Entregando minha esposa 15
Mal elas saíram, comecei a me sentir angustiado, sentia que tudo escapava das minhas mãos, mas ao mesmo tempo meu tesão era maior, resolvi esperar, imaginava que viriam uns caras, pensava como seriam. Lá pela meia-noite recebi uma mensagem da Deborah, os caras não queriam vir pra casa, o zap terminava com três carinhas tristes, que filha da puta, pensei, ela me mandava ir deitar, dormir tranquilo, tomei uns copos de vinho enquanto via uma série e aí finalmente comecei a sentir sono. Lá pelas seis da manhã acordei com o barulho da porta, as duas estavam juntas, vinham bem animadas, Tamara falou,
—A gente se divertiu pra caramba, putinha... que pena que você não tava lá pra ver... mas os caras queriam privacidade... dois cavalheiros... — A Deborah me olhava se divertindo. — Vai vestir uma roupa mais adequada... parece um homenzinho com essa cueca... a gente tá a fim de brincar com você... — disse a Tamara.
Voltei com uma fio dental e os saltos altos, minha pica duríssima, as duas me olhavam, levantaram os vestidos, nenhuma das duas estava de calcinha.
—Olha como eles nos deixaram... — disse Deborah agora.
— Dois cavalheiros... mas com muito apetite... pra mim eles tomaram umas pílulas azuis... — as duas riram agora, parecia que tinham tomado algo.
— Você não sabe como a gente foi bem comida, papai... dois cavalheiros... A verdade é que a Tamy tem uns amigos fodas... e de todas as idades... coloca uma camisinha e vamos pro quarto... fica de quatro na cama, sua putinha... hoje é minha estreia... — Tamara ficou totalmente pelada e se deitou na minha frente.
—Chupa minha buceta... vai, sua putinha... fica tranquila que a gente fez com camisinha mesmo... não corremos riscos... chupa, não quer...? — virei a cabeça pra olhar pra Deborah, que já tinha colocado o cinto de strap. Ela me encarou séria.
-Já sabe que se a dona Tamy mandar alguma coisa, você tem que ser obediente... -ela me deu um tapa bem sonoro na minha bunda. Comecei a chupar aquela bucetinha, era uma delícia de verdade, eu sentia como se eu tivesse babando tudo, a mina tava toda molhada.
-Com razão você gosta tanto que eu te chupe... é um dos poucos que parece saber como chupar uma mulher...
—Viu... que pena que ela goste de ser corna... porque além disso tem uma rola boa... mas fazer o quê, se a gente é putinha... — senti ele puxar minha tanguinha pro lado e começar a chupar minha bunda, eu rebolava.
— Se você gosta assim, sua putinha... — Disse Tamara. — Hoje sua esposa vai estrear com você... vai comer aquela bundinha minúscula e gostosa que você tem... — Comecei a gozar chupando a buceta da Tamara e com a chupada de cu da Deborah.
— Já acabou, porquinha... que coisa... — disse Débi, fingindo estar brava.
— Vai lá colocar outra camisinha, sua vadia...
Me limpei um pouco no banheiro, ainda tava durasso, coloquei outra camisinha e voltei pro quarto. Tamara estava de pé, totalmente nua, tinha um corpo maravilhoso. Débora também nua, com aquele brinquedo enfiado. Me acomodei na cama, a mina puxou minha tanga pra baixo e começou a chupar meu cu. Aquela língua me deixava louco e eu comecei a gemer.
Essa sua vadiazinha é muito gostosa... come ela, amiga, que ela tá precisando..." Débora se ajeitou e foi enfiando devagarzinho.
-Que lindo vagabunda... você gosta...
-Sim, senhora Deby...
—Mexe essa bundinha, dale, vadia... — ele me agarrou forte pelo cabelo, levantando minha cabeça. — Que puta que você deu... não sei por que escolheu o nome Slutty... você é puta demais, hein... — e cuspiu na minha boca. — Como eu tô ficando tesudo, Slutty... tô quase gozando... aaaa... siiiim... que delícia, Slutty... tô amandooooo... que puta, puta que você é... você vai gozar também, hein, porquinha... desculpa, Slutty... não era que você não gostava... — eu mexia a bunda pra todo lado, tava excitadíssimo. — O que é que vão pensar...
A senhora Tamy... que você é uma putinha fácil...
—Tô bem pertinho...
—E aí, gostosa... adoro quando você goza assim... vai, gostosa... — ele me puxou forte pelo cabelo e começou a meter bem duro. Num instante eu comecei a gemer, mesmo sendo minha segunda transada, sentia jorros de porra saindo do meu pau.
– Que lindo, sua putinha... não vai me dizer depois que não gostou, hein... – ela ficou mais um tempinho e depois saiu de cima de mim, me deu o strap e mandou eu lavar, disse pra eu encontrar um lugar onde a menina não pudesse achar. As duas foram tomar uma cerveja na sala, me falaram pra dormir que queriam bater um papo mais um pouco. A Deborah foi levar a Tamara em casa, quando voltou já era mais que dia claro, eu tinha caído no sono, era quase meio-dia.
- A gente tava brincando um pouco com o Seba... o namorado da Tamy... coitado... ele tem uma piroquinha bem pequena... como a gente tratava ele, tadinho... mas ele ficou todo excitado... A Tamy ficava me dizendo que não entendia como você, com um pau desse tamanho, pode ser tão putinha... vou dormir um pouco... procura a menina... e me acorda umas cinco... pra gente dar uma volta com ela... te amo, putinha...
Tomei um banho e fui buscar a guria, dei comida pra ela, brincamos um pouco e perto das cinco fui acordar a mãe dela, fomos pra praça. Tudo tranquilo, felizmente, me sentia estranho por causa do cinto, mas nenhum dos dois tocou no assunto, só tomamos chimarrão e conversamos sobre coisas do dia a dia.
A semana começou tranquila, mas na segunda à noite a Deborah me avisou que o Nico vinha na terça.
- Ele é meu melhor amante... tenho que recuperar o tempo perdido com ele... e aos poucos vamos enfiando ele mais na nossa vida, sabe...
- e a menina...?
- Não tem problema, amor... é um amigo teu... vem jantar... e depois a gente vê... você tá gostosa, né...?
-Sim...
—Viu... aí está sua resposta...
Na terça, o Nico veio jantar, eu ia jogar futebol, era o que a Debi queria. Quando tava saindo, ele me acompanhou até a porta.
- Ah, meu bem, uma coisa... se você ver uma calcinha fio dental minha pendurada na maçaneta da porta... e a porta fechada, é porque convidei ele pra ficar... se vira no sofá da sala... sim...???
- e se a menina acabar saindo...
—Não sei, pai... inventa alguma coisa... que você dormiu vendo TV... o que quiser, alguma coisa vai te ocorrer... sei lá, talvez eu convide ele...
Ela me olhou séria e deu a conversa por encerrada.
Fui de boa, parecia que ela só queria brincar comigo. Quando voltei, a porta estava fechada, mas não tinha calcinha na porta. Abri a porta e a Deborah tava dormindo pelada na cama, o abajur aceso, com uns chupões nos peitos. Fiquei olhando ela, babando, parecia a mulher mais gostosa do mundo, com aquela cara de relaxada que a gente fica depois de uma boa foda. Comecei a bater uma bem devagar, que deusa, pensei. Depois que gozei, fui tomar um banho, deitei do lado dela, apaguei a luz e amanhã é outro dia, pensei.
Mal elas saíram, comecei a me sentir angustiado, sentia que tudo escapava das minhas mãos, mas ao mesmo tempo meu tesão era maior, resolvi esperar, imaginava que viriam uns caras, pensava como seriam. Lá pela meia-noite recebi uma mensagem da Deborah, os caras não queriam vir pra casa, o zap terminava com três carinhas tristes, que filha da puta, pensei, ela me mandava ir deitar, dormir tranquilo, tomei uns copos de vinho enquanto via uma série e aí finalmente comecei a sentir sono. Lá pelas seis da manhã acordei com o barulho da porta, as duas estavam juntas, vinham bem animadas, Tamara falou,
—A gente se divertiu pra caramba, putinha... que pena que você não tava lá pra ver... mas os caras queriam privacidade... dois cavalheiros... — A Deborah me olhava se divertindo. — Vai vestir uma roupa mais adequada... parece um homenzinho com essa cueca... a gente tá a fim de brincar com você... — disse a Tamara.
Voltei com uma fio dental e os saltos altos, minha pica duríssima, as duas me olhavam, levantaram os vestidos, nenhuma das duas estava de calcinha.
—Olha como eles nos deixaram... — disse Deborah agora.
— Dois cavalheiros... mas com muito apetite... pra mim eles tomaram umas pílulas azuis... — as duas riram agora, parecia que tinham tomado algo.
— Você não sabe como a gente foi bem comida, papai... dois cavalheiros... A verdade é que a Tamy tem uns amigos fodas... e de todas as idades... coloca uma camisinha e vamos pro quarto... fica de quatro na cama, sua putinha... hoje é minha estreia... — Tamara ficou totalmente pelada e se deitou na minha frente.
—Chupa minha buceta... vai, sua putinha... fica tranquila que a gente fez com camisinha mesmo... não corremos riscos... chupa, não quer...? — virei a cabeça pra olhar pra Deborah, que já tinha colocado o cinto de strap. Ela me encarou séria.
-Já sabe que se a dona Tamy mandar alguma coisa, você tem que ser obediente... -ela me deu um tapa bem sonoro na minha bunda. Comecei a chupar aquela bucetinha, era uma delícia de verdade, eu sentia como se eu tivesse babando tudo, a mina tava toda molhada.
-Com razão você gosta tanto que eu te chupe... é um dos poucos que parece saber como chupar uma mulher...
—Viu... que pena que ela goste de ser corna... porque além disso tem uma rola boa... mas fazer o quê, se a gente é putinha... — senti ele puxar minha tanguinha pro lado e começar a chupar minha bunda, eu rebolava.
— Se você gosta assim, sua putinha... — Disse Tamara. — Hoje sua esposa vai estrear com você... vai comer aquela bundinha minúscula e gostosa que você tem... — Comecei a gozar chupando a buceta da Tamara e com a chupada de cu da Deborah.
— Já acabou, porquinha... que coisa... — disse Débi, fingindo estar brava.
— Vai lá colocar outra camisinha, sua vadia...
Me limpei um pouco no banheiro, ainda tava durasso, coloquei outra camisinha e voltei pro quarto. Tamara estava de pé, totalmente nua, tinha um corpo maravilhoso. Débora também nua, com aquele brinquedo enfiado. Me acomodei na cama, a mina puxou minha tanga pra baixo e começou a chupar meu cu. Aquela língua me deixava louco e eu comecei a gemer.
Essa sua vadiazinha é muito gostosa... come ela, amiga, que ela tá precisando..." Débora se ajeitou e foi enfiando devagarzinho.
-Que lindo vagabunda... você gosta...
-Sim, senhora Deby...
—Mexe essa bundinha, dale, vadia... — ele me agarrou forte pelo cabelo, levantando minha cabeça. — Que puta que você deu... não sei por que escolheu o nome Slutty... você é puta demais, hein... — e cuspiu na minha boca. — Como eu tô ficando tesudo, Slutty... tô quase gozando... aaaa... siiiim... que delícia, Slutty... tô amandooooo... que puta, puta que você é... você vai gozar também, hein, porquinha... desculpa, Slutty... não era que você não gostava... — eu mexia a bunda pra todo lado, tava excitadíssimo. — O que é que vão pensar...
A senhora Tamy... que você é uma putinha fácil...
—Tô bem pertinho...
—E aí, gostosa... adoro quando você goza assim... vai, gostosa... — ele me puxou forte pelo cabelo e começou a meter bem duro. Num instante eu comecei a gemer, mesmo sendo minha segunda transada, sentia jorros de porra saindo do meu pau.
– Que lindo, sua putinha... não vai me dizer depois que não gostou, hein... – ela ficou mais um tempinho e depois saiu de cima de mim, me deu o strap e mandou eu lavar, disse pra eu encontrar um lugar onde a menina não pudesse achar. As duas foram tomar uma cerveja na sala, me falaram pra dormir que queriam bater um papo mais um pouco. A Deborah foi levar a Tamara em casa, quando voltou já era mais que dia claro, eu tinha caído no sono, era quase meio-dia.
- A gente tava brincando um pouco com o Seba... o namorado da Tamy... coitado... ele tem uma piroquinha bem pequena... como a gente tratava ele, tadinho... mas ele ficou todo excitado... A Tamy ficava me dizendo que não entendia como você, com um pau desse tamanho, pode ser tão putinha... vou dormir um pouco... procura a menina... e me acorda umas cinco... pra gente dar uma volta com ela... te amo, putinha...
Tomei um banho e fui buscar a guria, dei comida pra ela, brincamos um pouco e perto das cinco fui acordar a mãe dela, fomos pra praça. Tudo tranquilo, felizmente, me sentia estranho por causa do cinto, mas nenhum dos dois tocou no assunto, só tomamos chimarrão e conversamos sobre coisas do dia a dia.
A semana começou tranquila, mas na segunda à noite a Deborah me avisou que o Nico vinha na terça.
- Ele é meu melhor amante... tenho que recuperar o tempo perdido com ele... e aos poucos vamos enfiando ele mais na nossa vida, sabe...
- e a menina...?
- Não tem problema, amor... é um amigo teu... vem jantar... e depois a gente vê... você tá gostosa, né...?
-Sim...
—Viu... aí está sua resposta...
Na terça, o Nico veio jantar, eu ia jogar futebol, era o que a Debi queria. Quando tava saindo, ele me acompanhou até a porta.
- Ah, meu bem, uma coisa... se você ver uma calcinha fio dental minha pendurada na maçaneta da porta... e a porta fechada, é porque convidei ele pra ficar... se vira no sofá da sala... sim...???
- e se a menina acabar saindo...
—Não sei, pai... inventa alguma coisa... que você dormiu vendo TV... o que quiser, alguma coisa vai te ocorrer... sei lá, talvez eu convide ele...
Ela me olhou séria e deu a conversa por encerrada.
Fui de boa, parecia que ela só queria brincar comigo. Quando voltei, a porta estava fechada, mas não tinha calcinha na porta. Abri a porta e a Deborah tava dormindo pelada na cama, o abajur aceso, com uns chupões nos peitos. Fiquei olhando ela, babando, parecia a mulher mais gostosa do mundo, com aquela cara de relaxada que a gente fica depois de uma boa foda. Comecei a bater uma bem devagar, que deusa, pensei. Depois que gozei, fui tomar um banho, deitei do lado dela, apaguei a luz e amanhã é outro dia, pensei.
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