Fazendo a festinha na minha prima

Olá, me chamo Gabriel e minha prima Gisel. Hoje vou contar outra das nossas aventuras que até hoje lembro como se fosse ontem. Minha prima Gi tava fazendo 18 anos e quem ia preparar a festa era eu, o primo favorito dela. Acontece que era um sábado lindo e minha prima completava 18. Como todo mundo sabe, fazer essa idade já libera um monte de coisas; tipo ir dançar numa balada de adulto ou ir pra um motel fazer o que vocês já sabem. A gente já tinha planejado pra esse dia ir dançar numa balada longe da nossa cidade; tinha que ser um lugar onde a gente pudesse ficar de boa e não encontrar nenhum conhecido, mas primeiro tinha que convencer meus tios a deixarem ela sair (pequeno grande detalhe). Fomos e falamos com meu tio; pra nossa surpresa ele ficou super feliz que eu ia levar a filha dele, e minha tia também animou, então já tava tudo que a gente precisava; só faltava chegar a noite e, pra piorar, o dia não passava nunca. Antes da noite chegar, meus tios junto com meus pais prepararam um jantar em família pra comemorar o aniversário da Gi; foi tudo muito bom, mas a gente não parou de se olhar o tempo todo que durou o jantar, até chegar a hora de ir se arrumar pra sair. Depois de um tempo, já bem trocado e perfumado, fui buscar ela (ela morava do lado da minha casa), tive que esperar um pouco (vocês sabem como são as mulheres), mas o tempo de espera você esquece quando vê ela saindo, aí o coração acelera a mil por hora. Ela tava linda, vestindo um vestidinho curto azul escuro, que marcava a silhueta dela, fazendo o rabo dela se destacar e mostrando aquelas pernas lindas que eu tanto gostava, além dos sapatos de salto alto, o cabelo arrumado e o corpo perfumado. Tia: vão, gurizada, aproveitem, se divirtam, sei que minha princesa vai estar com você, Gabi, mais segura não poderia estar. Eu: sim, fique tranquila, tia, que eu vou correr com todo mundo. Os abutres que se aproximarem. Tio: Esse é dos meus, bem sobrinho, é assim que se fala. Aí a gente saiu e meu tio nos levou pra suposta balada que a gente ia; deixou a gente na esquina e se ofereceu pra voltar mais tarde pra buscar a gente, mas a gente disse que não, que ele dormisse tranquilo e que a gente ia se virar sozinho pra voltar. Quando meu tio foi embora, a gente foi pro ponto de ônibus mais perto e partiu pra outra festa longe da nossa cidade. Depois de uns 45 minutos, mais ou menos, a gente chegou e não teve problema pra entrar; pediram o documento dela, mas como viram que era aniversário dela, parabenizaram e aí a gente entrou. Já lá dentro, a gente começou a se beijar e abraçar como se fosse namorados, não tinha ninguém que conhecesse a gente, a gente tava livre pra fazer o que quisesse. A gente dançou, tomou uma cerveja; até tive que espantar uns caras que chegavam perto dela quando eu me afastava um metro pra comprar bebida. A gente ficou até quase 2:30 da madrugada assim, dançando bem colados e se beijando, a gente tava muito bem assim, mas sempre dá pra melhorar, então continuei com a surpresa que tinha preparado pra ela. Eu: Meu amor, ainda não te dei seu presente. Gi: Achei que esse era meu presente, estar com você é meu melhor presente. Eu: Que gostosa você é (beijei ela), mas tenho outro que você vai gostar mais. Gi: Você sempre me surpreende. Eu: Vamos embora que seu presente não tá aqui. Gi: Pra onde? Eu: Confia em mim, vamos. A gente saiu da balada e pegou um táxi até um endereço que eu falei pro motorista; até a gente chegar e descer, aí minha prima começou a dar gargalhadas. Gi: Haha, olha onde você me trouxe, te amo, meu amor (era um motel, um hotel só pra transar, ou motel, como a gente chama na Argentina) Eu: Surpresa? Gi: Será que vão deixar a gente entrar? Eu: Reza pra sim, lá dentro tá seu presente. A gente foi até uma janelinha e falou com um senhor responsável pelo lugar, e ele olhou pra gente meio desconfiado, pensou uns segundos, aí deixou a gente entrar. Caminho pro quarto... No quarto que nos deram, cruzamos com seguranças que também nos encararam, mas sem falar nada; não sei se desconfiaram das nossas idades ou se ficaram surpresos com a mulher que ia me comer. Entramos no quarto e vimos tudo o que tinha: uma cama grande, que testamos assim que entramos, depois olhamos e contamos os espelhos, corremos pra ver o jacuzzi, e fomos ver o banheiro e o chuveiro; estávamos muito surpresos e felizes os dois, parecíamos crianças na Disney. Rápido nos beijamos na boca e começamos a tirar a roupa com desespero; só tínhamos duas horas, então tínhamos que aproveitar ao máximo. Começamos na cama, já que estávamos pelados lá; coloquei a camisinha e na posição de montada a gente transou um bom tempo; ela me montava como se estivesse no cio, destruía meu pau (literalmente); depois, os dois sentados e ela passando as pernas em volta da minha cintura, essa era uma das posições que eu mais gostava; sentir nossos corpos suados era muito excitante, os peitos dela no meu peito, passar a mão nas costas dela, abraçar forte, sentir a respiração dela, os beijos, ouvir os gemidos no meu ouvido, sentir as investidas que ela dava com a buceta; a verdade é que não tem dinheiro que pague um prazer desses. Gi: obrigada, priminho, te amo. Eu: eu também, meu amor, tá gostando da festinha que seu priminho preparou? Gi: tô adorando, ah ah, assim, come sua priminha, vai. A gente transou mais um tempo nessa posição; depois coloquei ela de bruços e comecei com as minhas investidas, o mais rápido que conseguia (era muito excitante ver pelo espelho como eu tava comendo minha prima), até que ela teve o primeiro orgasmo da noite. A gente se beijou um tempo até ela se recuperar, e agora era hora de fazer no jacuzzi; fizemos uma prévia que incluiu beijos, carinhos, cafunés e um pouco de sexo oral dos dois; até que ela pareceu cansar disso e sozinha se virou, me convidando pra chupar aquela buceta. cu do divino. Gi: vai comer sua priminha de novo? Eu: sim, meu amor, onde você quer? Gi: na bucetinha apertada, quero seu pau todo dentro. Eu: tá tão gostosa assim? Gi: sim, meu amor, quero agora, me arrebenta toda, vai, você me prometeu um presente. Eu: seus desejos são ordens, priminha linda. Então comecei o tratamento naquela bunda que me deixava louco; primeiro acariciei as nádegas molhadas pela espuma da jacuzzi e comecei com um beijo grego, chupando e enfiando minha língua naquele cuzinho apertado (olhava e ainda não acreditava que meu pau inteiro entraria naquela bunda); depois enfiei um dedo, depois dois e por fim três. Tava tudo pronto, meu pau no auge, minha priminha gostosa e o cuzinho dela um pouco mais aberto, esperando ser penetrado. Comecei a meter meu membro devagar e com cuidado (ela já gemia de prazer), a água da jacuzzi ajudou muito na lubrificação, então não demorei pra enfiar tudo. Eu: já entrou tudo, agora vou te comer. Gi: sim, me come toda e com força, priminho. Comecei a comer ela, primeiro devagar e depois rápido, tanto que a água espirrava pra todo lado. Eu: como seu cu mama meu pau, meu amor. Gi: é todo seu, priminho, e de mais ninguém, você me deixou viciada. Eu: quer que eu encha de porra? Gi: sim, me enche toda, quero sentir. Continuei e continuei penetrando até que ela teve um orgasmo anal violento, se agarrou forte nas bordas da jacuzzi, fazendo de tudo pra não se afastar de mim, e eu continuei metendo mais rápido; aquele orgasmo dela me deixou ainda mais excitado, então não ia parar até encher ela toda com meu leite. A água espirrava pra todo lado, o som das nádegas dela com minhas estocadas junto com a água era mais forte e mais excitante, então depois de um tempo metendo com força, finalmente gozei. Eu: você queria tudo? Tá aí, tudo pra você, aaaaaah. Gi: ai, sim, meu amor, toda sua porra é minha, sou a prima mais feliz do mundo, que presente lindo, ai, aahh... Fiquei um tempo descansando com meu pau todo enfiado no cu da Gi. Quando eu tirei, pude ver aquela bunda toda aberta e meu sêmen jorrando igual vulcão quando solta lava. Ficamos mais um tempinho na jacuzzi nos beijando e nos abraçando, aí coloquei outra camisinha e transamos vaginal, mas dessa vez não foi com aquele tesão doido de sempre; dessa vez a gente fez amor, parecíamos dois namorados apaixonados, nos amamos um tempo até perceber que já tava quase na hora, então corremos pro chuveiro. Transar debaixo do chuveiro com a água caindo não era muito a nossa praia (sei lá por quê); então abrimos o registro e começamos. Não dava tempo pra mais preliminares, ela virou de costas me chamando pra um segundo round no cuzinho; eu não pensei duas vezes e enfiei meu pau de novo (dessa vez entrou fácil), então meti de novo, com a água escorrendo na bunda dela e meu pau entrando e saindo a toda velocidade. Eu: ah, toma, puta, gostou do presente que seu priminho te deu? Gi: ah ah ai sim, adorei, meu amor. Gi: te amo, obrigada, Gabi. Eu: quer que eu encha esse cuzinho de novo? Gi: não, Gabi, quero tudo na boca, quero tomar todo seu leite. Eu: então vou avisar. Abri a água do chuveiro mais forte, aumentei a velocidade da foda e também o barulho da bunda dela a cada estocada, até que ela teve outro orgasmo; eu continuei metendo e tirando até chegar a hora de gozar de novo; tirei rápido e mandei ela se ajoelhar, ela parecia meio perdida (ainda no êxtase do orgasmo); bati uma punheta por uns segundos e quando o sêmen ia sair, enfiei o pau inteiro na boca dela. Ela já tava exausta, dava pra ver na respiração dela, engoliu todo meu leite, se levantou e me abraçou. Gi: nunca vou esquecer disso, meu amor, te amo, obrigada, priminho. A gente se beijou um pouco no chuveiro, depois vestimos a roupa e saímos daquele quarto onde a gente tinha deixado tudo sexualmente; onde não éramos mais dois adolescentes tarados, mas sim um homem e uma mulher se entregando. levado pelo desejo, pela paixão e até pelo amor inclusive. Saímos daquele lugar e seguimos pra comer algo (pra recuperar as energias) e depois pra nossas casas. Chegamos tipo 7 da manhã, nos despedimos com um beijo e ela com um... Gi: valeu, meu amor. Depois cada um foi pra sua casa tentar dormir. Espero que tenham gostado, se quiserem comentem o que acharam, abraços.

4 comentários - Fazendo a festinha na minha prima

Hombre! Estuvo genial! Seria grandioso que hagas una continuación explicando como se conocieron, pero ya se por experiencoa propia, que Poringa no deja poner relatos con menores de edad, igual. Mas de 10