O Dono da Loja Me Fez Sua

Olá, sou o Luciano. Outro dia, um leitor me mandou um conto. Muita gente já deve ter lido. Só espero um comentário bom e um like se você realmente gostou.

Sou uma garota de 22 anos e meu marido tem 23. Me chamo Cláudia. Casamos faz só 6 meses. Onde a gente mora, tem uma venda atendida por um velho gordo e feio. Ele sempre aproveita que eu compro lá pra falar umas coisas. Eu naturalmente ignoro, não dou bola pros comentários dele, até que um dia passou do "normal".

"...Ai, dona Cláudia, que gostosa a senhora tá, tem umas bundonas bem gostosas de ficar beijando e acariciando o dia inteiro..."

"Como o senhor se atreve a me falar isso... eu sou uma mulher direita e ainda casada, saiba disso!"

Esses comentários sem-vergonha se repetiram toda vez que eu ia na venda dele. Não conseguia me explicar como, mesmo assim, eu continuava indo naquela venda. Será que eu tava gostando das safadezas dele? Não sabia, até que um dia, quando estávamos sozinhos na venda, aquele velho me disse que a mercadoria que eu queria estava nos fundos, pra eu segui-lo até lá. Quando entrei naquele lugar, só coberto por uma cortina, ele já estava lá de costas pra mim. Quando ele se virou, pude ver entre as pernas dele a maior buceta que eu já tinha visto. Era enorme, grossa e com uma cabeçona descomunal. Ele segurava ela com as mãos enquanto dizia:

"...Você gostou... já tinha visto uma assim?"

Eu não sabia o que fazer, fiquei hipnotizada por aquela pica enorme que aquele homem tinha entre as pernas. Fingi raiva e tentei sair de lá, mas ele me segurou dizendo:

"...Vai, toca nela... eu sei que você gosta... seu marido não tem nem metade disso... toca nela!"

"Não, senhor, pelo amor de Deus... sou casada e amo meu marido... não posso fazer o que o senhor tá pedindo... não, por favor... não..."

Falei sem muita convicção. Me aproximei e comecei a tocar naquela coisa enorme com minhas mãozinhas. Mal dava pra segurar ela com as mãos. Era enorme e dura, além de cheia de veias.

"...Assim, mamãe... assim... Sua... toca ela... assim... ahhh... que gostosa... cê gosta, né? ... Sim... digo, não... não... por favor, Seu Toño... não faz isso comigo... nãão...! ... Ajoelha e mete na boca!... vai, sê bonitinha... chupa ela... chupa ela...! ... Não, isso não... por favor... eu não sei... não... não... não seja assim comigo, por favor... sou uma moça direita... aaaai... nãão... ahhhh...! E eu chupei, chupei o pau de outro pela primeira vez, comecei a chupar o pau até ele me levantar e falar. ... Já, mamãe... senão vai fazer eu gozar na sua boquinha e aí não vou mais poder meter...! ... Por favor, Seu Toño... não vai comer... não vai meter... isso me mataria e eu grito muito... podem nos ouvir... pode vir alguém e nos ver assim... melhor outro dia, né? ... Não, mamãe... você se fez de difícil e daqui não sai até ser bem comida! Saiu dos fundos e fechou a porta da frente, voltando pra mim. ... Agora sim, mamãe... vou te dar a foda da sua vida... pode gritar à vontade...? ... Por favor, Seu Toño, vai me matar... ele é muito grande e eu nunca comi nada assim... não seja mau comigo... me deixa ir, por favor...! Ele chegou perto de mim e baixou minha calça junto com a calcinha pra me curvar sobre uns sacos e colocou a cabeça da pica enorme na minha bucetinha já molhada, empurrou devagar e eu senti aquela pica abrindo caminho pelos lábios da minha coisinha, esticando eles ao máximo, continuou empurrando até que toda aquela enormidade ficou dentro de mim e aí começou a bombar, eu sentia que ia morrer a cada empurrão de pau e comecei a gritar e gemer. ... Aaai, me mata... por favor... ahhhh... que barbaridade... tá me matando com essa pica enorme... ahhh... assim... assim... mete ela toda... aahhhhh...! Fora de controle por aquela fodida, gozei uma e outra vez na pica do Seu Toño. ... Isso, putinha... assim... assim... te falei que ia gostar... aaahhhh... toma... toma...! ... Já sou sua... sou sua putinha... aahhh... bruto... selvagem... aahhhh...! ... Vou gozar, mamãe... vou jogar Goza dentro, sua puta... aaahhhh...! ...Não... não... por favor, dentro não!... não tô tomando cuidado e pode me deixar barriguda...!... melhor na boca... goza na minha boca... aahhhh! E com muito pesar, tirei a pica enorme dele da minha bucetinha dolorida e abri a boca pra receber o leite dele. Quando ele terminou de me foder, fiquei toda cheia de porra na cara e com minha bucetinha aberta do jeito normal, ali estava eu de calça arriada e calcinha também, ainda de pernas abertas e bem comida. Me vesti e saí da loja, tava dolorida e quase não conseguia andar, fui com o gosto da porra dele na cara e assim cheguei em casa, onde tomei banho pra esperar meu marido. Esse foi o começo de uma série de fodas que o dono da loja me dava sempre que ele queria. Fui a puta dele, chupei a pica dele, ele me comeu, me comeu no cu, estreando meu rabo, aquele que nem pro meu marido eu dei. Fui amante dele por quase três anos, onde ele me comeu quantas vezes quis. Ele me fazia chupar pica nos fundos da loja e, quando chegava um cliente, ele atendia e voltava pra eu continuar chupando a vara dele. Um dia que ele tava me enfiando a pica no cu, meu marido chegou na loja me procurando. Ele saiu e disse que eu já tinha ido embora, contou pro meu marido que tava com uma rabuda lá dentro e que tava comendo ela. Meu marido sorriu e foi embora, nunca imaginou que era a própria mulher dele que tava de quatro e com a pica enfiada no cu. Naquele dia, cheguei em casa sem calcinha e bem fodida, cheia de porra do meu amante, e meu marido comentou que o dono da loja comia as mulheres do bairro nos fundos. Eu disse que ele era bem feio, mas nunca contei que o que ele tinha de feio, ele tinha de peludo e bom de cama, nem que eu também era comida por ele.

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