Deixei a família na porta do hotel. Um carregador teve que sair pra ajudar o Genaro a subir os degraus até o saguão, as duas garotas atrás deles acenaram pra mim, cada uma tinha um motivo poderoso e eu tava mais do que satisfeito. Como tinha que devolver o carro antes do fechamento do estabelecimento, fui até a locadora. Levei um susto quando vi meu filho andando na rua de mãos dadas com uma morena de cabelão comprido que devia ser uns anos mais velha que ele. Me surpreendi que ele não tivesse muitos escrúpulos com a diferença de idade, olhei no retrovisor e me vi, reconheci que eu também não ligava muito pra datas de nascimento. Pela atitude, o Javier tava com a mão no ombro dela e ela deixava a mão cair na bunda do meu filho.
Quando entrei no salão de exposição da concessionária, tinha um punhado de gente com uma atitude bem pesada. A recepcionista que tinha me atendido tava apavorada porque tavam exigindo que ela desse um jeito, já que a van que esperavam tinha quebrado. Assumi o problema e, num intervalo da discussão, me deu na telha elogiar as vantagens de viajar nas *sapinhas*. Falei que era mais romântico e que ver uma caravana de Citroën 2 CV iguais ia ser muito divertido. No começo, não me deram bola, mas aos poucos foram surgindo vozes aceitando trocar a van por vários Citroën. A moça não acreditava no que tava vendo e, quando aceitaram a troca, ela se apressou pra preparar os contratos. — Obrigada, seu Pepe, o senhor salvou minha vida. A discussão tava num ponto difícil, eles não se conformavam com nada e agora foram todos felizes, esperando amanhã pra aproveitar os carros. — Foi uma ideia minha, de vez em quando eu tenho umas. Agora mesmo me deu uma… Aceitaria jantar comigo? — Ah! Por favor, é impossível. Eu agradeço o favor, mas jantar juntos… Desculpa, minhas ideias não são todas boas, não tinha. Pensando que sou um velho gagá e você tem 24 anos. Não, por favor, não é isso, não se ofenda, é… sei lá, enfim, aceito o jantar.
Como não tinha carro, quis passar para me pegar, dei o endereço do hotel e quando ela soube, me disse: "Você está hospedado no hotel da Rosário?" Sim, por quê, a conhece? "Claro, a conheço, somos amigas desde pequenas." Fico muito feliz, é uma moça encantadora, me dá pena que não possa sair do hotel por causa do marido. "Já sei, ela me contou por e-mail que teve um incidente com um cliente." Ela te contou por e-mail? "Sim, a gente conversa muito e troca mensagens." E ela não te falou mais nada? "Bom… não, nada que dê pra contar." Aaaaah! Já entendi, mas me ocorre uma coisa, já que vocês são tão amigas, por que não a convida pra jantar e saímos os três juntos? Talvez ela se anime, diz que sou o Pepe.
Ela ligou pra ela, as duas começaram a gritar de alegria e logo entraram num acordo. Deixou o marido mal-humorado cuidando do hotel e pouco depois passamos para buscá-la. Eu ia no banco de trás pra o marido dela não me ver, e Rosário sentou com a amiga Susa. Quando ela se virou e me viu, levantou do banco e me deu um beijo na boca. A amiga ficou surpresa, porque ainda não tínhamos sido apresentados, mas foi a Rosário quem nos apresentou. "Susa, este é o Pepe, o homem que te contei por e-mail, é um amor, você vai conhecer." Mmm, não dava pra imaginar, embora não me surpreenda nada. "Onde vamos jantar?" Onde vocês quiserem, mas desde já garanto que o jantar é por minha conta.
O jantar foi super divertido. Como não podia faltar, o assunto do vinho surgiu e elas pediram uma garrafa, animou bem a noite e, quando saímos do restaurante, as duas estavam penduradas nos meus braços. Susa perguntou no ar: "Onde a gente pode ir agora? Rosario, com a maior naturalidade, respondeu sem olhar pra ninguém. Na sua casa, Susa.
Rosario tinha sentado atrás comigo e me enchia de beijos, Susa tinha ajustado o espelho retrovisor pra nós e não perdia um detalhe. Gente, tenham paciência que vocês estão me deixando com tesão, esperem pelo menos até a gente chegar na minha casa. Na sua casa não, Susa, na sua cama.
Subimos no elevador e enquanto Susa me beijava pela primeira vez, Rosario tinha enfiado a mão pelo cinto da minha calça e pegado na minha pica. Quando entramos no apartamento, fomos direto pro quarto. Pelo corredor, Rosario tinha aberto o vestido e deixado cair no chão, o sutiã novo caiu um pouco mais na frente, deixando os peitos balançando soltos. Enquanto eu soltava o zíper do vestido de Susa, o sutiã que ela usava não tinha alças e, quando soltei, caiu no chão, liberando os dois peitinhos jovens. Eram bem diferentes dos de Rosario, embora eu achasse que já tinha visto eles quando ela se abaixou no Citroën, agora soltos eram menores e separados, não tinham formato redondo, mas sim de pera, com uma aréola grande, inchada e rosada. Quando chegamos na cama, não me deixaram subir. As duas tiraram minha roupa e enquanto uma colocava minha pica na horizontal, a outra acariciava minhas costas e minhas bolas entre as pernas. Por sorte, no bolso da minha jaqueta tinha um porta-comprimidos. Tinha trazido sem pensar de Buenos Aires e, sem olhar, engoli um comprimido. Era azul, embora eu não tenha olhado, mas na hora comecei a sentir os efeitos.
As garotas pularam na cama puxando minhas mãos e eu caí sobre elas. Nenhuma quis ser a protagonista, as duas estavam prontas pra gente passar um bom tempo os três. Não teve preferência, Rosario e Susa eram duas pessoas e dois corpos ao mesmo tempo, embora muito diferentes. diferentes, na escuridão do quarto eu percebi que a Susa tinha os quadris mais redondos e a bunda mais empinada e mais dura que a Rosário, as coxas se juntavam na virilha depilada, ao contrário da Rosário que tinha um vão que deixava ver os lábios inchados e com uma espécie de escova de pelos que acendia meu pau como um fósforo no riscador.
Eu era o homem para as duas, fisicamente preferi não acender a luz, e elas não disseram nada, imaginei que as duas gostosas de vinte e poucos anos, se me vissem pelado, se desanimariam bastante, aproveitei a vantagem da imaginação e tratei de que, com minha experiência e o comprimido que tinha tomado, não faltasse nada para elas.
Rosário estava exultante, tudo se juntava nela, estava fora da casa deprimente dela, com um homem que a tinha estimado e valorizado, e na cama apoiada com a melhor amiga que até agora tinha ensinado ela a transar direito, além de que ela queria aprender.
Susa, do jeito dela, pela situação estava feliz, tinha imaginado um jantar mais ou menos agradável com um cliente mais velho simpático, que tinha feito um grande favor pra ela e que possivelmente teria uma despedida com dois beijos, agora estava com ele agarrada no pau que ela segurava com as duas mãos, tentando dividir ele com a melhor amiga que também era sua pupila sexual e que, pra fazer um favor com uma aventura casual, tinha dado alguns conselhos que ela decorou.
De repente, na escuridão, ela se viu cara a cara com a Rosário, as duas tentavam lamber meu pau ao mesmo tempo, seguravam ele entre as duas e, depois de algumas dúvidas, dividiram ele, ficando uma com a cabeça e a outra com o tronco junto com as bolas.
A Susa ficou com a cabeça, percebi na hora pelo jeito que ela chupava meu freio, a garota apesar da pouca idade sabia como foder de verdade.
Rosário se desvivia por chupando o tronco inteiro até a base com a boca toda aberta e lambendo minhas bolas, Susa foi mais direta, meteu a mão entre minhas nádegas e, molhando o dedo mindinho, enfiou no meu cu, eu nem tinha respirado fundo ainda quando trocou pelo dedo do meio e tateou minha próstata, fazendo eu levantar a bunda de prazer, ela se beneficiou porque engoliu de uma vez a cabecinha e roubou quase todo o tronco da amiga, que ao ver o motivo do pulo quis complementar o carinho, abriu minhas nádegas e lambeu em volta do dedo de Susa e, por consequência, do meu cu.
A pica não podia estar mais inchada, a cabecinha tava roxa e minhas mãos não sabiam pra onde ir, os peitos de Rosario me encantavam, cheios com uns bicos bem grandes, enquanto os de Susa, duros como pedra, enchiam minha mão deixando a aréola inchada como uma extensão do peito até um bico áspero, as minas faziam de tudo pra que eu alcançasse todos os ângulos delas, de joelhos iam trocando de posição pra que eu pudesse acariciar as bucetas delas.
Pra minha mão chegar nos lábios delas, eu tinha que abrir bem mais as coxas de Susa, enquanto as de Rosario, mais magrinha, abria quase com as pernas juntas, as duas tinham as vaginas tão apertadas que meus dois dedos entravam com dificuldade e só quando começaram a soltar fluidos é que entraram suavemente.
Pedi uma buceta pra minha boca e, embora Rosario tenha se oferecido primeiro, foi Susa quem chegou antes e deixou na altura da minha língua, tinha gosto de rosas, cada lambida era um encolhimento da mina, porque ela sentia minhas linguadas como chicotadas, nunca tinha lambido um clitóris tão sensível, ela gozou quase na hora mas não desistiu e esperou eu meter a língua na vagina dela pra gozar de novo.
Ela confessou pra Rosario que era clitoriana e mal podiam tocar nele.
Rosario não quis perder a vantagem e sentou em cima. A Susa teve que tirar as mãos do meu pau pra dar lugar à buceta da amiga dela. Gostei do detalhe e de a Rosario agradecer dando um beijo na teta pontuda da Susa, que devolveu o beijo na outra teta redonda da amiga. Quando a Rosario ia gozar, implorei pra ela sair. Sabia dos problemas do marido dela e não queria prejudicá-la. A Susa encontrou a solução na hora: com as duas mãos segurou meu pau e deixou ele reto. A Rosario saiu e sentou de novo, mas dessa vez no cu dela. A Susa olhava e guiava meu pau pra entrar no reto sem machucar, e só soltou quando ela sentou em cima de mim.
A Rosario era muito grata e, assim que passaram os espasmos do orgasmo dela, cedeu o lugar pra Susa. A mina, com as nádegas largas recém-lubrificadas, sentou do mesmo jeito. Eu acariciava o clitóris dela, e ela ficava louca, implorando pra eu não fazer tão forte, porque queria sentir o orgasmo pelo cu e não pelo clitóris. Ela se abraçou com a Rosario, que tava sentada na minha cara. Quando finalmente gozou analmente, não foi tão explosivo quanto no clitóris, mas ficou um tempão abraçada. Minhas mãos apertavam as quatro tetas juntas — as da Susa, mais duras, se encaixavam nas da Rosario.
A Susa já tava quase calma quando o orgasmo chegou pra Rosario, porque eu tava lambendo o clitóris dela. Quis que coincidissem e acelerei as carícias no clitóris da Susa. Foi tipo um choque de trens: as duas minas jovens, abraçadas, se beijavam enquanto tremiam em espasmos. As duas caíram do meu lado.
Graças ao comprimido, eu tinha resistido à batalha que já dava por perdida desde o começo. Agora esperava a resposta. As duas minas satisfeitas, com os buracos destilando sucos, não pouparam nada pra meter meu pau das maneiras mais gostosas pra mim. Se alternavam e, com os músculos pélvicos, faziam umas massagens que me deixavam sempre À beira de gozar, quando decidiram que eu merecia me acabar, as duas colocaram os rostos ao lado da minha cabecinha e esperaram os jatos caírem sobre elas enquanto, cada uma com uma mão, agitavam a vara direcionando-a para si. Cabelo, olhos, narizes e boca ficaram cobertos de jatos esbranquiçados, que uma limpou da outra com a língua. Quando nos deitamos os três juntos, exaustos, dormimos. Já de madrugada, combinaram que eu ficaria na casa da Susa, e que ela acompanharia a Rosario até o hotel e dormiria com ela, como se tivessem voltado de uma festa.
A coisa deu certo. Na manhã seguinte, meu filho me ligou e disse que já era hora de voltar. Marquei com ele no hotel. À noite, na solidão da cama da Susa, entre os lençóis suados e úmidos de fluidos e porra, me veio uma ideia.
De manhã, me vesti e fui para o hotel. Na recepção estava a Rosario, a garota estava preparando a conta e tinha acabado de substituir o marido, que reclamou por ela ter demorado, mas ao ver a amiga, se convenceu de que tinham estado juntas. Nem imaginou que tinham feito um menage com o velhote hospedado ali.
Apresentei a Rosario para o Javier, contei em poucas palavras os problemas que eu tinha por causa do pai e do mau funcionamento do hotel. Ele entendeu na hora. "O que você quer me dizer, pai? Quer que eu faça algo para melhorar isso?" Moleque esperto, você tem potencial, embora eu não saiba como.
Javier olhou para a Rosario, olhou para o hotel, saiu e viu a fachada, a placa meio quebrada... Quando subimos para pegar as malas, ele entrou no quarto dele, que estava ainda pior que o meu (ainda bem que ele não tinha ocupado nenhum dia). Desceu para a recepção e ficou pensando... "Vamos ver... com sua permissão, vou te tratar por você... Posso te propor, se quiser... colocar as antenas repetidoras. de telefonia no seu terraço, a companhia te pagaria um aluguel bem gordo, além disso vi que você tem um lado do prédio livre, ali dava pra instalar uma estrutura pra colocar lonas de publicidade que a gente iria trocando conforme as campanhas, isso também paga muito bem, com esse dinheiro você podia fazer reformas e dar um trato no hotel, e como vejo que meu pai tem um interesse especial por você, me comprometo a fazer um site do seu hotel divulgando ele e colocando como um dos mais modernos de Mendoza.
Vejo que você tem ideias, não me decepcionou, espero que não se esqueça de Rosário, eu não vou esquecer.
Já imagino por quê.
Naquele momento desceu pela escada a Susa, descia maquiada e lindíssima, Javier ficou apaixonado e ela também não achou ruim, apresentei os dois e Javier olhava pra gente e, vendo tanta intimidade, não conseguia entender nada. Ah! Uma ideia minha, a Susa é a encarregada da empresa de aluguel dos Citroën “sapinhos” que alugam, no site você podia incluir um carro 2 CV e oferecer condições especiais pros clientes do hotel alugarem os carros.
Que ideias você tem, pai, e com garotas lindas… Lembra que sou seu pai e as garotas merecem, as duas. Acho que você tem que me contar muita coisa. Não se preocupa, filho, o que acontece em Mendoza fica em Mendoza ou você quer que a gente fale da morena madura que você levava pelo ombro e que colocava a mão na sua bunda? Bom, pai… vamos deixar esse assunto.
Rosário, você vai ter notícias nossas, começa a pedir orçamentos pra reforma e… Susa, com você eu gostaria de ter uma conversa, talvez jantando uma noite sobre a possível ampliação da frota de carros…
Bom, meninas, por enquanto são projetos, mas isso vai andar rápido, assim que chegarmos vou insistir pra agilizarem e quando estiver tudo em andamento volto pra conferir, espero que não me decepcionem. As duas garotas se adiantaram pra se despedir, mas em vez de dar a mão ou o beijo de costume, cada uma me deu um beijo na boca, me abraçando que nem polvos. Meu filho ficou impressionado e não se atreveu a fazer mais que acenar pra elas enquanto a gente saía pra rua com as malas.
Ao entrar no carro, virei a cabeça; não tinha certeza nenhuma de que voltaria, embora tivesse adorado. Olhei pra cima pra gravar na memória o hotel sem reforma. Numa janela do último andar, vi o marido da Rosário espiando. Ele tinha um curativo branco no rosto, em formato triangular, e o hematoma se espalhava pelos olhos. Com certeza tinha aprendido a lição, senão eu não augurava um futuro bom pra ele.
Quando o carro pegou a estrada de volta pra Buenos Aires, meu filho me olhava de soslaio, esperando que eu contasse, como um moleque que não sabe guardar segredo, tudo o que tinha feito em Mendoza. Quis testar ele e contei sobre a excursão enológica, os carros clássicos, a família com o marido "entre nuvens", e até a ajuda que dei pra Susa na mudança de planos do grupo. Ao mesmo tempo, ia perguntando sobre o trabalho dele. Ele também me contava umas coisas que, pessoalmente, não me interessavam nada. Eu só queria arrancar dele o assunto da morenona madura. Dei uma "isca", dizendo que tinha jantado com as duas garotas do hotel, e ele se abriu e me contou que a tal dama era a secretária do diretor da delegação de Internet da região, e que ele tinha tentado levar ela pra almoçar ou jantar, e assim, ou de um jeito mais íntimo se possível, influenciar pra conseguir certos privilégios no serviço de telefonia.
Dava pra ver que ele não queria me contar, ainda mais pro pai, mas o ego masculino dele traiu ele, e no fim ele cantou mais que o Pavarotti. A mulher em questão era uma secretária com muita influência (não quero pensar até onde a influência alcançava), mas ela tinha a visão de perceber quando alguém queria algo dela por interesse. O Javier, por vários motivos, já dava pra ver de longe, e ela ficou enchendo o saco dele o quanto quis e mais, até que se tocou que, como ele era jovem e não era feio, dava pra se dar ao luxo de provocá-lo ainda mais e se divertir.
Depois de muitos rodeios e de evitá-lo quando ele a encurralava contra os arquivos, ela "aceitou jantar com ele", mas só jantar, deixou bem claro ao aceitar. O Javier me contou que estava disposto a tudo e, se só precisasse jantar com aquela coroa, faria isso pela empresa e pelas comissões. Claro, a surpresa veio quando ele tentou se aproximar dela pra andar ao lado e se atreveu a colocar a mão no ombro dela. Como resposta, ela meteu a mão na bunda dele e apertou a nádega. Com essas premissas, o Javier a levou pro melhor restaurante da cidade. Comeram e beberam até não aguentar mais, mas tudo bem que a empresa pagava. Depois, foram pro hotel que ela escolheu. Não foi um pousada qualquer; ela mostrou que entendia de hotelaria, e o quarto tinha todo o conforto. Tomaram banho de jacuzzi, e ela fez de tudo pra escapar como uma enguia. O Javier a perseguia como um cachorro no cio, mas ela era mais esperta por ser mais velha do que por ser gata, até que se deitou na cama. Mesmo assim, ela o evitou com todas as desculpas e dengos possíveis, enquanto o Javier, nu igual a ela, tentava entrar por todos os lados. Ela ria e ria, mas de foder... nada, até que meu filho jogou tudo pro alto: o contrato, as comissões, até a nota de despesas que já não daria pra passar na contabilidade. Pegou ela pelo pescoço e sacudiu. Ela sorriu e disse: "Agora você entendeu. Me bate, eu gosto de apanhar. Me faz de sua escrava, sou sua. Me manda, senhor. Faz comigo o que quiser." Pois é, a gente podia ter evitado toda essa brincadeira se você tivesse me falado antes. Tapa! Tapa! Sem esperar, deu dois tapas na cara dela. Depois do susto, a mulher beijou as mãos dele, os dedos ardiam e as bochechas dela estavam marcadas, mas a partir dali era ele quem mandava. Jogou ela no colchão com a cabeça pendurada pra fora da cama e meteu na boca dela até a garganta. A morena chorava, mas engolia a pica comprida do Javier. Ele fez todo tipo de sacanagem, e a morena madura pedia mais e mais. Quem cansou primeiro foi ele. No final, encheu a boca dela de porra depois de tirar a pica do cu dela. Ela agradeceu feito uma gatinha manhosa.
Eu tava encolhido no canto do banco do carro enquanto ele contava aquilo como se estivesse vivendo de novo. Não quis opinar nada. No fim, ele se acalmou, respirou fundo e estacionou num bar de estrada. Falou: "Vamos, pai, tomar alguma coisa. Preciso." "Como quiser, mas que não seja café. Toma um chá de camomila."
Não falamos mais de Mendoza. Ainda tinha muita estrada pela frente e comemos no caminho. Vendo que ele tava cansado, dirigi um bom trecho e deixei ele dormir no banco de trás. Revezando no volante, fizemos a quilometragem. Trocamos de lugar, comendo alguma coisa e bebendo café. De manhã cedo, chegamos em casa. As mulheres nos receberam como se fosse feriado nacional, mas nossas caras e nosso aspecto eram de quem voltava da guerra. Demos só uns grunhidos e fomos dormir. As mulheres nos deixaram em paz, respeitando o cansaço acumulado. Mas à noite prepararam um jantar de primeira. Pra falar a verdade, pelo menos eu não tinha comido direito — comida de verdade — nem no jantar com as garotas, o restaurante deixava muito a desejar na qualidade. Nosso ânimo melhorou, e quando fomos deitar, a Elena tinha se proposto a me dar "as boas-vindas". Eu quis bancar o ofendido ainda, virei de costas e dormi. Nas minhas costas, sentia o corpo dela. Minha mulher nua, colada em mim, esperando que eu amolecesse e desse atenção pra ela. Quando levantei já era tarde, meu filho tinha ido cedo pro escritório e minha mulher não tava do meu lado. Passei a mão ao redor pra ver se achava, mas não encontrei. O lado dela da cama tava frio. Fiquei intrigado e levantei descalço. Dava pra ouvir um murmúrio na casa, mas não vinha da cozinha nem da sala. Segui o barulho e cheguei no quarto do meu filho. Encostei o ouvido na porta. Tava fechada, mas dava pra ouvir claramente. Era a Elena falando. Dava pra deduzir que as duas estavam deitadas. Minha mulher tinha ido pra cama com a Corina quando o Javier saiu. Queria falar com ela sem ninguém ouvir. "Corina, você não sabe o nervoso que eu tô. Que hora ruim me deu na cabeça pra fazer aquilo! Se eu soubesse, nem teria pensado nisso." "Não se atormenta, Elena, que a ideia foi minha. O que acontece é que a gente passou dos limites. Simplesmente perdeu o controle, e pros nossos homens isso vai ser difícil de esquecer, se é que vão esquecer algum dia." "É isso que me dói. O Pepe nunca foi rancoroso. Às vezes a gente brincava que eu ia experimentar um novinho pra deixar ele com ciúme, mas ele ria e se gabava de não ser ciumento. Mas olha só, tá ofendido como se eu tivesse feito a pior coisa do mundo." "Isso a gente vai ter que resolver. O Javier também tá puto comigo, e olha que agora minha mãe não enche mais o saco dele, pelo menos não como antes." "O problema é que o Pepe sempre foi assim. Dava uma pulada de cerca aqui e ali, mas sempre foi fiel de verdade, e eu agora... Vai ser difícil, mas a gente tem que contar a verdade. Se precisar, a gente prova. Mas até lá... além da raiva, eles vão rir da nossa cara até se acabar, principalmente o Pepe." "E como a gente vai contar? Ele não vai acreditar em mim nem se eu jurar pela Bíblia. E você, como vai dizer que me ajudou? Com a boa imagem que ele tem de você, não queria que ele pensasse que você se mete nos nossos problemas de cama." "Não se preocupa, já vou dar um jeito. Algo vai acontecer. Eu estava ouvindo descalço, de pijama, alucinando, agora sim estava pirando de vez, as duas mulheres estavam falando em segredo sobre algo que eu achava que era só nosso problema, claro que não desconfiavam que eu estava sabendo de tudo, Corina parecia saber tudo, até mais que tudo, não quis ouvir mais, voltei pra cama e meia hora depois Elena apareceu, deitou um instante e cinco minutos depois levantou como se estivesse dormindo, eu com a testa franzida levantei atrás dela e dei bom dia telegraficamente, depois fui pra cozinha, o cheiro de café me levava nas asas e lá estava Corina, sorriu pra mim como sempre mas não dei muita bola, evitei até olhar pra ela embora meus olhos a procurassem até no reflexo do vidro do forno, a mina era muito gostosa e ela sabia disso e sabia que me deixava louco mas me mantive firme, tomei café enquanto ela molhava um dedo no café e passava no meio dos peitos, tive que ir embora antes de terminar a xícara e tomei um banho frio que foi uma delícia. As caras feias duraram mais dois dias, percebia que quando se cruzavam Elena perguntava pra Corina quando a gente ia resolver aquilo, mas Corina não fazia ideia do que fazer pra esclarecer aquela confusão, eu, embora na teoria fosse o ofendido e tivesse argumentos que mostravam que as duas mulheres eram inocentes das minhas suspeitas, queria ficar totalmente tranquilo. No final, minha mulher tomou uma atitude e não esperou por Corina, quando estávamos deitados Elena me sacudiu pra eu prestar atenção, eu de má vontade, como quem só quer dormir, dei uns minutos pra ela. Pepe, já chega, isso tá durando demais, sei que você tá puto. Muito puto! Bom, muito puto, por algo que você acredita e que não tem fundamento. Ah, é? Sem fundamento? Aaaah, oh pelo amor de Deeeus mais, assim, mais, não para… Nunca te ouvi rezar assim. Já, já sei e não foi certo, mas era necessário naquele momento… Claro, como não, quem consegue se segurar com essas “dores” Não eram dores não, nem o que você pensa, só queria te dar ciúmes, sabia que você estava do lado e com aquela garota, ah aquela garota!, não pense que esqueci, isso sim, você não gritava, eu tive que gritar pra você me ouvir e acreditar que eu tava fazendo o mesmo que você. E como você sabia o que achava que eu tava fazendo? Vamos, Pepe… não nasci ontem… E você quis me deixar com ciúmes com aquele brutamontes que parecia um guarda-roupa? Será que eu teria te deixado com ciúmes com um frangote igual você? Bom, pra ser melhor que eu não precisa muito… mas sou seu Pepe e você minha pussy, já falei e só eu, seu Pepe, posso te fazer amor. E foi isso que aconteceu, eu não fiz amor com ninguém nem transei também. Então o que meus ouvidos ouviram… Tudo foi fingido, Pepe, eu fingi, tô acostumada, a Elena não tava sendo tocada pelo massagista, ele tava sentado numa cadeira contando as notas que a gente tinha dado de gorjeta. Corina! O que você tá fazendo aqui? A gente tá falando de coisas que você não conhece. Isso é o que você pensa, eu sei tudo que aconteceu naquele dia porque eu tava lá e você… na maca do lado. E por que vocês fizeram isso? Pra te mostrar que sua mulher é tão mulher quanto as outras e você deve cuidar dela como ela merece, não me meto nas coisas de vocês e a Elena me contou que você é meio volúvel, não sei se acredito, mas a gente quis te dar uma lição, embora tenha passado do ponto, agora a gente percebe e sente muito. A Elena foi a menos culpada, a ideia dos gemidos e suspiros e de vestir roupas mais… leves foi minha, mas acho que não merecemos o castigo da indiferença, pelo menos sua mulher. Corina disse isso e saiu do quarto tão silenciosamente quanto entrou, use the word: pussy e eu ficamos Olhando, os olhos dela encharcados de lágrimas e os meus também, com um nó na garganta, não consegui pedir desculpas porque as palavras não saíam, mas abracei ela e rolei por cima. Ela teve a inteligência de esperar eu tirar a pica e então levantou a camisola e esperou. Afundei nela como no primeiro dia que a desvirguei, com a ilusão de recomeçar, mas não parava de pensar que a Corina também estava envolvida e merecia um "perdão", mas isso ficaria pra outro dia. Agora a Elena receberia todo o meu amor, pena que não tinha nenhuma pílula por perto, mas já chegaria, já. Fiquei satisfeito, mas tinha algo que não batia direito e decidi descobrir por conta própria. Fui pro salão de massagem onde a confusão tinha começado, pedi uma massagem completa. A moça do balcão esticou a blusa branca pra me mostrar a qualidade de massagista que escondia e o quanto a massagem seria promissora, mas quando eu coloquei uma condição, ela ficou pasma: queria que fosse o rapaz que eu tinha visto atender minha mulher. Uma cara de decepção apareceu na moça, mas ela chamou o jovem, que muito adequadamente se chamava Héctor. Me chocou, certamente. Ele era muito cultivado e qualquer mulher, leiga ou religiosa, ele levaria ao céu, mas quando me viu nu e que parecia um saco de ossos do lado dele, apertou os nós dos dedos das mãos enormes, fazendo-os estalar e anunciar o que me esperava. Com uma toalhinha na cintura, subi na maca. O rapaz já ocupava metade dela com os braços estendidos. Me perguntou como eu queria e eu disse: como se eu fosse uma mulher de bom porte. Ele me olhou, desconfiando que eu era um pervertido querendo experimentar coisas estranhas, mas como já tinha pago adiantado, se dispôs a continuar o trabalho. Eu, de bruços, perguntava como ele fazia massagem nas mulheres. Ele, sem grande entusiasmo, respondia com monossílabos. Aos poucos, fui entrando em detalhes. confessou que já tinha feito algumas gozarem e, em "segredo", me disse que até tinha comido mais de uma. Eu tava tremendo de nervoso, tentando arrancar a verdade dele. Fui conduzindo a conversa até o dia da famosa massagem. Ele me contava casos curiosos: mulheres que gozaram quando ele massageava os pés delas, outras que se levantaram e saíram escandalizadas quando ele tentou tirar a toalha dos peitos, algumas que se assustaram ao se aproximar e sentir a dureza do pau dele. Mas o caso mais chocante foi uma que veio acompanhada por outra mais nova. No começo, ele pensou que queriam que ele comesse as duas, mas elas propuseram uma parada muito estranha. Deram uma boa gorjeta pra ele e mandaram ele sentar na cadeira. A mais nova deu uma lista pra mais velha e começou a gritar como se estivesse sendo fodida.
O cara ria pra caralho lembrando do caso, achava que eram umas malucas. Quando ele passou do meu lado, estendi a mão, peguei os ovos dele com as duas mãos e falei: "Sei que se você me acertar com esses punhos, vai me foder, mas você vai viver sem os ovos. Então, se você dá valor a eles, me responde rápido e só a verdade. O que realmente aconteceu com as duas mulheres?" … "Com licença, senhor, mas o que eu te contei é verdade, mesmo que eu não devesse ter dito. As duas mulheres vieram, a mais velha começou a gritar, gemer e fazer como se um garanhão estivesse comendo ela. Me mandaram calar a boca e disseram que me dariam uma boa gorjeta. Foi o dinheiro mais fácil e divertido que já ganhei. Nenhum dos meus colegas sabe de nada pra não me encherem o saco. Juro, mas pelo amor de Deus, solta meus ovos, não consigo respirar." "Tem certeza que ninguém sabe?" "Não, ninguém, nem minha parceira que tava na outra maca. Ela sim comeu o cliente, mas eu nem toquei nela."
Acho que um homem não arrisca os ovos pra mentir, então acreditei. "Pega uma gorjeta pelo transtorno e espero que você feche a boca. Nem que eu estive aqui, senão te arrebento. Vou te achar e fazer você pagar. … Sim, senhor, pode ficar tranquilo. Ah! E me desculpa pelos ovos, e parabéns, eles não cabiam nas minhas mãos.
Saí feliz que nem um moleque no fim da aula pra ir de férias, tudo parecia mais bonito, as pessoas mais legais, passei no parque e vi meu amigo, contei todo o processo das minhas dúvidas, talvez ele tivesse resolvido de um jeito mais drástico, mas pra mim tava valendo, elas tinham confessado as travessuras, um pouco complicado, sim, mas fazer o quê.
Corina, mais imaginativa, tinha feito ele gemer pra eu ouvir e ficar com ciúmes, ela fez tão bem que as duas me convenceram, a verdade é que sofri, sofri pra caralho, minha mulher tinha me decepcionado e até tudo se esclarecer passei uns dias bem amargos.
Quando cheguei em casa, minha mulher não tava, tinha saído, e a Corina tava na cozinha, eu tava com a cara de bunda desses dias e a menina só se atreveu a me cumprimentar, perguntei pela Elena e ela disse que tinha acabado de sair com o menino e que voltaria um pouco tarde, não respondi e fui pro meu quarto, tomei um comprimido azul e esperei fazer efeito, me ajudou pensar na cara que ia fazer pra minha nora, quando a pica já tava a 45º saí como minha mãe me pariu e fui pra cozinha, a menina tava colocando roupa na máquina de lavar e fiquei atrás dela, quando ela se virou pra fechar a porta, na frente dos olhos dela viu minha pica descapotada, vermelha e brilhante. Corina, quando fui pra Mendoza, você me mostrou o que eu ia perder, mas aqui tá o que você pode ganhar agora.
Ela me olhou nos olhos, na hora sacou que eu não tava mais puto e que a parada da pica era séria, automaticamente fechou a janela do tanque e foi abrindo o vestido de ficar em casa, os peitos apareceram como da última vez e quando terminou de tirar, se virou e se apoiou nos cotovelos em cima A lavadeira abriu as pernas e arqueou a cintura, me aproximei dela, segurei ela pela cintura e encostei a cabecinha na entrada da buceta dela. Quero ouvir você gemer como aconselhou a Elena a fazer, e nada de fingir, hein? Com você eu nunca fingi, Pepe.
Me aproximei dela e fui entrando na buceta dela, ela não se mexeu, só movia os quadris pra guiar meu pau até o colo do útero, quando cheguei ainda empurrei mais e ela dilatou o suficiente pra entrar tudo, os gemidos eram sinceros, a Elena exagerava mais, mas ela curtia com todo o prazer, fiquei metendo o pau sem parar até que a lavadeira começou a centrifugar, a Corina sentou em cima dela e colocou os pés nos meus ombros, enfiei de novo, a lavadeira fez o resto, vibrava numa velocidade louca e o pau parecia uma máquina de costura, me agarrei nela segurando pelas coxas e enterrado até o saco, gozei sem esperar ela, os peitos dela vibravam no mesmo ritmo, separados e caídos pros lados, quando tirei o pau, ele tava duro como se nada tivesse acontecido e um jato de porra escorreu pra baixo, ao chegar na bunda dela, a Corina separou as nádegas e esperou, minha cabecinha bateu contra ela até se enterrar, fiquei metendo e tirando enquanto ela puxava os mamilos, tirando a porra que sobrava, no próximo centrifugado ela me envolveu com as pernas e foi ela quem gozou, ficamos o ciclo inteiro da lavagem transando em cima da lavadeira, aproveitávamos cada vibração pra gozar, já tinha acabado quando a Corina me disse: "Tô a fim de te dar um boquete, esse pau tem que ser aproveitado." "Tá bom, mas depois vou comer sua buceta, faz tempo demais que não saboreio ela."
Os dois cumprimos a palavra, a garota tentou todas as técnicas dela, disse que ganhava da ciência, mas no final me fez gozar várias vezes, algumas já no seco, e por fim o pau se rendeu, em cima da lavadeira ela colocou uns lençóis dobrados e com toda a paciência do mundo fiquei comendo a buceta dela, não deixei nenhuma dobra dos lábios dela, o clitóris nunca tinha estado tão duro quanto naquela hora, e o fluxo escorria fazendo bolhas. Quando ela largou as pernas no chão, mal conseguia ficar de pé. Fomos os dois para o chuveiro e, apoiados na parede, ensaboamos um ao outro. Quando consegui sentar no sofá da sala, relaxei tanto que acabei dormindo. Quando acordei, a Elena já tinha chegado, estava sorridente. A Corina tinha contado pra ela que eu tinha chegado de bom humor. O Javier também tinha chegado contente, e a Corina pressentia que a noite também ia ser agitada pra ela. O bebê estava lindo, dava pra ver como crescia a cada momento, e agora as especulações eram sobre quem ele puxava. A Corina dizia que puxou a mim, não sei se ela falava sério, mas eu me sentia um pavão. Continua. Agradeço pelas avaliações e comentários. Valeu.
Quando entrei no salão de exposição da concessionária, tinha um punhado de gente com uma atitude bem pesada. A recepcionista que tinha me atendido tava apavorada porque tavam exigindo que ela desse um jeito, já que a van que esperavam tinha quebrado. Assumi o problema e, num intervalo da discussão, me deu na telha elogiar as vantagens de viajar nas *sapinhas*. Falei que era mais romântico e que ver uma caravana de Citroën 2 CV iguais ia ser muito divertido. No começo, não me deram bola, mas aos poucos foram surgindo vozes aceitando trocar a van por vários Citroën. A moça não acreditava no que tava vendo e, quando aceitaram a troca, ela se apressou pra preparar os contratos. — Obrigada, seu Pepe, o senhor salvou minha vida. A discussão tava num ponto difícil, eles não se conformavam com nada e agora foram todos felizes, esperando amanhã pra aproveitar os carros. — Foi uma ideia minha, de vez em quando eu tenho umas. Agora mesmo me deu uma… Aceitaria jantar comigo? — Ah! Por favor, é impossível. Eu agradeço o favor, mas jantar juntos… Desculpa, minhas ideias não são todas boas, não tinha. Pensando que sou um velho gagá e você tem 24 anos. Não, por favor, não é isso, não se ofenda, é… sei lá, enfim, aceito o jantar.
Como não tinha carro, quis passar para me pegar, dei o endereço do hotel e quando ela soube, me disse: "Você está hospedado no hotel da Rosário?" Sim, por quê, a conhece? "Claro, a conheço, somos amigas desde pequenas." Fico muito feliz, é uma moça encantadora, me dá pena que não possa sair do hotel por causa do marido. "Já sei, ela me contou por e-mail que teve um incidente com um cliente." Ela te contou por e-mail? "Sim, a gente conversa muito e troca mensagens." E ela não te falou mais nada? "Bom… não, nada que dê pra contar." Aaaaah! Já entendi, mas me ocorre uma coisa, já que vocês são tão amigas, por que não a convida pra jantar e saímos os três juntos? Talvez ela se anime, diz que sou o Pepe.
Ela ligou pra ela, as duas começaram a gritar de alegria e logo entraram num acordo. Deixou o marido mal-humorado cuidando do hotel e pouco depois passamos para buscá-la. Eu ia no banco de trás pra o marido dela não me ver, e Rosário sentou com a amiga Susa. Quando ela se virou e me viu, levantou do banco e me deu um beijo na boca. A amiga ficou surpresa, porque ainda não tínhamos sido apresentados, mas foi a Rosário quem nos apresentou. "Susa, este é o Pepe, o homem que te contei por e-mail, é um amor, você vai conhecer." Mmm, não dava pra imaginar, embora não me surpreenda nada. "Onde vamos jantar?" Onde vocês quiserem, mas desde já garanto que o jantar é por minha conta.
O jantar foi super divertido. Como não podia faltar, o assunto do vinho surgiu e elas pediram uma garrafa, animou bem a noite e, quando saímos do restaurante, as duas estavam penduradas nos meus braços. Susa perguntou no ar: "Onde a gente pode ir agora? Rosario, com a maior naturalidade, respondeu sem olhar pra ninguém. Na sua casa, Susa.
Rosario tinha sentado atrás comigo e me enchia de beijos, Susa tinha ajustado o espelho retrovisor pra nós e não perdia um detalhe. Gente, tenham paciência que vocês estão me deixando com tesão, esperem pelo menos até a gente chegar na minha casa. Na sua casa não, Susa, na sua cama.
Subimos no elevador e enquanto Susa me beijava pela primeira vez, Rosario tinha enfiado a mão pelo cinto da minha calça e pegado na minha pica. Quando entramos no apartamento, fomos direto pro quarto. Pelo corredor, Rosario tinha aberto o vestido e deixado cair no chão, o sutiã novo caiu um pouco mais na frente, deixando os peitos balançando soltos. Enquanto eu soltava o zíper do vestido de Susa, o sutiã que ela usava não tinha alças e, quando soltei, caiu no chão, liberando os dois peitinhos jovens. Eram bem diferentes dos de Rosario, embora eu achasse que já tinha visto eles quando ela se abaixou no Citroën, agora soltos eram menores e separados, não tinham formato redondo, mas sim de pera, com uma aréola grande, inchada e rosada. Quando chegamos na cama, não me deixaram subir. As duas tiraram minha roupa e enquanto uma colocava minha pica na horizontal, a outra acariciava minhas costas e minhas bolas entre as pernas. Por sorte, no bolso da minha jaqueta tinha um porta-comprimidos. Tinha trazido sem pensar de Buenos Aires e, sem olhar, engoli um comprimido. Era azul, embora eu não tenha olhado, mas na hora comecei a sentir os efeitos.
As garotas pularam na cama puxando minhas mãos e eu caí sobre elas. Nenhuma quis ser a protagonista, as duas estavam prontas pra gente passar um bom tempo os três. Não teve preferência, Rosario e Susa eram duas pessoas e dois corpos ao mesmo tempo, embora muito diferentes. diferentes, na escuridão do quarto eu percebi que a Susa tinha os quadris mais redondos e a bunda mais empinada e mais dura que a Rosário, as coxas se juntavam na virilha depilada, ao contrário da Rosário que tinha um vão que deixava ver os lábios inchados e com uma espécie de escova de pelos que acendia meu pau como um fósforo no riscador.
Eu era o homem para as duas, fisicamente preferi não acender a luz, e elas não disseram nada, imaginei que as duas gostosas de vinte e poucos anos, se me vissem pelado, se desanimariam bastante, aproveitei a vantagem da imaginação e tratei de que, com minha experiência e o comprimido que tinha tomado, não faltasse nada para elas.
Rosário estava exultante, tudo se juntava nela, estava fora da casa deprimente dela, com um homem que a tinha estimado e valorizado, e na cama apoiada com a melhor amiga que até agora tinha ensinado ela a transar direito, além de que ela queria aprender.
Susa, do jeito dela, pela situação estava feliz, tinha imaginado um jantar mais ou menos agradável com um cliente mais velho simpático, que tinha feito um grande favor pra ela e que possivelmente teria uma despedida com dois beijos, agora estava com ele agarrada no pau que ela segurava com as duas mãos, tentando dividir ele com a melhor amiga que também era sua pupila sexual e que, pra fazer um favor com uma aventura casual, tinha dado alguns conselhos que ela decorou.
De repente, na escuridão, ela se viu cara a cara com a Rosário, as duas tentavam lamber meu pau ao mesmo tempo, seguravam ele entre as duas e, depois de algumas dúvidas, dividiram ele, ficando uma com a cabeça e a outra com o tronco junto com as bolas.
A Susa ficou com a cabeça, percebi na hora pelo jeito que ela chupava meu freio, a garota apesar da pouca idade sabia como foder de verdade.
Rosário se desvivia por chupando o tronco inteiro até a base com a boca toda aberta e lambendo minhas bolas, Susa foi mais direta, meteu a mão entre minhas nádegas e, molhando o dedo mindinho, enfiou no meu cu, eu nem tinha respirado fundo ainda quando trocou pelo dedo do meio e tateou minha próstata, fazendo eu levantar a bunda de prazer, ela se beneficiou porque engoliu de uma vez a cabecinha e roubou quase todo o tronco da amiga, que ao ver o motivo do pulo quis complementar o carinho, abriu minhas nádegas e lambeu em volta do dedo de Susa e, por consequência, do meu cu.
A pica não podia estar mais inchada, a cabecinha tava roxa e minhas mãos não sabiam pra onde ir, os peitos de Rosario me encantavam, cheios com uns bicos bem grandes, enquanto os de Susa, duros como pedra, enchiam minha mão deixando a aréola inchada como uma extensão do peito até um bico áspero, as minas faziam de tudo pra que eu alcançasse todos os ângulos delas, de joelhos iam trocando de posição pra que eu pudesse acariciar as bucetas delas.
Pra minha mão chegar nos lábios delas, eu tinha que abrir bem mais as coxas de Susa, enquanto as de Rosario, mais magrinha, abria quase com as pernas juntas, as duas tinham as vaginas tão apertadas que meus dois dedos entravam com dificuldade e só quando começaram a soltar fluidos é que entraram suavemente.
Pedi uma buceta pra minha boca e, embora Rosario tenha se oferecido primeiro, foi Susa quem chegou antes e deixou na altura da minha língua, tinha gosto de rosas, cada lambida era um encolhimento da mina, porque ela sentia minhas linguadas como chicotadas, nunca tinha lambido um clitóris tão sensível, ela gozou quase na hora mas não desistiu e esperou eu meter a língua na vagina dela pra gozar de novo.
Ela confessou pra Rosario que era clitoriana e mal podiam tocar nele.
Rosario não quis perder a vantagem e sentou em cima. A Susa teve que tirar as mãos do meu pau pra dar lugar à buceta da amiga dela. Gostei do detalhe e de a Rosario agradecer dando um beijo na teta pontuda da Susa, que devolveu o beijo na outra teta redonda da amiga. Quando a Rosario ia gozar, implorei pra ela sair. Sabia dos problemas do marido dela e não queria prejudicá-la. A Susa encontrou a solução na hora: com as duas mãos segurou meu pau e deixou ele reto. A Rosario saiu e sentou de novo, mas dessa vez no cu dela. A Susa olhava e guiava meu pau pra entrar no reto sem machucar, e só soltou quando ela sentou em cima de mim.
A Rosario era muito grata e, assim que passaram os espasmos do orgasmo dela, cedeu o lugar pra Susa. A mina, com as nádegas largas recém-lubrificadas, sentou do mesmo jeito. Eu acariciava o clitóris dela, e ela ficava louca, implorando pra eu não fazer tão forte, porque queria sentir o orgasmo pelo cu e não pelo clitóris. Ela se abraçou com a Rosario, que tava sentada na minha cara. Quando finalmente gozou analmente, não foi tão explosivo quanto no clitóris, mas ficou um tempão abraçada. Minhas mãos apertavam as quatro tetas juntas — as da Susa, mais duras, se encaixavam nas da Rosario.
A Susa já tava quase calma quando o orgasmo chegou pra Rosario, porque eu tava lambendo o clitóris dela. Quis que coincidissem e acelerei as carícias no clitóris da Susa. Foi tipo um choque de trens: as duas minas jovens, abraçadas, se beijavam enquanto tremiam em espasmos. As duas caíram do meu lado.
Graças ao comprimido, eu tinha resistido à batalha que já dava por perdida desde o começo. Agora esperava a resposta. As duas minas satisfeitas, com os buracos destilando sucos, não pouparam nada pra meter meu pau das maneiras mais gostosas pra mim. Se alternavam e, com os músculos pélvicos, faziam umas massagens que me deixavam sempre À beira de gozar, quando decidiram que eu merecia me acabar, as duas colocaram os rostos ao lado da minha cabecinha e esperaram os jatos caírem sobre elas enquanto, cada uma com uma mão, agitavam a vara direcionando-a para si. Cabelo, olhos, narizes e boca ficaram cobertos de jatos esbranquiçados, que uma limpou da outra com a língua. Quando nos deitamos os três juntos, exaustos, dormimos. Já de madrugada, combinaram que eu ficaria na casa da Susa, e que ela acompanharia a Rosario até o hotel e dormiria com ela, como se tivessem voltado de uma festa.
A coisa deu certo. Na manhã seguinte, meu filho me ligou e disse que já era hora de voltar. Marquei com ele no hotel. À noite, na solidão da cama da Susa, entre os lençóis suados e úmidos de fluidos e porra, me veio uma ideia.
De manhã, me vesti e fui para o hotel. Na recepção estava a Rosario, a garota estava preparando a conta e tinha acabado de substituir o marido, que reclamou por ela ter demorado, mas ao ver a amiga, se convenceu de que tinham estado juntas. Nem imaginou que tinham feito um menage com o velhote hospedado ali.
Apresentei a Rosario para o Javier, contei em poucas palavras os problemas que eu tinha por causa do pai e do mau funcionamento do hotel. Ele entendeu na hora. "O que você quer me dizer, pai? Quer que eu faça algo para melhorar isso?" Moleque esperto, você tem potencial, embora eu não saiba como.
Javier olhou para a Rosario, olhou para o hotel, saiu e viu a fachada, a placa meio quebrada... Quando subimos para pegar as malas, ele entrou no quarto dele, que estava ainda pior que o meu (ainda bem que ele não tinha ocupado nenhum dia). Desceu para a recepção e ficou pensando... "Vamos ver... com sua permissão, vou te tratar por você... Posso te propor, se quiser... colocar as antenas repetidoras. de telefonia no seu terraço, a companhia te pagaria um aluguel bem gordo, além disso vi que você tem um lado do prédio livre, ali dava pra instalar uma estrutura pra colocar lonas de publicidade que a gente iria trocando conforme as campanhas, isso também paga muito bem, com esse dinheiro você podia fazer reformas e dar um trato no hotel, e como vejo que meu pai tem um interesse especial por você, me comprometo a fazer um site do seu hotel divulgando ele e colocando como um dos mais modernos de Mendoza.
Vejo que você tem ideias, não me decepcionou, espero que não se esqueça de Rosário, eu não vou esquecer.
Já imagino por quê.
Naquele momento desceu pela escada a Susa, descia maquiada e lindíssima, Javier ficou apaixonado e ela também não achou ruim, apresentei os dois e Javier olhava pra gente e, vendo tanta intimidade, não conseguia entender nada. Ah! Uma ideia minha, a Susa é a encarregada da empresa de aluguel dos Citroën “sapinhos” que alugam, no site você podia incluir um carro 2 CV e oferecer condições especiais pros clientes do hotel alugarem os carros.
Que ideias você tem, pai, e com garotas lindas… Lembra que sou seu pai e as garotas merecem, as duas. Acho que você tem que me contar muita coisa. Não se preocupa, filho, o que acontece em Mendoza fica em Mendoza ou você quer que a gente fale da morena madura que você levava pelo ombro e que colocava a mão na sua bunda? Bom, pai… vamos deixar esse assunto.
Rosário, você vai ter notícias nossas, começa a pedir orçamentos pra reforma e… Susa, com você eu gostaria de ter uma conversa, talvez jantando uma noite sobre a possível ampliação da frota de carros…
Bom, meninas, por enquanto são projetos, mas isso vai andar rápido, assim que chegarmos vou insistir pra agilizarem e quando estiver tudo em andamento volto pra conferir, espero que não me decepcionem. As duas garotas se adiantaram pra se despedir, mas em vez de dar a mão ou o beijo de costume, cada uma me deu um beijo na boca, me abraçando que nem polvos. Meu filho ficou impressionado e não se atreveu a fazer mais que acenar pra elas enquanto a gente saía pra rua com as malas.
Ao entrar no carro, virei a cabeça; não tinha certeza nenhuma de que voltaria, embora tivesse adorado. Olhei pra cima pra gravar na memória o hotel sem reforma. Numa janela do último andar, vi o marido da Rosário espiando. Ele tinha um curativo branco no rosto, em formato triangular, e o hematoma se espalhava pelos olhos. Com certeza tinha aprendido a lição, senão eu não augurava um futuro bom pra ele.
Quando o carro pegou a estrada de volta pra Buenos Aires, meu filho me olhava de soslaio, esperando que eu contasse, como um moleque que não sabe guardar segredo, tudo o que tinha feito em Mendoza. Quis testar ele e contei sobre a excursão enológica, os carros clássicos, a família com o marido "entre nuvens", e até a ajuda que dei pra Susa na mudança de planos do grupo. Ao mesmo tempo, ia perguntando sobre o trabalho dele. Ele também me contava umas coisas que, pessoalmente, não me interessavam nada. Eu só queria arrancar dele o assunto da morenona madura. Dei uma "isca", dizendo que tinha jantado com as duas garotas do hotel, e ele se abriu e me contou que a tal dama era a secretária do diretor da delegação de Internet da região, e que ele tinha tentado levar ela pra almoçar ou jantar, e assim, ou de um jeito mais íntimo se possível, influenciar pra conseguir certos privilégios no serviço de telefonia.
Dava pra ver que ele não queria me contar, ainda mais pro pai, mas o ego masculino dele traiu ele, e no fim ele cantou mais que o Pavarotti. A mulher em questão era uma secretária com muita influência (não quero pensar até onde a influência alcançava), mas ela tinha a visão de perceber quando alguém queria algo dela por interesse. O Javier, por vários motivos, já dava pra ver de longe, e ela ficou enchendo o saco dele o quanto quis e mais, até que se tocou que, como ele era jovem e não era feio, dava pra se dar ao luxo de provocá-lo ainda mais e se divertir.
Depois de muitos rodeios e de evitá-lo quando ele a encurralava contra os arquivos, ela "aceitou jantar com ele", mas só jantar, deixou bem claro ao aceitar. O Javier me contou que estava disposto a tudo e, se só precisasse jantar com aquela coroa, faria isso pela empresa e pelas comissões. Claro, a surpresa veio quando ele tentou se aproximar dela pra andar ao lado e se atreveu a colocar a mão no ombro dela. Como resposta, ela meteu a mão na bunda dele e apertou a nádega. Com essas premissas, o Javier a levou pro melhor restaurante da cidade. Comeram e beberam até não aguentar mais, mas tudo bem que a empresa pagava. Depois, foram pro hotel que ela escolheu. Não foi um pousada qualquer; ela mostrou que entendia de hotelaria, e o quarto tinha todo o conforto. Tomaram banho de jacuzzi, e ela fez de tudo pra escapar como uma enguia. O Javier a perseguia como um cachorro no cio, mas ela era mais esperta por ser mais velha do que por ser gata, até que se deitou na cama. Mesmo assim, ela o evitou com todas as desculpas e dengos possíveis, enquanto o Javier, nu igual a ela, tentava entrar por todos os lados. Ela ria e ria, mas de foder... nada, até que meu filho jogou tudo pro alto: o contrato, as comissões, até a nota de despesas que já não daria pra passar na contabilidade. Pegou ela pelo pescoço e sacudiu. Ela sorriu e disse: "Agora você entendeu. Me bate, eu gosto de apanhar. Me faz de sua escrava, sou sua. Me manda, senhor. Faz comigo o que quiser." Pois é, a gente podia ter evitado toda essa brincadeira se você tivesse me falado antes. Tapa! Tapa! Sem esperar, deu dois tapas na cara dela. Depois do susto, a mulher beijou as mãos dele, os dedos ardiam e as bochechas dela estavam marcadas, mas a partir dali era ele quem mandava. Jogou ela no colchão com a cabeça pendurada pra fora da cama e meteu na boca dela até a garganta. A morena chorava, mas engolia a pica comprida do Javier. Ele fez todo tipo de sacanagem, e a morena madura pedia mais e mais. Quem cansou primeiro foi ele. No final, encheu a boca dela de porra depois de tirar a pica do cu dela. Ela agradeceu feito uma gatinha manhosa.
Eu tava encolhido no canto do banco do carro enquanto ele contava aquilo como se estivesse vivendo de novo. Não quis opinar nada. No fim, ele se acalmou, respirou fundo e estacionou num bar de estrada. Falou: "Vamos, pai, tomar alguma coisa. Preciso." "Como quiser, mas que não seja café. Toma um chá de camomila."
Não falamos mais de Mendoza. Ainda tinha muita estrada pela frente e comemos no caminho. Vendo que ele tava cansado, dirigi um bom trecho e deixei ele dormir no banco de trás. Revezando no volante, fizemos a quilometragem. Trocamos de lugar, comendo alguma coisa e bebendo café. De manhã cedo, chegamos em casa. As mulheres nos receberam como se fosse feriado nacional, mas nossas caras e nosso aspecto eram de quem voltava da guerra. Demos só uns grunhidos e fomos dormir. As mulheres nos deixaram em paz, respeitando o cansaço acumulado. Mas à noite prepararam um jantar de primeira. Pra falar a verdade, pelo menos eu não tinha comido direito — comida de verdade — nem no jantar com as garotas, o restaurante deixava muito a desejar na qualidade. Nosso ânimo melhorou, e quando fomos deitar, a Elena tinha se proposto a me dar "as boas-vindas". Eu quis bancar o ofendido ainda, virei de costas e dormi. Nas minhas costas, sentia o corpo dela. Minha mulher nua, colada em mim, esperando que eu amolecesse e desse atenção pra ela. Quando levantei já era tarde, meu filho tinha ido cedo pro escritório e minha mulher não tava do meu lado. Passei a mão ao redor pra ver se achava, mas não encontrei. O lado dela da cama tava frio. Fiquei intrigado e levantei descalço. Dava pra ouvir um murmúrio na casa, mas não vinha da cozinha nem da sala. Segui o barulho e cheguei no quarto do meu filho. Encostei o ouvido na porta. Tava fechada, mas dava pra ouvir claramente. Era a Elena falando. Dava pra deduzir que as duas estavam deitadas. Minha mulher tinha ido pra cama com a Corina quando o Javier saiu. Queria falar com ela sem ninguém ouvir. "Corina, você não sabe o nervoso que eu tô. Que hora ruim me deu na cabeça pra fazer aquilo! Se eu soubesse, nem teria pensado nisso." "Não se atormenta, Elena, que a ideia foi minha. O que acontece é que a gente passou dos limites. Simplesmente perdeu o controle, e pros nossos homens isso vai ser difícil de esquecer, se é que vão esquecer algum dia." "É isso que me dói. O Pepe nunca foi rancoroso. Às vezes a gente brincava que eu ia experimentar um novinho pra deixar ele com ciúme, mas ele ria e se gabava de não ser ciumento. Mas olha só, tá ofendido como se eu tivesse feito a pior coisa do mundo." "Isso a gente vai ter que resolver. O Javier também tá puto comigo, e olha que agora minha mãe não enche mais o saco dele, pelo menos não como antes." "O problema é que o Pepe sempre foi assim. Dava uma pulada de cerca aqui e ali, mas sempre foi fiel de verdade, e eu agora... Vai ser difícil, mas a gente tem que contar a verdade. Se precisar, a gente prova. Mas até lá... além da raiva, eles vão rir da nossa cara até se acabar, principalmente o Pepe." "E como a gente vai contar? Ele não vai acreditar em mim nem se eu jurar pela Bíblia. E você, como vai dizer que me ajudou? Com a boa imagem que ele tem de você, não queria que ele pensasse que você se mete nos nossos problemas de cama." "Não se preocupa, já vou dar um jeito. Algo vai acontecer. Eu estava ouvindo descalço, de pijama, alucinando, agora sim estava pirando de vez, as duas mulheres estavam falando em segredo sobre algo que eu achava que era só nosso problema, claro que não desconfiavam que eu estava sabendo de tudo, Corina parecia saber tudo, até mais que tudo, não quis ouvir mais, voltei pra cama e meia hora depois Elena apareceu, deitou um instante e cinco minutos depois levantou como se estivesse dormindo, eu com a testa franzida levantei atrás dela e dei bom dia telegraficamente, depois fui pra cozinha, o cheiro de café me levava nas asas e lá estava Corina, sorriu pra mim como sempre mas não dei muita bola, evitei até olhar pra ela embora meus olhos a procurassem até no reflexo do vidro do forno, a mina era muito gostosa e ela sabia disso e sabia que me deixava louco mas me mantive firme, tomei café enquanto ela molhava um dedo no café e passava no meio dos peitos, tive que ir embora antes de terminar a xícara e tomei um banho frio que foi uma delícia. As caras feias duraram mais dois dias, percebia que quando se cruzavam Elena perguntava pra Corina quando a gente ia resolver aquilo, mas Corina não fazia ideia do que fazer pra esclarecer aquela confusão, eu, embora na teoria fosse o ofendido e tivesse argumentos que mostravam que as duas mulheres eram inocentes das minhas suspeitas, queria ficar totalmente tranquilo. No final, minha mulher tomou uma atitude e não esperou por Corina, quando estávamos deitados Elena me sacudiu pra eu prestar atenção, eu de má vontade, como quem só quer dormir, dei uns minutos pra ela. Pepe, já chega, isso tá durando demais, sei que você tá puto. Muito puto! Bom, muito puto, por algo que você acredita e que não tem fundamento. Ah, é? Sem fundamento? Aaaah, oh pelo amor de Deeeus mais, assim, mais, não para… Nunca te ouvi rezar assim. Já, já sei e não foi certo, mas era necessário naquele momento… Claro, como não, quem consegue se segurar com essas “dores” Não eram dores não, nem o que você pensa, só queria te dar ciúmes, sabia que você estava do lado e com aquela garota, ah aquela garota!, não pense que esqueci, isso sim, você não gritava, eu tive que gritar pra você me ouvir e acreditar que eu tava fazendo o mesmo que você. E como você sabia o que achava que eu tava fazendo? Vamos, Pepe… não nasci ontem… E você quis me deixar com ciúmes com aquele brutamontes que parecia um guarda-roupa? Será que eu teria te deixado com ciúmes com um frangote igual você? Bom, pra ser melhor que eu não precisa muito… mas sou seu Pepe e você minha pussy, já falei e só eu, seu Pepe, posso te fazer amor. E foi isso que aconteceu, eu não fiz amor com ninguém nem transei também. Então o que meus ouvidos ouviram… Tudo foi fingido, Pepe, eu fingi, tô acostumada, a Elena não tava sendo tocada pelo massagista, ele tava sentado numa cadeira contando as notas que a gente tinha dado de gorjeta. Corina! O que você tá fazendo aqui? A gente tá falando de coisas que você não conhece. Isso é o que você pensa, eu sei tudo que aconteceu naquele dia porque eu tava lá e você… na maca do lado. E por que vocês fizeram isso? Pra te mostrar que sua mulher é tão mulher quanto as outras e você deve cuidar dela como ela merece, não me meto nas coisas de vocês e a Elena me contou que você é meio volúvel, não sei se acredito, mas a gente quis te dar uma lição, embora tenha passado do ponto, agora a gente percebe e sente muito. A Elena foi a menos culpada, a ideia dos gemidos e suspiros e de vestir roupas mais… leves foi minha, mas acho que não merecemos o castigo da indiferença, pelo menos sua mulher. Corina disse isso e saiu do quarto tão silenciosamente quanto entrou, use the word: pussy e eu ficamos Olhando, os olhos dela encharcados de lágrimas e os meus também, com um nó na garganta, não consegui pedir desculpas porque as palavras não saíam, mas abracei ela e rolei por cima. Ela teve a inteligência de esperar eu tirar a pica e então levantou a camisola e esperou. Afundei nela como no primeiro dia que a desvirguei, com a ilusão de recomeçar, mas não parava de pensar que a Corina também estava envolvida e merecia um "perdão", mas isso ficaria pra outro dia. Agora a Elena receberia todo o meu amor, pena que não tinha nenhuma pílula por perto, mas já chegaria, já. Fiquei satisfeito, mas tinha algo que não batia direito e decidi descobrir por conta própria. Fui pro salão de massagem onde a confusão tinha começado, pedi uma massagem completa. A moça do balcão esticou a blusa branca pra me mostrar a qualidade de massagista que escondia e o quanto a massagem seria promissora, mas quando eu coloquei uma condição, ela ficou pasma: queria que fosse o rapaz que eu tinha visto atender minha mulher. Uma cara de decepção apareceu na moça, mas ela chamou o jovem, que muito adequadamente se chamava Héctor. Me chocou, certamente. Ele era muito cultivado e qualquer mulher, leiga ou religiosa, ele levaria ao céu, mas quando me viu nu e que parecia um saco de ossos do lado dele, apertou os nós dos dedos das mãos enormes, fazendo-os estalar e anunciar o que me esperava. Com uma toalhinha na cintura, subi na maca. O rapaz já ocupava metade dela com os braços estendidos. Me perguntou como eu queria e eu disse: como se eu fosse uma mulher de bom porte. Ele me olhou, desconfiando que eu era um pervertido querendo experimentar coisas estranhas, mas como já tinha pago adiantado, se dispôs a continuar o trabalho. Eu, de bruços, perguntava como ele fazia massagem nas mulheres. Ele, sem grande entusiasmo, respondia com monossílabos. Aos poucos, fui entrando em detalhes. confessou que já tinha feito algumas gozarem e, em "segredo", me disse que até tinha comido mais de uma. Eu tava tremendo de nervoso, tentando arrancar a verdade dele. Fui conduzindo a conversa até o dia da famosa massagem. Ele me contava casos curiosos: mulheres que gozaram quando ele massageava os pés delas, outras que se levantaram e saíram escandalizadas quando ele tentou tirar a toalha dos peitos, algumas que se assustaram ao se aproximar e sentir a dureza do pau dele. Mas o caso mais chocante foi uma que veio acompanhada por outra mais nova. No começo, ele pensou que queriam que ele comesse as duas, mas elas propuseram uma parada muito estranha. Deram uma boa gorjeta pra ele e mandaram ele sentar na cadeira. A mais nova deu uma lista pra mais velha e começou a gritar como se estivesse sendo fodida.
O cara ria pra caralho lembrando do caso, achava que eram umas malucas. Quando ele passou do meu lado, estendi a mão, peguei os ovos dele com as duas mãos e falei: "Sei que se você me acertar com esses punhos, vai me foder, mas você vai viver sem os ovos. Então, se você dá valor a eles, me responde rápido e só a verdade. O que realmente aconteceu com as duas mulheres?" … "Com licença, senhor, mas o que eu te contei é verdade, mesmo que eu não devesse ter dito. As duas mulheres vieram, a mais velha começou a gritar, gemer e fazer como se um garanhão estivesse comendo ela. Me mandaram calar a boca e disseram que me dariam uma boa gorjeta. Foi o dinheiro mais fácil e divertido que já ganhei. Nenhum dos meus colegas sabe de nada pra não me encherem o saco. Juro, mas pelo amor de Deus, solta meus ovos, não consigo respirar." "Tem certeza que ninguém sabe?" "Não, ninguém, nem minha parceira que tava na outra maca. Ela sim comeu o cliente, mas eu nem toquei nela."
Acho que um homem não arrisca os ovos pra mentir, então acreditei. "Pega uma gorjeta pelo transtorno e espero que você feche a boca. Nem que eu estive aqui, senão te arrebento. Vou te achar e fazer você pagar. … Sim, senhor, pode ficar tranquilo. Ah! E me desculpa pelos ovos, e parabéns, eles não cabiam nas minhas mãos.
Saí feliz que nem um moleque no fim da aula pra ir de férias, tudo parecia mais bonito, as pessoas mais legais, passei no parque e vi meu amigo, contei todo o processo das minhas dúvidas, talvez ele tivesse resolvido de um jeito mais drástico, mas pra mim tava valendo, elas tinham confessado as travessuras, um pouco complicado, sim, mas fazer o quê.
Corina, mais imaginativa, tinha feito ele gemer pra eu ouvir e ficar com ciúmes, ela fez tão bem que as duas me convenceram, a verdade é que sofri, sofri pra caralho, minha mulher tinha me decepcionado e até tudo se esclarecer passei uns dias bem amargos.
Quando cheguei em casa, minha mulher não tava, tinha saído, e a Corina tava na cozinha, eu tava com a cara de bunda desses dias e a menina só se atreveu a me cumprimentar, perguntei pela Elena e ela disse que tinha acabado de sair com o menino e que voltaria um pouco tarde, não respondi e fui pro meu quarto, tomei um comprimido azul e esperei fazer efeito, me ajudou pensar na cara que ia fazer pra minha nora, quando a pica já tava a 45º saí como minha mãe me pariu e fui pra cozinha, a menina tava colocando roupa na máquina de lavar e fiquei atrás dela, quando ela se virou pra fechar a porta, na frente dos olhos dela viu minha pica descapotada, vermelha e brilhante. Corina, quando fui pra Mendoza, você me mostrou o que eu ia perder, mas aqui tá o que você pode ganhar agora.
Ela me olhou nos olhos, na hora sacou que eu não tava mais puto e que a parada da pica era séria, automaticamente fechou a janela do tanque e foi abrindo o vestido de ficar em casa, os peitos apareceram como da última vez e quando terminou de tirar, se virou e se apoiou nos cotovelos em cima A lavadeira abriu as pernas e arqueou a cintura, me aproximei dela, segurei ela pela cintura e encostei a cabecinha na entrada da buceta dela. Quero ouvir você gemer como aconselhou a Elena a fazer, e nada de fingir, hein? Com você eu nunca fingi, Pepe.
Me aproximei dela e fui entrando na buceta dela, ela não se mexeu, só movia os quadris pra guiar meu pau até o colo do útero, quando cheguei ainda empurrei mais e ela dilatou o suficiente pra entrar tudo, os gemidos eram sinceros, a Elena exagerava mais, mas ela curtia com todo o prazer, fiquei metendo o pau sem parar até que a lavadeira começou a centrifugar, a Corina sentou em cima dela e colocou os pés nos meus ombros, enfiei de novo, a lavadeira fez o resto, vibrava numa velocidade louca e o pau parecia uma máquina de costura, me agarrei nela segurando pelas coxas e enterrado até o saco, gozei sem esperar ela, os peitos dela vibravam no mesmo ritmo, separados e caídos pros lados, quando tirei o pau, ele tava duro como se nada tivesse acontecido e um jato de porra escorreu pra baixo, ao chegar na bunda dela, a Corina separou as nádegas e esperou, minha cabecinha bateu contra ela até se enterrar, fiquei metendo e tirando enquanto ela puxava os mamilos, tirando a porra que sobrava, no próximo centrifugado ela me envolveu com as pernas e foi ela quem gozou, ficamos o ciclo inteiro da lavagem transando em cima da lavadeira, aproveitávamos cada vibração pra gozar, já tinha acabado quando a Corina me disse: "Tô a fim de te dar um boquete, esse pau tem que ser aproveitado." "Tá bom, mas depois vou comer sua buceta, faz tempo demais que não saboreio ela."
Os dois cumprimos a palavra, a garota tentou todas as técnicas dela, disse que ganhava da ciência, mas no final me fez gozar várias vezes, algumas já no seco, e por fim o pau se rendeu, em cima da lavadeira ela colocou uns lençóis dobrados e com toda a paciência do mundo fiquei comendo a buceta dela, não deixei nenhuma dobra dos lábios dela, o clitóris nunca tinha estado tão duro quanto naquela hora, e o fluxo escorria fazendo bolhas. Quando ela largou as pernas no chão, mal conseguia ficar de pé. Fomos os dois para o chuveiro e, apoiados na parede, ensaboamos um ao outro. Quando consegui sentar no sofá da sala, relaxei tanto que acabei dormindo. Quando acordei, a Elena já tinha chegado, estava sorridente. A Corina tinha contado pra ela que eu tinha chegado de bom humor. O Javier também tinha chegado contente, e a Corina pressentia que a noite também ia ser agitada pra ela. O bebê estava lindo, dava pra ver como crescia a cada momento, e agora as especulações eram sobre quem ele puxava. A Corina dizia que puxou a mim, não sei se ela falava sério, mas eu me sentia um pavão. Continua. Agradeço pelas avaliações e comentários. Valeu.
2 comentários - Viagem de aposentado pra Argentina 21
El mismo que hace que se le regalen todas las minas!!!!
Jaja...que suerte la de Pepe