A negada. Faz um tempo, um dos meus melhores amigos, quase meu irmão, conseguiu uma bolsa pra estudar fora. Era só uns meses, mas deu tempo pra ele conhecer uma mina. Nunca perdi contato com ele, na época o MSN bombava e o WhatsApp tava começando, então eu ficava sabendo das histórias dele na hora, e claro, dessa garota. Ela é uma argentina que foi fazer a mesma bolsa que ele, mas em outra cidade, e se conheceram na viagem e nos encontros que a bolsa marcava em alguma cidade. O rolo começou como quase todo rolo. Flertes, saídas, beijos e tal, mas rapidinho foi evoluindo pra uma parada mais quente e sexual. Ele me contava que, como não moravam na mesma cidade, durante a semana trocavam ideia no MSN e se viam nos fins de semana, quando um ia na casa do outro. Nessas conversas, falavam de tudo, e até ligavam as webcams pra se ver, se pelar e se tocar. Quando se encontravam, era um choque de planetas… Passavam horas transando, paravam pra comer, dar um rolê e voltar a trepar. Tanto que, numa dessas saídas, num parque, em plena luz do dia, atrás de uns arbustos, ela chupou a rola dele até engolir todo o leite. Esse nível de perversão deixava ele doido. O único problema dessa mina, se é que dá pra chamar de problema, é que ela não goza sem uma estimulação direta e constante no clitóris, nada que uma boa língua e/ou dedos não resolvam, mas só com a rola e a bacia dela era foda pra caralho fazer ela gozar. Em pouco tempo se apaixonaram e, quando voltaram pra Buenos Aires, o namoro continuou. Ele me contou tudo que fizeram lá fora, e o que conversaram também. Essas conversas revelavam as fantasias dos dois. Um dia, combinamos de sair os 4, eu e minha mina e eles dois. Ele queria apresentar a namorada pra gente. Saímos pra comer e tomar umas. A gente se divertiu. Ela, uma mina gata, altura média, loira de olhos claros, peito pequeno, mas uma bunda chamativa, larga, de rabão grande. Ele, um magrelo um pouco mais alto que eu, também loiro, com um físico meio atlético, embora já meio largado de mão. Como já conhecem, minha mina é uma garota baixinha, morena, de peitões muito bons, que nenhum homem consegue ignorar quando ela usa um decote bonito. Um dia, conversando sobre a vida com ele, acabamos falando das fantasias deles, tanto as dele quanto as dela. As dele eu já conhecia, então focamos mais nas dela. Ela me contou que tinha tesão em ficar com uma mulher num ménage, e que também curtia a ideia de um ménage com dois caras. Eu lia as mensagens com muita atenção e um certo tesão, embora me segurasse ao perguntar ou falar pra não passar dos limites. Ela me contou que tinham conversado sobre isso recentemente, e que quando falaram do ménage com dois caras, ele perguntou com quem ela faria além dele, e a resposta me deixou de boca aberta. Ela disse que eu poderia ser o escolhido, porque dos amigos dele, fui o que ela mais gostou. Não quis investigar muito mais, pra não ficar viajando na maionese. Depois de um tempo, ele me manda uma mensagem meio estranha: Martin: cê tá? Eu: tô, o que foi? M: quero te pedir uma parada. Eu: fala, o que quiser… M: tô conversando no WhatsApp com a Nati (Natalia é a namorada) e o papo tá quente. Tô afim de mandar uma foto da sua pica pra ela, ver se ela reconhece se é a minha ou não. E se ela não reconhecer, quero ver o que ela fala quando eu disser que é a sua. Eu: cê tá de sacanagem? M: nada disso, conheço a sua de quando a gente tomava banho junto depois do futebol, e sei que é muito parecida com a minha, formato, tamanho, cor… Então quero ver o que ela diz… Eu: mmmm, beleza… Mas quero que você me conte como foi depois. M: pode crer, depois te conto. Com um certo medo, e o coração acelerado, mandei uma foto como ele pediu. Depois de um tempo, umas duas Horas depois, ele me escreve…
M: Ela não reconheceu, pensou que era a minha!
Y: E o que você fez?
M: Deixei ela me falar tudo que queria, tudo que faria com meu pau, que na verdade era o seu, e quando já estávamos os dois bem quentes, confessei que era o seu pau e não o meu.
Y: Mmmmmm, bom… tenho medo de perguntar o que aconteceu depois.
M: Relaxa, não deu nada. Ela disse que, evidentemente, não tinha se enganado quando “escolheu” o candidato entre meus amigos pra um possível menage. Porque se meu pau era tão parecido com o seu, com certeza ia adorar ter ele nas mãos, na boca e dentro dos buracos dela… O tesão que eu fiquei, não consigo explicar.
M: Além disso, fiquei muito excitado com tudo que ela disse, e falei que ia conversar com você, de qualquer forma.
Y: Bom, obrigado pelos elogios. A verdade é que não sei o que te dizer, amigo…
M: Me diz que você aceitaria…
Y: Claro que sim! Isso nem se duvida! Vai ser complicado com a Vir (minha namorada), mas isso é outro assunto.
Não falamos mais sobre isso por um tempo, e eu achei que, na real, tinha sido só uma brincadeira entre eles pra se esquentar. Mais ou menos uns dois meses se passaram, e recebo uma ligação dele…
Y: O que foi, cara? Como você tá?
M: Destruído; tô acabado… (chorando)
Y: O que aconteceu?! Me conta!
M: Outro dia, deixei minha sessão do Facebook aberta no PC, e a Naty entrou no meu perfil…
Y: E? O que tem isso?
M: Ela encontrou uma conversa minha com a Florencia, a prima do Ernesto, lembra?
Y: Sim, sim; a peituda. E? O que tem a ver?
M: Era um papo muito quente, falei tudo que faria com ela, da chupada de peitos que daria, e da vez que ficamos juntos, como adorei que ela chupasse meu pau…
Y: Peraí! E o que tem a ver?
M: Com a Flor, a gente transou antes de eu ir estudar fora; mas depois sempre mantivemos contato, e esse papo foi de quando eu tava lá, e já conhecia a Naty…
Y: Mas depois que vocês voltaram pra cá, você viu a Flor de novo?
M: Não, nem falamos mais.
Y: E então? O que aconteceu?
M: A Naty tá muito puta. Caliente… Ela quer se separar… Acha que eu tava trocando ideia com a Flor enquanto tava namorando ela.
E: mas pera aí! Se com a Naty vocês já se pegavam quando tavam fora, mas só viraram namorados quando voltaram pra cá, que tem a ver você ter falado com a Flor numa época que vocês nem eram namorados?
M: sim, eu expliquei exatamente isso pra ela. Mas ela não entende, ela acha que eu tô mentindo, que aqui também eu continuei falando com a Flor, e ainda não acredita nas datas. Juro, não quero me separar da Naty, eu amo ela e não quero terminar, mas ela tá puta da vida e não sei o que vai rolar. A gente tá cada um na casa dos pais, mas eu quero voltar a morar com ela…
E: cara, fiquei chocado, mas fica tranquilo que se ela te ama, vocês vão superar isso. Quer que a gente se veja?
M: não, não, valeu, mas só tô afim de chorar no meu quarto sozinho. Amanhã a gente vai se encontrar e conversar pra ver como fica essa parada…
E: beleza, amigão; sei lá, fica suave, conversa e confio que vocês vão se acertar. Amanhã me conta qual é a boa.
M: fechou, valeu demais por me apoiar e me ouvir.
E: esquece, não tem que agradecer nada, abraço…
A noite inteira demorei pra pegar no sono; fiquei muito triste vendo meu amigo sofrer daquele jeito, e rezava pra eles voltarem, porque sinceramente, ele tava apaixonado pra caralho, e eu sei que ela fazia bem pra ele. Também sei que ele não tava mentindo pra mim, e que se tava com a Naty, nunca teria ficado com a Flor. Que a parada do chat é só isso: um chat pra zoar e pronto.
No dia seguinte ele me ligou pra contar o que tinham conversado. Disse que ela queria ficar com ele, mas que se sentiu traída, e que mesmo ele tentando explicar que as coisas não eram como ela tava imaginando, ela continuava na dela. Eles combinaram de voltar, mas que ia ser devagar, que ela ia mudar porque sentia que algumas coisas tinham quebrado, mas que amava ele e queria ficar junto. Óbvio que ele aceitou e aos poucos eles voltaram a ficar bem. Eu tentava ajudar de fora, nunca fiz nenhum comentário que pudesse magoar suscetibilidades, e claramente nunca fiz referência ao fato em questão. A verdade é que eles voltaram super bem, e eu vi os dois felizes de novo. Conversando um dia, perguntei como estavam e ele me disse que estavam super bem, e estavam pensando em casar. Parabenizei ele efusivamente, e com certo receio perguntei sobre a separação daquela vez; ele me contou que já tinha superado; mas que, de qualquer forma, tem coisas que não voltaram a ser como antes. Embora eles estivessem bem, na parte sexual estavam meio pra baixo, e que ela deixou claro que, depois daquele episódio, percebeu que na verdade não queria mais nada novo, que não faria mais ménage, nem com homens nem com mulheres, e que toda relação seria só entre eles. As fantasias a realizar seriam só a dois, podiam variar os lugares, as roupas, os brinquedinhos, até experimentaram um pouco de sadomasoquismo, que aparentemente nela esquentou o lance de ser dominada, de ser amarrada, derreter vela no corpo, ou colocar pinças nos mamilos, mas que isso seria entre eles e mais ninguém. Foi aí que ele soltou uma coisa que até hoje não consigo tirar da cabeça… numa conversa recente, ela confessou pra ele que: Natalia: se não fosse por aquele episódio, com certeza teríamos acabado na cama numa farra com teu amigo e a namorada dele (ela se referia a Vir e a mim…). Isso me deixou pensando. Eu sabia das fantasias do meu amigo, e sabia que aquele fechamento total pra esse tipo de fantasia era uma facada no peito pra ele. Tava decidido a fazer alguma coisa. Com Vir tava tudo bem, uma vez, depois do que aconteceu com a professora de zumba dela, a gente conversou sobre ménage e outras fantasias, e eu sabia que tanto o Martín quanto a Natalia eram a fim, então só precisava bolar algo pra que meu amigo realizasse as fantasias dele. A ideia não era fazer ele chifrar a Natalia, porque não era isso que ele queria, já que ele tinha me dito; aquele episódio também fez ele perceber que queria ser fiel a ela. fiel à namorada dele, então tava descartado fazer um menage com a minha mina e ele. Mas já ia bolar alguma coisa. Por enquanto, a Natália tava negada a se abrir de novo…
M: Ela não reconheceu, pensou que era a minha!
Y: E o que você fez?
M: Deixei ela me falar tudo que queria, tudo que faria com meu pau, que na verdade era o seu, e quando já estávamos os dois bem quentes, confessei que era o seu pau e não o meu.
Y: Mmmmmm, bom… tenho medo de perguntar o que aconteceu depois.
M: Relaxa, não deu nada. Ela disse que, evidentemente, não tinha se enganado quando “escolheu” o candidato entre meus amigos pra um possível menage. Porque se meu pau era tão parecido com o seu, com certeza ia adorar ter ele nas mãos, na boca e dentro dos buracos dela… O tesão que eu fiquei, não consigo explicar.
M: Além disso, fiquei muito excitado com tudo que ela disse, e falei que ia conversar com você, de qualquer forma.
Y: Bom, obrigado pelos elogios. A verdade é que não sei o que te dizer, amigo…
M: Me diz que você aceitaria…
Y: Claro que sim! Isso nem se duvida! Vai ser complicado com a Vir (minha namorada), mas isso é outro assunto.
Não falamos mais sobre isso por um tempo, e eu achei que, na real, tinha sido só uma brincadeira entre eles pra se esquentar. Mais ou menos uns dois meses se passaram, e recebo uma ligação dele…
Y: O que foi, cara? Como você tá?
M: Destruído; tô acabado… (chorando)
Y: O que aconteceu?! Me conta!
M: Outro dia, deixei minha sessão do Facebook aberta no PC, e a Naty entrou no meu perfil…
Y: E? O que tem isso?
M: Ela encontrou uma conversa minha com a Florencia, a prima do Ernesto, lembra?
Y: Sim, sim; a peituda. E? O que tem a ver?
M: Era um papo muito quente, falei tudo que faria com ela, da chupada de peitos que daria, e da vez que ficamos juntos, como adorei que ela chupasse meu pau…
Y: Peraí! E o que tem a ver?
M: Com a Flor, a gente transou antes de eu ir estudar fora; mas depois sempre mantivemos contato, e esse papo foi de quando eu tava lá, e já conhecia a Naty…
Y: Mas depois que vocês voltaram pra cá, você viu a Flor de novo?
M: Não, nem falamos mais.
Y: E então? O que aconteceu?
M: A Naty tá muito puta. Caliente… Ela quer se separar… Acha que eu tava trocando ideia com a Flor enquanto tava namorando ela.
E: mas pera aí! Se com a Naty vocês já se pegavam quando tavam fora, mas só viraram namorados quando voltaram pra cá, que tem a ver você ter falado com a Flor numa época que vocês nem eram namorados?
M: sim, eu expliquei exatamente isso pra ela. Mas ela não entende, ela acha que eu tô mentindo, que aqui também eu continuei falando com a Flor, e ainda não acredita nas datas. Juro, não quero me separar da Naty, eu amo ela e não quero terminar, mas ela tá puta da vida e não sei o que vai rolar. A gente tá cada um na casa dos pais, mas eu quero voltar a morar com ela…
E: cara, fiquei chocado, mas fica tranquilo que se ela te ama, vocês vão superar isso. Quer que a gente se veja?
M: não, não, valeu, mas só tô afim de chorar no meu quarto sozinho. Amanhã a gente vai se encontrar e conversar pra ver como fica essa parada…
E: beleza, amigão; sei lá, fica suave, conversa e confio que vocês vão se acertar. Amanhã me conta qual é a boa.
M: fechou, valeu demais por me apoiar e me ouvir.
E: esquece, não tem que agradecer nada, abraço…
A noite inteira demorei pra pegar no sono; fiquei muito triste vendo meu amigo sofrer daquele jeito, e rezava pra eles voltarem, porque sinceramente, ele tava apaixonado pra caralho, e eu sei que ela fazia bem pra ele. Também sei que ele não tava mentindo pra mim, e que se tava com a Naty, nunca teria ficado com a Flor. Que a parada do chat é só isso: um chat pra zoar e pronto.
No dia seguinte ele me ligou pra contar o que tinham conversado. Disse que ela queria ficar com ele, mas que se sentiu traída, e que mesmo ele tentando explicar que as coisas não eram como ela tava imaginando, ela continuava na dela. Eles combinaram de voltar, mas que ia ser devagar, que ela ia mudar porque sentia que algumas coisas tinham quebrado, mas que amava ele e queria ficar junto. Óbvio que ele aceitou e aos poucos eles voltaram a ficar bem. Eu tentava ajudar de fora, nunca fiz nenhum comentário que pudesse magoar suscetibilidades, e claramente nunca fiz referência ao fato em questão. A verdade é que eles voltaram super bem, e eu vi os dois felizes de novo. Conversando um dia, perguntei como estavam e ele me disse que estavam super bem, e estavam pensando em casar. Parabenizei ele efusivamente, e com certo receio perguntei sobre a separação daquela vez; ele me contou que já tinha superado; mas que, de qualquer forma, tem coisas que não voltaram a ser como antes. Embora eles estivessem bem, na parte sexual estavam meio pra baixo, e que ela deixou claro que, depois daquele episódio, percebeu que na verdade não queria mais nada novo, que não faria mais ménage, nem com homens nem com mulheres, e que toda relação seria só entre eles. As fantasias a realizar seriam só a dois, podiam variar os lugares, as roupas, os brinquedinhos, até experimentaram um pouco de sadomasoquismo, que aparentemente nela esquentou o lance de ser dominada, de ser amarrada, derreter vela no corpo, ou colocar pinças nos mamilos, mas que isso seria entre eles e mais ninguém. Foi aí que ele soltou uma coisa que até hoje não consigo tirar da cabeça… numa conversa recente, ela confessou pra ele que: Natalia: se não fosse por aquele episódio, com certeza teríamos acabado na cama numa farra com teu amigo e a namorada dele (ela se referia a Vir e a mim…). Isso me deixou pensando. Eu sabia das fantasias do meu amigo, e sabia que aquele fechamento total pra esse tipo de fantasia era uma facada no peito pra ele. Tava decidido a fazer alguma coisa. Com Vir tava tudo bem, uma vez, depois do que aconteceu com a professora de zumba dela, a gente conversou sobre ménage e outras fantasias, e eu sabia que tanto o Martín quanto a Natalia eram a fim, então só precisava bolar algo pra que meu amigo realizasse as fantasias dele. A ideia não era fazer ele chifrar a Natalia, porque não era isso que ele queria, já que ele tinha me dito; aquele episódio também fez ele perceber que queria ser fiel a ela. fiel à namorada dele, então tava descartado fazer um menage com a minha mina e ele. Mas já ia bolar alguma coisa. Por enquanto, a Natália tava negada a se abrir de novo…
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