A história dos filhos do vizinho. Diziam rindo que, se a mulher não fosse embora, era porque não tinha se divertido tanto assim. Nós três rimos, minha mãe sabia de todas as fofocas dos vizinhos, então nos contou que o filho do vizinho da gostosa já tinha metido o pau quente aos 16 anos, e que pelo visto a tia tinha gostado, porque repetiu várias vezes ao longo de meses… Acho que ela disse isso porque percebeu que eu já tava pedindo rola… E a gente tinha combinado algo que, pra qualquer um que não fosse daqui, podia parecer indecente. Meu padrinho perguntou onde ele tinha metido, e ela disse que foi com outra vizinha, uma garota mais velha que se deixou. Ele comeu ela várias vezes desde pouco menos de um ano. Raúl perguntou como ela sabia… Nessa terra, com um pouco de olho e confiança, tudo se descobre, uma das minhas informantes é a própria irmã dela… E você confia na irmã pra contar assim? Minha mãe disse que sim, que ela sabia de algo pior sobre a menina. Minha mãe ficou meio vermelha sem querer falar mais nada. Meu padrinho insistiu mesmo comigo na frente, então ela contou que tinha visto a menina se deixando comer por outros caras da vila. A garota então contou que, há vários meses, tinha se enrolado com um vizinho mais velho, casado e com filhos. Pegou o homem se masturbando e perguntou se ele queria ajuda, e naquele mesmo dia ele a desvirginou. Pouco depois, ele disse que queria que o filho mais velho metesse… O moleque precisava se aliviar dentro de uma mulher como ela. Ela não pôde ou não quis recusar, e abriu as pernas pro filho mais velho na frente do pai e, com as instruções dele, levou a primeira trepada da vida. Depois veio outro filho dias depois, e mais algum cara dos arredores que aparecia com frequência na vila. Resumindo, a santinha conhecia um monte de pica de vizinhos e estranhos. Olha só onde a gente menos esperava! Aos 15 anos, já tinha passado um monte de paus de todos os tamanhos e idades pela buceta dela…! Todos Sabiam disso menos o fanfarrão do pai dela, que acreditava na virtude da sua menininha… A gente caiu na risada de novo com a sacada da mamãe. Minha mãe contava os casos dos meus vizinhos, tentando esquentar meu padrinho, mostrando como era natural o uso que se fazia da sexualidade por aqueles morros e vales de população tão dispersa e tão carente de problemas que valessem a pena… Ela ia colocando o Compadre da mamãe a par de tudo pra dar o próximo passo. Entre ela e eu, tinha um pacto de não falar sobre as satisfações que o Raúl tava dando pra nossa família, especialmente pra minha mãe, que tava precisando. Ela viu a saída pra abstinência que há muito tempo reprimia desde a morte do meu pai no meu padrinho…, depois do assédio sem fim de vários caras da região com quem nem valia a pena conversar, puro lixo humano. Com ele, ela quis de quebra acertar uma conta pendente com a minha virgindade…, não queria que qualquer um me desvirginasse de qualquer jeito, como se eu fosse uma coisa, igual aconteceu com ela…, por isso a gente combinou que, se eu fosse de confiança, nós duas poderíamos nos vingar com a virilidade do Compadre, um homem de total confiança, um cara quase da família, o mais discreto que a gente já conheceu por essas bandas. O caminho pro objetivo ela já tinha encaminhado na hora quando disse que eu tava pra estrear…, que eu tinha 14 pra 15 anos, e que nessa idade os moleques e as molecas ficam o dia inteiro igual uns loucos pensando em sexo. Meu padrinho caiu na risada e olhou pra gente, avaliando se eu ia gostar ou não, fazendo um gesto com as sobrancelhas como quem perguntava se era verdade o que minha mãe tava dizendo. O padrinho partiu pra cima com uma aposta, botando na mesa o que queria… Já que a Lucía é menor, posso me meter numa enrascada…. Os três ficamos em suspense por uns segundos até que minha mãe falou, quebrando o gelo… Não se preocupa com isso, isso fica entre nós, eu sou a mãe e tô consentindo…, mais ainda, se você quiser, a gente pode fazer os três juntos…. Além disso, você precisa saber bem, Compadre por essas bandas é raro uma menina de 15 anos não ter provado a pica de um homem, e a Lucía prefere a sua porque já conversamos sobre isso. Né verdade, querida?! Sim, mãe, é assim…, respondi secamente. Então meu trato é sim, com a condição de dividir sua cama e deixar te foder nos dias que eu ficar em casa, disse ele se dirigindo à minha mãe. Não me importo de dar o rabo pra minha afilhada pra ela não sofrer com algum desses filhos da puta que vieram pra montanha. Comigo você vai se divertir! Vai ver que fazer amor não é essa selvageria do cavalo com a gostosa…. Ele me disse olhando nos meus olhos vidrados de emoção. Fiquei paralisada. Eu tava com vontade, verdade, mas não tinha me preparado pra perder a virgindade assim, numa cumplicidade séria com minha mãe e meu padrinho. Minha mãe pegou minha mão como se implorasse pra eu deixar rolar, pensando na possibilidade de continuar trepando como marido naquela noite e nas seguintes enquanto meu padrinho estivesse em casa. No fim, eu disse que valia, tava mais do que de acordo com o tesão que eu tava sentindo. Mas vai fazer com cuidado, né padrinho?! Minha mãe disse pra gente aproveitar o tempo antes dos vizinhos voltarem pra montanha com a gostosa deles, a gente tinha cerca de uma hora e meia. Fomos pro quarto da minha mãe... meu padrinho baixou as calças na hora, mostrando o rabo todo duro e molhado. Era descomunalmente grande e descapado pra ser de um homem, mas parecia bem com a de um cavalo. Fiquei com medo de pensar que tudo aquilo ia ter que entrar na minha bucetinha. Por outro lado, minha mãe também tinha tirado as calças e tava deitada de pernas abertas, esperando pra ver como meu padrinho ia me foder, acho que a nudez dela era só pra animar o macho a me comer e assim terminar logo ou simplesmente esperava que ele fodesse ela depois, formando um trio... Meu padrinho terminou de se despir quando eu já tava de pernas abertas por ordem da minha mãe. Logo depois Ele se colocou entre minhas pernas, tentando guiar o fenômeno do pau dele para o buraco virgem da minha buceta. Tava bem ereto e duro, a cabecinha bem vermelha, prestes a estourar. Quando senti a vara do meu padrinho na minha ppk, me fechei toda… não teve jeito de meter por causa do apertamento, minha mãe decidiu que o primeiro ponto tinha que ser com algo mais fino. Ela lambeu os dedos e enfiou eles com cuidado, primeiro as duas falanges das unhas e, conforme meu fluxo ia saindo, as falanges seguintes até chegar nos nós dos dedos. Minha ppk tava mais que estimulada, ela olhou pro Compadre do nosso lado… e disse… Vai, dá um ponto na menina…! Meu padrinho se punhetando, esperando a preparação da noviça, ao ver meu coelho totalmente exposto e já um pouco mais dilatado, veio pra cima de mim sem se importar com quem eu era ou qual era minha condição. Ele pensou que não ia me desvirgar mais, dada a profundidade da enfiada de dedos da minha mãe… então levou o pau pra minha ppk e meteu com cuidado, primeiro enfiou a cabeçona grossa entre meus lábios vaginais apertados, quando a incursão começou, foi me dando empurrões alcançando cotas mais fundas na minha gruta seca até bater no meu hímen…. Ainda é virgem! O homem parou surpreso, fazendo tope no hotel, sem romper, me deu um mete-saca adaptando o cipote grosso no meu coñito. Minha mãe pousou a mão no peito do Compadre, acariciando em gesto de aprovação pra ele continuar, depois olhou pra mim e me deu um beijo na bochecha, segurando meu rosto com as duas mãos. Nossos olhares estavam conectados da mesma forma que o sexo do meu padrinho com o meu estavam acoplados, e de um só golpe a grande pica do meu padrinho manchou meu útero, rompendo minha virgindade pra sempre. Não custou nada pra ele romper meu hotel, e como eu tava lubrificada, ele meteu de uma vez até o fundo do meu ser e ainda sobrava falo pra enterrar mais. Eu dei um pulo, mas na hora a dor sumiu, e um Uma cócega incrível percorria meu corpo inteiro. Meu padrinho tinha me desvirginado nas mãos da minha querida e cúmplice mãe. O garanhão começava tentativas sérias de foder, achando que eu já estaria dilatada pra aceitar o pau dele em toda sua grossura e comprimento dentro da minha bucetinha apertada. E acertou. O pau saía quase inteiro e voltava a se enterrar devagar, como se fosse sugado de dentro pela minha xota. Em poucos minutos, ele já estava me dando pirocadas cada vez mais fundo, agradecendo que o cara era muito cuidadoso com as estocadas, eu achava que sentia a cabeça dele chegar até meu estômago… Num instante, o pauzão do Compadre se alojava completamente enterrado no meu coelhinho cada vez menos dolorido, o mesmo que engolia a cenoura deliciosa daquele garanhão formidável. As bolas, que eram algo a se considerar pelo tamanho, batiam sem parar na minha bunda… Ele quase não tinha pelo no saco nem no pau, então parecia ainda maior do que realmente era. Mamãe alternava carícias na minha barriga com as que o macho recebia na bunda e as massagens nas gônadas balançantes, ela amassava, apertava e pressionava contra a minha xereca no momento em que o pinto inteiro tava mergulhado no meu corpo. Meus gemidos ficaram escandalosos, acompanhados de gritos ao sentir a glande dele no canal do meu útero… Gozei na hora, mas ele não parou no desafio, uma e outra vez me fodendo do mesmo jeito que fazia com mamãe. Perdi a noção do tempo e do espaço com as sensações tão diversas que me tomavam, me sentindo suada e excitada pelo cheiro de sexo vindo dos meus fluidos e da transpiração dos dois, especialmente. O barulho do chapinhar do corpo dele contra o meu na posição de missionário, que não abandonamos até o fim do orgasmo dele… E de repente o macho soltou um grunhido de porco se esvaziando no instante em que o pau ficou mais duro e grosso dentro da minha buceta… e senti na hora o primeiro jato de leite da minha vida, um jorro de porra quente invadindo minhas entranhas. Ele continuou gozando. cravando o cipote dele bem fundo, os outros dois ou três jatos de porra devem ter se esvaziado no meu estômago pelo calor que eu sentia bem ali embaixo. Depois de descarregar, ele tirou o cipote e me viraram, me colocando de quatro... A cock do meu padrinho continuava dura e mais rija do que no começo, então ele me enfiou de novo, entrando com mais suavidade por causa da minha pussy já dilatada. “A partir de agora vai ser sempre assim!!” Pensei com satisfação, mesmo que outro ocupasse o lugar dele empurrando como um campeão. Eu estava sendo empalada de novo, agora por trás, com ele segurando firme nas minhas cadeiras e na minha bunda. Minha mãe se animou, beijando ele e voltando a massagear os ovos dele, metendo a mão por trás da bunda dele... “Você está se comportando muito bem, minha menina!” Minha mãe incentivava naquela posição em que eu quase não aguentei muito, porque meu homem estava superexcitado e em nada gozou de novo, me dando a segunda gozada em cima da primeira porrada de leite, que foi maior. Meu segundo orgasmo não veio, mas pouco me importava, sabendo que eu tinha virado uma mulher... agora já podia dizer que era mulher. Nessa posição de puta no cio, juro que senti o sêmen saindo em jorros do capuz gordo dele, me lubrificando toda por dentro e entupindo minha buceta judiada. Ele encheu completamente minha pouca capacidade vaginal com a generosa descarga dupla de esperma grosso e quente, como eu nunca pensei que um humano pudesse descarregar. Tudo foi muito rápido na segunda vez; em uns quinze minutos, aquele garanhão varonil despachou minha virgindade, ele que já tinha fodido as três fêmeas da casa. Nos arrumamos para receber os visitantes decentemente, porque depois nossos vizinhos voltaram. Na cara da vizinha da minha idade, um brilho refletia no sorriso dela, tão parecido com o meu que, extrapolando, adivinhei que os irmãos dela tinham fodido ela como fizeram comigo, levados pela excitação da monta da sexy girl... e continuamos com o acasalamento da própria sexy girl, sem que eles soubessem que os Os coelhos das menininhas destilavam tanto sêmen quanto o da jovem gostosa, e que um ou ambos dos seus filhos e meu padrinho, Compadre da mamãe, tinham os ovos mais vazios que o cavalo no fim da jornada de acasalamento.
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