Meu Vizinho Pancho

MEU VIZINHO DO LADO
Eu tinha me mudado pra um apartamento perto do centro de Santiago, ficava perto do trabalho, então geralmente, se não tivesse muito cansada, eu ia andando. O prédio era de boa, tranquilo, morava gente que trabalhava quase a semana toda, os apartamentos eram amplos e confortáveis. Aluguei por alguns meses, enquanto comprava o meu.

E aí eu vi ele: um cara grandalhão, maciço, gordo mas robusto, bem proporcionado na gordura, uns 48 anos. Era bruto no jeito de falar e nos modos, mas eu gostei. Algo na estampa viril dele me pegou. Na época eu tinha 25 anos, morava sozinha, saía de vez em quando, tinha umas aventuras sexuais, mas nada sério. Mas desde sempre sentia atração por homens mais velhos. E tenho que dizer: eu era muito safada, sempre fui. Adoro pornô, na real sou fascinada, e em todo filme que vejo acabo me masturbando. Bom, voltando à minha história, o cara me deixava molhada. Sempre fui cheinha, mas não gorda nem obesa, isso nunca. Mas gosto de ser voluptuosa, sou de bunda grande e peitão, e adoro quando os homens falam putaria pra mim ou me olham. Sou muito fogosa.

Um dia, chegando no meu apê, ele tava parado na porta do dele. Me olhou, me cumprimentou: “Oi, vizinha, como cê tá hoje?”... Eu olhei bem pra ele, quase sem disfarçar. Ele tava de moletom bem justo e dava pra ver um volume. Não sei que cara eu fiz, mas cumprimentei ele bem provocante... sorri de um jeito óbvio demais, balancei a cabeça, fiquei vermelha e entrei. Notei como ele me olhava. Meu uniforme de trabalho é uma saia curta e justa, que realça minha bunda, usava uma blusinha apertada, e naquele dia em particular tava com um sutiã meia-taça. Além disso, tava um calor do caralho em Santiago, eu vinha toda suada. Entrei, fechei a porta, tirei tudo. Tava com calor, abri a janela. Fiquei só de calcinha e sutiã. Do outro lado tinha uma obra, os operários assobiavam e falavam coisas que eu mal entendia. Então dei um pequeno show pra eles, me passei pela varanda um tempinho. A velha do apartamento ao lado gritou comigo. Sua puta! Entra logo!!, olhei pra ela e mostrei meu dedo do meio, entrei e deixei as janelas abertas, com a cortininha, que deixava passar um ventinho. Ainda dava pra ouvir os assobios e as besteiras que os operários falavam, tava com tesão, comecei a me tocar na buceta, chupava os dedos com meus sucos, me tocava os peitos e lambia os mamilos, tava molhada, além disso, no metrô, me esfregaram o trajeto inteiro, passaram a mão em mim, agarraram minha bunda, se fazendo de sonsos, sempre, enfim, tava com tesão!! QUERIA UM pau!!! Me masturbei umas cinco vezes, mas não era suficiente, vale lembrar que o vizinho tinha esposa, uma mulher alta, gorda, quadriluda e quase tão peituda quanto eu, lembrei como os gemidos dela soavam quando eles transavam, pelo jeito que ela gemia, imaginava a besta que aquele homem era e o tamanho do pau dele…uhmmm mais eu me masturbava. Não aguentei mais e fui na porta dele, sabia que ela não tava, então só coloquei um roupão curto, com a desculpa de ele ver o aquecedor…que idiota a desculpa, mas enfim. Saí no corredor de roupão, só de fio dental, e sem sutiã, toquei a campainha, e depois de um tempo ele saiu, só de shorts, e uma barraca de circo se erguendo no meio da virilha dele, quase meus olhos pularam fora, ele ficou sem graça, tentou se ajeitar, uma ereção da porra “Vizinha, que surpresa, me diga…o que…o que houve!?” Ele falou super nervoso e tentando acalmar aquela besta, lá embaixo…engoli seco, e falei “eh…eh vizinho…é que…puxa…eh…não sei…você poderia, por favor, dar uma olhada no meu aquecedor? Não tá funcionando…algum problema, e não quero sair voando,” ri que nem uma idiota…e ele falou já vou já!! Voltei pro meu apartamento, e no caminho só pensava…jessi, o que você tá fazendo!!..tava nisso quando bateram de leve, abri…era Ele…meu roupão tinha se aberto e um peito, com o mamilo duro, apareceu, ele me olhou, passou a língua nos lábios…me perguntou onde…onde tá…tipo onde fica o aquecedor… me virei, e falei me segue…peguei o sutiã que tava no chão Fiquei parada assim por alguns segundos, pra ele ver minha bunda. Olhei ele de baixo pra cima, segurando o próprio pau. Já era hora. Olhei pra ele e falei: "Vizinho, você me deixou toda molhada." Tirei o roupão, deixei cair. Minha calcinha fio dental preta. Ele me olhou, passou a mão na boca e disse: "Caralho, que peitão, que gostosa, que rabo enorme... mamãe!!" Ele se jogou em cima de mim, começou a chupar meu pescoço, meus peitos, apertava, mordia. Enfiou as mãos grandes dentro da calcinha e agarrou minhas nádegas, abrindo minha bunda. Me apertava. Um gritinho, um suspiro de prazer saiu de mim quando ele enfiou um dedo no meu cu. Ohh, queria que continuasse. Minhas mãos foram pro volume dele. Toquei e era um pedaço de carne dura, feito madeira. Enfiei a mão dentro da calça dele e toquei. Era grosso, grande e duro. As bolas eram grandes e peludas. Puxei a calça dele até os joelhos, me abaixei, e aquela coisa enorme apontava pra minha cara, pra minha boca. Era grossa, cabeçuda, parecia que ia explodir. Agarrei com minhas mãos, puxei a pele da cabeça, era vermelha e escorrendo. Ele pegou minha cabeça e só disse: "Chupa tudo, puta!" Em seguida, enfiou dentro da minha boca com força, o que me fez engasgar. Tirei pra respirar e comecei a chupar aquele pedaço de carne, dura, rígida. Ele se queixava, gemia. Aquele sorvete naquela pica dura era quase hipnótico. Não parava de chupar e chupar. Ficava cada vez maior na minha boca. Cuspia, passava a língua por tudo até as bolas, coloquei elas na boca. Ele pegou minha cabeça, me deu um beijo que a língua dele foi até meu estômago. Me levantou com os braços enormes, agarrou minha bunda. Senti a pica dele pulsando na minha buceta. Me jogou no sofá, arrancou minha calcinha e jogou longe. Ele se lambeu ao ver minha buceta, toda depiladinha, esperando ansiosa. "VOU COMER SUA BUceta, PUTA!" Com essas palavras, abriu minhas pernas e mergulhou na buceta pra devorar. Me deixou louca de prazer. Apertava a cabeça dele pra ele continuar, mais e mais. Senti que ia gozar. Falei: "Vou gozar... Corro, mano, aaaahhh!!" Soltei um grito e um jorro saiu da minha buceta, molhando a boca dele, ele engoliu todos os meus sucos e disse: "DELICIOSA, UHMMM, QUE SABOR O SEU, puta!" Continuou na sua tarefa, chupava, me mordia, a língua dele percorria minha buceta e meu cu numa passada só, até que ele se afastou, eu só desejava aquela pica dentro de mim me partindo ao meio, e foi assim, colocou a cabeça daquele monstro de carne, primeiro nos meus peitos e começou a foder, forte, forte, sentia o pau dele que ia explodir, aí ele gozou, disparou um jorro quente de porra nos meus peitos, que me respingou a boca e o rosto, não parava de sair, colocou o pau com os sucos dele na minha boca e chupei até a última gota, tinha espasmos de prazer, se sacudia, me olhou e enfiou aquela pica na minha boca, até me faltar ar, eu empurrava ele pra tirar, mas era uma besta cheia de luxúria e tesão, no final tirou e tava duro de novo, apontou na entrada da minha buceta e de uma estocada enfiou tudo, até o fundo, senti as bolas dele batendo na minha bunda, levantou minhas pernas até os ombros dele e começou a bombar com força, com vontade, com vigor, um tesão tremendo, metia, metia "METE TUDO ASSIM, TUDO, TUDO AHH AHH TUDO, buceta, ME PARTE, ME COME ASSIM, SOU SUA puta, SUA VADIA!!" Eu gritava, pedia, implorava pra ele continuar me comendo, agarrei a bunda dele e empurrei até o fundo, e senti que gozei uma, duas, três, quatro, nem sei quantas vezes mais... Tava molhada, ele me pegou pelo cu, e eu pressenti o que vinha, queria aquele pau no meu cu, que me destruísse, ele se ajeitou, me olhou e disse: "ESSA BUNDA GOSTOSA VOU PARTIR AO MEIO, EU GOSTO DE BUNDUDAS, E UMA BUNDA BOA COMO A SUA TEM QUE SER PARTIDA!" Dito isso, cuspiu no meu cu, enfiou os dedos, brincou com meu cu, um tempão, ardia, doía, mas o tesão era maior... Senti aquela cabeçuda na entrada do meu cu, olhei pra ele e falei: "METE TUDO COM FORÇA ATÉ O FUNDO, FILHO DA PUTA!" Ele riu maliciosamente e completou: "SOU BEM puta, VOU TE COMER TODO. WEONA…AGUENTA ISSO ENTÃO!”. Num movimento só, ele enfiou tudo até o fundo, eu soltei um grito desgarrador, ele tapou minha boca, e bombava e bombava com força, com vigor. Agora eu entendia por que a esposa dele gritava tanto toda vez que transavam… tava me matando de dor e prazer, e aí senti um orgasmo dos céus… um orgasmo anal, delicioso, gostoso. Minha buceta ardia e eu gozava, estávamos molhados, suados, o corpo grande dele me cobria. Ele me virou de quatro, abriu minhas nádegas, cuspiu no meu cu, que ardia, e meteu tudo de novo. Eu tava dobrada no sofá, minha cabeça encostada no encosto, dava pra ver as bolas dele balançando e batendo na minha buceta. Aí, senti que ele ia gozar. O pau dele engrossou, ficou ainda mais duro, e ele gritou: “AHHH, VOU GOZAR, FILHA DA PUTA… AHHH… PUTA QUE PARIU!!”. Um jato de porra me inundou até as tripas. Ele continuou se movendo com mais força, e outra gozada. Me agarrou pelo cabelo, puxou minha cabeça pra trás e me empurrou com força enquanto grunhia, bufava e suspirava. Tinha gozado de novo no meu cu. Eu tava cheia da semente quente dele, que começava a escorrer pelo meu cu e pela minha buceta.Meu Vizinho PanchoSentada no sofá, com a pica dura e pulsando, ele me puxou pela cintura e me enfiei na vara dele, senti a cabeça estourar, comecei a montar aquele tronco de novo e ele endurecia outra vez, me mexia igual uma louca, tava possuída pela luxúria e pelo sexo, minha buceta ardia, doía, mas eu não queria parar. Ele chupava e mordia meus peitos, passava eles no rosto dele, batia forte na minha bunda, até que senti que gozava uma vez e outra, era um prazer sem fim. De repente, a cara dele mudou, ele disse: "Vou gozar, ahh, não aguento mais!!", a pica dele ficou mais grossa e dura, aí veio a descarga dele, agarrou minha cintura e não me deixou sair, e eu senti a descarga dele, morna, abundante, generosa dentro da minha buceta, ele apertava minha cintura e me enfiava e enfiava na pica dura dele.

Quando tudo acabou, eu tava exausta, cansada, dolorida e ardia tudo, escorria esperma pela bunda e pela xota, meus peitos tavam cheios de suor e porra, tinham sido 50 minutos de sexo pesado, e um puta espetáculo pros operários da construção do lado, porque uma rajada de vento tinha aberto as cortinas, deixando elas presas e tudo à mostra. Me levantei rápido, fechei, enquanto eles batiam palma do outro lado e mandavam piadas e cantadas, eu e meu vizinho nos olhamos, peguei o roupão, vesti, ele vestiu a calça e falou: "ME ACABOU... A PROPÓSITO, ME CHAMO PANCHO, ME CHAMAM DE BURRO!" Eu sorri, falei: "BOM, VOCÊ SABE, EU SOU A JESSI... SUA VIZINHA!" A gente riu, ele me beijou, abriu a porta, deu uma olhada discreta e saiu... Fechei a porta atrás dele, olhei pra janela e pensei: "E AGORA, O QUE VOU FAZER COM OS BABACAS DA FRENTE..?!" Dei risada, peguei minhas coisas e tomei um banho.

Aquela noite tava muito cansada, mas consegui ouvir como o PANCHO, o BURRO, comia a mulher dele igual uma fera, sabia que na cabeça dele, enquanto comia ela, talvez lembrasse de mim... ou não?? NADA, no fim foi o melhor sexo que curti e que continuaria curtindo por um tempo com o PACHITO O BURRO do Apt 607.Meu Vizinho Pancho


 
 

3 comentários - Meu Vizinho Pancho

wooouuuuu mis felicitaciones amor tremendo relato esas imagenes mmm que rica cola amor me encanto tu historia bb
kramalo +1
muy bueno....!! muy caliente tu relato.... me imagino el volcán que debes ser en la cama..... vos necesitas varios....a la vez...jeje!! saludos..