não estava mais nu, tinha vestido uma camiseta e um shorts folgado. Ao vê-lo assim, vestido, minha alma caiu aos pés. — Tô com fome. Querem que eu prepare algo pra janta? — Por que você se vestiu? — Não tô a fim de andar nu, mãe. Além disso, tô com frio. — A gente já desce — disse minha cunhada. — Ele disse que tá com frio. Mas onde, onde ele tá com frio, meu filho, santo céu? Mas como eu pude ofendê-lo desse jeito? — Não começa a chorar de novo. Dá um tempo pra ele. Lava o rosto e a gente desce pra jantar — me disse minha cunhada. Obedeci feito uma zumbi. Juro que quando enfiei a cabeça debaixo da torneira, desejei que a pia estivesse cheia d'água. — E o que a gente veste? — Umas calcinhas simples bastam, mas que marque bem a racha. — Agora não tô com ânimo pra essas coisas. — Vamos ver, você quer resolver as coisas com seu filho, não quer? Então pede perdão, fica sexy, e tenta seduzir ele. Nunca falha. Minha cunhada ficou procurando na gaveta da roupa íntima dela e tirou umas calcinhas transparentes lindas, amarelo cru. Pra ela, escolheu umas iguais, mas cor salmão. — Porra, marca muito — falei me olhando no espelho. — Cunhada, você tem uma buceta muito bonita, exibe ela e não se preocupa com mais nada. — Os peitos a gente vai deixar de fora? — Claro! Passa alguma coisa fria nos bicos pra eles ficarem durinhos. — Me sinto uma puta. — Você é a puta do seu filho! Querida. Quando entramos na cozinha, meu filho deu uma olhada lasciva pra tia dele, pra mim nem olhou; isso doeu, mas não falei nada. Já Ela tinha preparado tudo. Uma salada deliciosa, uns pãezinhos com patê de sabores diferentes, um prato de queijo e outro de presunto. Refrigerantes para ele e vinho branco gelado pra tia dele e pra mim. A gente sentou, uma de cada lado dele, e começou a comer, mas eu não tava com a menor fome. Minha cunhada, cada vez que levava comida à boca, esticava a língua e lambia com a ponta, dando um toque bem erótico ao jantar. Meu filho olhava pra ela com olhos cheios de tesão. Eu olhava pra eles e não via a hora de falar com ele. No fim, respirei fundo e me decidi. — Filho, podemos conversar? — Claro, mãe — o tom dele era respeitoso. — Quero te pedir desculpas de novo. Não sei o que deu em mim. A última coisa que quero é te ofender, te imploro que me perdoe. — Mãe, pelo amor de Deus! Não precisa me implorar. Te perdoo — ele me beijou na bochecha! — Viu? Já tá tudo esquecido. — Não. Não tá esquecido, você ainda tá puto comigo. — Mãe, não fica nessa neura, eu te perdoei, já não tô mais bravo, de verdade — de novo ele se inclinou pra mim, passou um braço nos meus ombros e me beijou de novo; dessa vez nas duas bochechas — Agora tá satisfeita? — Não, porra! Não tô satisfeita, há umas horas atrás você não teria me beijado na cara. — Antes era antes, mãe, e agora é agora. Você é minha mãe e te trato como tal, só isso — Eu não aguentei mais e desabei a chorar. — Você não acha que tá sendo duro demais com sua mãe? — disse a tia dele. — Não tô tentando ser duro nem nada, trato ela como qualquer filho trataria a mãe — As palavras dele doíam como facadas. — Qual é, sobrinho, não vem tirar sarro de mim. Você sabe muito bem que é muito mais que um filho pra ela. Você tirou ela da mesmice e deu um novo sentido pra vida sexual dela. Você dá a felicidade que ela precisa toda vez que mete nela. Não vai ser capaz de perdoar um erro? Um erro só! Pelo amor de Deus! Vai ser tão intransigente assim com ela, sobrinho? Se acha tão macho que pensa que o que você começou, você termina? — De certa forma, sim. — Sobrinho, se você acredita nisso, não é um homem, é um merda que se acha homem. — Por favor, amor, me perdoa! — supliquei de joelhos diante do meu filho — Juro que nunca mais vai acontecer! Preciso de você como mãe e como mulher, não me abandona! Você, não, por favor. — Deixa ele, amor — minha cunhada veio me levantar, mas minhas pernas não aguentavam — Chega de se humilhar, porra! — gritou irritada. No fim, me levantei, ela me abraçou e me beijou na boca — Escuta, sobrinho, não admito, nem de você nem de ninguém, que tratem essa mulher assim. Já que você não quer que as coisas sejam como antes, vou levá-la pra minha casa. Lá, pelo menos, vou tentar fazer ela feliz. Vamos, querida — minha cunhada me guiou até a porta da cozinha. Meu corpo todo tremia, subi o primeiro degrau e, se não fosse por ela, teria caído, não sabia se ia conseguir subir as escadas — Espera, por favor! — ouvimos meu filho gritar atrás de nós. — Me perdoa, mãe — ele se jogou em cima de mim e eu caí de bunda num degrau. Me abraçou, encostou no meu peito e desabou a chorar como um menino — Não quero que você vá, nem você, nem a tia, por favor, não vão embora. Desculpa, desculpa, desculpa. Como eu não ia conseguir perdoar meu filho? Minha cunhada sentou um degrau acima da gente e, por trás, nos abraçou. Nós três começamos a chorar. Soltando toda a pressão que apertava nosso peito. Ficamos chorando por uns minutos, até que, aos poucos, fomos nos acalmando. Eu não parava de acariciar a cabeça do meu menino com toda a ternura, como qualquer mãe faria. De repente, a felicidade me inundou por completo, porque senti meu filho chupando meu mamilo com muita delicadeza. Segurei meu peito e o embalei como quando ele era criança. Minha cunhada, que estava vendo tudo, me beijou no ombro enquanto deslizava a mão pela frente da minha cintura para afastar minha calcinha de lado, pra facilitar pro meu filho. Eu já tinha deixado troquei de peito, pra ela chupar o outro mamilo. O braço do meu filho, que tava me abraçando pelos ombros, deslizou pelas minhas costas e, quando a mão dele entrou por dentro da minha calcinha, eu tremi de prazer. Meu menino levantou a cara sem soltar meu mamilo e eu sorri pra ele, ele sorriu de volta, aí levantou a cabeça e me beijou na boca. Um beijo cheio de paixão e bem molhado, igual a língua dele. Eu gemi na boca dele quando os dedos dele deslizaram pela minha bucetinha molhada. A gente se separou e ele beijou a tia dele do mesmo jeito; ao mesmo tempo, acariciava os peitos dela com a mesma mão que tinha acariciado minha bunda e, com a mão livre, ele esfregava minha boceta de um jeito delicioso. Sem conseguir evitar, enfiei a mão pela perna larga do short dele. Ele não tava de cueca, então consegui puxar pra fora os ovos enormes dele sem problema e apertei eles com cuidado. Meu Deus, como eu amo as bolas do meu filho! Acariciei elas com ternura, vendo que, a poucos centímetros do meu rosto, ele tava se pegando com a tia dele. Eu estiquei a língua e aproximei meu rosto do deles, e nós três juntamos nossas línguas, brigando pra ver quem lambia mais. Brinquei com a pele do prepúcio dele e acariciei o pau dele. O círculo tinha sido reparado! — Não sei vocês, mas eu ainda tô com fome — ele falou assim que se separou. Nós três caímos na risada. Minha cunhada levantou primeiro. — Você tá com a buceta de fora, sua puta — falei quando vi que um lado da calcinha dela tava puxado pro lado. — A culpa é do sem-vergonha do seu filho, que enquanto me beijava, ficou esfregando ela. — Não. A culpa é sua, sua vadiazinha, por deixar tocar — disse meu filho. — É, mas é que eu adoro quando você toca nela. Vai, beija minha boceta, por favor! Nós dois beijamos ela e enfiamos a língua na fenda dela. Enquanto eu lambia a bucetinha da minha cunhada, meu filho deslizou a mão pela parte de dentro da minha coxa e pegou de novo no meu coelhinho. Eu soltei um suspiro longo de satisfação e minha cunhada Ele me imitou. — Vamos, bora jantar — falei. Naquela hora, meu celular tocou. Era meu marido. Ele tinha chegado bem e já estava com a Julia. Recomendei que eles pegassem só o que não comprometesse eles, documentos e outros objetos (celular, câmeras, até tickets de compra). Que o resto deixassem, além disso, seria estranho dois homens viajarem vestidos com ternos elegantes e malas. Meu marido me parabenizou pela ideia genial. A gente compraria o que a Julia precisasse pro guarda-roupa dela quando ela estivesse em casa, e a salvo. Ele perguntou pelo garoto e eu disse que a gente tinha fechado o círculo de novo. — Lembra de abrir amanhã pra mais dois — ele me lembrou. — Claro, amor, mas primeiro tomem muito cuidado. Eu também te amo — falei antes de desligar o celular. Beijei meu menino na boca e minha cunhada em nome do meu marido. — Eles chegam lá pelo meio-dia — falei. Abraçados, com meu filho no meio, voltamos pra cozinha. Ele ia passando a mão na bunda das duas. Minha cunhada segurava a piroca dele e eu segurava os ovos. — Sentem cada uma numa perna e me deem de jantar, vadias — pediu meu filho. — Nada disso, sobrinho. Você vai ser o jantar das suas putas — disse minha cunhada. Ela tinha bolado alguma coisa. Colocou em prática na hora. A primeira coisa que a gente fez foi pelar meu filho completamente. Depois tiramos tudo que tinha em cima da mesa e ela pediu pro sobrinho dela deitar de costas. Aí, minha cunhada explicou que a brincadeira era passar patê em todas as partes do meu filho que a gente quisesse devorar. A gente amou a brincadeira e botou a mão na massa. Minha cunhada pegou o pote de patê, enfiou os dedos e começou a besuntar a piroca do meu filho. Eu passei patê nos mamilos dele e em volta dos lábios. A gente teve que resolver um problema no meio do caminho. Como ele não tava totalmente duro, minha cunhada chupou ele até deixar a piroca bem durinha. Assim a gente conseguiu besuntar a piroca toda dele com patê. Já que ele tem a Tão grande que tivemos que abrir mais dois potes pra passar ele inteiro, além disso os potes eram muito pequenos. O quarto e quinto pote gastamos nos ovos dele, na bunda e nos arredores, nas virilhas e nos lados. Eu tive a ideia de passar nos dedos do pé dele e minha cunhada me apoiou. Quando terminamos, o coitado tava coberto de patê, só sobrou as costas e as nádegas, porque como ele tava com as pernas dobradas pelos joelhos, a parte da bunda que ficava de fora também já tinha sido passada. — Parece um delicioso bolo de patê, amor — disse minha cunhada — você já sabe que não pode nos tocar. Tem que ficar quietinho — ela lembrou.
Começamos pelos lábios. As duas lambemos avidamente toda a crema de patê. Mordemos os lábios dele e enfiamos nossas línguas na boca dele. Descemos pelo pescoço lambendo todo o patê passado. Quando chegamos nos peitinhos dele. Meu pobre menino começou a gemer mais forte e a ofegar. Os bicos dos peitos ficaram duros e, como eram gordinhos, era uma delícia chupá-los. O coitado ofegava e gemia cada vez mais — Avisa a gente se for gozar — eu disse e continuei chupando o bico do peito igual minha cunhada. Acabamos com todo o patê daquela área e depois de um festim nos bicos dos peitos dele, seguimos lambendo a barriga e os lados — Vou gozar, suas vadias, não aguento mais — ele avisou. As duas corremos rapidamente até o pauzão dele; juntamos as caras e abrimos a boca. Imediatamente recebemos a descarga. A gozada foi muito abundante. O esperma entrava nas nossas bocas famintas, mas alguns jatos batiam na nossa cara e no nosso cabelo. O patê e a porra do meu filho misturados tinham um sabor delicioso. Quando nos afastamos, ainda saía porra em pequenos jatos. — Deixa escorrer até os ovos, assim vão ter um gosto melhor — disse minha cunhada. — Nossa, como você é puta. — Eu sei — ela me entregou um copo de vinho — vamos brindar à melhor ceia do mundo.
Depois do brinde, lambemos os restos de esperma. do rosto e nos beijamos, misturando nossa saliva com o sêmen do meu filho. Nós duas voltamos para a barriga, retomando nosso jantar. Também tenho que dizer que não só lambíamos o patê; de vez em quando, as duas nos enroscávamos num beijo apaixonado. — Vocês estão jantando, mas eu não, e estou com fome. Me deem alguma coisa, por favor — protestou meu filho. — Coitadinho, esquecemos dele — disse minha cunhada.
Eu tirei a calcinha primeiro, enfiei os dedos no pote de patê e passei nas virilhas e na buceta, nos mamilos e no cuzinho. Minha cunhada juntou duas cadeiras. Subi nelas de pé, com as pernas abertas, em cima do rosto do meu filho. — Você gosta disso? — perguntei. Ele não disse nada, ficou sem fala, mas os olhos dele refletiram o tesão que meu pobre menino sentia. Me abaixei devagar até minha xereca encostar na boca dele.
A boca e a língua do meu filho começaram a devorar toda a comida. Segundos depois, eu já gemia alto, dando vazão a todo o prazer que me invadia. Como eu ia imaginar que sentir a língua dele nas minhas virilhas me daria tanto tesão? — Come, meu filho, come a bucetinha da mamãe, não fica com fome, meu amor — eu dizia enquanto sentia a língua dele lambendo toda a minha racha, para depois entrar na minha buceta. — Chupa o grelinho dela que dá muito tesão — disse minha cunhada, e meu filho se concentrou no meu clitóris duro.
Meu corpo tremia a cada lambida que ele dava, e ainda por cima minha cunhada não parava de lamber meus mamilos besuntados de patê. Quando a língua do meu filho alcançou meu cu, minhas pernas começaram a tremer. — Vou gozar, querido, que forte que vem — e era verdade.
O orgasmo que tive foi tremendo; sentei no meu filho porque não conseguia me segurar, e ele não parava de chupar e mordiscar meu grelinho, como chamam meu clitóris avantajado. — Não, por favor, não faz isso que vou mijar — eu disse, mas ele continuou e continuou até eu começar a mijar.
Soltou um jato potente. Depois que a Promíscua da minha cunhada pegou com a boca. Quando o jato diminuiu, foi meu filho quem bebeu. Minha cunhada me ajudou a descer das cadeiras. Tava muito excitada porque ela enfiou um mamilo lambuzado de patê na minha boca e empurrou minha cabeça contra o peito dela. Enquanto eu lambia o patê, eu a abaixei pra que o sobrinho chupasse o outro mamilo. Nós dois juntos comemos o patê dos peitos dela. Depois ela subiu nas cadeiras, mas de costas pra mim. Se abaixou oferecendo a boceta cheia de patê pro meu filho e me pediu pra chupar a bunda dela.
Fiquei encantada em comer a bunda da minha cunhada, enquanto meu filho dava conta da bocetona dela. Separei as nádegas com a mão e enfiei minha língua no cu dela pra dar mais prazer. Nós dois juntos provocamos um orgasmo brutal nela, de tanta intensidade que ela até mijou, mas em cima do sobrinho, que de boca aberta tentava beber todo líquido que conseguia.
Fizemos uma pausa pra beber e nos acalmar, porque as duas távamos muito cansadas depois de gozar. Meu filho era o único que tava com tesão e começava a endurecer. — Vai sobrinho, fica duro. Faz esse pau crescer. Isso aí! Balança essa rola com orgulho, que um pauzão como o seu é único — com as palavras que a tia dizia, meu filho ficou completamente duro e eu me juntei. — Vai querido, faz a cabecinha engrossar, quero ver ela se soltar sozinha — em segundos, a glande começou a inchar e inchar, e a pele do prepúcio escorregou pra trás, liberando a cabeçona da rola maravilhosa dele. Não nos decepcionou. — Tudo pras minhas putinhas, sirvam-se à vontade — ele nos convidou.
Nós duas nos servimos, mas não uma porção, e sim tudo, íamos comer todo o sexo do meu menino. Minha cunhada cuidou da rola e eu das bolas deliciosas dele e da bunda. Comecei pelo cu, lambendo primeiro o patê e depois beijando o esfíncter, pra terminar enfiando a ponta da língua lá dentro o máximo que pude. Que gostoso era o cu dele! Claro, meu filho gozou rapidinho e a puta da minha cunhada lambeu todo o leite dele. Eu só consegui ver ela chupando ele, olhando os espasmos rápidos e fortes que ele tinha debaixo do saco. Quando se recuperou, meu filho desceu da mesa e abraçou eu e a tia dele. — Amo vocês, vadias — disse ele, dando um beijo carinhoso na boca de cada uma.
Nós três limpamos e arrumamos a cozinha no meio de brincadeiras e apalpadelas. Quando saímos pra ir pro banheiro, não tinha mais nenhum vestígio da nossa pequena orgia. Nós três entramos no quarto da minha cunhada e fomos direto pra banheira. Minha cunhada sentou primeiro, com as costas apoiadas na parede, e eu, como sempre, sentei entre as pernas dela, de costas pra ela. Como de costume, minha cunhada pegou meus peitos e começou a acariciar, meu filho olhava excitado enquanto a tia brincava com meus mamilos. — Não vai sentar, amor? — perguntei, estranhando ele ficar de pé. — É que tô morrendo de vontade de mijar — ele disse. — Então mija, porra — falou minha cunhada. — Isso, querido, chega perto e mija nas tuas putas — eu disse. Ele se aproximou da gente e se abaixou um pouco, nós duas seguramos o pau dele. Com um pequeno esforço, meu menino nos molhou com o jato quente dele. Nós, satisfeitas, tomamos banho com o líquido dele e, antes que a pressão baixasse, nos revezamos pra beber direto da mangueira dele. Quando ele terminou de mijar, não precisou sacudir o pau, a gente já tinha deixado bem limpinho. — Quero meter em você, mãe, não sei se vou conseguir te foder direito, mas preciso te comer, e a tia também. — Claro, minha vida — eu disse, abrindo as pernas pra receber ele. O pau dele tava meio mole, mas duro o suficiente pra me penetrar. — Me faz sua, preciso que você me faça sua — pedi. Ele colocou as mãos nas minhas nádegas e me apertou contra o pau dele. — Pega ele, mãe, já tá tudo dentro. — Isso, querido, do jeito que eu gosto, até o talo — a gente transou até eu gozar abraçada nele. — Agora você, tia. — Trocamos de lugar e meu filho penetrou a tia dele, que gemeu ao recebê-lo. — Tava com saudade da sua bucetuda. Te amo, tia — disse ele, fodendo devagar. — Me faz sua, sobrinho, também preciso disso. — Pega, amor, até o fundo — disse ele, se enterrando nela com força — agora você é minha. — Sim, querido, me fode devagarinho, sem pressa. Adoro sentir seu pauzão dentro de mim. — Você me deixa com muito tesão. — Espera, tira e me dá no cu um pouco — ele tirou e trocou de buraco. — Deus, que rabo mais gostoso — dizia meu filho, metendo nela. — Adoro que você foda meu cu, mas não goza não, que sua mãe também vai querer. — Claro — falei. Um tempo depois, meu filho trocou de puta. Como já tava de pau duro, enfiou até o fundo das minhas entranhas. — Que duro que você tá, amor — Meu filho chupou um peito meu, enquanto me comia pelo cu. Depois subiu, lambendo e beijando meu pescoço com muita doçura. Eu me arrepiei com os carinhos dele. Ele lambeu meu lóbulo da orelha com suavidade. — Filho, você seria capaz de comer nós duas ao mesmo tempo? — Não entendi, mãe. — Como você é complicada, cunhada. — Não sou complicada. Como a gozada dele é bem grossa, acho que a gente podia dividir entre as duas. — Igual quando eu gozo na boca de vocês — disse ele, entendendo. — Buceta, você tem razão — disse minha cunhada, que também tinha entendido. — E como a gente faz? — perguntou ele. — Muito fácil. Nós duas encostamos na parede de costas pra você, bem juntinhas, assim, você pode trocar de buraco rápido — explicou minha cunhada, que é a mais criativa. Nós duas ficamos de pé, ela e eu, bem juntas, com a bunda empinada oferecendo pro meu filho. Primeiro ele penetrou a tia, comeu ela umas quantas vezes e veio pra mim. Meu filho curtiu nossos cuzinhos por um bom tempo. Alternando de vez em quando até avisar que ia gozar. Como tava dentro de mim, recebi quatro jatos. A tia dele, outros tantos. Alternando de cu, meu filho encheu a gente de leite bem quentinho e também nos Salpicou as costas. A gente sentou fazendo um trenzinho, como minha cunhada disse. Ela, encostada na parede, eu na frente dela e meu filho na minha frente. Trocamos a água da banheira e colocamos sais e um pouco de espuma e nos entregamos ao banho relaxante. Bom, relaxar é modo de dizer, porque minha cunhada, de repente metia um dedo no meu cu, enquanto esfregava minha buceta enfiando os dedos lá dentro. Eu esfregava a pica do meu filho com uma mão, porque com a outra eu esfregava a rachinha da minha cunhada. Também enfiamos os dedos no cu dele. Enfim, o que se chama de um banho relaxante. Quando a água esfriou e a gente saiu, também nos organizamos pra nos secar. Eu secava minha cunhada, ela secava o sobrinho e ele me secava. Nós três deitamos na cama. Minha cunhada e eu queríamos nos amar. Falamos pro meu filho que ele podia ficar, desde que não interferisse. E foi o que ele fez. Enquanto a gente dava vazão aos nossos sentimentos e se amava, ele se acariciava olhando pra gente, mas sem se masturbar. Quando terminamos nossa sessão de amor, demos um beijo na boca dele e ele foi pro quarto dele dormir. — Adoro ver você tão feliz — disse minha cunhada e me beijou na boca. — Sou muito feliz. O círculo está completo de novo. Mas não vou ficar tranquila até ver seu irmão em casa. — Ele não vai ter problemas. É muito esperto. — Tomara. — Amor, preciso que você me ame de novo. Te desejo, não consigo evitar — pediu minha cunhada. — Eu também te desejo e te amo, amor. Quer que eu te coma com minha pica? — Quero, amor. — Então me chupa até meu clitóris ficar duro — Minha cunhada conseguiu deixar meu clitóris bem duro, graças à boca dela. — Já tá — ela disse. A boca dela tava brilhando por causa da umidade da minha bucetinha. — Abre as pernas, céu — falei. Fiquei no meio das pernas abertas dela e me inclinei pra beijá-la. Ela colocou as pernas nos meus ombros e eu montei nela. Graças ao meu clitóris ser bem desenvolvido, eu conseguia penetrar uma par de centímetros dentro da buceta dela. entre isso e a roçada dos nossos sexos, tivemos um orgasmo muito gostoso. Depois chupei os bicos dos peitos dela e ela chupou os meus. Enroscada entre as pernas fortes dela e com as mãos dela na minha bunda, a gente dormiu.
1 comentários - A puta do meu filho