Tempo de mundial, oportunidade para essa paixão inexplicável que é o futebol, se potencializa e adquire dimensões incríveis. Não sou fanático do futebol, mas me contagi do entusiasmo e às vezes vejo os partidos. O que vou contar aconteceu durante o mundial de 2010. Jogavam Argentina e Grécia e ganhou a Argentina 2 a 0. Era um dia de semana e por la manhã havia recebido um mensagem do Alejandro, perguntando se estaria em casa porque, embora tivessem liberado do trabalho após meio-dia, não chegava até sua casa para ver o partido. Conhecíamos bem o Alejandro, havíamos nos conhecido há mais de um ano, conversando online. Era casado e declarava ser muito calorão (o que felizmente pude comprovar) e por isso aproveitava para trampear em horários de trabalho. Por aquele tempo eu morava perto do centro e como gerenciava meus horários de trabalho era comum que cortasse o meio-dia para almoçar em casa. A loja do Alejandro não ficava longe, então se tornou costume que uma vez por semana, ele aproveitasse algum momento para passar. Segundo seus tempos, pegávamos algo para comer e posteriormente me dava um abraço -algumas vezes, felizmente as menos- o encontro apenas se limitava a um beijo rápido. Obviamente disse que sim. No mundial, a atividade paralisava muito o dia em que jogava a Argentina, então estive em casa cedo. Comprei algumas coisas para uma picada com cerveja e um pouco de departamento. Justo quando terminava de me vestir, recebi outro mensagem do Alejandro. Perguntava se não me importaria se quisesse ficar com um colega de trabalho que havia ficado colgado e não sabia onde ver o partido. Respondi não há problema, embora intimamente pense que a festa havia acabado. Salvo que após o partido, o amigo se fosse e Alejandro tivesse tempo de me dar um ratinho, aquele dia não haveria alegrias. Chegaram justamente no início do partido, Alejandro me apresentou ao seu colega Claudio, um tipo simpático, e posteriormente descobri que tinha 55 anos (7 anos mais velho que o Alejandro) Claudio me pediu Perdo para ir ao banheiro, eu disse a Ale que ele indicaria o caminho enquanto eu terminava de preparar a picada.
Al minuto, Alejandro entrou na cozinha, lavou as mãos e, em seguida, roubou um pedaço de queijo da mesa. De pronto, parou atrás de mim e, enquanto me apoiava no seu corpo, disse-me: -Quando terminar o jogo, você vai se comer isso-. Eu simplesmente sorri e respondi:-Com todo gosto-.
Comecei a levar as coisas para a mesa rata, eles dois se acomodaram para ver o jogo no grande sofá que estava frente à TV. O jogo estava por começar e ambos estavam falando animadamente sobre futebol, algo ansiosos. Lembrei-me da cerveja última e estava prestes a sentar-me em um dos sofás individuais quando Alejandro disse que eu devia sentar-me com eles para ver melhor o jogo e disse a Cláudio que me desse lugar também, então terminei sentado entre ambos.
O jogo começou e nos engajamos com isso enquanto desfrutávamos da picada. Eles obviamente mais engajados do que eu.
Minha cabeça por momentos pensava na estranheza da situação. Me gerava morbo, estar ali entre dois homens, um dos quais satisfazia meus gostos passivos e o outro ignorava isso completamente.
Por uma questão de confiança, havia sentado mais perto de Alejandro e o toque das nossas pernas que apenas uma vista simples podia ser casual, me ratoneava em presença de Cláudio.
Terminei o primeiro tempo sozinho, enquanto eles opinavam sobre o jogo, eu aproveitei para levantar os pratos da picada e lavar as coisas.
Voltei da cozinha com uma bandeja com café e algo doce.
-Mas que atenção de primeira, me atendem melhor aqui do que minha esposa- disse Cláudio, largando uma carcajada.
-Viste? E você queria ir a um bar... Não sabes como meu amigo me atende cada vez que venho- respondeu Alejandro, me guiñando um olho. O comentário me fez sentir vergonha e orgulho ao mesmo tempo, dois males â??por razões diferentesâ?-, elogiavam minha atenção. Agradeceu a Cláudio dizendo que os amigos de Alejandro eram bem-vindos. Passei por frente de Alejandroy quando eu me agachei para deixar a bandeja na mesa rata, agarrei um cachecete da Booty e apertando-o, ele disse: -Vamos... vamos que já arranca e temos que ganhar-
Eu o olhei porque estava Claudio, mas ele fez um gesto como se fosse uma brincadeira e voltou a concentrar-se no partido. Eu o olhei para Claudio, mas já estava metido no partido também.
O gesto havia passado como uma brincadeira de amigos, mas a excitação continuava a dar voltas na minha cabeça.
A meia hora Argentina fez um gol e no festejo terminamos os três abraçados como na cancha. Amigos estavam exultantes, disse-lhes se queriam tomar algo mais e Alejandro disse que traía um pouco mais de café.
Voltei e continuamos olhando o partido, a Argentina dominava e eu desfrutava vendo a cara de prazer dos dois.
De repente Alejandro separou as pernas, acomodando-se, e uma ou duas vezes se acariciou o bulto. Sua perna ficou presa à minha e, após um par de jogadas de gol, me surpreendi porque sem dar conta minha mão havia ficado apoiada sobre sua perna.
Olhei para Claudio, mas ele estava concentrado no partido, então em uma espécie de mensagem secreta deixei minha mão onde estava.
O triunfo parecia despertar os prazeres de Alejandro que se acariciava o bulto mais frequentemente. Em uma ou duas oportunidades me olhou e fez um gesto para que eu a acariciasse, enquanto sorria pícaramente; disimuladamente disse-lhe que não, que estava louco e sinalizei com a cabeça para Claudio.
Argentina fez o segundo gol, outra vez o abraço. Essa vez ficamos mais próximos, de modo que também tive pegado em Claudio.
Alejandro já sem vergonha alguma deixou sua mão sobre o bulto e se acariciava placidamente. Nesse jogo secreto eu disimuladamente volvi a apoiar minha mão sobre sua perna.
Alejandro parece que se deu conta, me olhou e sorrindo passou seu braço por detrás do meu e apoie o braço no respaldo; com a mão que tinha em seu bulto tomou a minha e a pôs no lugar da dele. Eu fiquei gelado, mas ao mesmo tempo me excitei a situação, ele disse: Fez um gesto como se estivesse tudo bem e separou as pernas para desfrutar de minucias. Com algo de vergonha e dúvida de reolho para Claudio que seguia com a mirada cravada na TV e finalmente comecei a acariciar o bulto de Alejandro por sobre seu calção. Ao toque note como sua verga se ia tornando mais e mais dura.
A situação me resultava muito excitante, era impossível que Claudio não tivesse visto minha mão sobre o bulto de Alejandro, mas em cada oportunidade que o mirava de reolho, parecia estar olhando o partido sem se inmutar e ambos comentavam as jogadas como se nada estivesse acontecendo.
Anunciaram que faltavam poucos minutos para que terminasse o partido, enquanto isso, na minha mão sentia que a verga de Ale estava bonner.
-Vamos, vamos, que já lotenemos- disse Claudio palmeando minha perna espontaneamente, eu o mirei e sorri sem deixar de acariciar o bulto de Alejandro.
-Sim, senhor... há que festejar-corroborou Alejandro e como se estivéssemos sozinhos começou a desabrochar seu cinto, abaixo do fechamento e sacou seu cock duro. Eu o mirei surpreendido, mas ele, como se nada, me fez um gesto para que eu a agarrasse.
Já havia dado o primeiro passo de Claudio assim, tomei seu cock e comecei a pajear suavemente.
Alejandro emitiu um gemido de prazer e esticou-se no sofá, ao mesmo tempo que sua mão que descansava sobre o respaldo começou a acariciar meu ombro.
Ambos continuavam desfrutando do partido e eu da cock de Ale.
Passaram alguns minutos e senti que sua mão subia de meu ombro para meu pescoço para fazer pressão, aproximando-me dele.
Sabia o que isso significava, me inclinei sobre sua pelve e comecei a chupar seu cock.
Alejandro separou mais suas pernas e carinhosamente me acariciava a cabeça enquanto movia sua pelve para fazer-me comer toda sua cock.
Eu desfrutava chupando-a, sentindo como entrava em minha boca com cada inclinação minha que coincidia com o movimento de sua pelve, o que fazia seu cock chegar quase até minha garganta.
Escutei que o partido havia terminado, suas vozes soavam como em Outro plano, mas continuavam falando do partido e esperavam a repetição de um gol de Demichelis sobre o qual opinavam como se nada estivesse acontecendo.
Eu continuei concentrado na verga de Alejandro que, sem me tirar da boca, se baixou o pantalão e pude perceber que faziam algum gesto com Claudio enquanto continuavam falando do partido.
Aos poucos minutos, senti que me acariciavam a bunda, não era Alejandro pois sua mão continuava segurando minuca. A situação me ratoneou e sem dizer nada me acomodei para deixar meu colado disponível a Claudio.
Sentí como me agarrava os cachecos, os apertava, os acariciava, também senti que Claudio se movia no sofá.
Alejandro se inclinou sobre mim e disse: -Chupa ela um pouco em meu amigo também-.
Quando me incorpore para cumprir seu pedido, Claudio já estava parado diante de mim com o seu pantalão nos botões e o seu pau na mão, oferecendo-o.
Como eu continuei sentado no sofá à altura perfeita, simplesmente a agarrei, me inclinei um pouco para frente e a meti na boca.
Claudio gemeu de prazer. Alejandro voltou a apoiar sua mão livre em minha nuca e me empurrava para a piada de Claudio, ao mesmo tempo que nos animava os dois.
- Assim muito bem... Coma toda... Fazemos quedar bem com Claudito que é um amigazo-
-Dale Claudio mete-la mais dentro sem medo, não sabes como se a come o gordão-
Alejandro se parou ao lado de Claudio e o separou um pouco e disse: -Mirá assim se a tenhes que meter-
Tomei minha cabeça com as duas mãos e me meteu o seu pau até às bolas, primeiro devagar e foi aumentando o ritmo. Eu relaxei minha garganta porque sabia o que lhe gostava, então começou a gober me a boca freneticamente, sostenindo minha cabeça para garantir que chegasse a fundo.
- Assim... assim... Comete bem o pau do seu macho... toda... toda vez como se a traga toda Claudio?.... assim se a tenhes que dar-
Depois lhe dei o lugar a Claudio, ao mesmo tempo que lhe dizia: -Dale assim como eu. Vais ver que lhe agrada-.
Aproveitei para respirar um pouco. Recomponha-me. Recebi Cláudio que já também tinha seu pênis bonner, embora não fosse tão longo quanto o de Alexandre, era mais grosso, o que me obrigou a abrir mais a boca, mas foi mais fácil comê-lo até as bolas. Cláudio, animado por Alexandre, imitou seus movimentos e também me sustentou a nuca. -Pelo Deus... como se a traga- disse entre gemidos. Eu olhei para Alexandre e ambos sorrimos.
Alexandre aproximou-se com sua ereção na mão. -Vamos ver se você come as duas...- Voltei a rir. Ambos se acomodaram diante de mim, eu os aproximei, tomando-os por trás dos muslos. Pude sentir as duas cocks entrando em minha boca, eles ajudaram aproximando sua pelve.
Como meninos estavam abraçados, sorrindo e gozando do espetáculo. Eu desfrutava de ver os dois exultantes e jogava com minha língua nas duas cabeças inchadas.
Assim ficamos um tempo brincando entre os três, e eles se revezavam para me fazer comer seu pênis, às vezes individualmente e outras juntas.
Em um momento Alexandre disse: -Tragam uma cerveja e vamos para o quarto- Aproveitei passar pelo banheiro e, em seguida, fui para a cozinha e levei uma lata de cerveja. Quando entrei no quarto, estavam os dois na cama, olhando a TV -continuavam passando futebol- e acariciando cada um seu pênis.
-Ah bem... ponham-se confortáveis vocês- disse em tom de brincadeira enquanto lhes dava as latas de cerveja. Alexandre me palmou o traseiro e disse: -não se queixe e tire a roupa, pois hoje você tem visitas- ambos riram da ocasião.
Eu tirei a roupa e subi para a cama entre os dois. Voltaram a fazer-me chupar seus pênis. Assim ficamos um tempo longo, sentindo suas mãos sustentando minha cabeça, acariciando meu traseiro, explorando-o.
Em um momento Alexandre disse: -ponha-se de quatro, pois eu quero te coger- Acomodei-me no bordo da cama e Alexandre se pôs em cima e parou atrás de mim. Cláudio se acomodou para fazer-me chupar seu pênis exclusivamente.
Sentí como Alexandre separava os cachos e me metia lentamente o pênis. Gocei como sempre ao sentir-lo dentro de mim, com o plus Tinha a cock de Claudio toda dentro da minha boca. Começou a bombear regularmente. Com cada investida, eu era impulsionado para frente e fazia engolir mais profundamente a cock de Claudio, que se esticava para ver como Alejandro a pôs. -Como lhe está dando Ale... lhe está rompendo o ass...- disse Claudio entusiasmado. -Viste? Te disse que o gordito tinha um culazo terrível-. Os comentários de um alentavam ao outro e vice-versa, e ambos me davam com mais vontade. Claudio, num momento, disse a Alejandro: -Deixe-me gozar dele um tempo, quero fazer-lhe o cu-. Alejandro surpreendentemente parou, em um ato de posse masculina, respondeu: -Não... o cu é meu nada mais-. Embora tivesse vontade que Claudio também me pegasse, aceitei a decisão de Alejandro. Claudio resignado começou a gozar da minha boca com mais velocidade, notava-se que não lhe faltava muito para acabar. Alejandro não sei se foi pelo prazer que lhe deu o ato de domínio ou por ver como Claudio me fazia comer, mas comecei a bombear com força. Eu gozava mais não poder. Alejandro estava prestes, sentia-se como se agarrava à minha cintura e me bombeara fundo sem parar. -Não vá lhe dar cum na boca- advertiu a Claudio, que disse um -não... eu o dou fora-. Ahogado por sua respiração agitada. Os dois males que estavam me estuprando cock estavam para chegar ao orgasmo quase ao mesmo tempo em uma armonia placentera. Sentiu-se estremecer a Claudio, que retirou a cock da minha boca, se masturbava ao mesmo tempo que lambia suas bolas, e enquanto o escutava soplar pude ver os jatos de cum que largava, que lhe chegaram até o peito. -Que polvazo... como lhe sacaste a cum- exclamei Alejandro, -Agora vou dar a minha-. disse e começou a se preparar. Não passou um minuto e senti que estourava dentro de mim: -Sim... sim... toma puto... toma... Te encheu o ass-. Sentiu-se como se reclinava exausto sobre mim. Gozamos desses instantes posteriores ao prazer em quietude, apenas escutando as respirações agitadas. Alejandro me sacou devagar e foi para o banheiro. Eu me incorporei e me parei. Um lado da cama, Claudiotodavia permanecia respirando profundamente com os olhos entre-cerrados, tome um rolo de papel de cozinha que havia deixado sobre a mesa de luz, corte algumas folhas e limpe seu peito cheio de cul e também sua bunda. -Eu repito... que atenção de primeira- disse-me sorrindo e voltou a acariciar meu traseiro. Enquanto terminava de limpar Claudio, senti outra mão que me agarrava o outro bumbum. Era Alejandro, que havia regressado do banho. -Vamos ver quando jogamos novamente, mira que vamos voltar a ver isso aqui- disse, e ambos largaram uma carcajada. -São bem-vindos com ou sempartido- respondi enquanto terminava de limpar a bunda grossa de Claudio. Essa bunda que naquela oportunidade havia apenas chupado, mas que em um futuro chegaria a desfrutar pela cola, mas essa foi outra história.
Eu o olhei porque estava Claudio, mas ele fez um gesto como se fosse uma brincadeira e voltou a concentrar-se no partido. Eu o olhei para Claudio, mas já estava metido no partido também.
O gesto havia passado como uma brincadeira de amigos, mas a excitação continuava a dar voltas na minha cabeça.
A meia hora Argentina fez um gol e no festejo terminamos os três abraçados como na cancha. Amigos estavam exultantes, disse-lhes se queriam tomar algo mais e Alejandro disse que traía um pouco mais de café.
Voltei e continuamos olhando o partido, a Argentina dominava e eu desfrutava vendo a cara de prazer dos dois.
De repente Alejandro separou as pernas, acomodando-se, e uma ou duas vezes se acariciou o bulto. Sua perna ficou presa à minha e, após um par de jogadas de gol, me surpreendi porque sem dar conta minha mão havia ficado apoiada sobre sua perna.
Olhei para Claudio, mas ele estava concentrado no partido, então em uma espécie de mensagem secreta deixei minha mão onde estava.
O triunfo parecia despertar os prazeres de Alejandro que se acariciava o bulto mais frequentemente. Em uma ou duas oportunidades me olhou e fez um gesto para que eu a acariciasse, enquanto sorria pícaramente; disimuladamente disse-lhe que não, que estava louco e sinalizei com a cabeça para Claudio.
Argentina fez o segundo gol, outra vez o abraço. Essa vez ficamos mais próximos, de modo que também tive pegado em Claudio.
Alejandro já sem vergonha alguma deixou sua mão sobre o bulto e se acariciava placidamente. Nesse jogo secreto eu disimuladamente volvi a apoiar minha mão sobre sua perna.
Alejandro parece que se deu conta, me olhou e sorrindo passou seu braço por detrás do meu e apoie o braço no respaldo; com a mão que tinha em seu bulto tomou a minha e a pôs no lugar da dele. Eu fiquei gelado, mas ao mesmo tempo me excitei a situação, ele disse: Fez um gesto como se estivesse tudo bem e separou as pernas para desfrutar de minucias. Com algo de vergonha e dúvida de reolho para Claudio que seguia com a mirada cravada na TV e finalmente comecei a acariciar o bulto de Alejandro por sobre seu calção. Ao toque note como sua verga se ia tornando mais e mais dura.
A situação me resultava muito excitante, era impossível que Claudio não tivesse visto minha mão sobre o bulto de Alejandro, mas em cada oportunidade que o mirava de reolho, parecia estar olhando o partido sem se inmutar e ambos comentavam as jogadas como se nada estivesse acontecendo.
Anunciaram que faltavam poucos minutos para que terminasse o partido, enquanto isso, na minha mão sentia que a verga de Ale estava bonner.
-Vamos, vamos, que já lotenemos- disse Claudio palmeando minha perna espontaneamente, eu o mirei e sorri sem deixar de acariciar o bulto de Alejandro.
-Sim, senhor... há que festejar-corroborou Alejandro e como se estivéssemos sozinhos começou a desabrochar seu cinto, abaixo do fechamento e sacou seu cock duro. Eu o mirei surpreendido, mas ele, como se nada, me fez um gesto para que eu a agarrasse.
Já havia dado o primeiro passo de Claudio assim, tomei seu cock e comecei a pajear suavemente.
Alejandro emitiu um gemido de prazer e esticou-se no sofá, ao mesmo tempo que sua mão que descansava sobre o respaldo começou a acariciar meu ombro.
Ambos continuavam desfrutando do partido e eu da cock de Ale.
Passaram alguns minutos e senti que sua mão subia de meu ombro para meu pescoço para fazer pressão, aproximando-me dele.
Sabia o que isso significava, me inclinei sobre sua pelve e comecei a chupar seu cock.
Alejandro separou mais suas pernas e carinhosamente me acariciava a cabeça enquanto movia sua pelve para fazer-me comer toda sua cock.
Eu desfrutava chupando-a, sentindo como entrava em minha boca com cada inclinação minha que coincidia com o movimento de sua pelve, o que fazia seu cock chegar quase até minha garganta.
Escutei que o partido havia terminado, suas vozes soavam como em Outro plano, mas continuavam falando do partido e esperavam a repetição de um gol de Demichelis sobre o qual opinavam como se nada estivesse acontecendo.
Eu continuei concentrado na verga de Alejandro que, sem me tirar da boca, se baixou o pantalão e pude perceber que faziam algum gesto com Claudio enquanto continuavam falando do partido.
Aos poucos minutos, senti que me acariciavam a bunda, não era Alejandro pois sua mão continuava segurando minuca. A situação me ratoneou e sem dizer nada me acomodei para deixar meu colado disponível a Claudio.
Sentí como me agarrava os cachecos, os apertava, os acariciava, também senti que Claudio se movia no sofá.
Alejandro se inclinou sobre mim e disse: -Chupa ela um pouco em meu amigo também-.
Quando me incorpore para cumprir seu pedido, Claudio já estava parado diante de mim com o seu pantalão nos botões e o seu pau na mão, oferecendo-o.
Como eu continuei sentado no sofá à altura perfeita, simplesmente a agarrei, me inclinei um pouco para frente e a meti na boca.
Claudio gemeu de prazer. Alejandro voltou a apoiar sua mão livre em minha nuca e me empurrava para a piada de Claudio, ao mesmo tempo que nos animava os dois.
- Assim muito bem... Coma toda... Fazemos quedar bem com Claudito que é um amigazo-
-Dale Claudio mete-la mais dentro sem medo, não sabes como se a come o gordão-
Alejandro se parou ao lado de Claudio e o separou um pouco e disse: -Mirá assim se a tenhes que meter-
Tomei minha cabeça com as duas mãos e me meteu o seu pau até às bolas, primeiro devagar e foi aumentando o ritmo. Eu relaxei minha garganta porque sabia o que lhe gostava, então começou a gober me a boca freneticamente, sostenindo minha cabeça para garantir que chegasse a fundo.
- Assim... assim... Comete bem o pau do seu macho... toda... toda vez como se a traga toda Claudio?.... assim se a tenhes que dar-
Depois lhe dei o lugar a Claudio, ao mesmo tempo que lhe dizia: -Dale assim como eu. Vais ver que lhe agrada-.
Aproveitei para respirar um pouco. Recomponha-me. Recebi Cláudio que já também tinha seu pênis bonner, embora não fosse tão longo quanto o de Alexandre, era mais grosso, o que me obrigou a abrir mais a boca, mas foi mais fácil comê-lo até as bolas. Cláudio, animado por Alexandre, imitou seus movimentos e também me sustentou a nuca. -Pelo Deus... como se a traga- disse entre gemidos. Eu olhei para Alexandre e ambos sorrimos.
Alexandre aproximou-se com sua ereção na mão. -Vamos ver se você come as duas...- Voltei a rir. Ambos se acomodaram diante de mim, eu os aproximei, tomando-os por trás dos muslos. Pude sentir as duas cocks entrando em minha boca, eles ajudaram aproximando sua pelve.
Como meninos estavam abraçados, sorrindo e gozando do espetáculo. Eu desfrutava de ver os dois exultantes e jogava com minha língua nas duas cabeças inchadas.
Assim ficamos um tempo brincando entre os três, e eles se revezavam para me fazer comer seu pênis, às vezes individualmente e outras juntas.
Em um momento Alexandre disse: -Tragam uma cerveja e vamos para o quarto- Aproveitei passar pelo banheiro e, em seguida, fui para a cozinha e levei uma lata de cerveja. Quando entrei no quarto, estavam os dois na cama, olhando a TV -continuavam passando futebol- e acariciando cada um seu pênis.
-Ah bem... ponham-se confortáveis vocês- disse em tom de brincadeira enquanto lhes dava as latas de cerveja. Alexandre me palmou o traseiro e disse: -não se queixe e tire a roupa, pois hoje você tem visitas- ambos riram da ocasião.
Eu tirei a roupa e subi para a cama entre os dois. Voltaram a fazer-me chupar seus pênis. Assim ficamos um tempo longo, sentindo suas mãos sustentando minha cabeça, acariciando meu traseiro, explorando-o.
Em um momento Alexandre disse: -ponha-se de quatro, pois eu quero te coger- Acomodei-me no bordo da cama e Alexandre se pôs em cima e parou atrás de mim. Cláudio se acomodou para fazer-me chupar seu pênis exclusivamente.
Sentí como Alexandre separava os cachos e me metia lentamente o pênis. Gocei como sempre ao sentir-lo dentro de mim, com o plus Tinha a cock de Claudio toda dentro da minha boca. Começou a bombear regularmente. Com cada investida, eu era impulsionado para frente e fazia engolir mais profundamente a cock de Claudio, que se esticava para ver como Alejandro a pôs. -Como lhe está dando Ale... lhe está rompendo o ass...- disse Claudio entusiasmado. -Viste? Te disse que o gordito tinha um culazo terrível-. Os comentários de um alentavam ao outro e vice-versa, e ambos me davam com mais vontade. Claudio, num momento, disse a Alejandro: -Deixe-me gozar dele um tempo, quero fazer-lhe o cu-. Alejandro surpreendentemente parou, em um ato de posse masculina, respondeu: -Não... o cu é meu nada mais-. Embora tivesse vontade que Claudio também me pegasse, aceitei a decisão de Alejandro. Claudio resignado começou a gozar da minha boca com mais velocidade, notava-se que não lhe faltava muito para acabar. Alejandro não sei se foi pelo prazer que lhe deu o ato de domínio ou por ver como Claudio me fazia comer, mas comecei a bombear com força. Eu gozava mais não poder. Alejandro estava prestes, sentia-se como se agarrava à minha cintura e me bombeara fundo sem parar. -Não vá lhe dar cum na boca- advertiu a Claudio, que disse um -não... eu o dou fora-. Ahogado por sua respiração agitada. Os dois males que estavam me estuprando cock estavam para chegar ao orgasmo quase ao mesmo tempo em uma armonia placentera. Sentiu-se estremecer a Claudio, que retirou a cock da minha boca, se masturbava ao mesmo tempo que lambia suas bolas, e enquanto o escutava soplar pude ver os jatos de cum que largava, que lhe chegaram até o peito. -Que polvazo... como lhe sacaste a cum- exclamei Alejandro, -Agora vou dar a minha-. disse e começou a se preparar. Não passou um minuto e senti que estourava dentro de mim: -Sim... sim... toma puto... toma... Te encheu o ass-. Sentiu-se como se reclinava exausto sobre mim. Gozamos desses instantes posteriores ao prazer em quietude, apenas escutando as respirações agitadas. Alejandro me sacou devagar e foi para o banheiro. Eu me incorporei e me parei. Um lado da cama, Claudiotodavia permanecia respirando profundamente com os olhos entre-cerrados, tome um rolo de papel de cozinha que havia deixado sobre a mesa de luz, corte algumas folhas e limpe seu peito cheio de cul e também sua bunda. -Eu repito... que atenção de primeira- disse-me sorrindo e voltou a acariciar meu traseiro. Enquanto terminava de limpar Claudio, senti outra mão que me agarrava o outro bumbum. Era Alejandro, que havia regressado do banho. -Vamos ver quando jogamos novamente, mira que vamos voltar a ver isso aqui- disse, e ambos largaram uma carcajada. -São bem-vindos com ou sempartido- respondi enquanto terminava de limpar a bunda grossa de Claudio. Essa bunda que naquela oportunidade havia apenas chupado, mas que em um futuro chegaria a desfrutar pela cola, mas essa foi outra história.
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