Uma história curta...
Eu nunca fui apegada a nenhuma religião, muito menos uma pessoa que vai à igreja aos domingos e tal, mas sempre tive a mente aberta, então decidi há algumas semanas ir a uma missa ou outra e também me confessar.
Na primeira vez que fui, não falei nada sobre sexo nem nada, só coisas bestas. Numa das vezes seguintes, por puro tesão e de brincadeira, confessei ao padre que transei numa festa com um desconhecido. Antes de continuar, quero mencionar que o padre é alguém que parece bem sério, realmente apegado à sua fé e é querido pela comunidade (isso é uma cidade, o negócio de vila é só parte do título 😛!). Enfim, contei que transei com um desconhecido, mas só falei assim.- preciso confessar que transei com um cara numa festa, não conheço ele e não tava bêbada, só queria dar mesmo.como eu falei, nunca na vida fui nessas paradas, não sei se era o jeito certo de falar com ele, mas como nunca tinha me dito nada, assumi que tava fazendo certo. enfim, falei isso e quando pensei que ele ia me dar uma bronca ou algo assim, pelo contrário, ele pediu pra eu contar mais. o pedido dele me deixou bem surpresa, me pegou de surpresa.- É necessário?e ele disse- Você precisa confessar o pecado por completo.Contei como paquerei o garoto, como a gente se beijou no banheiro, como ele chupou meus mamilos e depois eu me ajoelhei pra chupar o pau dele, como coloquei uma camisinha das várias que eu tinha na bolsa e como ele me penetrou na frente do espelho por uns minutos e, finalmente, como ele tirou a camisinha pra gozar nas minhas nádegas. Ganhei minha penitência.
Fui mais duas vezes, não tive encontros sexuais nesse período, então não houve motivo pra falar sobre o assunto. Faltei uma das semanas.
Na semana que voltei, depois de confessar meus pecados (a essa altura eu ia pra desabafar, não acredito em Deus), o pastor já conhecia minha voz e me perguntou se não tinha mais alguma coisa que eu tinha omitido.Não esconda nada de mim, pode até esconder de mim, mas não do senhor, no entanto eu posso te ajudar.
Hum, acho que não tenho mais nada pra falar.
Tira um minuto pra refletir, tu faltou uma semana inteira, com certeza esqueceu alguma coisa.Parecia que o pastor queria que eu contasse uma anedota sexual, então contei uma das minhas fodas do passado com uma pessoa mais velha que eu.Isso é algo grave, merece medidas mais...Ela não disse nada, pelo tom em que falou, assumi que queria dizer algo mas não encontrava o jeito certo. Fui embora sem falar nada. Poucos dias depois, voltei, queria me desculpar.Desculpa ter ido embora outro dia, lembrei que tinha algo pra fazer e saí correndo.
Ahh, agora você precisa de absolvição e um castigo.
Se eu aceitar, me desculpa.Sentei numa cadeira, ele me puxou pelo braço e me colocou de bruços sobre as pernas dele, começou a me dar palmadas. Não falei nada, não pedi pra parar, não me mexi pra evitar, meu corpo só dava uns espasmos cada vez que a palma da mão batia na minha bunda (por cima da calça) e eu soltava uns gemidinhos de dor gostosa, as palmadas não eram muito fortes, mas dava pra sentir.Espero que da próxima vez você pense nas consequências antes de me desrespeitar.
Vai pro inferno, seu imbecil maldito.Falei isso com um sorrisinho debochado, ele ficou de boca aberta, não conseguia acreditar no que eu tinha dito.O que você disse.
Vai pro inferno.Dessa vez ele se irritou de verdade, se levantou e me deu um tapa na cara com a palma da mão, doeu pra caralho e ele sabia que tinha passado dos limites. Virei de cara fechada, ele com os olhos arregalados o máximo que podia me pedia desculpas, com a mão direita peguei as bolas dele.Fecha o focinho.Ele não dizia nada, praticamente me obedeceu. Comecei a acariciar as bolas dele e ele foi recuando pra sentar na cadeira. Quando finalmente sentou, eu me coloquei de novo sobre os joelhos dele, na mesma posição em que ele me deu palmadas, só que dessa vez deixei minha bunda toda exposta. Ele, sem perguntar nada, começou a me bater de novo. Passava a mão numa nádega e batia, depois a mesma coisa na outra, e assim por diante. Eu sentia como ia ficando molhada aos poucos. Quando ele passava a mão na minha bunda, audaciosamente deslizava um dedo o mais perto possível da minha buceta. Às vezes ficava longe, outras vezes uma parte conseguia entrar. Eu saí de cima das pernas dele, me ajoelhei. Ele começou a deixar a parte de baixo do corpo dele exposta. Comecei a chupar. Ele segurava minha cabeça, puxava meu cabelo e tentava me empurrar pra enfiar o pau dele o mais fundo possível na minha garganta. Não era grande, mas me incomodava ele meter tanto assim. Chupei o pau dele, as bolas e masturbei ele. Fiquei um tempão naquilo até ele começar a gemer meio escandaloso. Tirei o membro dele da minha boca e masturbei com força, como se estivesse espremendo um pote de maionese. Ele gozou uma quantidade considerável, sujou a roupa dele e meu cabelo. O resto escorreu pela minha mão. O resíduo que saiu no final da uretra dele eu limpei com a língua, fiquei com ele na boca um pouco como se fosse enxaguante bucal e depois cuspi de volta. Levantei, me limpei com uma toalha de mesa que tinha por perto e fui embora.
Nunca mais voltei depois disso.
Espero que tenham gostado do relato. Agora só um aviso rápido: às vezes fico entediada e faço fotos fake. Se quiserem que eu faça algum fake pra vocês, podem pedir por mensagem e a gente vê o que dá pra fazer. Até mais 🙂
Eu nunca fui apegada a nenhuma religião, muito menos uma pessoa que vai à igreja aos domingos e tal, mas sempre tive a mente aberta, então decidi há algumas semanas ir a uma missa ou outra e também me confessar.
Na primeira vez que fui, não falei nada sobre sexo nem nada, só coisas bestas. Numa das vezes seguintes, por puro tesão e de brincadeira, confessei ao padre que transei numa festa com um desconhecido. Antes de continuar, quero mencionar que o padre é alguém que parece bem sério, realmente apegado à sua fé e é querido pela comunidade (isso é uma cidade, o negócio de vila é só parte do título 😛!). Enfim, contei que transei com um desconhecido, mas só falei assim.- preciso confessar que transei com um cara numa festa, não conheço ele e não tava bêbada, só queria dar mesmo.como eu falei, nunca na vida fui nessas paradas, não sei se era o jeito certo de falar com ele, mas como nunca tinha me dito nada, assumi que tava fazendo certo. enfim, falei isso e quando pensei que ele ia me dar uma bronca ou algo assim, pelo contrário, ele pediu pra eu contar mais. o pedido dele me deixou bem surpresa, me pegou de surpresa.- É necessário?e ele disse- Você precisa confessar o pecado por completo.Contei como paquerei o garoto, como a gente se beijou no banheiro, como ele chupou meus mamilos e depois eu me ajoelhei pra chupar o pau dele, como coloquei uma camisinha das várias que eu tinha na bolsa e como ele me penetrou na frente do espelho por uns minutos e, finalmente, como ele tirou a camisinha pra gozar nas minhas nádegas. Ganhei minha penitência.
Fui mais duas vezes, não tive encontros sexuais nesse período, então não houve motivo pra falar sobre o assunto. Faltei uma das semanas.
Na semana que voltei, depois de confessar meus pecados (a essa altura eu ia pra desabafar, não acredito em Deus), o pastor já conhecia minha voz e me perguntou se não tinha mais alguma coisa que eu tinha omitido.Não esconda nada de mim, pode até esconder de mim, mas não do senhor, no entanto eu posso te ajudar.
Hum, acho que não tenho mais nada pra falar.
Tira um minuto pra refletir, tu faltou uma semana inteira, com certeza esqueceu alguma coisa.Parecia que o pastor queria que eu contasse uma anedota sexual, então contei uma das minhas fodas do passado com uma pessoa mais velha que eu.Isso é algo grave, merece medidas mais...Ela não disse nada, pelo tom em que falou, assumi que queria dizer algo mas não encontrava o jeito certo. Fui embora sem falar nada. Poucos dias depois, voltei, queria me desculpar.Desculpa ter ido embora outro dia, lembrei que tinha algo pra fazer e saí correndo.
Ahh, agora você precisa de absolvição e um castigo.
Se eu aceitar, me desculpa.Sentei numa cadeira, ele me puxou pelo braço e me colocou de bruços sobre as pernas dele, começou a me dar palmadas. Não falei nada, não pedi pra parar, não me mexi pra evitar, meu corpo só dava uns espasmos cada vez que a palma da mão batia na minha bunda (por cima da calça) e eu soltava uns gemidinhos de dor gostosa, as palmadas não eram muito fortes, mas dava pra sentir.Espero que da próxima vez você pense nas consequências antes de me desrespeitar.
Vai pro inferno, seu imbecil maldito.Falei isso com um sorrisinho debochado, ele ficou de boca aberta, não conseguia acreditar no que eu tinha dito.O que você disse.
Vai pro inferno.Dessa vez ele se irritou de verdade, se levantou e me deu um tapa na cara com a palma da mão, doeu pra caralho e ele sabia que tinha passado dos limites. Virei de cara fechada, ele com os olhos arregalados o máximo que podia me pedia desculpas, com a mão direita peguei as bolas dele.Fecha o focinho.Ele não dizia nada, praticamente me obedeceu. Comecei a acariciar as bolas dele e ele foi recuando pra sentar na cadeira. Quando finalmente sentou, eu me coloquei de novo sobre os joelhos dele, na mesma posição em que ele me deu palmadas, só que dessa vez deixei minha bunda toda exposta. Ele, sem perguntar nada, começou a me bater de novo. Passava a mão numa nádega e batia, depois a mesma coisa na outra, e assim por diante. Eu sentia como ia ficando molhada aos poucos. Quando ele passava a mão na minha bunda, audaciosamente deslizava um dedo o mais perto possível da minha buceta. Às vezes ficava longe, outras vezes uma parte conseguia entrar. Eu saí de cima das pernas dele, me ajoelhei. Ele começou a deixar a parte de baixo do corpo dele exposta. Comecei a chupar. Ele segurava minha cabeça, puxava meu cabelo e tentava me empurrar pra enfiar o pau dele o mais fundo possível na minha garganta. Não era grande, mas me incomodava ele meter tanto assim. Chupei o pau dele, as bolas e masturbei ele. Fiquei um tempão naquilo até ele começar a gemer meio escandaloso. Tirei o membro dele da minha boca e masturbei com força, como se estivesse espremendo um pote de maionese. Ele gozou uma quantidade considerável, sujou a roupa dele e meu cabelo. O resto escorreu pela minha mão. O resíduo que saiu no final da uretra dele eu limpei com a língua, fiquei com ele na boca um pouco como se fosse enxaguante bucal e depois cuspi de volta. Levantei, me limpei com uma toalha de mesa que tinha por perto e fui embora.
Nunca mais voltei depois disso.
Espero que tenham gostado do relato. Agora só um aviso rápido: às vezes fico entediada e faço fotos fake. Se quiserem que eu faça algum fake pra vocês, podem pedir por mensagem e a gente vê o que dá pra fazer. Até mais 🙂
4 comentários - O pastor gostoso da vila