Olá, Poringuer@s!
Meu relato a seguir é 100% real. Só mudei nossos nomes.
Tudo começou há pouco mais de 2 anos (Junho-Julho de 2016). Meu nome é Dani, casado, 36 anos, uma filha. Sou professor. Na verdade, conheci ela por sermos colegas de trabalho. Ela é Vani, 36 anos, solteira por opção, morena, também professora.
Nossa relação começou a crescer a partir de conversas no Wpp (bendito Whatsapp!). Primeiro, começamos a trocar ideia sobre coisas em comum, claro que ela sabia que eu sou casado, mas tentei nunca enfatizar isso. Ela me contou que tinha terminado com o namorado há pouco tempo e estava totalmente solteira, sem vontade de começar nada.
Mas antes de continuar, vou contar isso primeiro: estou casado há 10 anos, num casamento mediano onde o sexo com sua mulher não é dos melhores, nunca foi na verdade, era algo que tinha que ser buscado (sempre partindo de mim) porque nunca foi algo forte na minha esposa. No começo da relação, talvez os encontros sexuais fossem mais frequentes, mas depois, com o passar dos anos, os períodos de seca foram ficando mais longos e a média não chegava a 1 ou 2 vezes... POR MÊS ou 1 vez A CADA 2 MESES!!, então um alarme interno acendeu em mim, porque eu sou muito tarado e, sem meter, minhas ereções ficavam cada vez mais frequentes. De vez em quando, eu me tocava no banho ou quando deitava no outro quarto de casa. Quando minha filha nasceu, o sexo ficou ainda mais de lado na relação. Foi aí que minha crise se acentuou ainda mais e, embora minha intenção nunca tenha sido trair minha parceira, as coisas foram acontecendo exatamente como estou contando... Será que tem alguém lendo isso que se identifica com o que estou escrevendo???
Moro num apartamento onde os quartos ficam no andar de cima e embaixo estão a sala de estar, a sala de jantar, a cozinha e um banheiro pequeno. Naquela época, eu tentava ficar até mais tarde embaixo. com a desculpa de terminar uns trabalhos e corrigir provas de alunos pra poder conversar com a Vani, enquanto minha esposa e a bebê iam dormir. Depois, eu dizia que ia dormir no quarto ao lado pra elas descansarem tranquilas na nossa cama de casal. Aproveitava esses momentos pra poder trocar mensagens com ela a toda hora, além de que, duas vezes por semana, a gente se encontrava no nosso local de trabalho. Quando nos víamos na escola, eu tentava manter nossa relação o mais normal possível, conversando com o resto dos colegas pra ninguém desconfiar de nada, embora nossos olhares já começassem a se procurar espontaneamente. Deixo claro que, enquanto a gente trocava mensagens nessa época, nossas conversas nunca foram de cunho sexual, mas sim de contar coisas, falar do trabalho, criar uma amizade e fortalecer a confiança mútua. Sem dúvida, ela precisava de alguém que a ouvisse, e eu estava ali. Então, de manhã cedo, eu a cumprimentava com um "Bom dia, como você está?" ou "Dormiu bem?" ou "Tenha uma linda manhã!". Ela também me mandava mensagens pra puxar conversa: "Lembra que te contei sobre..." ou "Você não terminou de me contar sobre isso ou aquilo..."
Foi a partir do momento em que as conversas noturnas começaram a aumentar, junto com a putaria espacial que eu tava sentindo naquela época, por causa da minha abstinência, que comecei a jogar umas indiretas, bem sutis por sinal, tipo: "Que lindo os sapatos que você usou hoje!" ou "Adoro como o uniforme fica em você!" (as mulheres adoram receber elogios, se sentem únicas, rainhas, deusas). Sempre com a ideia de prender a atenção dela 100%. Acho que ela percebeu que tava começando a se destacar entre as minhas outras colegas e que eu tava olhando cada vez mais pra ela com olhos de safado, haha! Claro que depois as mensagens começaram a subir de tom...
Lá no fundo, eu sabia que, do jeito que as coisas estavam indo, mais cedo ou mais tarde ia rolar alguma coisa entre a gente, e foi o que aconteceu...
No final de Julio, durante uma reunião de professores que terminava lá pras 21h (tava frio - pleno inverno), eu avisei ela pelo zap (sem ninguém perceber que eu tava escrevendo pra ela) que quando a reunião acabasse, ela não fosse embora, que se ela me deixasse levar ela até a casa dela, que ficava a umas quadras do colégio. Quando a reunião terminou e a gente esperou quase todo mundo ir embora, subimos no meu carro e eu falei: "Antes de te levar pra casa, que tal a gente dar uma volta?". Depois de andar uns 30 minutos desde que saímos, a gente achou um lugar tranquilo, numa viela com pouca luz, era a primeira vez que a gente ficava sozinho. Os vidros estavam completamente embaçados, lembro que tinha lua naquela noite, e depois de papear e rir um pouco, eu sentia o coração batendo a mil, ela também tava visivelmente nervosa, nós dois sabíamos (depois a gente confessou um pro outro) que naquela noite algo ia rolar... num momento de silêncio, olhei nos olhos dela e não resisti à tentação de beijar ela gostoso... siiiim, ali estávamos, nos beijando com tudo, em total cumplicidade! Nós dois távamos muito tesudos, sem dúvida era uma questão de pele, duas pessoas tentando se saciar mas não se satisfazem e querem mais e mais. Era muito desejo reprimido que a gente escondia um pelo outro. Ficamos mais um tempo, o tempo é tirano na vida e a gente tinha que voltar à realidade, especialmente eu pra evitar perguntas, mas naquela noite foi só isso e nada mais... a gente ria da situação, acho que sem entender nada: eu tinha dito (uma vez numa conversa com os colegas) que seria incapaz de trair minha esposa, ela disse uma vez (também na frente dos colegas) que nunca se envolveria com alguém casado por uma questão moral... enfim, nem ela nem eu sustentamos o que a gente disse em público... Depois levei ela até a casa dela... bom, até a esquina pra não levantar suspeitas haha! Quando voltei pra minha casa, me senti meio em choque com o que tava vivendo. Eu nem tava caindo na real do que tinha acabado de rolar. Quando cheguei em casa, só troquei uma palavra com minha esposa e falei que não ia jantar, que tava meio cansado. Larguei minhas coisas e fui direto pro banheiro. Quando olhei pra minha pica, vi a cabeçona toda brilhosa. Minha cueca ficou manchada, ainda tava com uma meia-bomba e doía. Tamanho? Uns 19-20 cm de comprimento e 7 de largura, cheia de veia, acho que tá de bom tamanho.
A partir daí, tudo se aprofundou: nossas conversas ficaram mais quentes, fotos indo e vindo, fantasias, a gente adorava falar da gente, do nosso mundo, aquele que era proibido, que era só nosso, que ninguém mais sabia... me fascinava que tinha uma cumplicidade única, nossos olhares, um gesto entre nós e já entendia tudo, mesmo no trabalho, podiam ter 200 pessoas ao redor, mas a gente se sentia no nosso próprio mundinho. Um dia, pensando friamente nisso tudo, percebi que já não era só uma puta tesão (e olha que ainda falta contar a melhor parte!). Sentia uma necessidade imensa de saber dela, pensava nela o dia inteiro, e o mais foda é que, mesmo sem ela dizer, era real que ela também tinha se apaixonado... quando a gente se via no trabalho, tinha vezes que eu enlouquecia por dentro, estar na frente dela conversando, e sem querer ser escroto, mas morria de vontade de beijar ela, acariciar ela na frente de todo mundo, gritar pra geral que tava completamente apaixonado por ela!
Me fascinava olhar ela de longe e desejar ela pra caralho, durante o horário de aula, nossas salas ficavam quase de frente e de vez em quando eu olhava pra onde ela tava e conseguia ver ela, sempre fantasiava ver ela de uniforme. Na sala dos professores, sempre olhava ela por trás... vou descrever ela: morena, cabelo liso e comprido, outras vezes cacheado, seus 1,60 de altura, peitos médios mas que encaixavam perfeitamente nas minhas mãos, cintura fina, uma deusa pra se vestir e pra usar perfume, sempre tão arrumada, sempre cheirava tão limpa (e um dia eu comprovei isso de um jeito tão íntimo!) e o que mais me deixava louco nela: Uma bunda linda! Sempre me intrigou que, quando ela usava a calça social azul do uniforme bem justa no corpo, nunca dava pra ver a calcinha por trás, até que ela confessou que só usava tangas. Me disse que calcinhas grandes que cobrem a bunda toda são coisa de velha, haha!
O melhor ainda estava por vir: chegou o dia que tanto planejamos para nos ver e nos encontrar num lugar só pra nós dois. Só pra constar, depois daquele primeiro beijo no meu carro, tiveram outros momentos pra transar, mas foram contados nos dedos. Além de ser professora, ela trabalhava como administrativa, então, a partir de um certo horário, tinha uma sala só pra ela, inclusive com as chaves da porta, já que ela fechava o local. Fui pra lá. Quando cheguei no prédio, peguei o elevador, apertei o andar que ela disse. Quando fui bater na porta e ela abriu, senti que finalmente tudo que a gente tinha dito nos chats intermináveis ia se tornar realidade. Naquele dia, ela estava tão gostosa que tinha me avisado que tinha uma surpresa, só pra deixar meu tesão ainda maior.
Era uma sala de dois ambientes. Entramos na maior, a mais afastada da porta principal, pra ninguém nos ouvir, embora desse pra perceber que quase ninguém mais estava no prédio. Tava literalmente vazio. Aí ela disse: "Espera, vou ao banheiro." Era agosto e ainda fazia frio. Ela saiu vestida com um pulôver comprido que mal cobria a tanga que ela tava usando, e com uns saltos altos. Só tinha isso. Nos abraçamos e começamos a nos beijar. Eu vinha sem bater uma por várias semanas, sem sexo, então, se você já viu um cara com muito esperma acumulado, aquele cara era eu naquele dia. Meu pau cresceu brutalmente, estávamos em chamas, literalmente. Coloquei ela de costas, beijei o pescoço dela enquanto sentia a bunda dela, e ela sentia meu volume que se encaixou bem no meio das nádegas dela. Minhas mãos foram direto pros peitos dela, pela primeira vez tocando ela por completo, ainda por cima do pulôver, mas tudo pra aumentar minha luxúria ao máximo. Então ela se desgruda de mim e me manda sentar numa cadeira que tinha ali. Ela, de costas, começou a se mexer, a dançar, a rebolando de um lado pro outro enquanto se abaixava pra eu ver como aquela tanga branca de renda sumia na bunda dela... eu tava de pau duro! Tava completamente extasiado só de olhar. Um desejo incontrolável. Aí eu levantei, ela se virou e colou em mim, dessa vez de frente, e com a mão dela começou a acariciar meu pau por cima da calça. Quando ela se abaixou e começou a abrir o zíper pra tirar ele, fez isso com aquele olhar de tesão que meu pau não perdia um centímetro de ereção. Quando finalmente conheceu ele, olhou e começou a dar beijinhos, e depois veio a glória: assim que senti os lábios dela e depois a boca inteira! Que jeito de fazer tão perfeito... tentei não deixar ela ali por muito tempo porque eu não ia aguentar muito.
Agora é minha vez, falei! Lembrando que a gente tava num escritório que só tinha uma mesa e um par de cadeiras. Tirei o suéter dela de uma vez, ficou só de tanga, comecei a chupar os peitos dela, com uns bicos que queriam explodir. Ela já começou a gemer. Nem lerdo nem preguiçoso, fui direto com meus dedos esfregar por cima daquela rendinha que me deixava louco, e ela sabia muito bem disso. Em poucos segundos, percebi que uma coisa molhada se sentia entre meus dedos. Tava super quente. Encostei ela na mesa e aí virei ela de costas, abaixei ela contra a mesa, deixando toda a bunda dela e a pussy, ainda com a tanga branca. Puxei ela pro lado e meus dedos inquietos começaram o trabalho... meu Deus, como os lábios dela estavam molhados! Não usei só meus dedos, vinha o melhor: minha língua! Uma chupada de pussy impressionante, mas o que eu mais queria experimentar (já que nunca tinha feito com minha mulher) era sentir o cu dela na minha boca. Abaixei a tanga até o meio das pernas dela e ela abriu os glúteos e Consegui enfiar minha língua em círculos naquele anelzinho de carne dela! Só sentia minha língua fazendo barulho com a saliva contra o cu dela e os gemidos dela sem parar. A glória era pouco, só sabia que não era só tesão, eu realmente amava ela. Sabia que ia fazer amor com ela, não era só uma foda! Percebi o quanto ela tinha virado uma putinha naquele nível de intimidade. Há pouco tempo eu falei de como ela era limpinha. Juro que nunca senti um cheiro desagradável nela, nem no cu dela (e olha que eu enfiava a língua até dentro) e nem na buceta, como muitas mulheres que depois de um tempo de foda têm um cheiro forte de peixe ou outra coisa, mas desagradável. Sei que ela me disse que se cuidava pra caralho com a comida e acho que isso ajuda muito nos cheiros que você solta, até lá embaixo!
Me fode, me fode por favor!, ela disse, quase num pedido desesperado...
Até aqui a primeira parte... isso continua...
Espero não ter entediado vocês, mas foi assim que tudo aconteceu...
Amanhã eu posto a segunda parte...
Meu relato a seguir é 100% real. Só mudei nossos nomes.
Tudo começou há pouco mais de 2 anos (Junho-Julho de 2016). Meu nome é Dani, casado, 36 anos, uma filha. Sou professor. Na verdade, conheci ela por sermos colegas de trabalho. Ela é Vani, 36 anos, solteira por opção, morena, também professora.
Nossa relação começou a crescer a partir de conversas no Wpp (bendito Whatsapp!). Primeiro, começamos a trocar ideia sobre coisas em comum, claro que ela sabia que eu sou casado, mas tentei nunca enfatizar isso. Ela me contou que tinha terminado com o namorado há pouco tempo e estava totalmente solteira, sem vontade de começar nada.
Mas antes de continuar, vou contar isso primeiro: estou casado há 10 anos, num casamento mediano onde o sexo com sua mulher não é dos melhores, nunca foi na verdade, era algo que tinha que ser buscado (sempre partindo de mim) porque nunca foi algo forte na minha esposa. No começo da relação, talvez os encontros sexuais fossem mais frequentes, mas depois, com o passar dos anos, os períodos de seca foram ficando mais longos e a média não chegava a 1 ou 2 vezes... POR MÊS ou 1 vez A CADA 2 MESES!!, então um alarme interno acendeu em mim, porque eu sou muito tarado e, sem meter, minhas ereções ficavam cada vez mais frequentes. De vez em quando, eu me tocava no banho ou quando deitava no outro quarto de casa. Quando minha filha nasceu, o sexo ficou ainda mais de lado na relação. Foi aí que minha crise se acentuou ainda mais e, embora minha intenção nunca tenha sido trair minha parceira, as coisas foram acontecendo exatamente como estou contando... Será que tem alguém lendo isso que se identifica com o que estou escrevendo???
Moro num apartamento onde os quartos ficam no andar de cima e embaixo estão a sala de estar, a sala de jantar, a cozinha e um banheiro pequeno. Naquela época, eu tentava ficar até mais tarde embaixo. com a desculpa de terminar uns trabalhos e corrigir provas de alunos pra poder conversar com a Vani, enquanto minha esposa e a bebê iam dormir. Depois, eu dizia que ia dormir no quarto ao lado pra elas descansarem tranquilas na nossa cama de casal. Aproveitava esses momentos pra poder trocar mensagens com ela a toda hora, além de que, duas vezes por semana, a gente se encontrava no nosso local de trabalho. Quando nos víamos na escola, eu tentava manter nossa relação o mais normal possível, conversando com o resto dos colegas pra ninguém desconfiar de nada, embora nossos olhares já começassem a se procurar espontaneamente. Deixo claro que, enquanto a gente trocava mensagens nessa época, nossas conversas nunca foram de cunho sexual, mas sim de contar coisas, falar do trabalho, criar uma amizade e fortalecer a confiança mútua. Sem dúvida, ela precisava de alguém que a ouvisse, e eu estava ali. Então, de manhã cedo, eu a cumprimentava com um "Bom dia, como você está?" ou "Dormiu bem?" ou "Tenha uma linda manhã!". Ela também me mandava mensagens pra puxar conversa: "Lembra que te contei sobre..." ou "Você não terminou de me contar sobre isso ou aquilo..."
Foi a partir do momento em que as conversas noturnas começaram a aumentar, junto com a putaria espacial que eu tava sentindo naquela época, por causa da minha abstinência, que comecei a jogar umas indiretas, bem sutis por sinal, tipo: "Que lindo os sapatos que você usou hoje!" ou "Adoro como o uniforme fica em você!" (as mulheres adoram receber elogios, se sentem únicas, rainhas, deusas). Sempre com a ideia de prender a atenção dela 100%. Acho que ela percebeu que tava começando a se destacar entre as minhas outras colegas e que eu tava olhando cada vez mais pra ela com olhos de safado, haha! Claro que depois as mensagens começaram a subir de tom...
Lá no fundo, eu sabia que, do jeito que as coisas estavam indo, mais cedo ou mais tarde ia rolar alguma coisa entre a gente, e foi o que aconteceu...
No final de Julio, durante uma reunião de professores que terminava lá pras 21h (tava frio - pleno inverno), eu avisei ela pelo zap (sem ninguém perceber que eu tava escrevendo pra ela) que quando a reunião acabasse, ela não fosse embora, que se ela me deixasse levar ela até a casa dela, que ficava a umas quadras do colégio. Quando a reunião terminou e a gente esperou quase todo mundo ir embora, subimos no meu carro e eu falei: "Antes de te levar pra casa, que tal a gente dar uma volta?". Depois de andar uns 30 minutos desde que saímos, a gente achou um lugar tranquilo, numa viela com pouca luz, era a primeira vez que a gente ficava sozinho. Os vidros estavam completamente embaçados, lembro que tinha lua naquela noite, e depois de papear e rir um pouco, eu sentia o coração batendo a mil, ela também tava visivelmente nervosa, nós dois sabíamos (depois a gente confessou um pro outro) que naquela noite algo ia rolar... num momento de silêncio, olhei nos olhos dela e não resisti à tentação de beijar ela gostoso... siiiim, ali estávamos, nos beijando com tudo, em total cumplicidade! Nós dois távamos muito tesudos, sem dúvida era uma questão de pele, duas pessoas tentando se saciar mas não se satisfazem e querem mais e mais. Era muito desejo reprimido que a gente escondia um pelo outro. Ficamos mais um tempo, o tempo é tirano na vida e a gente tinha que voltar à realidade, especialmente eu pra evitar perguntas, mas naquela noite foi só isso e nada mais... a gente ria da situação, acho que sem entender nada: eu tinha dito (uma vez numa conversa com os colegas) que seria incapaz de trair minha esposa, ela disse uma vez (também na frente dos colegas) que nunca se envolveria com alguém casado por uma questão moral... enfim, nem ela nem eu sustentamos o que a gente disse em público... Depois levei ela até a casa dela... bom, até a esquina pra não levantar suspeitas haha! Quando voltei pra minha casa, me senti meio em choque com o que tava vivendo. Eu nem tava caindo na real do que tinha acabado de rolar. Quando cheguei em casa, só troquei uma palavra com minha esposa e falei que não ia jantar, que tava meio cansado. Larguei minhas coisas e fui direto pro banheiro. Quando olhei pra minha pica, vi a cabeçona toda brilhosa. Minha cueca ficou manchada, ainda tava com uma meia-bomba e doía. Tamanho? Uns 19-20 cm de comprimento e 7 de largura, cheia de veia, acho que tá de bom tamanho.
A partir daí, tudo se aprofundou: nossas conversas ficaram mais quentes, fotos indo e vindo, fantasias, a gente adorava falar da gente, do nosso mundo, aquele que era proibido, que era só nosso, que ninguém mais sabia... me fascinava que tinha uma cumplicidade única, nossos olhares, um gesto entre nós e já entendia tudo, mesmo no trabalho, podiam ter 200 pessoas ao redor, mas a gente se sentia no nosso próprio mundinho. Um dia, pensando friamente nisso tudo, percebi que já não era só uma puta tesão (e olha que ainda falta contar a melhor parte!). Sentia uma necessidade imensa de saber dela, pensava nela o dia inteiro, e o mais foda é que, mesmo sem ela dizer, era real que ela também tinha se apaixonado... quando a gente se via no trabalho, tinha vezes que eu enlouquecia por dentro, estar na frente dela conversando, e sem querer ser escroto, mas morria de vontade de beijar ela, acariciar ela na frente de todo mundo, gritar pra geral que tava completamente apaixonado por ela!
Me fascinava olhar ela de longe e desejar ela pra caralho, durante o horário de aula, nossas salas ficavam quase de frente e de vez em quando eu olhava pra onde ela tava e conseguia ver ela, sempre fantasiava ver ela de uniforme. Na sala dos professores, sempre olhava ela por trás... vou descrever ela: morena, cabelo liso e comprido, outras vezes cacheado, seus 1,60 de altura, peitos médios mas que encaixavam perfeitamente nas minhas mãos, cintura fina, uma deusa pra se vestir e pra usar perfume, sempre tão arrumada, sempre cheirava tão limpa (e um dia eu comprovei isso de um jeito tão íntimo!) e o que mais me deixava louco nela: Uma bunda linda! Sempre me intrigou que, quando ela usava a calça social azul do uniforme bem justa no corpo, nunca dava pra ver a calcinha por trás, até que ela confessou que só usava tangas. Me disse que calcinhas grandes que cobrem a bunda toda são coisa de velha, haha!
O melhor ainda estava por vir: chegou o dia que tanto planejamos para nos ver e nos encontrar num lugar só pra nós dois. Só pra constar, depois daquele primeiro beijo no meu carro, tiveram outros momentos pra transar, mas foram contados nos dedos. Além de ser professora, ela trabalhava como administrativa, então, a partir de um certo horário, tinha uma sala só pra ela, inclusive com as chaves da porta, já que ela fechava o local. Fui pra lá. Quando cheguei no prédio, peguei o elevador, apertei o andar que ela disse. Quando fui bater na porta e ela abriu, senti que finalmente tudo que a gente tinha dito nos chats intermináveis ia se tornar realidade. Naquele dia, ela estava tão gostosa que tinha me avisado que tinha uma surpresa, só pra deixar meu tesão ainda maior.
Era uma sala de dois ambientes. Entramos na maior, a mais afastada da porta principal, pra ninguém nos ouvir, embora desse pra perceber que quase ninguém mais estava no prédio. Tava literalmente vazio. Aí ela disse: "Espera, vou ao banheiro." Era agosto e ainda fazia frio. Ela saiu vestida com um pulôver comprido que mal cobria a tanga que ela tava usando, e com uns saltos altos. Só tinha isso. Nos abraçamos e começamos a nos beijar. Eu vinha sem bater uma por várias semanas, sem sexo, então, se você já viu um cara com muito esperma acumulado, aquele cara era eu naquele dia. Meu pau cresceu brutalmente, estávamos em chamas, literalmente. Coloquei ela de costas, beijei o pescoço dela enquanto sentia a bunda dela, e ela sentia meu volume que se encaixou bem no meio das nádegas dela. Minhas mãos foram direto pros peitos dela, pela primeira vez tocando ela por completo, ainda por cima do pulôver, mas tudo pra aumentar minha luxúria ao máximo. Então ela se desgruda de mim e me manda sentar numa cadeira que tinha ali. Ela, de costas, começou a se mexer, a dançar, a rebolando de um lado pro outro enquanto se abaixava pra eu ver como aquela tanga branca de renda sumia na bunda dela... eu tava de pau duro! Tava completamente extasiado só de olhar. Um desejo incontrolável. Aí eu levantei, ela se virou e colou em mim, dessa vez de frente, e com a mão dela começou a acariciar meu pau por cima da calça. Quando ela se abaixou e começou a abrir o zíper pra tirar ele, fez isso com aquele olhar de tesão que meu pau não perdia um centímetro de ereção. Quando finalmente conheceu ele, olhou e começou a dar beijinhos, e depois veio a glória: assim que senti os lábios dela e depois a boca inteira! Que jeito de fazer tão perfeito... tentei não deixar ela ali por muito tempo porque eu não ia aguentar muito.
Agora é minha vez, falei! Lembrando que a gente tava num escritório que só tinha uma mesa e um par de cadeiras. Tirei o suéter dela de uma vez, ficou só de tanga, comecei a chupar os peitos dela, com uns bicos que queriam explodir. Ela já começou a gemer. Nem lerdo nem preguiçoso, fui direto com meus dedos esfregar por cima daquela rendinha que me deixava louco, e ela sabia muito bem disso. Em poucos segundos, percebi que uma coisa molhada se sentia entre meus dedos. Tava super quente. Encostei ela na mesa e aí virei ela de costas, abaixei ela contra a mesa, deixando toda a bunda dela e a pussy, ainda com a tanga branca. Puxei ela pro lado e meus dedos inquietos começaram o trabalho... meu Deus, como os lábios dela estavam molhados! Não usei só meus dedos, vinha o melhor: minha língua! Uma chupada de pussy impressionante, mas o que eu mais queria experimentar (já que nunca tinha feito com minha mulher) era sentir o cu dela na minha boca. Abaixei a tanga até o meio das pernas dela e ela abriu os glúteos e Consegui enfiar minha língua em círculos naquele anelzinho de carne dela! Só sentia minha língua fazendo barulho com a saliva contra o cu dela e os gemidos dela sem parar. A glória era pouco, só sabia que não era só tesão, eu realmente amava ela. Sabia que ia fazer amor com ela, não era só uma foda! Percebi o quanto ela tinha virado uma putinha naquele nível de intimidade. Há pouco tempo eu falei de como ela era limpinha. Juro que nunca senti um cheiro desagradável nela, nem no cu dela (e olha que eu enfiava a língua até dentro) e nem na buceta, como muitas mulheres que depois de um tempo de foda têm um cheiro forte de peixe ou outra coisa, mas desagradável. Sei que ela me disse que se cuidava pra caralho com a comida e acho que isso ajuda muito nos cheiros que você solta, até lá embaixo!
Me fode, me fode por favor!, ela disse, quase num pedido desesperado...
Até aqui a primeira parte... isso continua...
Espero não ter entediado vocês, mas foi assim que tudo aconteceu...
Amanhã eu posto a segunda parte...
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