Minhas primas da capital 30 - o final

As portas dos nossos quartos se abriram quase ao mesmo tempo, quando nos encontramos no patamar das minhas primas, nos olhamos com expectativa e descemos devagar. Ana, da cozinha, percebeu nossa presença e disse… — Vocês pegaram a manta que eu coloquei no sofá? Nosso coração foi pro chão, ninguém queria ir com medo de parecer o culpado da cena. No final, tive que ir eu, apertado pelos beliscões das minhas primas. Quando fiz isso, entramos na cozinha meio desconfiados, cada um cuidou de uma coisa pra arrumar a mesa. Minha tia continuava ocupada com o fogão e não prestou atenção em nós. Já parecia que a vitória era nossa quando sentamos à mesa. Na segunda colherada, minha tia, sem levantar a cabeça, disse: — Vocês precisam ter cuidado, na sala esfria e vocês podem pegar um resfriado, e no verão todo mundo sabe como os resfriados são ruins. Ninguém ousou responder, imaginávamos a cara que minha tia faria ao entrar em casa: as filhas dela, completamente peladas, abraçadas num cara que, embora fosse primo de primeiro grau, não deixava de ser um homem, e ainda por cima não deixava dúvidas, porque a rola que ele exibia, mesmo mole, não era pequena. Esperávamos a qualquer momento a explosão do trovão, mas contra todas as expectativas, chegaram as sobremesas e não houve mais nenhum comentário. Recolhemos tudo rapidinho, quase sem fazer barulho, e voltamos pros nossos quartos. Quando estávamos no meio da escada, Ana disse: — Ah! Depois vou à loja, passem no hospital pra ver se o pai precisa de alguma coisa. Subimos os degraus de dois em dois, com isso a questão da manta estava encerrada. Maite tinha planos de ir ver o pai naquela tarde, mas decidimos ir com ela. Na sala, reinava o silêncio, como não poderia ser diferente, e o quarto do Antonio estava na penumbra. Meu tio estava descansando, e deixamos ele quieto. Nós três, calados, nos olhamos e explodimos em risadas contidas. Todos nós lembramos do tempo que passamos em suspense, embora parecesse que tinha terminado bem. Depois de um tempo, esperando que o Antonio acordasse, ele finalmente se mexeu um pouco e percebeu que estávamos ali. Sentou-se como pôde e nos cumprimentou, disse que estava bem, embora um pouco incomodado por não conseguir se mexer e mudar de posição. Também nos contou que já fazia um tempo que queria mijar, mas tinha chamado a enfermeira e ela ainda não tinha vindo. Maite não pensou duas vezes e resolveu o problema. Foi buscar a garrafa no banheiro e, abrindo o pai dela, procurou entre o pijama. Antonio, apoiado nos cotovelos no colchão, disse: "Não é a primeira vez, ela já tá acostumada, é uma garota muito decidida." Quando ela tirou a mão da braguilha, já estava segurando a pica do pai. Mesmo mole, mais da metade da mão de Maite ficava de fora. Nessa hora, a enfermeira entrou, se desculpou pela demora, estava com os termômetros e disse que estava controlando a temperatura de todos os pacientes. Ao ver Maite com a pica do pai, tentou tirar, mas minha prima só fez foi desencapar ela antes de meter na garrafa. A enfermeira sussurrou: "— Minha nossa! Que beleza." E não deixou minha prima tirar do frasco. "— Deixa, não se preocupa, isso é serviço meu." Pegou desde o começo do tronco pra poder apreciar o tamanho que ele calçava, tirou devagar e sacudiu, passando o dedo por baixo da cabeça como se limpasse a baba de um bebê, depois cobriu com o prepúcio umas duas vezes antes de colocar com cuidado de volta no pijama. "— Seu Antonio, não se preocupe, quando precisar de mim é só chamar que eu venho na hora, tenho mão boa pra essas coisas." Pelo gesto que o Antonio fez, a gente só conseguiu segurar a risada até a moça sair. Quando voltamos pra casa, minha tia estava deitada no sofá, nem tinha tirado os sapatos de salto. "— O que foi, tia?" "— Tô exausta, que tarde que a gente teve, chegou um pedido e tivemos que etiquetar e colocar na vitrine, e com a loja cheia de clientes… Ufa, tô morta." A gente se sentiu na hora. Não se preocupa, tia, agora a gente prepara o jantar. Maite tirou os sapatos dela enquanto Maria colocava uma almofada debaixo dos rins dela, eu cuidava de assar uns legumes. Não foi um jantar super chique, mas as minas gostaram, ou pelo menos foi o que disseram. Depois, também cuidei de recolher os pratos enquanto minhas primas tiravam a roupa da mãe delas e colocavam um roupão. - Hummm, tô morta, preciso dormir um monte de horas, vou tomar um remédio pra dormir, ou talvez dois, assim descanso até de manhã, mereço acordar tarde, não façam barulho, por favor. Ana subiu com um copo d'água pro quarto dela e fechou a porta atrás de si. A gente se olhou e se abraçou, a noite era nossa, a mãe dela não contava porque ia ficar apagada. Arrumamos a sala e deixamos tudo em ordem num tempinho recorde. Perguntei pras minhas primas em qual quarto iam ficar, e a resposta foi unânime. - No seu, Juan. Subi rápido, sabia que elas não iam demorar pra chegar e queria dar uma organizada na minha bagunça. Fiz o melhor que pude, mas ninguém aparecia. Estranhei minhas primas porque pareciam bem animadas, mas tive que aceitar a realidade. Apaguei a luz e liguei o computador, fiquei fuçando sites pornô pra ver se tinha novidade. Normalmente não curtia nada do que via, mas de vez em quando descobria algum filme que tinha um enredo minimamente crível. Não tinha nada novo. Olhei pra baixo pela janela e vi luz no quarto da Emi. Só consegui distinguir as pernas dela debaixo do lençol, parecia estar lendo porque não se mexia. Fiquei imaginando coisas, lembrava das vezes que tinha brincado com ela naqueles lençóis, até com a prima dela, a Magda. Eu gostava da Emi, era uma mina completa, inteligente, gostosa, um corpo de matar... me dava muito bem com ela, era uma pena que fosse uns anos mais velha... enfim, uma droga. Quando ia me sentar de novo na frente do computador, uma das pernas da Emi se mexeu. Na verdade, o que ela fez foi esticar o lençol com o pé até se descobrir por completo, as duas pernas ficavam no ar, não dava pra ver as coxas, só até a metade, mas quando se abriu me chamou a atenção. Na largura da cama, cada pé chegava na borda oposta e os movimentos de quadril que dava pra sentir me faziam pensar que a Emi estava ocupada com algo pessoal. Vi que tinha acertado quando ela fincou os calcanhares no colchão e se espremeu pra baixo. Aí já consegui ver uma mão que tapava a buceta por completo e só dava pra ver dois dedos pra fora. A mina levantava a bunda pro céu quando apareceu a outra mão e começou a dedilhar o clitóris como se fosse uma guitarra. A pélvis da loira subia e descia sem controle até que ela praticamente ficou apoiada só nos cotovelos e nos tornozelos. Vi ela tremer, se sacudir com espasmos e cair exausta de novo. Ainda demorou um pouco pra tirar os dedos da buceta, mas já não mexia mais. Na luz do criado-mudo, eles brilhavam molhados. Meu pau gostou da visão tanto quanto eu, ficou muito mais duro do que se tivesse visto algum filme novo. E tava assim quando um roçar na porta me avisou que minhas primas estavam chamando. Claro que não esperaram resposta e entraram em bando. Estavam de camisola curtinha, me rodearam na frente do computador e, na luz azulada da tela, levantaram as camisolas, revelaram o motivo da demora: tinham depilado a buceta uma da outra, e ainda com o detalhe de que a María tinha cortado os pelos da Maite em forma de flecha e a irmã dela, nela, em forma de coração. — Pô, Juan, queríamos te dar uma surpresa e você quem deu pra gente. Já tá com o pau pronto, o que você tava vendo? Naquele momento só tinha propaganda pra aumentar o pênis e, achando que eu não tava olhando aquilo, elas olharam pela janela. Por acaso, a Emi já tinha relaxado e apagado a luz. — Adoro as obras de arte de vocês e tô doido pra ver de perto. A dúvida que tenho é com qual começar. — Então comigo, a flecha te indica. — E o meu coração. Palpita porque você coma primeiro. — E vocês não preferem comer esse morango entre as duas? — Dá pra fazer várias combinações pra agradar todo mundo. Claramente minhas primas estavam dispostas a passar a noite inteira, não tinham pressa e sim muita vontade de foder. Maite, como sempre, tomou a iniciativa, me levantou da cadeira e, na mesma hora, puxou minha cueca pra baixo. A pica pulou na frente do rosto dela e sumiu na boca dela. María era mais sentimental e me beijou enquanto apertava os peitos dela no meu peito. Minhas mãos se espalharam pelas bucetas das duas. Maite, que tava louca de vontade de mamar pica, me empurrou pra cama pra pegar a pica e as bolas ao mesmo tempo. María tinha subido em cima do meu rosto, exigindo minha língua entre as coxas dela. A língua de Maite logo cansou e ela montou em mim, enfiando a pica na buceta. Ela se segurava nos ombros da irmã e parecia que estavam de moto, uma atrás da outra. A visão que eu tinha era bem limitada, com as coxas de María e Maite quase não via nada, só a luz do computador e um pouco do quarto. María e Maite se moviam em cima de mim, cada uma buscando o próprio prazer. María oferecia a buceta pra minha língua, pra nenhum cantinho ficar sem lamber. Maite administrava a pica do jeito que queria, às vezes enfiava até as bolas, outras vezes só roçava a cabeça na entrada da buceta. As duas, de olhos fechados, estavam vidradas no próprio tesão. Mal percebi que a porta do quarto tinha se aberto. Na luz azul da tela, vi a Ana. Ela tinha enfiado a cabeça e olhava, sorrindo. Tava gostando do que via: a filha mais nova enfiando minha pica aos pulos enquanto a mais velha curtia minha língua. Ela ficou uns minutos olhando, até entrou no quarto na ponta dos pés. Vi a intenção dela de pegar minha pica quando a filha tirasse, mas no fim não se atreveu — ou melhor, não quis se entregar. Quando saiu, fez um sinal de joinha pra mim, desejando sucesso. E eu agradeci. As duas irmãs trocaram de papéis, sem discussão. As duas gostavam do que faziam e queriam dividir a noite. Maria quis que Maite recebesse minhas lambidas no clitóris, ela já estava quase gozando e queria prolongar aquilo bem mais. As pernas de Maite tremiam de tanto pular, e isso também fez bem pra ela. Pra mim, não importava nem um pouco; as diferenças eram claras, mas as duas eram boas. Com a pouca diferença de idade entre as irmãs, dava pra sentir a ternura da buceta de Maite, parecia que se desfazia na boca, o sabor tenro, suave, os lábios pareciam de manteiga e o fluxo era menos ácido que o de Maria. Aos vinte anos, a textura da buceta dela já era mais madura, e apesar da juventude, os lábios pareciam mais "feitos" e tinha gosto de mulher adulta. Nunca tinha parado pra pensar nisso, mas os sabores de Ana, Emi e minhas primas não se pareciam em nada. Cada buceta tinha sua personalidade e todas eram muito gostosas. As minas curtiam à vontade, a mãe delas gostou de vê-las felizes e eu tava encantado. Foram elas que lembraram que debaixo do meu pau estava eu e que eu também ia querer aproveitar o momento. Maria chamou a atenção de Maite, entre as pernas dela meu pau entrava e saía, mas elas não viam meu rosto. Quando ela se levantou, deitou do meu lado, subindo as pernas até apoiá-las nos ombros. A irmã dela viu que ela me oferecia a buceta aberta e se levantou da minha cara. Quando me ajoelhei na frente de Maria, a irmã dela se deitou entre minhas pernas, com uma mão pegou meu pau e guiou até os lábios menores da irmã. Quando enfiou um pouco a cabeça na vagina, me empurrou a bunda e me fez entrar até o fundo. As bolas, seguras por Maite, grudavam na bunda de Maria. Senti umidade nas minhas nádegas e o calor morno da língua de Maite procurando entre as bandas. Quando me inclinei sobre Maria pra continuar enfiando o pau até dentro, Maite encontrou o que procurava com a língua. Me deu um pouco de estranheza, mas a insistência da língua me fez relaxar e sentir meu cu sendo percorrido. circularmente pela língua afiada da minha prima mais nova. María percebeu algo extraordinário, pois a ereção que ela tinha ficou ainda mais forte com a lambida de Maite. — Continua, Juan, continua, enfia mais, mais, até dentro. Eu obedeci e acelerei o ritmo, me deixando cair mais sobre as nádegas levantadas de María. Maite me deu a ideia, eu não tinha visto antes, mas em cima do teclado do computador tinha agora um pote de creme hidratante, e antes não estava e não era meu. Fiquei na dúvida se teriam sido elas ou a Ana, ao entrar, quem deixou o presentinho, mas Maite não tinha essas dúvidas e, molhando um dedo no creme, enfiou suavemente por onde tinha lambido. O esfíncter se abriu sem querer, o dedo explorou meu reto até que uma luz acendeu no meu cu. Seria o ponto P? Nem ideia, mas uma sensação prazerosa no máximo me invadiu e eu me joguei pra foder a María com todas as minhas forças. Tá claro que o sexto sentido feminino existe, Maite, na plena adolescência, já percebeu que tinha o poder nas mãos e agiu. Com a mão livre, passou creme na minha rola quando ela saía e na bunda da irmã generosamente, esperou pacientemente até que minha rola saísse descontrolada e apontou pro cu de María. Ela já esperava, porque tinha dilatado um pouco, e mesmo eu tendo freiado ao sentir a mudança, não consegui evitar que a glande entrasse na primeira estocada. — Continua, Juan, continua, o pior já tá dentro. María, com os pés ao lado da cabeça, aguentou enquanto minha rola perfurava devagar, mas sem parar, o cu aberto. Ao me ver perto dela, me beijou e terminei de me enterrar nela. Ela gozou, gozou de forma explosiva, me abraçava com a rola cravada, mal conseguindo se mexer, mas aguentava o orgasmo selvagem. Fiquei parado até ela conseguir respirar normalmente e saí dela, me deitando ao lado. Maite estava alucinada vendo o orgasmo da irmã e não quis ficar por menos, subindo em cima de mim, se deixou cair e ficou parada por uns momentos. O olhar que ela tinha era de concentração, e eu quis ajudar, acariciando ela. O clitóris dela deu um espasmo quando sentiu meus dedos, mas ela abriu as pernas pra eu alcançar melhor. Eu adorava sentir meu pau entrando na buceta dela e procurei, mas não achei onde devia. A buceta tava vazia, mas o cu tava cheio de carne. Ela mesma tinha se dilatado, se lambuzado e enfiado meu pau, e agora eu tava saboreando aquilo. Os peitos dela me convenceram que era isso que ela queria naquele momento, e eu acariciei eles com vontade. Nunca vou saber se foi pelas minhas carícias nos peitos, a massagem no clitóris ou meu pau no cu dela que causou aquele orgasmo tão violento. Os braços, a cabeça, as pernas e o corpo inteiro dela tremiam sem controle. Da garganta dela saíam sons ou palavras guturais sem sentido. Eu queria ter acompanhado ela naquele estado, mas não podia gozar ainda. Isso quem decidiu foi a Maria, quando se inclinou sobre mim e me beijou. Meu corpo tava dividido ao meio: da cintura pra baixo era luxúria total, pra cima era pura sensualidade. A boca da Maria me fazia flutuar nas nuvens, a língua dela procurava a minha pra eu participar dos sentimentos dela, e eu não aguentei mais. Me agarrei nela enquanto jorrava gozo no útero da Maite. Não posso jurar, mas acho que a Maria teve outro orgasmo também, porque ela tremia nos meus braços. Nós desabamos como um castelo de cartas. Eu, sem medo da possível entrada inesperada da Ana, me deixei levar e cobri os três com o lençol. Já era madrugada, a gente tinha transado sem pressa, aproveitando cada momento, e nos esvaziamos por completo. Quando levantamos, minha tia ainda tava na cama. Não dormia e nos ouviu descer as escadas. Depois me contou que não conseguiu dormir depois de nos ver juntos, que a história do comprimido era uma desculpa pra gente poder comemorar um pouco o fim de semana perdido, e que teve que se masturbar até gozar pensando no que a gente tava fazendo no meu quarto. Quando o dia foi chegando, a Ana me mandou fazer a mala. Na real, eu me virava com Um carrinho pequeno, o que eu tinha de maior era o terno e várias camisas, roupas íntimas e umas roupas de esporte, os sapatos e os itens de higiene. Quando entrei no quarto da Ana pra perguntar se podia levar espuma de barbear, vi a mala dela em cima de uma poltrona, era grande e já tava cheia, mas o mais engraçado é que ainda tinham vestidos pra colocar em cima da cama. A Ana, disfarçando, escondeu uns modelos que estavam na cama… — Desculpa, Juan, não posso te mostrar, é surpresa. — Ah, claro, como se eu fosse uma noiva, hahaha. Não precisei perguntar sobre os perfumes porque vi num criado-mudo um monte de vidrinhos e frascos pequenos. Quando eu tava saindo, bateram na porta, e minha tia falou: — Vai lá ver quem é, Juan, mas acho que é a Emi. Claro que era a Emi. Quando eu via ela, meu rosto se iluminava, não importava se ela tava maquiada ou natural, ou vestida com qualquer roupa, ela tava uma gostosa… mas ela tava com pressa e me deu um selinho nos lábios e subiu correndo pro quarto da Ana, fechando a porta. Quando passou por mim no caminho pro meu quarto, ela abriu a porta por um instante, tinha tirado a camiseta e tava usando um sutiã que mal cobria os bicos dos peitos. Pela direção do meu olhar, ela percebeu onde eu tava focando. — Juan, já que você tá aqui, te trouxe isso, é perfume, comprei pra você. Eu amo, espero que você também goste. — Aaaah, obrigado, Emi, com certeza vou gostar pra caralho… valeu. — Beleza, homem, acorda, você ficou besta olhando pras minhas tetas, como se nunca tivesse visto. — Não canso de olhar, juro. — Já imaginei, dá pra notar. Vim mostrar pra Ana o que comprei. Mas não posso te mostrar… ainda. — Já tenho uma ideia, Emi, valeu… Subi pro meu quarto com as tetas da Emi gravadas na retina, mas quando cheguei lá em cima, as imagens do outro dia se misturaram, as mãos da garota entre as pernas dela, e tive que me concentrar de novo na bagagem porque meu pau começou a acordar. Logo depois, vi como Emi atravessou a rua e entrou de novo na casa dela. Meu tio estava bem, tirando o incômodo de não poder se mexer, comia superbem e era muito bem cuidado. Fui me despedir dele antes de viajar pra Milão, Maria me acompanhou e a gente ficou um tempo com ele. Num momento em que a filha dele saiu pra pegar umas lenços umedecidos, Antonio pediu pra eu chegar perto. — Juan, você não imagina a mudança que deu nisso aqui. Lembra da enfermeira do outro dia? — Claro, tio, era muito gostosa e muito profissional. — Sim, claro, de profissional não tenho do que reclamar, mas de boa… — Hahaha, vai, Antonio, quer me deixar com inveja ainda? — Vou te contar… agora, com qualquer desculpa, ela sempre dá um pulo aqui, arruma minha cama, tira minha rola pra passear quando preciso mijar… uma delícia, mas principalmente quando ela tá de plantão noturno… uf, nos primeiros dias ela só tirava minha rola e batia uma um pouco, até o dia que se demorou mais e eu gozei na mão dela. A partir daí, ela abaixa minha calça do pijama e faz uns boquetes de competição. E no último dia já foi o auge: baixou a cama de vez e subiu em cima de mim, com a perna engessada teve um pouco de dificuldade, mas no fim conseguiu enfiar a rola sentando de cócoras. Enchi ela de porra, te juro, e hoje ela tem plantão noturno de novo, agora os turnos dela tão quase seguidos. — Bão, Antonio, vejo que a recuperação não tá te fazendo mal. Vai ter que pedir uma prorrogação pro médico. — Shiiu, que ela é médica, e parece que a notícia se espalhou, porque agora quando ela vem me examinar, vem com essa enfermeira e revisa meu curativo até a virilha. — Fica tranquilo, vou embora sossegado, sei que você vai dar conta da situação, hahaha. — Vamos ver, te conto tudo na volta. Cuida das duas mulheres, embora não precise te falar nada, e se diverte. Fico feliz que você também vai. Minha prima voltou na hora, me perguntou como eu via o pai dela, e tive que dizer, sem mentir, que ele tava bem animado. Carregados com várias malas, esperávamos o táxi que ia nos levar pro aeroporto, no momento certo a Emi apareceu, também com uma mala grande, a dela dava pra ver que já tava acostumada a viajar. No aeroporto, a Emi assumiu o controle, se virava superbem por ser ex-comissária de bordo. Depois de despachar as malas, fomos pra uma cafeteria matar o tempo, eu ficava de olho nos painéis de informação pra ver a saída do nosso voo, tudo dentro do previsto. Quando chamaram pra embarcar, entramos no finger e no fundo encontramos a porta do avião, a tripulação recebia os passageiros educadamente. - ¡Ooooh! Emilia, come stai? - Molto bene, grazie, e tu? - Buone anche, sei molto carina. - E anche tu, Ornella. Eu e a Ana ficamos nos olhando, sempre soubemos que a Emi era comissária, até tinha tentado me ensinar inglês, mas ver ela e ouvir em italiano também... nos surpreendeu pra caralho. A comissária da Alitalia tinha sido colega dela, se beijaram com alegria, os pilotos também quiseram participar e entraram nos beijos, se conheciam de vista. A Ornella nos acompanhou até nossos assentos, a Emi tinha controlado na hora de subir e, no meio da bagunça que sempre rola até todo mundo se acomodar, sentamos pra esperar. Pelo corredor, eu admirava a Ornella, ela tava impecável com o uniforme da companhia, que caía uma maravilha nela, realçando ainda mais o corpaço que tinha. Depois do ritual de explicações e tal, o avião começou a taxiar pra cabeceira da pista, a Ana segurou minha mão, parecia que não curtia muito voar e tinha seus receios, a Emi viu e segurou a outra mão dela enquanto puxava conversa. Depois da corrida de decolagem, o avião estabilizou lá em cima, apagaram as luzes dos cintos e a Ornella apareceu no corredor. - Como é que tá a vida, Emilia? Ficamos sabendo que você se divorciou. - É, Ornella, meu marido só pensa em ganhar dinheiro e vida a dois não é com ele. - Soubemos que agora ele voa num Airbus 380 na Emirates, ganha uma grana preta. - É isso que ele gosta, espero que seja feliz assim. - Um Momento, tô pensando… me segue. Minha tia e eu ficamos pasmos, Ornella falava um espanhol perfeito, quase sem sotaque, e o pouco que tinha só deixava a voz dela mais gostosa. Emi levantou e seguiu ela, depois Ana e então eu, pelo corredor dava pra ouvir os passageiros murmurando apertados nos assentos. Quando chegamos na Business Class, ela puxou a cortina e convidou a gente pra sentar, a classe preferencial tava vazia, as poltronas eram super confortáveis e logo Ornella sumiu pra voltar com uma bandeja, uma garrafa de champanhe e taças, serviu pra gente e sentou com a gente, as duas aeromoças estavam felizes de se ver de novo e trocavam histórias das suas aventuras. — Uma coisa, Juan… cê quer visitar a cabine dos pilotos? — Claro, lógico, sempre quis ver uma de perto. A aeromoça levantou e puxou minha mão, bateu com os nós dos dedos na porta e ela se abriu, os dois pilotos cumprimentaram ao mesmo tempo, o copiloto, que era mais novo, me explicava umas coisas em italiano, como ele falava muito rápido, só entendi o básico. Quando a gente já tava saindo no corredor apertado, falei pra Ornella. — Ornella, sei molto bella. — Mi piaci anche molto. Ela falou isso se aproximando bem de mim, me apoiei no corredor estreito do quartinho de catering e ela se encostou em mim, colando os peitos no meu peito, as pernas dela se cruzavam com as minhas e ela se mexia feito uma cobra. Eu tinha dito uma frase que ouvi em algum lugar por galanteio, mas ela respondeu bem sério. Quando voltamos pras mulheres, Ornella perguntou se ela tinha algum rolo comigo. — Bom… relação séria… não, mas gosto muito dele, é sobrinho da minha amiga Ana. — Mmm, que pena, se a gente tivesse num voo internacional… eu te mostrava o avião inteiro, incluindo a sala de descanso das aeromoças. — Pois você deu sorte, Juan, Ornella é napolitana e ainda por cima um vulcão na cama, tem o Vesúvio entre as pernas hahaha. — È vero, il Vesuvio tra le gambe. Engoli seco, as duas aeromoças não tavam falando por falar, a A italiana era uma gostosa de mulher e, se a Emi me dizia que ela era tão fogosa, não ia discutir. Com a conversa animada das duas garotas, ora em italiano, ora em espanhol, o trajeto passou rápido; o barulho dos motores diminuiu e a Ornella se levantou e anunciou que estávamos descendo em direção ao aeroporto de Linate, em Milão. O tempo estava bom e ela esperava que tivéssemos tido um bom voo — enquanto dizia isso, me olhava com um sorriso malicioso. Fomos os primeiros a sair quando a porta de bombordo se abriu; ela se despediu de nós com dois beijos. Os passageiros nos olhavam curiosos, sem saber se éramos famosos ou parentes da comissária. Pegamos a bagagem no terminal e vimos um rapaz se aproximar com um carrinho de malas. — Buongiorno signora, vengo a portarti in albergo. O cara era o motorista de um carrão de luxo que ia nos buscar pra levar ao hotel… uau, era um baita começo. A Ana e a Emi trocaram um olhar de admiração, não só pelo detalhe, mas pela aparência do italiano — parecia escolhido a dedo: alto, moreno, cabelo levemente ondulado e olhos azulados… já estavam imaginando um monte de coisas… Na chegada ao hotel, um mensageiro veio e pegou nossa bagagem. O saguão do hotel era imenso, de altíssimo padrão e decorado em art déco, parecia coisa dos romances da Agatha Christie. Na recepção, um rapaz igualmente gato nos esperava com o melhor sorriso. — Buon giorno signori, avete fatto un buon viaggio? — Sì grazie, abbiamo una stanza riservata nel nome di Ana… — In modo efficace, una camera doppia. A Emi se virou pra Ana e disse: — O recepcionista disse que tem reserva pra um quarto de casal! — Não é possível, somos três. Com certeza, com a pancada, o Antonio esqueceu de mudar a reserva. — Vejo que vocês têm um problema. Pelo que ouvi, a reserva era para um casal e agora vieram três pessoas… O recepcionista entrou na conversa em espanhol perfeito e percebeu a confusão. que tínhamos. - Pois é, o caso é que tínhamos a reserva pra mim e meu marido, mas ele sofreu um acidente e esses parentes vieram me acompanhar. - Pois é, isso é um problema, adoraria ajudar vocês, mas o hotel tá lotado por causa da feira e dos turistas, e só me resta esse quarto, não sei o que posso fazer… - Pois imagine a gente, a reserva foi feita por uma empresa muito importante e não podemos chegar pra eles com problemas dessa categoria, cê não poderia dar um jeito de alguma forma? - Pois não vejo solução. - E colocando uma cama extra? - Impossível, as normas do hotel não permitem. - Bom, também não é um problema pra nós dormirmos os três na mesma cama, somos família. - Também não é possível, são três pessoas pra um quarto de casal… - E… se a gente encontrar uma solução viável pra todo mundo? A Emi tinha fuçado na bolsa e, debaixo da palma da mão, deslizou algo pra mão do rapaz, ele, sem olhar, pegou discretamente, mirando a câmera que tava escondida do lado dele. - Bom, vou dar uma olhada nas reservas… que coincidência! Tenho uma reserva cancelada, é uma suíte com uma cama king size, com certeza vocês três vão se acomodar, e pra empresa de sapatos acho que também não vai ser problema. Minha tia apertou a mão dele agradecida e olhou pra nós espantada, a Emi sabia viajar sozinha pelo mundo. O mensageiro que nos acompanhou ficou um instante depois de explicar tudo, até apontou a geladeira bem abastecida com tudo que a gente quisesse, dessa vez fui eu quem deu uma gorjeta pro mensageiro. Minha tia, mal fechou a porta, pulou na cama com os sapatos calçados, a Emi seguiu ela e eu fiquei admirando as duas gostosas bestificado, num instante elas se levantaram e abriram as malas. - Juan, se quiser pode tomar um banho, daqui a pouco a gente vai, primeiro vamos tirar a roupa pra não amassar. - Tá bom, não demorem. O banheiro era tipo o quarto da minha casa, fiquei admirando todos os detalhes e, tirando a roupa, me meti debaixo do chuveiro. O Água jorrava pra todo lado, um monte de botões e telas LED indicavam a pressão e a temperatura, eu ria só de pensar que parecia um lava-jato ali dentro. A porta se abriu e as duas mulheres entraram, estavam de braços dados pela cintura, tinham tirado a roupa no quarto e me sorriam de um jeito provocante. Os quatro peitos balançavam no mesmo ritmo, os da Emi mal se mexiam de tão firmes e durinhos, os bicos altos e perfeitos, já a Ana balançava mais, os bicos maiores e mais morenos, um pouco mais caídos, mas nem dava pra considerar caídos, as barrigas, uma lisa, até meio encolhida, eu diria, descia até o púbis cheinho e tão lisinho de pelo que nem dava pra notar com o loiro do cabelo dela, já minha tia não, a barriga mostrava os dois partos com uma marquinha no umbigo, mas nem se notava porque o púbis, mesmo depilado, marcava o escuro do pelo preto, as pernas, uma sem nem celulite e a outra um pouco mais cheia nos quadris. Conforme se aproximavam de mim, a rola foi subindo, as garotas olhavam alternadamente pra minha cara e pra rola, fiz espaço pra elas no chuveiro comigo, a Ana ficou atrás de mim e a Emi na minha frente, a Ana passava o sabonete líquido pra Emi, que com a esponja espalhava pelo meu corpo todo, debaixo de uma camada de espuma eu ficava de pé com os braços na cabeça e as pernas abertas, elas de joelhos passavam a esponja ensaboada por baixo das minhas pernas, a Emi passava entre minhas nádegas e, ao esticar a mão, roçava os lábios dela na minha rola, sujando tudo de espuma, a Ana fazia o contrário, por trás, por baixo das minhas coxas, envolvia o conjunto de rola e saco e enchia de sabonete, com as duas mãos me descapava e esfregava o freio, me dando uma ereção que ameaçava a cara da Emi. Quando me enxaguaram, eu tentava adivinhar qual das duas ia me fazer um boquete, mas não foi assim. — Já tá limpo, agora olha como a gente toma banho. A esponja que antes passava no meu prepúcio agora deslizava pelos lábios. Das duas garotas de pernas abertas uma para a outra, elas revisavam cada dobra das suas bucetas, os peitos quase não apareciam por baixo das bolhas de gel. — Emi, deixa eu ver se lavei você direitinho? — Claro, Ana, fica à vontade. A garota levantou a perna apoiando nos registros enquanto Ana se abaixava e, esticando a língua, percorria os lábios da buceta da moça do começo ao fim. Emi suspirava, segurando a cabeça da minha tia e guiando pela sua buceta. — Acho que não enxaguei bem seus peitos, Ana. — Então dá uma revisada, só por precaução. Minha tia juntou os dois peitos com as mãos, quase encostando os dois mamilos, Emi colou a boca entre eles, lambendo os dois círculos marrons; quando se separou, eles estavam durinhos e saltados. Eu, sentado num banquinho ao lado do chuveiro, me distraía batendo uma punheta, a cabecinha já estava roxa, mas Emi me disse: — Calma, Juan, não desperdiça energia, isso é só pra esquentar os motores. Hoje à noite a gente vai ter o tempo do mundo, nós três. Agora vamos comer. Tive que voltar pro chuveiro e ligar a água fria no máximo, os filetes de água me picavam, mas era melhor do que sair na rua com esse tesão todo. Quando saímos, Emi mandou a gente segui-la. Estávamos no centro de Milão, bem perto da Piazza del Duomo, a catedral era linda, dava pra ver por cima dos prédios, mas Emi nos levou a um restaurante que ela conhecia. O lugar era moderno e bem iluminado, sentamos perto de uma janela onde dava pra ver toda a gente passando. O garçom se aproximou solícito, e Emi tratou de pedir a comida. — Vou pedir uma variedade e a gente vai provando. Em Milão se come muito bem. — O que você mandar, Emi. Carpaccio, vitello tonnato, prosciutto, nhoque e de sobremesa tiramisù — tudo foi chegando na nossa mesa. Emi ia explicando cada prato, realmente estavam uma delícia, embora o prosciutto, que era presunto cru, não tenha me agradado tanto quanto o espanhol, mas o tiramisù... ah, era um pecado, nunca Tinha comido tiramisu igual àquele. Voltamos pro hotel e, enquanto eu fuçava no saguão, as minhas subiram pra se trocar. Demoraram pra caralho, eu tava impaciente porque a feira era um pouco longe e a gente tinha que aproveitar a tarde. Quando as portas do elevador se abriram, todo mundo virou pra olhar. As duas saíram juntas e, com passo firme, vieram na minha direção. Tinham motivo: Emi vestia um tailleur branco cru com uma blusa preta bem transparente e uma bolsa e sapatos pretos de salto impossível. Ana não ficava devendo nada, com seu vestido justo azul marinho bem decotado e uma blusa cor da pele que dava a impressão de que, do decote até a cintura, ela não tava usando nada. Engoli seco quando todo mundo ficou me encarando. Não quis nem pensar no que iam achar, mas as duas se penduraram no meu braço e saímos pela porta larga do hotel. O táxi nos levou pra feira. Era um evento importante em toda a Europa, design italiano vende pra caralho e eles sabem fazer isso muito bem. Nos apresentamos no estande da marca que nos convidou e, depois dos cumprimentos e elogios de sempre, nos mandaram entrar pra mostrar os mostruários das novidades. Emi dava conselhos pra Ana sobre o que gostava e o que tava na moda. Eu me distraía olhando as secretárias que circulavam no showroom. Claro, todas eram lindas pra cacete e deviam ter percebido, porque formavam grupinhos e, me olhando disfarçadamente, riam entre si. Depois de assinar os pedidos, fomos ver outras marcas de sapato masculino. Meu tio tinha recomendado umas marcas específicas que ele já conhecia. Em todas, o tratamento foi o mesmo. No fim, quase na hora de fechar a feira, voltamos pro hotel. Távamos exaustos, principalmente elas. Se jogaram vestidas na cama, de braços abertos. Não sei por que me veio na cabeça. — Emi, como é a pizza em Milão? Ana olhou pra Emi como se a pergunta fosse de outro mundo, mas ela deu um pulo, se levantou e, puxando a mão de Ana, disse: — Boa ideia. Juan, vou levar vocês num lugar onde fazem uma pizza especial, nada parecida com as espanholas. Eu também tava cansado com os sapatos novos o dia inteiro e nem pensei que as duas mulheres estavam de salto, meu egoísmo não abalou a Emi e ela arrastou a Ana. Não muito longe dali tinha uma pizzaria pequenininha, nada de multinacionais, era de uma família milanesa que por gerações se especializou nelas, as típicas toalhas quadriculadas vermelhas e as garrafas de vinho barrigudas e forradas… Quando saímos, a cara dos três tinha mudado, tínhamos recuperado as forças e minha tia quis mostrar que também tinha espírito jovem. - Por que não damos uma volta pela Piazza del Duomo? É bem perto. Quando desembocamos na praça, ficamos admirados com a catedral, todos os monumentos ao redor estavam iluminados, as minhas logo foram ver as vitrines que exibiam vestidos lindos, eu me aproximei disfarçadamente de um grupo que olhava ilustrações com um guia, aos poucos fiquei sabendo de quase tudo, embora fossem ingleses, o pouco que aprendi com a Emi me ajudou. A Ana e a Emi ainda tiveram coragem de dar a volta na praça olhando as vitrines, eu a uma certa distância bisbilhotava o que era novo pra mim. Ao entrar no hotel, já quase não tinha ninguém, no salão de chá dava pra ver um senhor lendo o jornal e umas senhoras tomando algo, o rapaz da recepção nos cumprimentou com a mão. Ao ver a cama, ela me pareceu um oceano, aberta ainda era maior e esperei minha tia organizar a noite. - Que é isso, não tá com sono, Juan? - Tô sim, mas esperava vocês virem primeiro. - Não se preocupa, a gente ainda tem que tirar a maquiagem, se quiser pode subir na cama, mas no meio, hein? Obedeci quando elas entraram no banheiro, já tinham tirado os sapatos e os vestidos, de lingerie estavam tão gostosas quanto ou mais que antes. Me distraí olhando a decoração, tudo muito caprichado, levantei e fechei a janela e corri a Cortina grossa, como não tinha persiana, pensei que de madrugada a gente ia acordar cedo demais. Com os braços esticados, não alcançava nem de longe as bordas do colchão, e fiquei assim. Minhas pálpebras fizeram "plop!" e eu apaguei. Não percebi, pra minha surpresa, quando as mulheres chegaram. Com a cama enorme, as duas se deitaram juntas do meu lado, e quando acordei, estavam abraçadas conversando. — Oi, dorminhoco, já voltou ao mundo? A Emi passou o dedo da minha testa até o umbigo, se soltou dos braços da Ana e passou por cima de mim pra ficar do outro lado. Enquanto fazia isso de quatro, cuidou pra que os peitos roçassem no meu rosto. O primeiro escapou, mas no segundo consegui pegar o mamilo com os lábios e chupei o pouco tempo que deu pra segurar ela. A Ana tinha virado pra mim e passava a mão do meu joelho pra cima. Senti na boca o cheiro do perfume da minha tia no peito da Emi, elogiei o gosto, e quando ela se deitou do meu lado, falei. — Mmm, que delícia, você tem uns peitos maravilhosos e ainda têm gosto de Ana. — Gostou? Então chupa os da Ana e vai sentir que têm gosto de mim. Nessa altura, minha tia já tinha alcançado minhas bolas e continuou subindo, pegando na piroca. Na hora, ela endureceu e apontou pro teto. — Você tem bom faro, por que não prova a buceta dela? Por enquanto não tem gosto de mim, mas eu adoraria sentir o perfume que a Emi te deu nela. A aeromoça já tava pronta, tinha se levantado e colocado as pernas abertas ao alcance da minha boca. Com os dedos, ela separava os lábios, deixando a racha rosada com o clitóris sozinho. Ficava abrindo e fechando os joelhos, como me chamando. Nem pensei, me aproximei e enfiei a cabeça entre as coxas dela. A Emi suspirou quando sentiu minha língua quente. Com a ponta, eu cutucava o prepúcio pequeno do clitóris dela até deixar ele descoberto. Tava tão concentrado entre os lábios dela que nem percebi que minha tia tava fazendo o mesmo com ela. De pernas abertas, chamava ela pra cuidar da buceta dela também. Cada vez que a Ana procurava e encontrava meu pau com a boca, a gente formava um triângulo equilátero visto de cima. Por um instante na suíte só se ouvia as lambidas e chupadas dos três, até que os sons foram substituídos por gemidos leves e, aos poucos, viraram ofegos. Minha boca já cobria desde o púbis até o cóccix da Emi, com as duas mãos nas bundas dela eu puxava pra perto pra não deixar nenhum centímetro sem lamber. As pernas esquerdas dos três estavam levantadas igual as de nadadoras sincronizadas pra que as cabeças não tivessem nenhum obstáculo. Minha tia recebia as lambidas certeiras da Emi, com o púbis ela buscava pra língua entrar o máximo possível na buceta dela enquanto a boca dela engolia mais pedaço do meu pau do que cabia. Como no basquete, pedimos tempo os três, nossas pernas cansadas caíram e a Ana foi no frigobar pegar umas cervejinhas e uns refrigerantes. Ela distribuiu e a gente bebeu um pouco de refri e misturou a cerveja dentro do refri, tava geladíssimo e era exatamente o que a gente precisava pras línguas ressecadas. Quando já tínhamos recuperado o fôlego, quisemos trocar. Eu escolhi minha tia, sentia o perfume da Emi nela, a buceta mais madura e com o fluxo mais forte. Esperei com a cabeça entre as pernas da Ana a Emi me chupar o pau, mas quando senti que meu pau entrava mais macio e fundo do que na boca, adivinhei que onde tava era na buceta da Emi. Me perguntei o que eu tava fazendo então com a boca, a resposta veio quando olhei pra cima: entre os quatro peitos das minas, vi as duas bocas se procurando com as línguas. Elas mordiam os lábios uma da outra avidamente enquanto apertavam os peitos uma contra a outra. Meu pau cresceu um pouco porque a Emi beijou a Ana com mais força e ela apertou a buceta contra minha boca, era uma reação em cadeia. A gente teve que dar uma pausa enquanto só eu acariciava de leve os peitos das duas, os bicos tavam tão duros que arranhavam, as aréolas inchadas e o pouco O suor que escorria por baixo potencializava o perfume francês que elas usavam. O terceiro round não demorou a rolar, como se tivesse tocado o gongo, nós três nos inclinamos buscando o corpo que fosse, tanto fazia, o mais próximo servia. Ana, por proximidade, se apossou da minha pica, sentou em cima de mim e, apoiando nos meus tornozelos, ficou um pouco levantada esperando a Emi ajudar. A Emi ajudou, pegou na minha pica e segurou ela reta, molhou com a boca e colocou na entrada da buceta da Ana, milímetro por milímetro minha tia desceu até os ovos ficarem colados na bunda dela, os lábios envolviam tanto o meu tronco que eu parecia ter uma vulva igual a dela. Quando a Emi se certificou que tava dentro, passou uma perna por cima do meu rosto, passeou toda a fenda da boceta pelos meus lábios até deixar a bunda dela na minha boca, tava molhada e áspera, perfeitamente fechada, se contraía e dilatava ao contato da minha língua. Minhas mãos ociosas cuidavam do clitóris e da buceta dela. Minha tia pulava devagar, garantindo que eu não saísse da boceta dela, recebendo as carícias da Emi nos mamilos. Aos poucos foi acelerando os pulos em cima de mim, se ergueu dos meus calcanhares e agarrou os peitos da Emi, se abraçaram intimamente quando o orgasmo bateu, já não eram gemidos nem ofegos, eram gritos sem sentido e que foram contagiosos. A Emi gozou atrás dela, enchendo minha boca com os fluidos grossos dela. Minha resistência acabou ao ouvir as duas gritando, e gozei dentro da Ana. Ao sentir meu esperma quente no útero dela, ela beijava ainda mais ardente a Emi, e essa abria o esfíncter pra minha língua entrar uns centímetros. Nós desabamos no lençol, a boceta da Emi continuava escorrendo fluido e a da Ana, sucos e porra. Ficamos espalhados pela cama imensa e o sol nos encontrou na mesma posição de manhã. A Emi pediu os cafés da manhã pra recepção, a Ana tinha arrumado um pouco a cama bagunçada e eu tinha me barbeado minuciosamente pra não arranhar as minas nas partes delas. sensíveis. Quando descemos os três, a cena se repetiu: todas as cabeças se viraram para a gente, cada um por um motivo diferente. As garotas estavam vestidas com saias largas e camisas folgadas, pareciam as atrizes italianas dos anos sessenta. Eu, mais no estilo esportivo, as seguia como um cão de guarda. O dia foi mais cansativo que o anterior, a manhã e a tarde inteiras, exceto pela comida rápida no restaurante da feira. Saímos mais cedo porque fomos convidados para um jantar pela empresa que nos chamou. Minhas garotas sacaram toda a artilharia que tinham: vestidos de noite longos. Dessa vez, Emi vestiu preto, com um decote impressionante, principalmente por trás, mas na frente, como não usava sutiã, os mamilos pareciam faróis de carro clássico. Ana usou um vestido verde pistache; com a pele morena, ela se destacava como se fosse fluorescente. No decote, sim, foi a atração da noite: ia até a cintura, também sem sutiã, e o balanço das tetas soltas fazia todo mundo ficar de olho pra ver se alguma escapava. Por trás, não deixava dúvida da ausência da peça: as costas morenas brilhavam, levantando paixões. Eu estreiei o terno, que ficou impecável; elas capricharam na hora de comprar. A gravata da Versace, design inconfundível, minha tia escolheu como uma homenagem à Itália. Nos sentaram na mesa de honra, onde estavam os melhores clientes e suas esposas. Me colocaram ao lado de uma senhora mais velha, toda enfeitada, também tinha sacado todas as suas galas e exibia um decote generoso. As tetas mal se seguravam dentro do vestido; ela usava sutiã, sim, e exibia porque era uma maravilha de lingerie. O canal era como um abismo entre as duas tetas, possivelmente operadas, mas magníficas. A uma certa distância, Emi e Ana eram paparicadas por dois senhores; os olhares e as mãos não deixavam dúvida sobre o efeito gostoso que causavam. Todo mundo falava italiano e muito rápido. Minha ideia de que, por ser uma língua latina como o Peguei uma coisa, meio que desmaiei. A senhora que estava do meu lado teve pena de mim e, devagar, me perguntou como eu me chamava. Ela se chamava Daniella, era muito simpática e logo a gente começou uma conversa mais ou menos fluida. Me chamou a atenção que uma das primeiras perguntas foi sobre o relacionamento que eu tinha com as duas gurias espanholas. Não menti totalmente quando falei que era sobrinho delas. Ela pareceu não acreditar muito, mas se conformou. Tentou se convencer quando jogou o guardanapo no chão. Na hora, me abaixei pra pegar, ela fez o mesmo e nossas caras ficaram juntas por uns segundos, ou talvez mais, até que um pigarro vindo de cima nos fez levantar. — Vi presento mio marito. — Piacere di conoscerti — falei, gaguejando. Esperava que ele me olhasse ofendido, porque a manobra do guardanapo era óbvia demais, mas ele me sorriu de um jeito doce demais, eu diria, enquanto colocava a mão na minha perna. Engoli seco, mas Daniella cortou, colocando também a mão no outro músculo da coxa. — Per favore Carlo, comportati bene. O marido tirou a mão devagar, não sem arranhar minha coxa com as mãos bem cuidadas. Daniella me sorriu e deixou o guardanapo na minha mão. Senti algo duro e, disfarçadamente, vi que era o cartão do quarto dela. Ela olhou nos meus olhos e os fechou languidamente. Quando ela se levantou pra ir ao banheiro, Emi veio do meu lado, pegou o cartão e esperou. Quando Daniella voltou a se sentar, Emi devolveu o cartão pra ela. — Scusa signora, questo è caduto. — E entregou o cartão como se tivesse achado no chão. O marido de Daniella me deu uns tapinhas na perna, sorrindo. O jantar foi algo requintado. Depois, fomos pra uma sala onde começaram a conversar informalmente. Logicamente, em volta das duas gurias espanholas se formaram grupinhos. Tive que me meter no meio pra que vissem que o galinho tava ali. As gurias agradeceram, e os cavalheiros me fulminaram com o olhar. Quando saímos, o táxi nos levou por... Ordem da Emi pra ver a Scala, tinha acabado de terminar a ópera e o povo todo arrumado tava saindo naquele momento, os carros de luxo com motoristas particulares iam pegando os senhores, mas quando a gente passou, eles fizeram um corredor, fez-se um silêncio, mas quando perceberam que a gente era espanhol, deram uns cantos nas mulheres, elas sorriram agradecidas e mais de um fez menção de se aproximar, mas a etiqueta e as esposas deles impediram. No hotel já não tinha ninguém quando chegamos, já era de madrugada, só na recepção dava pra ver uma cabeça atrás do balcão, quando levantou, reconhecemos o recepcionista da chegada, a gente se aproximou pra se despedir porque de manhã voltávamos pra casa, o garoto sorriu pra gente e mais ainda quando a Ana deu outra boa gorjeta pra ele, ele retribuiu quando, ao entrar no quarto, encontramos uma garrafa de champanhe francês e três taças. — Juan, quer abrir meu zíper? — Claro, Ana, mas... cadê ele? — Mmm, adivinha você, não vou te falar. Era impossível notar, nos lugares mais comuns não achei, na cintura, no quadril, nada, ela só dizia: — Frio, frio, Juan. Procurei e revirei, já era questão de orgulho, eu tinha certa facilidade pra abrir zíperes e sutiãs e não podia deixar aquele me vencer, ainda mais com toda a facilidade que ela tava me dando pra achar. Pela parte de cima do vestido não tive muitos problemas, tentei puxar as alças dos ombros dela, certeza que os peitos iam pular na minha frente, mas ficaram presos nelas, puxei com cuidado e notei que tinha um adesivo que colava no vestido pra não escaparem, soltei eles e ficaram eretos, gostei da ideia e minha tia piscou um olho pra mim, continuei procurando e não consegui ver nada, só senti a dureza do zíper disfarçado nas dobras, mas não dava pra puxar, minha tia paciente me olhava e sorria, eu ficava nervoso até que acendeu uma luz na minha cabeça, passei a mão por baixo da saia até achar, ah, ali estava! colocado ao contrário pra não aparecer. mas também descobri outra coisa. - Ana, cê não tá de calcinha! - Pra quê! Gosto de ficar sem calcinha, queria poder andar sempre assim. Ouviu-se um zíper e o vestido caiu no chão, a figura da Ana ficou na minha frente e ela pegou minha cabeça e apertou contra o peito dela, meus olhos se encheram de peito e meu nariz se enfiou no meio dos seios. Quando me virei pra respirar, vi a Emi do meu lado tirando o dela, o vestido caiu e também não tava de calcinha! - Emi, se eu soubesse… tinha te comido em cima da mesa do jantar, hahaha. - Isso se a Daniella deixar, se não fosse por mim a essa hora você tava tirando leite da buceta dela, isso se o marido dela não fizesse o mesmo com você, hahaha. Nós três rimos e pulamos na cama, elas nem tiraram a maquiagem, se ajoelharam de quatro em cima dos lençóis e me deixaram escolher. Decidi primeiro pela Emi e, me colocando atrás, apontei a piroca nos lábios dela e pressionei, a piroca sumiu de uma vez. - Isso é em agradecimento pela Daniella, e isso aqui pelo marido dela, o Carlo. Tirei e, cuspindo no cu dela, meti de três estocadas, minha tia esperava do lado segurando os peitos dela que balançavam como sinos. Não fiquei muito tempo, porque troquei pra minha tia. - Ana, isso é pelo Antonio, que deve estar sofrendo no quarto do hospital. Não dei mais de seis metidas quando tirei e cuspi igual fiz com a Emi, ela já tava me esperando com as mãos abrindo as nádegas, com a cabeça grudada no colchão. - E isso pelas suas filhas, que devem estar chorando sem consolo nos quartos delas pelo fim de semana que perderam. Enfiei de uma vez, ela só gemeu de prazer enquanto a Emi acariciava o clitóris dela, quando tirei, as duas me declararam guerra. A Emi esperou eu tirar pra meter na boca e chupar, enquanto a Ana tinha tomado conta das bolas, as duas cabeças grudadas entre minhas pernas e minhas mãos apertando peitos, parecia que tinham combinado e conseguiram, me fizeram gozar rapidinho, as duas As primeiras rajadas a Emi recebeu, mas ela passou a rola pra Ana, que terminou de receber a porra e lambeu o que respingou nos peitos da Emi. As duas exigiram que eu fizesse elas gozarem, e eu tive que me esforçar, parecia que não tinham pressa e minhas mãos não sabiam onde ir, os dedos entravam dentro das bucetas ou dos cuzinhos delas, às vezes eu já não sabia qual era qual, não sei se toquei no ponto G ou no alfabeto inteiro, mas o orgasmo que explodiu nelas foi brutal, elas também colaboraram, as mãos delas também não ficaram paradas, sabiam onde tocar e fizeram isso com gosto, me lambuzaram de sucos vaginais, até uma mijou um pouco em cima de mim, não me importei, era o néctar dos deuses, quando caímos exaustos ficamos esticados um do lado do outro de mãos dadas. — Sabem? Foram uns dias fabulosos, obrigado a vocês dois, a você Ana por me convidar e a você Juan por me fazer tão feliz. — Eu também te agradeço, tia, foi um fim de semana especial, o que te falei sobre minhas primas não era sério. — Eu sei, já vi vocês comemorando na outra noite antes de vir, e a você Emi, sou eu que quero agradecer pela companhia, você é uma amiga muito boa e me deu momentos muito felizes também, mas o que não entendo é que vocês dois, que são jovens, que se gostam, que transam como ninguém, ainda não sejam um casal. — Eu também não, eu adoro o Juan, não me importaria de ser a garota dele, mas acho que ele não se interessa por mim. Engoli seco, um nó se formou na minha garganta e eu disse: — Vocês são mulheres especiais, eu amo as duas e não posso negar que a Emi me encanta como mulher, como namorada e como futura mãe dos meus filhos, mas queria pedir que me deixe terminar a faculdade, você é mais velha que eu e meus tios merecem que eu não me distraia agora, vai ser só um tempinho mas passa rápido, minha família também precisa de mim. — Eu entendo e estou disposta a esperar, pela idade não se preocupa, você é muito mais homem do que os que eu conheci e merece tudo, sua família é fabulosa e não quero que você perca essa relação tão especial que tem com eles, sua tia te ama e suas primas também, e quero que continue como até agora, fodendo tanto com elas quanto comigo, sempre vai ser assim. A Emi me deu um beijo, não como os que tinha me dado um momento antes, a Ana nos abraçou os dois e sem querer escorreram umas lágrimas de emoção de nós três, a Ana se recuperou na hora e nos separou. — Isso tem que ser comemorado, vamos beber o champanhe e depois vamos foder até o amanhecer. — Tim tim. — Tim tim. Fim da série. Espero que tenham gostado, se comentarem vou ficar agradecido. Valeu a todos.

7 comentários - Minhas primas da capital 30 - o final

🙌🙌 la verdad me encantó la historia y capítulo a capítulo me.fue excitado más y más! Indudablemente van 10 puntos y me gustaría poner alguno más! Saludos de Uruguay..
si pudiera poner mas de 10 ptos sin dudas lo haria. excelente serie. dsd el inicio lograste captar la atención de todos los q seguimos el desarrollo d la historia. Espero no sea la ultima
van 10! muy buenas pajas me he hecho, aunque falto un poco de sexo anal al chico dde parte de su tio juan!
Muy buena serie pero a mi parecer esto tiene para más,que paso con asun? Etc. +10
Me pregunto lo mismo
excelente serie. Me gustó de principio a fin. Cual es la continuacion. van 10.
Muy buena serie, buena narrativa, y un buen lenguaje, pocas faltas de ortografía, me ha encantado, van mis diez, y en un tiempo volveré a leerlo de nuevo.
Muy buena serie, buena narrativa, y un buen lenguaje, pocas faltas de ortografía, me ha encantado, van mis diez, y en un tiempo volveré a leerlo de nuevo.