Depois daquela tarde de domingo maravilhosa, na segunda começaram as aulas, fui pro colégio e, quando voltei pra casa já com os horários, passei na casa da Tita pra avisar que na quarta ela me esperasse, porque eu tinha oficina das 10h15 às 12h15, então teria que ficar pra comer no colégio, já que não dava tempo de ir em casa almoçar e voltar pra aula. Por isso, resolvi matar aula naquela primeira quarta de aula e passar das 9h30 da manhã até as 6 da tarde na cama com minha avó postiça, que adorou a ideia. Resolvido isso, fui pra casa, entrei, beijei a mamãe, que me olhou e, em vez de perguntar como tinha sido, disse: "Guy, ainda tô com a buceta doendo por causa daquela pica que você enfiou quase à força, com pouca lubrificação. De castigo, não vamos mais transar até eu decidir, entendeu?" "Sim, mãe", respondi. Nessa hora, minha irmã entrou e consegui me mandar, pensando: melhor assim, descanso bem pra foder a Tita gostoso na quarta.
No dia marcado, na hora combinada, tava na casa da Tita. O dia tava feio, chuvoso, frio, a rua vazia, a porta entreaberta, como a gente tinha combinado, pra eu entrar sem chamar atenção. Uns passos atrás da porta, a Tita esperava. Entrei, ela trancou com chave, só uma volta, e deixou a chave do lado de dentro, impedindo que abrissem com chave de fora. Me deu um beijo, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. "Te espero desde cedo. Assim que meu marido foi embora, levantei, troquei os lençóis, arrumei a cama e preparei tudo que a gente pode precisar." Na mesa de cabeceira, tinha vários potes de creme: pro corpo, pras mãos, pro rosto. Perguntei: "Pra que tanto creme? Um só não basta?" "Não, neném. Tem texturas diferentes de creme, mais levinhos, mais encorpados, pra usar em partes diferentes. Vê esse levinho? É pra lubrificar minha buceta, pra facilitar. a penetração da sua pica grossa, ela tá mais grossa, pra meter no meu cu pra não machucar, se quiser meter fundo de uma vez, quando ela disse isso, automaticamente pensei na dor de cu da mamãe, e falei, ah é por isso, por isso que a Tita falou, e contei o que tinha acontecido com a mamãe, mas outro dia eu te falei pra fazer com cuidado na primeira vez, disse a Tita, quando te arrombam o cu pela primeira vez dói, ainda mais quando a mulher já não é uma novinha que aguenta tudo, mas não Tita, não era a primeira vez que ele metia, na verdade era a terceira, duas vezes na primeira vez e uma no domingo, ahh! mas que puta que é a sua velha, comeu pelo cu três vezes em menos de uma semana e reclama, se não quisesse era só apertar as bandas e não deixar entrar, mesmo reclamando não esquenta, porque pode ter certeza que ela gosta mais que você coma o cu dela do que a buceta, enquanto a gente conversava sobre isso já estávamos pelados, na cama, nos tocando e brincando, e quase sem perceber minha cara tava entre as pernas da Tita, e minha língua brincando com o clitóris, lambendo e aumentando ele, meus lábios apertavam ele por uns segundos e soltavam pra minha língua lamber de novo e assim por um bom tempo, enquanto minhas mãos brincavam com os peitos da Tita, meus dedos apertavam os bicos dos peitos dela e meus lábios e dentes mordiscavam o clitóris já enorme, quando eu mordia, meus dedos acariciavam suavemente os bicos e quando meus lábios tomavam o lugar dos meus dentes, meus dedos firmemente se agarravam nos sininhos dos peitos, até que num dado momento, entre gemidos, minha quase avó me disse, tirando minha mão esquerda do peito dela e apoiando na barriga dela, entre a buceta e o umbigo, mais ou menos, no lugar onde ficam os ovários, senti como se eu tivesse vibrando por dentro, coisa que era verdade, sabe o que é isso amorzinho, que eu tô prestes a ter um orgasmo, como há muito tempo não tinha, não terminou de dizer isso que Ela começou a gemer, quase aos gritos, e apertava minha mão cada vez mais forte, até soltar um grito de prazer. Eu continuei chupando sua buceta com paixão, até que de repente ela soltou minha mão, e senti o corpo inteiro dela relaxar, ficando entregue na cama como nunca vi nenhuma mulher, suando, agradecendo sem parar: "Amorzinho, você me fez gozar como uma gostosa. Fazia tempo que não me sentia tão completa. Entre o que você fez e o que me contou, me deixou com muito tesão. Quero te comer a tarde inteira, então prepara essa porra divina que você tem, porque quero ela dentro de mim até você ir embora. Porque sua mãe vai lembrar que você arrebentou bem o cu dela, mas comigo você não ficou atrás, com a gozada que você me fez dar. Você entrou no pódio dos melhores amantes que já tive. Então, a tarde inteira a gente vai continuar fodendo." E quando cheguei em casa, estava exausto. Ainda bem que estava de castigo pela mãe, até novo aviso, com a avó por causa das aulas. A gente tinha combinado de transar só aos sábados, então eu teria uns dias de descanso, a menos que eu inventasse algo para poder comer a gatinha mais gostosa de todas. Claro que sim, eu queria comer a mãe, com certeza.
No dia marcado, na hora combinada, tava na casa da Tita. O dia tava feio, chuvoso, frio, a rua vazia, a porta entreaberta, como a gente tinha combinado, pra eu entrar sem chamar atenção. Uns passos atrás da porta, a Tita esperava. Entrei, ela trancou com chave, só uma volta, e deixou a chave do lado de dentro, impedindo que abrissem com chave de fora. Me deu um beijo, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. "Te espero desde cedo. Assim que meu marido foi embora, levantei, troquei os lençóis, arrumei a cama e preparei tudo que a gente pode precisar." Na mesa de cabeceira, tinha vários potes de creme: pro corpo, pras mãos, pro rosto. Perguntei: "Pra que tanto creme? Um só não basta?" "Não, neném. Tem texturas diferentes de creme, mais levinhos, mais encorpados, pra usar em partes diferentes. Vê esse levinho? É pra lubrificar minha buceta, pra facilitar. a penetração da sua pica grossa, ela tá mais grossa, pra meter no meu cu pra não machucar, se quiser meter fundo de uma vez, quando ela disse isso, automaticamente pensei na dor de cu da mamãe, e falei, ah é por isso, por isso que a Tita falou, e contei o que tinha acontecido com a mamãe, mas outro dia eu te falei pra fazer com cuidado na primeira vez, disse a Tita, quando te arrombam o cu pela primeira vez dói, ainda mais quando a mulher já não é uma novinha que aguenta tudo, mas não Tita, não era a primeira vez que ele metia, na verdade era a terceira, duas vezes na primeira vez e uma no domingo, ahh! mas que puta que é a sua velha, comeu pelo cu três vezes em menos de uma semana e reclama, se não quisesse era só apertar as bandas e não deixar entrar, mesmo reclamando não esquenta, porque pode ter certeza que ela gosta mais que você coma o cu dela do que a buceta, enquanto a gente conversava sobre isso já estávamos pelados, na cama, nos tocando e brincando, e quase sem perceber minha cara tava entre as pernas da Tita, e minha língua brincando com o clitóris, lambendo e aumentando ele, meus lábios apertavam ele por uns segundos e soltavam pra minha língua lamber de novo e assim por um bom tempo, enquanto minhas mãos brincavam com os peitos da Tita, meus dedos apertavam os bicos dos peitos dela e meus lábios e dentes mordiscavam o clitóris já enorme, quando eu mordia, meus dedos acariciavam suavemente os bicos e quando meus lábios tomavam o lugar dos meus dentes, meus dedos firmemente se agarravam nos sininhos dos peitos, até que num dado momento, entre gemidos, minha quase avó me disse, tirando minha mão esquerda do peito dela e apoiando na barriga dela, entre a buceta e o umbigo, mais ou menos, no lugar onde ficam os ovários, senti como se eu tivesse vibrando por dentro, coisa que era verdade, sabe o que é isso amorzinho, que eu tô prestes a ter um orgasmo, como há muito tempo não tinha, não terminou de dizer isso que Ela começou a gemer, quase aos gritos, e apertava minha mão cada vez mais forte, até soltar um grito de prazer. Eu continuei chupando sua buceta com paixão, até que de repente ela soltou minha mão, e senti o corpo inteiro dela relaxar, ficando entregue na cama como nunca vi nenhuma mulher, suando, agradecendo sem parar: "Amorzinho, você me fez gozar como uma gostosa. Fazia tempo que não me sentia tão completa. Entre o que você fez e o que me contou, me deixou com muito tesão. Quero te comer a tarde inteira, então prepara essa porra divina que você tem, porque quero ela dentro de mim até você ir embora. Porque sua mãe vai lembrar que você arrebentou bem o cu dela, mas comigo você não ficou atrás, com a gozada que você me fez dar. Você entrou no pódio dos melhores amantes que já tive. Então, a tarde inteira a gente vai continuar fodendo." E quando cheguei em casa, estava exausto. Ainda bem que estava de castigo pela mãe, até novo aviso, com a avó por causa das aulas. A gente tinha combinado de transar só aos sábados, então eu teria uns dias de descanso, a menos que eu inventasse algo para poder comer a gatinha mais gostosa de todas. Claro que sim, eu queria comer a mãe, com certeza.
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